Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário

Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário “Vocês vão soltar o Fernandinho Beira-Mar, para soltar o Bolsonaro, vai ficar no dedinho de vocês”, denunciou deputada sobre manobra entre Alcolumbre e Flávio Bolsonaro. Por Plínio Teodoro | Revista Fórum 30/04/2026 Flávio Bolsonaro e Davi Alcolumbre: conluio na dosimetria e na rejeição a Messias (YouTube / Agência Senado) Sorridente, Flávio Bolsonaro (PL-RJ) não faz questão de esconder o acordão com Davi Alcolumbre (União-AP), que anunciou uma nova manobra durante a sessão conjunta do Congresso que analisa o veto de Lula ao PL da Dosimetria, na sessão que acontece nesta quinta-feira (30). Diante da possibilidade da derrubada do veto facilitar a soltura de membros de facções criminosas, como o PCC e o Comando Vermelho, além de “anistiar” Jair Bolsonaro”, Alcolumbre fez uma manobra atípica e retirou da votação o item do PL, vetado integralmente por Lula. “Em virtude do prejulgamento da matéria pela aprovação do PL Antifacção e sua conversão na Lei nº 15.358, de 24 de março de 2026, esta Presidência declara a prejudicialidade dos vetos aos incisos 4 a 10 do art. 112 da Lei de Execução Penal, alterados pelo art. 1º do PL da Dosimetria. Ficam, assim, excluídos da votação do Veto 3, de 2026, os referidos dispositivos”, disse Alcolumbre. Na prática, a manobra desvirtua o PL original o que obrigaria uma nova tramitação de toda a proposta. No plenário, Fernanda Melchionna denunciou a manobra e afirmou que, independentemente da manobra, a derrubada do veto vai beneficiar sequestradores, traficantes e membros de facções. “Esta cantilena enfadonha que vocês estão fazendo para tentar livrar a cara, não pare em pé. Não pare em pé, presidente Alcolumbre, porque vocês alteram o artigo 112 da lei 7210, que coloca uma mudança no regime de progressão. Vocês vão soltar o Fernandinho Beira-Mar, para soltar o Bolsonaro, vai ficar no dedinho de vocês. Essa votação em Globo, esdrúxula porque nunca existiu e nenhuma votação no Congresso Nacional, não sanará a tentativa de dar carona para outros criminosos”, denunciou a deputada. Palanque Presente na sessão, Flávio Bolsonaro posou para fotos próximo à mesa diretora, tirou fotos com aliados e ganhou de Alcolumbre, com quem trocou afagos, dois tempos de 1 minuto para rebater críticas de adversários. O primeiro deles foi da fala de Fernanda, que afirmou que “Flávio Bolsonaro, que empregou o chefe do escritório do crime, uma organização de matadores, matadores do Rio de Janeiro”, em relação a mãe e ex-esposa de Adriano da Nóbrega. Na réplica, o filho “01” de Bolsonaro olhou para a câmera e pediu votos dentro da sessão plenária, sendo bajulado pela base. Flávio ainda ganhou tempo para rebater Talíria Petrone (PSOL-RJ), que sequer citou o nome do senador durante sua explanação. Notícia anterior Deputada FederalPL Partido LiberalPL Projeto de LeiPSOLSenadorUnião Brasil Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário 30/04/2026 Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas 29/04/2026 Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia

Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Petista foi informado de que o presidente do Senado, em conversas paralelas na reunião, sacramentou destino de advogado-geral da União Convidados afirmam que encontro, na verdade, homenageou Mário Sarrubo, amigo de longa data do ministro, tinha apoiadores de Lula entre os presentes e que conversas giraram em torno de amenidades Por Mônica Bergamo | Folha de S.Paulo 30/04/2026 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, cumprimenta o ministro Alexandre de Moraes em sessão de posse no STF – Pedro Ladeira/Folhapress Um jantar na casa do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Alexandre de Moraes com a presença do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, reforçou as desconfianças de Lula de que ambos formaram uma dupla incontrastável para derrotar a indicação de Jorge Messias à Corte. A reunião ocorreu na terça (28), véspera da fragorosa derrota imposta a Lula na quarta (29), em que Messias foi rejeitado com 42 votos contrários e 34 favoráveis. O encontro deixou Lula contrariado e indignado. Ele, no entanto, não foi marcado para discutir a votação da indicação de Messias. Na verdade, Alexandre de Moraes ofereceu a recepção para homenagear um velho amigo, o procurador e ex-secretário Nacional de Justiça Mário Luiz Sarrubbo. Ambos fizeram carreira no Ministério Público de SP. Além de promotores e procuradores, o magistrado convidou para o encontro pessoas que, amigas dele e de Sarrubo, são também próximas de Lula. Estiveram na casa dele o ministro do STF Cristiano Zanin, o superintendente da PF (Polícia Federal) Andrei Rodrigues e o ex-ministro da Justiça Ricardo Lewandowski. Foram também ao jantar o ministro Gilmar Mendes, que apoiou a indicação de Messias ao STF, e o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG). De acordo com um dos presentes, Messias foi citado apenas em conversas paralelas, num encontro em que as pessoas falavam, na maioria das vezes, de amenidades. O mesmo convidado afirma que não faria sentido convocar um evento com tantas pessoas, e inclusive com apoiadores de Lula e de Messias, para fazer qualquer tipo de conspiração. Um interlocutor de Lula afirma, por outro lado, que chegou aos ouvidos do presidente que, neste jantar, Albolumbre teria afirmado, em pequenas rodas de conversa, que já tinha 50 votos para derrotar Messias no plenário. Em conversas paralelas, ele teria sacramentado o destino do advogado-geral da União. Um segundo convidado de Moraes, no entanto, afirma à coluna que a derrota de Messias já estava decidida de antemão e que a data do jantar foi uma mera coincidência. Ele foi marcado na terça simplesmente porque Sarrubo estaria em Brasília, onde participaria, no dia seguinte, de uma reunião do Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. Notícia anteriorPróxima notícia MP-SPPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Alexandre de Moraes atuou pela rejeição a Messias em votação que impôs revés a André Mendonça

