Motociclista morre baleado em abordagem da PM em São Gonçalo; protesto teve rua incendiada

Motociclista morre baleado em abordagem da PM em São Gonçalo; protesto teve rua incendiada A Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG) investiga o caso, que também é apurado pela Corregedoria da Polícia Militar. Um agente foi afastado. Policiamento foi reforçado na área. Por Victória Henrique | Bom Dia Rio 01/06/2026 Motociclista foi morto em abordagem em São Gonçalo — Foto: Reprodução/ TV Globo Um motociclista morreu após ser baleado durante uma abordagem da Polícia Militar em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, no último domingo (31). Uma mulher que estava na garupa ficou ferida. O caso ocorreu no bairro Pacheco, na esquina das ruas Guilherme Fernandes e Monsenhor Benedito Marinho. O motociclista chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos. A mulher foi levada para o Hospital Estadual Alberto Torres, onde permanece internada. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde dela. A Corregedoria da Polícia Militar abriu investigação para apurar a atuação de agentes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) na ocorrência. Um policial foi afastado das funções. No início da noite, moradores realizaram um protesto na região e incendiaram barricadas nas vias. Policiais foram acionados e conseguiram controlar a situação, retirando os objetos que bloqueavam a rua. O policiamento foi reforçado na área. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão Gonçalo RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradora denuncia problemas estruturais e demora no atendimento na UPA de Teresópolis 01/06/2026 Policial militar morre após ser baleado na cabeça em operação em Rocha Miranda 01/06/2026 Motociclista morre baleado em abordagem da PM em São Gonçalo; protesto teve rua incendiada 01/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
ONG da produtora de ‘Dark Horse’ repassou emenda de Mário Frias a advogado dele e ‘livros fantasmas’

ONG da produtora de ‘Dark Horse’ repassou emenda de Mário Frias a advogado dele e ‘livros fantasmas’ Recursos foram para empresa ligada à doadora de campanha, para advogado do deputado federal e para sócio de Karina Gama, aliada dele; procurados, eles não responderam Por Guilherme Caetano, Juliano Galisi e Vinícius Valfré | O Estado de S.Paulo 01/06/2026 O deputado federal Mário Frias é produtor-executivo e roteirista do filme sobre Jair Bolsonaro Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil BRASÍLIA E SÃO PAULO – O deputado Mário Frias (PL-SP) enviou uma emenda de R$ 1 milhão para a ONG de uma aliada dele. Parte da verba foi destinada para pagar um advogado do próprio Frias e comprar livros didáticos que nunca foram entregues. Ao Estadão, os responsáveis pelo projeto de letramento digital e empreendedorismo que seria realizado em Pirassununga, no interior de São Paulo, com recursos da emenda de Mário Frias, afirmaram que o investimento prometido não chegou até eles. “Não foi executado em Pirassununga. Não foi executado por mim. Fiquei sabendo que não iria mais rolar aqui, não seria eu que executaria. Ninguém deu satisfação ou falou nada”, afirmou Kayo Azevedo, responsável técnico do Jovem Empreendedor procurado pela reportagem. A emenda do deputado foi apresentada no orçamento de 2024, quando cada parlamentar teve direito a indicar R$ 37 milhões em emendas individuais. O governo é obrigado a efetuar os gastos de acordo com a indicação do deputado. Mário Frias justificou que os recursos seriam para um projeto de fomento do empreendedorismo para jovens e adolescentes. A destinatária do dinheiro da emenda foi a ONG Instituto Conhecer Brasil (ICB), que pertence a Karina Ferreira da Gama, também responsável pela Go Up Entertainment, produtora do filme “Dark Horse”, inspirado na vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Mário Frias é produtor-executivo e roteirista do longa-metragem. O total de R$ 1 milhão da emenda foi integralmente desembolsado, segundo as movimentações financeiras informadas ao governo federal. Com a verba, a ONG subcontratou prestadores de serviço para viabilizar a execução da iniciativa. O objetivo apresentado para o financiamento do projeto é, segundo o plano de trabalho, fomentar o letramento digital e o empreendedorismo para adultos e adolescentes, com o uso de materiais didáticos “físicos e digitais inovadores, a fim de inspirar e educar crianças do 4º e 5º anos do Ensino Fundamental em escolas públicas municipais”. O Estadão analisou documentos de prestação de contas da emenda de Frias. Segundo os registros, o maior beneficiário do dinheiro manejado pelo ICB de Karina Gama foi a Editora Dinâmica, contratada para fornecer o material didático do projeto por R$ 400 mil, pagos em fevereiro de 2025. A editora é sediada em Rio Claro (SP) e deveria fornecer 2.750 kits de livros pedagógicos, com o custo unitário de R$ 145,45, ao projeto Jovem Empreendedor – mas o material nunca chegou a Pirassununga, segundo os responsáveis pelo projeto. A Dinâmica pertence a Dayvid Medeiros. Ele é sócio em outra empresa de Heric Fabiano Dias, cuja esposa, Luiza Tessari Rocha Dias, doou R$ 70 mil à campanha de Frias a deputado federal em 2022. A reportagem pediu esclarecimentos a Dayvid Medeiros por ligação, mensagens e e-mail. Também tentou contato por meio da esposa dele. Os pedidos foram ignorados. Heric e a mulher não foram localizados. O segundo maior subcontrato do ICB foi com o Instituto Super Poder Educacional, de Pamella Cristiane Dias, no valor de R$ 300 mil, pagos em março de 2025. O serviço consistiria na entrega de “24 kits pedagógicos” com “roteirização, produção e gravação das aulas”, além de “trilhas de conteúdo complementares” e uma licença de 12 meses para 2,5 mil acessos em uma “plataforma”. A reportagem tentou falar com Pamella no telefone pessoal dela e no da empresa. Ela não retornou as tentativas de contato. A empresária compareceu a um evento editorial com Dayvid Medeiros, da Dinâmica, no início do mês, e publicou conteúdos gravados no estande de uma das empresas dele. “Nossa gratidão especial à HD Cultural, que acreditou nesse projeto e tornou isso realidade”, escreveu. Emenda de