Operação que mirou produtora de ‘Dark Horse’ gera incômodo nos bastidores da prefeitura de SP

Operação que mirou produtora de ‘Dark Horse’ gera incômodo nos bastidores da prefeitura de SP Prefeito evitou fazer críticas diretas, mas sugeriu eventual teor político na ação da Polícia Civil; nos bastidores, aliados falam em ‘fogo amigo’ Por Hyndara Freitas | O Globo 02/06/2026 O candidato Ricardo Nunes ( MDB ) depois de ter votado para prefeito na Escola Estadual Dom Duarte Leopoldo e Silva , Zonal Sul da Capital ao lado do governador Tarcisio de Freitas — Foto: Edilson Dantas / O Globo São Paulo – A operação deflagrada nesta segunda-feira (1º), que mirou o contrato firmado entre a Prefeitura de São Paulo e a uma ONG da mesma dona da produtora responsável pelo filme “Dark Horse”, causou incômodo na gestão Ricardo Nunes (MDB) e críticas, nos bastidores, à atuação da Polícia Civil de Tarcísio de Freitas (Republicanos). Aliados do prefeito afirmam que a busca e apreensão na Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia teria sido “desnecessária e midiática”, porque o contrato com o Instituto Conhecer Brasil (IBT) e as respectivas prestações de contas da entidade já eram públicos. O instituto, que tem Karina Ferreira da Gama como dona, a mesma da produtora Go Up Entertainment — responsável pelo filme sobre Jair Bolsonaro (PL), tem um contrato de R$ 108 milhões com a pasta para instalar 5 mil pontos de Wi-Fi em vias públicas da periferia paulistana. Segundo pessoas próximas a Nunes, a situação pegou o prefeito de surpresa, principalmente por ter vindo da polícia estadual. Ao se manifestar sobre o caso, o prefeito chegou a sugerir uma eventual conotação política na ação e ele questionou “por que só agora essa questão?”. O GLOBO apurou que a operação não passou pela cúpula da Secretaria da Segurança Pública, e foi avançando fora dos holofotes. Uma ala da Polícia Civil está insatisfeita com a gestão Tarcísio. O governador evitou comentar o tema e aliados apontam que a polícia “tem independência”, e que portanto não caberia a Tarcísio ser informado sobre a operação antecipadamente. O caso começou quando o Ministério Público Federal (MPF) recebeu, em dezembro de 2025, uma denúncia relatando suspeitas de irregularidades no contrato do ICB com a Prefeitura de São Paulo. Como se tratava de um caso relativo à administração municipal, o MPF repassou a notícia de fato para o Ministério Público de São Paulo (MP-SP), que então pediu a abertura de um inquérito policial em março, aberto pela 2ª Divisão de Investigações sobre Crimes contra a Administração e Fraudes (Discca), do Departamento de Polícia de Proteção à Cidadania (DPPC). A investigação passou a ser tocada pelo delegado Antonio Carlos Munuera Silveira, titular da delegacia, que solicitou ao Judiciário a autorização para a operação desta segunda. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorMDB Movimento Democrático BrasileiroMP-SPMPF Ministério Público FederalPL Partido LiberalPolícia CivilPrefeitoPresidente da RepúblicaRepublicanos Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram O amigo do crime 02/06/2026 Operação que mirou produtora de ‘Dark Horse’ gera incômodo nos bastidores da prefeitura de SP 02/06/2026 TCE rejeita as contas de 2025 do governo Cláudio Castro; voto cita perdas ligadas ao Banco Master 01/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
‘Parecia uma combinação entre eles’: vice-prefeito acusado de golpe da pensão transferia dinheiro para a ex, aponta investigação

‘Parecia uma combinação entre eles’: vice-prefeito acusado de golpe da pensão transferia dinheiro para a ex, aponta investigação MP acusa Hélio Luiz Fazoli de Moraes de forjar união estável com ex-procurada do estado para receber pensão após a morte dela. Idosa era tia da ex-esposa do político. Por Fantástico 02/06/2026 Uma escritura de união estável entre Ângela Marília de Moraes Peçanha e Hélio Luiz Fazoli de Moraes — Foto: Fantástico/ Reprodução A investigação sobre um suposto esquema para obtenção indevida de pensão de uma procuradora aposentada do Rio de Janeiro identificou transferências de dinheiro feitas pelo vereador e atual vice-prefeito de Trajano de Moraes, Hélio Luiz Fazoli de Moraes, para a ex-esposa dele, Adriana Pessanha, de 55 anos. O caso é apurado pelo Ministério Público do Rio, que acusa Hélio de ter forjado uma união estável com a ex-procuradora Ângela Marília de Moraes Pessanha para receber pensão após a morte dela. Adriana, por sua vez, é sobrinha da servidora aposentada. Segundo a investigação, a movimentação financeira entre os dois chamou a atenção dos promotores após a quebra do sigilo bancário dos envolvidos. “Todo mês, o investigado transferia recursos para a ex-esposa”, afirmou Marcos Davidovich, promotor do Ministério Público-RJ. Para os investigadores, as transferências reforçam a suspeita de que a obtenção da pensão beneficiaria não apenas Hélio, mas também pessoas próximas a ele. “Não seria uma pensão alimentícia, parece mais uma combinação entre eles”, disse o promotor. De acordo com a investigação, durante quase 10 anos, Hélio e Adriana receberam dos cofres públicos quase R$ 5 milhões. O que diz a investigação De acordo com o Ministério Público, Hélio foi casado com Adriana Pessanha até 2013. Cerca de dez meses após o divórcio, ele formalizou em cartório uma união estável com Ângela, tia da ex-mulher e então com mais de 80 anos. A acusação sustenta que o relacionamento nunca existiu de fato e que a formalização da união teve como objetivo garantir o recebimento da pensão deixada pela procuradora após sua morte. Além da união estável, Hélio teria obtido uma procuração que lhe concedia amplos poderes para movimentar as contas da servidora aposentada. Após a morte dela, ele solicitou o benefício previdenciário. O pedido foi negado pelo INSS, mas acabou aprovado pelo