Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção

MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Primeiro Comando do Maranhão (PCM), que atua na capital São Luís, teria se beneficiado dos desvios Por Heitor Mazzoco | Veja 15/06/2026 Primeiro Comando do Maranhão (PCM) teria recebido parte de verba desviada (MP-MA/Divulgação) Uma operação coordenada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público do Maranhão, batizada de Benedictio, prendeu um grupo investigado em esquema de desvio de 9,6 milhões de reais em verbas públicas parcialmente direcionadas ao crime organizado. A operação deflagrada nesta segunda-feira, 15, cumpriu mandados de prisão preventiva contra Evania Maria Sousa Nicacio, Lucivânia Martins Alves Siqueira, José Roberto Santos Cunha e Cristiana Serra Duarte Cunha, além de buscas e apreensões em 12 endereços. “Os alvos são investigados por integrar uma organização criminosa voltada ao desvio de verbas públicas oriundas de convênios e emendas parlamentares, lavagem de dinheiro e associação com facção”, disse o MP-MA, por meio de nota. Durante as diligências, o vereador de São Luís Beto Castro (Avante) foi preso em flagrante por posse irregular de arma de fogo. No total, ao menos 15 pessoas são investigadas. De acordo com as apurações da Promotoria até o momento, o grupo “teria criado uma sofisticada rede formada por empresas de fachada, operadores financeiros, agentes políticos e colaboradores encarregados de ocultar a origem e a destinação de recursos que deveriam ser aplicados em projetos sociais voltados à população mais vulnerável”, citou a Promotoria. Ainda segundo o MP, as investigações apontaram ainda “indícios de um núcleo armado e de intimidação vinculado, à época dos fatos, à facção criminosa Primeiro Comando do Maranhão (PCM), com atuação em comunidades da capital”. A facção, inclusive, teria se beneficiado dos desvios. Parte dos recursos teria sido usada para sustentar “uma verdadeira rede de proteção privada”, voltada a blindar a liderança do grupo e a impor o silêncio aos moradores das áreas sob domínio — tática conhecida como omertà e oriunda das máfias italianas. “A investigação é fruto do trabalho do Gaeco, que reuniu ao longo de várias fases as provas que embasaram as medidas cautelares. E quando se soma a esse trabalho a integração com a Seic, a Polícia Militar e a inteligência da Caei no momento do cumprimento, o resultado é ainda melhor: ganhamos capacidade operacional para chegar a todos os alvos e desarticular uma estrutura que desviava recursos dos mais vulneráveis e se associava a uma facção criminosa. Seguimos com o compromisso de recuperar os ativos desviados”, afirmou o coordenador do Gaeco, Haroldo Paiva de Brito. Segundo informações oficiais, durante o cumprimento dos mandados, as equipes apreenderam aparelhos celulares, computadores, notebooks, mídias de armazenamento, documentos, registros contábeis, mais de 300 mil reais em espécie, armas e veículos de luxo. Novas fases da operação não são descartadas diante do volume apreendido — equipamentos eletrônicos e mídias digitais serão encaminhados para perícia para extração e análise dos dados. O nome da operação deriva da palavra latina Benedictus, que significa “abençoado”, em referência direta ao nome da entidade investigada, o Instituto Sê Tu Uma Bênção. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio

Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio

Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio Vítima estava como passageira do veículo, que trafegava na Avenida Antares, quando foi atingida Por Rafael Saldanha | CNN Brasil 14/06/2026 Caso aconteceu na Avenida Antares • Reprodução/Google Maps Uma mulher de 28 anos morreu baleada enquanto estava dentro de uma van em Santa Cruz, na zona Oeste do Rio de Janeiro, neste sábado (13). Segundo a Polícia Militar, Carolina da Silva Rodrigues estava como passageira do veículo, que trafegava na Avenida Antares, quando foi atingida. O motorista prestou socorro e encaminhou a vítima ao Hospital Municipal Pedro II, também em Santa Cruz. Policiais militares do 27º BPM (Santa Cruz) foram acionados para o hospital. Após dar entrada na unidade, ela não resistiu aos ferimentos. Não foi informado em qual parte do corpo ela foi baleada ou por quantos disparos foi atingida. O caso foi registrado na DHC (Delegacia de Homícidios da Capital). Agentes realizam diligências para apurar a autoria do crime e esclarecer os fatos. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Plano de estourar os cofres públicos