Frias pagou advogado do deputado Outros R$ 80 mil da emenda de Mário Frias foram pagos ao advogado do deputado. Em fevereiro deste ano, a ONG de Karina Gama fez dois repasses a uma empresa que tem como sócio o advogado Fabio Lago Meirelles. Houve um pagamento de R$ 30 mil para serviços de contabilidade e outro, de R$ 50 mil, para serviços jurídicos. De 2022 a 2026, Fabio Meirelles representou Frias em, ao menos, nove processos na Justiça. Foram oito ações na Justiça Eleitoral e uma na Justiça Estadual de São Paulo. Procurado, o advogado disse que retornaria após uma reunião, mas não o fez e parou de responder às mensagens. Contratação de dirigente da própria entidade Além de pagar aliados de Mário Frias, a ONG de Karina realizou uma contratação vedada pela legislação. O produtor de eventos Marcelo Machado recebeu um contrato de R$ 50 mil para prestar serviços de “divulgação” ao projeto Jovem Empreendedor. O valor foi transferido para a empresa MM7, da qual Machado é dono, em fevereiro deste ano. Machado é dirigente de outra entidade presidida por Karina, a Academia Nacional de Cultura, que, assim como o ICB, está na mira do STF por possível destinação de verbas públicas para a produção do filme sobre Bolsonaro. A lei proíbe a contratação por ONGs de empresas de seus próprios dirigentes, dado o conflito de interesses. Machado foi procurado pela reportagem, mas não respondeu. Emendas de Mário Frias estão na mira do STF A emenda de R$ 1 milhão destinada por meio de convênio do ICB com o Ministério de Ciência e Tecnologia é uma das duas de mesmo valor enviadas por Mário Frias ao ICB e que estão sob investigação do Supremo Tribunal Federal (STF). O ministro Flávio Dino investiga se R$ 2 milhões em emendas enviados por Frias à ONG de Karina Gama serviram para financiar o filme “Dark Horse”. A Justiça tem enfrentado dificuldades para localizar o deputado e intimá-lo para esclarecimentos à Suprema Corte. A prestação de contas está atrasada na plataforma de gerenciamento dos convênios. A parceria do ICB com o ministério, viabilizada graças à emenda,
Vice-prefeito é acusado de forjar casamento com idosa para receber pensão e embolsar quase R$ 5 milhões

Vice-prefeito é acusado de forjar casamento com idosa para receber pensão e embolsar quase R$ 5 milhões Para o Ministério Público do Rio, Hélio Luiz Fazoli de Moraes forjou uma relação com a ex-procuradora do estado Ângela Marília de Moraes Peçanha. Por Fantástico 31/05/2026 Vice-prefeito de Trajano de Moraes (RJ) é acusado de forjar casamento para receber pensão e embolsar quase R$ 5 milhões — Foto: Fantástico/ Reprodução A Justiça do Rio de Janeiro bloqueou os bens de Hélio Luiz Fazoli , vice-prefeito de Trajano de Moraes, cidade na Região Serrana do estado. Ele é acusado de forjar um casamento para receber pensão e embolsar quase R$ 5 milhões. A esposa de “faz de conta” era uma ex-procuradora do estado e tia da ex-mulher do político. Os detalhes dessa fraude estão na reportagem que é uma parceria do Fantástico com a GloboNews. Não há fotos da cerimônia de casamento e nem da festa. Apenas um documento, assinado em cartório. Uma escritura de união estável entre Ângela Marília de Moraes Peçanha e Hélio Luiz Fazoli de Moraes. Mas, para o Ministério Público do Rio, tudo não passa de uma farsa, uma relação forjada por Hélio Luiz com um único objetivo: receber a pensão depois da morte de Ângela. Nascida em 1931, Ângela Marília de Moraes Peçanha foi procuradora do Estado do Rio. Ela se aposentou em 1985, depois de mais de 30 anos de serviço público. Não tinha filhos e vivia em uma fazenda. Nos fundos da casa da ex-procuradora morava a sobrinha Adriana Canes Peçanha, de 55 anos. Em 1995, ela se casou com Hélio Luiz Fazoli – hoje vice-prefeito de Trajano de Moraes. O casal se separou em 2013. E, dez meses depois do divórcio, Hélio procurou o cartório da cidade para formalizar uma nova relação: com a tia da esposa, então com 83 anos. Em 2017, ela vem a falecer. E, a partir daí, ele pede a pensão: quase R$ 50 mil por mês. No mesmo dia da união estável, Hélio Luiz obteve outro documento: uma procuração que dava a ele amplos poderes para movimentar as contas da ex-procuradora. Hélio, então, deu entrada em dois pedidos da pensão. O INSS rejeitou a solicitação. Já no Rioprevidência, fundo responsável pelo pagamento de aposentadorias e pensões de servidores do estado do Rio, o pedido foi aprovado. Para família de Ângela, a surpresa foi outra. Marcelo Bruzzi, repórter: Dona Ângela e o Hélio Luiz tiveram um casamento?Maria Anita Peçanha, irmã de Ângela Marília: De jeito nenhum. Ele era sobrinho dela. Casado com a minha sobrinha. Como um sobrinho vai casar com uma tia? Eu acho que é vergonhoso e acho que é um escândalo.Marina do Valle, advogada e sobrinha de Ângela Marília: Nunca pude imaginar que Hélio Luiz poderia ter algum tipo de relacionamento que não seja de sobrinho com a minha tia. Impossível.Repórter: Foi um casamento fake?Marina do Valle: Totalmente. Foi aí que o Ministério Público passou a investigar o casamento fake em Trajano de Moraes, pedindo a quebra do sigilo bancário de Hélio Luiz Fazoli. “Todo mês, o investigado transferia recursos para ex-esposa”, afirma Marcos Davidovich, promotor do MP-RJ. No caso, Adriana Peçanha, sobrinha da ex-procuradora. “Não seria uma pensão alimentícia. Parece mais uma combinação entre eles”, diz Marcos Davidovich, promotor do MP-RJ. Durante quase dez anos, Hélio Luiz e Adriana Canes Peçanha receberam dos cofres públicos quase R$ 5 milhões. Da cadeira de vice-prefeito diretamente para o banco dos réus. A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público e determinou a suspensão imediata dos pagamentos para Hélio Luiz Fazoli. A decisão também bloqueou os bens do político e da ex-mulher dele – contas bancárias, aplicações financeiras, imóveis, carros, ações e até criptomoedas. A Justiça quer saber a dimensão do patrimônio deixado pela ex-procuradora. Sem herdeiros diretos, a fortuna de Ângela deveria ir, por lei, para as irmãs e as sobrinhas – os chamados “parentes colaterais”. Agora, a família tenta descobrir o que ainda sobrou dos bens. Além de falsidade ideológica, Hélio Luiz e Adriana Peçanha vão responder por estelionato