TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível

TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível A Corte julga recurso contra decisão do TRE-RR que condenou Denarium e o atual governador Edilson Damião por usar a máquina pública para obter vantagens políticas por fazer uso eleitoral de programas de governo Por Lavínia Kaucz (Broadcast) | O Estado de S.Paulo 28/04/2026 O atual governador de Roraima, Edilson Damião (à esquerda), e o ex-governador, Antonio Denarium (à direita) Foto: @antoniodenariumrr via Instagram BRASÍLIA – O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) formou maioria para cassar o mandato do atual governador de Roraima, Edilson Damião (União), e tornar o ex-governador Antonio Denarium (Republicanos) inelegível até 2030. Os dois foram condenados por abuso de poder político e econômico durante a campanha de 2022. O julgamento foi suspenso para aguardar um reajuste no voto do ministro André Mendonça e deve ser retomado na quinta-feira, 30, para proclamação do resultado. O placar está em 5 a 1 para cassar o mandato de Damião, e foi unânime para tornar Denarium inelegível. A relatora, Isabel Gallotti, votou para confirmar a condenação de ambos e foi acompanhada pelos ministros André Mendonça, Estela Aranha, Antônio Carlos Ferreira, Floriano de Azevedo Marques e Cármen Lúcia. O ministro Kassio Nunes Marques foi o único a divergir parcialmente. Ele defendeu a inelegibilidade de Denarium, mas votou para absolver Damião. A Corte julga recurso contra decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima (TRE-RR) que condenou Denarium e Damião por usar a máquina pública para obter vantagens políticas por fazer uso eleitoral dos programas “Cesta da Família” e “Morar Melhor”. Denarium renunciou ao cargo no fim do mês passado para disputar o Senado, o que levou o então vice, Damião, a assumir o governo. Com a renúncia, a cassação de Denarium fica prejudicada, mas ele ainda está sujeito à declaração de inelegibilidade por oito anos. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorRepublicanosTRE-RRTSE Tribunal Superior EleitoralUnião Brasil Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia 28/04/2026 TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível 28/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível Governadora do Distrito Federal pedirá ajuda excepcional a Lula para cobrir rombo do Master no BRB Prefeitura de Osasco descarta centenas de livros de biblioteca pública Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Governo interino do RJ tem mais de 800 exonerados em 15 dias; aliados de Castro estão entre os nomes da lista

Governo interino do RJ tem mais de 800 exonerados em 15 dias; aliados de Castro estão entre os nomes da lista O pente-fino atingiu nomes ligados a políticos da base de Castro, incluindo parentes e aliados diretos. Entre eles está Gabriel Augusto Leite de Abreu, filho do deputado estadual Giovani Ratinho, que ocupava um cargo na Casa Civil com salário de R$ 16,4 mil. Por Gabriel Barreira e André Coelho Costa | RJ2 28/04/2026 O deputado estadual Giovani Ratinho e o filho Gabriel Augusto Leite de Abreu. — Foto: Reprodução TV Globo O governador em exercício do Rio de janeiro, o desembargador Ricardo Couto, intensificou o pente-fino na máquina pública e já exonerou 831 pessoas nos últimos 15 dias, em um movimento que mira principalmente aliados do ex-governador Cláudio Castro (PL). A estimativa do governo com as exonerações é de uma economia anual de até R$ 85 milhões. As demissões atingem cargos comissionados e são justificadas pela necessidade de reorganização administrativa, corte de gastos e combate a possíveis irregularidades, incluindo casos de servidores sem função efetiva. O pente-fino atingiu nomes ligados a políticos da base de Castro, incluindo parentes e aliados diretos. Entre eles está Gabriel Augusto Leite de Abreu, filho do deputado estadual Giovani Ratinho, que ocupava um cargo na Casa Civil com salário de R$ 16,4 mil. Outro caso é o de Jean Barbeiro, que se apresenta como criador de conteúdo digital e já produziu vídeos promovendo o mesmo deputado. Após ter desempenho eleitoral inexpressivo, com 129 votos em na eleição municipal em São João de Meriti, ele foi nomeado para um cargo com salário de R$ 10 mil em uma secretaria ligada à articulação política. Também foram exonerados Lenine Rodrigues Lemos, irmão do deputado federal Max Lemos, que recebia cerca de R$ 15 mil, e Thiago Rodrigues da Gama, que atuou como motorista na campanha do parlamentar e ocupava um cargo com salário de R$ 7 mil no governo. Entre as pessoas que deixaram o governo nos últimos dias está também Anderson de Paula Sampaio, que ocupava um cargo na Subsecretaria de Integração e Estratégia Executiva do Gabinete do Governador. Em nota, ele informou que sua exoneração entrou no Diário Oficial a pedido, ou seja, solicitada pelo próprio subsecretário. Anderson ganhou notoriedade após aparecer ao lado de Castro, em novembro do ano passado, durante a final da Libertadores, em Lima. Na ocasião, Anderson era diretor de Relações Institucionais do Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), órgão que tem como função fiscalizar o governo estadual. Meses depois, ele deixou o tribunal e passou a integrar a estrutura do Executivo, de onde foi exonerado agora. Mudanças no 1º escalão e TACs sob suspeita As mudanças chegaram ao primeiro escalão. Na Secretaria de Saúde, o urologista Ronaldo Damião assumiu o comando da pasta no lugar de Claudia Maria Braga de Mello, indicada do deputado federal Doutor Luizinho. A pasta está no centro de questionamentos por causa dos chamados Termos de Ajuste de Contas (TACs), modelo usado para pagamentos sem contrato formal. Um levantamento do RJ2 aponta que, apenas nos três primeiros meses deste ano, R$ 110 milhões foram pagos nesse formato, incluindo despesas com alimentação hospitalar e gestão de unidades de saúde. Há suspeitas de irregularidades nesses pagamentos. Uma representação foi protocolada no TCE pelo deputado estadual Alan Lopes (PL), que aponta possíveis