RioPrevidência. Bloqueio de bens A Justiça aceitou a denúncia apresentada pelo Ministério Público e determinou a suspensão imediata da pensão. Também foram bloqueados bens dos investigados, incluindo contas bancárias, imóveis, veículos, aplicações financeiras, ações e criptomoedas. Segundo os promotores, os valores recebidos dos cofres públicos chegam a quase R$ 5 milhões. Hélio Luiz e Adriana Pessanha respondem pelos crimes de falsidade ideológica e estelionato qualificado. O que dizem os citados Em nota, o Rioprevidência informou que já suspendeu o pagamento da pensão; que não detectou a fraude na época; e que vai acompanhar o processo junto à Procuradoria-Geral do Estado do Rio. Em nota, a defesa de Hélio Luiz Fazoli e de Adriana Canes Peçanha afirma que a investigação foi conduzida sem que os acusados fossem ouvidos e que a acusação se baseia em narrativas do cenário político local. Diz ainda que os parente de Ângela que prestaram depoimento sequer frequentavam a cidade e que, como não há inventário aberto, é falso afirmar que os bens ficaram com Hélio. A nota acrescenta que a imagem da ex-procuradora merece respeito e será defendida por quem realmente cuidou dela; e conclui dizendo que a inocência dos dois será provada na Justiça. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJRegião Serrana e Centro Sul FluminenseRioPrevidênciaTrajano de Moraes RJVice-prefeito Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação 09/06/2026 O caminho do dinheiro 09/06/2026 A decisão de Kassio Nunes Marques que coloca a eleição em risco 08/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Mendonça cobra da PF materiais da quebra de sigilo da amiga de Lulinha

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Cobrança foi feita pelo ministro do STF André Mendonça após a PF trocar o delegado que coordenava o inquérito que apura a Farra do INSS Por Igor Gadelha | Metrópoles 02/06/2026 O ministro do STF André Mendonça | BRENO ESAKI/METRÓPOLES O ministro do STF André Mendonça cobrou da Polícia Federal (PF) o resultado das quebras de sigilo de investigados pela Operação Sem Desconto. O inquérito apura descontos indevidos em aposentadorias e pensões do INSS. Um dos materiais cobrados pelo magistrado foi o da quebra de sigilo da empresária Roberta Luchsinger. Ela é amiga de Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, um dos filhos mais velhos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo apurou a coluna, a cobrança foi feita por Mendonça em meados de maio, após a PF mudar a investigação da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários para a Coordenação de Inquéritos em Tribunais Superiores (Cinq). A mudança de área provocou a saída do delegado Guilherme Figueiredo Silva da coordenação do inquérito. O delegado está à frente da chefia da Divisão de Repressão a Crimes Previdenciários desde junho de 2025. A substituição feita pela PF surpreendeu Mendonça. Relator do inquérito no Supremo, o ministro relatou a interlocutores que ficou sabendo da mudança por meio de um dos advogados que estão atuando no caso. Após a troca, Mendonça convocou reunião com integrantes da Polícia Federal. O magistrado também pediu relatório detalhado sobre todos os que foram alvo da operação, para saber em que pé andam as investigações. De acordo com a PF, a mudança de área do inquérito foi uma questão “burocrática” e visa “assegurar maior eficiência e continuidade às investigações”. Segundo a corporação, a Cinq possui melhor estrutura para cuidar do caso. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
MPF cobra avanços nas obras da BR-040, em Petrópolis

MPF cobra avanços nas obras da BR-040, em Petrópolis Durante reunião, Movimento Empresarial Petrópolis 2030 defendeu relatórios mensais sobre as intervenções; concessionária detalhou cronograma de recuperação da serra até novembro. Por g1 01/06/2026 Em reunião sobre as condições do trecho de subida da BR-040, na Serra de Petrópolis, a Elovias explicou que as obras no local vão até novembro deste ano — Foto: Movimento Petrópolis 2030 O Ministério Público Federal (MPF) realizou uma reunião com a concessionária Elovias, a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), pesquisadores da Coppe/UFRJ e representantes da sociedade civil, por meio do Movimento Empresarial Petrópolis 2030 e a ONG NovAmosanta, para discutir as melhorias previstas para a BR-040, com foco na recuperação da pista de subida da Serra de Petrópolis. Durante o encontro, realizado na Procuradoria da República em Petrópolis, a concessionária apresentou o plano de ação para recuperação do pavimento no trecho de subida, considerado um dos mais críticos da BR-040. Na reunião, o MPF apontou o atraso no cronograma inicial para recuperação das placas de concreto. Segundo a Elovias, a previsão agora é concluir os serviços até novembro. Em reunião anterior com o órgão, a concessionária havia informado que pretende substituir 210 placas de concreto na pista de descida entre maio e outubro deste ano. Segundo a empresa, existem atualmente 1.412 placas de concreto danificadas ou deterioradas na área, sendo que houve a recuperação 124 nos seis primeiros meses da nova concessão. Cronograma A Elovias também detalhou o cronograma das intervenções. Os trabalhos serão realizados de segunda a quinta-feira, das 7h às 16h, com interdições parciais em trechos retos. Já nos pontos de curva, onde as obras exigem maior complexidade, as intervenções ocorrerão entre meia-noite e 4h da manhã, também de segunda a quinta-feira, com previsão de interdição total da pista nesses períodos. Antes da reunião, representantes do MPF e pesquisadores da Coppe/UFRJ realizaram vistorias na rodovia. A participação da universidade ocorreu por meio dos especialistas em pavimentação Thiago Aragão, Marcos Antonio Fritzen e Ricardo Schroder Teixeira, convidados para contribuir