qualificado contra os cofres públicos do Rioprevidência. Em nota, o Rioprevidência informou que já suspendeu o pagamento da pensão; que não detectou a fraude na época; e que vai acompanhar o processo junto à Procuradoria-Geral do Estado do Rio. Em nota, a defesa de Hélio Luiz Fazoli e de Adriana Canes Peçanha afirma que a investigação foi conduzida sem que os acusados fossem ouvidos e que a acusação se baseia em narrativas do cenário político local. Diz ainda que os parente de Ângela que prestaram depoimento sequer frequentavam a cidade e que, como não há inventário aberto, é falso afirmar que os bens ficaram com Hélio. A nota acrescenta que a imagem da ex-procuradora merece respeito e será defendida por quem realmente cuidou dela; e conclui dizendo que a inocência dos dois será provada na Justiça. Notícia anteriorPróxima notícia INSS Instituto Nacional do Seguro SocialMP-RJProcuradoria-Geral do Estado PGERegião Serrana e Centro Sul FluminenseRioPrevidênciaTrajano de Moraes RJVice-prefeito Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradora denuncia problemas estruturais e demora no atendimento na UPA de Teresópolis 01/06/2026 Policial militar morre após ser baleado na cabeça em operação em Rocha Miranda 01/06/2026 Vice-prefeito é acusado de forjar casamento com idosa para receber pensão e embolsar quase R$ 5 milhões 31/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Auditoria da Cedae: Master era inelegível para investimentos e só recebeu R$ 200 milhões após mudanças na companhia

Auditoria da Cedae: Master era inelegível para investimentos e só recebeu R$ 200 milhões após mudanças na companhia Relatório interno afirma que banco não cumpria exigências da política vigente, aponta reuniões anteriores à data informada à CVM e conclui que negociações ficaram concentradas na diretoria financeira. Por Marcelo Gomes e Raoni Alves | GloboNews e g1 Rio 31/05/2026 Cedae — Foto: Reprodução/TV Globo Uma auditoria interna da Cedae concluiu que o Banco Master não atendia aos critérios exigidos pela política de investimentos da companhia quando começaram as negociações para um aporte de R$ 200 milhões. Segundo o documento obtido pela Globonews, as regras internas foram alteradas meses depois, passando a permitir a aplicação na instituição financeira. O relatório sustenta que, quando a Cedae recebeu a documentação do banco, em julho de 2023, o Master possuía classificação de risco inferior à exigida pela política vigente e contava com avaliação de apenas uma agência de rating. Segundo os auditores, a política de investimentos foi posteriormente modificada e passou a admitir exatamente o perfil apresentado pela instituição. As conclusões fazem parte de uma apuração aberta pela atual gestão da companhia após a perda de recursos investidos no banco. O documento foi encaminhado pelo presidente da Cedae, Rafael Rolim, à diretoria da estatal com recomendação de envio aos órgãos de controle, como TCE e MPRJ. No sábado (30), o blog do jornalista Octávio Guedes revelou que a auditoria concluiu que a diretoria financeira ignorou alertas internos sobre a deterioração da situação do Banco Master e que a estatal acumulou prejuízo superior a R$ 222 milhões. Os documentos obtidos pela Globonews mostram que a investigação também se debruçou sobre a origem da operação e sobre as mudanças promovidas na política de investimentos antes da aplicação dos recursos. Regras alteradas A auditoria reconstruiu toda a cronologia que antecedeu o investimento e concluiu que o Banco Master era considerado inelegível pelas normas vigentes da própria companhia. Em março de 2023, a Cedae aprovou a segunda versão de sua Política de Aplicações Financeiras. Entre as exigências estavam classificação mínima de risco equivalente a “A-” e avaliações emitidas por pelo menos duas agências independentes. Segundo o relatório, em 3 de julho de 2023 a diretoria financeira recebeu do Banco Master as demonstrações financeiras da instituição e um relatório de classificação de risco emitido pela agência Fitch. A nota atribuída ao banco era “BBB-” e havia sido emitida em novembro de 2021. Para os auditores, aquele documento demonstrava de forma imediata que o banco não preenchia os requisitos da política então vigente. “Apenas dois meses antes, os mesmos documentos atestavam a inelegibilidade do Banco Master frente à política vigente”, afirma o relatório. A auditoria afirma que, em vez de interromper o processo, a diretoria financeira passou a conduzir alterações na política de investimentos. Em agosto daquele ano foi aberto o processo para elaboração da versão 3 da política. Em setembro, a nova norma foi aprovada. Entre as mudanças apontadas pela auditoria estão a redução das exigências relativas às agências de rating e a criação de uma nova faixa de risco que passou a aceitar instituições classificadas entre BBB+ e BBB-. Segundo os auditores, as alterações acabaram enquadrando exatamente o perfil apresentado pelo Banco Master. “O procedimento padrão de governança exigiria a desqualificação imediata da instituição”, registra o relatório. Diretoria negociou aplicação Outro ponto destacado pela investigação envolve o início das negociações entre a estatal e o banco. A auditoria afirma ter identificado, por meio dos registros do sistema de catracas da sede da Cedae, uma reunião realizada em 17 de maio de 2023 entre representantes do Banco Master e integrantes da Diretoria Financeira e de Relação com Investidores (DFI). Os registros indicam a entrada de Diego Maciel de Menezes Silva, identificado como superintendente comercial do Banco Master, e apontam o então diretor financeiro Antonio Carlos dos Santos como anfitrião da visita. Segundo os auditores, a reunião ocorreu mais de um mês antes da data que havia sido apresentada pela administração da companhia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) como sendo o primeiro contato formal entre as partes. A versão encaminhada ao órgão regulador sustentava que o contato inicial ocorreu em 27 de junho de 2023, quando uma representante do Banco Master enviou um e-mail solicitando orientações para o cadastramento da instituição junto à Cedae. Para a comissão responsável pela apuração, os registros obtidos contradizem