Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO)

Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Família diz que a interrupção do home care prejudica o tratamento da filha. Prefeitura afirma que acompanha o caso e que o serviço depende de decisão da Justiça. Por Juliana Guzzo | g1 01/07/2026 Família diz que a interrupção do home care prejudica o tratamento da filha. — Foto: Arquivo Pessoal Teresópolis – A adolescente Eloah Vitória Magalhães de Queiroz, de 16 anos, diagnosticada com síndrome de Rett, está há sete meses sem atendimento domiciliar especializado em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Segundo a mãe da adolescente, Juliana Magalhães, a interrupção do serviço compromete diretamente os cuidados de que a filha necessita diariamente. De acordo com a família, Eloah depende de assistência 24 horas por dia. Ela se alimenta exclusivamente por sonda e precisa de acompanhamento contínuo por causa das complicações provocadas pela progressão da doença. Juliana afirma que a filha recebeu atendimento domiciliar durante seis anos, mas que o serviço foi interrompido em dezembro de 2025. Segundo ela, a empresa responsável pelo home care informou que deixou de prestar o atendimento por falta de pagamento do poder público. Desde então, Eloah está sem assistência especializada em casa, incluindo sessões diárias de fisioterapia. A mãe relata que a adolescente perdeu peso e massa muscular desde a suspensão do serviço. Além da interrupção do atendimento, a família enfrenta dificuldades para manter o tratamento. Uma das sondas utilizadas por Eloah custa mais de R$ 2 mil e precisa ser substituída a cada três meses. Quando o equipamento não é fornecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a compra fica por conta da família. A trajetória da adolescente também é marcada por outras dificuldades. Sobrevivente da tragédia da Região Serrana de 2011, a família perdeu a casa, que quase foi soterrada por um deslizamento, e 16 parentes durante o desastre. Nos anos seguintes, outras perdas atingiram a família. Juliana perdeu um filho em decorrência de uma doença rara e, posteriormente, a mãe, que sofreu um infarto durante uma crise convulsiva de Eloah. Segundo a mãe, a expectativa inicial dos médicos era de que a filha vivesse apenas até os 3 anos. Com os cuidados recebidos ao longo da vida, Eloah completou 16 anos. O que diz a prefeitura Em nota, a Prefeitura de Teresópolis informou que Eloah é acompanhada pela rede municipal de saúde e recebe toda a assistência de responsabilidade do município. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, uma equipe multiprofissional avaliou a adolescente e concluiu que ela necessita de cuidados contínuos e permanentes compatíveis com a modalidade home care. No entanto, a pasta informou que esse tipo de atendimento não integra os serviços prestados diretamente pelo município. A prefeitura explicou ainda que a assistência domiciliar especializada é garantida por decisão judicial, por meio de sequestro de valores. Nesse modelo, os recursos são liberados por determinação da Justiça para custear o serviço, que não é contratado nem administrado pela Secretaria Municipal de Saúde. Ainda de acordo com a administração municipal, a Secretaria de Saúde continua acompanhando o caso, prestando a assistência de sua competência e adotando as medidas cabíveis sempre que necessário. A mãe de Eloah, porém, contesta que o atendimento oferecido atualmente seja suficiente. Ela cobra o restabelecimento do home care e afirma que também enfrenta dificuldades para obter medicamentos e suplementos alimentares, que, segundo ela, frequentemente estão em falta na farmácia municipal. A família segue buscando uma solução para garantir a continuidade do tratamento e da assistência especializada de que Eloah necessita. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia Região Serrana e Centro Sul FluminenseSUS Sistema Único de SaúdeTeresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) 01/07/2026 Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) 01/07/2026 Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) 02/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO)
PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj

PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj Análise foi aberta após representação que cita episódios recentes da política do Rio; decisão sobre eventual intervenção caberia ao STF Por Band News 01/07/2026 PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj | Agência Brasil O procurador-geral da República, Paulo Gonet, autorizou a abertura de uma investigação para avaliar a necessidade de uma intervenção federal na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). As medidas para uma eventual intervenção ficariam a cargo do Supremo Tribunal Federal (STF). Ainda não há prazo definido para a análise. A representação enviada ao Ministério Público Federal foi apresentada pelo advogado Leandro Mello Frota. O documento cita episódios recentes da política no estado, como a renúncia do ex-governador Cláudio Castro, uma operação de busca e apreensão em endereços de Val