Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política

Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política

Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Ex-governador declarou patrimônio modesto durante todo seu período em cargos públicos, mas vive em cobertura de luxo Por Igor Mello | ICL Notícias 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política | Divulgação Pela segunda vez em menos de um mês, o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL-RJ) acordou com a Polícia Federal (PF) na porta de sua casa. Imagens da operação desta terça-feira (26) chamaram atenção para a residência luxuosa dele, uma cobertura em um dos endereços mais caros do Rio de Janeiro. O governador mora na Península, sub-bairro da Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro, que é um dos endereços preferidos de milionários e celebridades na cidade. O fato de morar em um endereço nobre contrasta com as declarações de bens de Castro ao longo de sua carreira política: ao se eleger pela primeira vez para um cargo eletivo, em 2016, ele declarou à Justiça Eleitoral não possuir qualquer bem . Castro conquistou o primeiro mandato, como vereador do Rio de Janeiro, na eleição daquele ano. Pouco depois, em 2018, foi candidato à vice-governador na chapa encabeçada pelo ex-juiz federal Wilson Witzel. Na disputa pelo Palácio Guanabara, declarou um patrimônio de R$ 270 mil, composto por um apartamento avaliado em R$ 150 mil e um veículo de R$ 120 mil. O ICL Notícias confirmou o endereço de Castro com base no cadastro preenchido por ele na Justiça Eleitoral em 2022. O ex-governador chegou a informar o endereço no Península como a sede de seu CNPJ de campanha, mas depois solicitou a alteração do local para o Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador do Rio de janeiro. Salário de governador x despesas do imóvel De acordo com sites especializados em negociações de imóveis, uma cobertura similar a do ex-governador no mesmo condomínio pode custar R$ 5,6 milhões. Além disso, a taxa de condomínio é estimada em R$ 4 mil mensais, enquanto o IPTU é de mais de R$ 13 mil por ano. Nos sites consultados pela reportagem não há coberturas para alugar disponíveis nas quatro torres que integram o condomínio onde Castro vive com a família. No entanto, imóveis semelhantes na mesma região não são alugados por menos de R$ 15 mil mensais. Em alguns casos, o custo do aluguel ultrapassa a marca dos R$ 20 mil. Castro deixou o governo do estado em março deste ano recebendo um salário bruto de R$ 21.868,14 –com os descontos, o valor que caía na conta do ex-governador girava em torno de R$ 16 mil. O valor é similar ao recebido por Castro entre 2017 e 2018, quando ocupou uma cadeira na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Lá, ele assumiu o cargo com um salário bruto de R$ 18.991,68. Recentemente, o ICL Notícias revelou com exclusividade que o ex-governador usou uma brecha na lei para solicitar o pagamento de R$ 142 mil dos cofres do Rio de Janeiro a título de férias não gozadas no exercício dos cargos de governador e vice-governador do estado. O valor equivale ao 206 dias de férias, segundo o governo do Rio de Janeiro –praticamente todo o tempo que Castro teria direito durante todo o período em que esteve na cúpula do Executivo. Apesar disso, a reportagem apurou que em diversos momentos Castro deixou de exercer suas funções como governador para curtir férias com a família no Brasil e no exterior. Na mais recente delas, em junho de 2025, Cláudio Castro passou quase um mês nos Estados Unidos acompanhando os jogos do Flamengo, seu time do coração, no Mundial de Clubes da Fifa. O ICL Notícias perguntou ao ex-governador se ele é dono da cobertura e sobre sua renda atual, mas não obteve resposta até o momento. Notícia anterior GovernadorIPTUPL Partido LiberalPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA 27/05/2026 A mansão de Eduardo (VIDEO) 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA A mansão de Eduardo (VIDEO) Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3 Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões

Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (27/5), operação contra associações envolvidas no esquema de descontos indevidos do INSS Por Rodrigo Tammaro | Metrópoles 27/05/2026 KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES Quatro associações alvos de uma operação da Polícia Federal (PF) nesta quarta-feira (27/5) faturaram R$ 700 milhões com a farra dos descontos indevidos do INSS, revelada pelo Metrópoles. A PF cumpre mandados de busca e apreensão em São Paulo, Pernambuco, Paraíba e Distrito Federal. Entre os alvos estão as entidades Brasil Clube de Benefícios, Master Prev, ANDAPP e AASAP. Documentos internos dessas entidades e relatórios do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) mostram como dirigentes desviavam para suas próprias empresas o dinheiro arrecadado por essas associações e como elas criaram um sistema próprio de biometria para fraudar assinaturas dos aposentados que filiavam. Os mesmos documentos revelam como chefes das entidades pagaram parentes de dirigentes do INSS por meio de suas empresas. Também mostram gastos em concessionárias de carros esportivos, joalherias de luxo e com embarcações. Conforme revelado pelo Metrópoles, as quatro associações faturaram, juntas, R$ 700 milhões com descontos de mensalidade de aposentados. Como funcionava a Farra do INSS A farra dos descontos sobre os pagamentos feitos pelo INSS a idosos e pensionistas levou à exoneração do diretor de Benefícios do órgão, André Fidelis. O escândalo movimentou mais de R$ 2 bilhões entre 2023 e 2024. O dinheiro, que saía da conta de aposentados, foi destinado a pelo menos 29 entidades, que ofereciam serviços como planos de saúde e seguros. O caso foi revelado pelo Metrópoles em dezembro de 2024. Em muitos casos, os aposentados que tinham os valores descontados sequer sabiam que eram associados às empresas por meio de “acordos de cooperação técnica”. As entidades enfrentam mais de 60 mil processos judiciais em todo o país por descontos indevidos, com indícios de fraude para filiar milhares de aposentados sem autorização. Fidelis era o responsável por assinar termos de cooperação entre o INSS e as entidades. Mesmo diante de denúncias de irregularidades na filiação de idosos, sete novos termos de cooperação foram assinados em 2024. Como mostrou o Metrópoles, por trás dessas associações, há empresários donos de empresas de seguros e planos de saúde. Além das denúncias de fraudes, parte dessas associações é ligada a um mesmo grupo de empresários e havia até associação que não passava de uma sala vazia em São Paulo quando obteve seu termo de cooperação para poder efetuar os descontos. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha PF apreende dinheiro dentro de livro falso Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Eduardo Bolsonaro e Go Up procuraram empresa da Hungria para pagamentos de Dark Horse 

Eduardo Bolsonaro e Go Up procuraram empresa da Hungria para pagamentos de Dark Horse 