tecnicamente na definição das melhores soluções para o trecho. A procuradora da República Luciana Gadelha destacou que, passados seis meses da nova concessão e encerrado o período de chuvas, as intervenções na Serra de Petrópolis devem ser tratadas como prioridade devido ao estado do pavimento e aos transtornos enfrentados pelos motoristas. Temporada de inverno O encontro também abordou os impactos das obras durante a alta temporada de inverno, período em que Petrópolis registra aumento no fluxo de turistas. Representantes do Movimento Empresarial Petrópolis 2030 demonstraram preocupação com possíveis reflexos na mobilidade da cidade, especialmente diante da interdição da ponte do Arranha-Céu, em Itaipava, prevista até novembro. “O momento exige extrema atenção na execução e principalmente na comunicação com os usuários. Petrópolis já enfrenta um cenário delicado de mobilidade, especialmente em Itaipava. Temos poucas alternativas de ligação entre a BR-040 e a União e Indústria e elas não possuem estrutura suficiente para absorver um aumento significativo de fluxo”, afirmou Cláudio Mohammad, representante do movimento. Relatórios mensais Durante a reunião, o grupo empresarial propôs que a concessionária envie relatórios mensais ao MPF detalhando a evolução das obras e das melhorias previstas na concessão. A proposta foi aceita pelo órgão, que deverá oficializar a solicitação à empresa. A BR-040 possui 217,6 quilômetros de extensão, liga os estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, atravessa dez municípios e atende cerca de 1,8 milhão de pessoas. Notícia anteriorPróxima notícia ANTT Agência Nacional de Transportes TerrestresMPF Ministério Público FederalPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminenserodovia BR-040UFRJ Universidade Federal do Rio de Janeiro Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação 09/06/2026 O caminho do dinheiro 09/06/2026 A decisão de Kassio Nunes Marques que coloca a eleição em risco 08/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PEC da “escala 7×0” reúne 37 assinaturas no Senado e gera críticas de Erika Hilton

Presidente de autarquia do Governo do Estado é preso em operação sobre desvio de R$ 86 milhões PEC 12/2026, apelidada de “escala 7×0”, reúne 37 assinaturas no Senado e prevê jornada flexível com cálculo proporcional de direitos trabalhistas, enquanto gera críticas de parlamentares e especialistas. Por Anna Muradi | BPMoney 01/06/2026 Brasília-DF – 18/03 /2026 Deputada Erika Hilton durante a primeira reunião da comissão de Defesa dos direitos da Mulher. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. da Esh Capital, Vladimir Timerman. Foto: Lula Marques/ Agência Brasil. De acordo com o ICL Notícias, um grupo de senadores apresentou a PEC 12/2026 um dia após a Câmara rejeitar a chamada “emenda das 52 horas”, durante a tramitação da proposta que discute o fim da escala 6×1. A iniciativa, então apelidada de “escala 7×0”, é vista por parlamentares governistas e representantes sindicais como uma tentativa de retomar o debate no Senado. Nesse sentido, a deputada federal Erika Hilton (Psol-SP) criticou a proposta, que de acordo com ela abre caminho para jornadas de trabalho todos os dias da semana. Dessa forma, em publicação nas redes sociais, a parlamentar afirmou que a medida representa uma mudança profunda nas regras trabalhistas. “O senador Flávio Bolsonaro e seus aliados apresentaram uma PEC no Senado que acaba com a CLT e cria a escala 7×0”, escreveu. O que propõe a PEC A PEC 12/2026, protocolada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), estabelece um modelo, dessa maneira, de jornada de trabalho flexível baseado em horas trabalhadas. Assim, o texto prevê que direitos como salário, férias, 13º e FGTS sejam calculados de forma proporcional à carga horária. Além disso, a proposta autoriza acordos individuais entre empregador e empregado, com possibilidade de prevalência sobre convenções coletivas. De acordo com o texto, a emenda constitucional passaria a valer 180 dias após sua publicação. Debate sobre impactos trabalhistas Assim sendo, críticos afirmam que o modelo pode abrir espaço para perda de renda. Além de enfraquecimento da negociação coletiva, ao ampliar o peso de contratos individuais. Já os defensores da proposta argumentam que a PEC amplia a liberdade do trabalhador para escolher o regime de jornada mais adequado às suas necessidades. PEC reúne 37 senadores de diferentes partidos Ao todo, 37 senadores assinaram a proposta. A lista reúne, desse modo, parlamentares do PL, Progressistas, Republicanos, PSD, Podemos, União Brasil, Avante, Novo e PSDB. Incluindo, então, nomes como Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Rogério Marinho (PL-RN), Sergio Moro (PL-PR), Ciro Nogueira (PP-PI), Damares Alves (Republicanos-DF), Tereza Cristina (PP-MS), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Marcos Pontes (PL-SP) e outros senadores distribuídos por todos os estados listados. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualDeputado FederalGovernadorInstituto Rio Metrópole IRMMP-RJPL Partido LiberalPolícia CivilPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRegião Serrana e Centro Sul FluminenseRio de Janeiro RJSão Gonçalo RJSão João de Meriti RJTeresópolis RJTJ-RJVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino 12/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
TCE rejeita as contas de 2025 do governo Cláudio Castro; voto cita perdas ligadas ao Banco Master