Alexandre de Moraes atuou pela rejeição a Messias em votação que impôs revés a André Mendonça Além da ofensiva do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) e de Flávio Bolsonaro, pré-candidato do PL à Presidência, um outro personagem operou nos bastidores pela rejeição do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, em sua fracassada campanha ao Supremo Tribunal Federal (STF): Alexandre de Moraes. Por Malu Gaspar e Rafael Moraes Moura | O Globo 30/04/2026 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes — Foto: Brenno Carvalho / Agência O Globo Segundo relatos obtidos pela equipe da coluna com seis fontes que acompanharam de perto a movimentação dos últimos dias, entre integrantes do STF, do Congresso e agentes do meio político e jurídico, Moraes se engajou para reforçar os pedidos de Alcolumbre na campanha pelos votos “não”, acionando emissários para mandar recados a senadores que tinham processos no Supremo ou alguma ligação com seus aliados no Congresso. Com isso, criou uma insólita aliança, com o relator do inquérito das fake news e da trama golpista do mesmo lado da tropa de choque bolsonarista no Senado, que não se cansa de pedir a cassação do seu mandato. Moraes foi um dos mais criticados na sabatina de Messias, mas via a eventual nomeação do indicado de Lula como um revés para si próprio. Apoiado por André Mendonça, que se esforçou pessoalmente em angariar votos entre os senadores, Messias poderia desequilibrar o jogo de forças a favor do relator do caso Master no Supremo. Além disso, o ministro até hoje não aceitou a decisão do presidente Lula de preterir o senador Rodrigo Pacheco (PSB-MG) em favor do chefe da AGU, que ele tentou emplacar junto com Alcolumbre. A dobradinha entre o presidente do Senado e o ministro se repetiu nesta quarta-feira, só que agora contra Messias. O fato de a derrota de Lula no Congresso favorecer a candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro não parece ter sido considerada pela dupla. “Alcolumbre não faz nada sem o apoio do Moraes. Mas o Moraes e Flávio Dino [desafeto antigo de Messias] acham que cada luta é uma luta, que uma coisa [a derrota de Messias] não interfere na outra [o avanço dos pedidos de impeachment]”, diz um integrante do STF ouvido em caráter reservado. Correlação de forças Ao atuar pela rejeição de Messias, Moraes não só agiu em defesa de Pacheco, mas impediu que André Mendonça ganhasse um aliado no plenário, o que poderia impactar a correlação de forças internas da Corte. Mendonça foi um dos principais cabos eleitorais de Messias em seus cinco meses de campanha, procurando parlamentares do campo conservador para tentar reduzir a resistência ao chefe da AGU, visto por setores da oposição como um “quadro ideológico do PT” e homem de confiança de Lula. Os dois são evangélicos – Messias é da Igreja Batista, enquanto Mendonça é pastor da Igreja Presbiteriana. Como relator do caso Master, caberá a ele homologar a delação premiada de Daniel Vorcaro, que pode trazer implicações para o próprio Moraes e a mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, que fechou um contrato com o Master que previa o pagamento de R$ 3,6 milhões mensais ao longo de três anos, conforme revelou o blog. Antes de mergulhar na campanha de Messias, Mendonça já tinha irritado Moraes ao votar a favor de afastá-lo das investigações da trama golpista, acolhendo os argumentos de impedimento levantados pela defesa de Bolsonaro. O ministro votou no mesmo sentido contra Flávio Dino, que atua na órbita de Moraes e também se engajou na campanha contra Messias. Após a derrota de Messias, que só conseguiu 34 votos favoráveis à sua indicação, Mendonça prestou solidariedade ao colega em sua conta pessoal no X: “Respeito a decisão do Senado, mas não posso deixar de externar minha opinião. O Brasil perde a oportunidade de ter um grande ministro do Supremo. Messias, saia dessa batalha de cabeça erguida. Você combateu o bom combate!” Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoBanco MasterPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” 02/05/2026 Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio 01/05/2026 Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” Em 24 horas, duas famílias devastadas pela violência na cidade do Rio Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Condenado por corrupção flagrado na ‘farra dos guardanapos’ estava em voo que veio do Caribe com Motta e Ciro Nogueira

