Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Três policiais penais são presos por facilitar entrada de materiais proibidos e dinheiro em presídio de Japeri

Três policiais penais são presos por facilitar entrada de materiais proibidos e dinheiro em presídio de Japeri

Três policiais penais são presos por facilitar entrada de materiais proibidos e dinheiro em presídio de Japeri Segundo as investigações, os agentes permitiam a entrada de materiais no presídio sem fiscalização em troca de vantagens financeiras. Por g1 Rio 12/06/2026 Material apreendido com policiais penais presos em flagrante — Foto: Divulgação Três policiais penais foram presos em flagrante na manhã desta sexta-feira (12) suspeitos de participar de um esquema de entrada irregular de materiais proibidos e dinheiro na Cadeia Pública João Carlos da Silva, em Japeri, na Baixada Fluminense. Segundo a Secretaria de Estado de Polícia Penal (Seppen), os agentes foram detidos durante uma operação da Corregedoria. Eles são investigados pelos crimes de associação criminosa e corrupção passiva qualificada. De acordo com as investigações, iniciadas no fim de maio pelo setor de inteligência da secretaria, os servidores permitiam a entrada de grandes volumes na unidade prisional sem a realização das revistas obrigatórias. A suspeita é de que eles recebiam vantagens financeiras para facilitar o ingresso de materiais ilícitos no presídio. Durante a ação desta sexta, os corregedores flagraram um dos policiais já dentro da unidade transportando, em uma mochila, nove maços de cigarro, dois carregadores de celular, alimentos, perfumes e ampolas de substâncias anabolizantes. Também foram encontrados cerca de R$ 28 mil em espécie. Ainda segundo a Seppen, o policial afirmou informalmente que os itens eram para uso próprio e que o dinheiro seria resultado da venda de uma motocicleta. No entanto, ele não apresentou documentação que comprovasse a negociação. O policial responsável pela portaria no momento da entrada do colega foi preso por supostamente não realizar a fiscalização obrigatória. Já o terceiro policial, que atuava no controle de acesso da unidade, também foi detido por suspeita de participação no esquema. Os celulares dos três agentes foram apreendidos e serão submetidos à perícia. A investigação aponta que o dinheiro encontrado seria destinado a detentos, com parte dos valores sendo repassada aos policiais envolvidos como pagamento pela atuação no esquema. As substâncias apreendidas foram encaminhadas para exame pericial, que irá confirmar a composição do material. Os três policiais penais permaneceram em silêncio durante o registro da ocorrência. Eles foram levados para a 63ª DP (Japeri), onde permaneceram custodiados à disposição da Justiça. Notícia anteriorPróxima notícia Japeri RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

‘Mandaram jogar até o coroa pro alto’: como o tráfico do TCP expulsava moradores das próprias casas

‘Mandaram jogar até o coroa pro alto’: como o tráfico do TCP expulsava moradores das próprias casas

‘Mandaram jogar até o coroa pro alto’: como o tráfico do TCP expulsava moradores das próprias casas Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) cumpriu 43 mandados de busca e apreensão nesta sexta-feira (12). Por Felipe Freire, Jefferson Monteiro, Letícia Gil e Fernando Zuba | g1 12/06/2026 Tráfico do São Carlos passou a ameaçar moradores e comerciantes da Cidade Nova — Foto: Reprodução/TV Globo O braço do Terceiro Comando Puro (TCP) que expulsava moradores das próprias casas e extorquia de comerciantes via na posse de imóveis mais uma fonte de lucro. Nesta sexta-feira (12), a Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco-IE) cumpriu 43 mandados de busca e apreensão contra o bando, que buscava expandir o domínio do Complexo de São Carlos para bairros do entorno, na região central do Rio de Janeiro, como a Cidade Nova. Em um áudio obtido pela polícia, um bandido fala sobre tirar um morador de casa: “O Marlon tava mandando eu jogar até o coroa pro alto e agarrar o imóvel.” Até a última atualização desta reportagem, 3 pessoas haviam sido presas em flagrante. Segundo a Draco, a tática do TCP era asfixiar moradores e comerciantes para forçar a desocupação do imóvel. “O tráfico de drogas desse complexo estava exigindo taxas exorbitantes para continuar o funcionamento, e com isso os comerciantes e moradores se viam obrigados a entregar o imóvel ou ser retirados mesmo”, informou o delegado Jefferson Ferreira. “Pessoas ligadas a essa organização invadiam o imóvel e se diziam ali legítimos possuidores”, emendou. A polícia afirma que esses locais viravam “patrimônio da facção” e eram usados pra lavar o dinheiro do tráfico. Os investigadores encontraram escrituras que, segundo eles, foram forjadas em cartório, para dar aparência de legalidade aos imóveis invadidos pelos criminosos. “Eles declaravam falsamente que exerciam a posse ali, induzindo a erro as pessoas que estavam comprando esses imóveis”, detalhou o delegado. Segundo a polícia, os criminosos consultavam uma suposta advogada para tirar dúvidas sobre como regularizar os imóveis. Segundo as investigações, um traficante de Minas Gerais que atua no São Carlos supervisiona as cobranças da população no entorno do complexo. Rafael Carlos da Silva Ferreira, o Parazão, coordena a venda de armas entre Minas e Rio. A polícia descobriu ainda que o principal chefe do São Carlos, Anderson Rosa Mendonça, o Coelho, age de dentro da cadeia. Além dele, Leonardo Miranda da Silva, o Léo Empada, e Marcílio Cheru de Oliveira também fazem parte do núcleo de comando da facção na comunidade. A Justiça também determinou o bloqueio de cerca de R$ 60 milhões e o sequestro de imóveis, veículos de luxo e outros bens apontados como parte do esquema de ocultação patrimonial da organização. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Alcolumbre imita Eduardo Cunha ao apostar em pautas-bomba contra o governo