Ceasa, investigado por suposto envolvimento com o Terceiro Comando Puro, e as prisões do ex-presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar, e do deputado TH Joias, investigados por suposto envolvimento com o Comando Vermelho. O documento também cita a prisão do deputado Thiago Rangel, investigado por suspeita de chefiar um esquema de desvio de dinheiro público na Secretaria de Estado de Educação. Notícia anterior ALERJDeputado EstadualGovernadorMPF Ministério Público FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido Liberal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão para aliada da “rainha do pó” em MG (VIDEO) 29/06/2026 Presidente da Câmara de Curitiba é alvo de operação contra “rachadinha” 29/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria

Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria Proposta do deputado Rogério Correia (PT-MG) é tipificar crime no Código Penal com pena de até 20 anos Texto criminaliza ato que comprometa a soberania nacional e a segurança do país Por Gabriela Echenique | Folha de S.Paulo 01/07/2026 O senador Flávio Bolsonaro fala durante um evento, em São Paulo – Alexandre Meneghini – 25.jun.26/REUTERS Brasília – Após a troca de cartas entre o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o secretário de Estado dos Estados Unidos, Marco Rubio, vir a público, o deputado Rogério Correia (PT-MG) protocolou um projeto que tipifica o crime de traição à pátria. A proposta inclui o novo crime no Código Penal e criminaliza qualquer ato que “comprometa a soberania nacional, a integridade territorial, a segurança do Estado ou os interesses estratégicos do país”. O texto considera crime o ato de revelar informação ou documentos sigilosos, especialmente em período de transição de governo. A proposta é uma reação imediata à postura de Flávio que, em ofício enviado ao governo norte-americano, se dispôs a colocar uma equipe de transição à disposição de Washington caso seja eleito em outubro. O texto também criminaliza o ato de negociar, ceder ou facilitar a entrega de recursos naturais ou riquezas nacionais a interesse estrangeiro. A proposta também inclui no Código Penal o ato que facilite ingerência estrangeira no processo eleitoral brasileiro. A preocupação do deputado tem como foco os minerais críticos, alvos de cobiça de vários países, e ocorre após falas de Donald Trump que sugerem possível intervenção no Brasil. “As ameaças à soberania nacional não se limitam mais a conflitos armados ou invasões territoriais, manifestando-se também por meio de articulações políticas, econômicas e diplomáticas destinadas a enfraquecer o Estado brasileiro, comprometer sua autonomia decisória ou submeter interesses nacionais a agendas estrangeiras”, diz o deputado ao justificar o projeto. O projeto estipula pena de até 20 anos para quem cometer o crime de traição à pátria. Notícia anteriorPróxima notícia Código PenalDeputado FederalPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Investigadores alegam limitações na equipe responsável pela perícia e pedem mais tempo para concluir as diligências Por Mariana Muniz | O Globo 01/07/2026 Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula — Foto: Arquivo Brasília – A Polícia Federal pediu ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a prorrogação do prazo para concluir a análise do material apreendido na investigação que apura suspeitas de fraudes envolvendo descontos em benefícios do INSS e que cita o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O pedido foi apresentado após a corporação afirmar que não conseguiu finalizar as diligências determinadas pelo relator dentro do período de 60 dias fixado anteriormente. No ofício encaminhado ao Supremo, a PF afirma que enfrenta dificuldades para cumprir a determinação em razão da escassez de servidores responsáveis pela extração e análise dos dados apreendidos durante a investigação. Segundo a corporação, o volume de equipamentos recolhidos e a limitação de pessoal especializado impediram a conclusão do trabalho no prazo inicialmente estabelecido. A cobrança por celeridade partiu do próprio Mendonça. Ao prorrogar o inquérito, o ministro determinou que a Polícia Federal apresentasse, em até 60 dias, a avaliação do conteúdo dos celulares, computadores e demais equipamentos apreendidos ao longo da investigação, demonstrando incômodo com a demora no andamento das diligências. O material analisado poderá embasar novos desdobramentos da apuração, incluindo a necessidade de novas oitivas, perícias ou medidas investigativas. Entre os nomes mencionados ao longo das investigações está o de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, cuja eventual participação é objeto de apuração pela Polícia Federal. Até o momento, ele não foi denunciado nem responde a ação penal relacionada ao caso. Entre as suspeitas investigadas pela Polícia Federal está a de que Lulinha seria sócio oculto do lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, apontado pelos investigadores como um dos principais operadores do esquema. A defesa de Lulinha nega qualquer irregularidade e diz que ele não tinha