Plano de estourar os cofres públicos

Plano de estourar os cofres públicos O Senado ataca os cofres públicos ao aprovar bombas fiscais para atingir ao governo Lula, mas, na verdade, erra o alvo e acerta o país Por Míriam Leitão | O Globo 14/06/2026 Plenário do Senado após aprovar a renegociação de dívidas rurais — Foto: Carlos Moura/Agência Senado Todo ano eleitoral, os políticos, de governo e oposição, ampliam gastos públicos, mas é difícil encontrar paralelo ao que está acontecendo agora. O Senado resolveu atacar os cofres públicos com dois objetivos, ambos condenáveis: fazer demagogia eleitoral e constranger o presidente Lula. O que se diz em Brasília é que o senador Davi Alcolumbre, por rancor, continua tentando atirar em Lula. Errou o alvo, senador, e acertou o Brasil. Os senadores da oposição estão acusando o governo de gastador e fazendo o elogio da austeridade. Ao mesmo tempo, criam mais despesas. Quando criticam a gestão atual têm razão em vários pontos, mas as pautas que avançam no Senado desequilibram o país. Nove medidas que tramitam no Senado e na Câmara estão contratando um gasto extra de R$ 111 bilhões por ano, segundo nota do governo. Na última semana, o Senado aprovou a renegociação da dívida rural no plenário. A senadora Tereza Cristina, ex-ministra do governo Bolsonaro, justificou a gastança dizendo que era para “um setor que carrega o Brasil nas costas”. O agronegócio não carrega o Brasil, mas é importante. Esta dívida rural, que pode ser renegociada, havia sido contratada com juros subsidiados. Dar novo desconto em cima de dinheiro já incentivado é transferir mais renda para o agronegócio. Pela proposta, a dívida rural passará a ter taxas ainda menores, além do perdão de juros e multas por atraso. O custo seria coberto pelo Fundo Social formado com receitas do pré-sal. O governo fala no valor de R$ 140 bilhões em 13 anos. Outras propostas andaram em comissões. Uma delas prevê um salto no piso de médicos e dentistas. Sai de R$ 3.600 para R$ 13.600 e dá outras vantagens. A alta pesa nas contas dos governos federal, estaduais e municipais. Um trecho estabelece que estados e municípios poderão transferir alguns custos para a União. De novo, a contradição. Senadores que são contra a redução da jornada, defendendo a livre negociação entre patrões e empregados, votam a favor de um projeto que fixa com quantos minutos de trabalho o profissional tem que fazer uma pausa. O projeto que favorece os agentes comunitários de saúde e de combate às endemias vai no sentido inverso ao que o país tem de ir. Antecipa a aposentadoria desses servidores, quando todo o esforço do país tem sido o de adiar as aposentadorias. Também no sentido contrário ao que seria sensato, o Congresso está aprovando a ampliação das renúncias fiscais para as igrejas. O projeto é de Marcelo Crivella, que legisla em causa própria. O custo do benefício tributário aos templos já é muito alto. Agora eles não pagarão impostos nos serviços e bens que comprarem. O Congresso quer fazer agrados a segmentos do eleitorado e deixar com o governo o ônus de vetar. É uma briga irresponsável por votos com o dinheiro público. O tamanho da conta e quem vai pagá-la não interessa aos congressistas. No Senado, na semana passada, foram vários projetos com o mesmo efeito de arrombar os cofres públicos. Alcolumbre transformou a sua presidência em instrumento para se vingar do governo. — Na verdade, a motivação é essencialmente política, colocar o governo no córner num ano de eleições, quando o próprio governo segue um caminho de expansão fiscal com “bondades”. Vamos denominar isso de uma corrida populista para o fundo do poço fiscal — diz o economista Claudio Frischtak da Inter.B Consultoria. A economista Juliana Inhasz, do Insper, também usa a mesma imagem. — A gente não consegue enxergar o fundo desse poço.Há a possibilidade de o governo, lembrou a economista, recorrer ao STF, mas isso agravaria ainda mais o conflito entre os Poderes. O governo Lula passou três anos reclamando do peso fiscal deixado por Jair Bolsonaro com as medidas eleitoreiras de 2022. Agora tem feito a mesma coisa. A isenção do imposto de renda para salários até R$ 5 mil é parte do plano de justiça tributária. Mas alguns projetos são apenas populismo eleitoral. O problema de o governo e a oposição juntos quebrarem os cofres públicos é que, no ano que vem, a conta chegará para quem for administrar o país. O pagador de todas as promessas é o contribuinte. Não existe dinheiro em abstrato. O governo paga contas com o nosso dinheiro ou se endivida em nosso nome. Com bombas fiscais e bondades eleitorais, o Brasil contratará uma enorme crise para breve. (Com Ana Carolina Diniz e Luciana Casemiro) Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPP ProgressistasPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSenadorSenadoraUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Das 10 companhias que mais receberam do Master, 4 têm sinais de empresa de fachada; veja ranking 13/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Vorcaro diz à PF que contrato de R$ 129 milhões com mulher de Moraes não teve contrapartida

Vorcaro diz à PF que contrato de R$ 129 milhões com mulher de Moraes não teve contrapartida

Vorcaro diz à PF que contrato de R$ 129 milhões com mulher de Moraes não teve contrapartida Na proposta de delação premiada de Daniel Vorcaro rejeitada pela PF na semana passada constava, sim, o nome de Alexandre de Moraes num dos anexos. Por Lauro Jardim | O Globo 14/06/2026 O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexnadre de Moraes e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro — Foto: Fotos de Brenno Carvalho/O Globo e Ana Paula Paiva/Valor Vorcaro admite que o contrato de R$ 129 milhões com Viviane, mulher de Moraes, tinha como objetivo se aproximar do ministro. Mas, garante, nenhuma contrapartida foi dada. Nenhum ato de ofício existe que comprometa Moraes. Pode ser. O que compromete, no entanto, é um contrato assumidamente feito com o objetivo de criar boa relação com uma autoridade. E, pior, com um valor exorbitante e injustificável. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Vorcaro diz à PF que contrato de R$ 129 milhões com mulher de Moraes não teve contrapartida 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Das 10 companhias que mais receberam do Master, 4 têm sinais de empresa de fachada; veja ranking

Das 10 companhias que mais receberam do Master, 4 têm sinais de empresa de fachada; veja ranking