ligações entre empresas beneficiadas e o grupo político de Doutor Luizinho (PP). Fiscalização Para reforçar o controle de gastos, o governo publicou um decreto que amplia a fiscalização sobre contratos e pagamentos. A partir de agora, a Procuradoria-Geral do Estado passa a analisar editais, contratações, adesões a atas de registro de preços e TACs acima de R$ 10 milhões. Antes, essa análise só ocorria para valores superiores a R$ 100 milhões, e o controle inicial ficava concentrado nas próprias secretarias, muitas delas ocupadas por indicações políticas. O que dizem os citados A reportagem não conseguiu contato com o ex-governador Cláudio Castro. Já Anderson de Paula Sampaio informou que sua exoneração entrou no Diário Oficial a pedido, ou seja, solicitada pelo próprio subsecretário. O deputado federal Max Lemos afirmou que as nomeações de Lenine Rodrigues Lemos e Thiago Rodrigues da Gama não têm relação com o exercício de seu mandato parlamentar. O deputado estadual Giovani Ratinho disse que não fez indicações para a Secretaria da Casa Civil. O deputado federal Doutor Luizinho declarou que deixou a Secretaria de Saúde em 2023 e que não tem relação com a empresa mencionada na denúncia. O governo do estado informou que o novo secretário de Saúde, Ronaldo Damião, está tomando conhecimento da situação da pasta e reforçou o compromisso com a gestão responsável dos recursos públicos. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualDeputado FederalDiário Oficial do EstadoGovernadorPDT Partido Democrático TrabalhistaPL Partido LiberalPP ProgressistasProcuradoria-Geral do Estado PGERegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão João de Meriti RJSolidariedadeTCE-RJ Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia 28/04/2026 TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível 28/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível Governo interino do RJ tem mais de 800 exonerados em 15 dias; aliados de Castro estão entre os nomes da lista Governadora do Distrito Federal pedirá ajuda excepcional a Lula para cobrir rombo do Master no BRB Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Governadora do Distrito Federal pedirá ajuda excepcional a Lula para cobrir rombo do Master no BRB

Governadora do Distrito Federal pedirá ajuda excepcional a Lula para cobrir rombo do Master no BRB Distrito Federal quer usar garantia da União para solicitar empréstimo, mas não possui condições de receber aval do Tesouro Nacional Por Daniel Weterman | O Estado de S.Paulo 28/04/2026 Governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP). Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília BRASÍLIA — A governadora do Distrito Federal, Celina Leão (PP), comunicou que pedirá oficialmente ajuda ao o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para cobrir o rombo deixado pelo Banco Master no Banco de Brasília (BRB). O Distrito Federal quer uma ajuda excepcional do Tesouro Nacional para solicitar um empréstimo junto ao Fundo Garantidor de Créditos (FGC) e injetar o dinheiro no BRB. O DF, no entanto, não está com as contas em dia e não possui nota suficiente para realizar operações com garantias da União. O Tesouro informou que, até a tarde desta terça-feira, 28, não havia recebido nenhuma solicitação formal do Distrito Federal. “Caso eventual pedido venha a ser apresentado, ele será analisado à luz da legislação vigente”, disse o órgão. Estados e municípios precisam passar por uma análise da capacidade de pagamento ao realizar operações com garantias do Tesouro Nacional. A União exige notas de capacidade de pagamento (CAPAG) entre A e B para conceder garantias em empréstimos. O Distrito Federal possui nota C, abaixo do necessário. “O Governo do Distrito Federal informa que a governadora Celina Leão irá encaminhar ao Tesouro Nacional ofício solicitando aval do governo federal para avançar nas tratativas relacionadas a uma operação junto ao Fundo Garantidor de Créditos”, diz nota divulgada pelo governo distrital. “A iniciativa integra as medidas que vêm sendo conduzidas com transparência, responsabilidade e diálogo institucional para garantir a estabilidade do BRB. O documento está em fase final de formalização.” O BRB tem um rombo calculado em cerca de R$ 8,8 bilhões após realizar operações fraudulentas com o Banco Master. O governo do Distrito Federal, controlador do banco, precisa injetar dinheiro para salvar a instituição, que deixou de publicar o balanço de 2025 no prazo legal, em 30 de março, e pretende resolver a situação até o fim de maio. O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) pediu um empréstimo de R$ 4 bilhões ao FGC, mas não obteve resposta. O Estadão apurou que o fundo só pretende ajudar o BRB se outros bancos entrarem em um consórcio. Integrantes do Banco de Brasília dizem que, para o banco continuar funcionando, o BRB precisa de no mínimo R$ 6,6 bilhões em dinheiro novo no patrimônio. Além do aval da União, a governadora Celina Leão também quer interceder a Lula para que o petista solicite à Caixa e ao Banco do Brasil que comprem ativos do BRB e ajudem o banco a estancar a crise de liquidez, também desencadeada pelo Caso Master. O banco anunciou um acordo para vender R$ 15 bilhões em ativos que eram do Banco Master e estão na instituição, mas o sucesso da operação ainda é incerto. Em entrevista ao Estadão na semana passada, Celina afirmou que não contava mais com ajuda do governo federal para socorrer o BRB. “Se dependêssemos de algum banco público comandando pelo governo federal, já teríamos fechado as portas do BRB”, afirmou ela. Técnicos da administração, no entanto, avaliam que o governo distrital não tem de onde tirar dinheiro neste momento para injetar no Banco de Brasília. Celina pede ajuda após criticar Lula e adere a subvenção do diesel proposta pela União A governadora vai recorrer a Lula após fazer criticas e antagonizar com o petista. Na entrevista ao Estadão, ela afirmou que o “escândalo do Caso Master está dentro do coração do PT no Planalto.” Anteriormente, durante cerimônia de entrega de 13 