essa versão e indicam que as negociações já estavam em andamento semanas antes. A auditoria também identificou uma viagem do diretor financeiro Antonio Carlos dos Santos e de assessores a São Paulo, em junho de 2023, para uma reunião com Maurício Quadrado, então sócio e co-CEO do Banco Master. Segundo o relatório, o encontro teve como pauta produtos financeiros e oportunidades de investimento. Tratativas em sigilo Ao longo de mais de 20 páginas, a auditoria sustenta que as negociações ficaram concentradas na Diretoria Financeira e em um grupo restrito de assessores. Segundo os investigadores, as tratativas tiveram início com reuniões presenciais em maio de 2023, avançaram com encontros em São Paulo em junho e julho e culminaram na alteração da política de investimentos aprovada em setembro daquele ano. O relatório afirma que as conversas ocorreram sem compartilhamento adequado de informações com outros setores da companhia. “Toda esta negociação levada a cabo pela Diretoria Financeira e de Relação com Investidores permaneceu em sigilo”, afirma o documento. Ainda segundo a auditoria, a partir do momento em que outras áreas passaram a ter conhecimento da operação, começaram a surgir alertas internos relacionados ao risco reputacional da instituição financeira e à exposição da companhia. Os auditores também apontam que o Conselho de Administração e o Comitê de Auditoria receberam a proposta de alteração das regras sob a justificativa de diversificação da carteira e aumento da rentabilidade, sem que tivessem elementos para prever que as mudanças seriam utilizadas para viabilizar uma operação específica. ‘Calote’ do Master A segunda etapa da investigação analisou a condução do investimento após a aplicação dos recursos. Segundo a auditoria, a partir de 2025 diferentes áreas da companhia passaram a emitir alertas sobre a situação financeira do Banco Master e recomendar medidas para redução da
O sistema de votação de alta tecnologia do Brasil está perdendo a confiança dos eleitores

O sistema de votação de alta tecnologia do Brasil está perdendo a confiança dos eleitores Culpe as redes sociais, políticos populistas e a queda da confiança nas instituições Por The Economist 31/05/2026 Getty Images Brasil é o único país no mundo onde todas as eleições são totalmente eletrônicas. Para celebrar o 30º aniversário do sistema em maio, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) do país, que supervisiona as eleições gerais, lançou um mascote, Pilili, uma máquina de votação amigável com olhos grandes e redondos. No entanto, Pilili e o amplo alcance do tribunal ao público nos últimos anos não reverteram a diminuição da confiança no sistema eleitoral brasileiro. Em 2009, 45% dos entrevistados brasileiros disseram à empresa de pesquisa Latinobarómetro que acreditavam que as eleições eram limpas, enquanto 47% disseram que eram fraudulentas. Em 2024, apenas 32% confiavam e 61% suspeitavam de fraude (veja o gráfico). As opiniões sobre máquinas de votação especificamente também têm mudado. Em uma pesquisa recente, 43% dos entrevistados disseram que as urnas não podem ser confiáveis. Em uma pesquisa da mesma empresa em 2022, apenas 22% disseram não ter confiança nas máquinas. Foi em 2022 que Jair Bolsonaro, um populista de direita que perdeu sua campanha para a reeleição como presidente, inundou a internet com mentiras sobre as máquinas. Essas alegações ajudaram a inspirar uma insurreição em 8 de janeiro de 2023, quando milhares de seus apoiadores invadiram prédios governamentais. O Sr. Bolsonaro está cumprindo uma pena de prisão por tentar reverter o resultado da eleição. Ele foi apenas a manifestação mais radical da diminuição da confiança nos sistemas eleitorais ao redor do mundo. Seu filho, Flávio, senador, está concorrendo à presidência nas eleições de outubro. Em março, na Conservative Political Action Conference, um encontro de direita realizado este ano em Dallas, Flávio afirmou que venceria as eleições se fossem “livres e justas”, sugerindo que qualquer outro resultado mostraria que não foram. Muitos dos outros participantes apoiadores de Trump também alimentaram boatos falsos sobre máquinas de votação duvidosas. Embora a campanha de Flávio tenha vacilado recentemente após mensagens vazadas que o ligaram a um banqueiro corrupto, o efeito Bolsonaro persiste: uma parcela considerável da direita brasileira tem se dedicado ao discurso contra as máquinas de votação, especialmente nas redes sociais. Os candidatos contestaram o resultado das eleições gerais de 2014, 2018 e 2022. Se o resultado deste ano for apertado, o perdedor pode reclamar novamente. A desconfiança no sistema eleitoral foi impulsionada pela polarização e desinformação online, não por fraudes comprovadas. Mas sua natureza técnica facilita a disseminação de informações falsas sobre o sistema. Quando os eleitores entram em uma seção eleitoral, a máquina os identifica pelas impressões digitais. Em seguida, eles inserem o ID de dois dígitos do candidato escolhido e confirmam sua escolha. Os votos não são registrados em ordem cronológica, mas aleatórios, para preservar o sigilo da cédula. Quando as urnas fecham, às 17h, uma contagem é impressa e pendurada na seção eleitoral para que o público veja, o único registro em papel da votação. Um oficial de votação então remove os pen drives conectados a cada máquina e envia um registro eletrônico criptografado da contagem para a sede da TSE por meio de uma rede privada virtual. O software que faz isso foi escrito pelo próprio TSE e usa protocolos de segurança semelhantes às transações bancárias. Cada máquina possui uma assinatura digital única que ela usa para assinar o registro eletrônico transmitido ao TSE. Se a assinatura em um lote de votos não corresponder aos registros do TSE, será proibido de entrar na rede. As máquinas deliberadamente não têm o hardware necessário para se conectar à internet ou ao bluetooth. Os pen drives também carregam uma assinatura, e as máquinas rejeitam qualquer um que não corresponda. “Mesmo que haja um ou alguns atores de má-fé no TSE, há camadas demais de segurança para que eles possam afetar o sistema como um todo, ou a contagem de votos”, diz Carlos Alberto da Silva, professor