Das 10 companhias que mais receberam do Master, 4 têm sinais de empresa de fachada; veja ranking Cinco destinatários dos recursos declarados como pagamentos têm ligação com cúpula do banco; outros três possuem beneficiários de auxilío emergencial na direção OUTRO LADO: procurado, Master disse que não comentaria o assunto Por Marina Pinhoni, Joana Cunha e Thaísa Oliveira | Folha de S.Paulo 13/06/2026 Fachada da Zero Burocracia, na av. Sapopemba, zona leste de São Paulo. Seus dados aparecem no cadastro da Ouro Negro, firma que recebeu R$ 220 milhões do Master – Rafaela Araújo/Folhapress São Paulo (SP) e Brasília – Números de telefone (11) 1111-1111, emails contato@contato.com e endereços em bairros periféricos. Sócios ocultos ou que receberam auxílio emergencial. Estas são as características de algumas das empresas que ganharam os maiores pagamentos do Master em transações classificadas pelo banco como serviços prestados. Das 10 firmas que receberam mais dinheiro da instituição de Daniel Vorcaro — somando R$ 1,2 bilhão no total —, 4 têm algum sinal de empresa de fachada ou possuem informações inconsistentes registradas nos cadastros da Receita Federal, segundo levantamento feito pela Folha a partir de dados enviados pelo fisco à CPI do Crime Organizado. Além da Midias Promotora, que no mês passado foi alvo de busca e apreensão na esteira do caso Master, as outras empresas se chamam Telure, Metanoein e Nanook. Outras cinco companhias — Ouro Negro, MSG, MDSV, Terra Firme e uma filial dela — se encaixam em perfil diferente: possuem alguma ligação direta com a cúpula do próprio banco. A única que foge a esses dois padrões é o escritório Barci de Moraes, da mulher do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). Procurada pela reportagem em 28 de abril, a assessoria de imprensa do Master disse que não iria se manisfestar. Veja o ranking das firmas que receberam os maiores pagamentos do banco entre 2022 e 2025: Veja o ranking  1º – Ouro Negro 2º – Terra Firme 3º – Midias Promotora 4º – Telure 5º – MSG 6º – Metanoein 7º – MDSV 8º – Nanook 9º – Barci de Moraes 10º – Terra Firme (outro CNPJ)   1º – Ouro Negro No topo da lista, com quase R$ 220 milhões recebidos, está a Ouro Negro Empreendimentos e Participações, sociedade anônima que tem como diretor David Lopes Monteiro. Ele é irmão de Daniel Lopes Monteiro, advogado preso na operação Compliance Zero, apontado como operador jurídico-financeiro da estrutura do Master. No CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) da Ouro Negro está registrado como sede um endereço na avenida Luiz Carlos Berrini, centro empresarial na zona sul de São Paulo, porém, o telefone e o email para contato são da empresa Zero Burocracia, que fica na avenida Sapopemba, zona leste da capital. O local é um pequeno prédio com pichações na fachada. No térreo há uma loja de colchões e um serviço de reparo de vidros automotivos. A reportagem entrou em contato pelo telefone atribuído à Ouro Negro no cadastro da Receita. Quem atendeu foi André Cardoso da Silva, sócio-administrador da Zero Burocracia. Ele diz não ter ligação com o caso. Afirmou que foi contratado só para fazer “serviços paralegais” para a Ouro Negro e que, por “erro de uma funcionária”, seus dados foram parar no cadastro da firma de David Monteiro. A Folha também tentou contato com David Monteiro, em 13 de maio, pelos emails de outras dez empresas em que ele figura como diretor ou sócio. Procurada em 29 de abril, a assessoria de imprensa de seu irmão Daniel Monteiro também não se manifestou.  2º – Terra Firme Em segundo lugar no ranking, com quase R$ 186 milhões, vem a Terra Firme da Bahia LTDA, de Augusto Lima, ex-sócio do Master, que também chegou a ser preso na Compliance Zero e passou a usar tornozeleira eletrônica. A Terra Firme tem um outro braço, com CNPJ diferente, que aparece em décimo no ranking. Procurada em 29 de abril, a assessoria de imprensa de Lima diz que a defesa dele não vai comentar e não respondeu quais foram os serviços prestados.  3º – Midias Promotora Na sequência vem a Midias Promotora LTDA, que recebeu mais de R$ 126 milhões registrados como serviços prestados ao Master. Conforme revelou a Folha em abril, a empresa tem como sócio-administrador Gilson Bahia Vasconcelos, beneficiário do auxílio emergencial do governo na pandemia e réu em processo por golpe de um call center contra aposentados do INSS. Bahia Vasconcelos também é administrador de outra firma chamada Midias Promotora LTDA – SCP1, que tem como sócia a Midias Promotora. O modelo de SCP (Sociedade em Conta de Participação) é uma estrutura com menor regulação que permite a entrada de sócios em posição oculta. O endereço informado pela Midias SCP1 em Bangu, zona oeste do Rio de Janeiro, é exatamente o mesmo que aparece no cadastro da Metanoein, empresa que ocupa a sexta posição do ranking. Um mês após a reportagem da Folha, a Midias Promotora foi alvo de busca e apreensão em operação que investiga aplicações de R$ 3 bilhões do Rioprevidência (fundo de pensão dos servidores do Rio de Janeiro), no Master. Na reportagem sobre Bahia Vasconcelos, a Folha conversou com o advogado dele, que negou participação do administrador no call center do caso em que é reú por estelionato e diz que ele cumpre medidas cautelares. Sobre a Midias Promotora LTDA, diz que as movimentações financeiras são legais. A reportagem voltou a procurar o advogado em 29 de abril e em 6 de maio, mas não houve atualização de suas manifestações.  4º – Telure A quarta empresa também está ligada a uma pessoa que foi beneficiária de auxílio emergencial na pandemia. Fabia Franca, que recebeu R$ 5.250 do governo, aparece como diretora da Telure Participações S.A, que obteve R$ 110,8 milhões do Master. A Folha não conseguiu contato pelo telefone (11) 1111-1111 nem pelo email contato@contato.com, registrados no CNPJ. As tentativas foram feitas em 29 de abril.  5º – MSG Em quinto lugar, com quase R$ 106 milhões, está a MSG Serviços Empresariais LTDA — dos ex-sócios do banco Felipe Wallace Simonsen e de Armando Miguel Gallo Neto. Em 29 de abril e em 14 de