viaturas novas para Polícia Militar, Celina evitou falar o “13”, número do PT na urna, e disse estar entregando “12 mais 1” patrulhas. Depois, ela afirmou que o governo Lula não tinha “boa vontade” para ajudar o Distrito Federal. Em aceno ao governo federal, a governadora enviou, nesta terça-feira, 28, um projeto de lei à Câmara Legislativa autorizando o Distrito Federal a aderir à cooperação financeira com a União para subsidiar o diesel importado. O governo distrital deve gastar até R$ 11,6 milhões com a subvenção. No dia 30 de março, o ministro da Fazenda, Dario Durigan, telefonou para Celina solicitando apoio à medida. Na ocasião, a governadora sinalizou positivamente e já disse que precisaria de ajuda federal para socorrer o BRB. Enquanto tenta salvar o banco público, a gestão tenta também salvar o caixa do Distrito Federal. A governadora determinou uma revisão de contratos e um corte de gastos em despesas da administração pública. O governo distrital quer ainda antecipar R$ 52 bilhões em créditos inscritos na dívida ativa, vendendo os papéis no mercado financeiro. A operação, porém, tem restrições, pois o dinheiro só pode ser usado na previdência e em investimentos, e não num aporte ao BRB, e não há previsão de quando e quanto o governo conseguiria levantar. Notícia anteriorPróxima notícia Banco de Brasília BRBBanco do BrasilBanco MasterCEF Caixa Econômica FederalGDF Governo do Distrito FederalGovernadorGovernadoraMDB Movimento Democrático BrasileiroPP ProgressistasPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresTesouro Nacional Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia 28/04/2026 Governadora do Distrito Federal pedirá ajuda excepcional a Lula para cobrir rombo do Master no BRB 28/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia Governadora do Distrito Federal pedirá ajuda excepcional a Lula para cobrir rombo do Master no BRB Prefeitura de Osasco descarta centenas de livros de biblioteca pública Flávio reage ao vazamento de seu plano de governo que prevê congelar aposentadorias Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Lei dos 20 andares no bairro Alto é revogada em Teresópolis

Lei dos 20 andares no bairro Alto é revogada em Teresópolis Medida suspende licenças e processos baseados na norma e segue para sanção do prefeito. Por Priscila Torquato | g1 28/04/2026 Lei dos 20 andares é revogada em Teresópolis — Foto: Reprodução TV Câmara Teresópolis Teresópolis – A Câmara Municipal de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, aprovou, nesta terça-feira (28), o Projeto de Lei nº 007/2026, que revoga a Lei Complementar nº 351, de 19 de dezembro de 2025. A norma permitia a construção de prédios de até 20 pavimentos no bairro do Alto. O texto segue agora para sanção do prefeito. Além da revogação, o projeto determina a suspensão imediata dos efeitos da lei. Com isso, ficam suspensos atos administrativos baseados na legislação, incluindo licenças, autorizações e alvarás já concedidos, além de processos em andamento fundamentados na regra agora revogada. A lei, aprovada no fim de 2025, gerou forte repercussão em Teresópolis e foi alvo de críticas de moradores e entidades. Ao longo dos meses seguintes, foram registrados protestos, manifestações públicas e abaixo-assinados contrários à medida. A vereadora Amanda Albuquerque (Republicanos) afirmou que o processo legislativo levantou questionamentos desde a aprovação. “Quando a lei foi votada, em dezembro, houve uma manobra interna da qual eu não tive conhecimento. Assim que tomei ciência dos fatos, apresentei requerimento solicitando a anulação da votação”, disse. O movimento “Não aos 20 andares” comemorou a revogação, mas afirmou manter preocupação com a possibilidade de retomada da discussão. A advogada e líder do grupo, Márcia Peixoto, classificou a decisão como resultado da mobilização popular. “É claro que nós estamos muito felizes com a revogação, comemorando, mas ainda existe uma preocupação. O movimento se preocupa que essa matéria volte a ser analisada”, afirmou. Ela também defendeu a necessidade de debate sobre o planejamento urbano do município. “A cidade deve se desenvolver de forma responsável, com participação popular e atualização do plano diretor”, completou. Entenda os impactos da revogação O bairro do Alto fica em uma área considerada sensível, na zona de amortecimento do Parque Nacional da Serra dos Órgãos, o que tornou a discussão sobre verticalização ainda mais sensível desde a aprovação da lei. Na justificativa do projeto, os vereadores citaram o poder de revisão de atos administrativos e apontaram ações judiciais em andamento sobre o tema. O texto também defende a revogação como forma de restabelecer a legalidade urbanística e a segurança jurídica. Apesar da mudança, empreendimentos imobiliários e comerciais seguem em andamento na região, com obras e demolições no entorno da Feirinha do Alto. Há expectativa de novos projetos na área. A Prefeitura de Teresópolis ainda não informou se vai sancionar a proposta. A discussão também segue na Justiça. Notícia anteriorPróxima notícia PL Projeto de LeiRegião Serrana e Centro Sul FluminenseRepublicanosTeresópolis RJVereadora STF forma unanimidade para manter o deputado Thiago Rangel preso sem que decisão passe pela Alerj 07/05/2026 Emenda Master, mesada, dinheiro de restaurante: o que fez Ciro Nogueira virar alvo de investigação da PF 07/05/2026 Bolsonaristas querem legalizar “voto de cabresto” e assédio eleitoral em empresas 07/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana STF forma unanimidade para manter o deputado Thiago Rangel preso sem que decisão passe pela Alerj Emenda Master, mesada, dinheiro de restaurante: o que fez Ciro Nogueira virar alvo de investigação da PF Bolsonaristas querem legalizar “voto de cabresto” e assédio eleitoral em empresas Jeffrey Chiquini, advogado de Marcel Van Hattem, ameaça Chico Alencar na Câmara: “Sua sorte é ser idoso” Defesa de Vorcaro entrega proposta de delação à PGR e PF Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Deputado faz acordo com PGR para devolver R$ 1,4 milhão por contratação de funcionárias fantasmas