Eduardo Bolsonaro e Go Up procuraram empresa da Hungria para pagamentos de Dark Horse  Documentos apontam tentativa de contratação de “escrow account” e pagamento de US$ 57,5 mil ao diretor Cyrus Nowrasteh Por Natalia Viana e Ken Silverstein | Agência Pública 27/05/2026 Matheus Pigozzi/ Agência Pública- Mario Agra/ Câmara dos Deputados/ Wikimedia Commons/ Divulgação Dark Horse Eduardo Bolsonaro e Karina Ferreira da Gama buscaram uma empresa com braços na Hungria e na Holanda para mover fundos para o filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro, segundo documentos obtidos e analisados pela Agência Pública. A empresa Go Up chegou a formular uma minuta de contrato com a empresa Freeway Cam B.V para que essa servisse como “escrow agent” do filme Dark Horse. Um agente ou conta escrow (ou “conta de custódia”) funciona como uma terceira parte que retém fundos temporariamente em uma negociação e libera o pagamento de acordo com autorização da parte pagante. Geralmente, trata-se de um banco ou instituição financeira, mas na indústria do cinema existem empresas que se especializam em fazer este serviço, pelos altos valores e complexa mecânica de financiamento. Segundo apuração da Pública junto a fontes que acompanharam as negociações, os produtores da obra buscavam uma maneira de permitir que investidores do filme permanecessem anônimos. A minuta do contrato, datado de 7 de fevereiro de 2024, tem como partes Eduardo Bolsonaro, descrito como “financiador” do filme e Karina Ferreira da Gama, dona da Go Up Entertainment, como produtora, além da Freeway Cam BV, uma empresa de origem holandesa cujo endereço principal é Budapeste, na Hungria. Trata-se de um adendo a outro contrato de produção, assinado em 30 de janeiro do mesmo ano, autorizando a Freeway a realizar pagamentos ao diretor e roteirista do filme, Cyrus Nowrasteh. O contrato foi elaborado quando o filme, agora chamado de Dark Horse (“O Azarão”, em tradução livre) ainda tinha o título provisório de “Capitão do Povo”, e não tem assinaturas. A existência do documento foi revelada pelo The Intercept, em reportagem que afirmava que Eduardo teria poder de decisão sobre as verbas para o filme. Fundada pelo holandês Gadi Wildstrom, a empresa opera na Hungria sob o nome Freeway Entertainment e tem como especialidade “exploração internacional de propriedade intelectual, gestão de ativos de entretenimento e direitos autorais, bem como a coleta, administração e distribuição transparentes, imparciais e seguras das receitas de royalties.” Segundo postagens no Linkedin, ela atende diversas produções cinematográficas nomeadas a prêmios como Bafta e Golden Globes. Como outras empresas, a Freeway Entertainment aposta no vibrante mercado do audiovisual na Hungria. Eduardo teria assumido risco de perder investimento O contrato estabelece que Eduardo “se compromete a financiar parcialmente a produção cinematográfica intitulada ‘Capitão do Povo’, sob a gestão da produtora Go Up Entertainment” e autoriza a Go Up a dar instruções sobre os pagamentos a serem feitos para Cyrus Nowrasteh. Eduardo assumiria, segundo a minuta, risco de perder o investimento se o resto dos fundos para produzir o filme não fossem captados. O documento traz ainda um diagrama sobre como os contratos de pagamento deveriam ser realizados, até 1 de março de 2024, a partir das autorizações feitas por Eduardo Bolsonaro. Outro documento obtido pela Pública indica que a Go Up Entertainment buscou outra entidade ligada ao mesmo grupo, o Freeway Entertainment, para realizar um pagamento no valor de US$ 57,5 mil para o diretor do filme. Trata-se de uma ordem de pagamento, no papel timbrado da Go UP Entertainment. Nela, Karina Ferreira da Gama instrui um agente da empresa de nome “David” a emitir o pagamento a Cyrus Nowrasteh por meio da empresa New Path Pictures Inc, sediada na Califórnia. “Estamos num momento em que estamos prontos para dar seguimento ao pagamento à New Path Pictures Inc. pelos inestimáveis serviços de desenvolvimento de roteiro prestados por Cyrus Nowrasteh”, escreveu ela. O destinatário da ordem é a Stichting Freeway Custody, uma fundação registrada na Holanda que administra o dinheiro da Freeway Cam B.V. O pedido de pagamento teria sido enviado em 5 de fevereiro de 2023. Co-CEO da Freeway confirmou contatos mas diz que “declinou” Procurado pela Pública, Martijn Meerstadt, co-CEO da Freeway e diretor corporativo da Stichting Freeway Custody, negou ter qualquer relação com Dark Horse, mas confirmou os contatos. “Verifiquei internamente e fui informado que, embora tenhamos sido contatados para prover soluções de partilha de receitas e relatórios para essa produção, nós declinamos da oportunidade. Não temos envolvimento com este projeto e não há nada mais que eu possa declarar”. Especialistas citam “sinal de alerta” em transação financeira Especialistas ouvidos pela Pública sinalizam que a arquitetura do pagamento por meio de outras empresas é um sinal de alerta sobre a transparência das transações. Casey Michel, um reconhecido especialista em paraísos fiscais e sigilo bancário, autor do livro “United States of Oligarchy” (Estados Unidos da Oligarquia, em português), afirmou que “essa não é uma transação de negócios tradicional”. “Parece um arranjo financeiro montado para propositadamente esconder as origens dos fundos e a identidade do financiador”, disse. Já Monte Friesner, um operador que chegou a ser condenado por lavar dinheiro e depois trabalhou para a CIA e montou sua própria empresa para orientar corporações sobre como mover verbas em contas offshore, afirma que o uso de uma fundação na Holanda, um paraíso conhecido para sigilo corporativo e bancário, é mesmo um “sinal de alerta”. “A pessoa que enviou o dinheiro não queria deixar um rastro documental, seja por motivos de taxação, porque o dinheiro era sujo, ou porque não queriam que ninguém soubesse que estava envolvida”, afirma Friesner. Segundo revelações recentes do The Intercept, o banqueiro Daniel Vorcaro fez aportes de R$ 61 milhões para Dark Horse por meio de um fundo sediado nos Estados Unidos, o Havengate Development Fund LP, com sede no Texas. Eduardo Bolsonaro foi contactado por WhatsApp, mas não respondeu até a publicação. O espaço segue aberto e a reportagem será atualizada se houver um posicionamento. Em um vídeo postado nas redes sociais, Eduardo disse ter investido US$ 50 mil no filme Dark Horse para garantir a contratação do diretor – quantia inferior à que teria sido paga a Cyrus apenas na ordem

Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA

Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA

Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Ex-deputado orientou sobre envio de dinheiro ao país para produção sobre Jair Bolsonaro; procurados, citados na reportagem do site Intercept Brasil não responderam Por O Estado de S.Paulo 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro tratou sobre financiamento para filme sobre pai com Vorcaro Foto: @SBT News via YouTube BRASÍLIA – O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) tratou sobre o financiamento do filme “Dark Horse” com o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, por intermediação de Thiago Miranda, sócio do Portal Leo Dias. De acordo com mensagens divulgadas nesta quarta-feira, 27, pelo site Intercept Brasil, ele deu orientações sobre como facilitar o envio de dinheiro aos Estados Unidos para a produção sobre a vida do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “O ideal seria haver os recursos já nos EUA. Que dos EUA para o EUA é tranquilo. Se a empresa brasileira a enviar aos EUA não tiver aquele grande orçamento que mencionamos como exemplo, será problemático, vai ser necessário fazer as remessas aos poucos e isto tardaria cerca de 6 meses, calculamos”, disse Eduardo em mensagem para Miranda, conforme publicou o site. “Meu receio é que você seja solícito, bom coração, mas tenha essa dificuldade. Solução: enviar o máximo possível ainda neste sistema atual, com o remetente atual e etc. Será que conseguimos?”, escreveu. Eduardo também disse a Miranda que o corretor de Imóveis Altieris Santana estava à disposição para se reunir “com quem quer que seja”. Santana é um dos controladores do Havengate Development Fund LP (fundo sediado no Texas), ao lado advogado Paulo Calixto – ligado a Eduardo. Parte do valor de R$ 134 milhões negociado para filme entre a família Bolsonaro e Vorcaro foi transferida para esse fundo pela Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas do dono do Master. O Intercept Brasil procurou Altieris Santana, Paulo Calixto, Thiago Miranda e a defesa de Daniel Vorcaro, mas não recebeu respostas.Eduardo está nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, quando foi ao país para tentar uma interferência do governo de Donald Trump no julgamento da trama golpista no Supremo Tribunal Federal (STF). Bolsonaro foi condenado na Corte a 27 anos e três meses de prisão. A reportagem do Intercept esteve na casa em que o ex-deputado está morando nos EUA. O imóvel está localizado em Southlake, no Texas. O repórter foi atendido na residência por Heloísa, mulher de Eduardo Bolsonaro. Ela disse que o marido não estava em casa e que eles não dariam entrevista. Na semana passada, Eduardo gravou um vídeo dizendo que havia comunicado à polícia sobre um homem que estava rondando a casa dele. Ainda segundo o site, a residência tinha um anúncio de aluguel no valor de cerca de R$ 30 mil por mês até fevereiro de 2025. O imóvel, que tem quatro quartos e piscina, pertence o Bunce Family Trust, um fundo familiar privado registrado em nome dos administradores legais Christopher Bunce e Natalie Bunce, desde 2019. Eles não foram localizados pela reportagem. PF investiga repasses de Vorcaro Como mostrou o Estadão, a Polícia Federal investiga os acertos de pagamento entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, que pediu dinheiro ao banqueiro para o filme. Uma das linhas de apuração a ser verificada é se os recursos foram desviados para um fundo sediado no Texas ligado ao ex-deputado e usado para custear a permanência dele no país, já que o STF havia bloqueado contas e dificultado o recebimento de recursos nos EUA. No último dia 14, Eduardo negou ter aplicado dinheiro no projeto e ser produtor-executivo da produção. “Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem”, declarou, numa nota nas redes sociais. No dia seguinte, num vídeo publicado também nas redes sociais, admitiu ter investido R$ 350 mil (cerca de 50 mil dólares) no longa, provenientes da receita obtida com a venda de um curso, e que posteriormente recebeu de volta essa quantia. Eduardo não esclareceu como e quem lhe pagou a restituição dos valores inicialmente destinados ao projeto. Ele também reconheceu ter constado como produtor-executivo num contrato antigo com a produtora responsável pelo filme “Dark Horse”, posição da qual teria saído posteriormente, ao se mudar para os Estados Unidos, limitando-se a ceder os direitos autorais – uma vez que foi representado por um ator no longa. Notícia anterior Banco MasterDeputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA 27/05/2026 Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF 26/05/2026 Rachadinha e lavagem de dinheiro: as acusações contra Mario Frias denunciadas à PGR 26/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF Rachadinha e lavagem de dinheiro: as acusações contra Mario Frias denunciadas à PGR Kits da Lei Seca com desenhos de Ziraldo, comprados a R$ 25 milhões, estão parados em galpão Cláudio Castro é alvo de buscas da PF em operação contra aportes de R$ 3,7 bilhões pelo Rioprevidência em fundos do Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

A mansão de Eduardo (VIDEO)