Alcolumbre imita Eduardo Cunha ao apostar em pautas-bomba contra o governo

Alcolumbre imita Eduardo Cunha ao apostar em pautas-bomba contra o governo Na mira de investigações, presidente do Senado investe contra os cofres públicos Por Bernardo Mello Franco | O Globo 12/06/2026 O presidente do Senado, Davi Alcolumbre — Foto: Carlos Moura/Agência Senado Em clima de festa junina, Davi Alcolumbre acendeu o pavio e tapou os ouvidos. O presidente do Senado articulou a aprovação de três pautas-bombas na quarta-feira. Somadas, elas podem custar mais de R$ 200 bilhões aos cofres públicos. No plenário, os senadores aprovaram a criação de mais uma linha de crédito rural. O pretexto foi socorrer produtores prejudicados por conflitos internacionais ou eventos climáticos extremos. Segundo cálculos da Fazenda, o agrado aos ruralistas deve custar R$ 140 bilhões em dez anos. Um de seus principais defensores foi o governador gaúcho Eduardo Leite, que ensaiou concorrer ao Planalto como expoente do liberalismo. A generosidade também se espalhou pelo corredor das comissões. A de Assuntos Sociais aprovou aumento de 275% no piso de médicos e cirurgiões-dentistas. A de Constituição e Justiça fez avançar proposta que reduz a idade de aposentadoria e concede benefício integral a agentes de saúde e combate a endemias. O impacto previsto é de R$ 30 bilhões para a União, sem contar os gastos extras de estados e municípios. É necessário valorizar o serviço público, mas os senadores não parecem movidos apenas pelo senso de justiça. Pesaram o ano eleitoral, que costuma inspirar bondades com dinheiro público, e a cruzada de Alcolumbre contra o Planalto. O presidente do Senado havia insinuado um armistício após derrubar a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal. Ignorado por Lula, resolveu voltar ao ataque. Alcolumbre está nervoso. Sabe que pode ser atingido pela delação do empresário Roberto Augusto Leme da Silva, o Beto Louco, envolvido num esquema de fraudes em combustíveis. E teme o avanço das investigações do caso Master, que engoliu R$ 400 milhões de aposentados e pensionistas do Amapá. Sob pressão, o senador parece se inspirar no exemplo de Eduardo Cunha, que tentou usar as pautas-bombas para escapar da polícia na década passada. Para o ex-deputado, a festa não acabou bem. Notícia anterior GovernadorPSD Partido Social DemocráticoPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Alcolumbre imita Eduardo Cunha ao apostar em pautas-bomba contra o governo 12/06/2026 PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 Lavanderia da família de presidente do PL-RJ multiplica por oito faturamento no governo Cláudio Castro, com mais de 80% dos contratos sem licitação 10/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Alcolumbre e PT da Bahia aparecem em novo capítulo das revelações de Vorcaro

Alcolumbre e PT da Bahia aparecem em novo capítulo das revelações de Vorcaro

Alcolumbre e PT da Bahia aparecem em novo capítulo das revelações de Vorcaro Segredos do ex-banqueiro incluem pagamento milionário no exterior ao senador e detalhes de negócios dele com o partido de Lula Por Robson Bonin | Veja 11/06/2026 PAGAMENTO - Davi Alcolumbre: 30 milhões de dólares teriam sido depositados em contas no exterior (Carlos Moura/Agência Senado) Desde que eclodiu, o escândalo do Banco Master chama atenção por uma série de razões. Um dos maiores rombos financeiros da história do país, ele deixou um rastro de prejuízo estimado em mais de 50 bilhões de reais. A meteórica ascensão de Daniel Vorcaro e de sua instituição, sabe-se hoje, está intimamente ligada à construção de uma impressionante rede de conexões junto aos Três Poderes da República. O banqueiro transitava nas mais altas-rodas. Promovia festas nababescas, que misturavam atrizes, modelos estrangeiras, políticos, juízes, empresários e burocratas bem posicionados. Sua frota de jatos estava sempre à disposição dos poderosos e ele não economizava na hora de distribuir pequenos e grandes mimos a personagens influentes das mais diversas correntes ideológicas. Com acesso a tudo que o dinheiro pode comprar, parecia imune às adversidades reservadas aos mortais. Nada sugeria que essa situação um dia pudesse desmoronar. Até que desmoronou. Confinado há três meses em uma cela, Vorcaro, numa tentativa de mudar o destino que parece traçado, passou a emitir sinais de que pretende revelar segredos. Para conseguir mudar o futuro, o banqueiro precisa confessar seus crimes, contar os detalhes mais sórdidos de como construiu seu império e apontar nomes de comparsas e autoridades que se envolveram de alguma forma em suas trapaças. Essa possibilidade tem deixado Brasília em um característico estado de elevada tensão. Esse temor vai se mostrando justificado, conforme Vorcaro começa a revelar aos investigadores alguns de seus segredos. A nova leva de revelações pode comprometer nomes de altíssimo escalão, como autoridades graúdas do Congresso e membros do Judiciário. O ex-banqueiro promete detalhar crimes desconhecidos, como negociatas de valores vultosos e pagamentos de propinas. Por enquanto, são apenas palavras. Essas acusações graves precisarão ser acompanhadas das devidas provas. Se o ex-­banqueiro comprovar tudo o que diz, o que ele tem prometido fazer aos investigadores, o caso Master subirá a um patamar inédito em termos de escândalo. Conforme apurou a reportagem de VEJA, um dos novos e mais bombásticos segredos envolve o senador Davi Alcolumbre (União Brasil- AP), o presidente do Congresso. Segundo o relato, o ex-banqueiro teria feito a Alcolumbre um pagamento de 30 milhões de dólares, cerca de 155 milhões de reais. De acordo com proposta de confissão, o valor foi depositado em uma conta secreta no exterior e repassado ao parlamentar pelo apoio dado a uma demanda de interesse do Banco Master, em transação operada por Augusto Lima, ex-sócio de Vorcaro. O ex-banqueiro se dispôs também a falar sobre seus negócios nebulosos com o PT da Bahia, citando especialmente Rui Costa, chefe da Casa Civil de Lula até recentemente, que se mostraram fundamentais para a ascensão meteórica do Master. Segundo ele, a história começou em 2007, durante o governo Jaques Wagner, com o nome de Cesta do Povo. A iniciativa foi criada para permitir que servidores públicos estaduais realizassem compras em supermercados públicos com desconto direto na folha de pagamento. Com a entrada de Vorcaro na operação, o CredCesta virou uma das principais operações de crédito consignado na Bahia, especialmente na modalidade de Reserva de Cartão Consignado. Em 2022, já na gestão de Rui Costa, sucessor de Wagner, um decreto estadual restringiu a portabilidade dessas dívidas para outros bancos, medida que ampliou a presença da instituição financeira no setor. Ou seja,na prática, o governo do PT baiano realizou uma manobra para se tornar um dos principais parceiros de Vorcaro. O ex-banqueiro ainda não detalhou a que custo se deu essa relação. Alcolumbre e Costa sempre negaram qualquer envolvimento em irregularidades no caso Master. Vale repetir que os relatos de Vorcaro podem soar como acusações vazias, sem as devidas comprovações das negociatas. Os segredos que o ex-banqueiro deseja trazer à luz do dia não ficam apenas nos casos de Davi Alcolumbre e Rui Costa. Conforme apuração de VEJA, em conversas recentes com os investigadores, ele citou um membro do Judiciário que teria recebido dele 15 milhões de reais, dentro de um negócio completamente fora do padrão. Segundo o relato, o pagamento foi efetuado por Fabiano Zettel, o cunhado de Vorcaro que está preso, acusado de ser o operador financeiro das principais transações ilegais do Master. Vorcaro se prontificou a contar também os detalhes da atuação de outro membro do Judiciário que, segundo o ex-banqueiro, agiu secretamente na defesa dos interesses de seu banco quando a instituição já estava na iminência de ser liquidada pelo Banco Central no ano passado. Essa nova leva de revelações se soma a diversos rumores das últimas semanas de citações a outras autoridades por suposto envolvimento em negociatas do Master, a exemplo do senador Ciro Nogueira (PP-PI), do ex-governador do Rio Cláudio Castro e de Antonio Rueda, presidente do União Brasil. Desde a prisão, Vorcaro e seus advogados vêm prometendo colocar esses segredos em uma proposta de delação a ser aprovada pela Polícia Federal e pela Procuradoria-Geral da República. A primeira proposta, rejeitada há cerca de três semanas, foi considerada superficial por se restringir a casos que já estão sob investigação e não agregar informações relevantes a episódios conhecidos. A segunda proposta, entregue no início da semana passada, também teria frustrado os investigadores por motivos parecidos. De acordo com a defesa do ex-banqueiro, a recusa encontra explicação em um movimento que ocorreu nos bastidores com o objetivo de inviabilizar o acordo de colaboração do ex-dono do Master. Os advogados de Vorcaro fizeram chegar ao gabinete do ministro André Mendonça, relator do caso no STF, que PF e PGR não pareceram devidamente interessadas em passar a limpo algumas das graves denúncias, citando com exemplos o pagamento ao senador Davi Alcolumbre no exterior, caso que teria sido prontamente descartado pelos investigadores, assim com as histórias envolvendo membros graúdos do Judiciário. Os defensores que levaram a reclamação ao Supremo asseguraram que elas são consistentes e acompanhadas

PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio

PT pede que STF apure se "Dark Horse" virou caixa 2 para campanha de Flávio

PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio Partido pede que a Suprema Corte avalie emendas repassadas à ONG da produtora Por Helena Prestes e Tainá Falcão | CNN Brasil 10/06/2026 A fachada do Supremo Tribunal Federal (STF), localizada na Praça dos Três Poderes em Brasília • Fellipe Sampaio/STF Brasília – O PT (Partido dos Trabalhadores) enviou nesta quarta-feira (11) ao STF (Supremo Tribunal Federal) um pedido de investigação sobre o financiamento do filme “Dark Horse”, ficção inspirada na trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro. Na petição enviada ao ministro Flávio Dino, o partido sustenta que a produção pode ter sido utilizada como “caixa 2” para o financiamento da candidatura de Flávio Bolsonaro (PL) nas eleições de 2026. O PT pede que o STF investigue “o envolvimento de emendas parlamentares e a destinação dos recursos financeiros relacionados ao filme, bem como a atuação dos agentes públicos, privados e das pessoas jurídicas envolvidas”. Segundo o documento, há indícios de que o dinheiro destinado oficialmente à produção do filme tenha sido utilizado para promoção político-eleitoral, sob o pretexto da produção audiovisual. Financiamento de Vorcaro A petição cita a participação do ex-banqueiro e ex-dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, no financiamento do projeto e o envolvimento direto de Flávio nas negociações do financiamento da produção. À CNN Brasil, Flávio Bolsonaro confirmou o repasse de US$ 12 milhões (aproximadamente R$ 62 milhões) de Daniel Vorcaro para o filme. “O que se coloca em discussão é a possibilidade de que recursos milionários tenham sido canalizados para uma peça de propaganda política com impacto direto sobre o processo eleitoral de 2026”, afirma a legenda. O PT argumenta que, caso seja comprovado que recursos destinados ao filme foram utilizados para promover candidaturas ou movimentados por meio de estruturas destinadas a ocultar sua origem, a situação pode configurar abuso de poder econômico e caixa dois eleitoral. A legenda também questiona se todo o valor empenhado para a realização do filme foi realmente utilizado na produção. Ainda segundo a petição, os valores para a produção superariam os orçamentos de filmes premiados nacional e internacionalmente, enquanto relatos de bastidores veiculados pela imprensa mostram que o projeto teve corte de custos e problemas operacionais, fatos que seriam incompatíveis com o valor de financiamento do projeto. Equipe de produção Outro foco da petição é a rede de pessoas físicas e jurídicas ligadas ao projeto “Dark Horse”. O PT pede a apuração das relações entre a produtora Go Up Entertainment, sua proprietária Karina Ferreira da Gama, o ICB (Instituto Conhecer Brasil) e outras entidades associadas ao mesmo grupo. Segundo o partido, investigações já em andamento apuram repasses de recursos públicos ao ICB, assim como possível utilização de contratos públicos e emendas parlamentares a entidades ligadas aos responsáveis pelo filme. A petição também pede a investigação da participação do deputado federal Mario Frias (PL-SP), que assina roteiro e produção do filme. O PT afirma que o parlamentar aparece como “agente político interessado” e como destinador de emendas para entidades vinculadas aos responsáveis pela produção. Outras investigações No último mês, o MPTCU (Ministério Público junto ao TCU) também solicitou ao Tribunal de Contas que investigue eventuais irregularidades no filme “Dark Horse”. No requerimento, o MPTCU requer que a Corte decida pela adoção das seguintes medidas: apure eventual utilização de incentivos fiscais, benefícios tributários, mecanismos de renúncia fiscal ou patrocínios incentivados relacionados à produção audiovisual “Dark Horse”; investigue eventual utilização de recursos públicos oriundos de emendas parlamentares, convênios, contratos administrativos, termos de fomento ou instrumentos congêneres vinculados, direta ou indiretamente, à produção “Dark Horse”; apure possíveis aportes financeiros destinados à produção audiovisual provenientes de empresas vinculadas direta ou indiretamente ao Banco Master ou ao Sr. Daniel Vorcaro; apure eventual utilização de estruturas societárias, empresas intermediárias ou mecanismos financeiros destinados à ocultação da origem, titularidade ou destinação dos recursos empregados no empreendimento audiovisual; investigue a rastreabilidade financeira dos recursos mencionados nas reportagens jornalísticas, inclusive quanto ao fluxo financeiro entre pessoas físicas, pessoas jurídicas, fundos de investimento e demais entidades eventualmente envolvidas nas operações relatadas. Notícia anterior Banco MasterDeputado FederalMP-TCUPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTCU Tribunal de Contas da União Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 O grande estrago 09/06/2026 O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação 09/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Lavanderia da família de presidente do PL-RJ multiplica por oito faturamento no governo Cláudio Castro, com mais de 80% dos contratos sem licitação

Lavanderia da família de presidente do PL-RJ multiplica por oito faturamento no governo Cláudio Castro, com mais de 80% dos contratos sem licitação