Deputado faz acordo com PGR para devolver R$ 1,4 milhão por contratação de funcionárias fantasmas PGR viu desvio de recursos públicos na contratação de duas secretárias parlamentares para cumprimento de atividades particulares; uma delas atuava como empregada doméstica. Por Márcio Falcão | TV Globo 28/04/2026 Deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) — Foto: Bruno Spada / Câmara dos Deputados Brasília – O deputado João Carlos Bacelar (PL-BA) fechou um acordo com a Procuradoria-Geral da República (PGR) que prevê a devolução de R$ 1,4 milhão pela contratação de funcionárias fantasmas. O acordo já foi validado pelo Supremo Tribunal Federal (STF). O deputado é réu no STF por peculato, que é o desvio de recursos públicos. O caso envolve a contratação pelo gabinete do deputado, como secretárias parlamentares, de duas mulheres que desenvolviam atividades particulares. Uma das contratadas atuava como empregada doméstica há mais de quinze anos. A outra trabalhava na empresa administrada pela família do parlamentar. Acordo de não persecução penal As defesas de Bacelar e de Norma da Silva, que trabalhava na empresa da família, propuseram um acordo de não persecução penal. 🔎Nesse entendimento, o réu admite o crime e se compromete a cumprir medidas estabelecidas pelo Ministério Público em troca de não ser julgado. Os réus se comprometeram com: pagamento de R$ 1,3 milhão em reparação por danos causados pelos crimes praticados. Os valores serão pagos em duas parcelas para a União; pagamento de multa no valor de R$ 96 mil por Bacelar; pagamento de multa de R$ 20 mil por Norma; prestação de serviço à comunidade, com carga horária total de 280 horas. A PGR afirmou que “a prática, comumente referida como contratação de funcionário fantasma , configura grave mecanismo de corrupção política, afetando a credibilidade das instituições e a efetividade da governança”. A Procuradoria apontou que os fatos narrados permitem a adoção de mecanismo de solução consensual de conflitos, diante da ausência de violência ou grave ameaça e a garantia de ressarcimento integral dos danos ao erário”. Após o cumprimento do acordo, o caso será arquivado. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalSTF Supremo Tribunal Federal Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
PF apura contrabando em avião de empresário e descobre presença de Hugo Motta e Ciro Nogueira no voo

PF apura contrabando em avião de empresário e descobre presença de Hugo Motta e Ciro Nogueira no voo Inquérito foi remetido ao STF, que pediu uma manifestação da PGR sobre os fatos; parlamentares ainda não se manifestaram Por Aguirre Talento e Gustavo Côrtes | O Estado de S.Paulo 28/04/2026 Imagem da câmera de segurança do Aeroporto de Catarina (SP) mostra funcionário do empresário Fernando Oliveira Lima passando bagagens por fora do raio-x Foto: Reprodução BRASÍLIA – A Polícia Federal abriu um inquérito para apurar suspeitas de descaminho ou contrabando em um voo realizado em uma aeronave particular de um empresário investigado na CPI das Bets do Senado. Esse inquérito, entretanto, foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) depois que a PF constatou que quatro parlamentares acompanharam o empresário no voo: o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). Os parlamentares ainda não se manifestaram. A informação foi divulgada inicialmente pelo jornal Folha de S.Paulo. O Estadão teve acesso ao relatório da PF produzido na investigação. Os parlamentares foram procurados pela reportagem, mas ainda não se manifestaram. O espaço segue aberto. A aeronave pertence ao empresário Fernando Oliveira Lima, que é sócio de uma empresa de apostas online. Ele estava presente no voo com os parlamentares, que ocorreu em abril de 2025, período em que a CPI das Bets estava ativa no Senado, com a participação de Ciro Nogueira. Lima foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou. O voo saiu da ilha de Saint Martin, um paraíso fiscal do Caribe, e pousou na noite do dia 20 de abril do ano passado no aeroporto de Catarina, em São Roque (SP), usado para aviação executiva. As suspeitas da PF surgiram a partir de uma investigação sobre a corrupção de um auditor fiscal, Marco Canella, indiciado em um outro inquérito por facilitação de contrabando ou descaminho. O auditor foi procurado, mas também não se posicionou. No caso do voo dos parlamentares, Canella permitiu que um funcionário do empresário desembarcasse no aeroporto e passasse com sete volumes de bagagem por fora do raio-X. O procedimento irregular foi gravado pelas câmeras de segurança. Ainda não foram identificados os donos das bagagens que passaram ilegalmente pelo raio-X. Como o voo era proveniente de um paraíso fiscal e o auditor já tinha sido indiciado por crimes de facilitação ao contrabando e descaminho, a PF suspeita que o conteúdo das bagagens possa ser ilegal. Durante a apuração, porém, foi constatado que parlamentares também estavam a bordo do voo. Eles passaram suas malas pelo procedimento normal de raio-X, mas não é possível saber até o momento se as bagagens que foram transportadas por fora do raio-X tinham itens pertencentes aos parlamentares. Em um relatório parcial, a PF escreveu que a continuidade das investigações pode indicar o envolvimento de algum dos parlamentares nos crimes apurados e, por isso, seria necessário o envio do caso ao STF. “Considerando que, caso as investigações tenham continuidade e indiquem que, além da conduta do Auditor Fiscal MARCO ANTÔNIO CANELLA, haja outras condutas ilícitas, bem como que uma das pessoas mencionadas no “item 9” supra tenham envolvimento, os autos devem tramitar pela CINQ/CGRC/DICOR/PF, e o Processo junto ao Supremo Tribunal Federal, motivo pelo qual, salvo melhor juízo, entendo ser temerária a continuidade das investigações sem a apreciação de tal situação pelo Poder Judiciário”, diz o despacho. Em suas redes sociais, o empresário registrou fotos da viagem, mas os parlamentares não aparecem. As imagens mostram o