A mansão de Eduardo

A mansão de Eduardo (VIDEO) EXCLUSIVO: Eduardo Bolsonaro mora em casa de luxo de R$ 6 milhões no Texas Por Cecília Olliveira, Eduardo Goulart e Steven Monacelli | Intercept Brasil 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro mora em casa de luxo de R$ 6 milhões no Texas Eduardo Bolsonaro tem seus bens bloqueados pela justiça brasileira. Ele não diz publicamente se trabalha de forma remunerada nos Estados Unidos, apenas que “mora de aluguel” e tem dificuldade para pagar contas. Ao mesmo tempo, o deputado federal cassado no Brasil mora em uma mansão no Texas que oferece “uma vida de resort”, de acordo com anúncios imobiliários.  O Intercept Brasil localizou o refúgio luxuoso do filho de Jair Bolsonaro na cidade de Southlake, entre as comunidades mais ricas do país. E tocamos a campainha. Fomos recebidos pela esposa de Eduardo, a coach e influencer Heloísa Bolsonaro, que confirmou educadamente que sua família morava ali e se recusou a conceder uma entrevista. Avaliada em torno de R$ 6 milhões, a casa já foi colocada para alugar por cerca de R$ 30 mil por mês, segundo anúncios imobiliários ativos até fevereiro deste ano. O luxo e os custos do imóvel evidenciam um alto padrão de vida e levantam dúvidas sobre como Eduardo se sustenta desde que se mudou para os Estados Unidos, em fevereiro de 2025.  A Polícia Federal já investiga se o ex-deputado federal pelo PL de São Paulo está sendo bancado com o dinheiro sujo do banqueiro Daniel Vorcaro, de acordo com G1. Na sua última prestação de contas ao Tribunal Superior Eleitoral, o TSE, antes das eleições de 2022, Eduardo declarou um patrimônio de R$ 1,76 milhão, do qual R$ 1 milhão corresponde a um imóvel financiado. Ainda declarou R$ 160 mil de um imóvel quitado e R$ 600 mil depositados no banco que foram obtidos, segundo ele, pela venda de um curso online. Em um vídeo publicado no Instagram em 17 de maio, Eduardo Bolsonaro negou ser dono de uma outra casa nos Estados Unidos, em Arlington, que foi o foco de várias reportagens na imprensa brasileira nas últimas semanas. Ele também afirmou que mora “de aluguel” e, inclusive, revelou que tem dificuldades para “honrar as parcelas” do financiamento de um imóvel “parcelado em décadas” no Brasil. Em uma live com o amigo Paulo Figueiredo divulgada no mesmo dia 17, Eduardo afirmou que se mantém nos Estados Unidos com “renda passiva” e citou que recebeu R$ 2 milhões de uma campanha feita pelo pai. Jair Bolsonaro revelou, em junho de 2025, ter feito uma transferência via pix neste valor.  O ex-deputado federal não citou na conversa, entretanto, outros repasses ou fontes de dinheiro nem explicou por que ele não conseguiria pagar as prestações da casa financiada no Brasil se recebeu R$ 2 milhões. O Intercept confirmou o endereço onde Eduardo vive em Southlake a partir de registros públicos do estado do Texas, dados comerciais de inteligência, do cruzamento de publicações da própria família Bolsonaro nas redes sociais e reportagem de campo.  O próprio Eduardo Bolsonaro também ajudou a confirmar nossa apuração ao registrar um boletim de ocorrência na polícia após um repórter do Intercept ir até a residência para verificar a informação e pedir uma entrevista, na sexta-feira passada, 22. Ao chegar até a mansão, em uma rua que tem acesso público e livre, ele caminhou pela calçada e tocou a campainha. Heloísa, esposa de Eduardo, abriu. O repórter informou que trabalhava para o Intercept, perguntou se o ex-deputado estava e se o casal estava disponível para uma entrevista. Após a negativa, agradeceu e foi embora. Minutos depois, Eduardo acionou a polícia local alegando que um indivíduo estava batendo na porta e rondando a casa. Os policiais estiveram no local para atender o chamado. No boletim de ocorrência, ao qual tivemos acesso, e em resposta ao Intercept, a polícia de Southlake informou que não há investigação aberta sobre o caso – ou seja, não houve crime. Nos Estados Unidos, o exercício livre da imprensa está garantido pela Primeira Emenda da Constituição.  No entanto, o clã Bolsonaro e seus aliados passaram o fim de semana acusando falsamente o Intercept de crimes e proferindo ameaças em antecipação a esta reportagem. O Intercept tentou um novo contato com Eduardo nesta quarta-feira, 27, para questioná-lo sobre os pontos citados nesta reportagem. Não houve resposta até a publicação. O espaço segue aberto. Mansão à beira lago foi alugada em fevereiro A mansão onde mora Eduardo Bolsonaro pertence, desde 12 de setembro de 2019, ao Bunce Family Trust, um fundo familiar privado registrado em nome dos trustees, os administradores legais, Christopher Bunce e Natalie Bunce. O Intercept tentou contatá-los, mas não obteve retorno até a publicação desta reportagem. Trust, no direito dos Estados Unidos, é uma figura sem equivalente exato no Brasil, mas com lógica próxima à de uma holding familiar. Até fevereiro passado, a mansão estava disponível para alugar e foi listada pela corretora Sotheby’s, conhecida pela atuação no segmento de imóveis de alto padrão. O valor anunciado era de 5.950 dólares por mês – cerca de R$ 30 mil mensais. Um anúncio em outra plataforma de locação informa que a casa foi alugada em 4 de fevereiro de 2026. Com quatro quartos e piscina, a mansão onde Eduardo mora no Texas tem 424 metros quadrados de área total construída em um terreno de 1.366 metros quadrados. Também desfruta de acesso a um clube com quadras de tênis e a uma lagoa.  No Zillow, o principal portal imobiliário dos Estados Unidos, a propriedade é avaliada em 1,22 milhão de dólares (mais de R$ 6 milhões) – quatro vezes maior do que a média do estado. Eduardo vive fora do Brasil há mais de um ano O paradeiro de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos é rodeado de mistério desde que ele saiu do país, em fevereiro de 2025, e começou a articular à distância medidas contra o Brasil – o que o tornou alvo de uma investigação aberta pelo Supremo Tribunal Federal, o STF.  Os registros oficiais da Câmara dos Deputados mostram que Eduardo, então deputado pelo PL de São Paulo, entrou com pedidos de licença de 122 dias, em 20 de março

Câmara de Nova Friburgo aprova em primeira votação projeto que cria auxílio-alimentação para vereadores

Câmara de Nova Friburgo aprova em primeira votação projeto que cria auxílio-alimentação para vereadores