Condenado por corrupção flagrado na ‘farra dos guardanapos’ estava em voo que veio do Caribe com Motta e Ciro Nogueira Lista de passageiros obtida pela PF mostra que Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta, condenado pela Lava Jato do Rio, estava em avião que virou alvo de inquérito por falha na fiscalização de bagagens. Por Reynaldo Turollo Jr | g1 30/04/2026 Fernando Cavendish e Wilson Carlos em uma das fotos da reunião que ficou conhecida como “farra dos guardanapos” — Foto: Reprodução/TV Globo Um empresário condenado pela antiga Lava Jato do Rio de Janeiro era um dos passageiros do voo particular que trouxe o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI) da ilha de São Martinho, no Caribe, um paraíso fiscal. Fernando Cavendish, dono da empreiteira Delta, consta da lista de 16 passageiros junto com os parlamentares. Cavendish foi condenado em 2018 por ter participado de um esquema de corrupção que desviou cerca de R$ 370 milhões dos cofres públicos. Ele se tornou delator e à época afirmou ter pagado propina para o ex-governador do Rio Sérgio Cabral e se comprometeu a devolver milhões de reais para a Justiça. Cavendish participou do episódio que ficou conhecido como “farra dos guardanapos”. Ele aparece em uma foto tirada em 2009, em Paris, que mostrou acusados de envolvimento no esquema confraternizando enquanto usavam guardanapos amarrados na cabeça. Voo alvo de investigação O voo em que Cavendish estava, realizado em 20 de abril de 2025, virou alvo de uma investigação da Polícia Federal porque o piloto passou com bagagens por fora do raio-X ao desembarcar no Aeroporto Catarina, em São Roque, no interior de São Paulo. O aeroporto é usado para voos executivos. A polícia não sabe o que tinha nas bagagens nem a quem exatamente elas pertenciam. O inquérito A investigação começou na Polícia Federal em São Paulo para apurar a conduta do auditor da Receita Federal que não fez a fiscalização adequada. Os crimes apurados inicialmente eram, em tese, prevaricação e facilitação de contrabando ou descaminho. Assim que os policiais receberam a lista de passageiros — que incluía quatro parlamentares com foro especial —, o inquérito foi remetido para o Supremo Tribunal Federal (STF). Além de Motta e Ciro Nogueira, estavam no avião os deputados Doutor Luizinho (PP-RJ) e Isnaldo Bulhões (MDB-AL). A reportagem questionou os quatro parlamentares sobre a presença de Cavendish no voo e a eventual relação que possam ter com o empresário envolvido em escândalo de corrupção. Até a publicação desta reportagem, eles não haviam respondido. O dono do avião particular, que também aparece na lista de passageiros obtida pela PF, é Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG. Ele se notabilizou ao depor à CPI das Bets no Senado, ocasião em que foi questionado e negou ser dono do Jogo do Tigrinho, plataforma de apostas online que era investigada pela comissão parlamentar. No STF, o inquérito foi distribuído por sorteio para o ministro Alexandre de Moraes, que será o relator. Moraes enviou o inquérito para manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR). O órgão pode opinar pela manutenção do caso no Supremo, se houver indício de envolvimento dos parlamentares em crimes; pelo retorno da investigação para a primeira instância em São Paulo; ou pode pedir mais informações antes de se manifestar. Nesta terça (28), quando a investigação foi revelada, o piloto do avião, José Jorge de Oliveira Júnior, afirmou em nota que não se recorda do dia do voo, mas que segue procedimentos padrão em desembarques. “Cada passageiro realiza o desembarque com seus pertences de forma individual” e “cada piloto transporta apenas seus próprios itens, de modo que, em eventual fiscalização, responda exclusivamente pelo que carrega”, afirmou. O auditor fiscal Marco Antônio Canella também foi procurado pelo g1 nesta terça, mas não se manifestou. Notícia anteriorPróxima notícia CPIDeputado FederalGovernadorMDB Movimento Democrático BrasileiroOperação Lava JatoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPP ProgressistasReceita FederalRepublicanosSão Roque SPSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Alcolumbre deve enterrar CPI do Master em acordo com oposição por redução de pena de Bolsonaro

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Presidente do Senado não pretende ler requerimento para investigar banco e deve colocar em pauta só redução de penas Pedidos para investigar atuação do banco e relações de Vorcaro com autoridades foram engavetados por cúpula do Congresso Por Raphael Di Cunto | Folha de S.Paulo 29/04/2026 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), conversa com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) durante sessão – Pedro Ladeira – 22.out.19/Folhapress Brasília – O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), deve enterrar a CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Master e ignorar o requerimento da oposição para investigar os desvios no banco. Para a CPI sair do papel, a leitura é obrigatória na sessão do Congresso marcada para esta quinta-feira (30), a primeira desde o protocolo do requerimento. Alcolumbre, no entanto, quer evitar o tema e fez um acordo com a oposição para não haver contestações a essa decisão, segundo congressistas ouvidos pela Folha. Em troca, Alcolumbre pautou o veto ao projeto de lei da dosimetria, que reduz as penas do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e de outros condenados pelos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023. A tendência é que o veto seja derrubado pelo Congresso. Como a Folha mostrou, Alcolumbre e o relator do projeto da dosimetria, deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), empreenderam uma negociação com a oposição para que a votação do veto não implicasse na leitura do requerimento da CPI do Master. A cúpula do Congresso quer evitar a repercussão do caso Master, que pode expor a classe política ainda mais —parte dos líderes de partidos, deputados e senadores tinha relação com