interior da aeronave com refeições e um mapa de bordo a destino de Saint Martin, a aeronave chegando a uma praia com mar azul claro e diversos momentos na praia. O inquérito chegou nesta semana ao STF e foi distribuído ao ministro Alexandre de Moraes. Ele enviou o caso para análise da Procuradoria-Geral da República (PGR), que deve opinar se há indícios de crimes para que os fatos sejam investigados perante o Supremo. Notícia anteriorPróxima notícia CPIDeputado FederalMDB Movimento Democrático BrasileiroPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPP ProgressistasRepublicanosSão Roque SPSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia 28/04/2026 TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível 28/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível Governo interino do RJ tem mais de 800 exonerados em 15 dias; aliados de Castro estão entre os nomes da lista Governadora do Distrito Federal pedirá ajuda excepcional a Lula para cobrir rombo do Master no BRB Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Rua em más condições dificulta tráfego no bairro Cidade Nova, em Itaperuna

Rua em más condições dificulta tráfego no bairro Cidade Nova, em Itaperuna Moradores relatam riscos após chuvas; prefeitura diz que via está no cronograma de obras. Por Diego Varsi | g1 28/04/2026 Moradores relatam riscos após chuvas — Foto: Pedro Portes Itaperuna – Motoristas e pedestres enfrentam dificuldades para trafegar pela Rua Mário Veiga Silva, no bairro Cidade Nova, em Itaperuna, no Noroeste Fluminense, devido às más condições da via. Mesmo após o período de chuvas, buracos continuam abertos ao longo da rua e representam riscos para quem passa pelo local. Em alguns trechos, as irregularidades na pista dificultam a circulação e aumentam a possibilidade de acidentes. Moradores e trabalhadores da região cobram providências, já que a situação tem impactado o deslocamento diário. Em nota, a Prefeitura de Itaperuna informou, por meio da Secretaria de Obras, que a via já está incluída no cronograma de melhorias. Segundo o município, os serviços no bairro João Bedim começam nesta terça-feira e, na sequência, a equipe deve atuar na Rua Mário Veiga Silva. A prefeitura afirmou ainda que o problema é antigo e foi agravado pelas chuvas e pela inclinação da via. De acordo com o município, a atual gestão tem adotado medidas estruturantes para buscar uma solução definitiva. Notícia anteriorPróxima notícia Itaperuna RJNorte e Noroeste Fluminense Tribunal de Israel prorroga prisão de ativistas brasileiro e palestino detidos em flotilha para Gaza 05/05/2026 Quem é Thiago Rangel? Deputado estadual preso pela PF aumentou patrimônio em 700% em 2 anos 05/05/2026 Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne 05/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Tribunal de Israel prorroga prisão de ativistas brasileiro e palestino detidos em flotilha para Gaza Quem é Thiago Rangel? Deputado estadual preso pela PF aumentou patrimônio em 700% em 2 anos Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne Zema sobre aposentados: ‘Não podemos dar ganhos reais’ Em pregação, Marcos Feliciano defende candidatura de Carlos ao Senado e diz que família Bolsonaro foi ‘ungida por Deus’ Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Flagrado com R$ 746 mil no carro disse que pegou dinheiro em reunião do Podemos

Flagrado com R$ 746 mil no carro disse que pegou dinheiro em reunião do Podemos Suspeito afirmou em depoimento à PRF que era “coordenador político” do Podemos. Motorista postou foto com banner do partido horas antes Por Renan Porto, Artur Rodrigues e Marcus Pontes | Metrópoles 28/04/2026 Reprodução/PRF Um homem flagrado transportando R$ 746 mil em dinheiro vivo no banco traseiro de um Hyundai HB20, na Rodovia Fernão Dias, no interior paulista, afirmou em depoimento à Polícia Rodoviária Federal (PRF) que havia pegado a quantia em uma reunião partidária do Podemos, em São Paulo, antes de seguir viagem para Minas Gerais. De acordo com o registro da ocorrência, obtido pelo Metrópoles, José do Carmo Vieira, de 66 anos, disse aos agentes da PRF que era “coordenador político” do Podemos, contou que o dinheiro seria utilizado para “fazer alguns pagamentos” e não soube informar qual seria a origem do montante. No momento da abordagem, ocorrida no dia 9 de abril, na cidade de Vargem, o suspeito estava no banco do passageiro, enquanto quem dirigia o veículo era o policial civil aposentado Sergio Felipe, de Minas Gerais. Eles foram levados à Polícia Federal (PF) de Campinas para averiguação por possível crime de lavagem de dinheiro e crime eleitoral. Horas antes, Sergio Felipe havia publicado em seu perfil no Instagram um story em frente a um banner com o anúncio de um evento da Fundação Juntos Podemos, controlada pelo partido, que ocorreria dois dias depois. A agenda contou com a participação da presidente da legenda, Renata Abreu, e de cinco deputados federais paulistas. “Em evento do Podemos em São Paulo”, escreveu o policial aposentado. Por meio de nota, o Podemos afirmou que “acompanha atentamente as investigações em curso e aguardará sua conclusão para se manifestar”. Ainda segundo o partido, José do Carmo Vieira “não é filiado ao Podemos e não ocupa função formal na legenda”. Dinheiro vivo na estrada A apreensão do dinheiro vivo ocorreu no km 7 da Rodovia Fernão Dias, na cidade de Vargem. Em depoimento, os agentes da PRF envolvidos na ocorrência disseram que os suspeitos demonstraram nervosismo e começaram a dar explicações antes mesmo de serem questionados. No banco de trás, os policiais encontraram a caixa de papelão onde as notas de reais estavam escondidas. No registro da ocorrência, a PRF apontou que José do Carmo Vieira é sócio da empresa Mar de Minas Cooperativa de Transportes, que tem contrato com uma prefeitura mineira para o transporte de passageiros intermunicipal utilizando vans e ônibus. Sergio Felipe é membro da Comissão Regional de Transportes e Trânsito (CRTT). Procurado por telefone, Sergio Felipe desligou assim que a reportagem o questionou sobre a apreensão. O Metrópoles não conseguiu contato com José do Carmo Vieira. O espaço segue aberto para a manifestação. Notícia anteriorPróxima notícia PodemosPolícia CivilPolícia Federal PFPRF Polícia Rodoviária FederalVargem SP Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Ponte de Ferro completa dois meses interditada e segue em fase final de estudos técnicos em Campos dos Goytacazes