Lavanderia da família de presidente do PL-RJ multiplica por oito faturamento no governo Cláudio Castro, com mais de 80% dos contratos sem licitação Empresa tem como sócia uma tia idosa de Altineu Côrtes, que nega envolvimento; Max Clean fica no mesmo endereço de antiga firma do ramo que fez o pai do deputado ser preso Por Caio Sartori e Bernardo Mello | O Globo 10/06/2026 O deputado Altineu Cortes (PL-RJ) — Foto: Câmara dos Depuados Uma lavanderia registrada no nome da tia de 75 anos do deputado federal Altineu Côrtes, presidente do PL no Rio, multiplicou por oito seu faturamento com o governo do Rio enquanto o aliado Cláudio Castro (PL) comandou o estado, entre 2020 e 2026. Mais de 80% dos contratos durante a gestão de Castro não passaram por licitação. Procurado, Altineu alegou não ter relação com a empresa e disse que não atuou em prol dos contratos. Focada em limpeza hospitalar, a Max Clean Lavanderia Industrial começou a fechar contratos com o poder público há nove anos. Entre 2017 e 2020, os governos de Luiz Fernando Pezão e Wilson Witzel pagaram R$ 9,6 milhões à empresa. Com Castro no comando do estado, os números deram um salto. Em seis anos, a lavanderia acertou compromissos de R$ 78,8 milhões com o governo do Rio e, dos 23 contratos fechados, 19 foram sem licitação. O endereço da Max Clean, no município de São Gonçalo, é o mesmo de uma antiga empresa do ramo, a Brasil Sul, que era do pai de Altineu. Xará do filho, ele foi preso em 2005 com base em investigação da Polícia Federal sobre fraudes nas redes de saúde federal, estadual e municipal no mesmo ramo de limpeza hospitalar. Voltaria a ser preso em 2009, na Operação Sexta-Feira 13, sob suspeita de lavagem de dinheiro por meio do envio de recursos ao exterior. Quando colocou em curso a Operação Roupa Suja, de 2005, a PF mostrou conversas do pai do deputado combinando esquemas para criar falsas concorrências em licitações. Outra suspeita recaiu sobre a prática de superdimensionar serviços a fim de cobrar mais caro pelo trabalho. A Justiça condenou Altineu Pires Coutinho, na primeira instância, em dois processos. No primeiro, a 14 anos e nove meses de prisão por fraude em licitação, formação de quadrilha e corrupção ativa. Depois, a oito anos por corrupção ativa. Decisões de tribunais superiores fizeram os condenados responderem a maior parte do tempo em liberdade. Dona desconhecida na empresa A Max Clean tem como única sócia Alice Maria Ramos Freitas, irmã da mãe de Altineu. O GLOBO esteve em quatro endereços de Niterói e São Gonçalo para conversar com Alice, mas não a encontrou. Ela também não foi localizada por telefone. Na sede da lavanderia, no bairro do Pacheco, um funcionário informou que funcionava ali a “lavanderia do Altineu” — e que nenhuma Alice era conhecida no local. Não havia um gerente que soubesse dar informações detalhadas sobre quem comanda de fato a empresa. Procurado, o deputado, que é o principal fiador da candidatura do presidente da Assembleia Legislativa, Douglas Ruas (PL) ao Palácio Guanabara, negou vínculo atual com a empresa em nome da tia, embora admita já ter sido sócio da lavanderia que funcionava no mesmo local décadas atrás, a Brasil Sul. — Não tenho nada a ver com essa lavanderia. Me desvencilhei dela em 2001, antes da minha primeira eleição, e nunca mais pisei lá, desde antes de a operação (de 2005) quebrar a empresa. Não sei nem quem está como sócio dela — diz. Na investigação de 2005, a PF mencionou que o atual presidente do PL-RJ havia sido sócio da lavanderia Brasil Sul, embora ele não tenha entrado no foco das apurações que levaram o pai à prisão. Altineu diz que quando entrou na política, em 2002, se desfez da sociedade de algumas empresas da família. Quatro anos depois, o deputado declarou à Justiça Eleitoral, como parte de seus bens, que tinha R$ 720 mil a receber pela venda de uma parcela da lavanderia. Contratos com a Fundação Saúde Todos os contratos da Max Clean na esfera estadual foram firmados com a Fundação Saúde, entidade vinculada à Secretaria de Saúde e responsável por gerir a rede. A fundação é um tradicional feudo do PP no estado, e Altineu afirma que “nunca pediu nada” relacionado ao órgão. Nos últimos meses, tanto a secretaria quanto a fundação vêm passando por auditorias do governador interino do Rio, desembargador Ricardo Couto. No início de maio, Couto determinou, além de exonerações, a criação de um modelo de avaliação de desempenho dos servidores. Entre os contratos da lavanderia da família de Altineu que dispensaram a concorrência, destaca-se um de 2024 que garantiu à Max Clean, por um ano, o serviço de limpeza de roupas hospitalares do Hospital Getúlio Vargas, na Zona Norte do Rio. O valor é de R$ 8,2 milhões, o que dá uma média de mais de R$ 600 mil por mês. Já o maior contrato da lavanderia foi assinado após licitação em março de 2024 e chegou a R$ 37,9 milhões, depois de aditivos triplicarem o valor previsto originalmente. Ativo até hoje, o documento dá à empresa o direito de exercer o serviço de limpeza hospitalar de sete unidades da rede estadual. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão Gonçalo RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 Lavanderia da família de presidente do PL-RJ multiplica por oito faturamento no governo Cláudio Castro, com mais de 80% dos contratos sem licitação 10/06/2026 O grande estrago 09/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