o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, que se tornou uma figura pública altamente impopular. O acordo para analisar o veto da dosimetria sem a leitura da CPI foi selado quando Alcolumbre anunciou a sessão do Congresso há cerca de três semanas, junto com a sabatina e votação da indicação de Jorge Messias para a vaga de ministro do STF (Supremo Tribunal Federal), que acabou rejeitada nesta quarta (29) pelo Senado. O governo Lula não deve fazer esforço para que a CPI do Master seja instalada, por entender que é uma pauta negativa, que mantém o tema da corrupção em debate e ofusca as entregas do governo — como a proposta de redução da jornada de trabalho e a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda. O requerimento do deputado Carlos Jordy (PL-RJ) para abertura de uma CPI mista, composta por deputados e senadores, foi protocolado em 3 de fevereiro com apoio de 281 parlamentares. O foco são as relações de ministros do STF com Daniel Vorcaro. Há também um pedido do deputado Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) na Câmara dos Deputados, que mira nos desvios do Master com o BRB (Banco de Brasília). Na Câmara, o requerimento está engavetado por enfrentar uma fila de pedidos de CPI protocolados anteriormente. O senador Eduardo Girão (Novo-CE) também propôs uma CPI sobre o Master exclusiva no Senado ainda no ano passado, mas Alcolumbre tampouco fez a leitura desse requerimento. O parlamentar recorreu ao STF, e o caso está sob relatoria do ministro Kassio Nunes Marques, ainda sem decisão. Sem o andamento dessas CPIs específicas sobre o Master, parlamentares da base aliada e da oposição utilizaram outras duas comissões que estavam instaladas para acessar documentos, quebras de sigilo e relatórios de inteligência financeira envolvendo o banco de Vorcaro. No entanto, as CPIs dos desvios no INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social) e do Crime Organizado foram encerradas sem prorrogação do prazo pelo presidente do Senado. Nos dois casos, não houve votação de um relatório final para a tomada de demais providências. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJBelford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasCPI Comissão Parlamentar de InquéritoItaboraí RJNiterói RJNova Iguaçu RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJSão Gonçalo RJSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaUnião Brasil MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas
Projeto da Dosimetria expõe hipocrisia bolsonarista

Projeto da Dosimetria expõe hipocrisia bolsonarista Derrubada do veto de Lula ao texto que beneficia Bolsonaro anularia punições mais rigorosas a facções Parlamentares linha-dura já buscam alguma gambiarra jurídica para tentar derrubar o veto e manter os dispositivos da Lei Antifacção Por Folha de S.Paulo 29/04/2026 Fachada do Congresso Nacional, em Brasília (DF) – Pedro Ladeira/Folhapress No Ocidente pós-iluminista, forjou-se um consenso em torno da ideia de que as leis valem para todos. Mesmo projetos concebidos para favorecer escancaradamente um indivíduo, grupo ou setor costumam vir escritos com fórmulas impessoais e universalistas, de modo que a norma em questão beneficie não apenas aqueles que inspiraram sua aprovação mas todos os que se encontrem na mesma situação. Não é uma prática sem consequências. Às vezes, por caprichos da história e do processo legislativo, esse hábito da universalização da lei expõe a hipocrisia de certas tribos políticas. É o que poderá acontecer agora com a possível derrubada, pelo Congresso Nacional, do veto presidencial ao chamado Projeto de Lei da Dosimetria. Esse texto, como se sabe, foi desenhado para aliviar as penas a que Jair Bolsonaro (PL) e a cúpula golpista foram condenados. Houve de fato sanções exageradas, a começar pelas aplicadas a integrantes da massa de manobra que invadiu as sedes dos Poderes em 8 de janeiro de 2023. Luiz Inácio Lula da Silva (PT), fazendo uso de suas prerrogativas, decidiu vetar integralmente o projeto, mesmo sabendo que era alta a probabilidade de o Congresso derrubar o veto — calculou que deveria ao menos simbolicamente afastar-se da medida e empurrá-la aos legisladores. Ao que parece, há elevada probabilidade de o roteiro ser levado a cabo na sessão do Congresso marcada para esta quinta-feira (30). Tudo estaria correndo de acordo com os planos da oposição, se o Parlamento não tivesse aprovado também, com vasto apoio da direita linha-dura, leis como a Antifacção, que ampliam penas para outros crimes e o rigor de seu cumprimento. Caso os parlamentares derrubem mesmo o veto integral ao texto da Dosimetria, voltam a vigorar dispositivos de cálculo de penas e exigências para a progressão de regime mais leves do que os preconizados na Lei Antifacção e em outros diplomas. Nesse caso, por determinação constitucional, valerá sempre a regra mais benéfica para o réu, mesmo retroativamente. Um exemplo concreto é o tempo mínimo de cumprimento de pena para condenados por liderar organização criminosa antes de progredir para um regime menos restritivo: pela Lei Antifacção, são 75%; com a derrubada do veto, o prazo iria a 50%. Na prática, beneficiar Bolsonaro e seus seguidores esvaziaria parte dos esforços de parlamentares da direita bolsonarista para endurecer as leis penais — velha e ineficaz prática populista. Não é por outra razão que muitos deles já buscam alguma gambiarra jurídica para tentar derrubar o veto e manter os dispositivos mais rigorosos aprovados nos últimos meses. É possível que a discussão termine judicializada. A hipocrisia grassa. A direita radical não perde chance de defender mais rigor com bandidos, mas o discurso muda quando os condenados são seus aliados. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPL Projeto de LeiPresidente da República PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo 02/05/2026 Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ 02/05/2026 Bolsonarismo ao lado de Moraes 02/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ Bolsonarismo ao lado de Moraes Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” Redução de pena para os golpistas do 8 de Janeiro é crime continuado Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Vereador denuncia suspeita de superfaturamento na compra de merenda escolar em Petrópolis