Ponte de Ferro completa dois meses interditada e segue em fase final de estudos técnicos em Campos dos Goytacazes Estrutura permanece fechada e autoridades reforçam alerta contra travessias irregulares. Por Edson Araújo | g1 28/04/2026 Ponte de Ferro em Campos dos Goytacazes — Foto: Junior Martins/Secom Campos Campos dos Goytacazes – A Ponte Barcelos Martins, conhecida como Ponte de Ferro, completou nesta terça-feira (28) dois meses de interdição em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, e segue na fase final de estudos técnicos para avaliação da estrutura. A ponte permanece totalmente fechada para veículos, pedestres e ciclistas por questões de segurança. Nesta segunda-feira (27), engenheiros consultores da Secretaria de Estado de Cidades estiveram no município junto com equipes técnicas da Prefeitura para avançar nos estudos sobre as condições da ponte. O trabalho envolve a análise de dados coletados após o cedimento de um dos pilares da estrutura. Antes dessa etapa, já haviam sido realizados serviços de monitoramento estrutural, alinhamento, nivelamento, além de batimetria e sondagem do solo no leito do Rio Paraíba do Sul. Todo o material técnico reunido está sendo utilizado para embasar as avaliações em andamento. Enquanto os estudos continuam, a ponte segue interditada. O Instituto Municipal de Trânsito e Transporte (IMTT) reforçou que a travessia pelo local é proibida em qualquer circunstância. Segundo o órgão, equipes precisaram intensificar a fiscalização após o registro de pessoas que retiraram tapumes de bloqueio para atravessar a ponte, o que representa risco elevado de acidentes. Até o momento, o acesso continua restrito por questões de segurança, e as autoridades reforçam a orientação para que a população respeite a interdição. Notícia anteriorPróxima notícia Campos dos Goytacazes RJNorte e Noroeste Fluminense Tribunal de Israel prorroga prisão de ativistas brasileiro e palestino detidos em flotilha para Gaza 05/05/2026 Quem é Thiago Rangel? Deputado estadual preso pela PF aumentou patrimônio em 700% em 2 anos 05/05/2026 Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne 05/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Tribunal de Israel prorroga prisão de ativistas brasileiro e palestino detidos em flotilha para Gaza Quem é Thiago Rangel? Deputado estadual preso pela PF aumentou patrimônio em 700% em 2 anos Deputado estadual Thiago Rangel é preso pela PF na 4ª fase da Operação Unha e Carne Zema sobre aposentados: ‘Não podemos dar ganhos reais’ Em pregação, Marcos Feliciano defende candidatura de Carlos ao Senado e diz que família Bolsonaro foi ‘ungida por Deus’ Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Deputado do PT blinda governo Lula, segura 600 pedidos e barra questões sobre Banco Master

Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Oposição vê manobra de integrante da Mesa Diretora para evitar desgaste ao Palácio do Planalto; deputado diz que tramitação é complexa, mas que requerimentos seguem fluxo institucional mesmo diante de alto volume Por Weslley Galzo | O Estado de S.Paulo 28/04/2026 O deputado Carlos Veras (PT-PE) Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados BRASÍLIA – O primeiro-secretário da Câmara, deputado federal Carlos Veras (PT-PE), travou em seu gabinete os requerimentos de informações apresentados por dezenas de colegas ao governo federal neste ano. Levantamento realizado pelo Estadão mostra que dos 1005 documentos apresentados por deputados, 601 aguardam o envio pelo petista à gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva Lula (PT). Constam entre os documentos não enviados 11 pedidos de informações sobre a atuação do governo Lula relação ao escândalo do Banco Master. As demandas envolvem desde explicações sobre a contratação de pessoas ligadas ao Executivo pelo banqueiro Daniel Vorcaro a informações concretas sobre a exposição de fundos previdenciários da União em investimentos do banco. Em nota, Veras afirmou que “todos os Requerimentos de Informação recebidos pela Primeira-Secretaria seguem regularmente esse fluxo institucional, mesmo diante do elevado volume de demandas”. O deputado afirma ter encaminhado ao governo 1271 proposições de deputados, mas, conforme as informações disponibilizadas pela Câmara, apenas 1005 requerimentos foram apresentados neste ano. O Estadão questionou a diferença dos números, mas não obteve resposta (leia a nota completa ao final). O trâmite legislativo de requisição de informações e documentos ao governo federal envolve três diferentes membros da Mesa Diretora da Câmara e depende de publicação no Diário Oficial da Casa. A despeito da burocracia, tem sido nas mãos de Veras que os pedidos têm emperrado. Na condição de primeiro secretário, o deputado é o responsável direto pelo envio dos requerimentos de parlamentares aos órgãos do Poder Executivo. Antes de chegarem à mesa de Veras, os documentos passam pelo presidente da Câmara, Hugo Motta, que por regra designa como relator o primeiro vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), a quem cabe apresentar um parecer sobre o pedido. Uma vez apresentado o relatório, o caso retorna a Motta, que, na quase totalidade dos casos, aprova o pedido e o encaminha a Veras para envio ao governo. Dentre os 1005 requerimentos apresentados neste ano, apenas um aguarda despacho de Motta e outros 17 ficaram representados por demora do presidente da Casa em designar um relator. Existem outros 100 documentos parados “aguardando encaminhamento”, conforme classificação da Câmara. Isso significa que os pedidos chegaram à Mesa Direita, mas ainda não foi dado início ao processo burocrático. A trava nesta etapa