TCE rejeita as contas de 2025 do governo Cláudio Castro; voto cita perdas ligadas ao Banco Master Conselheiro citou ‘distorções generalizadas na apresentação dos valores’. Relatório segue para a Alerj, que ainda nem votou as contas de 2024. Por Adriana Cruz e Bette Lucchese | TV Globo 01/06/2026 Cláudio Castro (PL) gravou vídeo se defendendo — Foto: Reprodução O Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) rejeitou, por três votos a um, as contas do ex-governador Cláudio Castro (PL) referentes ao exercício de 2025. O parecer será encaminhado à Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), responsável pela decisão final sobre a aprovação ou rejeição das contas. A assembleia, porém, ainda nem votou as contas de 2024, que foram aprovadas com ressalvas pelo TCE – as de 2022 e 2023 foram votadas no fim de 2025. O julgamento das contas foi retomado nesta segunda-feira (1º), quatro dias após ter sido suspenso por um pedido de vista do conselheiro Christiano Lacerda. Na sessão anterior, o relator do processo, conselheiro Rodrigo Melo Nascimento, havia votado pela aprovação das contas com ressalvas. Já o conselheiro José Gomes Graciosa apresentou voto pela rejeição, apontando irregularidades relacionadas a investimentos financeiros realizados pelo estado. Ao manter seu posicionamento nesta segunda-feira, Graciosa colocou em xeque operações que, segundo ele, somam R$ 5,01 bilhões. Entre os valores citados estão: R$ 903 milhões no Banco Master; R$ 2,06 bilhões na Mirae Asset; cerca de R$ 1,7 bilhão no Banco Genial. Durante a sessão, o conselheiro destacou que a Mirae Asset, conglomerado financeiro com sede na Coreia do Sul, aparece em investigações da Polícia Federal sobre supostas irregularidades em investimentos da Amazonprev, fundo previdenciário do Estado do Amazonas. Graciosa também mencionou que o Banco Genial foi alvo de medida de bloqueio de R$ 176 milhões determinada pela Secretaria da Fazenda de São Paulo em uma ação envolvendo empresas investigadas por suposta ligação com integrantes do Primeiro Comando da Capital (PCC). As três instituições citadas foram mencionadas durante o julgamento em discussões relacionadas à destinação de recursos públicos. No caso do Banco Master, a Polícia Federal aponta que os investimentos do governo do Rio, via Rioprevidência, chegaram a R$ 3,7 bilhões. A instituição foi liquidada no fim de 2025, e seu controlador, Daniel Vorcaro, está preso. Além dos questionamentos sobre os investimentos, Graciosa solicitou a realização de auditorias para apurar possíveis irregularidades envolvendo a Refit, antiga Refinaria de Manguinhos, e também nos benefícios fiscais concedidos pelo governo estadual. Nesta segunda, a Refit passou por uma vistoria técnica do Instituto Estadual do Ambiente. Os conselheiros Marcelo Verdini Maia e Christiano Lacerda acompanharam o voto de Graciosa. O conselheiro Thiago Pampolha participou da sessão, mas não votou por ter exercido o cargo de vice-governador na gestão de Cláudio Castro. Ele assumiu uma cadeira no TCE há cerca de um ano. “No curso dos procedimentos de Auditoria Financeira, foi identificada, ainda, superavaliação do ativo circulante no montante de R$ 1,13 bilhões, decorrente da ausência de constituição de provisão para perdas, de ajuste a valor justo ou de reconhecimento de redução ao valor recuperável dos investimentos do Rioprevidência vinculados ao Banco Master”, escreveu Graciosa. “Ou seja, em uma linguagem mais simples e didática, a auditoria mostrou que existem problemas importantes na forma como alguns valores foram classificados na contabilidade do Rioprevidência”, acrescentou. Possível ‘nova inelegibilidade’ O TCE tem até quarta-feira (3) para enviar o relatório para a Alerj, que não tem prazo ainda definido para julgá-lo. Se os deputados rejeitarem as contas, Castro pode ficar inelegível por mais um motivo. Em março, o ex-governador foi condenado pelo Tribunal Superior Eleitoral por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022, e não pode ser eleito por 8 anos. O que dizem os citados O ex-governador se pronunciou com a seguinte nota: “O ex-governador Cláudio Castro lamenta o parecer prévio contrário emitido pelo TCE-RJ sobre as contas de 2025 e ressalta que a decisão contraria manifestação anterior do corpo técnico do tribunal e do Ministério Público de Contas, que haviam emitido parecer favorável. Durante todo o período em que esteve à frente do Governo do Estado, Cláudio Castro teve todas as suas contas aprovadas pela própria Corte. O ex-governador reafirma que sua gestão sempre atuou com transparência, responsabilidade fiscal e respeito às instituições. Em relação ao Rioprevidência, todas as operações seguiram fluxos técnicos da autarquia, normas do Conselho Monetário Nacional e regras de governança do regime previdenciário. Quando surgiram questionamentos, o próprio governo determinou medidas de apuração e controle, incluindo atuação da Controladoria Geral do Estado, afastamento da presidência do Rioprevidência e ações para proteger o patrimônio dos servidores. Sobre a Refinaria de Manguinhos, todos os atos da gestão também obedeceram a critérios técnicos e legais. É importante lembrar que foi no governo Cláudio Castro que a empresa passou a pagar dívidas históricas com o Estado, em valores próximos de R$ 1 bilhão, além de diversas ações de cobrança movidas pela Procuradoria Geral do Estado. O ex-governador confia que todos os pontos serão devidamente esclarecidos no rito próprio e reforça a convicção de que os atos de sua gestão foram pautados pela legalidade, pela responsabilidade fiscal e pela defesa do interesse público”. O governo do Estado divulgou a seguinte nota: “O Governo do Estado realiza uma ampla auditoria na gestão das secretarias, autarquias, fundações e demais entidades da administração indireta, incluindo empresas estatais dependentes e não dependentes. A análise dos contratos firmados na gestão anterior tem o objetivo de assegurar a eficaz utilização dos recursos públicos e fortalecer o controle de despesas e ampliar a eficiência da administração estadual. Todas as informações apuradas durante o processo serão encaminhadas aos órgãos competentes para conhecimento e acompanhamento, de acordo com os princípios da transparência e da legalidade”. A Mirae também se pronunciou: “A Mirae Asset Brasil informa que é uma das corretoras de valores habilitadas, conforme Credenciamento realizado pelo Rio Previdência, para prestar serviços de custódia de valores mobiliários, e que não participou da intermediação –compra e venda— desses ativos. Esclarece ainda que cumpriu a solicitação, feita pela Gerência de Operações e Investimentos do Rio Previdência, para que ativos que estavam custodiados em outra corretora fossem