Vereador denuncia suspeita de superfaturamento na compra de merenda escolar em Petrópolis Levantamento aponta que Prefeitura pagou até 176% a mais que valor de mercado em itens como arroz; Prefeitura nega irregularidades e diz que contrato gerou economia. Por Priscila Torquato | g1 29/04/2026 Vereador denuncia possível superfaturamento na merenda em Petrópolis — Foto: Divulgação Petrópolis – O vereador Léo França (PT) denunciou indícios de superfaturamento na compra de alimentos destinados à merenda escolar da rede municipal de Petrópolis, na Região Serrana do Rio. As representações foram protocoladas nesta terça-feira (28) junto ao Ministério da Educação, ao Conselho de Alimentação Escolar (CAE), ao Ministério Público Federal e à Polícia Federal. O parlamentar também pediu a abertura de investigação administrativa na Prefeitura. A denúncia tem como base o contrato emergencial nº 69/2025, firmado em 29 de dezembro de 2025, para aquisição de gêneros alimentícios destinados às escolas municipais. Um dos principais pontos levantados é o preço do arroz agulhinha. Segundo o vereador, o produto foi adquirido por R$ 8,55 o quilo, o equivalente a R$ 42,75 o pacote de 5 kg. Em contrato anterior da própria Prefeitura, o mesmo item teria sido comprado por R$ 5,81 o quilo, ou R$ 29,05 o pacote. Léo França afirma ainda que realizou um levantamento de mercado e obteve orçamento de uma empresa privada, usado como referência, no valor de R$ 15,50 para o pacote de 5 kg. De acordo com o parlamentar, outros itens da merenda escolar, como feijão e leite em pó, também apresentariam valores acima dos praticados no mercado, o que reforçaria a suspeita de sobrepreço. Na denúncia, o vereador questiona a economicidade, a legalidade e a vantajosidade do contrato. Ele destaca que parte dos recursos utilizados na compra é proveniente do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) e pede a apuração dos fatos e eventual responsabilização dos envolvidos. Em nota, Léo França afirmou que, caso as irregularidades sejam confirmadas, a situação pode configurar um escândalo por envolver recursos destinados à alimentação de estudantes da rede pública. Prefeitura defende legalidade A Secretaria de Educação de Petrópolis informou, em nota, que o processo deve ser analisado pelo valor global do contrato e não por itens isolados. Segundo a pasta, a estratégia de contratação foi “extremamente vantajosa”, garantindo economia de quase R$ 900 mil aos cofres públicos. A secretaria afirmou ainda que o contrato seguiu todos os ritos legais e de fiscalização, assegurando o abastecimento da rede com transparência e responsabilidade financeira. Notícia anteriorPróxima notícia MPF Ministério Público FederalPetrópolis RJPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresRegião Serrana e Centro Sul FluminenseVereador STF forma unanimidade para manter o deputado Thiago Rangel preso sem que decisão passe pela Alerj 07/05/2026 Emenda Master, mesada, dinheiro de restaurante: o que fez Ciro Nogueira virar alvo de investigação da PF 07/05/2026 Bolsonaristas querem legalizar “voto de cabresto” e assédio eleitoral em empresas 07/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana STF forma unanimidade para manter o deputado Thiago Rangel preso sem que decisão passe pela Alerj Emenda Master, mesada, dinheiro de restaurante: o que fez Ciro Nogueira virar alvo de investigação da PF Bolsonaristas querem legalizar “voto de cabresto” e assédio eleitoral em empresas Jeffrey Chiquini, advogado de Marcel Van Hattem, ameaça Chico Alencar na Câmara: “Sua sorte é ser idoso” Defesa de Vorcaro entrega proposta de delação à PGR e PF Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Livro de ocorrências de aeroporto registrou liberação de bagagens fora do raio-x em voo com dono de bet, Motta e Ciro Nogueira
Livro de ocorrências de aeroporto registrou liberação de bagagens fora do raio-x em voo com dono de bet, Motta e Ciro Nogueira Anotação informa que malas e bolsas de mão foram levadas por fora mesmo com ‘pórtico apitando’ Por Sarah Teófilo | O Globo 29/04/2026 Livro de ocorrências do Aeroporto Catarina registrou bagagens fora do raio-x — Foto: Reprodução Um registro no livro de ocorrências do Aeroporto Catarina, em São Roque (SP), registrou o episódio em que bagagens foram liberadas sem passar por inspeção de raio-x no desembarque de um voo internacional que tinha entre os passageiros o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), e o senador Ciro Nogueira (PP-PI), em abril de 2025. O jatinho é de um empresário do setor de apostas on-line e retornava da ilha caribenha de São Martinho. “(…) Liberou todas as malas e bolsas de mão com todos os eletrônicos, garrafas dentro das malas (…) e autorizou a passar bagagem do tripulante fora do raio-x mesmo o pórtico apitando. Sem mais”, diz