de criptografia na Universidade Federal de Mato Grosso do Sul. “Ao longo de três décadas, nunca houve qualquer evidência de fraude eleitoral no sistema eleitoral brasileiro”, diz Cármen Lúcia, até recentemente presidente do TSE. “Esse fato fala por si só.” Os brasileiros sabem o resultado da eleição em até quatro horas após o fechamento das urnas. Os eleitores podem verificar o resultado verificando se as contagens nas seções eleitorais correspondem aos registros eletrônicos de eleitores, que são publicados no site do TSE. O escritório federal de auditoria independente também coleta uma grande amostra de contagens em papel e as compara com a contagem eletrônica. O vencedor é então certificado. O Brasil optou por adotar o formato eletrônico para combater fraudes eleitorais generalizadas. Muitos eleitores analfabetos costumavam ter suas cédulas de papel preenchidas por capangas de políticos. Os cadastros eleitorais frequentemente incluíam pessoas mortas ou inexistentes. A situação chegou ao ápice em 1994, durante uma eleição claramente manchada no Rio de Janeiro. Centenas de cédulas foram escritas com a mesma caligrafia. Após essa eleição, o TSE reuniu um grupo de engenheiros e estudiosos do direito para encontrar uma solução. Em 2000, a votação era totalmente eletrônica. Para aumentar a confiança no sistema, o TSE organiza hackathons em sua sede na preparação para a eleição. Qualquer cidadão com mais de 18 anos pode participar, com despesas cobertas. Os participantes têm acesso ao hardware e software das urnas e podem tentar comprometê-las. Se uma vulnerabilidade for encontrada, o TSE a corrige e convida os participantes a voltarem para repetir seus ataques. Também permite que o código-fonte das urnas eleitorais seja inspecionado por universidades, exército, polícia federal, organizações da sociedade civil — como a ordem dos advogados do Brasil — e partidos políticos. Marcos Roberto dos Santos, professor de cibersegurança no Atitus, uma instituição privada de ensino no Rio Grande do Sul, participou dos testes de segurança pública quatro vezes. “Se você tem dúvidas ou problemas com o sistema, isso é seu direito”, ele diz. “Então vá testar por si mesmo.” As tentativas do Sr. Bolsonaro de desacreditar o sistema em 2022 revelam mais interesse próprio do que preocupações com a segurança. Após sua derrota, seu partido processou para anular
Varredura encontra grampos no gabinete do governador Ricardo Couto no Palácio Guanabara

Varredura encontra grampos no gabinete do governador Ricardo Couto no Palácio Guanabara Gabinete de Segurança Institucional abriu investigação para saber a origem do material. Ricardo Couto é desembargador e assumiu no fim de março após a renúncia de Cláudio Castro. Por Cristina Boeckel e Rafael Nascimento | g1 Rio 29/05/2026 O desembargador Ricardo Couto, presidente do TJ-RJ e governador em exercício do Rio — Foto: Divulgação Uma varredura encontrou escutas no gabinete do governador em exercício do Estado do Rio de Janeiro, Ricardo Couto, no Palácio Guanabara. A informação foi publicada pelo blog da jornalista Míriam Leitão no Jornal O Globo e posteriormente obtida pelo g1. Segundo o poder estadual, as escutas foram encontradas em uma inspeção de rotina realizada pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Ainda de acordo com o governo, o material é aparentemente antigo e sem funcionalidade e foi retirado pelos agentes. O g1 apurou que o GSI abriu investigação para descobrir a origem dos equipamentos encontrados e como foram parar no gabinete do governador na sede do poder estadual. Ricardo Couto é desembargador e assumiu o Governo do Rio de Janeiro após a renúncia de Cláudio Castro, no fim do mês de março. Ele assumiu o cargo porque era o presidente do Tribunal de Justiça, próximo na sucessão do cargo já que o estado está sem vice-governador e o presidente da Alerj foi afastado por decisão do STF. Desde quando assumiu o cargo, Couto despacha do gabinete no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro e vai ao Palácio Guanabara apenas para reuniões institucionais. Notícia anterior ALERJGovernadorPL Partido LiberalRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Varredura encontra grampos no gabinete do governador Ricardo Couto no Palácio Guanabara 29/05/2026 Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master 28/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas

Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas Dando sequência às ameaças, a administração Trump designou as duas maiores gangues de drogas do Brasil como grupos terroristas. Por Ana Ionova | The New York Times 28/05/2026 Membros do Comando Vermelho sendo presos no ano passado no Rio de Janeiro. Os EUA designaram a gangue como grupo terrorista na quinta-feira.Crédito…Mauro Pimentel/Agence France-Presse — Getty Images Os Estados Unidos designaram as duas maiores gangues de drogas do Brasil como grupos terroristas na quinta-feira, após meses de lobby agressivo dos filhos do ex-presidente preso, Jair Bolsonaro, aliado próximo do presidente Trump. A medida ocorre poucos dias depois de dois dos filhos de Bolsonaro, um dos quais planeja concorrer à presidência ainda este ano, terem visitado Trump na Casa Branca. Após a reunião de terça-feira, Flávio Bolsonaro, que buscará a presidência em substituição de seu pai, disse aos repórteres que havia novamente pedido a Trump que rotulasse as gangues brasileiras como grupos terroristas. A administração Trump pareceu conceder esse pedido com a designação na quinta-feira. Em comunicado, o Departamento de Estado dos EUA afirmou que as gangues brasileiras, o Comando da Primeira Capital e o Comando Vermelho, seriam rotulados como grupos terroristas a partir de 5 de junho. “Sua influência e redes ilícitas se estendem muito além das fronteiras do Brasil, por toda a região e até o nosso país”, afirmou o comunicado. O Departamento de Estado não respondeu às perguntas enviadas por e-mail sobre o momento da decisão ou a visita de Flávio Bolsonaro, mas afirmou que os grupos brasileiros atuavam em mais de uma dúzia de estados dos EUA e representavam “uma ameaça à nossa segurança pública.” A designação de terrorista ameaça novamente tensionar os laços entre as duas