conhecimento dos esquema de fraudes no INSS. Como mostrou O GLOBO, as apurações sobre fraudes no INSS e envolvendo o caso Master estão no centro de um desconforto entre o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, e o ministro do Supremo, relator de ambas as investigações na Corte. Em janeiro deste ano, a PF informou ao STF que apurava citações a Lulinha no inquérito sobre fraudes no INSS. À época, a corporação afirmou que não havia indícios de envolvimento direto do empresário nas irregularidades investigadas, mas mencionou a possibilidade de um vínculo indireto, que seria analisado no curso das investigações. Na mesma manifestação, a PF ressaltou que, até aquele momento, não havia indícios de que Lulinha estivesse diretamente envolvido nas condutas relacionadas aos descontos associativos fraudulentos investigados no âmbito do INSS. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 PF mira em aliados de Sóstenes e faz operação para investigar aluguel de carros com verba parlamentar da Câmara 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PF apreende dinheiro dentro de livro falso

PF apreende dinheiro dentro de livro falso Operação mira pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante Por Daniel Gullino | Veja 01/07/2026 Dinheiro encontrado em livro falso (Reprodução) A Polícia Federal (PF) apreendeu maços de dinheiro dentro de um livro falso. A apreensão ocorreu na Operação Galho Fraco II, um desdobramento da investigação que mirou o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) em dezembro do ano passado. Nessa etapa, pessoas ligadas ao parlamentar são alvos, mas não Sóstenes. Os maços de dinheiro foram encontrados em um dos endereços alvos da ação. A operação foi autorizada pelo Supremo Tribunal Federal. Nas fases anteriores, foram identificadas supostas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da cota parlamentar. Agora, a PF encontrou indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual. Também estão sendo investigados os crimes de peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 PF apreende dinheiro dentro de livro falso 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio

Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio Decisão embaralha ainda mais a disputa, que tem ao menos oito pré-candidatos Por Caio Sartori | O Globo 01/07/2026 O deputado federal Marcelo Crivella — Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados/07-08-2023 O ministro André Mendonça, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), assinou nesta terça-feira uma liminar que deixa o deputado federal Marcelo Crivella (Republicanos), ex-prefeito do Rio, apto a disputar o Senado. A decisão suspende os efeitos de uma condenação do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) imposta no âmbito do chamado “QG da Propina”. Agora, a candidatura bagunça de vez o cenário local, que tem diversos postulantes às duas cadeiras em jogo. Mendonça avaliou que, “diante do calendário eleitoral em curso” e da pendência do julgamento definitivo do caso, seria prejudicial ao parlamentar tirá-lo da eleição. Também aponta que, na esfera criminal, o processo recebeu votos pela rejeição da denúncia, que acusa o ex-prefeito de receber valores indevidos a partir de contratos da gestão municipal. “Não se trata, reitero, de transpor conclusão penal para a esfera eleitoral, mesmo porque o recebimento ou não da denúncia criminal ainda não foi concluído pela Corte Regional”, escreveu o ministro. “Cuida-se apenas de reconhecer que, diante da identidade substancial do acervo probatório invocado e da severidade das sanções impostas, tal elemento reforça, em juízo cautelar, a plausibilidade de que o recurso especial merece apreciação aprofundada antes da produção de efeitos potencialmente irreversíveis sobre a capacidade eleitoral passiva do requerente.” Nesse contexto, aponta ainda o magistrado, a manutenção dos efeitos da decisão do TRE pode produzir uma consequência quase irreversível: “impedir ou comprometer a participação do requerente nos atos partidários de escolha de candidaturas e, na sequência, no processo de registro perante a Justiça Eleitoral”. Cenário embaralhado Com a liminar, que já era esperada por aliados, Crivella compõe de vez o cardápio já farto de pré-candidatos ao Senado no Rio. Há pelo menos oito possíveis nomes. São quatro apenas pelo lado da chapa do pré-candidato ao governo Eduardo Paes (PSD): Benedita da Silva (PT) e Pedro Paulo (PSD), os “oficiais” da aliança, e Helena Vieira (PSDB) e Marcos Dias (Podemos). Na coligação de Douglas Ruas (PL), o PL ainda não bateu o martelo sobre quem substituirá o ex-governador Cláudio Castro, que está inelegível. O outro candidato será o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União). Crivella integra o bloco dos que, ao menos por enquanto, não estão em um dos principais polos da disputa. Quem também se encaixa nisso é a vereadora carioca Monica Benicio, do PSOL. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPrefeitoRepublicanosRio de Janeiro RJTRE-RJTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO)

Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) Criminosos usavam roupas semelhantes às de trabalhadores offshore; suspeitos ainda não foram localizados. Por Yuri Ramos | g1 01/07/2026 Criminosos assaltam motorista em congestionamento e saem tranquilamente em Macaé — Foto: Reprodução Inter TV Macaé – Imagens gravadas por passageiros de um ônibus registraram o momento de um assalto na tarde de terça-feira (30), na região do Parque de Tubos, em Macaé, no Norte Fluminense. No vídeo, é possível ver a movimentação dos criminosos em meio ao trânsito. De acordo com testemunhas, um carro que estava parado foi abordado por dois homens que estavam em uma motocicleta. Durante a ação, a dupla roubou pertences da vítima e fugiu. Um detalhe que chamou a atenção de quem presenciou o crime foi a roupa usada pelos suspeitos. Eles vestiam uniformes semelhantes aos utilizados por trabalhadores offshore, o que, segundo testemunhas, pode ter ajudado a não levantar suspeitas antes da abordagem. O caso aumentou a sensação de insegurança entre motoristas que passam diariamente pela região. O trecho é uma das principais ligações entre Macaé e Rio das Ostras e também dá acesso ao setor industrial da cidade. O local onde ocorreu o assalto fica a cerca de 200 metros de uma cabine da Polícia Militar. Em nota, a Prefeitura de Macaé informou que segue apoiando as forças de segurança no combate à criminalidade. Ainda segundo as informações apuradas, o celular da vítima foi recuperado em um terreno no bairro Granja dos Cavaleiros. A placa do veículo envolvido na ocorrência já foi identificada por meio de câmeras de segurança, mas, até a última atualização desta reportagem, os suspeitos não haviam sido localizados. O g1 entrou em contato com a Polícia Militar e aguarda posicionamento sobre o caso. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia Macaé RJNorte e Noroeste FluminensePolícia Militar PMRegião do Lagos Baixada LitorâneaRio das Ostras RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) 01/07/2026 Justiça quebra sigilo do bispo Edir Macedo, da Universal e do Digimais 24/06/2026 Edir Macedo: R$ 10,4 bi na Forbes, banco na mira da PF e histórico de jatos e luxo em Miami 24/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) Paes vai manter em sua chapa candidata a vice investigada pela PF por lavagem de dinheiro Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio PF mira pessoas ligadas a líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria
Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO)

PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj Projeto havia sido vetado integralmente por Johnny Maycon e agora segue para promulgação; votação terminou em 11 a 9. Por Nathalia Rebelo | g1 01/07/2026 Votação do auxílio-alimentação para os vereadores — Foto: Reprodução Inter TV Nova Friburgo – A Câmara Municipal de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, derrubou nesta terça-feira (30) o veto integral do prefeito Johnny Maycon ao projeto de lei que cria um auxílio-alimentação para os vereadores da cidade. Com a decisão, o texto segue agora para promulgação. Na sessão que analisou o veto, o placar terminou em 11 votos pela derrubada e 9 pela manutenção. Um vereador esteve ausente. O benefício prevê o pagamento de R$ 50 por dia trabalhado para cada parlamentar, o que pode representar cerca de R$ 1.100 por mês, considerando a média de dias úteis. A proposta já havia sido aprovada anteriormente pelo Legislativo, mas acabou vetada pelo prefeito, que justificou a decisão alegando questões de interesse público e possível impacto aos cofres públicos. Na prática, os votos pela derrubada representam apoio à criação do auxílio. Já os votos pela manutenção significavam manter o veto e barrar o benefício. Confira como votou cada vereador: Votaram pela derrubada do veto (a favor do auxílio-alimentação): Ângelo Gaquinho (PL), Bruno Silva (MDB), Carlinhos do Kiko (PL), Cascão do Povo (Podemos), Dirceu Tardem (PL), Evandro Miguel (MDB), Isaque Demani (PL), Janio de Carvalho (União Brasil), Max Bill (MDB), Tia Karla (Replubicanos) e Wallace Piran (PL). Votaram pela manutenção do veto (contra o auxílio-alimentação): Christiano Huguenin (PP), Cláudio Damião (PT), Ghabriel do Zezinho (Solidariedade), Joelson do Pote (PDT), José Carlos (União Brasil), Maiara Felício (PT), Maicon Gonçalves (Mobiliza), Marcos Marins (PSD) e Rômulo Pimentel (Podemos). Ausente na sessão: Cláudio Leandro. A discussão em torno do auxílio-alimentação começou ainda no mês passado, quando o projeto foi apresentado e aprovado pela primeira vez na Câmara Municipal. A proposta, que prevê a concessão do benefício aos 21 vereadores da Casa, rapidamente gerou repercussão entre moradores da cidade e levantou questionamentos sobre a criação de um novo gasto público voltado aos parlamentares. Após a aprovação inicial do projeto pelo Legislativo, o prefeito Johnny Maycon decidiu vetar integralmente a proposta. Na justificativa encaminhada à Câmara, o Executivo apontou questionamentos sobre o interesse público da medida e argumentou que a criação do benefício poderia gerar impacto financeiro e desgaste diante da população. Com isso, o projeto retornou ao plenário para que os vereadores decidissem se manteriam ou derrubariam o veto. A Procuradoria da Câmara afirmou que a criação do auxílio segue critérios legais e que o custo seria absorvido dentro do orçamento do próprio Legislativo. Com a derrubada do veto, o projeto avança agora para promulgação e deve reacender o debate público sobre gastos do Legislativo e a criação de benefícios para agentes políticos no município. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualGovernadorMPF Ministério Público FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido Liberal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) 01/07/2026 Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) 02/07/2026 Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) 06/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO) Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Assalto é registrado por passageiros de ônibus durante congestionamento em Macaé (VIDEO) Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio
PF apura se Sóstenes e aliados criaram versão falsa sobre R$ 468 mil apreendidos em espécie com parlamentar

PF apura se Sóstenes e aliados criaram versão falsa sobre R$ 468 mil apreendidos em espécie com parlamentar Advogados ligados ao parlamentar foram alvos de uma operação da Polícia Federal nesta manhã Por Sarah Teófilo | O Globo 01/07/2026 Operação da Polícia Federal apreendeu R$ 430 mil em dinheiro em espécie em um endereço ligado ao líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) — Foto: Gabriela Korossy / Câmara dos Deputados e Reprodução / PF Brasília – A Polícia Federal apura se o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e aliados elaboraram uma versão falsa para justificar a origem dos R$ 468 mil em dinheiro vivo apreendidos em um endereço do parlamentar no ano passado durante uma investigação sobre suposto desvio de cota parlamentar. Advogados ligados ao parlamentar foram alvos de uma operação da PF nesta manhã. Sóstenes não foi alvo nesta terça-feira, mas agentes cumpriram mandados de busca e apreensão em endereços dele em dezembro do ano passado. O inquérito apura possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas. O objetivo desta nova fase, segundo a PF, é aprofundar a apuração sobre um suposto esquema de desvio de recursos da cota parlamentar da Câmara dos Deputados por meio de contratos de locação de veículos. Procurado, Sóstenes voltou a negar irregularidades. — Uma dessas pessoas (alvos da operação) foi o comprador do imóvel (a que ele atribui o dinheiro em espécie). Nenhum dos alvos é meu advogado. Podem fazer operação a vontade, quem não deve não teme — afirmou o parlamentar. Em dezembro do ano passado, durante uma das fases da operação, agentes encontraram R$ 468 mil em espécie dentro de um saco de lixo guardado no armário do flat alugado por Sóstenes em Brasília. Na ocasião, o parlamentar afirmou que o dinheiro era fruto da venda de um imóvel em Ituiutaba (MG) e que ainda não havia sido depositado por causa da “correria” do trabalho. — O valor encontrado é oriundo de contrato limpo, venda de um imóvel. Quem quer viver de dinheiro de corrupção não mantém dinheiro lacrado. É dinheiro lícito — disse Sóstenes. — Eu vendi um imóvel e recebi em dinheiro lacrado, é declarado em meu Imposto de Renda. Eu recebi o dinheiro recentemente e, com a correria do trabalho, acabei não fazendo o depósito. Questionado sobre a operação de venda do imóvel, ele não deu detalhes e disse que prestará as informações nos autos. Ao Tribunal Superior Eleitoral, ele informou em 2022 ter R$ 4.926,76 de patrimônio, divididos entre duas contas bancárias. O deputado também negou na ocasião irregularidades no uso da cota parlamentar. A PF suspeita de um esquema de desvios das verbas mediante contratos para alugar veículos via gabinete da Câmara dos Deputados. — Querem pegar um carro alugado e um dinheiro de imóvel para desviar o foco da população. Eu vou até o fim, eu não temo investigações. Estão dizendo que lavo dinheiro de um contrato de R$ 4.500. Poderiam ver as câmeras da Câmara. O carro tem dois anos de uso, e sempre esteve aqui, sendo filmado — afirmou o líder do PL na ocasião. Em janeiro deste ano, O GLOBO revelou que a escritura da venda do imóvel só foi registrada em cartório no dia 30 de dezembro, 11 dias após a operação da PF que apreendeu o dinheiro. A casa havia sido comprada por Sóstenes em fevereiro de 2023, por R$ 310 mil, e vendida a um advogado cujo escritório fica a menos de 500 metros da casa por R$ 500 mil. Na escritura, registrada após a operação policial, consta que o deputado declarou que já havia recebido integralmente os R$ 500 mil em espécie no dia 24 de novembro, cerca de um mês antes da ação da PF. De acordo com o deputado e com o advogado que comprou o imóvel, foi nessa data que ocorreu a “celebração do contrato de compra e venda”, embora o primeiro registro em cartório só tenha ocorrido após a operação da PF no mês seguinte. O documento afirma ainda que Sóstenes e o advogado assinaram a escritura “pela plataforma e-notariado”, que permite a realização do ato sem necessidade de comparecer no cartório. As medidas autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal nesta manhã foram cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais. A operação desta manhã investiga suposta prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. Conforme a PF, “há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual”. Notícia anteriorPróxima notícia Brasília DFImposto de Renda IRItuiutaba MGPL Partido LiberalPolícia Federal PFTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 PF apreende dinheiro dentro de livro falso 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PF mira em aliados de Sóstenes e faz operação para investigar aluguel de carros com verba parlamentar da Câmara

