Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Câmara aprova ‘jabuti’ que anistia caminhoneiros de bloqueios bolsonaristas em MP do Frete

Câmara aprova ‘jabuti’ que anistia caminhoneiros de bloqueios bolsonaristas em MP do Frete

Câmara aprova ‘jabuti’ que anistia caminhoneiros de bloqueios bolsonaristas em MP do Frete Relator Zé Trovão (PL-SC), que apoiou bloqueios em rodovias, incluiu tema estranho ao conteúdo original da proposta em medida enviada ao congresso pelo governo Lula Por Guilherme Matos | O Estado de S.Paulo 17/06/2026 Deputado Zé Trovão (PL-SC) foi o relator do MP Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados A Câmara dos Deputados aprovou nesta quarta-feira, 17, a MP do Frete, enviada pelo governo Lula para reforçar o cumprimento do piso mínimo do transporte rodoviário. O texto que seguirá ao Senado carrega um acréscimo estranho ao tema: a anistia às multas judiciais, administrativas e civis impostas a caminhoneiros e transportadores que participaram dos bloqueios de rodovias após as eleições de 2022. A anistia foi incluída pelo deputado federal Zé Trovão (PL-SC), relator da MP. Caminhoneiro de profissão e uma das lideranças das mobilizações bolsonaristas do setor, o parlamentar declarou apoio público aos bloqueios que ocorreram após o resultado do segundo turno de 2022, em entrevista à rádio Jovem Pan. “Estou acompanhando de perto”, disse na ocasião. Trovão já teve prisão decretada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de organizar manifestações violentas e incitar invasões à Corte. Ele ficou foragido, mas foi localizado pela Polícia Federal em um hotel no México. A anistia aprovada nesta quarta-feira cancela multas aplicadas por decisões judiciais ou administrativas, sanções civis e administrativas, e abrange valores já inscritos em dívida ativa. O benefício vale para transportadores, pessoas físicas e jurídicas, e para motoristas. O perdão às multas entrou como um “jabuti” — jargão para emenda ou trecho inserido em um projeto de lei ou MP que não tem nenhuma relação com o tema principal. O objetivo central da MP é reforçar o cumprimento da Política Nacional de Pisos Mínimos do Transporte Rodoviário de Cargas, criada em 2018 após uma greve nacional de caminhoneiros que paralisou o país por dez dias. O texto cria a obrigatoriedade de registro eletrônico de todas as operações de transporte por meio do Código Identificador da Operação de Transporte (CIOT), que deverá conter os dados do contratante, do contratado, o valor do frete e a forma de pagamento. A medida estabelece uma trava: o sistema não permitirá a geração do código para operações com valor abaixo do piso mínimo fixado pela Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Para quem descumprir as regras, o texto prevê uma escala de punições. Empresas que contratarem fretes abaixo do piso de forma reiterada poderão ter o registro suspenso por até 30 dias. Em caso de reincidência, a suspensão pode chegar a 45 dias. O texto também institui um piso salarial nacional de R$ 5 mil mensais para motoristas profissionais empregados em operações de longa distância — aquelas em que o motorista permanece fora da base da empresa ou de sua residência por mais de 24 horas. Notícia anteriorPróxima notícia ANTT Agência Nacional de Transportes TerrestresDeputado FederalMedida Provisória MPPL Partido LiberalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ingresso a R$ 180 mil: Quem é o amigo de Flávio Bolsonaro que vai bancá-lo na Copa? 22/06/2026 Ação na PGR vai pedir atuação “célere e contundente” de André Mendonça contra Flávio Bolsonaro no caso Master 22/06/2026 Prefeituras driblam Constituição e deixam de aplicar R$ 704,6 milhões do Fundeb em educação infantil 22/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Eduardo Bolsonaro revela estratégia desesperada após condenação no STF