PSD aciona MPRJ contra ex-secretário e Cláudio Castro por improbidade

PSD aciona MPRJ contra ex-secretário e Cláudio Castro por improbidade

PSD aciona MPRJ contra ex-secretário e Cláudio Castro por improbidade Partido alega abusos e perseguição política na prisão de vereador Salvino Oliveira, aliado de Eduardo Paes Por Pedro Penteado | CNN Brasil 10/06/2026 Vereador Salvino Oliveira (PSD) preso em operação contra o Comando Vermelho • Reprodução São Paulo – O PSD (Partido Social Democrata) protocolou no MPRJ (Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) na segunda-feira (09) uma representação por improbidade administrativa contra o ex-secretário da Polícia Civil do estado e pré-candidato a deputado federal Felipe Curi (PP), o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o delegado Pedro Cassundé. O pedido se deu pela causa da condução da prisão e investigação do vereador Salvino Oliveira (PSD), em março deste ano, por supostamente negociar diretamente com o traficante Edgar Alves de Andrade, o “Doca”, envolvido com o CV (Comando Vermelho), uma autorização para fazer campanha eleitoral na comunidade da Gardênia Azul, que está sob domínio da facção carioca. O partido do pré-candidato ao Palácio das Laranjeiras, Eduardo Paes, alegou que houve múltiplos abusos e ilícitos na deflagração da prisão do vereador e o uso incorreto do aparato policial para perseguição política; a divulgação de dados sigilosos em redes sociais e a exploração da imagem do investigado como base para um discurso de ataque político. O partido também questiona a condução dos interrogatórios feitos pelo Delegado Pedro Cassundé com familiares, que os qualificou como “voluntários”, mas que foram submetidos, sem a presença de advogado, a responder perguntas sobre Salvino Oliveira. A sigla argumenta que a ordem da prisão deflagrada não foi organizada sob o controle do MP (Ministério Público) fluminense em parceria com o Gaeco (Grupo de Combate ao Crime Organizado) como costuma ocorrer em operações que envolvem o crime organizado. Segundo eles, a operação teria sido organizada por um setor da Polícia Civil, comandada pelo então secretário Felipe Curi e o delegado Pedro Cassundé, integrantes do Departamento Geral de Combate ao Crime Organizado e à Lavagem de Dinheiro. O envolvimento do vereador com o CV alegado pela corporação, segundo a defesa do PSD, ocorreu após um dialogo supostamente travado entre terceiros, em 2025 — um ano antes da operação —, onde um dos interlocutores questiona a procedência da autorização de Salvino fazer campanha dentro da comunidade. Uma das principais reclamações do partido é a construção política por trás da prisão. Eles defendem que o ex-governador Cláudio Castro teria mandado a detenção pelo fato de o vereador ser aliado político do então prefeito Eduardo Paes. O feito, segundo a peça, se caracterizaria como “mais uma evidência de abuso de poder, de perseguição, de desrespeito deliberado e consciente ao devido processo legal, de perseguição política”. Entenda o caso Em março deste ano, o vereador foi preso durante uma operação da PCERJ (Polícia Civil do Estado do Rio de Janeiro) contra o CV, na capital carioca. Além dele, outros cinco policiais militares foram detidos. Conforme as investigações, o político teria negociado a autorização articulando benefícios ao CV como forma de compensação através de ações voltadas à população local. A definição da parte dos beneficiários teriam sido determinadas por integrantes do crime organizado, sem processo público aparente. A investigação teria apurado a participação direta de familiares de Márcio dos Santos Nepomuceno, o “Marcinho VP”, um dos principais líderes do CV. Segundo a apuração, Márcia Gama, esposa do líder e mãe do artista Oruam, atuava na intermediação de interesses do grupo fora do sistema prisional. Entre as ações estão serviços, imóveis e outros negócios usadas para geração de recursos e expansão do poder do grupo. Salvino Oliveira tem 28 anos e nasceu na Cidade de Deus, zona oeste do Rio. Formado em gestão pública, tornou-se o secretário municipal mais jovem da cidade, aos 22 anos, ao assumir a Secretaria da Juventude na gestão do prefeito Eduardo Paes. Nas eleições municipais seguintes, em 2024, foi eleito vereador pelo PSD com mais de 27 mil votos. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorMP-RJPL Partido LiberalPolícia CivilPolícia Militar PMPP ProgressistasPSD Partido Social DemocráticoVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 Lavanderia da família de presidente do PL-RJ multiplica por oito faturamento no governo Cláudio Castro, com mais de 80% dos contratos sem licitação 10/06/2026 PSD aciona MPRJ contra ex-secretário e Cláudio Castro por improbidade 10/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Empresas contratadas por prefeituras eram usadas em esquema de desvio e lavagem de dinheiro ligado às eleições de 2024, diz PF

Empresas contratadas por prefeituras eram usadas em esquema de desvio e lavagem de dinheiro ligado às eleições de 2024, diz PF

Empresas contratadas por prefeituras eram usadas em esquema de desvio e lavagem de dinheiro ligado às eleições de 2024, diz PF De acordo com a Polícia Federal, os valores eram transferidos para essas contas e sacados rapidamente em dinheiro vivo. Por g1 MA 10/06/2026 Entenda como funcionava esquema de desvio de verbas e caixa 2 nas eleições de 2024 no Maranhão — Foto: Divulgação/Polícia Federal São Luís, MA – Os dois grupos suspeitos de desviar recursos públicos e financiar ilegalmente campanhas eleitorais nas eleições de 2024 no Maranhão, alvos de uma operação da Polícia Federal nesta quarta-feira (10), atuavam por meio de empresas contratadas por prefeituras e utilizavam mecanismos de lavagem de dinheiro para ocultar a origem dos recursos. Os valores eram transferidos para essas contas e sacados rapidamente em dinheiro vivo. Os grupos contavam com a ajuda de um gerente de banco em São Luís. Até o momento, foram identificados 15 candidatos beneficiados diretamente pelo esquema ou destinatários de tratativas de repasses ilícitos. O g1 apurou que entre os alvos estão prefeitos das seguintes cidades: Edésio Cavalcanti (Republicanos), de Turiaçu; Neto Carvalho (PDT), de Araioses; Marcio Viana (PSB), de Godofredo Viana; Nonato Carvalho (PDT), de Magalhães de Almeida; Ivaldo Ribeiro (Avante), de Miranda do Norte.   As movimentações financeiras teriam aumentado semanas antes das eleições e neste período, transações suspeitas chegaram a quase R$ 10 milhões. Em apenas um dos grupos investigados, cerca de R$ 2 milhões foram movimentados para repasses ilegais. O dinheiro era sacado das contas das empresas e transferido para contas de laranjas. Os policiais encontraram planilhas de “caixa dois” e arquivos com detalhes sobre a entrega dos valores e o monitoramento da presença policial perto do banco. Segundo a PF, os valores eram distribuídos entre servidores. Os investigados podem responder por crimes como falsidade ideológica eleitoral, lavagem de dinheiro, organização criminosa, corrupção ativa e passiva e desvio de recursos públicos. Sobre a operação A operação Fundo Oculto foi deflagrada para desarticular dois grupos suspeitos de desviar recursos públicos e financiar ilegalmente campanhas eleitorais nas eleições de 2024 no Maranhão. Por determinação do Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA), foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão. A Justiça também autorizou a quebra de sigilos bancário e fiscal dos investigados, o afastamento de um servidor público e o bloqueio de bens no valor de R$ 4 milhões. Foram apreendidos R$ 21,7 mil na residência de um dos investigados. O que dizem os envolvidos? Em nota, o prefeito Neto Carvalho (PDT) informou que “desconhece os fatos objeto da investigação e que permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar com os esclarecimentos”. Já Nonato Carvalho (PDT) afirmou que recebeu com naturalidade a notícia da investigação e esclarece que não possui conhecimento acerca dos fatos que estão sendo objeto de apuração (leia, abaixo, as notas na íntegra). O g1 tentou contato com as defesas dos demais investigados, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. Nota da Prefeitura de Araioses “A Prefeitura Municipal de Araioses e o Prefeito Neto Carvalho tomaram conhecimento da Operação Fundo Oculto, deflagrada pela Polícia Federal, no âmbito de investigações relacionadas ao processo eleitoral de 2024. O gestor reafirma seu absoluto respeito às instituições, à Polícia Federal, ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, colocando-se à inteira disposição das autoridades competentes para prestar todos os esclarecimentos que se fizerem necessários. Neto Carvalho esclarece que desconhece os fatos objeto da investigação e permanece à disposição das autoridades competentes para colaborar com os esclarecimentos que eventualmente sejam solicitados, reafirmando seu respeito ao trabalho desenvolvido pelos órgãos de investigação e controle. Por fim, o Prefeito reitera seu compromisso com a legalidade, a transparência e o exercício responsável da função pública, permanecendo focado no trabalho em favor da população de Araioses. Araioses/MA, 10 de junho de 2026. NETO CARVALHO, Prefeito Municipal de Araioses” Nota da Prefeitura de Magalhães de Almeida “Em relação à Operação Fundo Oculto, recentemente deflagrada pela Polícia Federal, a Prefeitura de Magalhães de Almeida informa que acompanha com atenção as informações divulgadas pelos órgãos competentes. O Prefeito Nonato Carvalho recebeu com naturalidade a notícia da investigação e esclarece que não possui conhecimento acerca dos fatos que estão sendo objeto de apuração. Ressalta, ainda, que permanece à disposição das autoridades para fornecer quaisquer informações ou esclarecimentos que eventualmente sejam necessários. O gestor municipal reafirma sua confiança no regular funcionamento das instituições públicas e no trabalho técnico desempenhado pelos órgãos de controle e investigação, destacando a importância da plena elucidação dos fatos dentro do devido processo legal. A Administração Municipal segue concentrada no cumprimento de suas atribuições e na execução das ações voltadas ao desenvolvimento de Magalhães de Almeida, sempre pautada pelos princípios da legalidade, da transparência e da responsabilidade na gestão pública. Magalhães de Almeida/MA, 10 de junho de 2026. NONATO CARVALHO, Prefeito Municipal de Magalhães de Almeida” Notícia anteriorPróxima notícia Araioses MAAvanteGodofredo Viana MAMagalhães de Almeida MAMiranda do Norte MAPDT Partido Democrático TrabalhistaPolícia Federal PFPrefeitoPSB Partido Socialista BrasileiroRepublicanosSão Luís MATRE-MATuriaçu MA Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 Lavanderia da família de presidente do PL-RJ multiplica por oito faturamento no governo Cláudio Castro, com mais de 80% dos contratos sem licitação 10/06/2026 PSD aciona MPRJ contra ex-secretário e Cláudio Castro por improbidade 10/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Vídeos mostram suposto descarte de restos de caixões em lixão de Teresópolis