maiores nações do Hemisfério Ocidental, que só recentemente começaram a reparar as relações. Isso levantou preocupações entre autoridades brasileiras de que os Estados Unidos possam estar tentando influenciar sua próxima eleição ajudando outro Bolsonaro. Flávio Bolsonaro disse que desafiará o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, um esquerdista, em outubro e acusou o Sr. Lula de ser brando com o crime. Nas redes sociais, Flávio Bolsonaro foi rápido em celebrar a designação de terrorista, assumindo o crédito por influenciar a decisão do governo Trump e criticando duramente a forma como Lula lidou com o crime. A administração Trump rotulou mais de uma dúzia de gangues latino-americanas como organizações terroristas desde o ano passado, como parte de uma campanha para atacar grupos criminosos que, segundo autoridades americanas, ameaçam os Estados Unidos. Essas designações significam que o governo dos EUA pode impor amplas sanções econômicas aos grupos e entidades a eles ligados. As gangues brasileiras exportam grandes quantidades de cocaína para a Europa e outras partes do mundo, mas especialistas dizem que elas não desempenham um papel importante no tráfico de drogas para os Estados Unidos. O Sr. Lula se opôs à designação, apresentando-a como uma intromissão nos assuntos internos de seu país e argumentando que existem formas melhores de combater o crime organizado, como empoderar a polícia, coordenar melhor operações internacionais e atacar os ativos financeiros das gangues. Pouco antes da designação, Celso Amorim, principal assessor de política externa do Sr. Lula, disse que o governo brasileiro estava trabalhando arduamente para desmantelar redes criminosas organizadas, mas novamente descartou as designações como uma ferramenta nessa luta. “O crime organizado deve ser combatido com a máxima energia e determinação”, disse o Sr. Amorim em um fórum de segurança em Moscou. “Equiparar crime organizado ao terrorismo, no entanto, não é útil.” Redes criminosas tornaram-se uma grande preocupação para os eleitores brasileiros antes das eleições, e a designação dos EUA pode destacar a questão da segurança. Isso pode ajudar Flávio Bolsonaro, justamente quando o apoio dos eleitores parece vacilar após um escândalo que o liga a um banqueiro desonrado que está sob investigação em um vasto esquema envolvendo fraude. A designação dos EUA pode causar um grande problema para o setor bancário porque pode permitir que os Estados Unidos imponham sanções a instituições brasileiras que possam ter feito negócios com as gangues. Especialistas dizem que esse é um risco importante porque as gangues brasileiras conseguiram infiltrar a economia formal, acumulando participações em distribuição de gás, imóveis, commodities e criptomoedas. Isso deixa as instituições financeiras brasileiras vulneráveis. No ano passado, Trump usou tarifas e sanções para tentar manter Jair Bolsonaro, ex-presidente, fora da prisão sob acusações de supervisionar um golpe após perder a última eleição em 2022, para Lula. O Sr. Bolsonaro foi finalmente condenado e sentenciado à prisão. O Sr. Trump posteriormente retirou muitas das tarifas e sanções, aliviando as tensões diplomáticas. Mas a questão do crime organizado voltou a tensionar as relações nos últimos meses, depois que o secretário de Estado Marco Rubio disse ao ministro das Relações Exteriores do Brasil que o governo Trump planejava rotular as gangues como grupos terroristas e pediu ao Brasil que fizesse o mesmo, segundo autoridades com conhecimento da conversa. O Sr. Lula visitou o Sr. Trump em Washington no início deste mês, mas o líder brasileiro disse que a questão das designações não havia sido discutida. Adam B. Ellick contribuiu com a reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Varredura encontra grampos no gabinete do governador Ricardo Couto no Palácio Guanabara 29/05/2026 Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas 28/05/2026 Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan

Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan União e GDF fecharam acordo para viabilizar operação de crédito ao banco nesta quinta (28) Por Elis Barreto | CNN Brasil 28/05/2026 Dario Durigan, ministro da Fazenda • Reprodução/CNN Brasil Brasília – O ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que uma eventual liquidação do BRB (Banco de Brasília) geraria um rombo de R$ 17 bilhões no FGC (Fundo Garantidor de Créditos). A fala foi feita em entrevista ao jornal Valor Econômico, e confirmada ao CNN Money pelo Ministério da Fazenda nesta quinta-feira (28). “O FGC hoje, segundo informações trazidas pelo Banco Central, já teria, em caso de liquidação do BRB, um déficit de R$ 17 bilhões, um rombo de R$ 17 bilhões que teria que ser arcado pelos bancos, que são os associados do FGC”, disse Dario. Mais cedo nesta quinta, a União e o Governo do Distrito Federal fecharam um acordo para viabilizar uma operação de crédito para o BRB, em meio à crise de liquidez após a tentativa de compra do liquidado Banco Master. A proposta prevê um empréstimo ao governo do DF com recursos do FGC (Fundo Garantidor de Créditos), com garantia de um sindicato de bancos públicos e privados, e com contragarantias do FPE (Fundo de Participação dos Estados e Distrito Federal) e do FPM (Fundo de Participação dos Munícipios. O valor do empréstimo deverá ser de até R$ 6,5 bilhões, o equivalente a 16% da receita corrente líquida (RCL) do Distrito Federal (DF). A ajuda da União ocorre justamente na ampliação do limites para operações. O Distrito Federal está no PAF (Programa de Ajuste Fiscal) da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), e segundo o termo assinado entre os entes, o limite para operações seria apenas de 3% da RCL, cerca de R$ 961 milhões. O Governo do Distrito Federal informou que o empréstimo será de 15 anos, com 2 anos de carência. A garantia será concedida por bancos S1, que são as instituições financeiras de grande porte cujo tamanho é igual ou superior a 10% do PIB (Produto Interno Bruto). Não haverá transferência de recursos federais nem garantia da União. Notícia anterior Banco Central BCBanco de Brasília BRBBanco MasterGDF Governo do Distrito FederalPIB Produto Interno Bruto Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master

Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master A ex-presidente do Instituto de Previdência do Município de Itaguaí (Itaprevi), Fernanda Pereira da Silva Machado, um dos alvos das investigações sobre as aplicações de cerca de R$ 1 bilhão do Rioprevidência em fundos sem garantias no Banco Master, teria assinado atestado falso para que as operações pudessem ser feitas, quando ela respondia pelo controle interno do órgão previdenciário dos servidores do estado do Rio de Janeiro, segundo apontou a Polícia Federal ao STF. Por Elizeu Pires 28/05/2026 Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master Em relação a Fernanda, segundo consta do despacho do ministro do Supremo Tribunal Federal André Mendonça, que autorizou a 8ª fase da Operação Compliance Zero, da qual o ex-governador Claudio Castro também foi alvo, a Polícia Federal atribui a ela “o papel de ter assinado o atestado de credenciamento fraudulento” do Banco Master e da operadora de valores Planner, “além de viabilizar operações irregulares mediante credenciamento meramente burocrático, sem as análises técnicas obrigatórias”. De acordo com o despacho do ministro, a representação feita contra Fernanda “enfatiza que sua atuação, em vez de concretizar o controle interno exigido por sua função, teria contribuído para legitimar formalmente investimentos sem suporte técnico idôneo, em afronta ao dever funcional de evitar resultados danosos ao patrimônio previdenciário”. Preocupação em Itaguaí Fernanda foi nomeada para presidir o Itaprevi pelo então prefeito Rubem Vieira de Souza, o Dr. Rubão, dias antes de a previdência dos servidores de Itaguaí fazer o primeiro aporte no Banco Master. Ela foi exonerada em janeiro de 2025 pelo prefeito interino Haroldo Jesus, mas foi reconduzida ao cargo no dia 18 de julho, assim que Rubão se sentou na cadeira por força de uma liminar do ministro Dias Toffoli, sendo novamente demitida por Haroldo em novembro. A primeira aplicação do Itaprevi no Banco Master aconteceu no dia 28 de junho de 2024, quando foi aportado valor de R$ 29,6 milhões. Cinco dias depois, em 3 de julho, o Itaprevi investiu mais R$ 30 milhões em Letras Financeiras, as chamadas LFs, que não tem cobertura do Fundo Garantidor. O Instituto de Previdência do Município de Itaguaí é responsável pelo pagamento de 1.600 aposentadorias e pensões, e não há nenhuma garantia que o os cerca de cerca de R$ 60 milhões investidos pela gestão anterior serão recuperados, e isso tem sido causa de muita preocupação entre os servidores, aposentados e pensionistas. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorItaguaí RJPL Partido LiberalPodemosPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRioPrevidênciaSTF Supremo Tribunal Federal Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan Itaguaí: Ex-presidente do Itaprevi teria assinado atestado fraudulento no caso das aplicações do Rioprevidência no Banco Master ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder
‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos

‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Conversas obtidas pela GloboNews mostram proximidade entre ex-governador do Rio e dono do Banco Master antes de aportes milionários do Rioprevidência. Por Marcelo Gomes, Narayanna Borges e Gabriela Pavão | GloboNews 28/05/2026 Vorcaro mandou endereço do evento em Nova York a Castro — Foto: Reprodução/TV Globo Mensagens obtidas com exclusividade pela GloboNews revelam detalhes da relação entre o ex-governador do Rio, Cláudio Castro, e o banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master. Um dos encontros destacados pelos investigadores aconteceu em 11 de maio de 2023, durante uma viagem a Nova York, nos Estados Unidos. “Experiência incrível”, escreveu o ex-governador ao banqueiro após um jantar que teria custado mais de R$ 60 mil, segundo investigadores. Segundo a investigação, as mensagens mostram encontros entre Castro e Vorcaro no Brasil e no exterior antes de investimentos milionários do Rioprevidência — o fundo de aposentadorias e pensões dos servidores estaduais — no Banco Master. Os documentos foram enviados ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator dos inquéritos que investigam supostas fraudes financeiras envolvendo o banco. Após analisar o material, Mendonça autorizou a operação de busca e apreensão contra Castro, realizada pela Polícia Federal (PF) na terça-feira (26). 🔎 A PF investiga suspeitas de gestão fraudulenta, créditos falsos e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master. Daniel Vorcaro está preso em Brasília. Jantar de R$ 60 mil Segundo o documento da PF, em 11 de maio daquele ano, o então governador do Rio de Janeiro mandou mensagem para Vorcaro se identificando: “Cláudio Castro”. O banqueiro respondeu imediatamente: “Opa”. E enviou o endereço de um restaurante em Nova York onde os dois se encontrariam naquela noite. No dia seguinte ao jantar, Castro voltou a procurar Vorcaro para agradecer pelo encontro. “Amigo, foi uma experiência incrível. Muito obrigado.” Vorcaro respondeu: “Bom dia, meu caro. Que bom que deu certo.” De acordo com a Polícia Federal, a conta do jantar passou de US$ 13 mil — mais de R$ 60 mil na cotação atual — e teria sido integralmente paga por Vorcaro. Segundo a PF, seis meses depois o Estado do Rio começou a investir no Banco Master. Em 1º de novembro de 2023, o Rioprevidência aplicou R$ 40 milhões na instituição. Encontro na casa de Vorcaro e nos palácios do governador Dias depois, em 6 de novembro, Castro e Vorcaro voltaram a se reunir, desta vez em São Paulo. A investigação aponta que os dois marcaram um encontro na capital paulista. Quatro dias depois da reunião, o Rioprevidência fez um novo aporte: R$ 80 milhões no Banco Master. Em dezembro do mesmo ano, houve outro investimento de R$ 200 milhões em Letras Financeiras do banco. As mensagens reproduzidas pela PF mostram ainda encontros em locais oficiais do governo estadual. Em março de 2024, Vorcaro e Castro combinaram uma reunião no Palácio Laranjeiras, residência oficial do governador. Segundo o documento, o banqueiro escreveu: “Fala, amigo, tudo bem? Tô na