EUA admitem ter enviado “recado” à América Latina após operação na Venezuela

EUA admitem ter enviado “recado” à América Latina após operação na Venezuela

EUA admitem ter enviado “recado” à América Latina após operação na Venezuela Ação foi anunciada por Washington e Caracas e teria ocorrido no estado de Bolívar; líder da facção venezuelana Tren de Aragua foi morto Por Raony Salvador | Fórum 13/06/2026 Donald Trump | Wikemedia Commons A morte de Héctor Rusthenford Guerrero Flores, o Niño Guerrero, foi tratada pelo governo dos EUA como um recado direto à América Latina. Apontado como principal líder da facção venezuelana Tren de Aragua, ele foi morto em uma operação militar anunciada na noite de sexta-feira (12) por Washington e Caracas. Neste sábado (13), o Pentágono afirmou que a ação envia uma “mensagem clara” à região. Patrick Weaver, subchefe de gabinete do secretário de Defesa dos EUA, Pete Hegseth, escreveu nas redes sociais que “não há refúgio para narcoterroristas em nosso hemisfério” e disse que o Departamento de Defesa seguirá atuando na América Latina. O presidente Donald Trump também comemorou a operação. Segundo ele, o ataque foi “rápido e letal” e executado pelo Comando Sul dos Estados Unidos, em cooperação com autoridades venezuelanas. O republicano publicou um vídeo curto que mostra uma explosão em uma área cercada por vegetação. As imagens não permitem identificar pessoas no local. Caracas confirmou a morte logo depois. De acordo com o regime venezuelano, a operação ocorreu no estado de Bolívar, no sudeste do país, e envolveu confrontos com integrantes de estruturas do crime organizado. Pressão sobre o Brasil A ofensiva dos EUA contra o Tren de Aragua ocorre no mesmo momento em que Washington amplia a pressão sobre facções brasileiras. No último dia 5 de junho, o Departamento de Estado passou a classificar o PCC e o Comando Vermelho como Organizações Terroristas Estrangeiras e Terroristas Globais Especialmente Designados. A medida foi impulsionada pelo lobby de Flávio e Eduardo Bolsonaro junto ao governo Trump. No Brasil, autoridades e especialistas alertam que a decisão pode ter efeitos que vão além do combate ao crime organizado. O assessor especial da Presidência, Celso Amorim, defendeu a cooperação internacional em temas como lavagem de dinheiro e contrabando de armas, mas afirmou que ela não pode servir de pretexto para ingerência externa. “Pretexto para intervenção é inaceitável”, disse. O Fórum Brasileiro de Segurança Pública também critica a classificação e aponta riscos para a soberania, o sistema financeiro e os mecanismos de cooperação policial entre Brasil e Estados Unidos. Já o promotor Lincoln Gakiya, do Gaeco de São Paulo, afirmou que enquadrar facções brasileiras como terroristas pode deslocar o combate ao crime da esfera policial para a militar e abrir brecha para ações unilaterais em território brasileiro. A crítica central é que PCC e CV são organizações criminosas de perfil mafioso, com domínio territorial, infiltração estatal e atuação econômica, mas não se enquadram no conceito jurídico internacional de terrorismo adotado pela maioria dos países. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Dois pesos e duas medidas: como a imprensa e a Faria Lima ignoraram a inflação de Bolsonaro e amplificam a de Lula

Dois pesos e duas medidas: como a imprensa e a Faria Lima ignoraram a inflação de Bolsonaro e amplificam a de Lula

Dois pesos e duas medidas: como a imprensa e a Faria Lima ignoraram a inflação de Bolsonaro e amplificam a de Lula Com Bolsonaro, problemas reais foram tratados como conjunturais. Com Lula, a estabilidade virou alerta vermelho Por Chico Cavalcante | Fórum 13/06/2026 Lula e Bolsonaro | Presidencia da Repbulica/Montagem: Revista Fórum O IPCA de maio veio acima do esperado. Subiu 0,58%, puxado pelos alimentos, e a inflação acumulada em 12 meses chegou a 4,72%. O número está acima do teto da meta do Banco Central, que é de 3% com tolerância de 1,5 ponto. A categoria alimentação no domicílio teve alta de 1,65% no mês – a maior para maio em 18 anos. É verdade que ainda há efeitos da guerra no Oriente Médio e do El Niño, e a tendência é de resistência inflacionária. Tanto que economistas já reduziram as expectativas para a queda dos juros. Essa foi a reação da imprensa ao dado de junho. E não é de se estranhar: a inflação segue como um dos indicadores mais sensíveis da economia. Ela corrói o poder de compra, condiciona a política monetária e pauta o debate fiscal. Só que, mais do que os números, interessa observar como a imprensa e o chamado mercado financeiro interpretam e comunicam esses números. E aí a coisa muda de figura. Durante o governo Bolsonaro, a inflação chegou a superar os expressivos 10%, com forte expansão da dívida pública e flexibilização do teto de gastos. Ainda assim, o discurso predominante da imprensa e do mercado financeiro foi de tolerância. Atribuiu-se a alta a choques externos – pandemia, cadeias produtivas desorganizadas, commodities em disparada. O Banco Central, quando citado, aparecia como uma espécie de fiador solitário do regime de metas. Mas risco sistêmico, descontrole fiscal ou hiperinflação nunca estiveram na pauta. Já a partir de 2023, com o retorno de Lula, graças aos acertos da área econômica a cargo de Fernando Haddad, a inflação caiu para patamares próximos de 4%, dentro da meta do Conselho Monetário Nacional. Os gastos públicos passaram a respeitar os limites da Lei de Responsabilidade Fiscal. O desemprego recuou a níveis historicamente baixos. Apesar disso, o tom dominante na imprensa e entre analistas de mercado passou a ser o de alarde: desancoragem das expectativas, risco de descontrole fiscal, ameaça de hiperinflação. Amplificam-se cenários pessimistas diante de dados concretos que apontam estabilidade. Por que tamanha assimetria? Não é pelos indicadores – isso é evidente. A diferença está na relação política entre governo e chamado “mercado” – os donos do capital. Bolsonaro era lido como alinhado à agenda neoliberal, com Paulo Guedes à frente de um programa de privatizações e reformas. Isso funcionava como um escudo. Os problemas eram relativizados, tratados como conjunturais. Lula, ao contrário, carrega a marca de políticas sociais e maior presença do Estado. E isso desperta uma desconfiança estrutural no capital. O discurso de risco, nesse contexto, opera como instrumento de pressão política: ajuda a manter os juros elevados e a limitar a expansão de programas sociais. As consequências não são meramente retóricas. Ao amplificar riscos sob Lula, imprensa e mercado alimentam um ambiente de desconfiança que pode influenciar as decisões do Banco Central e inibir investimentos, influenciando decisivamente no humor eleitoral. Ao relativizar os problemas sob Bolsonaro, normalizaram uma situação de inflação elevada e deterioração fiscal. Em ambos os casos, a cobertura revela mais as disputas políticas do que a realidade dos números. O que se tem, portanto, é dois pesos e duas medidas na leitura da inflação brasileira. Com Bolsonaro, problemas reais foram tratados como conjunturais. Com Lula, a estabilidade virou alerta vermelho. A narrativa econômica não é neutra. Ela é atravessada por interesses políticos e ideológicos. Reconhecer essa assimetria é condição para entender não apenas os índices de preços, mas o jogo de poder que se desenrola em torno deles. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BCCMN Conselho Monetário Nacional Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Defensoria processa Prefeitura de Petrópolis por falhas em elevador de hospital