Escala 7×0: o que há por trás da proposta de Flávio Bolsonaro no Senado que tenta sabotar fim da escala 6×1

Escala 7×0: o que há por trás da proposta de Flávio Bolsonaro no Senado que tenta sabotar fim da escala 6×1 Nova PEC, com autoria do coordenador de campanha de Flávio, coloca em risco direitos trabalhistas já consolidados; entenda Por Alice Andersen | Fórum 01/06/2026 O senador e pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro – Foto: Gabriela Biló/Folhapress O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), deve reunir líderes partidários esta semana para definir o rito de tramitação da PEC que acaba com a escala 6×1, aprovada pela Câmara dos Deputados. A proposta, que reduz a jornada semanal de 44 para 40 horas e garante dois dias de folga, aguarda despacho à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), enquanto a oposição já protocolou uma PEC alternativa, a PEC 12/2026, que parlamentares governistas classificam como uma manobra para esvaziar o avanço trabalhista e instituir, na prática, uma “escala 7×0”. Entre os senadores que votaram a favor do texto da PEC da 7×0, está o pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL), que encabeça a proposta junto de Rogério Marinho (PL-RN), seu coordenador da pré-campanha, que propõe ser possível “escolher” entre o regime comum previsto pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) ou um “regime flexível” baseado em horas trabalhadas. Nesse segundo modelo, o patrão pagaria apenas o número de horas trabalhadas pelo empregado. O senador usa como argumento a mesma afirmação dos parlamentares que defendem o fim da escala 6×1: permitir que o trabalhador consiga conciliar melhor o trabalho e a vida social. No entanto, na PEC que reduz a jornada de trabalho, a remuneração salarial não irá diminuir, diferente da proposta do senador do PL. Representantes sindicais e os formuladores da proposta de redução defendem que a valorização do trabalhador contribui para ganhos de produtividade e para o aquecimento do mercado interno. A escala 7×0 tem apoio de outros 39 dos 81 senadores. Veja a seguir: Veja quem votou pela PEC da escala 7×0 1-Rogério Marinho (PL-RN) – principal autor 2-Angelo Coronel (Republicanos-BA) 3-Astronauta Marcos Pontes (PL-SP) 4-Carlos Portinho (PL-RJ) 5-Carlos Viana (PSD-MG) 6-Ciro Nogueira (PP-PI) 7-Cleitinho (Republicanos-MG) 8-Damares Alves (Republicanos-DF) 9-Dr. Hiran (PP-RR) 10-Dra. Eudócia (PSDB-AL) 11-Eduardo Girão (Novo-CE) 12-Eduardo Gomes (PL-TO) 13-Efraim Filho (PL-PB) 14-Esperidião Amin (PP-SC) 15-Flávio Bolsonaro (PL-RJ) 16-Hamilton Mourão (Republicanos-RS) 17-Hermes Klann (PL-SC) 18-Izalci Lucas (PL-DF) 19-Jaime Bagattoli (PL-RO) 20-Jayme Campos (União-MT) 21-Laércio Oliveira (PP-SE) 22-Lucas Barreto (PSD-AP) 23-Luis Carlos Heinze (PP-RS) 24-Magno Malta (PL-ES) 25-Marcio Bittar (PL-AC) 26-Marcos do Val (Avante-ES) 27-Marcos Rogério (PL-RO) 28-Nelsinho Trad (PSD-MS) 29-Oriovisto Guimarães (PSDB-PR) 30-Plínio Valério (PSDB-AM) 31-Roberta Acioly (Republicanos-RR) 32-Romário (PL-RJ) 33-Sergio Moro (PL-PR) 34-Sérgio Petecão (PSD-AC) 35-Styvenson Valentim (Podemos-RN) 36-Tereza Cristina (PP-MS) 37-Vanderlan Cardoso (PSD-GO) 38-Wellington Fagundes (PL-MT) 39-Wilder Morais (PL-GO) 40-Zequinha Marinho (Podemos-PA). Consulta do Senado tem maioria esmagadora contra “escala 7×0” A consulta pública aberta pelo Senado sobre a PEC 12/2026, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), registra uma maioria esmagadora de votos contrários à proposta que parlamentares governistas e lideranças da esquerda vêm chamando de “escala 7×0”. Na página do e-Cidadania, a consulta aparece com 32.364 votos contrários e 4.049 favoráveis à proposta, até as 5h38 desta segunda-feira (1º). Como votar contra a PEC da “escala 7×0” Para participar da consulta pública, é preciso acessar a página da PEC 12/2026 no portal e-Cidadania do Senado. O próprio Senado informa que todas as proposições em tramitação ficam abertas para receber opiniões públicas durante sua tramitação, conforme a Resolução 26/2013. O caminho é simples: Acesse a consulta pública da PEC 12/2026 no e-Cidadania; Na pergunta “Você apoia essa proposição?”, escolha “Não”; Faça login com a conta gov.br, se o sistema solicitar; Confirme o voto. Segundo o Senado, qualquer pessoa cadastrada no portal pode opinar sobre proposições em tramitação, mas cada usuário pode votar apenas uma vez. O cadastro no e-Cidadania é feito pela plataforma gov.br. A ofensiva nas redes busca transformar a consulta em mais um instrumento de pressão sobre os senadores. A avaliação entre governistas é que a PEC 12/2026 cria uma armadilha política: sob o discurso de “flexibilização”, permitiria um modelo em que o trabalhador receberia apenas pelas horas efetivamente trabalhadas, sem a garantia de preservação salarial prevista na proposta de redução da jornada. A disputa também tem peso eleitoral. O fim da escala 6×1 se tornou uma das pautas trabalhistas de maior apelo popular no país e passou a ser tratado pelo governo Lula como uma vitória política importante na agenda de valorização do trabalho. Do outro lado, a oposição tenta apresentar uma alternativa que, na prática, pode neutralizar a proposta aprovada na Câmara. No Senado, a PEC que acaba com a escala 6×1 ainda depende de tramitação na Comissão de Constituição