entrada aqui.” Antes desse encontro, a PF afirma que Vorcaro perguntou a um funcionário quanto o Estado do Rio tinha investido junto ao banco. “Quanto o fundo do Rio — Estado — tem conosco?” O funcionário respondeu: “320 milhões aplicados, RioPrev.” Vorcaro então perguntou sobre outro fundo estadual, e ouviu: “Cedae, companhia de saneamento? Aplicaram 200.” Dias depois, segundo a investigação, Vorcaro marcou um novo encontro com Castro no Palácio Guanabara, sede do governo estadual. Degustação de uísque milionária um dia antes de aporte A PF também cita uma degustação exclusiva de uísque em Nova York, em maio de 2024, restrita a apenas dez convidados. “Haverá um evento pequeno, degustação de uísque (…) Só homens, serão 10 pessoas apenas”, disse Vorcaro. “Eu vou”, respondeu prontamente Castro. Segundo os investigadores, o evento custou mais de US$ 1 milhão (cerca de R$ 5 milhões), pago por Vorcaro. No dia seguinte, o Rioprevidência aplicou outros R$ 80 milhões no Banco Master. Segundo a Polícia Federal, já foram identificados R$ 3,691 bilhões do Rioprevidência em investimentos ligados ao Banco Master. A defesa de Cláudio Castro nega irregularidades. O Banco Master afirma que todas as operações seguiram critérios técnicos e legais. Notícia anterior Banco MasterGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFRioPrevidênciaSTF Supremo Tribunal Federal ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo

Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Imóvel alvo de buscas da Polícia Federal foi comprado em 2023 por R$ 3,5 milhões por empresa controlada por ex-integrantes da gestão estadual, como revelou O Globo. Defesa do ex-governador afirma que apartamento é alugado. Por Gabriel Barreira | RJ2 27/05/2026 Cláudio Castro em cobertura na Barra da Tijuca. Ex-governador é alvo de buscas da Polícia Federal — Foto: Charles Júnior/ TV Globo A cobertura onde o ex-governador Cláudio Castro mora atualmente, e que foi alvo de mandado de busca e apreensão da Polícia Federal nesta semana, pertence a uma empresa controlada por um ex-secretário de seu governo. A informação foi revelada pelo jornal O Globo e confirmada pela reportagem do RJ2. O imóvel está registrado em nome da empresa J3 Real State Participações. Segundo dados da Receita Federal, a companhia foi aberta em 24 de abril de 2023. Menos de dois meses depois, em junho daquele ano, a empresa comprou a cobertura onde Cláudio Castro passou a morar recentemente. A J3 Real State Participações tem como sócios o ex-secretário estadual de Transformação Digital, Ronaldo Tormenta Pereira, e outro empresário ligado ao setor. A pasta comandada por Tormenta durante o governo Castro administrou contratos de grande porte e movimentou cifras bilionárias. Além da empresa proprietária do imóvel, os sócios também participam de outros negócios com capital social milionário. A cobertura foi alvo de buscas da Polícia Federal na operação realizada nesta semana. A ação investiga possíveis irregularidades relacionadas ao Banco Master. Segundo a defesa de Cláudio Castro, o ex-governador não é dono do imóvel. Em nota enviada ao jornal O Globo, o advogado Carlos Gutone afirmou que, até a publicação da reportagem, sabia apenas que se tratava de um imóvel alugado. A defesa também informou que Castro morava anteriormente em um apartamento localizado em outro condomínio, que também foi alvo de buscas em investigação anterior relacionada ao Rioprevidência. Depois disso, ele teria se mudado para a cobertura onde ocorreu a nova operação. O que dizem os citados O advogado de Cláudio Castro foi procurado novamente, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem. Em nota, Mauro Farias afirmou que há um “contrato de locação registrado legalmente entre a empresa J3 Real Estate e o locatário Cláudio Castro, que mantém o aluguel e as cotas condominiais pagas devidamente”. “A empresa J3 Real Estate faz parte do planejamento patrimonial do empresário Mauro Farias, que atua no mercado privado há mais de 20 anos, e possui imóveis e contratos de locação legalmente ativos no Rio de Janeiro. Este imóvel em questão é um deles”, diz o texto. Notícia anterior Banco MasterGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFReceita Federal Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política 27/05/2026 Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Farra do INSS: entidades alvo de operação faturaram R$ 700 milhões Eduardo Bolsonaro tratou sobre filme com Vorcaro e pediu para enviar ‘máximo’ de recursos aos EUA A mansão de Eduardo (VIDEO) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder

MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder O Ministério Público Eleitoral (MPE) obteve decisão judicial que cassou os mandatos de Lucas Dutra dos Santos e Vandréa dos Santos Steffan, prefeito e vice-prefeita do município de Seropédica, por abuso de poder político e econômico nas eleições municipais de 2024. Por MPRJ 27/05/2026 MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder A decisão acolheu Ação de Investigação Judicial Eleitoral (AIJE) proposta pela 225ª Promotoria Eleitoral, que apontou aumento abrupto e desproporcional de contratações temporárias pelo executivo municipal, com a admissão de milhares de servidores sem concurso público, sob alegação de excepcional interesse público. A prática teve potencial para comprometer a igualdade entre candidatos e a legitimidade do pleito. Segundo a ação, o número de contratados quase dobrou em 2024, saltando de 2.734 em janeiro para 5.266 em julho. Após as eleições, foram realizadas demissões em massa, o que evidenciou desvio de finalidade e uso indevido da máquina pública. Além da cassação, a Promotoria requereu a inelegibilidade dos acusados e a suspensão dos contratos firmados em 2024. Na decisão, o Juízo da 225ª Zona Eleitoral reconheceu o abuso de poder, determinou a cassação dos diplomas do prefeito e da vice-prefeita e declarou Lucas Dutra dos Santos inelegível por oito anos, a contar do pleito de 2024. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJMPE Ministério Público EleitoralPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSeropédica RJVice-prefeita Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.