PF mira em aliados de Sóstenes e faz operação para investigar aluguel de carros com verba parlamentar da Câmara Os alvos são advogados ligados ao líder do PL na Câmara. Inquérito apura movimentação e destinação dos recursos Por Sarah Teófilo | O Globo 01/07/2026 Dinheiro apreendido na terceira fase da operação Rent a Car — Foto: Reprodução/PF Brasília – A Polícia Federal investiga se provas sobre o uso de cota parlamentar na Câmara dos Deputados foram adulteradas ou ocultadas e mira advogados ligados ao líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), em mais uma fase da operação que apura a suposta utilização indevida de recursos públicos. O próprio Sóstenes já havia sido alvo de mandados de busca e apreensão, em dezembro do ano passado. A ação visa aprofundar as investigações relacionadas ao desvio de cota parlamentar da Câmara dos Deputados por meio do aluguel de veículos, serviços a que os parlamentares têm direito. A operação desta manhã apura suposta prática dos crimes de peculato, lavagem de dinheiro, fraude processual e organização criminosa. Em dezembro do ano passado, a PF apreendeu R$ 430 mil em dinheiro em espécie em um endereço ligado a Sóstenes. Já Sóstenes afirmou que o dinheiro achado veio da venda de um imóvel que ele ainda não havia depositado. O deputado Carlos Jordy (PL RJ) também foi alvo da operação no anbo passado e disse que era alvo de uma “perseguição implacável” e de “pesca probatória”. As medidas judiciais desta manhã foram autorizadas pelo Supremo Tribunal Federal e estão sendo cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais. Nas fases anteriores, a polícia identificou irregularidades na contratação de empresa de locação de carro com verba da Câmara. O objetivo agora é ampliar a investigação sobre a movimentação e destinação desse recurso. Conforme a PF, “as investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente utilizadas para dar aparência de legalidade à movimentação de recursos públicos”. “Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual”, informou. Primeira fase Em dezembro de 2024, a PF realizou a primeira fase da operação cumprindo mandados em endereços ligados a assessores dos deputados Sóstenes e Jordy. A ação investigava o desvio de cota parlamentar por meio de contratos falsos com locadoras de veículos. A operação foi batizada de “Rent a Car”, em referência ao suposto esquema, no qual uma empresa de locação era utilizada para simular a prestação de serviços. De acordo com os investigadores, agentes públicos e empresários teriam firmado um “acordo ilícito para o desvio de recursos públicos oriundos de cotas parlamentares” a partir desses contratos. Levantamento feito pelo GLOBO na época mostrou que os gastos de Sóstenes com aluguel de carro representavam quase o dobro da média dos valores declarados por outros parlamentares. Ao longo do ano passado, os gastos do parlamentar ultrapassaram R$ 137,9 mil, enquanto a média das despesas de outros deputados com essa categoria foi aproximadamente R$ 76,8 mil. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF mira em aliados de Sóstenes e faz operação para investigar aluguel de carros com verba parlamentar da Câmara 01/07/2026 TSE nega recursos e mantém cassação de governador de Roraima 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Governo Tarcísio contratou empresa investigada por suspeita de elo com o PCC

Governo Tarcísio contratou empresa investigada por suspeita de elo com o PCC Contrato da CPTM foi assinado no mesmo período em que a Operação Carbono Oculto era deflagrada; empresa manteve negócios com outros órgãos do governo paulista Por Cleber Lourenço | ICL Notícias 01/07/2026 Governador Tarcísio e trem da CPTM A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), vinculada ao governo Tarcísio de Freitas, formalizou em agosto de 2025 um contrato com a Rede Sol Fuel Distribuidora, empresa investigada por suspeitas de ligação com estruturas financeiras apuradas na Operação Carbono Oculto, investigação que mira esquemas de lavagem de dinheiro e supostas conexões com o PCC. O contrato da CPTM foi assinado no período em que a operação se tornava pública. Documentos obtidos pela reportagem mostram que o Contrato PE10425-01, destinado ao fornecimento de gasolina à estatal ferroviária, foi assinado entre os dias 25 e 29 de agosto de 2025. O acordo prevê o fornecimento