Vídeos mostram suposto descarte de restos de caixões em lixão de Teresópolis

Vídeos mostram suposto descarte de restos de caixões em lixão de Teresópolis Secretaria de Meio Ambiente afirma que imagens sobre o Lixão do Fischer são antigos e diz que situação atual do local é diferente. Por Juliana Guzzo | g1 10/06/2026 Restos de caixões e lixo jogados em Teresópolis — Foto: Divulgação Teresópolis – Vídeos que circulam em grupos de mensagens mostram o suposto descarte de restos de caixões no Lixão do Fischer, no bairro da Prata, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. As imagens geraram questionamentos entre moradores, enquanto a Secretaria Municipal de Meio Ambiente afirmou que o material é antigo e não reflete as condições atuais da área. Nos registros, é possível ver sacos de lixo contendo partes de caixões descartadas na área. Diante da repercussão, a Secretaria Municipal de Meio Ambiente foi procurada para esclarecer a situação. Segundo o secretário da pasta, coronel Leonardo Maia, as imagens são antigas e não retratam o cenário atual do local. De acordo com ele, a situação mostrada nos vídeos não corresponde à realidade da área neste momento. O secretário também afirmou que estão sendo realizadas obras de melhoria sanitária e de segurança no espaço. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) informou que não tinha conhecimento sobre a denúncia envolvendo o descarte de restos de caixões. O órgão ressaltou que o Lixão do Fischer está oficialmente fechado desde 2018. Ainda segundo o MP, embora o lixão tenha sido desativado, o local ainda funciona como ponto de transbordo de resíduos. Nesse sistema, o espaço é utilizado como etapa intermediária, onde o lixo é reunido antes de ser encaminhado para aterros sanitários licenciados ou outras unidades adequadas de destinação final. A área já foi alvo de outros episódios envolvendo resíduos. Em 2023, um incêndio atingiu o local e provocou uma grande cortina de fumaça, afetando moradores e motoristas que passavam pela região. O Ministério Público também informou que está prevista para a próxima quinta-feira (11), às 14h, uma audiência para discutir a situação do Lixão do Fischer. O encontro deve reunir representantes do município, do Instituto Estadual do Ambiente (Inea) e da Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade. Notícia anteriorPróxima notícia INEA Instituto Estadual do Meio AmbienteMP-RJRegião Serrana e Centro Sul FluminenseTeresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Plano de estourar os cofres públicos 14/06/2026 Vorcaro diz à PF que contrato de R$ 129 milhões com mulher de Moraes não teve contrapartida 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Polícia Federal cumpre mandados em PE e no RJ após fundo previdenciário de Paulista investir mais de R$ 3 milhões no Master

Polícia Federal cumpre mandados em PE e no RJ após fundo previdenciário de Paulista investir mais de R$ 3 milhões no Master