Defensoria processa Prefeitura de Petrópolis por falhas em elevador de hospital

Defensoria processa Prefeitura de Petrópolis por falhas em elevador de hospital Órgão pede conserto imediato do equipamento, plano emergencial de atendimento e indenização de R$ 10 milhões; elevador é o único meio de transporte de pacientes entre os andares do Hospital Nelson de Sá Earp. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 13/06/2026 Hospital Municipal Nelson de Sá Earp, em Petrópolis — Foto: Anna Beatriz Thomás A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro entrou com uma ação civil pública contra a Prefeitura de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, por causa dos problemas recorrentes no elevador do Hospital Municipal Nelson de Sá Earp (HMNSE). Segundo o órgão, a situação tem provocado impactos diretos no atendimento de pacientes e comprometido o funcionamento da unidade. De acordo com a ação, o equipamento é a única forma de transporte de pacientes em macas, cadeiras de rodas ou com mobilidade reduzida entre o térreo e os andares superiores do hospital, onde funcionam o Centro de Recuperação de Adultos (CRA), os leitos de internação e a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). A Defensoria destaca que o elevador voltou a apresentar pane total em 10 de junho, agravando uma série de problemas já registrados na unidade. Entre as consequências apontadas estão o adiamento de procedimentos médicos, dificuldades na transferência de pacientes, retenção de altas hospitalares, superlotação dos setores de emergência e obstáculos para a realização de exames e cirurgias. Um dos casos citados envolve uma paciente de 77 anos que teve um cateterismo de urgência adiado porque não havia condições de transportá-la entre os setores do hospital. Segundo a Defensoria, as falhas no elevador não são recentes. O histórico de interrupções já havia sido denunciado por vereadoras do município, pela Comissão de Direito Médico e da Saúde da OAB de Petrópolis e pelo Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro (Cremerj). Na ação, o órgão argumenta que a situação compromete a continuidade do serviço público de saúde e viola direitos fundamentais, como o acesso à saúde, à vida e à dignidade humana, além de representar riscos para pacientes internados e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). Ação pede plano emergencial Entre os pedidos apresentados à Justiça, a Defensoria solicita que o município seja obrigado a apresentar, em até 48 horas, um plano emergencial para garantir o funcionamento do hospital enquanto o elevador permanecer inoperante. O órgão também pede o conserto definitivo do equipamento no mesmo prazo, sob pena de multa diária de R$ 10 mil. A ação requer ainda que a prefeitura apresente, em até 30 dias, um projeto definitivo para solucionar os problemas de acessibilidade vertical da unidade, incluindo a construção de uma rampa externa ou outra alternativa permanente que elimine a dependência exclusiva do elevador. Além disso, a Defensoria pede acesso aos documentos de manutenção do equipamento dos últimos cinco anos, a condenação do município ao pagamento de R$ 10 milhões por danos morais coletivos e a realização de fiscalização contínua da infraestrutura de acessibilidade do hospital. O Hospital Municipal Nelson de Sá Earp é uma unidade de urgência e emergência que funciona 24 horas por dia e é o único hospital municipal de Petrópolis com atendimento especializado em trauma e saúde mental. Notícia anteriorPróxima notícia Petrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Vorcaro diz à PF que contrato de R$ 129 milhões com mulher de Moraes não teve contrapartida 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Dark Horse: o suposto elo entre o filme de Bolsonaro e o PCC, segundo a PF