a anotação. Além do presidente da Câmara e do senador, no voo também estavam os deputados Isnaldo Bulhões (AL), líder do MDB na Câmara, e Dr. Luizinho (RJ), líder do PP. Procurado, Motta disse que “cumpriu todos os protocolos e determinações estabelecidas na legislação aduaneira” ao desembarcar. “O deputado aguardará a manifestação da Procuradoria-Geral da República”, diz, em nota enviada por sua assessoria. Os demais parlamentares citados não responderam. O caso é alvo de investigação da Polícia Federal, que apura a suposta entrada irregular de bagagens no terminal executivo. Segundo o relatório da corporação, o auditor fiscal teria permitido que um tripulante da aeronave passasse pelo controle com cinco volumes “sem que qualquer deles passasse pela fiscalização”. De acordo com o documento, o auditor “teria praticado possível infração administrativa e/ou penal” ao permitir a liberação das bagagens sem inspeção. Imagens de câmeras de segurança do aeroporto reforçam a suspeita. Segundo a PF, os registros mostram que um tripulante da aeronave passou por fora do aparelho de raio-x com malas, sacolas e uma caixa transportadas em um carrinho. Os investigadores afirmam, no entanto, que “não é possível afirmar categoricamente a quem os volumes pertencem ou seu conteúdo”. O inquérito foi aberto em janeiro para apurar possíveis crimes de prevaricação e facilitação de contrabando ou descaminho por parte do auditor fiscal. Diante da presença de parlamentares com prerrogativa de foro entre os passageiros, o caso foi remetido ao Supremo Tribunal Federal (STF) em 13 de abril, a pedido do Ministério Público Federal. Em manifestação no processo, o MPF afirmou que, com os elementos até o momento colhidos, “não é possível descartar a possibilidade de envolvimento de um ou mais parlamentares nos delitos sob apuração”. O voo foi realizado em um jatinho de prefixo PP-OIG, que tem como proprietário Fernando Oliveira Lima, conhecido como Fernandin OIG, dono da One Internet Group. Ele chegou a ser alvo da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets, criada em 2024 pelo Senado, e teve seu indiciamento pedido pela relatora, senadora Soraya Thronicke (PSB-MS), por exploração ilegal de jogos de azar. O relatório final da CPI, contudo, foi rejeitado pela maioria do coelgiado. Procurado, Lima não comentou. Notícia anteriorPróxima notícia CPIDeputado FederalMDB Movimento Democrático BrasileiroMPF Ministério Público FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPP ProgressistasPSB Partido Socialista BrasileiroRepublicanosSão Roque SPSenadorSenadoraSTF Supremo Tribunal Federal PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo 02/05/2026 Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ 02/05/2026 Bolsonarismo ao lado de Moraes 02/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PCC amplia controle territorial de Paraisópolis e adota táticas do CV em São Paulo Zema defende que crianças possam trabalhar e diz que esquerda criou visão ‘lamentável’ Bolsonarismo ao lado de Moraes Magno Malta dá tapa na cara de técnica durante exame em hospital no DF: “Imunda” Redução de pena para os golpistas do 8 de Janeiro é crime continuado Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas

Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas STF homologou acordo do deputado João Carlos Bacelar (PL-BA) com a PGR. Valor inclui ressarcimento e multas por uso de verbas parlamentares Por Madu Toledo | Metrópoles 28/04/2026 Deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) | Reprodução/ Câmara dos Deputados O Supremo Tribunal Federal (STF), por meio de decisão do ministro Alexandre de Moraes, homologou o Acordo de Não Persecução Penal (ANPP) firmado entre a Procuradoria-Geral da República (PGR), o deputado federal João Carlos Bacelar (PL-BA) e Norma Suely Ventura da Silva. Segundo a denúncia, a mulher atuou como “funcionária fantasma” no gabinete do parlamentar. O acordo prevê uma série de medidas para evitar o prosseguimento da ação penal. Entre elas, está a reparação integral dos danos, com a devolução de R$ 1.312.618,09 aos cofres públicos. O valor será pago de forma solidária, em duas parcelas iguais, com prazos de 20 e 40 dias após a homologação. O ANPP estabelece, ainda, o pagamento de prestação pecuniária: R$ 96.096 por parte do parlamentar e mais R$ 20.275,20 pela investigada. Os valores deverão ser direcionados, preferencialmente, a entidades públicas ou de interesse social. O montante será destinado à União, considerada vítima dos crimes de peculato-desvio e pluriofensivo, quando ,além de atingir o patrimônio estatal, o desvio fere princípios da administração pública como, moralidade, impessoalidade, legalidade e eficiência. Ao celebrarem o termo, ambos confessaram o caso de maneira formal e circunstancialmente. Outra exigência é o cumprimento de 280 horas de serviços comunitários em instituições a serem indicadas pela Justiça. Funcionárias fantasmas Segundo os autos, o parlamentar utilizou verbas da Câmara dos Deputados destinadas à contratação de pessoal para remunerar pessoas que, na prática, prestavam serviços de natureza privada à sua família e às suas empresas. De acordo com a investigação, o esquema operava de duas formas principais. Uma delas envolvia o uso de uma empregada doméstica como servidora pública. Maria do Carmo Nascimento, que trabalhava há mais de 15 anos para a família, foi nomeada como secretária parlamentar, com salário elevado e gratificações. Em depoimento, ela afirmou que nunca exerceu funções na Câmara, mantendo apenas atividades