pode ser atribuída aos servidores. Em nota, a Câmara afirmou que “os requerimentos de informação ao Poder Executivo, apresentados pelos deputados, seguem um trâmite interno e que “atualmente todos os pedidos estão em tramitação regular”. “Importante ressaltar que o número de requerimentos de informação apresentados aumentou expressivamente nos últimos anos. Enquanto a média anual entre 2015 e 2024 foi de 1.755 protocolos, somente em 2025 foram efetivamente enviados 7.281 requerimentos aos órgãos do Executivo. Em 2026, em menos de quatro meses, foram 1.271 remessas”, acrescentou, repetindo o número citado por Veras que diverge dos dados disponíveis publicamente no Portal da Câmara. Veras encaminhou ao governo Lula o equivalente a um terço (374) dos casos que chegaram ao seu gabinete. As regras de requisição de informações ao Poder Executivo estão descritas no regimento interno da Câmara e na Constituição, que não fixam prazo para que o primeiro-secretário envie os pedidos. Em 2025, quando Veras tomou posse no cargo, apenas um dos mais de 7 mil requerimentos que passaram pelas suas mãos não foi enviado ao governo. É por esse motivo que integrantes da oposição ouvidos pelo Estadão têm avaliado como manobra política o represamento de pedidos neste ano. Além de explicações sobre a participação do governo Lula no caso Master, há ainda pedidos de informações sobre os investimentos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) em regiões específicas; explicações sobre programas sociais, como o Gás do Povo; detalhamento da implementação de iniciativas, a exemplo Sistema Nacional de Acompanhamento e Combate à Violência nas Escolas; e cobranças por mais transparência sobre medidas do governo. “Eu atribuo essa dificuldade em 2026 a um problema de governança e de compromisso com a transparência. Tenho mais de 50 pedidos de informações que ainda não foram enviados aos ministérios e continuam represados na presidência da Câmara”, afirma a deputada Adriana Ventura (NOVO-SP), uma das parlamentares com o maior número de requerimentos enviados. “Quando o requerimento fica represado e, depois, o Executivo responde fora do prazo ou sem materialidade, o controle parlamentar perde efetividade. Requerimento de informação é um instrumento constitucional e precisa ser tratado como tal, com celeridade e completude”, completou. Já os deputados da base minimizam a acusação de represamento e veem nas diversas requisições da oposição uma estratégia para se posicionar em relação às entregas do governo. “O governo Lula tem muitas ações e deixa a oposição maluca tendo que saber tudo que está acontecendo”, defendeu o deputado federal Rogério Correia (PT-MG). Na sexta-feira (24), após o contato da reportagem com o deputado, 65 requerimentos foram enviados ao governo, reduzindo o número inicial para 536. Leia a íntegra da nota do deputado Carlos Veras O Requerimento de Informação é uma proposição legislativa prevista no Regimento Interno da Câmara dos Deputados, que segue um fluxo institucional próprio, com critérios e etapas que são cumpridos ao longo de sua tramitação. Os dados do portal demonstram o alto volume, mas não dão conta da complexidade da tramitação. Nos últimos anos, a média anual de requerimentos apresentados à Câmara dos Deputados foi de aproximadamente 1.700. Em 2025, todos os requerimentos de informação recebidos pela Primeira-Secretaria foram devidamente encaminhados, totalizando mais de 7 mil proposições, o que evidencia o volume expressivo dessa atividade. Em 2026, já foram encaminhadas 1271 proposições pela Primeira-Secretaria, o que demonstra a continuidade desse fluxo intenso de trabalho. Todos os Requerimentos de Informação recebidos pela Primeira-Secretaria seguem regularmente esse fluxo institucional, mesmo diante do elevado volume de demandas. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSão João de Meriti RJTJ-RJ MPRJ obtém decisão que
Auditor apontado como líder de esquema no Porto do Rio foi chefe da alfândega sob Bolsonaro

Auditor apontado como líder de esquema no Porto do Rio foi chefe da alfândega sob Bolsonaro Pedro Antônio Pereira Thiago, um dos 17 auditores-fiscais afastados do cargo na Operação Mare Liberum, deflagrada hoje pela Corregedoria da Receita Federal em conjunto com a PF e o MPF, foi nomeado delegado da Alfândega da Receita no Porto do Rio de Janeiro no governo de Jair Bolsonaro, em dezembro de 2020, e substituído na gestão de Lula, em novembro de 2023. Por Gustavo Maia | O Globo 28/04/2026 Navio porta-contêineres no Porto do Rio de Janeiro — Foto: Dado Galdieri/Bloomberg/16/07/2025 Ele foi apontado pelas investigações como um dos líderes do esquema. Internamente, houve muita pressão contra a substituição e também para que ele fosse nomeado para cargos relevantes. Pedro Thiago é conhecido dentro da Receita como bolsonarista, e inclusive segue membros da família com Michelle e Flávio nas redes sociais. O esquema começou a ser investigado em 2022, a partir de controles internos da corregedoria e denúncias, e movimentou R$ 86,6 bilhões em mercadorias, de julho de 2021 a março de 2026, com pagamento de dezenas de milhões de reais em propinas. No início deste mês, Pedro Thiago ganhou aposentadoria voluntária com proventos integrais. A portaria que concedeu o benefício foi publicada no Diário Oficial da União em 8 de abril. Notícia anteriorPróxima notícia MPF Ministério Público FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaReceita Federal Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Investigado por atuação para o PCC usou heliponto do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de SP, em 2022