Dark Horse: o suposto elo entre o filme de Bolsonaro e o PCC, segundo a PF

Dark Horse: o suposto elo entre o filme de Bolsonaro e o PCC, segundo a PF PF investiga financiamento de cinebiografia de Bolsonaro após identificar repasses de R$ 61 milhões de Daniel Vorcaro, empresa intermediária e fundo nos EUA ligado a lavagem de dinheiro envolvendo o PCC Por Ivan Longo | Fórum 13/06/2026 Mario Frias com Flávio, Carlos e o ator Jim Caviezel; produtora não comprova gastos com o filme – Foto: Reprodução A Polícia Federal (PF) investiga o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro, após identificar repasses de R$ 61 milhões feitos pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro por meio de uma empresa intermediária que também teria movimentado recursos com um fundo investigado por lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Os valores teriam sido encaminhados a pedido do senador Flávio Bolsonaro para o fundo Havengate, nos Estados Unidos, administrado por um advogado ligado ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. A investigação expõe as entranhas financeiras de uma produção que se apresentava como iniciativa privada e transparente. A PF analisa transações realizadas por Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, por meio da empresa Entre Investimentos e Participações, destinadas ao suposto financiamento do filme. Cerca de R$ 61 milhões teriam sido repassados a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o fundo de investimentos Havengate, sediado nos Estados Unidos. O fundo é administrado por Paulo Calixto, advogado que atua para o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), filho de Jair Bolsonaro. A avaliação preliminar da PF é de que as operações podem configurar crime de evasão de divisas. O caso ganhou novos contornos porque o nome de Vorcaro já havia aparecido em um áudio vazado do próprio Flávio Bolsonaro, no qual o senador cobrava o repasse de recursos para financiar a produção. O que antes era tratado como polêmica política agora é objeto de investigação criminal formal, com a PF avaliando a necessidade de aprofundamento antes de qualquer conclusão definitiva. As conexões com o esquema de lavagem de dinheiro do PCC O ponto mais sensível da investigação envolve o destino paralelo de recursos da mesma estrutura financeira. A empresa intermediária dos repasses, a Entre Investimentos e Participações, também teria movimentado R$ 20 milhões com o FIDC Gold Style, fundo administrado pela Reag Trust. Esse fundo é investigado por receber cerca de R$ 1 bilhão de empresas identificadas como parte de um esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC). Documentos bancários obtidos pelo The Intercept Brasil apontam ainda uma transferência internacional via SWIFT datada de 13 de fevereiro de 2025, com remessa de US$ 2 milhões para o Havengate. Os registros indicam também um cronograma de quase US$ 24 milhões distribuídos em 14 desembolsos previstos entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Apesar das conexões financeiras, a apuração destaca que isso não significa, por si só, que os Bolsonaro ou Vorcaro tenham relação direta com o PCC. Esse é justamente o ponto que a Polícia Federal busca esclarecer: o elo financeiro entre as estruturas. A defesa da produtora e a “perícia investigativa preventiva” Diante do avanço das investigações, a defesa da Go Up Entertainment, produtora de Dark Horse comandada por Karina Ferreira da Gama, adotou uma estratégia de antecipação jurídica. A empresa encomendou o que chamou de “perícia investigativa preventiva”, com o objetivo de demonstrar que não houve desvios nem uso de verbas públicas na produção. O laudo apresentado afirma que o custo total do filme foi de US$ 13,4 milhões (cerca de R$ 75 milhões) e sustenta que não foram identificados incentivos fiscais, Lei Rouanet ou recursos da Prefeitura de São Paulo. No entanto, o próprio documento limita seu escopo aos materiais fornecidos pela defesa. O nome de Daniel Vorcaro não aparece no laudo, e a origem final dos recursos que chegaram ao Havengate não é investigada pela perícia privada. O advogado da produtora, Ricardo Sayeg, também recomendou o adiamento da estreia do filme para depois das eleições, sob o argumento de preservar a “natureza cultural e artística” da obra e evitar associação com o processo eleitoral. Implicações políticas e jurídicas A investigação da PF desmonta, peça por peça, a narrativa de que Dark Horse seria uma produção privada, transparente e sem vínculos políticos relevantes. O áudio de Flávio Bolsonaro cobrando repasses de Daniel Vorcaro já havia levantado suspeitas sobre o envolvimento direto da família Bolsonaro na captação de recursos. Agora, a apuração formal sobre evasão de divisas, somada à conexão da empresa intermediária com um fundo investigado por movimentar recursos ligados ao PCC, amplia o alcance do caso. A perícia privada apresentada pela defesa não abrange a totalidade do fluxo financeiro e se limita ao material fornecido pela própria produtora. Do ponto de vista político, a investigação atinge diretamente uma narrativa construída pelo entorno do ex-presidente Jair Bolsonaro de defesa da segurança pública e combate ao crime organizado. O pedido de adiamento do lançamento do filme, feito pela própria defesa, não encerra as dúvidas que seguem sob análise da Polícia Federal — e que ainda dependem de novas etapas de apuração para definição de responsabilidades. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

MP denuncia 13 políticos por uso eleitoral de feira agropecuária bancada pelo Estado de Rondônia

MP denuncia 13 políticos por uso eleitoral de feira agropecuária bancada pelo Estado de Rondônia

MP denuncia 13 políticos por uso eleitoral de feira agropecuária bancada pelo Estado de Rondônia Governo bancou estrutura para feira que virou palco de suposta campanha antecipada; estado diz não ter sido notificado sobre ação do MP Por Guilherme Matos | O Estado de S.Paulo 12/06/2026 A feira Rondônia Rural Show foi usada por diversos pré-candidatos como palco para suposta campanha política antecipada Foto: Governo do Estado de Rondônia/Divulgação O Ministério Público Eleitoral (MPE) acionou o Tribunal Regional Eleitoral de Rondônia (TRE-RO) contra 13 agentes públicos — incluindo senadores, deputados e vereadores — por propaganda eleitoral antecipada em evento de agropecuária no estado. A Rondônia Rural Show 2026 foi bancada pelo governo estadual e, somente em diárias de servidores de uma secretaria, custou R$ 115 mil aos cofres públicos. Em nota, a Secretaria do Estado de Agricultura (Seagri) afirmou não ter sido notificada sobre a representação do MPE e disse não ter tomado conhecimento oficial do processo por nenhum meio formal até o momento. A secretaria declarou estar à disposição para prestar esclarecimentos aos órgãos de controle e reiterou que todos os gastos públicos relacionados ao evento seguiram os trâmites legais e normativos aplicáveis. Na representação, o MPE sustenta que a feira realizada em Ji-Paraná entre os dias 25 e 30 de maio, foi utilizada como espaço para promoção pessoal e pré-campanha eleitoral antes do período permitido pela legislação. Entre as condutas apontadas estão a instalação de outdoors, a distribuição de brindes personalizados e a veiculação de mensagens consideradas de apelo eleitoral. Os senadores Marcos Rogério (PL-RO) e Jaime Bagattoli (PL-RO) foram denunciados. Segundo o MPE, outdoors exibidos durante o evento associavam a atuação de Bagattoli à destinação de recursos e investimentos públicos. Já Marcos Rogério responde pela utilização de outdoor com a mensagem “A mudança que Rondônia quer”, interpretada como conteúdo eleitoral. Ele disputa o governo estadual em campo oposto ao do atual governador Marcos Rocha (União Brasil), cujo partido apoia a candidatura do ex-prefeito de Porto Velho Hildon Chaves (União Brasil). Também figuram na ação os deputados federais Silvia Cristina Amancio Chagas (PP-RO), e Lúcio Mosquini (PL-RO), e os deputados estaduais Alex Redano (Republicanos) Cássio Gois (PSD), Cirone Deiró (União Brasil), Laerte Gomes (PSD), Nim Barroso (PL) e Cláudia de Jesus (PT). A deputada federal Silvia Cristina é acusada de distribuir bonés, camisetas e ventarolas com seu nome, fotografia e identificação parlamentar durante a feira. Completam a lista o presidente da Câmara Municipal de Ji-Paraná, Marcelo José de Lemos (Republicanos), o vereador Márcio Freitas (PL) e a assessora técnica da Assembleia Legislativa de Rondônia Dalita da Silva Rover. Os representados terão oportunidade de apresentar defesa antes do julgamento pelo TRE-RO. Em nota, o MP informou que pediu a condenação dos agentes públicos, mas não especificou quais punições foram pedidas. A organização da Rondônia Rural Show 2026 mobilizou ao menos quatro servidores da Seagri por períodos que chegaram a 43 dias consecutivos. Dados do Portal da Transparência do Estado mostram que Érica Aparecida de Almeida Basques Ferrão recebeu R$ 34.888,00 em diárias, o maior valor individual entre os servidores. Scheyla Pessoa de Freitas recebeu R$ 32.930,00, Alex Fernandes Rosário, R$ 23.496,00, e Rafaela Alves da Silva Barreto, R$ 22.962,00. Juntos, os quatro acumularam R$ 115.276,00 em diárias pagas por uma das secretarias envolvidas na realização do evento. Segundo nota assinada pelo secretário de Agricultura, Luiz Paulo da Silva Batista, para a edição de 2026 o governo estadual investiu em infraestrutura, logística e serviços para a implantação de uma estrutura física de grande complexidade. A nota afirma ainda que a organização do evento exige “presença física contínua no local”. A secretaria afirmou que todos os gastos foram realizados “em estrita observância aos trâmites legais, normativos e de controle interno aplicáveis”. Notícia anteriorPróxima notícia Deputada EstadualDeputada FederalDeputado EstadualDeputado FederalGovernadorJi-Paraná ROMPE Ministério Público EleitoralPL Partido LiberalPorto Velho ROPP ProgressistasPrefeitoPSD Partido Social DemocráticoPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSenadorTRE-ROUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Após criação de novos penduricalhos, três procuradores do TCE-RJ receberam R$ 4,2 milhões cada em apenas um mês

