Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho

Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho

Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis A engenharia política e financeira que abala o Rio de Janeiro sob a lupa da Polícia Federal: da importação de armas e equipamentos anti-drone da China ao esquema bilionário de lavagem em postos de combustíveis e fraudes na Educação. Por Plínio Teodoro e Diego Feijó de Abreu | Fórum 07/07/2026 Flávio Bolsonaro com TH Joias, Gutemberg Fonseca e Rodrigo Bacellar. E com Márcio Canella e a mãe, Rogéria Nantes (Rede X / Facebook) A República de Jacarepaguá e das milícias cariocas, que por anos operou sob a sombra complacente do clã Bolsonaro, assiste agora à sua mais profunda e ruidosa derrocada. O que começou como uma investigação sobre tráfico de armas na Baixada Fluminense transformou-se em um terremoto político-policial de proporções amazônicas. A Operação Unha e Carne, capitaneada pela Polícia Federal sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF), escancara o que o jornalismo progressista cansa de alertar: a simbiose obscena entre o colarinho branco, a contravenção, o crime organizado e os tentáculos políticos de Flávio Bolsonaro e seus asseclas. Para compreender o tamanho do abalo que atinge o Palácio Tiradentes e os gabinetes de Brasília, é preciso puxar o fio da meada desde os primórdios. Mas, antes, é preciso dimensionar a montanha de dinheiro que agora aparece no centro da engrenagem. A sexta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (7), mira uma rede de postos de combustíveis suspeita de lavar dinheiro na Região Metropolitana do Rio. Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado movimentou mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, de acordo com relatório do Coaf. A ação ocorre no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, em conformidade com a ADPF 635, a chamada ADPF das Favelas, e mira uma organização criminosa suspeita de usar empresas ligadas ao setor de combustíveis como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. Ou seja: o que começou como vazamento de uma operação contra o braço político-financeiro de uma facção criminosa chega, agora, ao dinheiro grande, aos postos, aos gabinetes e aos palanques. Um dos alvos centrais dessa nova fase é Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e presidente do União Brasil no Rio. Canella é tratado no tabuleiro fluminense como pré-candidato de Flávio Bolsonaro ao Senado, o que leva a Unha e Carne diretamente para dentro da engrenagem eleitoral do bolsonarismo no estado. A trajetória do ex-prefeito, sua base política na Baixada Fluminense e sua entrada no centro da nova fase da operação, que também teve como alvo o influente ex-secretário estadual de Polícia Civil, Marcus Amim. Do ouro ao pó: Os primórdios com TH Joias e Rodrigo Bacellar O ponto de partida dessa engrenagem foi a Operação Zargun, que mirou Thiego Raimundo de Oliveira Santos, popularmente conhecido como TH Joias. Ex-deputado estadual, suplente e empresário de “sucesso”, TH Joias usava o mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) para atuar como uma verdadeira frente política da facção criminosa Comando Vermelho (CV). De acordo com o Ministério Público, TH Joias não apenas nomeava comparsas para cargos comissionados na ALERJ, mas intermediava diretamente a compra de armamentos pesados, drogas e até dispositivos antidrones para os blindados do tráfico nos complexos do Alemão, da Maré e na Parada de Lucas. A Unha e Carne nasce dos desdobramentos da Operação Zargun, deflagrada pela Polícia Federal em setembro de 2025 para desarticular o braço político e financeiro de uma organização criminosa no Rio. O MPF afirmou que a principal atividade do grupo envolvia importação de armas do Paraguai e equipamentos anti-drone da China, além de revenda para integrantes de facções no estado. TH Joias era alvo de uma operação contra o Comando Vermelho e investigado por suspeitas de tráfico de drogas, corrupção, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas. Dois meses depois, a PF havia indiciado TH Joias e outras 17 pessoas por envolvimento com facções criminosas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro no Rio. Foi aí que a “unha” encontrou a “carne”. Sabendo que a PF estava na iminência de prender o aliado, o então presidente licenciado da ALERJ, Rodrigo Bacellar, entrou em cena. Em uma ligação interceptada, recheada de deboche e desespero, Bacellar avisou TH Joias sobre a operação que ocorreria no dia seguinte, orientando-o a destruir provas. O deputado chegou a usar um caminhão-baú para esvaziar sua mansão e cogitou levar até o freezer. “Deixa isso, tá doido? Larga isso aí, seu doido”, respondeu Bacellar, preocupado que as carnes do eletrodoméstico gerassem suspeitas. Dali nascia o nome irônico da operação da PF: Unha e Carne. Márcio Canella, Cláudio Castro, Rodrigo Bacellar; o presidente do União Brasil, Antonio de Rueda; e o presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, em Belfort Roxo Foto: Divulgação A primeira fase da Operação Unha e Carne foi deflagrada em 3 de dezembro de 2025 para investigar o vazamento de informações sigilosas no Rio. Bacellar foi preso sob suspeita de ajudar TH Joias, já investigado por elo com o Comando Vermelho, a escapar da ação policial. O vazamento também provocou reação do Ministério Público Federal. Em 5 de dezembro de 2025, o MPF abriu procedimento para apurar como informações sigilosas chegaram ao conhecimento de Bacellar. A reação corporativa da Alerj veio em seguida. Por 42 votos a 21, os deputados aprovaram resolução para tirar Bacellar da cadeia, como ocorreu na votação da Alerj. Mas a blindagem parlamentar durou pouco: em março de 2026, Alexandre de Moraes determinou nova prisão de Bacellar. A PF descobriu que o vazamento não era amador. Havia um cupido de toga no esquema. A segunda fase da Unha e Carne, em 16 de dezembro de 2025, mirou a atuação de agentes públicos no vazamento das informações da Zargun. O desembargador Macário Judice Neto, do TJRJ, relator do caso de TH Joias, foi flagrado, segundo a investigação, no circuito que antecedeu a fuga frustrada do operador do Comando Vermelho. Macário acabou preso pela PF. A investigação reuniu indícios de que o magistrado estava ao lado de Bacellar no exato momento em que as

Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado

Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado

Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, e o ex-secretário Marcus Amim são alvos da 6ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga esquema de R$ 7,6 bilhões; ex-vereadora e mãe de Flávio compõe a chapa do candidato. Por Andréia Sadi e Bianca Muniz | g1 07/07/2026 Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio Bolsonaro, foi anunciada como suplente de Márcio Canella, alvo da 6ª fase da Operação Unha e Carne — Foto: Reprodução A ex-vereadora Rogéria Bolsonaro, mãe do senador Flávio Bolsonaro (PL), é a primeira suplente na chapa ao Senado de Márcio Canella, um dos principais alvos da 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (7). Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato pelo União Brasil, é investigado por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 7,6 bilhões por meio de uma rede de postos de combustíveis. Canella renunciou à prefeitura em abril de 2026 para disputar uma vaga no Legislativo Federal. O acordo para a indicação de Rogéria foi costurado em fevereiro de 2026, durante uma reunião conduzida por seu filho Flávio, que é o principal apoiador da campanha de Canella. A informação sobre a suplência da mãe de Flávio foi noticiada pelo jornal “O Globo” na época. Além do ex-prefeito, que renunciou ao cargo em abril para disputar as eleições, o ex-secretário Marcus Amim também é alvo da investigação. Fontes ligadas à campanha de Flávio Bolsonaro, que é presidenciável, já manifestam preocupação com a repercussão negativa da operação da PF sobre a imagem do senador e seus aliados. Na sexta-feira (3), Canella esteve ao lado de Flávio Bolsonaro no 3º Seminário Nacional de Comunicação do PL, onde foi destacado como candidato ao Senado pelo partido. O esquema investigado pela Polícia Federal aponta para a conivência de agentes públicos em movimentações financeiras bilionárias ilícitas. A aliança política entre Canella e o clã Bolsonaro consolidou-se após o rompimento do ex-prefeito com seu antigo aliado, Waguinho, atual prefeito de Belford Roxo. Rogéria Bolsonaro, que também é mãe de Carlos e Eduardo Bolsonaro, exerceu dois mandatos como vereadora no Rio entre 1993 e 2000. Filiada ao PL desde 2022, sua presença na chapa de Canella reforça o alinhamento do ex-prefeito com o grupo bolsonarista, consolidado após o rompimento de Canella com o atual prefeito de Belford Roxo, Waguinho, nas eleições de 2022. Adicione o texto do seu título aqui Notícia anteriorPróxima notícia Região Serrana e Centro Sul FluminenseSUS Sistema Único de SaúdeTeresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado 07/07/2026 Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO) 07/07/2026 Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF apreende dinheiro dentro de livro falso Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria PF mira em aliados de Sóstenes e faz operação para investigar aluguel de carros com verba parlamentar da Câmara Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado

Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’

Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’

Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ Advogados do senador pedem que suspeita de envio de emendas para produtora do filme seja relatada por André Mendonça Por Raisa Toledo | O Estado de S.Paulo 07/07/2026 A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que mudança de relator evitaria decisões conflitantes em processos diferentes Foto: Wilton Junior/Estadão A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que a investigação sobre suposto repasse irregular de emendas a entidades ligadas à produção do filme “Dark Horse” seja retirada da relatoria do ministro Flávio Dino e conduzida por André Mendonça. Os advogados argumentam que Mendonça já conduz, no STF, as investigações relacionadas ao Banco Master e seu fundador, Daniel Vorcaro, e passou a relatar um pedido de apuração sobre o financiamento do filme devido aos fatos terem relação com a investigação sobre as fraudes do banco. Segundo a defesa, a concentração dos procedimentos em um único gabinete evitaria decisões conflitantes ou contraditórias. Na última semana, Dino autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF) para apurar o caso. A suspeita é que R$ 2 milhões em emendas parlamentares tenham sido enviadas pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP) a uma ONG de Karina Ferreira da Gama, dona da produtora da obra. A justificativa das emendas aponta o financiamento de dois projetos sociais. A investigação foi aberta após pedido da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), cujo gabinete apontou ligação entre empresas de Karina e suspeitas de que as emendas poderiam estar beneficiando o filme. Dino já relata uma ação na Corte sobre transparência na execução de emendas parlamentares. Já a ação relatada por Mendonça sobre “Dark Horse” e as fraudes do Master apura se a contribuição milionária de Daniel Vorcaro à produção tem relação com o financiamento da estadia do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. Parte do valor de R$ 134 milhões negociado entre a família Bolsonaro e o banqueiro foi transferida para um fundo sediado no Texas, onde Eduardo mora, e do qual o advogado Paulo Calixto, ligado ao ex-deputado, é um dos controladores. Esse processo chegou a ser distribuído ao ministro Alexandre de Moraes por ter relação com o inquérito que investiga a atuação de Eduardo nos EUA contra autoridades brasileiras, mas Fachin redistribuiu a ação para Mendonça após parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), por entender que há maior relação com o caso Master. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputada FederalDeputado Federalemenda parlamentarPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSB Partido Socialista BrasileiroSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ 07/07/2026 Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios 06/07/2026 Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj PF apreende dinheiro dentro de livro falso Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO)

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO)