Câmara de Nova Friburgo aprova em primeira votação projeto que cria auxílio-alimentação para vereadores Texto foi aprovado por 11 votos a 8, em meio a protestos no plenário, e ainda precisa passar por uma segunda votação antes de seguir para sanção do prefeito. Por Nathalia Rebello | g1 27/05/2026 Câmara Municipal de Nova Friburgo — Foto: Divulgação Nova Friburgo – A Câmara Municipal de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, aprovou, em primeira discussão, o Projeto de Lei Ordinária (PLO) 193/2026, que cria um auxílio-alimentação para os vereadores do município. A proposta foi aprovada por 11 votos favoráveis e 8 contrários. Dois parlamentares não participaram da votação. O projeto prevê a concessão de um vale-alimentação de R$ 1 mil mensais para cada um dos 21 vereadores da cidade. Caso seja implementada, a medida representará um gasto anual estimado em cerca de R$ 250 mil aos cofres do Legislativo municipal. A votação foi marcada por debates acalorados, manifestações do público presente e discussões entre parlamentares. Durante a sessão, moradores e servidores municipais vaiaram vereadores que votaram a favor da proposta e protestaram contra a criação do benefício. Segundo a Câmara Municipal, o projeto foi elaborado com base em orientações técnicas do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) e segue o princípio da isonomia com benefícios já concedidos aos servidores do Poder Legislativo. Além disso, uma emenda parlamentar foi apresentada tornando o recebimento do benefício facultativo. Caso a proposta seja definitivamente aprovada, cada vereador poderá decidir se aceita ou não receber o auxílio. Em nota, a Câmara informou ainda que eventuais pagamentos serão divulgados de forma detalhada no Portal da Transparência. Votaram a favor do projeto:  Ângelo Gaguinho (PL) Wallace Piram (PL) Max Bill (MDB) Dirceu Tardem (PL) Carlinhos do Kiko (PL) Bruno Silva (MDB) Cascão do Povo (Podemos) Claudio Leandro (PL) Evandro Miguel (MDB) Janio de Carvalho (União) Tia Karla (Republicanos)   Votaram contra: Maiara Felício (PT) Maicon Gonçalves (Mobiliza) Claudio Damião (PT) Christiano Huguenin (PP) Marcos Marins (PSD) Gabriel do Zezinho (Solidariedade) Rômulo Pimentel (Podemos) José Carlos Schuabb (União) Os vereadores Isaque Demani (PL) e Joelson do Pote (PDT) não participaram da votação.   O vereador Maicon Gonçalves (Mobiliza) afirmou que, embora seja contrário à proposta, considera injusta a postura de parlamentares que também se dizem contrários ao benefício, mas solicitam diárias para viagens e outras despesas. “Porque tem diária aqui na Câmara que é solicitada para consulta médica, tem outras coisas que são solicitadas em sessões e que vocês também acompanham. É importante falar sobre isso. Eu sou contrário, não quero o benefício e nunca quis o benefício, mas vejo muita gente que quer. Então é importante ficar atento a isso. Às vezes a pessoa diz que não quer o benefício, mas pede diária”, disse. Já o vereador Cascão do Povo (Podemos) declarou voto favorável ao projeto em meio a discussões com o público presente. “Eu vou votar favorável, presidente.” Nesse momento, parte da plateia começou a vaiar o parlamentar, que reagiu ironicamente, batendo palmas. “E é o seguinte: respeitando todos os parlamentares desta Casa, o parlamentar que votar contra isso hoje e depois fizer o pedido, eu vou expor. Vou fazer um requerimento.” Em seguida, um homem que acompanhava a sessão interrompeu o vereador e afirmou: “Isso é justificar um erro pelo outro.” Cascão respondeu: “Ninguém está falando nada com Vossa Excelência. O senhor se atente ao seu lugar, tá? Respeito é algo que vocês também têm que ter.” A vereadora Maiara Felício (PT) afirmou que não conseguiria votar favoravelmente ao projeto e justificou sua posição citando dificuldades enfrentadas por servidores municipais. “Eu não consigo ser favorável. Acabei de defender um requerimento de informação denunciando que servidores do nosso município estão tendo o tempo de terapia dos seus filhos reduzido. Essa é a realidade dos servidores do nosso território. Por coerência com aquilo que defendo, não vou fazer escândalo nem entrar nessa bola dividida. E, gente, o que mais existe hoje é palco e mídia”, disse. Na justificativa de voto, o vereador Bruno Silva (MDB) também se declarou contrário ao projeto e entrou em discussão com pessoas que estavam na plateia após ser questionado sobre quais parlamentares estaria acusando de utilizarem diárias em benefício próprio. “Hipocrisia é o ato de fingir possuir virtudes, ideias ou sentimentos que a pessoa, na verdade, não possui. Eu digo isso porque tem parlamentar que está gritando aqui, dizendo que é contra o vale-alimentação, mas eu vejo pedindo diárias, pedindo dinheiro para ir à ONU, para ir aos Estados Unidos e para outros lugares. Chega aqui hoje e também se posiciona contra” , disse. Ao ser cobrado pelo público para citar nomes, o vereador respondeu: “É só vocês entrarem no site e pesquisarem.” A fala foi recebida com vaias por parte dos presentes, e o parlamentar continuou o discurso em meio às manifestações da plateia. Protestos e críticas A aprovação ocorreu em meio a manifestações contrárias dentro do plenário. Parte dos protestos foi liderada por servidores públicos municipais, que questionaram a diferença entre o benefício proposto aos vereadores e o auxílio-alimentação recebido por parte dos funcionários da prefeitura. Atualmente, segundo relatos apresentados durante a sessão pelos manifestantes, alguns servidores municipais recebem cerca de R$ 180 mensais de auxílio-alimentação, o que representa aproximadamente R$ 9 por dia. Vereadores favoráveis como Bruno Silva (MDB) e Cascão do Povo (Podemos) chegaram a discutir com a plateia quando foram vaiados pelas suas justificativas. Próximos passos Por se tratar de um projeto de lei ordinária, a proposta ainda precisa ser analisada em uma segunda discussão e votação no plenário da Câmara Municipal. A data da nova votação ainda não foi definida. Se o texto for aprovado novamente, seguirá para análise do prefeito, que terá prazo legal para sancionar ou vetar a proposta. Notícia anteriorPróxima notícia MDB Movimento Democrático BrasileiroMobilizaNova Friburgo RJPL Partido LiberalPLO Projeto de Lei OrdináriaPodemosPP ProgressistasPSD Partido Social DemocráticoPT Partido dos TrabalhadoresRegião Serrana e Centro Sul FluminenseRepublicanosSolidariedadeTCE-RJUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Varredura encontra grampos no gabinete

‘Foi muito tiro’, diz prima de um dos pedreiros mortos em São Gonçalo, RJ; moradores dizem que PM confundiu homens com bandidos

'Foi muito tiro', diz prima de um dos pedreiros mortos em São Gonçalo, RJ; moradores dizem que PM confundiu homens com bandidos