Eduardo Bolsonaro revela estratégia desesperada após condenação no STF

Eduardo Bolsonaro revela estratégia desesperada após condenação no STF Corte brasileira condenou o ex-deputado à prisão e o tornou inelegível por 12 anos Por Marcelo Hailer | Fórum 17/06/2026 Eduardo Bolsonaro (PL-SP) | Marcelo Camargo/Agência Brasil O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) ativou o modo desespero após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de interferência no andamento do processo da trama golpista. Como pena, a Corte estabeleceu quatro anos e dois meses de prisão e o tornou inelegível por 12 anos. De maneira desesperada, Eduardo Bolsonaro afirmou, durante entrevista ao SBT News, que, mesmo inelegível, vai manter sua candidatura como suplente na chapa de André do Prado ao Senado pelo estado de São Paulo: “Pretendo seguir como suplente na chapa encabeçada pelo pré-candidato André do Prado. Acho que ele vai ser o senador mais votado de São Paulo.” Eduardo Bolsonaro debocha do STF após ser condenado: “Sentença nula” O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) reagiu com deboche após ser condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de interferência no julgamento da trama golpista. A Corte o condenou a quatro anos de prisão e o tornou inelegível por 12 anos. Por meio de suas redes, Eduardo Bolsonaro desqualificou a decisão do STF e afirmou que “desconhece” os crimes que lhe foram imputados: “Tomo conhecimento, mais uma vez pela imprensa, de que supostamente o STF teria formado maioria para me condenar por algum crime que desconheço. Reitero: até hoje não fui citado na forma da lei. Sigo aguardando notificação regular, por carta rogatória, em local certo e sabido. Esse mesmo instrumento foi expedido a outro acusado no processo, mas a mim nunca foi cumprido. Se o meio existe e a própria Corte o reconhece, por que não a mim?” Em outro momento, o ex-deputado classificou a sentença do STF como “nula” e disse que o único objetivo da Corte é tirar seu nome da disputa eleitoral: “Qualquer sentença sem respeito ao devido processo legal é nula, e, depois de tantas derrotas internacionais, até Moraes sabe disso. Por isso o real objetivo deste julgamento sem pé nem cabeça é apenas um: tirar meu nome das eleições.” Eduardo Bolsonaro é condenado pelo STF por coação à Justiça A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) formou maioria nesta terça-feira (16) para condenar o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL) por tentativa de interferir no curso do processo sobre a tentativa de golpe de Estado, no qual seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, era um dos réus. O primeiro a votar foi o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, que destacou o fato de que nenhum parlamentar, mesmo que esteja de licença, pode usar o cargo para conspirar contra o próprio país. Durante sua fala, Moraes exibiu uma série de vídeos em que Eduardo Bolsonaro usa a figura de Donald Trump, presidente dos Estados Unidos, para ameaçar autoridades brasileiras. Dessa maneira, Moraes seguiu o entendimento da Procuradoria-Geral da República (PGR) e afirmou que há elementos em abundância que comprovam que Eduardo Bolsonaro praticou o crime de coação no curso do processo, cujo objetivo era beneficiar seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que foi julgado e condenado na ação da trama golpista. Cabe lembrar que, à época, Donald Trump chegou a publicar uma carta em que pedia que o processo contra Jair Bolsonaro fosse paralisado e que o ex-presidente fosse liberado. A Corte brasileira seguiu seu trabalho, e a diplomacia brasileira entrou em campo, o que resultou em um entendimento entre Brasil e Estados Unidos. Mesmo com acordos entre Brasil e Estados Unidos, ficou claro para a PGR e para o STF que Eduardo Bolsonaro viajou aos Estados Unidos com o objetivo de instar as autoridades estadunidenses a intervir na Justiça brasileira em favor de seu pai, o que não deu certo. Os ministros Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino – presidente da Primeira Turma – seguiram a relatoria de Alexandre de Moraes. Com isso, Eduardo Bolsonaro foi condenado a quatro anos e dois meses de prisão, em regime inicial semiaberto. Com a decisão, ele também ficará inelegível por 12 anos, o que o impede de disputar eleições até 2038. Além da pena de prisão, Eduardo Bolsonaro terá de pagar multa de R$ 162 mil, correspondente a 50 dias-multa. Cada dia-multa foi fixado no valor equivalente a dois salários mínimos. PGR vê ataque à Justiça e pede condenação de Eduardo Bolsonaro A Procuradoria-Geral da República (PGR) defendeu nesta terça-feira (16), durante julgamento na Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), a condenação do deputado cassado Eduardo Bolsonaro pelo crime de coação no curso do processo. A manifestação foi apresentada pelo subprocurador-geral da República Antônio Edílio Magalhães, que sustentou que Eduardo atuou para tentar interferir no andamento da ação penal sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022. Para embasar o pedido de condenação, Magalhães citou publicações feitas por Eduardo Bolsonaro e mensagens trocadas entre ele e seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro. Segundo o representante da PGR, o conjunto de provas demonstra que houve tentativa de pressão contra a Justiça brasileira. “Essa é uma situação relativamente simples do ponto de vista penal. Há todo um elemento, um contexto fático e conjunto de provas evidenciando que essa coação efetivamente existiu”, afirmou o subprocurador-geral. Em outro momento de sua manifestação, Magalhães destacou que o caso não envolve apenas autoridades individualmente consideradas, mas a própria administração da Justiça. “Então, quem é vítima dentro desses fatos é a Justiça, porque o crime é contra a administração da Justiça, embora se fale em autoridades”, declarou. Julgamento Eduardo Bolsonaro é julgado pela Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal. O relator do caso, ministro Alexandre de Moraes, já apresentou seu relatório. Em seguida, a defesa do deputado cassado passou a se manifestar. Após a sustentação da defesa, os ministros devem iniciar a votação. Alexandre de Moraes será o primeiro a votar, seguido por Cristiano Zanin, Cármen Lúcia e Flávio Dino, presidente da Primeira Turma. Em maio, Eduardo Bolsonaro foi acusado pela PGR de atuar junto ao governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, para criar um ambiente de instabilidade

Governo do RJ suspende pagamentos de projeto de R$ 52 milhões por suspeita de desvio de dinheiro público

Governo do RJ suspende pagamentos de projeto de R$ 52 milhões por suspeita de desvio de dinheiro público