e Justiça e de aprovação em dois turnos no plenário, com pelo menos 49 votos. A pressão popular, agora expressa também na consulta pública, deve pesar sobre senadores que tentam evitar o desgaste de se posicionar contra o direito ao descanso. Trabalhar para viver e não viver para trabalhar No Fórum Onze e Meia do dia 28 de maio, o deputado federal e pastor Henrique Vieira (PSOL-RJ) falou sobre a aprovação da PEC pelo fim da escala 6×1 na Câmara dos Deputados. O avanço da pauta foi liderado pela deputada federal Erika Hilton (SP) e pelo vereador Rick Azevedo (RJ), ambos também do PSOL, além de outros parlamentares da bancada. Vieira celebrou a vitória da esquerda e da classe trabalhadora com a aprovação do projeto, mas destacou que o campo democrático não pode “perder o horizonte” para alcançar a escala 4×3, uma vez que esse movimento pela redução da jornada veio ganhando forte apoio nos últimos meses. O deputado destacou que o movimento é de “luta histórica para enfrentar e superar o modo capitalista produtor adoecimento”. “Nós não podemos perder o horizonte da 4×3, porque os argumentos, em certa medida, continuam e se atualizam. Então, foi a vitória possível, com muita coerência, muita responsabilidade, é para celebrar, para comemorar com o nosso povo, mas nós temos uma luta histórica no limite para enfrentar e superar o modo capitalista, porque esse modo é produtor de adoecimento, ele subpotencializa a vida, ele se faz a partir da exploração do corpo, da vitalidade, da energia dos trabalhadores e das
Dark Horse: Ricardo Nunes pagou até 230% acima do mercado para Karina Gama, diz a polícia

Dark Horse: Ricardo Nunes pagou até 230% acima do mercado para Karina Gama, diz a polícia O contrato sob suspeita foi firmado entre a SMIT da prefeitura de SP e o ICB, entidade representada pela produtora do filme sobre Bolsonaro Por Julinho Bittencourt | Fórum 01/06/2026 A empresária Karina Ferreira da Gama – Foto: Redes sociais A Polícia Civil de São Paulo deflagrou nesta segunda-feira (1º) a Operação Wi-Fi, que investiga supostas irregularidades em um contrato firmado entre a Prefeitura de São Paulo e o Instituto Conhecer Brasil (ICB) para a instalação de pontos de internet gratuita em comunidades periféricas da capital. Segundo as investigações, o município teria pago valores até 230% superiores aos praticados no mercado. O contrato sob suspeita foi firmado entre a Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) e o ICB, entidade representada por Karina Ferreira da Gama. De acordo com os investigadores, foram identificados indícios de irregularidades desde a fase de contratação, incluindo questionamentos sobre a capacidade técnica da instituição, suposto superfaturamento, descumprimento de metas e pagamentos antecipados sem a devida prestação dos serviços. Segundo a apuração policial, enquanto a empresa pública Prodam cobrava R$ 306 por ponto de Wi-Fi, além de cerca de R$ 200 mensais para manutenção, o acordo com o ICB previa o pagamento fixo de R$ 1.800 por ponto instalado. Para os investigadores, a diferença representa um valor significativamente acima dos parâmetros de mercado. Falta de experiência Outro ponto levantado pela polícia é a suposta falta de experiência do instituto na área de telecomunicações. Conforme o relatório da investigação, o ICB teria histórico de atuação concentrado em feiras literárias e eventos religiosos, sem experiência comprovada na implantação e manutenção de redes de internet. As autoridades também apontam que a entidade teria instalado apenas 3,2 mil dos 5 mil pontos previstos inicialmente. Para justificar os atrasos, segundo a investigação, teriam sido firmados três termos aditivos em curto intervalo de tempo. Além disso, a polícia suspeita que a administração municipal tenha antecipado aproximadamente R$ 26 milhões ao instituto sem a correspondente execução dos serviços. Os investigadores afirmam ter encontrado registros de pagamentos referentes a 3,2 mil pontos quando apenas seis estariam efetivamente em funcionamento em determinado período analisado. Conexão com a Go Up A investigação também busca apurar uma possível conexão entre os recursos do contrato e a produtora Go Up Entertainment Ltda., controlada por Karina Ferreira da Gama. Segundo a suspeita levantada pela polícia, parte dos recursos poderia ter sido desviada para financiar a produção do filme “Dark Horse“, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A produção já vinha sendo alvo de controvérsias após revelações envolvendo o financiamento do projeto. O filme foi coordenado pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP), e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) admitiu ter buscado apoio financeiro junto ao banqueiro Daniel Vorcaro para viabilizar a produção. Segundo informações já divulgadas sobre o caso, ao menos R$ 61 milhões teriam sido destinados ao projeto por meio de uma empresa ligada ao Banco Master e de um fundo de investimentos sediado no Texas, nos Estados Unidos, onde reside o deputado licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP). Os filhos do ex-presidente negam qualquer irregularidade no financiamento do filme. O que diz a prefeitura Em nota, a Prefeitura de São Paulo informou que está colaborando integralmente com as investigações e afirmou que toda a documentação solicitada pelas autoridades já havia sido disponibilizada anteriormente por meio dos mecanismos de transparência pública. A gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB) também contestou as conclusões preliminares da investigação. Segundo a administração municipal, o custo estimado do programa em 2026 será de R$ 1.280 por ponto ao mês, valor que considera inferior às propostas recebidas em 2022, que variavam entre R$ 2.026 e R$ 5.092 por ponto. A prefeitura afirmou ainda que o programa funciona normalmente e que, na manhã desta segunda-feira, apenas 52 dos 3,2 mil pontos contratados estavam temporariamente fora de operação para manutenção. A administração também negou ter efetuado pagamentos referentes a 5 mil pontos e sustentou que os aditivos contratuais tiveram como objetivo apenas garantir a manutenção da estrutura já instalada. Por fim, o município declarou que o chamamento público foi realizado em 2024, antes mesmo da produção do filme “Dark Horse”, e que todo o processo seguiu os princípios da legalidade, transparência e economicidade previstos na legislação. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalMDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPolícia CivilPrefeitoPresidente da RepúblicaPRODAMSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram O amigo do crime 02/06/2026 TCE rejeita as contas de 2025 do governo Cláudio Castro; voto cita perdas ligadas ao Banco Master 01/06/2026 Dark Horse: Ricardo Nunes pagou até 230% acima do mercado para Karina Gama, diz a polícia 01/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
‘Faleceu nos braços do irmão’, diz tio de menino atingido por bala perdida na quadra de condomínio na Pavuna, Rio

‘Faleceu nos braços do irmão’, diz tio de menino atingido por bala perdida na quadra de condomínio na Pavuna, Rio Família esteve no Instituto Médico-Legal, na região central do Rio, para cuidar da liberação do corpo. Polícia Civil investiga se disparo foi efetuado de comunidade no Complexo da Pedreira. Por Fernanda Graell | RJ1 01/06/2026 Bento Costa Petillo Bezze morreu depois de ser atingido por um tiro em um condomínio na Pavuna — Foto: Reprodução/ TV Globo O tio do menino Bento Costa Petillo Bezze, de 12 anos, esteve no Instituto Médico-Legal (IML), na região central do Rio de Janeiro, na manhã desta segunda-feira (1º), para cuidar da liberação do corpo do menino. O garoto morreu na tarde de domingo (31), após ser atingido por uma bala perdida enquanto brincava em uma quadra esportiva de um condomínio na Pavuna, na Zona Norte do Rio. Daniel de Castro descreveu Bento como uma “criança amorosa” que não merecia o destino que teve. Ele acompanhava o pai do menino, que não conseguiu falar. “Criança boa, criança amorosa. O sentimento é de vazio, entendeu, vazio. É muito forte. Nenhum ser humano merece morrer assim, quanto mais uma criança de 12 anos cheia de saúde, cheia de vida”, disse o tio. O tiro atingiu o peito do menino enquanto ele brincava na quadra do condomínio, localizado na Rua Capitão Gouveia. Bento estava na companhia do irmão, de 13 anos, que presenciou o momento em que ele foi baleado. A vítima chegou a ser levada para um hospital em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, mas não resistiu aos ferimentos. ““Ele faleceu nos braços do irmão. Ele estava do lado do irmão quando foi atingido. Ele foi atingido na região do tórax, com um tiro no peito. Chegaram a socorrer, mas já chegou em óbito lá na clínica”, completou Daniel. Bento morava com a mãe e dois irmãos, de 13 e 18 anos. Ele gostava de jogar futebol e brincar na piscina. “O condomínio é movimentado. Era por volta das 17h, e as crianças brincavam normalmente na quadra, como em qualquer domingo”, explicou Daniel. Tiros A Rua Capitão Gouveia fica a menos de dois quilômetros da comunidade da Quitanda, no Complexo da Pedreira, na Pavuna. De acordo com moradores da região, havia uma festa na comunidade próxima ao condomínio, durante a qual tiros foram disparados. A Polícia Militar informou que foi acionada e, ao chegar ao local, o menino já havia sido levado para o hospital, onde chegou sem vida. A Polícia Civil investiga se um dos disparos efetuados durante a comemoração foi o responsável por atingir Bento. O caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). Notícia anterior IML Instituto Médico LegalPolícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram ‘Faleceu nos braços do irmão’, diz tio de menino atingido por bala perdida na quadra de condomínio na Pavuna, Rio 01/06/2026 Moradora denuncia problemas estruturais e demora no atendimento na UPA de Teresópolis 01/06/2026 Policial militar morre após ser baleado na cabeça em operação em Rocha Miranda 01/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Senadores do DF assinam PEC que pode abrir caminho para escala 7×0

Senadores do DF assinam PEC que pode abrir caminho para escala 7×0 Proposta permite contratação por horas trabalhadas e reduz peso das negociações coletivas Por Kennedy Cruz | Brasil de Fato 01/06/2026 Damares Alves (Republicanos-DF) e Izalci Lucas (PL-DF) apoiam a PEC 12/2026, proposta que altera as regras da jornada de trabalho. | Crédito: Saulo Cruz e Waldemir Barreto/Agência Senado Os senadores Damares Alves (Republicanos-DF) e Izalci Lucas (PL-DF) estão entre os 40 parlamentares que assinaram a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 12/2026, apresentada pelo senador Rogério Marinho (PL-RN), que altera as regras da jornada de trabalho no país e amplia a possibilidade de acordos individuais entre patrões e empregados. O texto cria um modelo alternativo ao regime tradicional da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), permitindo que trabalhadores optem por uma jornada flexível baseada em horas efetivamente trabalhadas. A proposta também estabelece que contratos individuais possam prevalecer sobre convenções e acordos coletivos em temas relacionados à compensação de horários e à redução da jornada. Na prática, a PEC autoriza negociações diretas entre empregado e empregador sobre a organização da jornada de trabalho, inclusive por hora trabalhada. O texto prevê ainda que férias, 13º salário, Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e outros direitos sejam calculados proporcionalmente à carga horária efetivamente cumprida. A proposta é alvo de críticas de parlamentares e entidades ligadas aos trabalhadores. A