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Sexta fase da Operação Unha e Carne mirou suspeita de que postos de combustíveis eram usados para lavar e repassar dinheiro do esquema. Nova base do Coaf no Rio, inaugurada na semana passada, encontrou as transações suspeitas que ensejaram a operação. Por Camila Bomfim | g1 07/07/2026 Márcio Canella (União Brasil) e Marcus Amim — Foto: Reprodução A 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta terça-feira (7), identificou movimentações financeiras suspeitas que, segundo as investigações, abasteciam um esquema de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis. A nova base do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Rio de Janeiro, inaugurada na semana passada, rastreou a forma de atuação do grupo e as transações financeiras, fornecendo informações que embasaram os mandados cumpridos nesta manhã. Nesta fase, o principal alvo é uma rede de postos no Grande Rio que movimentou R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, com anuência de políticos. O ex-prefeito de Belford Roxo (RJ) e pré-candidato ao Senado Márcio Canella (União Brasil) e o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, foram alvos de mandados de busca e apreensão. A suspeita é de que os postos serviam como uma “base de compensação”: recebiam valores legais e ilegais, faziam o que se chama de “mistura de dinheiro”, que dificulta o rastreamento dos órgãos de investigação. O dinheiro, então, era repassado para empresas de fachada. Foram identificados pagamentos a Amin e a uma consultoria dele, que estão sob investigação. A lista de alvos também inclui vários operadores do esquema. Outro alvo é o ex-PM e miliciano Juracy Alves Prudêncio, o Jura, citado no relatório final da CPI das Milícias da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), de novembro de 2008, como chefe de um grupo paramilitar que agia em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No ano seguinte, ele condenado e preso sob acusação de homicídio e associação criminosa. Agentes saíram para cumprir, no total, 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende, além da capital fluminense. A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo investigado. Clique aqui para assistir ao vídeo Notícia anterior ALERJBelford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasCPI Comissão Parlamentar de InquéritoItaboraí RJNiterói RJNova Iguaçu RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJSão Gonçalo RJSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) 07/07/2026 Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis 06/07/2026 Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO)

Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO)

Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO)

Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, e o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, são alvo de buscas – Canella acabou preso. Agentes cumprem 19 mandados nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende, e na capital fluminense. Por Rafael Nascimento | g1 Rio 07/07/2026 Apreensões da 6ª fase da Operação Unha e Carne — Foto: Divulgação/PF A Polícia Federal (PF) iniciou nesta terça-feira (7) a 6ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga conexões de agentes públicos com grupos criminosos que atuam no RJ. Desta vez, o alvo é uma rede de postos de combustíveis no Grande Rio que movimentou R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, com anuência de políticos. Entre os alvos de buscas estão Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, e o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil — outros agentes da ativa da instituição também são investigados.  Canella foi levado em um carro da PF para a Superintendência Regional a fim de prestar esclarecimentos e acabou preso – a polícia encontrou um fuzil em seu carro. Outro alvo é o ex-PM e miliciano Juracy Alves Prudêncio, o Jura, citado no relatório final da CPI das Milícias da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), de novembro de 2008, como chefe de um grupo paramilitar que agia em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No ano seguinte, ele condenado e preso sob acusação de homicídio e associação criminosa. Também sofreu buscas o inspetor da Polícia Civil Pablo Jukia Felix Ferreira, o Pablo Russo, que integrou a equipe do ex-secretário Marcus Amim em diversas delegacias. Dados da PF mostram que ele é dono, através de laranjas, de uma rede de postos de gasolina. Entre empresas ativas e inativas, mais de 80 estão ligadas a parentes do policial. O g1 tenta contato com as defesas. Agentes saíram para cumprir, no total, 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende, além da capital fluminense. Na casa de um policial civil, em Niterói, a PF apreendeu armas, joias e dinheiro, além de carros de luxo. A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo investigado. Alerta do Coaf As investigações começaram com um relatório de inteligência enviado à PF pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O documento apontou que o grupo movimentou R$ 7,6 bilhões nos últimos 6 anos. “Além do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações”, disse a PF. A ação se insere no contexto da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito do julgamento da ADPF 635/RJ, a ADPF das Favelas, que, dentre outras providências, determinou que a Polícia Federal conduzisse investigações sobre relações de agentes públicos com facções criminosas. Dono de postos foi alvo da 5ª fase Na última quinta-feira (2), na 5ª etapa da Unha e Carne, a PF cumpriu mandado de buscas contra o empresário Fernando Trabach Gomes. Em 2022, durante a campanha à reeleição do então governador Cláudio Castro (PL), postos de combustíveis de Trabach abasteceram a maior parte da frota utilizada pelo então candidato ao governo do estado. O g1 apurou que as buscas tinham como objetivo esclarecer as ligações de Trabach com Castro e com o ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) Rodrigo Bacellar. A prestação de contas apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que a campanha gastou R$ 478 mil na compra de cerca de 70 mil litros de diesel. Dez dos 12 postos que forneceram o combustível pertenciam ao empresário. Os pagamentos foram feitos em 12 transferências de R$ 39,9 mil cada. Após a posse de Castro, empresas ligadas a Trabach passaram a firmar contratos com o governo do estado. O empresário também já foi investigado pelo Ministério Público do Rio por suspeita de integrar uma organização criminosa. Na ocasião, sua defesa era feita pelo então advogado Rodrigo Bacellar. Quem são os alvos Márcio Canella foi eleito vereador de Belford Roxo em 2012. Em 2015, se elegeu deputado estadual em 2015 e por 3 mandados ficou na Alerj. Nesse período, Canella se licenciou para ser vice do prefeito Waguinho, de Belford Roxo, de 2017 a 2019. Os antigos aliados se afastaram depois das eleições presidenciais de 2022. À época, Canella apoiou o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e Waguinho optou por Lula. Em 2024, Canella foi eleito prefeito de Belford Roxo. O principal adversário dele era o ex-secretário municipal Matheus do Waguinho (Republicanos), sobrinho de Waguinho. No início de abril de 2026, Canella renunciou ao cargo de prefeito para concorrer ao Senado. Ele é apoiado pelo senador Flávio Bolsonaro e pelo deputado estadual Douglas Ruas. Em seu lugar, assumiu a então vice-prefeita Mariana Malta. O delegado Marcus Vinícius Amim ficou à frente da Polícia Civil do RJ entre outubro de 2023 e agosto de 2024. Sua nomeação dependeu da aprovação de um projeto de lei na Alerj para permitir que delegados com menos de 15 anos na função assumissem o comando da Secretaria de Polícia Civil. Em 2018, o então deputado Canella propôs a concessão da Medalha Tiradentes, principal honraria da Assembleia, ao delegado Amim. As outras 5 fases A Operação Unha e Carne teve 5 fases desde dezembro de 2025 e apurava, no início, um suposto vazamento de informações sigilosas de ações policiais contra o Comando Vermelho (CV). Segundo a PF, os dados sensíveis compartilhados teriam comprometido operações e beneficiado investigados ligados à facção criminosa. A 1ª etapa da operação foi deflagrada em dezembro de 2025 e teve como alvo o então presidente da Alerj, o deputado Rodrigo Bacellar, hoje cassado e preso. De acordo com a Polícia Federal, Bacellar teria vazado informações sigilosas da Operação Zargun, deflagrada em setembro, contra o CV. O principal beneficiado seria o ex-deputado Thiego Raimundo de Oliveira Santos, o TH Joias, apontado como articulador político da facção e preso na Operação Zargun. Ainda segundo a investigação, o vazamento teria permitido a destruição ou ocultação de provas, frustrando a ação

Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro

Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro

Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro Encontro convocado por Davi Alcolumbre deve selar a postergação da PEC 221/2019 para depois das eleições, apesar da pressão do governo Lula. Proposta aprovada na Câmara com apenas 19 votos contrários segue sem relator no Senado. Por Plínio Teodoro | Fórum 07/07/2026 Flávio Bolsonaro com Davi Alcolumbre e a aprovação da PEC do fim da escala 6×1 na Câmara (Agências Senado e Câmara) O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), convocou uma reunião de líderes para esta terça-feira (7) com o objetivo de definir a pauta legislativa antes do recesso parlamentar. Nos bastidores, a expectativa é de que o encontro consolide o adiamento da tramitação da PEC 221/2019, que extingue a escala 6×1 e reduz a jornada semanal de trabalho para 40 horas, para o período posterior às eleições municipais de outubro. A proposta chegou ao Senado aprovada pela Câmara dos Deputados com ampla maioria e conta com apoio declarado do governo federal, mas segue paralisada, sem relator designado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). O adiamento seria mais um capítulo de uma sequência de postergações que frustra trabalhadores, sindicatos e parlamentares favoráveis ao texto. Além disso, a medida cumpre acordo de Alcolumbre com Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que é contra o fim da escala 6×1, mas não quer se posicionar publicamente para evitar novo desgaste junto ao eleitorado mais pobre. Reunião de líderes deve adiar PEC do fim da escala 6×1 A PEC 221/2019 chegou ao Senado com um histórico difícil de ignorar: de 513 deputados federais, apenas 19 votaram contra sua aprovação na Câmara. A proposta reduz a jornada máxima de trabalho de 44 para 40 horas semanais em duas etapas, garante dois dias de descanso semanal e proíbe a redução de salários durante a transição, prevista para 14 meses após a promulgação. Na prática, é o fim da escala 6×1 com respaldo constitucional. No Senado, porém, a proposta encontrou um ritmo diferente. Alcolumbre deixou claro que o texto não irá direto ao plenário e precisará passar pela análise da CCJ antes de qualquer deliberação, podendo ser encaminhado ainda a um grupo especial de trabalho ou a uma comissão específica. Até agora, a proposta segue sem relator designado naquela comissão, etapa considerada essencial para o início efetivo da tramitação. A reunião de líderes desta terça-feira deve consolidar o entendimento de que a análise só avançará depois das eleições, o que na prática significa que a proposta ficará paralisada durante todo o período eleitoral. O padrão se repete. Desde que a PEC chegou ao Senado, Alcolumbre prometeu discutir seu andamento em diferentes momentos, chegou a sinalizar reuniões específicas sobre o tema e acabou adiando decisões consideradas estratégicas pelos parlamentares favoráveis ao texto. A sessão temática realizada na semana passada reuniu governo, trabalhadores, empresários e especialistas, mas terminou sem qualquer definição sobre calendário de votação ou escolha de relator. Pressões e resistências à tramitação Na segunda-feira (6), o senador Paulo Paim (PT-RS) voltou ao plenário para cobrar publicamente a aceleração da análise da matéria. Paim lembrou que a maioria dos participantes da sessão temática realizada na última quarta-feira (1º) manifestou apoio ao fim da escala 6×1 e pediu votação imediata pela CCJ e pelo plenário. “É fundamental que o Senado vote, o quanto antes, a PEC 221, de 2019. Ela já foi aprovada na Câmara; de 513 parlamentares, somente 19 votaram contra. Estamos tratando de políticas humanitárias, distribuição de renda, solidariedade e justiça social. Estamos falando do presente e do futuro de gerações”, afirmou Paim. O governo federal também considera a pauta prioritária e defende aprovação antes do recesso parlamentar de julho, previsto para os dias 18 a 31. Interlocutores do presidente Lula avaliam que, se o Senado segurar a PEC, o PT poderá reeditar a campanha “Congresso inimigo do povo”, transformando o adiamento em combustível eleitoral contra os parlamentares que travam a proposta. Do outro lado, setores patronnais criticam a proposta, avaliando haver risco de aumento nos custos de produção e serviços. Alcolumbre tem dito a aliados que não pautará o fim da escala 6×1 antes de conversar pessoalmente com Lula, e sinalizou que o Senado não atuará como “Casa carimbadora” de propostas vindas da Câmara. Em paralelo, um texto alternativo articulado pela oposição, capitaneada por Flávio Bolsonaro, que determina a remuneração por hora trabalhada em vez de extinguir a escala, já recebeu despacho de Alcolumbre e foi enviado à CCJ, o que indica uma estratégia de diluir o debate em torno da proposta original. Contexto político e eleitoral A nova líder do governo Lula no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), é direta sobre o potencial do tema nas urnas. Para ela, o fim da escala 6×1 será um trunfo eleitoral para os candidatos de esquerda mesmo que a PEC não seja aprovada antes das eleições. “Ela pegou no imaginário”, afirmou Leitão, descrevendo a repercussão popular da proposta entre trabalhadores de serviços como cinegrafistas, diaristas e maquiadores. Segundo a senadora, quem não votou pela aprovação “vai ser listado por quem quer aprovar”, transformando o placar de cada senador em material de campanha. Os números sustentam a avaliação. Pesquisa Datafolha de maio aponta que 71% da população é favorável à redução da jornada de trabalho, dado que reforça o peso eleitoral do tema e explica a pressão do Planalto por uma aprovação rápida. Com as eleições municipais em outubro, propostas que demandam negociação política tendem a encontrar resistência crescente no Congresso no segundo semestre, quando os parlamentares voltam as atenções para suas bases. A relação entre Alcolumbre e o Planalto adiciona uma camada de complexidade ao cenário. O distanciamento entre os dois se acentuou após a rejeição da indicação do advogado-geral da União, Jorge Messias, para uma vaga no Supremo Tribunal Federal. Alcolumbre não antecipou o teor da conversa que deseja ter com Lula, e a líder do governo no Senado admitiu que ainda não há previsão de encontro entre os dois. Nesse contexto, o adiamento da PEC 221/2019 funciona como um termômetro da tensão entre o Executivo e a presidência do Senado, com os trabalhadores brasileiros pagando a conta

Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis

Vistoria aponta alimentação 'grave e desumana' em hospital de Petrópolis

Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Fiscalização foi realizada por um dos vereadores da cidade, após o recebimento de reclamações de pacientes e familiares. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 06/07/2026 Vistoria aponta alimentação precária em hospital de Petrópolis — Foto: Divulgação Petrópolis – A alimentação oferecida aos pacientes do Hospital Municipal Alcides Carneiro, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, foi alvo de denúncia após uma vistoria realizada pelo vereador Léo França (PT). O parlamentar classificou a situação como “grave e desumana” e encaminhou o caso aos órgãos de fiscalização. Segundo o vereador, a vistoria foi realizada no domingo (5), após o recebimento de reclamações de pacientes e familiares sobre a qualidade das refeições servidas na unidade. De acordo com Léo França, pacientes relataram que, há cerca de 15 dias, ovos têm sido a única fonte de proteína oferecida nas refeições. Durante a inspeção, o vereador registrou a existência de dezenas de caixas de ovos armazenadas no hospital. Na área destinada ao armazenamento de hortifruti, o parlamentar também afirmou ter encontrado frutas e legumes já deteriorados armazenados junto com alimentos ainda próprios para consumo. Segundo ele, a unidade também enfrenta falta de insumos necessários para o preparo das refeições dos pacientes internados. Outro ponto questionado pelo vereador é a possibilidade de terceirização do serviço de alimentação hospitalar. Segundo ele, a medida gera preocupação porque o Hospital Alcides Carneiro e a Unidade Pré-Hospitalar da Posse, atendida pela mesma estrutura, já possuem cozinhas em funcionamento, equipamentos e servidores públicos destinados ao serviço. “Uma empresa privada vai assumir uma estrutura pública que já existe, que já funciona e que foi construída com o dinheiro da população. Quem ganha com essa terceirização? Quem está sendo beneficiado? A Prefeitura precisa explicar essa decisão e, antes de tudo, resolver imediatamente a situação da alimentação dos pacientes”, afirmou o vereador. Segundo Léo França, a denúncia foi encaminhada ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, ao Ministério Público Federal, ao Ministério da Saúde e à Defensoria Pública do Estado. O que diz a prefeitura Em nota, a Prefeitura de Petrópolis informou que não há qualquer decisão tomada sobre a terceirização do serviço de alimentação hospitalar. Sobre as denúncias relacionadas aos alimentos, a Secretaria Municipal de Saúde afirmou que é natural que alguns produtos hortifrutigranjeiros apresentem deterioração em razão do transporte ou do processo de amadurecimento. Segundo a pasta, esses alimentos são descartados e não são utilizados nas refeições servidas aos pacientes. A secretaria informou ainda que o cardápio do Hospital Alcides Carneiro é elaborado por nutricionistas e segue critérios técnicos para garantir uma alimentação adequada aos pacientes internados. Notícia anterior MP-RJMPF Ministério Público FederalPetrópolis RJPT Partido dos TrabalhadoresRegião Serrana e Centro Sul FluminenseVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis 06/07/2026 Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) 01/07/2026 Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO)

Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios

Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios

Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios No fim de maio, Corte de contas informou governo sobre risco fiscal ao conceder garantia ao empréstimo de R$ 12 bi à estatal e ordenou monitoramento de plano Por Renan Monteiro (Broadcast) | O Estado de S.Paulo 06/07/2026 São Paulo, Brasil, 6 de janeiro de 2026. Fachada de uma agência dos Correios na cidade. Esta imagem retrata uma cena urbana típica com suas características linhas de energia elétrica aéreas. Foto: Alf Ribeiro/Adobe Stock BRASÍLIA – A Advocacia-Geral da União (AGU) apresentou ao Tribunal de Contas da União (TCU) um pedido de anulação parcial dos efeitos de um acórdão que apontou fragilidades na análise do plano de reestruturação dos Correios, especialmente na concessão da garantia do governo federal ao empréstimo de R$ 12 bilhões contratado pela estatal em 2025.A informação foi publicada primeiramente pelo jornal Valor Econômico e confirmada pela Estadão/Broadcast.  No fim de maio, a Corte de Contas decidiu dar ciência ao governo federal sobre a possível violação de dispositivos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), com a ausência de verificação “própria e independente” das premissas financeiras que embasaram o plano de reestruturação dos Correios. No mesmo acórdão, o TCU recomendou ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e ao Ministério da Fazenda o reexame do processo de controle aplicável à aprovação de planos de reestruturação e à concessão de garantias para estatais não dependentes. Os ministérios, conforme a recomendação, precisam focar na definição dos requisitos mínimos de análise técnica e na avaliação material da capacidade de pagamento da estatal. O TCU também deu ciência ao governo sobre a escassez de análise precisa da capacidade de pagamento da estatal para fins de concessão de garantia da União e de operação de crédito no valor de R$ 12 bilhões – o que, segundo a Corte de Contas, “afronta” dispositivo que trata da capacidade de pagamento de empresas estatais, em operações de crédito, previsto no decreto de janeiro de 2024. A AGU, no pedido de reexame, pediu a anulação desses três encaminhamentos dados pelo TCU. Entre outros pontos, a Advocacia-Geral da União sustentou que a proposta de reestruturação da estatal observou os processos de governança próprios à aprovação de planos de reequilíbrio, com cada instância atuando nos limites de suas competências. Da parte do TCU, não houve determinação expressa contrária ao plano de reestruturação ou em caráter sancionatório. Regimentalmente, o “dar ciência” significa que eventuais irregularidades precisam ser corrigidas. É diferente de um simples “alerta”. Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoCorreiosLei de Responsabilidade Fiscal LRFTCU Tribunal de Contas da União Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios 06/07/2026 Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho 07/07/2026 Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF apura se Sóstenes e aliados criaram versão falsa sobre R$ 468 mil apreendidos em espécie com parlamentar Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO)

Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO)

Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO)

Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Segundo moradores, trecho no bairro Glória permanece em meia pista desde a pandemia. DER informou que recuperação da rodovia segue em fase de preparação para licitação. Por Diego Varsi | g1 06/07/2026 Buraco causado por deslizamento em Santo Antônio de Pádua — Foto: Reprodução Inter TV Santo Antônio de Pádua – Moradores do bairro Glória, em Santo Antônio de Pádua, afirmam que convivem, desde a pandemia do Covid- 19 em 2020, com os impactos de um deslizamento de terra que comprometeu um trecho da RJ-186. Quase cinco anos depois, segundo eles, a rodovia continua operando em meia pista e a situação ainda preocupa quem mora e passa pelo local. Na época do deslizamento, algumas residências precisaram ser desocupadas por questões de segurança. Apesar disso, outras casas permanecem próximas à área afetada, o que, de acordo com os moradores, mantém o sentimento de insegurança. Os moradores também relatam que o trecho recebe grande fluxo de caminhões diariamente e temem que um novo deslizamento ou um acidente de maiores proporções possa atingir as residências localizadas abaixo da rodovia. Em nota, o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-RJ) informou que os procedimentos para a recuperação do trecho avançam nas etapas de alinhamento técnico e administrativo necessárias ao prosseguimento da licitação. O órgão informou ainda que equipes técnicas monitoram as condições da rodovia e que a sinalização será reforçada para garantir a segurança dos motoristas. Clique aqui e assista ao video Notícia anterior Departamento de Estradas de Rodagem DERNorte e Noroeste Fluminenserodovia RJ-186Santo Antônio de Pádua RJVIDEO AUDIO Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) 06/07/2026 Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) 01/07/2026 Justiça quebra sigilo do bispo Edir Macedo, da Universal e do Digimais 24/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) Paes vai manter em sua chapa candidata a vice investigada pela PF por lavagem de dinheiro Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio PF mira pessoas ligadas a líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar

Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra

Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra

Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra Em uma semana, Richarlison Andrade, ex-atacante da Seleção Brasileira, se pronunciou três vezes sobre disputa com advogado Willer Tomaz, amigo de Flávio Bolsonaro, em torno de uma mansão em ilha paradisíaca em Angra dos Reis. Por Plínio Teodoro | Fórum 06/07/2026 Richarlison, a publicação sobre a mansão em ilha de Angra, e Flávio Bolsonaro (AFP / Reprodução Instagram) O jogador Richarlison Andrade, ex-atacante da Seleção Brasileira, parece disposto a expor o caso da disputa em torno de uma mansão em ilha paradisíaca de Angra dos Reis, estimada em R$ 10 milhões, com o advogado Willer Tomaz, amigo de longa data que listou Flávio Bolsonaro (PL) entre as testemunhas no processo contra o atleta. Tomaz alega que o processo já tramitou em julgado emm 2025, com a Justiça dando ganho de causa a ele. Mas, Richarlison tem feito reiteradas cobranças em publicações nas redes em que envolve diretamente Flávio Bolsonaro. Após comentário na terça-feira (3) em vídeo divulgado pela advogada imobiliária Ana Paula Zantut, que apagou a publicação e divulgou carta de retratação por meio do escritório de Tomaz, Richarlison fez nova publicação no fim de semana. No sábado (4), o jogador compartilhou nos stories de seu Instagram um vídeo divulgado por Flávio Bolsonaro em 1º de janeiro de 2021 com imagens aéreas da mansão na ilha, com direito a cachoeira desaguando no mar. “Quantos lugares você conhece em que a cachoeira deságua no mar? Em Angra dos Reis tem! Tomada da Ilha Comprida, localizada há poucos minutos do aeroporto de Angra”, escreveu Flávio à época na publicação. “Lugar bonito, né? Pois é. Me tomaram”, escreveu o atacante ao compartilhar a publicação em seus stories. Na noite deste domingo (5), Richarlison voltou a comentar sobre o caso em uma publicação do partido Missão, ligado ao MBL, em que o pré-candidato Renan Santos provoca Flávio. “Devolve a casa do Richarlison”, escreve Santos em uma publicação de Flávio na rede X, que teve print replicado no Instagram. “Vdd”, comentou o jogador, concordando com a cobrança a Flávio. “Sem receber a minha grana” Em meio à crise que teve início com a revelação do elo com Daniel Vorcaro e se aprofundou com o vídeo-bomba da madrasta Michelle Bolsonaro, Flávio Bolsonaro terá que conviver com um antigo fantasma em sua biografia, que remete à longa relação de amizade com o advogado Willer Tomaz e a cobição por uma mansão em ilha em Angra dos Reis, que entrou na disputa com o jogador Richarlison de Andrade. Em live da advogada imobiliária Ana Paula Zantut nesta terça-feira (30), que usou o caso da mansão de Angra como exemplo, Richarlison fez um comentário sobre a disputa com Tomaz, que tem como testemunha no processo o amigo Flávio Bolsonaro. “Realmente gastei em torno de 10 milhões lá. E simplesmente me tomaram. E estou até hoje sem receber a minha grana”, exclamou Richarlison na publicação, que viralizou. Após a viralização da publicação com o comentário de Richarlison, Ana Paula Zantut apagou o vídeo (aqui o link original, sem a publicação: https://www.instagram.com/reels/DaNvd78ReWd). “Eu apaguei os vídeos e tem muita gente vindo aqui no perfil e perguntando porque que eu apaguei ou se eles foram derrubados ou se alguém mandou, enfim, etc. Não é isso, eu apaguei por conta própria, pelas seguintes razões. Isso virou um caos que não estava, não era a intenção e nunca foi. E aí eu me tornei massa de manobra política, uma coisa que eu não vou tolerar e não vou aceitar, é, seja para qual lado for, tá? É, não tenho questões políticas com Bolsonaro, com o outro ladinho, então, me utilizar com esse intuito não é a intenção e eu não quero ser viralizada a qualquer custo e com esse intuito, sabe? E aí eu fiz um, um segundo vídeo esclarecendo até mais, mais pontos, é, do primeiro vídeo, pontos, questão do Flávio, questão de, de como que encerrou esse litígio”, afirmou a advogada em vídeo nos Stories. No entanto, o segundo vídeo também foi apagado e, no lugar, Ana Paula divulgou uma nota dizendo ter tido acesso aos autos. Por e-mail, o advogado de Willer Tomaz enviou uma “retratação assinada pela advogada Ana Paula Zantut, que motivou a publicação”, afirmando que “, o processo já transitou em julgado com decisão favorável ao doutor Willer” e pediu a publicação como outro lado na reportagem – leia ao final da reportagem. O desejo por uma mansão de luxo que acabou na Justiça O caso que aproxima o senador Flávio Bolsonaro do advogado Willer Tomaz tem como pano de fundo uma das propriedades mais cobiçadas de Angra dos Reis: uma mansão avaliada em cerca de R$ 10 milhões, localizada na Ilha Comprida, com 11 suítes, praia privativa, cachoeira, heliponto, piscina e quadra de tênis. Segundo documentos judiciais e relatos reunidos pela reportagem, Flávio conheceu o imóvel em 2020 e demonstrou interesse imediato pela propriedade. Na ocasião, porém, o então proprietário informou que a venda já havia sido fechada com a empresa Sport 70, pertencente ao atacante Richarlison e ao empresário Renato Velasco. Mesmo assim, o senador e Willer Tomaz voltaram posteriormente ao local em uma lancha para visitar a mansão, e Flávio chegou a registrar imagens aéreas do imóvel. Pouco depois, Willer Tomaz iniciou uma ofensiva judicial para obter a posse da propriedade. A disputa ganhou contornos dramáticos: uma idosa afirmou ter sido induzida a assinar documentos relacionados ao imóvel, enquanto uma mulher grávida — esposa do empresário de Richarlison — acabou retirada da residência durante o cumprimento de uma ordem de reintegração de posse, episódio que, segundo relatos, levou à antecipação de seu parto. Embora Flávio Bolsonaro negue participação na disputa e sustente que apenas mantém amizade com Willer Tomaz, seu nome foi arrolado como testemunha na ação judicial movida pelo advogado. O caso reforçou os questionamentos sobre a proximidade entre ambos e sobre o interesse do senador pelo imóvel desde antes do litígio. A disputa também chamou atenção porque ocorreu paralelamente à defesa, por Flávio

Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE

Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE

Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE Atual presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Nunes Marques, do Supremo, nomeou a mulher do advogado de Claudio Castro como vice-diretora da Escola Judiciária Eleitoral do TSE. Por Daniela Lima | UOL 06/07/2026 Os ministros Kassio Nunes Marques (E) e André Mendonça (D) tomam posse como presidente e vice-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), respectivamente, durante cerimônia realizada na sede da corte, em Brasília Imagem: WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO Fabiana Cristina Ortega Severo recebeu o cargo na semana passada, dia 1º de julho. Ela é esposa de Gustavo Severo, que defendeu o ex-governador do Rio da inelegibilidade na Tribunal Regional Eleitoral. Nunes Marques já declarou publicamente que é amigo pessoal de Gustavo Severo. O fez quando foi necessário justificar ao menos cinco voos que pegou na aeronave privada do advogado. Severo tem uma série de clientes não só no TSE mas também no STF. Nunes Marques sempre diz que se declara suspeito para julgar os casos representados pelo amigo. Procurada pela coluna, a assessoria do ministro afirmou que “Fabiana Cristina não receberá nada pelo cargo na Escola Judiciária Eleitoral. Trata-se de uma função pro-bono. Mulher e advogada militante na esfera eleitoral, atuou pelo PV durante anos”. A coluna encontrou registros de Fabiana Cristina no funcionalismo público. Segundo o portal da transparência do Senado, ela foi assessora do gabinete do senador Chico Rodrigues (PSB-RR). No episódio mais rumoroso de sua carreira, Rodrigues foi flagrado pela Polícia Fdederal com maços de dinheiro na cueca. Na época, era filiado ao União Brasil, partido do centrão. O senador foi vice-líder do governo Jair Bolsonaro na Casa. Nunes Marques foi o primeiro ministro indicado pelo ex-presidente ao STF durante seu mandato. O segundo foi André Mendonça, hoje vice-presidente do TSE. “O presidente do TSE, ministro Kassio Nunes Marques, entende que ela [Fabiana Cristina Severo] atuará com zelo e dedicação na função de coordenar os trabalhos da Escola”, finalizou a assessoria, ao responder à coluna. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPV Partido VerdeSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTRE-RJTSE Tribunal Superior EleitoralUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE 06/07/2026 Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro 07/07/2026 Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF apura se Sóstenes e aliados criaram versão falsa sobre R$ 468 mil apreendidos em espécie com parlamentar Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio

Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO)

Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO)

Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) Decisão de primeira instância também declara inelegibilidade de quatro investigados; Prefeitura e defesa informam que vão recorrer. Por Ludmila Lopes | g1 02/07/2026 Prefeita eleita, Daniela Soares, e da vice-prefeita eleita, Verônica Januário — Foto: Reprodução Inter TV Araruama – A Justiça Eleitoral da 92ª Zona Eleitoral de Araruama, na Região dos Lagos do Rio, determinou a cassação dos diplomas da prefeita eleita, Daniela Soares, e da vice-prefeita eleita, Verônica Januário, por abuso de poder político nas eleições municipais de 2024. A decisão, proferida em primeira instância, também declarou a inelegibilidade de Daniela Soares, Verônica Januário, Lívia Bello e Francisco Ribeiro pelo prazo de seis anos, além de aplicar multa individual de R$ 20 mil aos investigados. A sentença foi proferida no âmbito de uma Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE), proposta pelo ex-candidato à Prefeitura de Araruama, Sérgio Ribeiro. Na decisão, a juíza Alessandra de Souza Araujo concluiu que houve utilização da estrutura administrativa municipal em benefício das candidaturas, caracterizando abuso de poder político e condutas vedadas pela legislação eleitoral. A magistrada também citou o parecer do Ministério Público Eleitoral, que se manifestou pela procedência da ação. Além da cassação dos diplomas, a decisão prevê a realização de novas eleições após o trânsito em julgado ou caso a sentença seja confirmada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), em eventual julgamento de recurso. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso. Em nota, a Prefeitura de Araruama informou que a prefeita Daniela Soares recebeu a decisão com serenidade e reafirmou o respeito às instituições. Segundo o município, a decisão não é definitiva e não há qualquer determinação de afastamento do cargo. A prefeitura afirmou ainda que Daniela Soares permanece no pleno exercício de suas funções e que a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis, confiante de que a decisão será revista nas instâncias superiores. Também informou que a administração municipal continuará funcionando normalmente, com a manutenção dos serviços públicos, das obras e das ações em andamento, tendo como prioridade preservar a estabilidade administrativa do município. Em nota, a defesa dos réus afirmou que recebeu com surpresa a sentença de procedência das ações. Segundo o advogado, o processo não apresentaria provas suficientes para justificar a cassação da chapa eleita, que venceu a disputa com ampla vantagem nas eleições. A defesa destacou ainda que a ação foi proposta pelo candidato que terminou em terceiro lugar no pleito. Apesar das críticas à decisão, o advogado informou que respeita o entendimento da juíza eleitoral da Comarca de Araruama e que recorrerá por meio dos instrumentos processuais cabíveis, na expectativa de que a sentença seja reformada pelas instâncias superiores. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia Araruama RJMDB Movimento Democrático BrasileiroMPE Ministério Público EleitoralNOVOPodemosPrefeitaRegião do Lagos Baixada LitorâneaTRE-RJVice-prefeita Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) 02/07/2026 Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) 06/07/2026 Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) Paes vai manter em sua chapa candidata a vice investigada pela PF por lavagem de dinheiro Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio

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