PF apreende 49 mil dólares em espécie em endereço ligado a Jaques Wagner em Brasília Contrato previa a criação de 20 postos de atendimento ao consumidor. Ministério Público abriu investigação para apurar possíveis irregularidades na execução do programa. Por Gabriel Barreira e André Coelho Costa | RJ2 17/06/2026 O ex-governador Cláudio Castro (PL) — Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil O Governo do Rio suspendeu os pagamentos do projeto Balcão do Consumidor após auditorias identificarem indícios de irregularidades na execução do contrato de R$ 52 milhões. O programa foi implantado durante a gestão do então secretário estadual de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, e previa a criação de 20 postos de atendimento ao consumidor em diferentes regiões do estado. Gutemberg Fonseca chegou ao comando da secretaria por indicação política do senador Flávio Bolsonaro (PL), segundo fontes ouvidas pelo RJ2. Agora, o projeto também é alvo de investigação do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. A suspensão foi determinada pelo governador em exercício, Ricardo Couto, após recomendação da Controladoria Geral do Estado e da Auditoria Geral do Estado, que apontaram fragilidades na prestação de contas, ausência de comprovação documental de despesas e risco de dano aos cofres públicos. Alertas ignorados As suspeitas em torno do Balcão do Consumidor começaram antes mesmo da assinatura do contrato. O projeto foi criado nos moldes da Casa do Consumidor, um dos programas vinculados ao escândalo do Ceperj, interrompido em 2022 após denúncias de desvios de recursos públicos. O caso teve repercussão política e integrou o conjunto de fatos que resultaram na condenação do ex-governador Cláudio Castro (PL) por abuso de poder político e econômico pela Justiça Eleitoral. Outro ponto que gerou questionamentos foi a escolha da entidade responsável pela execução do programa. O contrato foi firmado com a ONG Contato, que posteriormente passou a se chamar Centro de Pesquisas e de Ações Sociais e Culturais. A organização já havia sido condenada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) a devolver cerca de R$ 27 milhões por irregularidades verificadas em outro projeto executado no estado. Diante desse histórico, a Controladoria Geral do Estado emitiu parecer alertando que havia “risco de reincidência em futuras parcerias”, classificando o antecedente como “um fator crítico que deveria ser considerado”. Apesar do alerta, seis dias depois o então governador Cláudio Castro autorizou a contratação. R$ 17 milhões já foram pagos A auditoria realizada pela atual gestão apontou que parte dos riscos identificados anteriormente pode ter se concretizado. Dos R$ 52 milhões previstos no contrato, aproximadamente R$ 17 milhões já haviam sido pagos quando a Auditoria Geral do Estado concluiu que existiam “riscos relevantes relacionados à execução do objeto”. Segundo o relatório, foram encontradas falhas como ausência de comprovação documental suficiente das despesas realizadas, fragilidade nos mecanismos de controle, monitoramento e prestação de contas, além de “potencial risco de desvio de finalidade e de dano ao erário”. Os auditores também afirmaram que o Procon-RJ não apresentou documentação suficiente para comprovar adequadamente a aplicação dos recursos já recebidos. “O PROCON/RJ não encaminhou elementos suficientes para demonstrar, de forma adequada, a regular prestação de contas da parcela já executada”, registra o documento. Com base nas conclusões, o governador em exercício determinou a suspensão cautelar da liberação da segunda parcela do contrato. MP investiga ‘novo Ceperj’ O Balcão do Consumidor também passou a ser investigado pelo Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro. A representação que deu origem ao procedimento classificava o programa como um possível “novo Ceperj“, em referência ao escândalo envolvendo contratações e pagamentos realizados pela fundação estadual. A Secretaria de Defesa do Consumidor já havia sido alvo de outra investigação criminal. Em 2024, o então subsecretário da pasta, Alessandro Pitombeira Carracena, foi preso sob suspeita de integrar o núcleo político do Comando Vermelho. De acordo com as investigações, Carracena teria repassado informações privilegiadas sobre operações policiais. Ele também havia sido indicado para o cargo, durante a gestão de Gutemberg Fonseca, pelo senador Flávio Bolsonaro. O Ministério Público apura agora se houve irregularidades na contratação e na execução do Balcão do Consumidor, além da destinação dos recursos públicos já repassados ao projeto. O ex-secretário Gutemberg Fonseca (camisa cinza) ao lado dos ex-deputados TH Joias e Rodrigo Bacellar, além do senador Flávio Bolsonaro (PL), em evento em Búzios. — Foto: Reprodução redes sociais O que dizem os citados Procurado pelo RJ2, o ex-governador Cláudio Castro afirmou, por meio de nota, que a responsabilidade pela contratação, execução, fiscalização e prestação de contas do projeto era da Secretaria de Estado de Defesa do Consumidor. Segundo ele, a condução do programa cabia ao então secretário da pasta e às áreas técnicas responsáveis pelo acompanhamento da parceria. Já o ex-secretário de Defesa do Consumidor Gutemberg Fonseca declarou que o Balcão do Consumidor foi contratado por meio de chamamento público, conforme prevê a legislação. Ele também contestou as comparações com o programa Casa do Consumidor, ligado ao escândalo do Ceperj, e afirmou que o projeto “não tem semelhança nenhuma” com a iniciativa. Em resposta ao RJ2, a Secretaria Estadual de Defesa do Consumidor e o Procon-RJ afirmaram que o projeto Balcão do Consumidor foi contratado por meio de chamamento público e que o processo observou os procedimentos previstos na legislação, com acompanhamento dos órgãos de controle. Os órgãos também contestaram a comparação com o programa Casa do Consumidor, ligado ao escândalo do Ceperj, e sustentaram que as duas iniciativas possuem características diferentes. A secretaria afirmou ainda que o projeto tem caráter social e foi criado para ampliar o atendimento ao consumidor em diferentes regiões do estado, incluindo comunidades vulneráveis. Sobre a suspensão dos pagamentos, informou que já havia solicitado à entidade responsável os relatórios de execução física e financeira e os comprovantes de despesas. Segundo a pasta, os repasses permanecerão suspensos até que toda a documentação seja apresentada e analisada pelos órgãos competentes. Em nota, o Centro de Pesquisas e de Ações Sociais e Culturais (CPASC), responsável pela execução do Balcão do Consumidor, contestou as irregularidades apontadas pela atual gestão estadual e afirmou que o projeto vem sendo executado regularmente. A organização também negou ter sido condenada pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ)

Vorcaro pagava R$ 400 mil por mês à “Turma” por informações e ameaças

Vorcaro pagava R$ 400 mil por mês à "Turma" por informações e ameaças

Vorcaro pagava R$ 400 mil por mês à “Turma” por informações e ameaças Grupo formado por policiais aposentados, milicianos e bicheiros era responsável por intimidar desafetos, acessar sistemas restritos e obter informações sigilosas Por CNN Brasil 17/06/2026 Daniel Vorcaro ao dar entrada na Penitenciária de Potim-SP • Reprodução Relatórios preliminares da PF (Polícia Federal) indicam que Daniel Vorcaro, dono do Banco Mater, usava intermediários para pagar R$ 400 mil por mês a um grupo formado por policiais, milicianos e bicheiros para a obtenção de informações sigilosas, monitoramento de investigações e intimidação contra pessoas consideradas desafetas do banqueiro. As conclusões constam de documentos produzidos no âmbito da Operação Compliance Zero, que foram tornadas públicas pelo ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal) na última terça-feira (16). Segundo a PF, o grupo, conhecido como “A Turma”, era liderado pelo policial federal aposentado Marilson Roseno da Silva e atuava sob coordenação de Felipe Mourão, apelidado de “Sicário” nas conversas apreendidas pelos investigadores. Ainda segundo as apurações, Felipe Mourão e Henrique Vorcaro, pai do banqueiro, eram os operadores financeiros responsáveis por parte dos pagamentos efetuados ao núcleo criminoso. De acordo com a corporação, o grupo tinha como atribuições levantar informações sobre inquéritos policiais e processos judiciais, inclusive sob sigilo, acessar dados em sistemas restritos e intimidar pessoas que ofereciam algum tipo de ameaça a Vorcaro. Ainda segundo a PF, o grupo continuou atuando ativamente mesmo após as deflagrações da primeira e da segunda fase da Operação Compliance Zero. Até o momento, os investigadores identificaram como integrantes do grupo os policiais federais Marilson Roseno da Silva, Sebastião Monteiro Júnior e Anderson Wander da Silva Lima, além do operador do jogo do bicho Manoel Mendes Rodrigues. A PF afirma haver indícios de que o núcleo contava ainda com outros quatro a seis integrantes não identificados. A investigação aponta que “A Turma” recebia R$ 400 mil por mês, que era dividido entre os integrantes. Segundo a PF, os recursos eram repassados pela empresa King Participações Imobiliárias Ltda., de propriedade de Felipe Mourão, após transferências de aproximadamente R$ 1 milhão mensais oriundas de empresas ligadas ao grupo de Daniel Vorcaro, especialmente a Super Empreendimentos e Participações S.A. Com isso, PF estima que o grupo possa ter recebido cerca de R$ 9,6 milhões entre 2023 e 2025. Segundo mensagens apreendidas, em certas ocasiões, o banqueiro também recompensava os “funcionários” com bônus. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ingresso a R$ 180 mil: Quem é o amigo de Flávio Bolsonaro que vai bancá-lo na Copa? 22/06/2026 Ação na PGR vai pedir atuação “célere e contundente” de André Mendonça contra Flávio Bolsonaro no caso Master 22/06/2026 Prefeituras driblam Constituição e deixam de aplicar R$ 704,6 milhões do Fundeb em educação infantil 22/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Após 16 anos de espera, mais de 600 famílias ainda aguardam moradias prometidas pelo governo do RJ em Inhaúma