Após criação de novos penduricalhos, três procuradores do TCE-RJ receberam R$ 4,2 milhões cada em apenas um mês

Após criação de novos penduricalhos, três procuradores do TCE-RJ receberam R$ 4,2 milhões cada em apenas um mês Pagamentos ocorreram em outubro de 2025 e superaram os valores recebidos por conselheiros do tribunal. Segundo a corte, montantes correspondem a verbas indenizatórias acumuladas ao longo de anos de trabalho. Por André Coelho Costa e Bette Lucchese | RJ2 12/06/2026 TCE-RJ rejeitou pedido para suspender concessão do metrô do RJ, nesta terça (7) — Foto: Reprodução Depois de revelar que um conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) recebeu quase R$ 3 milhões em um único mês, um levantamento do RJ2 identificou pagamentos ainda maiores dentro da corte. De acordo com a análise de contracheques emitidos a partir de outubro de 2025, três procuradores receberam, cada um, R$ 4,2 milhões líquidos em um único mês. Os valores foram pagos ao procurador-geral do TCE, Vittorio Constantino Provenza, ao subprocurador-geral Sergio Paulo de Abreu Martins Teixeira e ao ex-procurador-geral Henrique Cunha de Lima. Os pagamentos fazem parte de um conjunto de remunerações extraordinárias identificadas pelo RJ2 após a regulamentação de novos benefícios no tribunal. O levantamento também mostrou que dez altos funcionários do TCE receberam juntos mais de R$ 26 milhões líquidos em apenas um mês. Segundo a reportagem, parte dos valores corresponde a verbas indenizatórias acumuladas ao longo de dez e até vinte anos e quitadas de uma só vez. A análise dos contracheques identificou duas resoluções assinadas pelo presidente do TCE-RJ, Márcio Pacheco, pouco antes dos pagamentos. A primeira foi publicada em maio de 2025, logo após a aprovação, pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), de uma lei que ampliou benefícios originalmente destinados ao Ministério Público do Estado. Durante a votação, uma emenda incluiu também integrantes do Poder Judiciário e do Tribunal de Contas. A segunda resolução foi publicada em setembro e regulamentou dispositivos da nova legislação. Após a aprovação da lei e dos atos normativos do tribunal, novos benefícios passaram a integrar a remuneração de servidores da corte. Em nota, o Tribunal de Contas do Estado afirmou que os pagamentos citados não têm relação com os projetos aprovados pela Alerj nem com atos normativos editados pela própria corte. Segundo o TCE, os valores correspondem a verbas indenizatórias acumuladas ao longo de anos de trabalho e referentes a direitos já constituídos. O tribunal acrescentou que os pagamentos respeitaram decisões do Supremo Tribunal Federal e destacou que devolveu recursos do orçamento ao governo do estado em 2025. Quase R$ 3 milhões em um mês O maior pagamento identificado foi do conselheiro Rodrigo Melo do Nascimento, que recebeu quase R$ 3 milhões em outubro. Segundo o contracheque, ele recebeu mais de R$ 388 mil de remuneração após deduções e mais de R$ 2,5 milhões em outros valores indenizatórios, que incluíam, por exemplo, gratificação por excesso de trabalho. Outro caso que chamou atenção foi o da conselheira Mariana Montebello Willeman. Ela recebeu salários superiores a R$ 200 mil durante cinco meses consecutivos e, em fevereiro deste ano, o pagamento ultrapassou R$ 800 mil, sendo mais de R$ 141 mil de remuneração após deduções superiores a R$ 728 mil classificados como outros valores indenizatórios. O presidente do TCE-RJ, Márcio Pacheco, recebeu mais de R$ 360 mil em outubro. O contracheque registra mais de R$ 172 mil de remuneração após deduções e mais de R$ 195 mil em verbas indenizatórias. No mesmo mês, o conselheiro José Gomes Graciosa recebeu mais de R$ 1 milhão, sendo R$ 321 mil de remuneração após deduções e mais de R$ 828 mil em outros valores indenizatórios. Já o vice-presidente do Tribunal, Thiago Pampolha, o mais recente integrante do colegiado, recebeu em março quase R$ 100 mil em pagamentos classificados como outros valores indenizatórios, totalizando R$ 95.815,53 nessa rubrica. Ao longo do período analisado, os sete conselheiros titulares receberam juntos R$ 11,8 milhões. Condenado recebeu auxílio-alimentação Dois conselheiros titulares estão afastados das funções na corte. Marco Antônio de Alencar, afastado há quatro anos e que responde a processo por corrupção, recebeu cerca de R$ 600 mil no período analisado. Já Domingos Brazão, condenado a 76 anos de prisão por ser apontado como mandante do assassinato da vereadora Marielle Franco e preso desde março de 2024, continua recebendo salário de aproximadamente R$ 35 mil. O levantamento identificou ainda que Brazão recebeu quase R$ 10 mil de auxílio-alimentação entre fevereiro e abril deste ano. A analista sênior da Transparência Brasil, Bianca Berti, afirmou que o pagamento dessas indenizatórias não são ilegais, mas são “imorais”. “Essas verbas elas eram regulamentadas por cada órgão. Então eles tinham certa autonomia para definir como é que eles iriam pagar e que tipo de benefícios eles queriam distribuir tanto para os conselheiros, quanto para os servidores”. “Nesse caso específico do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro, por exemplo, eles estão, a princípio, legais. Imorais e irracionais”, afirmou ela. STF impôs transparência O levantamento do RJ2 só foi possível após o Supremo Tribunal Federal determinar maior transparência na divulgação das folhas de pagamento dos órgãos públicos, impedindo o uso de nomenclaturas que dificultassem a identificação das verbas recebidas. Os novos critérios para o pagamento dos chamados penduricalhos foram definidos pelo STF em março e passaram a produzir efeitos em maio. Desde então, segundo o levantamento, os pagamentos dos conselheiros passaram a ficar dentro do novo limite estabelecido, de até cerca de R$ 78,8 mil mensais, considerando as parcelas permitidas. Para Bianca Berti, o país precisa avançar para uma regulamentação mais clara sobre essas verbas. “A gente entende que seria muito positivo que o Brasil conseguisse construir uma legislação que desse conta dessas remunerações como um todo e dos benefícios que podem ser pagos e que não podem né”. “E principalmente é evitar que os órgãos tenham autonomia para desvirtuar verbas que são remuneratórias, que são benefícios decorrentes do trabalho que o servidor realiza, em verbas indenizatórias, que é a prática que esse alto escalão de certas instituições tem incorrido nesse processo de maximizar os ganhos deles próprios”, comentou. O que diz o TCE Em nota, o Tribunal de Contas do Estado afirmou que todos os pagamentos observaram rigorosamente a legislação vigente, as decisões do Supremo Tribunal Federal e os entendimentos aplicáveis sobre o tema. O órgão declarou que os valores destacados