‘Foi muito tiro’, diz prima de um dos pedreiros mortos em São Gonçalo, RJ; moradores dizem que PM confundiu homens com bandidos Testemunhas dizem que Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, de 46, eram pedreiros e estavam com ferramentas e marmitas para começar obra na região da Ipuca. Por Erick Rianelli, Guilherme Santos, Marco Antônio Martins e Rafael Nascimento | g1 Rio e TV Globo 27/05/2026 Dois trabalhadores são mortos durante ação da PM no Jardim Catarina — Foto: O São Gonçalo A prima de um dos homens mortos a tiros pela Polícia Militar na manhã desta quarta-feira (27) em São Gonçalo defende que o parente não era bandido e que morreu de maneira covarde. Testemunhas dizem que Marcelo da Cruz Silva, de 41 anos, e Edivan Felipe de Assis, de 46, eram pedreiros e estavam com ferramentas e marmitas para começar obra na região da Ipuca, no bairro Jardim Catarina. “Meu primo saindo para trabalhar, não sei se foi Bope, se foi Core, só sei que deram uma rajada de tiro para cima dele. Não foi pouco, não, foi muito tiro”, lamenta a prima, que preferiu não se identificar. “Morreu de maneira covarde, e eu lamento muito pela morte do meu primo. Eu cuidei dele, eu posso dizer, ele não era bandido, não era, porque se fosse eu colocava a cara aqui para falar, mas ele não era, morreu na covardia”, completa. Em nota, a PM lamentou as mortes. “A corporação lamenta a morte do Marcelo da Cruz Silva e do Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.” (Veja a nota na íntegra no final da reportagem). Segundo relatos de testemunhas, os dois foram baleados no momento em que saíam de casa para trabalhar. Moradores contaram que os disparos aconteceram entre 7h e 7h30. Não está claro de onde os tiros partiram. Mas, testemunhas contam que os agentes estavam no local em apoio a uma operadora de telefonia. Não se sabe se os agentes estavam portando as câmeras corporais. Um dos homens também seria o dono de um bar na região da Ipuca e, naquele momento, teria ido ajudar o amigo como ajudante de pedreiro em uma obra para complementar a renda. Os dois homens foram encontrados caídos no chão ao lado de ferramentas de obra. A Delegacia de Homicídios de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí (DHNSG) investiga o caso. BR fechada e aulas suspensas Por conta das mortes, moradores do Jardim Catarina fecharam a BR-101, na altura do KM 306, no sentido Rio. De acordo com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), manifestantes atearam fogo em pneus por volta das 9h20, e, apesar de a situação ter sido inicialmente controlada, o grupo permaneceu às margens da rodovia. Às 9h55, a pista chegou a ser totalmente fechada, sendo parcialmente liberada às 10h02. Segundo a concessionária Autopista Fluminense, a faixa da direita ficou bloqueada, causando cerca de 1 km de congestionamento. Equipes da PRF, Corpo de Bombeiros e da concessionária atuam no local. Por sua vez, a Prefeitura de São Gonçalo informou que a Unidade de Saúde Familiar Agenor José da Silva está fechada. Já a Unidade Municipal de Educação Infantil Augusto de Freitas Lessa e o CIEP 051 Municipalizado Anita Garibaldi tiveram as aulas suspensas nesta manhã. O que dizem os citados “A Assessoria de Imprensa da Secretaria de Estado de Polícia Militar informa que , de acordo com o comando do 7º BPM (São Gonçalo), um procedimento apuratório segue em curso para averiguar todas as circunstâncias na qual policiais militares atingiram dois homens em uma motocicleta, durante ocupação na localidade de Ipuca, na manhã desta quarta-feira (27/05). O local foi isolado e a Delegacia de Homicídios da região foi acionada. A Corporação lamenta a morte do Marcelo da Cruz Silva e do Edivan Felipe de Assis e ressalta que preza pela transparência de suas ações colaborando integralmente com as investigações do caso.” Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PMPRF Polícia Rodoviária FederalRegião Metropolitana e Baixada Fluminenserodovia BR-101São Gonçalo RJ ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

PF diz que BRB participou de fraudes em aportes bilionários no Banco Master

PF diz que BRB participou de fraudes em aportes bilionários no Banco Master

PF diz que BRB participou de fraudes em aportes bilionários no Banco Master Investigação aponta que banco público conhecia suspeitas sobre carteiras falsas e manteve operações para dar liquidez ao Master Por Marina Finelli | BP Money 27/05/2026 Foto: Montagem/ABCdoABC A Polícia Federal concluiu que o Banco de Brasília (BRB) teve participação direta nas irregularidades envolvendo aportes bilionários no Banco Master e não pode ser tratado como vítima do esquema investigado. A apuração envolve operações que somaram cerca de R$ 12 bilhões por meio da compra de carteiras de crédito consideradas fraudulentas. O relatório sigiloso foi enviado ao ministro André Mendonça, do STF, no mês passado. O documento serviu de base para justificar a prisão do ex-presidente do BRB, Paulo Henrique Costa, acusado de receber R$ 146 milhões em imóveis como propina. PF aponta que BRB sabia das irregularidades Segundo a investigação, dirigentes do BRB tiveram conhecimento das suspeitas de fraude ainda no segundo semestre de 2024, quando começaram as operações com o Banco Master. Mesmo assim, os gestores decidiram manter os contratos. A PF afirma que documentos internos, depoimentos, mensagens e relatórios financeiros mostram que o banco ignorou alertas sobre problemas graves nas carteiras adquiridas. Os investigadores também destacam que o banco utilizava planilhas de Excel para controlar operações bilionárias e não possuía estruturas adequadas de governança para acompanhar os contratos. Auditoria encontrou planilhas falsas Como revelou o Estadão, uma auditoria interna do BRB detectou que parte das carteiras vendidas pelo Master continha e-mails falsos, idades fictícias e informações inconsistentes. Segundo a PF, a direção do BRB nunca entregou espontaneamente esse material às autoridades. Os investigadores só tiveram acesso aos documentos após apreensões realizadas na Operação Compliance Zero. A investigação também identificou pressão sobre funcionários para aprovar contratos em poucos minutos, sem análise técnica adequada. Diretoria alertou sobre riscos das operações Depoimentos colhidos pela PF mostram que integrantes da área jurídica do BRB recomendaram cautela desde março de 2025. O ex-diretor jurídico Jaques Maurício Ferreira Veloso afirmou que as operações começaram a gerar preocupação dentro do banco e que a documentação chegava aos diretores apenas no momento das votações. Em outra reunião, Luana registrou que Paulo Henrique Costa defendia a continuidade dos aportes porque “o Master iria quebrar” sem as operações. PF vê tentativa de legalizar contratos Na outra ponta da investigação, a PF apreendeu mensagens de Daniel Vorcaro e executivos do Banco Master discutindo alterações em documentos ligados às operações com o BRB. Segundo os investigadores, os diálogos mostram tentativas de ajustar contratos já assinados para tentar dar aparência de legalidade às transações. Notícia anteriorPróxima notícia Banco de Brasília BRBBanco MasterPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

PF mira milícia digital de R$ 25 milhões ligada a Dr. Furlan, ex-aliado de Alcolumbre

PF mira milícia digital de R$ 25 milhões ligada a Dr. Furlan, ex-aliado de Alcolumbre