Após 16 anos de espera, mais de 600 famílias ainda aguardam moradias prometidas pelo governo do RJ em Inhaúma

Após 16 anos de espera, mais de 600 famílias ainda aguardam moradias prometidas pelo governo do RJ em Inhaúma Conjunto habitacional com 440 unidades está praticamente pronto na Zona Norte do Rio, mas falta a conclusão da rede de esgoto. Moradores retirados de uma ocupação em 2009 ainda aguardam a entrega das chaves. Por Gabriela Wolynec e Bruno Grubertt | RJ1 17/06/2026 Apartamentos construídos pelo Governo do Estado em Inhaúma aguardam a conclusão da rede de esgoto para serem entregues — Foto: Reprodução/TV Globo Mais de 600 famílias que deixaram uma ocupação em Inhaúma, na Zona Norte do Rio, há 16 anos, continuam à espera da moradia prometida pelo Governo do Estado. Um dos conjuntos habitacionais construídos para atender os beneficiários está praticamente concluído, mas a entrega dos apartamentos foi adiada porque a rede de esgoto da rua ainda não foi finalizada. Os moradores viviam em uma ocupação instalada no terreno de uma antiga fábrica de cerveja desativada desde 1994. Em 2009, após um incêndio, o local foi considerado área de risco e as famílias foram removidas. Na época, o governo estadual prometeu realocar todos os moradores em novas unidades habitacionais. Entre eles está a pedagoga Ana Paula Lourenço de Jesus. Ela afirma que acompanha a construção dos prédios há anos e que a demora gera frustração e incerteza. “É um misto de emoção. Você sente que está chegando, mas não sabe quando vai chegar. Aqui tem o sonho de muita gente. Eu perdi meu esposo e ele não vai ter o prazer de chegar na casa dele”, disse. Atualmente, Ana Paula mora de aluguel no Complexo do Alemão. Segundo ela, a promessa de uma moradia definitiva se arrasta desde a remoção da ocupação. “A gente acabou sendo iludido pela promessa de que teria uma casa, uma moradia digna, um CEP. Hoje eu ainda espero por isso”, afirmou. Apartamentos prontos, mas sem entrega O conjunto habitacional mais avançado conta com 440 apartamentos. De acordo com a placa da obra, a construção foi iniciada em julho de 2023 pela Abre Construtora, com investimento de R$ 77 milhões. A previsão era de entrega em dezembro de 2024. No início de junho deste ano, os futuros moradores participaram de uma reunião em que foi realizado o sorteio dos apartamentos. Eles já sabem em qual bloco e unidade vão morar, mas ainda não receberam as chaves. Segundo os beneficiários, a justificativa apresentada foi que os prédios ficaram prontos antes da conclusão da rede de esgoto externa. “Aí eu pergunto: como é que faz uma obra desse tamanho sem o esgoto externo?”, questionou Ana Paula. O aposentado Alexandre Jorge da Silva Freitas também participou do sorteio. Para ele, os sucessivos adiamentos aumentam a desconfiança. “O prazo dado no primeiro sorteio foi julho. Agora falaram setembro. Daqui a pouco muda de novo”, disse. Enquanto aguardam a entrega das moradias, as famílias recebem auxílio-aluguel de R$ 400 por mês. O valor é o mesmo desde 2010. “Eu continuo pagando aluguel e recebendo R$ 400. Hoje pago R$ 600 para morar”, afirmou Alexandre. Outro residencial também acumula atraso No terreno onde funcionava a antiga fábrica, o governo estadual também constrói outro conjunto habitacional destinado às famílias removidas da ocupação. Em 2022, a então Secretaria de Infraestrutura firmou contrato com a construtora R2X para a construção de 320 unidades habitacionais. O investimento previsto era de mais de R$ 53 milhões. A ordem de início dos serviços estabelecia prazo de 540 dias para a conclusão da obra, com término previsto para dezembro de 2023. No entanto, equipes ainda trabalham no local, e a entrega acumula atraso de cerca de dois anos e meio. Após 16 anos de espera, as famílias seguem sem uma data definitiva para ocupar os imóveis prometidos. A Secretaria de Estado de Habitação informou que o conjunto habitacional com 440 apartamentos está em fase final de construção e que a previsão de conclusão é dezembro deste ano. O prazo é diferente do informado aos beneficiários durante a reunião realizada neste mês, quando a previsão apresentada era setembro. Segundo a pasta, o Governo do Estado assumiu as obras em 2022 porque o terreno havia sido inicialmente destinado a um empreendimento que seria financiado pela Caixa Econômica Federal. O Ministério das Cidades informou que o residencial não integra o programa Minha Casa, Minha Vida e não recebe recursos federais. Sobre a falta da rede de esgoto, a secretaria afirmou que as condições topográficas do terreno inviabilizaram o projeto original, o que exigiu a implantação de uma nova rede externa. As construtoras responsáveis pelos empreendimentos foram procuradas, mas, até a última atualização dessa reportagem, não tinham dado retorno. Notícia anteriorPróxima notícia CEF Caixa Econômica FederalRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ aponta que, assim como CV, TCP ‘também se entranhou nas vísceras da Casa Legislativa’ 18/06/2026 Viúva de Zico Bacana e assessor de Val Ceasa são presos em operação contra ligação com o TCP 18/06/2026 Após 16 anos de espera, mais de 600 famílias ainda aguardam moradias prometidas pelo governo do RJ em Inhaúma 17/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Moradora com doença autoimune relata dificuldade para obter medicamento de alto custo em Teresópolis