deputada federal Erika Hilton (Psol-SP), autora da PEC do fim da escala 6×1, afirma que o texto pode abrir espaço para uma “escala 7×0” e enfraquece direitos garantidos pela CLT. Além de Damares e Izalci, a PEC conta com assinaturas de nomes como Flávio Bolsonaro (PL-RJ), Hamilton Mourão (Republicanos-RS), Sergio Moro (União-PR), Magno Malta (PL-ES) e Ciro Nogueira (PP-PI). Protocolada no Senado na última quinta-feira (28), a proposta já foi encaminhada à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), onde aguarda a designação de um relator para iniciar sua tramitação. Notícia anteriorPróxima notícia Deputada FederalPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPP ProgressistasPSOLRepublicanosSenadorSenadoraUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram O amigo do crime 02/06/2026 Operação que mirou produtora de ‘Dark Horse’ gera incômodo nos bastidores da prefeitura de SP 02/06/2026 Mendonça cobra da PF materiais da quebra de sigilo da amiga de Lulinha 02/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Moradora denuncia problemas estruturais e demora no atendimento na UPA de Teresópolis

Moradora denuncia problemas estruturais e demora no atendimento na UPA de Teresópolis Paciente relata falta de limpeza, más condições e espera de 14 dias por transferência; prefeitura afirma que unidade passa por reforma. Por Juliana Guzzo | g1 01/06/2026 Cadeira para pacientes em condição precária e chão do banheiro quebrado. — Foto: Redes Sociais Teresópolis – Uma moradora de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, denunciou problemas estruturais, falhas na limpeza e demora no atendimento na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. A paciente afirmou que aguardou por 14 dias a realização de um procedimento para implantação de marca-passo e durante o período de internação. Segundo ela, além da longa espera pelo procedimento, houve problemas com a alimentação adequada para sua condição de pré-diabetes. Jaqueline também denunciou a precariedade da estrutura e a falta de conservação na unidade. Durante a internação, a paciente registrou em vídeo situações como piso afundando, presença de baratas e acúmulo de sujeira em diferentes áreas da unidade. Ela também afirmou que enfrentou dificuldades relacionadas à falta de insumos básicos, tendo que comprar itens como fraldas e esparadrapo. “Foram os piores dias da minha vida. Nenhuma família deveria passar por isso. Muitos idosos passando sufoco. Eu tive que comprar as coisas que eu precisava usar, como fralda e até esparadrapo. Foi uma situação muito desagradável”, contou. A denúncia de Jaqueline se soma a queixas de outros moradores que utilizam o serviço, que relatam demora no atendimento, longos períodos de espera e dificuldades na transferência para unidades de maior complexidade. Procurada, a Secretaria Municipal de Saúde informou que a UPA passa por uma obra de reforma e ampliação, com previsão de reinauguração nos próximos meses. A prefeitura também afirmou que a falta de leitos é um problema que atinge todo o estado do Rio de Janeiro e destacou investimentos na rede municipal para reduzir o tempo de permanência de pacientes que aguardam transferência. Segundo a administração municipal, os indicadores relacionados a esse tempo de espera têm apresentado redução. Notícia anterior Região Serrana e Centro Sul FluminenseTeresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradora denuncia problemas estruturais e demora no atendimento na UPA de Teresópolis 01/06/2026 Varredura encontra grampos no gabinete do governador Ricardo Couto no Palácio Guanabara 29/05/2026 Após nova investida dos Bolsonaros, os EUA rotulam gangues brasileiras como grupos terroristas 28/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Policial militar morre após ser baleado na cabeça em operação em Rocha Miranda

Policial militar morre após ser baleado na cabeça em operação em Rocha Miranda Os agentes do 9º BPM (Honório Gurgel) estão no local em uma ação para combater quadrilhas de criminosos que se abrigam na comunidade. Por Genilson Araújo, Betinho Casas Novas e Guilherme Santos | TV Globo 01/06/2026 Adriano Pereira de Souza deixa dois filhos. — Foto: Reprodução. Um policial militar morreu após ser baleado na cabeça durante uma operação, no começo da manhã desta segunda-feira (1º), na comunidade Faz Quem Quer, em Rocha Miranda, na Zona Norte do Rio de Janeiro. De acordo com a PM, Adriano Pereira de Sousa, de 36 anos, foi atingido em confronto com criminosos e chegou a ser levado para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, na região central do Rio. O Globocop registrou quando um grupo de policiais trabalhou no resgate de Adriano no alto do morro. Um helicóptero da polícia se aproximou para que o PM fosse levado com mais rapidez até a unidade de saúde. Vários tiroteios acontecem desde cedo na comunidade, de acordo com moradores. Policiais civis e agentes do 9º BPM (Honório Gurgel) foram ao local em uma ação para combater quadrilhas de criminosos que se abrigam na comunidade. Helicópteros da Polícia Militar e da Polícia Civil sobrevoam a região. A Polícia Militar lamentou a morte do agente, que ingressou na corporação em 2011. Antes de ser lotado no 9º BPM, ele trabalhou no Batalhão de Polícia de Choque (BPChq). Ele deixa dois filhos. Não havia informações sobre velório e sepultamento até a última atualização desta reportagem. O policiamento na área foi reforçado. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradora denuncia problemas estruturais e demora no atendimento na UPA de Teresópolis 01/06/2026 Policial militar morre após ser baleado na cabeça em operação em Rocha Miranda 01/06/2026 Auditoria da Cedae: Master era inelegível para investimentos e só recebeu R$ 200 milhões após mudanças na companhia 31/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list