de 25 mil litros de combustível durante 720 dias e possui valor estimado de R$ 162,2 mil. Embora o contrato da CPTM tenha valor relativamente reduzido, ele foi formalizado no momento em que a investigação já produzia seus primeiros desdobramentos públicos. Levantamento realizado pelo ICL mostra, porém, que a relação comercial da empresa com o governo paulista vai muito além da CPTM. Os documentos identificados pela reportagem apontam que a Rede Sol acumulou ao menos R$ 66,8 milhões em contratos e aditivos com órgãos do governo de São Paulo entre 2023 e 2025. Contrato milionário nas travessias litorâneas O principal vínculo comercial da empresa com o Estado foi firmado em fevereiro de 2024. O Departamento Hidroviário, vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, assinou o Contrato nº 10/2024/DH com a Rede Sol para o fornecimento de óleo diesel marítimo e aditivos destinados às embarcações que operam nas travessias litorâneas paulistas. O valor inicial do contrato foi de R$ 63.678.457,50. Em abril de 2025, o governo paulista autorizou reajuste contratual após a empresa não aceitar proposta de redução do índice de correção apresentada pela administração estadual. O apostilamento autorizou despesa adicional estimada em R$ 1.183.873,20. Poucas semanas depois, em maio de 2025, o Estado assinou o primeiro termo aditivo do contrato, elevando seu valor para R$ 66.638.140,50 e prorrogando sua vigência até agosto de 2026. Em julho de 2025, já durante o avanço das investigações, a Secretaria de Meio Ambiente publicou portaria designando os fiscais responsáveis pela execução do contrato. Contratos em diferentes áreas do governo A documentação obtida pela reportagem mostra que a empresa também manteve relações comerciais com outros órgãos estaduais. Em dezembro de 2023, a Polícia Militar do Estado de São Paulo adjudicou itens de pregão eletrônico à empresa em procedimento conduzido pelo Comando de Policiamento do Interior Nove. Em maio de 2024, o Instituto de Zootecnia, vinculado à Secretaria de Agricultura, homologou aquisição de óleo diesel da empresa no valor de R$ 57,7 mil. Em agosto de 2025, nova homologação da Secretaria de Agricultura destinou R$ 23,4 mil à empresa para aquisição de óleo diesel. Já em novembro de 2024, o Hospital Guilherme Álvaro, da Secretaria da Saúde, homologou compra de óleo diesel para geradores no valor de R$ 18.930. Contrato da CPTM foi assinado durante a operação Foi nesse contexto que a CPTM formalizou seu contrato. As assinaturas dos representantes da estatal ocorreram entre os dias 28 e 29 de agosto de 2025. O diretor-presidente da empresa havia assinado o contrato em 25 de agosto. A contratação ocorreu durante o período em que a Operação Carbono Oculto já se tornava pública e produzia seus primeiros efeitos. O contrato prevê fornecimento parcelado de combustível ao almoxarifado da companhia na Lapa, em São Paulo, mediante ordens de fornecimento emitidas pela estatal. O preço do combustível seria calculado com base na média semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP), aplicando-se desconto de 8,1% oferecido pela empresa. Contrato prevê exigências de integridade A própria documentação da licitação estabelece uma série de exigências relacionadas à integridade da empresa contratada. A Rede Sol assinou declaração formal, comprometendo-se a cumprir as normas anticorrupção, os códigos de conduta da CPTM e as políticas de integridade da companhia. A empresa também declarou que não realizaria pagamentos indevidos ou práticas fraudulentas. O contrato determina ainda que a distribuidora mantenha, durante toda a execução do ajuste, as condições de habilitação exigidas na licitação. Os pagamentos também ficam condicionados à inexistência de registros no Cadin estadual. Histórico de apurações A Rede Sol também aparece em um procedimento instaurado pelo Ministério Público de São Paulo. O procedimento nº 42.0334.0000002/2023-0, em tramitação na Promotoria de Justiça de Mauá, trata de apuração relacionada a improbidade administrativa e supostas irregularidades em procedimento licitatório envolvendo a empresa. A existência do procedimento antecede em cerca de dois anos a formalização do contrato da CPTM. Outros contratos com o governo paulista Embora o foco da reportagem seja o contrato da CPTM, a documentação levantada pelo ICL mostra que a relação comercial da empresa com o governo paulista vai além da estatal ferroviária. A Rede Sol aparece em atos publicados no Diário Oficial envolvendo: Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Secretaria da Saúde. Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Departamento Hidroviário. A empresa também figura em contratos, aditamentos, apostilamentos e homologações publicados entre 2024 e 2025. Entre os atos identificados estão o Contrato nº 10/2024 do Departamento Hidroviário, seus posteriores apostilamentos e aditamentos, além de aquisições de óleo diesel por diferentes órgãos estaduais. Os documentos indicam que a empresa manteve relações comerciais contínuas com diversas áreas da administração paulista durante o período em que as investigações sobre o setor de combustíveis avançavam. Perguntas sem resposta O ICL Notícias encaminhou questionamentos à CPTM e ao governo do Estado de São Paulo. A reportagem perguntou se a companhia ou a administração estadual tinham conhecimento das investigações envolvendo a empresa quando o contrato foi formalizado. Também foram solicitados esclarecimentos sobre eventual análise de integridade ou compliance após a operação; consultas à Secretaria de Transportes Metropolitanos; comunicação com órgãos de controle; abertura de procedimentos internos;