Moradora com doença autoimune relata dificuldade para obter medicamento de alto custo em Teresópolis

Moradora com doença autoimune relata dificuldade para obter medicamento de alto custo em Teresópolis Paciente com histórico de múltiplas tromboses depende de remédio de uso diário, segue sem conseguir o remédio de forma gratuita. Por Juliana Guzzo | g1 17/06/2026 Saúde em Teresópolis — Foto: Reprodução Inter TV Teresópolis – A moradora de Teresópolis, Região Serrana do Rio, Kátia Cristina Pereira, relata dificuldades para conseguir um medicamento de alto custo, a enoxaparinaa injetável, necessário para o tratamento da Síndrome Antifosfolípide (SAF), uma doença autoimune que faz o sistema imunológico produzir anticorpos que aumentam a formação de coágulos no sangue. A condição eleva o risco de tromboses, embolias e outras complicações vasculares. Segundo a paciente, o remédio precisa ser usado diariamente para reduzir o risco de novos episódios. Kátia afirma que já sofreu múltiplas tromboses ao longo da vida e depende da medicação para evitar agravamentos do quadro. De acordo com ela, algumas doses chegaram a ser fornecidas pela Prefeitura, mas, no último mês, não foi possível manter o tratamento de forma regular por falta do medicamento. Em pesquisa nas farmácias de Teresópolis, Kátia relatou que o custo diário com a medicação seria de R$680,00. O secretário municipal de Saúde, Fábio Gallote, explicou como funciona a oferta de medicamentos especiais pelo município e os procedimentos adotados pela rede pública. “Existem os medicamentos crônicos que são utilizados que têm na nossa rede municipal. Os de alto custo, são enviados pelo Estado, mediante cadastro. Já os medicamentos judicializados, que fazemos a compra e distribuição conforme determinação da justiça”, relatou o secretário. Kátia ingressou com um pedido judicial, por meio da Defensoria Pública, para garantir o acesso ao medicamento. No entanto, ela ainda aguarda uma decisão sobre o caso. A Defensoria Pública informou que as regras para fornecimento de medicamentos por determinação judicial passaram por mudanças. Antes, decisões judiciais permitiam o bloqueio de recursos públicos para que os próprios pacientes comprassem os remédios. Atualmente, seguindo entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF), a concessão está restrita, em regra, aos medicamentos previstos nas listas do Sistema Único de Saúde (SUS). Além disso, para medicamentos não incorporados ao SUS, é necessário comprovar que não existem alternativas terapêuticas disponíveis na rede pública e que há justificativa técnica para o fornecimento. Outra mudança é que os valores não são mais repassados diretamente aos pacientes, cabendo ao Judiciário intermediar a aquisição dos produtos. Enquanto aguarda a análise do pedido, Kátia tem recorrido a campanhas de arrecadação na internet para conseguir comprar o medicamento e manter o tratamento. A paciente segue buscando a ajuda da Defensoria Pública e da Secretaria de Saúde, para a solução do problema. Notícia anterior Região Serrana e Centro Sul FluminenseSTF Supremo Tribunal FederalSUS Sistema Único de SaúdeTeresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradora com doença autoimune relata dificuldade para obter medicamento de alto custo em Teresópolis 17/06/2026 Justiça multa Estado em R$ 30 mil por atraso na implantação da DEAM em Petrópolis 17/06/2026 Empresa de transporte urbano paralisa serviço em Itaperuna por falta de recursos 17/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Justiça multa Estado em R$ 30 mil por atraso na implantação da DEAM em Petrópolis

Justiça multa Estado em R$ 30 mil por atraso na implantação da DEAM em Petrópolis

Justiça multa Estado em R$ 30 mil por atraso na implantação da DEAM em Petrópolis Juiz rejeita pedido de prorrogação de prazo, determina apresentação de plano em cinco dias e alerta para novas sanções em caso de descumprimento. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 17/06/2026 O Cartório Eleitoral de Petrópolis funciona no prédio do Fórum da cidade — Foto: Priscila Torquato Petrópolis – A Justiça determinou a aplicação de multa de R$ 30 mil ao Estado do Rio de Janeiro por descumprir uma decisão que obrigava a apresentação de um plano para a instalação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. A decisão foi assinada nesta semana pelo juiz Jorge Luiz Martins Alves, da 4ª Vara Cível de Petrópolis. Além da multa, o magistrado determinou que o Estado apresente, em até cinco dias, um plano detalhado para a implantação da unidade. A ação foi movida pela Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro, que cobra a criação da delegacia especializada no município. Em decisão anterior, a Justiça havia concedido prazo de 30 dias para que o governo estadual apresentasse um cronograma com a definição do imóvel, etapas de adaptação ou obra, previsão de lotação de servidores e aquisição de equipamentos. O Estado recorreu da decisão e pediu a ampliação do prazo por 90 dias, alegando complexidade administrativa e dificuldades para encontrar um imóvel adequado para a instalação da DEAM. Em março deste ano, a Câmara de Vereadores aprovou uma lei de autoria da vereadora Lívia Miranda (PCdoB), que foi sancionada pelo prefeito Hingo Hammes, que autoriza o poder executivo municipal a doar um imóvel ao governo do Estado do Rio de Janeiro, para a construção da DEAM, com o objetivo de viabilizar a implantação da unidade especializada. Mas ao analisar o pedido, o juiz destacou que o Estado já havia tido mais de 80 dias para cumprir a determinação judicial e, mesmo assim, não apresentou qualquer proposta concreta nos autos. Na decisão, o magistrado também ressaltou que alegações relacionadas à falta de servidores ou a restrições orçamentárias não são suficientes para justificar o descumprimento da ordem judicial. “Acolher novos prazos dilatados configuraria inaceitável prêmio à desídia administrativa e esvaziamento do poder de coerção do Judiciário”, afirmou o juiz. Além de manter a obrigação de apresentar o plano, a Justiça advertiu que o descumprimento do novo prazo poderá resultar no aumento da multa e em outras medidas coercitivas. O recurso apresentado pelo Estado segue em tramitação no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. No entanto, o pedido para suspender os efeitos da decisão foi negado pela instância superior. A Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) também solicitou participação no processo na condição de amicus curiae, figura jurídica que atua como colaboradora da Justiça. As partes terão 15 dias para se manifestar sobre o pedido. Notícia anterior PCdoBPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul FluminenseSegurançaTJ-RJVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça multa Estado em R$ 30 mil por atraso na implantação da DEAM em Petrópolis 17/06/2026 Empresa de transporte urbano paralisa serviço em Itaperuna por falta de recursos 17/06/2026 Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF 17/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Empresa de transporte urbano paralisa serviço em Itaperuna por falta de recursos