Polícia Federal cumpre mandados em PE e no RJ após fundo previdenciário de Paulista investir mais de R$ 3 milhões no Master Operação Take Over cumpre, nesta quarta-feira (10), dez mandados de busca e apreensão no Recife, em Paulista e no Rio de Janeiro para apurar irregularidades na gestão do PreviPaulista. Por Taynã Olimpia, Bruno Marinho, Léo Arcoverde, Tulio Amanso e Rafael Nascimento | g1 PE e g1 RJ 10/06/2026 Policiais federais cumprem mandados de busca e apreensão em Paulista, no Grande Recife — Foto: PF/Divulgação A Polícia Federal (PF) investiga irregularidades na gestão do fundo de previdência de Paulista, no Grande Recife, após a aplicação de mais de R$ 3 milhões no Banco Master, que foi liquidado em novembro de 2025. Nesta quarta-feira (10), a Operação Take Over cumpriu dez mandados de busca e apreensão em Pernambuco e no Rio de Janeiro. Segundo a PF, as aplicações irregulares provenientes do fundo municipal foram direcionadas a “investimentos com grau de risco por meio de decisões em desacordo com as normas legais e com os procedimentos de governança exigidos para a administração de recursos previdenciários”. As aplicações foram feitas em letras financeiras – que é um título de renda fixa emitido por instituições financeiras para captar recursos – do Banco Master. A PF apura, ainda, indícios de esvaziamento das funções do comitê de investimentos responsável pela análise técnica e pela aprovação das aplicações financeiras do fundo previdenciário. Segundo a investigação, isso pode ter comprometido os mecanismos de controle e fiscalização dos recursos destinados à aposentadoria dos servidores municipais. “A investigação busca esclarecer se a conduta caracteriza gestão temerária ou fraudulenta e apurar eventual prática de crimes contra a administração pública e o sistema financeiro, além do recebimento de vantagens indevidas pelos gestores do fundo”, disse a PF em nota sobre a Operação Take Over. Segundo o Ministério da Previdência Social, a quantidade de assegurados e beneficiários do fundo de previdência em Paulista é de 5.335 pessoas. Todos os mandados foram expedidos pela Justiça Federal e são cumpridos no Recife; em Paulista, na Região Metropolitana; e na cidade do Rio de Janeiro, em residências e empresas. Ninguém foi preso na operação, segundo a PF. Uma das pessoas ouvidas nesta quarta-feira foi a diretora-presidente do PreviPaulista, Giovanna Maria Oliveira da Conceição Cordeiro, que não era gestora do fundo na época das supostas irregularidades (veja resposta do instituto mais abaixo). A prefeitura de Paulista disse que “todas as informações e documentos solicitados estão sendo disponibilizados aos órgãos competentes”. Já o PreviPaulista afirmou que sua capacidade financeira de honrar com os compromissos “permanece plenamente assegurada, e o pagamento dos benefícios previdenciários aos servidores não foi e não será afetado por este evento” (veja notas mais abaixo). O g1 questionou à PF o que foi apreendido nas três cidades, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. O que diz a prefeitura de Paulista Em nota, a prefeitura de Paulista afirmou que: policiais federais foram ao Instituto de Previdência Social do Município do Paulista (PreviPaulista) “para a realização de diligências relacionadas à apuração de aportes financeiros efetuados, no ano de 2024, junto ao Banco Master”; “a atual gestão esclarece que os fatos objeto da investigação referem-se a atos praticados na administração anterior”; “desde o início da diligência, todas as informações e documentos solicitados estão sendo disponibilizados aos órgãos competentes, em total colaboração com o trabalho investigativo”. a gestão municipal e o PreviPaulista “permanecem à disposição das autoridades para contribuir com os esclarecimentos necessários e acompanharão o andamento das apurações pelos canais institucionais competentes”.   O ex-prefeito de Paulista Yves Ribeiro (MDB), que chefiava o município em 2024, divulgou uma nota de esclarecimento em que disse não ter autorizado ou realizado nenhuma aplicação de recurso do Regime Próprio de Previdência de Paulista. “Trata-se de entidade com autonomia, independência, com seus conselhos de administração e investimentos. Posso afirmar que jamais iria orientar ou aconselhar investimentos em bancos que não fossem os bancos públicos Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal, ou bancos privados como o Bradesco e o Itaú. Sempre pautei minha vida com trabalho e honestidade. Uma vida pública marcada por zelo ao erário público. Acompanharei atento os desdobramentos das investigações, primando sempre pela verdade e justiça”, diz a nota. Resposta do fundo previdenciário de Paulista Por meio de nota assinada pela diretora-presidente do PreviPaulista, Giovanna Maria Oliveira da Conceição Cordeiro, o instituto disse que: “desde o início da diligência, […] disponibilizou integralmente todos os documentos e informações solicitados pelos agentes federais, em total colaboração com o trabalho investigativo”; “os fatos objeto da apuração referem-se a ato praticado em fevereiro de 2024, no curso da gestão anterior do Instituto”; “reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e a correta aplicação dos recursos públicos”; “muito antes da deflagração da operação policial, […] já havia identificado, apurado e encaminhado aos órgãos de controle as irregularidades relacionadas ao investimento”.   Ainda no texto, a autarquia responsável pela gestão previdenciária dos servidores públicos municipais de Paulista listou as providências adotadas, em ordem cronológica, que “demonstram a diligência do Instituto”. Foram elas: Julho de 2025: realização de um diagnóstico da carteira de investimentos e atenção específica às letras financeiras do Banco Master; Ainda em 2025: monitoramento “em regime intensivo” dos sucessivos rebaixamentos da classificação de risco do Banco Master pela agência Fitch Ratings; 21 de novembro de 2025: três dias após a decretação da liquidação extrajudicial pelo Banco Central do Brasil, teve início o “processo de contingenciamento debatido pelo atual Comitê de Investimentos, que não aprovou o investimento no Master em 2024”; 8 de janeiro de 2026: instauração, através da Portaria nº 02/2026, de “uma Sindicância Administrativa Investigativa, conduzida por comissão composta exclusivamente por servidores do quadro efetivo, com colheita de depoimentos de todos os envolvidos no processo decisório”; Março de 2026: conclusão do Relatório Final da Sindicância, que apontou que a aplicação nas letras financeiras do Master foi uma decisão unilateral do então diretor-presidente do PreviPaulista, integrante da gestão anterior, “sem deliberação colegiada prévia do Comitê de Investimentos, sem consulta à consultoria de investimentos e sem a elaboração do Atestado de