PF mira milícia digital de R$ 25 milhões ligada a Dr. Furlan, ex-aliado de Alcolumbre Operação Palanque Digital apura uso de verba da comunicação da Prefeitura de Macapá para autopromoção política, deepfakes e ataques a adversários no Amapá Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 27/05/2026 PF apura milícia digital ligada a Dr. Furlan – Dr. Furlan (MDB), prefeito de Macapá/Foto: Rogério Lameira/Prefeitura de Macapá) Milicia Digital: A Polícia Federal deflagrou nesta terça-feira (26) a Operação Palanque Digital, no Amapá, para investigar uma suposta organização criminosa digital ligada ao ex-prefeito de Macapá Dr. Furlan (PSD), ex-aliado e hoje adversário do grupo do senador Davi Alcolumbre (União-AP). Segundo a PF, contratos de publicidade institucional da Prefeitura de Macapá, na ordem de R$ 25 milhões, teriam sido usados para financiar autopromoção política, desinformação e ataques a adversários. A operação cumpre 35 mandados de busca e apreensão em Macapá, Belém e Canela, no Rio Grande do Sul. De acordo com a Polícia Federal, a investigação apura crimes eleitorais, crimes contra a Administração Pública, organização criminosa, lavagem de dinheiro e outros delitos que possam ser identificados no curso do inquérito. A PF afirma que valores destinados à comunicação pública da Prefeitura de Macapá teriam sido desviados de sua finalidade original para custear influenciadores digitais, veículos e empresas de comunicação usados na divulgação de ações de caráter político-eleitoral. Dr. Furlan está entre os alvos da PF A nota oficial da PF não cita nomes. A apuração, no entanto, aponta Dr. Furlan como um dos principais alvos da Operação Palanque Digital. Também foram alvos ex-secretários municipais, comunicadores, influenciadores digitais, empresários da comunicação e donos de agência de publicidade. Entre os investigados está Juarez Menescal, ex-secretário de Comunicação da gestão Furlan em Macapá. Ele foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo durante o cumprimento dos mandados. Até o momento, a operação resultou na apreensão de R$ 65 mil em espécie, quatro armas de fogo e veículos. Duas pessoas foram presas. Milícia digital de Dr. Furlan teria usado IA e deepfakes Segundo a investigação, a estrutura funcionava com divisão de tarefas, fluxo financeiro definido e núcleos voltados à produção de conteúdo político, ataques digitais e impulsionamento de narrativas favoráveis a Dr. Furlan. No topo da engrenagem estaria um núcleo estratégico responsável por definir os adversários a serem atacados, selecionar campanhas de promoção política e orientar a disseminação de conteúdos nas redes sociais. A apuração também aponta indícios de uso de inteligência artificial e deepfakes para criar vídeos, imagens e áudios manipulados. A rede teria produzido conteúdos falsos e ataques com teor homofóbico contra adversários políticos no Amapá. Dr. Furlan já era alvo da PF na Operação Paroxismo A Operação Palanque Digital é o novo capítulo de uma sequência de investigações federais envolvendo a antiga gestão de Dr. Furlan em Macapá. Em setembro de 2025, a PF deflagrou a primeira fase da Operação Paroxismo, que apura suspeitas de fraude em licitação, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro em contrato de R$ 69,3 milhões para obras do Hospital Geral Municipal de Macapá. Em março de 2026, a PF fez a segunda fase da operação, com mandados expedidos pelo Supremo Tribunal Federal. Na ocasião, o caso levou ao afastamento de servidores públicos por decisão judicial. Depois do avanço da investigação, Dr. Furlan deixou a Prefeitura de Macapá. A Câmara Municipal de Macapá oficializou a vacância do cargo em 17 de março. No documento, o ex-prefeito justificou a saída pelo desejo de disputar o governo do Amapá nas eleições de 2026. Relação de Dr. Furlan com Alcolumbre mudou no Amapá Dr. Furlan se tornou uma peça central da política amapaense depois de derrotar Josiel Alcolumbre, irmão de Davi Alcolumbre, na eleição de 2020 para a Prefeitura de Macapá. À época, a Fórum mostrou que Furlan venceu Josiel no segundo turno, em uma disputa marcada pelo apagão que atingiu o Amapá. Antes disso, a eleição em Macapá havia sido uma das mais apertadas do país, com Josiel Alcolumbre e Dr. Furlan avançando ao segundo turno. Nos anos seguintes, Furlan chegou a dividir agendas administrativas com Alcolumbre, mas passou a se consolidar como adversário regional do grupo do presidente do Senado. A nova operação da PF atinge justamente a estrutura digital que, segundo a investigação, teria sido usada para sustentar a imagem política do ex-prefeito e atacar seus opositores no estado. O Amapá também tem sido palco de outras investigações federais com personagens ligados ao campo político local. A Fórum revelou recentemente que o deputado bolsonarista Vinicius Gurgel foi alvo de busca e apreensão no Amapá e que um suplente de Alcolumbre foi indiciado pela PF por suspeita de esquema no Dnit. Na Operação Palanque Digital, a PF investiga se a máquina pública municipal foi usada para financiar uma estrutura clandestina de comunicação política, com recursos públicos, manipulação digital e ataques coordenados contra adversários. Notícia anteriorPróxima notícia Belém PACanela RSDNIT Departamento Nacional de Infraestrutura de TransportesMacapá APPolícia Federal PFPrefeitoPSD Partido Social DemocráticoSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro e Go Up procuraram empresa da Hungria para pagamentos de Dark Horse  Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Arraial do Cabo: Instituto que aparece com R$ 60 mil de capital social seria vencedor de disputa por contrato de mais de R$ 40 milhões

Arraial do Cabo: Instituto que aparece com R$ 60 mil de capital social seria vencedor de disputa por contrato de mais de R$ 40 milhões

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Deverá acontecer às 10h desta quinta-feira (28), a retomada de um processo licitatório aberto em abril deste ano pela Prefeitura de Arraial do Cabo Por Elizeu Pires 27/05/2026 Arraial do Cabo: Instituto que aparece com R$ 60 mil de capital social seria vencedor de disputa por contrato de mais de R$ 40 milhões Com valor global estimado em mais de R$ 43 milhões, o Pregão Eletrônico 008/2026 foi suspenso para análise de documentos, quando a comissão de licitação já tinha definido como as melhores, propostas apresentadas pelo Instituto Rede de Apoio Social, isto depois de pelo menos um pedido de impugnação. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3

Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3

Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3 Mesmo contra o fim da escala 6×1, Sóstenes Cavalcante anunciou apoio do PL à escala 4×3. Movimento repete tática usada na isenção do Imposto de Renda para desgastar o governo Lula. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 27/05/2026 Fim da escala 6×1: Sóstenes Cavalcante (PL-RJ) – Foto: Lula Marques/Agência Brasil Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara, anunciou nesta terça-feira (26) que a bancada vai defender a votação da PEC 8/2025 para tentar aprovar a escala 4×3, com quatro dias de trabalho e três de descanso, na discussão sobre o fim da escala 6×1. O movimento ocorre às vésperas da reunião da comissão especial da Câmara marcada para esta quarta-feira (27), às 10h30, para discutir e votar o parecer do relator Leo Prates (Republicanos-BA) sobre a redução da jornada de trabalho. A guinada expõe a contradição do líder bolsonarista. O PL mudou de posição para tumultuar a votação e passou a defender a escala 4×3 depois de resistir ao avanço da proposta que acaba com a escala 6×1. Sóstenes Cavalcante muda discurso sobre escala 6×1 Em publicação no X, Sóstenes afirmou que o PL estaria “ao lado do trabalhador brasileiro” e que, após reunião da bancada, decidiu defender “a votação da PEC 8/2025, com destaque de preferência, para avançarmos na escala 4×3”. A PEC 8/2025, apresentada por Erika Hilton (PSOL-SP), altera o artigo 7º da Constituição para prever a redução da jornada de trabalho para quatro dias por semana no Brasil. A proposta foi apensada à PEC 221/2019, que trata da redução gradual da jornada para 36 horas semanais. O parecer de Leo Prates, apresentado na segunda-feira (25), recomenda a redução da jornada para 40 horas semanais, sem redução salarial, com dois dias de descanso por semana, um deles preferencialmente aos domingos. Segundo a Câmara, a transição seria feita em 14 meses. A contradição foi apontada nas redes pelo deputado Thiago Süssekind (União-RJ), que recuperou a mudança de postura do líder do PL no debate sobre o fim da escala 6×1. PL repete tática usada na isenção do Imposto de Renda A ofensiva do PL lembra a estratégia adotada na votação da isenção do Imposto de Renda para quem ganha até R$ 5 mil. Naquele caso, Sóstenes apresentou um projeto para elevar a faixa de isenção a R$ 10 mil, proposta de maior apelo popular, mas com impacto fiscal muito superior. O PL 400/2025, de autoria de Sóstenes, foi apresentado em fevereiro de 2025 e prevê isenção do Imposto de Renda para rendimentos de até R$ 10 mil. A proposta foi protocolada enquanto o governo Lula defendia a ampliação da isenção para até R$ 5 mil, com compensação por meio de tributação mínima sobre altas rendas. Em outubro, a Câmara aprovou o projeto do governo que isenta do Imposto de Renda quem ganha até R$ 5 mil por mês. O texto cria, como compensação, um patamar mínimo de 10% de IR para contribuintes de alta renda. A lógica política é semelhante. O PL se coloca publicamente a favor de uma pauta popular, mas apresenta uma versão mais maximalista, de difícil acomodação fiscal ou legislativa, para tentar emparedar o governo e a esquerda. Escala 4×3 vira arma contra Lula Ao defender a escala 4×3 no momento decisivo da tramitação, Sóstenes tenta inverter o desgaste. O partido que vinha resistindo à redução da jornada passa a acusar PT, PSOL e governo Lula de não apoiarem uma proposta ainda mais generosa ao trabalhador. A movimentação ocorre em meio à pressão social pelo fim da escala 6×1, modelo em que o trabalhador atua seis dias e descansa apenas um. A pauta ganhou força no Congresso após mobilização popular e passou a ser tratada como uma das principais agendas trabalhistas do ano. Na prática, a proposta do relator acaba com a escala 6×1 ao estabelecer dois dias de descanso por semana. Já a ofensiva de Sóstenes e do PL tenta deslocar o centro do debate para a escala 4×3 e transformar uma reivindicação dos trabalhadores em instrumento de desgaste contra o governo Lula. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalDeputada FederalDeputado FederalImposto de Renda IRPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPL Projeto de LeiPSOLPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosUnião Brasil Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA 27/05/2026 A mansão de Eduardo (VIDEO) 27/05/2026 Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA A mansão de Eduardo (VIDEO) Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3 Encontros, viagens e nomeações: elo pessoal entre Castro e Vorcaro facilitou aporte de R$ 3,7 bi no Master pelo Rioprevidência, diz PF Rachadinha e lavagem de dinheiro: as acusações contra Mario Frias denunciadas à PGR Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Doador da campanha de ex-ministro de Bolsonaro é um dos alvos de nova ação da PF sobre fraudes contra aposentados

Doador da campanha de ex-ministro de Bolsonaro é um dos alvos de nova ação da PF sobre fraudes contra aposentados

Doador da campanha de ex-ministro de Bolsonaro é um dos alvos de nova ação da PF sobre fraudes contra aposentados Nova fase da Operação Sem Desconto mira presidentes de organizações que fraudaram aposentados, entre eles Felipe Macedo Gomes, que doou R$ 60 mil para a campanha de Onyx Lorenzoni, ex-ministro de Jair Boslonaro, em 2022. Por Plínio Teodoro | Fórum 27/05/2026 Onyx Lorenzoni (PP-RS) e Felipe Macedo Gomes (Agência Senado) A Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU) deflagram nesta quarta-feira (27) nova fase da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema nacional de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e em pensões. Estão sendo cumpridos 31 mandados de busca e apreensão e 8 medidas cautelares de monitoramento eletrônico no Distrito Federal, São Paulo, Pernambuco e Paraíba. um dos alvos da operação é o ex-presidente da Associação Amar Brasil Clube de Benefício, Felipe Macedo Gomes, que doou R$ 60 mil para a campanha de Onyx Lorenzoni ao governo do Rio Grande do Sul em 2022. Além dele, a PF cumpre mandados contra Dias Delecrode, ex-presidente da Associação de Amparo Social ao Aposentado e Pensionista (AASAP), que também teria atuado em várias entidades ligadas ao sistema de descontos associativos, incluindo Amar Brasil, MasterPrev e ANDAPP. Requerimentos da CPMI mostram que entidades associativas das quais ele participou — como AASAP, Amar Brasil e MasterPrev — cresceram justamente no período em que o Ministério da Previdência era comandado por figuras do entorno bolsonarista, especialmente Onyx Lorenzoni. Onyx foi ministro da Casa Civil, Secretaria-Geral da Presidência, Cidadania e Previdência no ex-governo Jair Bolsonaro (PL). Técnico do INSS, Everaldo Felício de Macedo, tambpem está entre os alvos. Ele é suspeito de receber pagamentos de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, que seria o líder da organização criminosa. Segundo a PF, nesta fase, a ação tem como finalidade aprofundar as investigações que visam esclarecer a prática de diversos crimes contra a Administração Pública, tais como constituição de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e de dilapidação patrimonial. Notícia anteriorPróxima notícia CGU Controladoria-Geral da UniãoCPMI Comissão Parlamentar Mista de InquéritoINSSPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasPresidente da República Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA 27/05/2026 A mansão de Eduardo (VIDEO) 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA A mansão de Eduardo (VIDEO) Fim da escala 6×1: a hipocrisia de Sóstenes Cavalcante, líder do PL, ao propor 4×3 Doador da campanha de ex-ministro de Bolsonaro é um dos alvos de nova ação da PF sobre fraudes contra aposentados Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

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As consequências do seu voto

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