PF mira pessoas ligadas a líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar

PF mira pessoas ligadas a líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar Operação desta quarta (1º) investiga pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, segundo apurou o blog. Parlamentar não é alvo desta fase, mas já foi em etapa anterior da investigação. Por Camila Bomfim, Márcio Falcão, Ana Flávia Castro e Filipe Matoso | g1 01/07/2026 Reunião de Líderes. Dep. Sóstenes Cavalcante (PL – RJ) — Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a terceira fase da Operação Rent a Car, chamada de Galho Fraco II, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos vindos de cotas parlamentares. A operação mira pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara dos Deputados, segundo informações obtidas pelo blog. O parlamentar não está entre os alvos desta quarta, mas já foi em uma etapa anterior da investigação. A GloboNews entrou em contato com Sóstenes Cavalcante, que afirma não ter tomado conhecimento da decisão. “Assim que souber vou me manifestar como sempre fiz”, disse. 🔎 Cota parlamentar é um valor mensal em dinheiro que deputados e senadores recebem do orçamento público para cobrir despesas ligadas diretamente ao exercício do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritório e contratação de consultorias, por exemplo. É um recurso extra, além do salário. De acordo com investigadores, esta fase da operação tem como objetivo apurar a versão do deputado sobre dinheiro achado pela PF em endereço ligado a ele durante a segunda fase da operação, em dezembro do ano passado. Na época, R$ 470 mil em dinheiro vivo foram encontrados durante busca e apreensão. Ele justificou que os recursos seriam originados da venda de um imóvel, mas a PF suspeita desta versão. Por isso, cumpre diligências para aprofundar as investigações. Nesta fase, entre os alvos não há assessores do deputado federal na Câmara dos Deputados. São três pessoas físicas (empresários) e duas pessoas jurídicas relacionadas, alvos de mandados de busca e apreensão. Eles teriam apresentado até um contrato falso para justificar a transação financeira, segundo investigadores. Operação da PF As medidas judiciais, autorizadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), são cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais para coleta e preservação de elementos de prova. Segundo a PF, as investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente utilizadas para dar aparência de legalidade ao desvio de recursos públicos. Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual. Nas fases anteriores, foram identificadas supostas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap). Além de Sóstenes Cavalcante, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) foi alvos de mandados de busca e apreensão, assim como assessores e advogados dos parlamentares. A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos. Dinheiro em ‘livro falso’ Agentes da PF encontraram, durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, dinheiro em espécie dentro de um objeto decorativo que simula um livro falso. O montante foi localizado no endereço de um advogado ligado a Sóstenes no DF. Operações Rent a Car e Galho Fraco I A terceira fase da Operação Rent a Car, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (1º), é um desdobramento de uma investigação que, em dezembro do ano passado, teve como alvos os deputados federais Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara. Na ocasião, os parlamentares foram alvo de mandados de busca e apreensão sob suspeita de desviar recursos públicos vindos de cotas parlamentares. Segundo as investigações, os deputados teriam utilizado empresas de fachada, entre elas, uma locadora de veículos, para justificar despesas custeadas com dinheiro público. A principal suspeita da PF é que contratos de aluguel de veículos eram usados para dar aparência de legalidade ao desvio de recursos da verba parlamentar. A operação realizada em dezembro foi um desdobramento da Rent a Car, iniciada após diligências contra assessores ligados aos parlamentares. De acordo com a Polícia Federal, a análise de mensagens de celular, depoimentos e quebras de sigilo levaram aos indícios contra os parlamentares. As investigações apontam que agentes públicos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para desviar orçamento público e ocultar a origem do dinheiro. Entre os crimes investigados estão peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. 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