O grande estrago

O grande estrago

O grande estrago Como a fraude do BRB arruinou as finanças do Distrito Federal, balançou o sistema financeiro e expôs a fragilidade das instituições Por Consuelo Dieguez | Piauí 09/06/2026 O ex-presidente do BRB Paulo Henrique Costa, hoje preso na Papudinha, e o ex-governador Ibaneis Rocha – Agência Brasília Rio de Janeiro – Algumas semanas antes de a União e o governo do Distrito Federal, no dia 28 de maio, assinarem um termo de conciliação, mediado pelo ministro do STF, Luiz Fux, para buscar uma solução que evite a quebra do Banco Regional de Brasília (BRB), os seis maiores bancos do país receberam um alerta preocupante do Banco Central.  Banco do Brasil, Bradesco, BTG, Caixa Econômica Federal, Itaú* e Santander, responsáveis pelo grosso do dinheiro do fundo, ouviram o seguinte: caso o BRB, atolado até o pescoço em uma fraude bilionária com o Master, quebrasse, a conta para o FGC seria monumental. Pelos cálculos do BC, apenas para reembolsar os clientes da instituição estatal, nesse caso, não só os CDBs, mas também depósitos à vista, o FGC teria que desembolsar, no mínimo, 17 bilhões de reais.  Criado em 1995, o FGC garante o ressarcimento de valores até 250 mil reais por CPF ou CNPJ para quem tinha aplicações financeiras em instituições que acabem de quebrar. Essa rede de proteção, porém, não é infinita – e anda cada vez mais curta. O rombo estratosférico do Master custou ao fundo 60 bilhões de reais, reduzindo o saldo, que chegou a 132 bilhões, para 72 bilhões de reais. Com o BRB na corda bamba, uma nova ameaça se instaurava no horizonte. O banco estatal tem, atualmente, 30 bilhões de reais em depósitos judiciais em custódia nos Tribunais de Justiça da Bahia, do Distrito Federal, de Alagoas, da Paraíba e do Maranhão. O problema é que os recursos não estão mais disponíveis no seu caixa. Foram investidos em diversos negócios da instituição, os quais nem o BC tem ideia – dado o histórico de fraudes do BRB – se são rentáveis e, acima de tudo, seguros. Para completar o imbróglio, o BRB é responsável por gerir os pagamentos dos servidores e aposentados do Distrito Federal e de administrar o pagamento dos serviços públicos, como passagens de ônibus e vale transporte. Isso, afora todos os serviços de dados do Distrito Federal e mais uma batelada de operações da instituição com a administração pública, que ficariam paralisadas caso o banco não recebesse oxigênio para sobreviver e fosse liquidado pelo Banco Central. Em suma, a hecatombe era iminente.  Parecia óbvio tanto para o BC quanto para o mercado que, pela gravidade do crime cometido e pela sua inviabilidade financeira, após queimar 21,7 bilhões de reais em operações fraudulentas com o Master, o destino do BRB não deveria ser outro que não a liquidação. Mas a luz vermelha acendeu no sistema financeiro. Por se tratar de um banco de varejo, que opera nacionalmente e tem negócios cruzados com várias outras instituições, a liquidação do BRB não apenas impactaria o patrimônio do FGC, como tinha potencial para desencadear uma crise muito maior. “O BRB, diferente do Master, é um banco que tem depósitos grandes o suficiente para provocar um impacto no sistema”, me disse um importante agente do mercado. “E banco de varejo quebrar é sempre complicado. Gera corrida por saque.” O BRB, me disse ele, apesar do lucro insignificante, tem valor, “ao contrário do Master, cujo único negócio era roubar dinheiro dos outros”. Por essa razão, disse, salvar o BRB fazia sentido. Mas fez uma ressalva. “Esse salvamento tem que ser feito pelo estado mais rico do país, que é o Distrito Federal, que tem o maior PIB per capita da federação. Essa conta tem que ficar com o Distrito Federal, já que foram seus governantes que criaram a fraude.” A tensão no sistema financeiro era grande. Além da irritação dos grandes bancos com o Banco Central, por ter deixado a fraude do Master correr solta a ponto de contaminar um banco de varejo, como o BRB, havia também um mal-estar com as plataformas responsáveis por despejar os CDBs do Master no mercado. Em abril, numa reunião a portas fechadas na Federação Brasileira de Bancos, a Febraban, houve uma lavação de roupa suja entre os dirigentes de instituições financeiras, com dedos apontados, principalmente, para o presidente-executivo do conselho da XP Investimentos, Guilherme Benchimol, cuja plataforma foi a que mais distribuiu CDBs do Master, seguida do BTG. A discussão acabou se transformando em um bate-boca inflamado, com acusações de todos os lados. O governo federal, até então, se mantinha à margem da confusão. O Ministério da Fazenda considerava que esta era uma questão para ser resolvida entre o BRB, o governo do Distrito Federal, o sistema financeiro e o Banco Central. Mas, então, a União foi repentinamente envolvida no caos, com sérios riscos de que toda a sociedade brasileira sofresse as consequências da falcatrua perpetrada pela direção do BRB, subordinada ao então governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha. Tudo começou no dia 1o de abril deste ano, quando o ministro da Fazenda, Dario Durigan, ligou para Celina Leão que, dois dias antes, assumira a cadeira de governadora do Distrito Federal, no lugar de Ibaneis, que se desincompatibilizara para concorrer à eleição ao Senado. O ministro queria tratar de um assunto premente, afeito à sua pasta. Em razão do ataque dos Estados Unidos ao Irã, o Conselho Nacional de Política Fazendária, o Confaz, havia proposto aos estados e ao Distrito Federal que reduzissem ou até zerassem, temporariamente, o ICMS incidente sobre a importação de diesel para conter a alta do combustível. A União, por sua vez, compensaria parte da perda de arrecadação. Todos os governadores concordaram com a proposta, com exceção de Ibaneis. Com a saída de Ibaneis do cargo, Durigan voltou a exigir a cooperação do DF. Ele informou à governadora que, inclusive, já havia recebido reclamação de secretarias do DF, entre elas a de Transporte, dizendo que o aumento do diesel afetaria muito o transporte público local. Celina Leão concordou com a proposta do Confaz e

O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação

O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação

O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação Banqueiro Daniel Vorcaro citou o patrocínio ao Dark Horse, filme sobre a vida de Jair Bolsonaro, em sua nova proposta de delação premiada Por Igor Gadelha | Metrópoles 09/06/2026 Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e o banqueiro Daniel Vorcaro | Arte/Metrópoles A notícia de que Daniel Vorcaro citou o patrocínio ao filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro na nova proposta de delação premiada deixou alguns bolsonaristas inicialmente apreensivos. Nos bastidores, porém, aliados de Vorcaro dizem não haver motivos para preocupação. Isso porque, segundo eles, o banqueiro sustenta na delação que não teria havido irregularidades na negociação do patrocínio. De acordo com interlocutores, o dono do Banco Master diz, na delação, que a negociação entre ele e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para o patrocínio teria sido republicana e não envolveria contrapartidas. Na proposta, segundo apurou a coluna, Vorcaro esclarece como se deu as tratativas e informa que o dinheiro do patrocínio foi enviado pelo banqueiro para um fundo nos Estados Unidos. Os recursos foram enviados por uma empresa ligada a Vorcaro para o fundo offshore Havengate. O fundo tem como agente legal o escritório de Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro nos EUA. Aliados ressaltam que Vorcaro apresentou explicações somente até o pagamento do patrocínio e não deu qualquer garantia de que os recursos foram realmente usados no filme. Por que Vorcaro falou sobre o filme na delação Se não houve irregularidade na negociação, por que, então, Vorcaro teria dedicado uma parte de sua nova proposta de colaboração a falar sobre o patrocínio do filme sobre a vida de Bolsonaro – Dark Horse? Aliados do banqueiro dizem que ele decidiu mencionar o fato em razão do vazamento das mensagens nas quais ele e Flávio falam sobre o patrocínio. O objetivo de Vorcaro seria esclarecer os fatos. A nova delação de Vorcaro A nova proposta de delação premiada do dono do Banco Master foi entregue pelos advogados do banqueiro à Polícia Federal (PF) e à Procuradoria-Geral da República (PGR) no dia 1º de junho. A expectativa da defesa de Vorcaro agora é de que PF e PGR deem resposta sobre a nova proposta até o fim desta semana, quando acaba o prazo do acesso ampliado dos advogados ao banqueiro. A pedido da defesa, o ministro André Mendonça, relator do Caso Master no STF, autorizou os advogados a despacharem com Vorcaro das 9h às 17h durante a semana, até a sexta-feira (12/6). A autorização foi dada por Mendonça desde a semana retrasada. O objetivo foi permitir que os advogados do dono do Banco Master produzissem a nova proposta de colaboração premiada. A desconfiança da PF Como noticiou a coluna, a Polícia Federal desconfia que parte dos recursos enviados por Vorcaro como patrocínio ao filme sobre Bolsonaro teriam sido usados para outro objetivo. Mais do que despesas pessoais de Eduardo Bolsonaro, investigadores apuram se os recursos também financiaram o lobby do ex-deputado contra autoridades brasileiras em articulação com o governo Trump. Notícia anterior Banco MasterDeputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação 09/06/2026 O caminho do dinheiro 09/06/2026 A decisão de Kassio Nunes Marques que coloca a eleição em risco 08/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

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As consequências do seu voto

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