Empresa de transporte urbano paralisa serviço em Itaperuna por falta de recursos

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Ônibus deixaram de circular nesta quarta (17); empresa alega dívida milionária e aumento de custos. Por Diego Varsi | g1 17/06/2026 Ônibus está paralisado por conta de alto custo e dívidas milionárias segundo a empresa — Foto: Reprodução Inter TV A empresa responsável pelo transporte coletivo urbano de Itaperuna paralisou as atividades nesta quarta-feira (17), deixando a cidade sem circulação de ônibus. Segundo a concessionária, a decisão foi motivada pela falta de recursos financeiros, agravada por uma dívida superior a R$ 3 milhões referente a repasses da Prefeitura. Desde o início do dia, não há ônibus circulando no município, afetando diretamente milhares de passageiros que dependem diariamente do transporte coletivo. Em comunicado, a empresa Santa Lúcia informou que não há mais condições financeiras de manter a operação. Além da dívida com o município, a concessionária destacou o aumento dos custos para manter o serviço como um dos fatores que contribuíram para a paralisação. Em nota, a Prefeitura de Itaperuna afirmou que a dívida referente à atual gestão, estimada em cerca de R$ 400 mil, será regularizada. Sobre o valor total apontado pela empresa, que, segundo o município, chega a aproximadamente R$ 4 milhões, a administração informou que o caso será avaliado em conjunto com o setor jurídico para definir a melhor forma de negociação e quitação. Até o momento, não há previsão para a retomada do serviço. A população aguarda uma solução para o impasse entre a empresa e o poder público. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF

Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF

Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF Polícia Federal cruzou trocas de mensagens com documentos obtidos nos e-mails do ex-banqueiro preso por fraudes. Por TV Globo 17/06/2026 Imagem da Suíte Royal, no Hotel Hitz Four Seasons Lisboa. — Foto: Reprodução/Four Seasons Hotel Ritz Lisbon Brasília – O hotel de luxo citado pela Polícia Federal (PF) em investigação que envolve o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, é o Four Seasons Hotel Ritz Lisbon, um dos mais sofisticados de Portugal, que tem diárias custando até R$ 100 mil. Segundo relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Vorcaro teria pago diárias para o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e para o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), durante uma viagem a Lisboa, em junho de 2024. As informações fazem parte da Operação Compliance Zero, que apura possíveis fraudes relacionadas ao Banco Master. De acordo com a PF, mensagens trocadas entre Vorcaro e um auxiliar mostram o planejamento da hospedagem dos parlamentares na capital portuguesa. O ex-banqueiro está preso em Brasília. Em uma das conversas, o auxiliar informa que havia reservado duas suítes no Four Seasons, enquanto o ex-banqueiro envia uma lista de convidados que incluía os nomes de Ciro Nogueira e Hugo Motta. Como é o hotel de luxo Localizado em uma das áreas mais valorizadas de Lisboa, o Four Seasons Hotel Ritz Lisbon é classificado com cinco estrelas. O edifício combina elementos da arquitetura Art Déco com referências ao estilo Luís XVI e abriga uma das maiores coleções privadas de arte portuguesa do século 20, com esculturas, pinturas e tapeçarias espalhadas pelos ambientes. A estrutura inclui spa, piscinas coberta e ao ar livre, academia com vista panorâmica para a cidade e uma pista de corrida instalada no terraço do 11º andar. Na área gastronômica, o hotel reúne cinco restaurantes e bares. Entre eles está o CURA, restaurante com uma estrela Michelin, além do tradicional Restaurante Varanda, conhecido pelos cafés da manhã e brunches com vista para o parque. As acomodações estão entre as mais luxuosas de Lisboa. Algumas das opções mais luxuosas são chamadas de “suítes especiais” pelo site do hotel. São elas: Suíte Almada Negreiros: com 175 metros quadrados e decoração voltada para a arte portuguesa, com varandas privadas, uma ampla sala de estar e uma sala de jantar. Suíte Presidential: localizada no último andar, possui uma entrada em mármore com salas de estar e de jantar. O quarto oferece vistas para o Castelo de São Jorge e a Basílica da Estrela, pontos turísticos importantes da capital portuguesa. Suíte Royal: que conta com três varandas e janelas panorâmicas para a cidade, uma sala de estar e uma sala de jantar. Suíte Pedro Leitão: ampla suíte inspirada no artista Pedro Leitão, com três varandas com luz natural, uma ampla sala de estar e uma sala de jantar separadas. Destaque para uma “casa de banho” completa em mármore.   Os quartos e suítes possuem terraços privativos voltados para o Parque Eduardo VII ou para o Rio Tejo. Os valores cobrados refletem o padrão de luxo do empreendimento. Em cotações para 2026, um quarto Premier com vista para o parque custava a partir de R$ 14 mil por noite. Já as suítes de categoria superior ultrapassavam R$ 28 mil por diária, enquanto a exclusiva Suíte Almada Negreiros chegava a cerca de R$ 100 mil por noite. Entenda o caso Segundo a PF, documentos encontrados nos e-mails de Vorcaro reforçam a suspeita de que ele arcou com despesas de hospedagem dos parlamentares durante a viagem a Lisboa. Os investigadores identificaram uma fatura relacionada à estadia e concluíram que os pagamentos coincidem com as conversas mantidas pelo ex-banqueiro no mesmo período. O relatório aponta que as diárias atribuídas aos hóspedes custaram 3.155,71 euros, valor equivalente a cerca de R$ 18,2 mil na cotação da época. Questionado sobre o caso, Hugo Motta afirmou estar tranquilo e disse defender uma investigação “isenta e imparcial”. Ciro Nogueira não havia se manifestado até a publicação do relatório citado pela PF. Lisboa Poucos dias depois de conversas sobre Lisboa, o auxiliar de Vorcaro informa que haveria duas suítes no hotel Four Seasons. Durante a conversa, o auxiliar pede que Vorcaro informe “a lista dos homens”, ao que o banqueiro respondeu com uma lista de nomes que incluía Ciro Nogueira e Hugo Motta. Os investigadores destacam que, na mesma conversa, Vorcaro enviou um áudio ao auxiliar pedindo cuidado com a privacidade e segurança. “Leo, preciso muito que você dê uma atenção na questão de segurança. Cidade está lotada, eu tive lá no lugar agora. Tive uma reunião lá no clube. Tem que ter certeza que o lugar em frente ao restaurante também esteja privatizado porque senão dá pra ver tudo lá dentro. Tem que ter alguém lá embaixo, quando você sai do elevador já dá para ver tudo, quem tá, o que está acontecendo”, diz Vorcaro no áudio. O auxiliar responde com “Ok.” Fatura no e-mail A PF cruzou as informações das mensagens com documentos obtidos nos e-mails de Vorcaro, incluindo uma fatura que fazia menção a uma viagem realizada a Lisboa em junho de 2024 – para a PF, a mesma das mensagens. “O confronto dessas informações com as conversas mantidas no mesmo período, já mencionadas, permite identificar elementos coincidentes que reforçam a conclusão de que determinados pagamentos se referem à hospedagem de Ciro Nogueira e Hugo Motta”, diz o relatório. Segundo a PF, as diárias neste caso custaram EUR 3.155,71 – na cotação à época, cerca de R$ 18.256,21. Notícia anterior Banco MasterDeputado FederalPolícia Federal PFPP ProgressistasRepublicanosSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF 17/06/2026 MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Mulher morre baleada dentro de van na zona Oeste do Rio 14/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This