domésticas, como serviços de lavanderia para o deputado e sua mãe. A outra frente do esquema envolvia Norma Suely, nomeada como secretária parlamentar em 2009. Na prática, ela atuava como funcionária e sócia da Embratec, empresa administrada de fato pelo parlamentar e seus familiares. Para dar aparência de legalidade, o endereço registrado como escritório político do deputado em Salvador coincidia com a sede da empresa. Testemunhas relataram que Norma trabalhava no local, mas não desempenhava atividades relacionadas ao mandato parlamentar. A PGR apontou que a prática configura um mecanismo de corrupção, ao desviar recursos públicos para fins privados, comprometendo a credibilidade das instituições. Notícia anterior Deputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalSTF Supremo Tribunal Federal Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas 29/04/2026 Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia 28/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deputado faz acordo e devolverá R$ 1,4 milhão por manter funcionárias fantasmas Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia TSE forma maioria para cassar governador de Roraima e tornar Denarium inelegível Governo interino do RJ tem mais de 800 exonerados em 15 dias; aliados de Castro estão entre os nomes da lista Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Prefeitura de SP, de Ricardo Nunes, paga R$ 183 mil sem licitação ao instituto de André Mendonça por curso para GCM

Prefeitura de SP, de Ricardo Nunes, paga R$ 183 mil sem licitação ao instituto de André Mendonça por curso para GCM Contrato da gestão Ricardo Nunes com o Instituto Iter, de André Mendonça, foi feito sem licitação para capacitar 32 servidores da Guarda Civil Metropolitana Por Diego Feijó de Abreu | Metrópoles 29/04/2026 Ricardo Nunes e André Mendonça (Agência Brasil) A Prefeitura de São Paulo, sob gestão de Ricardo Nunes (MDB), pagou R$ 183 mil ao Instituto Iter, fundado pelo ministro do STF André Mendonça, para que 32 servidores da Guarda Civil Metropolitana participassem de um curso entre os dias 27 e 30 de abril, em São Paulo. A contratação foi feita pela Secretaria Municipal de Segurança Urbana por inexigibilidade de licitação, segundo informação publicada pelo Painel, da Folha. O curso contratado se chama “Captação e Execução Qualificada de Recursos na Segurança Pública”. A formação tem carga horária de 32 horas, distribuídas em quatro dias, e custo de R$ 5.700 por servidor. Na prática, cada dia de aula saiu por cerca de R$ 1.425 por participante. O valor total do contrato, de R$ 183 mil, foi destinado à capacitação de integrantes da GCM em temas de gestão orçamentária, execução financeira e captação de recursos para segurança pública. Prefeitura de SP fez contratação sem licitação A contratação foi realizada por inexigibilidade de licitação, mecanismo previsto para situações em que a administração pública considera inviável a competição entre fornecedores. Ao Painel, a Prefeitura de São Paulo afirmou que a contratação teve como base a “necessidade de aprimoramento técnico de servidores que atuam em funções estratégicas da pasta, especialmente nas áreas de planejamento, gestão e execução orçamentária”. A gestão municipal também disse que o processo seguiu “todos os trâmites legais e administrativos” e que os valores pagos ao Instituto Iter estariam abaixo dos praticados no mercado. A Secretaria Municipal de Segurança Urbana é comandada por Juliana Lopes Bussacos. A pasta abriga a Guarda Civil Metropolitana e estruturas ligadas a orçamento, compras, contratos, formação e planejamento da área de segurança urbana. Instituto Iter tem André Mendonça como fundador O Instituto Iter apresenta André Mendonça como fundador da instituição. Na página oficial, ele é identificado como ministro do STF e do TSE, doutor e mestre em Direito pela Universidade de Salamanca, na Espanha. O portal do Supremo Tribunal Federal lista André Luiz de Almeida Mendonça como ministro da Corte. Ele foi indicado ao STF pelo então presidente Jair Bolsonaro. Segundo o instituto, o objetivo do curso contratado pela Prefeitura de São Paulo é capacitar equipes técnicas para gestão orçamentária e financeira, além de auxiliar na otimização de recursos voltados à segurança pública. GCM de São Paulo recebeu curso sobre recursos públicos A Guarda Civil Metropolitana de São Paulo é subordinada à Secretaria Municipal de Segurança Urbana. O contrato com o Instituto Iter foi direcionado a servidores da corporação e envolveu formação sobre captação e execução de recursos na área de segurança. O caso ocorre em meio ao avanço do debate sobre o papel das guardas municipais na segurança pública. Em 2025, o STF fixou entendimento de que guardas municipais podem exercer ações de segurança urbana, incluindo policiamento ostensivo e comunitário, desde que respeitadas as atribuições dos demais órgãos de segurança pública. A Prefeitura de São Paulo sustenta que a contratação teve finalidade técnica. A informação disponível até agora não aponta questionamento formal de órgão de controle sobre o contrato. Notícia anteriorPróxima notícia licitaçãoMDB Movimento Democrático BrasileiroPrefeitoSão Paulo SPSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro 30/04/2026 Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição 30/04/2026 Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio 30/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook Twitter Whatsapp More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Alcolumbre invalida trechos de projeto para viabilizar redução de pena de Bolsonaro Alcolumbre sinaliza à oposição pautar impeachment de ministros do STF por apoio à reeleição Bandidos sequestram seis ônibus que foram usados como barricadas improvisadas na Zona Norte do Rio Dosimetria: Alcolumbre manobra com Flávio Bolsonaro, que troca afagos e faz campanha dentro do plenário Moraes faz jantar com Alcolumbre na véspera de derrota de Messias e Lula desconfia Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio

Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio Marcos Vinicius Cerqueira Oliveira, de 28 anos, foi baleado na frente do filho, que estava no banco de trás do carro. Vítima dirigia pela via quando foi abordada por dois criminosos em uma motocicleta. Por Victória Henrique e Klara Faria | Bom Dia Rio 29/04/2026 Marcos Vinicius Cerqueira Oliveira, de 28 anos, foi morto em tentativa de assalto em São Cristovão — Foto: Reprodução O homem morto em uma tentativa de assalto em São Cristóvão, na Zona Norte do Rio, levava o filho de 7 anos para uma escolinha de futebol quando foi abordado pelos criminosos. Marcos Vinícius Cerqueira Oliveira, de 28 anos, foi baleado na frente do filho, que estava no banco de trás do carro, na Rua Dulce Rosalina. De acordo com testemunhas, Marcos levava o filho para a escolinha de futebol do Vasco da Gama no momento em que foi surpreendido pelos assaltantes. O menino não ficou ferido e, após o crime, foi levado pela mãe. Segundo a Polícia Militar, Marcos dirigia pela via quando foi abordado por dois criminosos em uma motocicleta e foi atingido por um disparo. Policiais do 4º BPM (São Cristóvão) foram acionados e encontraram a vítima ferida no local. Marcos chegou a ser socorrido e encaminhado ao Hospital Municipal Souza Aguiar, no Centro do Rio, mas não resistiu aos ferimentos. O Corpo de Bombeiros também esteve na ocorrência, e o policiamento foi reforçado na região após o ataque. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) investiga o caso. Em nota, a Polícia Civil informou que diligências estão em andamento para apurar as circunstâncias da morte. Notícia anterior Polícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 Prefeitura de Osasco descarta centenas de livros de biblioteca pública 25/04/2026 Flávio reage ao vazamento de seu plano de governo que prevê congelar aposentadorias 23/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia

STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia Em 2022, Bolsonaro afirmou que a procuradora teria ‘forjado provas’ em investigação contra ele Por Maria Magnabosco | O Estado de S.Paulo 28/04/2026 Jair Bolsonaro é alvo de queixa-crime de procuradora, a quem acusou de forjar provas Foto: Wilton Junior/Estadão A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), por unanimidade, reconheceu nesta terça-feira, 28, a competência da Corte para processar e julgar uma queixa-crime apresentada pela procuradora da República Monique Cheker Mendes contra Jair Bolsonaro (PL) por calúnia. O caso aconteceu em janeiro de 2022, quando o então presidente afirmou que ela teria “forjado provas” em investigação contra ele. A fala ocorreu em entrevista ao programa “Pingos nos Is”, da emissora Jovem Pan. O caso dizia respeito a um suposto crime ambiental (pesca em área protegida) praticado em 2012, quando Bolsonaro ainda exercia o mandato de deputado federal. Em março de 2023, ministra Cármen Lúcia, relatora do caso, remeteu o processo à Justiça Federal no Distrito Federal, porque, naquela época, o STF não seria a instância competente para analisá-lo, uma vez que Bolsonaro não tinha mais foro na Corte após o fim do mandato presidencial. No entanto, o Ministério Público Federal recorreu dessa decisão sob o argumento de que a Corte alterou a jurisprudência sobre o alcance do foro privilegiado. Em uma sessão virtual em 2024, a relatora havia votado contra o recurso da PGR. Na sessão desta segunda-feira, a ministra reviu sua posição. Ela justificou a mudança ao destacar que, em março de 2025, após o início do julgamento do recurso, o Plenário do STF fixou o entendimento de que a prerrogativa de foro para crimes praticados no exercício do cargo e em razão das funções deve ser mantida mesmo após o afastamento, ainda que o inquérito ou a ação penal tenham início posteriormente. Diante dessa mudança de entendimento, ela votou para reconhecer a competência do STF para julgar a queixa-crime da procuradora. Os ministros Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin e Flávio Dino acompanharam a relatora. Ainda na sessão, o colegiado determinou a intimação da procuradora e de Bolsonaro para se pronunciarem, em 10 dias, sobre eventual interesse na realização de audiência de conciliação. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalMPF Ministério Público FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio 29/04/2026 STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia 28/04/2026 Prefeitura de Osasco descarta centenas de livros de biblioteca pública 25/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morto em tentativa de assalto levava o filho de 7 anos para escolinha de futebol quando foi baleado na Zona Norte do Rio STF julgará queixa-crime de procuradora contra Bolsonaro por calúnia Prefeitura de Osasco descarta centenas de livros de biblioteca pública Flávio reage ao vazamento de seu plano de governo que prevê congelar aposentadorias ‘Fim da 6×1 não quebra o país. Direita resolveu defender a elite’, diz deputado ex-bolsonarista Otoni de Paula Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.