Investigado por atuação para o PCC usou heliponto do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo de SP, em 2022 Homem está preso por tráfico de drogas e é acusado de lavar dinheiro para a facção criminosa Por Sérgio Quintella e Aline Ribeiro | O Globo 28/04/2026 Fachada do Palácio dos Bandeirantes, no Morumbi — Foto: Governo de São Paulo São Paulo – A Polícia Civil de São Paulo apura a utilização do heliponto do Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, por um empresário investigado de lavar dinheiro para o PCC. O caso ocorreu em março de 2022, durante o último mês da gestão de João Doria, então no PSDB. O local foi usado pelo empresário João Gabriel de Melo Yamawaki, que está preso desde fevereiro deste ano por tráfico de drogas. Os investigadores descobriram, por meio de quebra de sigilo telemático e apreensão de celulares, que quem conseguiu a autorização para o pouso no Bandeirantes foi o ex-vereador de Santo André Thiago Rocha de Paula, também detido e suspeito de ser articulador político da organização criminosa. Após descer no heliponto, Yamawaki foi ao estádio do Morumbi, a menos de um quilômetro da sede do governo, para acompanhar um jogo do São Paulo contra o Palmeiras. “O que resta saber é se as informações dadas acerca dos motivos para pouso da aeronave foram minimamente verificadas, pois é extremamente grave que com um simples pedido e informando apenas que uma “delegação do Japão” estaria embarcada em um helicóptero, consiga-se pousar tão facilmente dentro do Palácio do Governo. É necessário ainda verificar se as informações não foram imediatamente auditadas/verificadas, e se houve conivência de um ou mais servidores públicos que trabalham no Palácio dos Bandeirantes. Surpreendeu-nos ainda a rapidez com que todo esse trâmite se desenvolveu, já que as tratativas se iniciaram as 8h58 e a autorização deferida as 14h23”, diz um trecho do inquérito que trata do caso, obtido pelo GLOBO. Questionado sobre os detalhes da utilização do espaço, sobretudo porque os dados ficam armazenados, o Palácio dos Bandeirantes enviou a seguinte nota: “O caso mencionado ocorreu em março de 2022, portanto, sem qualquer relação com a atual gestão. A autorização para pousos e decolagens no heliponto do Palácio dos Bandeirantes segue critérios técnicos e operacionais determinados pela Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC)”. Procurado, o ex-governador João Doria não quis se pronunciar. Segundo pessoas próximas a ele, as autorizações para pouso e decolagem no palácio nem chegam ao governador, o que é feito pela Casa Militar. A assessoria do Palácio dos Bandeirantes, sob gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos), não respondeu até a conclusão da reportagem. Operação Contaminatio A Polícia Civil de São Paulo prendeu, na segunda-feira (27), seis integrantes de uma organização criminosa suspeita de se infiltrar em prefeituras para lavar dinheiro obtido principalmente com o tráfico de drogas. Batizada de Operação Contaminatio, a ação também cumpriu 22 mandados de busca e apreensão e resultou no bloqueio judicial de mais de R$ 513 milhões em bens e ativos ligados aos investigados. As diligências são conduzidas pela Delegacia de Investigações sobre Entorpecentes (Dise) de Mogi das Cruzes e ocorrem simultaneamente em São Paulo, Guarulhos, Santo André, Mairinque, Campinas, Ribeirão Preto e Santos, além de Goiânia, Aparecida de Goiânia, Brasília e Londrina. Segundo a polícia, a investigação é um desdobramento da Operação Decurio, deflagrada em agosto de 2024. Na ocasião, foram apreendidos dispositivos eletrônicos que, após análise, “revelaram um esquema sofisticado de movimentação financeira ilícita”. A partir dos dados coletados e de relatórios de inteligência financeira, os investigadores identificaram uma estrutura voltada não apenas ao tráfico de drogas, mas também à lavagem de dinheiro. De acordo com a apuração, a facção criminosa Primero Comando da Capital (PCC) teria criado um chamado “núcleo político”, destinado a acessar recursos públicos e ampliar seus negócios. Entre as estratégias identificadas estariam o apoio e o financiamento de candidaturas alinhadas aos interesses da organização. A polícia também apontou o envolvimento de pessoas ligadas a administrações municipais, entre elas ao menos uma servidora comissionada que manteria relação com um integrante de alto escalão do grupo criminoso. – A gente verificou que eles, além de ampliarem o braço político deles, os contatos políticos, eles queriam usar a estrutura financeira que eles tinham aí, essa fintech, para poder entrar nos municípios de interesse e fazer a gestão dos recursos públicos, para servir como se fosse um meio de pagamento desses municípios para recebimento de tributos, recebimento de taxas, gerenciar alguns programas como nota fiscal premiada que alguns municípios têm, assim como alguns estados. Então essa era a ideia deles, fazer a lavagem de dinheiro do crime dentro dessas prefeituras – afirma o delegado Fabricio Intelizano, da Delegacia Seccional de Mogi das Cruzes. Quem são João Gabriel e Thiago de Paula João Gabriel de Melo Yamawaki é apontado pelos investigadores como um dos principais operadores financeiros do PCC. Preso em fevereiro no Tocantins, ele estava foragido da polícia paulista. Yamawaki teria criado um banco digital chamado 4TBANK, com sede em um prédio no centro de Palmas, capital do estado em que foi preso. De acordo com as investigações, a instituição realizava movimentações financeiras ilegais que podem chegar a R$ 8 bilhões. Além disso, João Gabriel também estaria envolvido na venda direta de drogas. Sua defesa não foi localizada. Ex-vereador de Santo André, no ABC, Thiago Rocha de Paula é apontado como o principal articulador político do PCC. Sua ideia, ainda de acordo com os investigadores, seria infiltrar o grupo criminoso em prefeituras, por meio de contratos e convênios. Em um pedido de liberdade feito ao Superior Tribunal de Justiça, em janeiro do ano passado, a defesa afirmou que Rocha não possui relação com a suposta quadrilha. “Seu nome é apenas inserido naquilo que se denominou núcleo 5 – atividades políticas e/ou vínculos junto à administração pública. Tampouco argumenta-se qual seria a real função de cada uma das muitas medidas adotadas. Ora, o paciente desafortunadamente se encontra listado no rol de pessoas investigadas e contra ele pesam graves medidas que foram aplicadas indiscriminadamente, em cascata”, disse sua defesa, na ocasião em que