Caso Master no Supremo: decisão da Segunda turma escancara tensão

Caso Master no Supremo: decisão da Segunda turma escancara tensão

Caso Master no Supremo: decisão da Segunda turma escancara tensão Sessão que manteve a prisão do pai de Daniel Vorcaro mostrou mais do que a visão sobre seu eventual papel no esquema, mas as posições de cada integrante da turma no Caso Master — e os seus recados. Por Andréia Sadi | g1 17/06/2026 Sessão no STF sobre Master mostrou tensão A decisão da Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) de manter a prisão de Henrique Vorcaro, pai do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, foi lida nos bastidores do Supremo como muito mais do que um julgamento sobre medidas cautelares. Na avaliação de ministros e interlocutores da Corte ouvidos pelo blog, o resultado acabou expondo as posições de cada integrante da turma e revelou uma disputa silenciosa em torno das investigações do Caso Master. O relator, ministro André Mendonça, aproveitou o voto para deixar alguns recados claros. Primeiro, que as investigações continuam e não estão próximas do fim. Segundo, que ele acompanha com atenção as movimentações que, segundo interlocutores, tentam enfraquecer ou interromper a apuração. E, terceiro, que o ambiente na Segunda Turma tende a ficar mais tenso à medida que novos capítulos do caso chegarem ao colegiado. Nos bastidores do STF, a leitura é de que existe uma espécie de guerra fria em torno do caso. As posições ficaram mais delimitadas e os movimentos mais explícitos. Nesse contexto, o ministro Kassio Nunes Marques é visto como personagem central do julgamento. Havia a expectativa e pressão de diferentes lados sobre qual seria o seu posicionamento — o blog recebeu relatos de que houve muita pressão nos bastidores para entender de qual lado a balança de Nunes Marques ia pesar. Mas, assim como aconteceu quando decidiu pela manutenção da prisão de Daniel Vorcaro, Nunes Marques acompanhou André Mendonça e votou por manter seu pai preso. Interlocutores da Corte avaliam que pesaram as informações reunidas na investigação e a gravidade dos fatos atribuídos a Henrique Vorcaro. O julgamento também deu visibilidade ao voto divergente do ministro Gilmar Mendes. Gilmar questionou a necessidade da manutenção da prisão de Henrique Vorcaro, argumentando que figuras da gestão direta do banco já haviam sido soltas, o que feriria a isonomia. Ele foi além, sugerindo que a detenção do pai poderia ser uma manobra para pressionar Daniel Vorcaro a fechar um acordo de delação premiada, traçando um paralelo direto com os métodos da antiga Operação Lava Jato. Em resposta, Mendonça rebateu que Henrique não foi preso por ser pai do banqueiro, mas sim porque continuava a praticar crimes, conforme indicariam mensagens recentes. Vale notar que o colegiado da Segunda Turma não votou em sua totalidade: o ministro Dias Toffoli, embora faça parte da turma, não participou deste julgamento específico. O resultado dessa terça-feira (16), portanto, vai além da decisão sobre a situação jurídica do pai de Daniel Vorcaro. Para ministros ouvidos nos bastidores, a sessão desta terça funcionou como uma fotografia do momento atual do Supremo diante do Caso Master: posições mais expostas, recados mais diretos e uma disputa que está longe de terminar. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterOperação Lava JatoSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF 17/06/2026 Caso Master no Supremo: decisão da Segunda turma escancara tensão 17/06/2026 MP prende grupo no Maranhão por desvios de R$ 9,6 mi em emendas para financiar facção 15/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