TCU cria penduricalho que pode elevar salários de servidores em até 15%; entenda

TCU cria penduricalho que pode elevar salários de servidores em até 15%; entenda

TCU cria penduricalho que pode elevar salários de servidores em até 15%; entenda Segundo o tribunal, Gratificação por Atuação de Alta Complexidade alcançará ‘número restrito de servidores’. E foi instituída nos moldes de pagamentos feitos pelo STJ e TST. Por Mariana Assis | g1 12/06/2026 O plenário do Tribunal de Contas da União (TCU) — Foto: Divulgação/TCU Brasília – O Tribunal de Contas da União (TCU) criou uma gratificação para servidores que ocupam funções de direção, chefia e assessoramento e desempenham atividades classificadas como de alta complexidade técnica, de fiscalização e de gestão institucional. 💸O adicional poderá aumentar em até 15% a remuneração desses servidores. Em nota, o TCU afirmou que a gratificação alcançará um “número restrito de servidores” e que o impacto financeiro da medida está compatível com as dotações orçamentárias aprovadas para o órgão. A Corte não detalhou, no entanto, quantos servidores serão contemplados. A medida foi formalizada em ato publicado no boletim interno do tribunal nessa quinta-feira (11), assinado pelo presidente do TCU, ministro Vital do Rêgo, e pelo vice-presidente, ministro Jorge Oliveira. A informação foi divulgada pelo jornal “Folha de S.Paulo” e confirmada pelo g1. Segundo o TCU, a gratificação foi instituída nos mesmos moldes de medidas implementadas pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST) e pelo Conselho da Justiça Federal (CJF). Na justificativa da criação da Gratificação por Atuação de Alta Complexidade Técnica, de Fiscalização e de Gestão Institucional (GAAC), os ministros afirmam que o tribunal lida com um elevado volume de trabalho e que recebe, em média, cerca de 6 mil processos por ano e aprecia aproximadamente 80 mil atos de pessoal para fins de registro a cada exercício. De acordo com a portaria, o tribunal acompanha, anualmente, cerca de R$ 16,4 trilhões sob a ótica patrimonial, que considera bens, direitos e obrigações, e R$ 7 trilhões na perspectiva orçamentária, relacionada às receitas arrecadadas e às despesas empenhadas. “A GAAC possui natureza estritamente indenizatória e não integrará o vencimento ou a remuneração do cargo efetivo, tampouco comporá a base de cálculo para fins previdenciários ou para a apuração de quaisquer outros adicionais e gratificações”, diz trecho da portaria. “O TCU esclarece, ainda, que a instituição da gratificação decorre de ato administrativo editado no exercício de sua competência constitucional e em consonância com práticas recentemente adotadas por outros órgãos de cúpula do sistema de Justiça”, completou o tribunal, em nota. Notícia anteriorPróxima notícia CJF Conselho da Justiça FederalSTJ Superior Tribunal de JustiçaTCU Tribunal de Contas da UniãoTST Tribunal Superior do Trabalho Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

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