PGR se manifesta contra revisão criminal de Jair Bolsonaro no STF

PGR se manifesta contra revisão criminal de Jair Bolsonaro no STF

PGR se manifesta contra revisão criminal de Jair Bolsonaro no STF Procuradoria afirma que defesa tenta reabrir discussão sobre condenação de 27 anos pela trama golpista sem apresentar fato novo ou ilegalidade manifesta Por Hugo Henud | O Estado de S.Paulo 16/06/2026 PGR se manifesta contra revisão criminal de Bolsonaro no STF Foto: Foto:Wilton Junior/Estadão A Procuradoria-Geral da República (PGR) se opôs à revisão criminal apresentada pela defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para tentar anular a condenação de 27 anos e 3 meses de prisão pela trama golpista. Em parecer enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF) nesta terça-feira, 16, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, pediu que a ação nem sequer seja conhecida pela Corte. A revisão criminal foi apresentada pela defesa de Bolsonaro em maio com o objetivo de derrubar a condenação imposta pela Primeira Turma do STF. Os advogados alegam que o julgamento deveria ter ocorrido no plenário da Corte, sustentam que houve cerceamento de defesa, questionam a validade da colaboração premiada do tenente-coronel Mauro Cid e pedem a absolvição do ex-presidente dos crimes relacionados à trama golpista. Na manifestação, a PGR afirma que a revisão criminal não pode ser usada como uma nova tentativa de recurso para rediscutir pontos já analisados pelo Supremo. Para Gonet, a defesa não apresentou fato novo, prova falsa ou ilegalidade manifesta capaz de justificar a reabertura da condenação – requisitos necessasários para a revisão. Segundo o procurador-geral, os argumentos de Bolsonaro refletem “descontentamento” com as razões adotadas pela Corte. A PGR também rebateu a tese de que a Primeira Turma não teria competência para julgar o caso. Para Gonet, a competência do colegiado foi definida com base no Regimento Interno do STF e já havia sido analisada no processo. O parecer sustenta que a regra que reserva ao plenário o julgamento de presidentes da República se aplica ao chefe do Executivo em exercício, e não a ex-presidentes. Outro ponto contestado pela Procuradoria foi a alegação de que Bolsonaro ainda teria direito a embargos infringentes, recurso que poderia levar o caso ao plenário. Gonet afirmou que a jurisprudência do STF exige ao menos dois votos absolutórios para admitir esse tipo de recurso contra decisões das Turmas. Como apenas o ministro Luiz Fux votou pela absolvição de Bolsonaro, a PGR entende que o recurso não cabia. A Procuradoria também defendeu a validade da delação de Cid. O parecer afirma que o acordo de colaboração premiada foi homologado regularmente, que o militar esteve acompanhado por advogados e que a voluntariedade do acordo foi reafirmada em diferentes momentos do processo. Sobre a alegação de cerceamento de defesa, a PGR sustenta que os advogados tiveram acesso ao material e não demonstraram prejuízo concreto. Para Gonet, o volume de documentos e mídias decorreu da complexidade da investigação e não configura, por si só, violação ao direito de defesa. Ao final, a Procuradoria afirmou que o acórdão condenatório está amparado em um conjunto robusto de provas e que a revisão criminal não comporta um novo julgamento do caso. Agora, o pedido será analisado pelo ministro Kássio Nunes Marques, relator da ação no STF. Notícia anteriorPróxima notícia PGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Conheça o hotel de luxo em Lisboa onde Vorcaro pagou suítes para Ciro Nogueira e Hugo Motta, segundo PF 17/06/2026 Caso Master no Supremo: decisão da Segunda turma escancara tensão 17/06/2026 PGR se manifesta contra revisão criminal de Jair Bolsonaro no STF 16/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Ricardo Couto anuncia meta para zerar déficit e critica influência de deputados sobre secretarias

Ricardo Couto anuncia meta para zerar déficit e critica influência de deputados sobre secretarias

Ricardo Couto anuncia meta para zerar déficit e critica influência de deputados sobre secretarias Governador em exercício diz que pretende transformar déficit de R$ 19 bilhões em superávit e afirma que encontrou áreas do governo tratadas como ‘propriedade’ de parlamentares. Por Gabriel Barreira e André Coelho Costa | RJ2 16/06/2026 Ricardo Couto — Foto: Reprodução/GloboNews O governador em exercício do Rio de Janeiro, desembargador Ricardo Couto, anunciou nesta terça-feira (16) uma nova meta fiscal para o estado, com o objetivo de reverter o déficit previsto no orçamento e fechar as contas no azul. A estratégia, segundo ele, é impulsionada pelo aumento do preço do petróleo, que deve elevar a arrecadação estadual nos próximos meses. A declaração foi feita durante um almoço com empresários no Copacabana Palace. Couto afirmou que pretende transformar em superávit o déficit de R$ 19 bilhões previsto originalmente na Lei Orçamentária Anual. Durante o encontro, o governador interino também fez críticas à influência de deputados estaduais sobre a estrutura do Executivo. Segundo ele, ao assumir temporariamente o comando do estado, ouviu de parlamentares que determinadas secretarias eram controladas por eles. “Ao assumir o governo temporariamente, conversando com alguns deputados, eu recebi a seguinte informação: a secretaria tal é minha, a secretaria tal é minha. Aí devemos perguntar: essa modalidade de gestão está certa ou não está? Quem é o gestor? É o chefe do Executivo ou é o Legislativo?”, declarou. As declarações ocorrem em meio ao acirramento da disputa entre o Palácio Guanabara e a Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). O presidente da Casa, Douglas Ruas, move ações no Supremo Tribunal Federal para assumir interinamente o governo do estado. Nos bastidores, a avaliação é que a medida também teria impacto sobre a disputa eleitoral deste ano pelo Palácio Guanabara. Nesta terça, o embate ganhou novos capítulos. A Comissão de Contenção de Gastos Públicos da Alerj convidou o secretário estadual de Planejamento para prestar esclarecimentos em audiência. Nos corredores da Assembleia, a iniciativa é vista como uma resposta às mudanças promovidas por Couto na estrutura do Executivo, incluindo a exoneração de funcionários indicados por deputados. No mesmo dia, os parlamentares discutiram um projeto enviado pelo governo para restabelecer benefícios fiscais já aprovados pelo Ministério da Fazenda. A proposta recebeu 17 emendas e precisará voltar à pauta em data ainda indefinida. A tramitação do projeto é considerada, nos bastidores, um teste para medir como a Assembleia irá se posicionar diante de um governo que parte dos deputados passou a enxergar como adversário político. Integrantes do Executivo avaliam que uma eventual rejeição da proposta poderia gerar desgaste junto ao setor empresarial. Outra medida anunciada pelo governo foi o envio à Alerj de um projeto para criar a figura do devedor contumaz, categoria destinada a empresas que utilizam a sonegação fiscal como modelo de negócio. Segundo o secretário estadual de Fazenda, Guilherme Mercês, a proposta busca ampliar os instrumentos de combate à fraude tributária. O governo cita como exemplo o grupo Refit, apontado pela Polícia Federal como um dos maiores devedores de tributos do país. De acordo com investigações federais, o conglomerado teria sido beneficiado pela gestão estadual anterior. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJGovernadorLOA Lei Orçamentária Anual Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ aponta que, assim como CV, TCP ‘também se entranhou nas vísceras da Casa Legislativa’ 18/06/2026 Viúva de Zico Bacana e assessor de Val Ceasa são presos em operação contra ligação com o TCP 18/06/2026 Moradora com doença autoimune relata dificuldade para obter medicamento de alto custo em Teresópolis 17/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

logo-politicaria-7-vazado

As consequências do seu voto

© 2026 Criado por AquiTem! Internet