Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Pix por Zelle: proposta de Eduardo Bolsonaro expõe ignorância entre soberania pública e interesse privado

Pix por Zelle: proposta de Eduardo Bolsonaro expõe ignorância entre soberania pública e interesse privado

Pix por Zelle: proposta de Eduardo Bolsonaro expõe ignorância entre soberania pública e interesse privado Ao sugerir o Zelle “na mesa de negociações” com os EUA, Eduardo Bolsonaro revelou a ignorância na narrativa sobre o Pix. O sistema brasileiro é uma infraestrutura pública, gratuita e universal; o americano é um serviço privado, restrito e mais lento. Por Plínio Teodoro | Fórum 05/06/2026 Eduardo Bolsonaro com o pai, Jair, em reunião com Donald Trump na Casa Branca (PR) O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) afirmou, em entrevista à rádio TMC na quarta-feira (3) que o Brasil poderia levar o Zelle, sistema de pagamentos norte-americano, à mesa de negociação com os Estados Unidos como argumento para evitar tarifas de 25% anunciadas pelo governo Trump. A declaração, feita no contexto de relatórios do USTR que criticam o Pix por supostamente prejudicar empresas americanas, gerou reação imediata nas redes sociais e críticas de parlamentares da oposição. Após a repercussão negativa, Bolsonaro recuou, negou ter sugerido a substituição do sistema e mentiu que o Pix teria sido criado por seu pai. O episódio e a polêmica Na entrevista à TMC, Eduardo Bolsonaro foi direto: “Os EUA têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como o Zelle. O Pix dos EUA é o Zelle. Então dá para ir para a mesa de negociação com os americanos com bons argumentos. Dá para conversar e botar na mesa isso daí e tentar segurar o ímpeto de retaliação contra qualquer meio que a gente utilize de pagamento”. A fala ocorreu depois de o USTR, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos, publicar relatórios que mencionam o Pix 20 vezes, acusando o Brasil de manter políticas de pagamento eletrônico que “desfavorecem empresas americanas envolvidas no comércio digital ou em serviços de pagamento eletrônico.” O relatório recomendou a aplicação de tarifas de 25% sobre produtos brasileiros. A repercussão foi imediata e negativa. No dia seguinte, Eduardo publicou um vídeo nas redes sociais em que afirmou: “Eu absolutamente jamais disse isso. Eu desafio o Globo a calar minha boca e mostrar um vídeo onde eu tenha dito porventura algo nesse sentido”. Na mesma publicação, acrescentou que o Pix “foi criado por Jair Messias Bolsonaro, sem taxas, e assim continuará sendo” — afirmação que não corresponde à realidade histórica do sistema. A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) respondeu classificando como “nojento ver a disposição dos Bolsonaros de servir os interesses americanos” e defendeu o Pix como “uma infraestrutura pública brasileira, criada e regulamentada pelo Banco Central do Brasil”, em contraponto ao Zelle, descrito por ela como “um sistema privado, operado por bancos americanos, que cobra taxas.” O episódio ilustra uma tensão mais ampla: a pressão comercial dos EUA sobre o modelo financeiro brasileiro está sendo usada, por parte do bolsonarismo, não para defender a soberania nacional, mas para questionar uma das políticas públicas de maior alcance popular do país. A fala de Eduardo, independentemente da retratação posterior, abriu espaço para uma discussão que o governo Trump claramente quer estimular. Pix vs. Zelle: O abismo técnico A comparação entre os dois sistemas não resiste a um exame técnico básico e revela o grau de ignorância de Eduardo Bolsonaro. O Pix é operado pelo Banco Central do Brasil, uma instituição pública, e funciona como infraestrutura aberta a qualquer banco, fintech ou instituição financeira autorizada pelo BC. O Zelle, lançado em 2017, é administrado pela Early Warning Services, empresa privada controlada por um consórcio de grandes bancos americanos, entre os quais Bank of America, JPMorgan Chase, Capital One, PNC Bank, Truist, U.S. Bank e Wells Fargo. Quem não tem conta em um banco participante simplesmente não acessa o serviço. A diferença de velocidade e alcance é igualmente significativa. O Pix é instantâneo por definição regulatória. O Zelle, segundo informações de seu próprio site oficial pode levar minutos para concluir uma transação e, em casos de instabilidade do sistema, horas ou até dias. O Pix é gratuito para pessoas físicas por determinação do Banco Central; no Zelle, a gratuidade depende da política tarifária de cada banco participante, embora pesquisa do terceiro trimestre do ano passado indique que “quase todos” os bancos conveniados não cobram dos consumidores. Há ainda uma diferença crítica em termos de proteção ao usuário. O Pix conta com o Mecanismo Especial de Devolução (MED), que permite acionar o sistema em casos de fraude ou erro. O Zelle, segundo seu site oficial, só permite o cancelamento de uma transação se o destinatário ainda não estiver cadastrado na plataforma: uma vez enviado o dinheiro para um usuário registrado, não há como reverter a operação. Chamar os dois sistemas de equivalentes, como fez Eduardo Bolsonaro, é ignorar diferenças que afetam diretamente a vida financeira de milhões de pessoas. A origem do Pix: Fatos contra a narrativa A afirmação de que Jair Bolsonaro “criou o Pix” é desmentida pela própria cronologia oficial do sistema. Os estudos para a criação de um sistema de pagamentos instantâneos foram iniciados pelo Banco Central em 2016, com a estruturação técnica avançando a partir de 2018, durante a gestão Michel Temer. A marca Pix foi lançada pelo BC em fevereiro de 2020, e o sistema entrou em operação em novembro do mesmo ano, já no governo Bolsonaro. Estar na cadeira presidencial no momento do lançamento não equivale a ter formulado a política pública. A prova mais concreta do distanciamento de Bolsonaro em relação ao sistema ocorreu em 5 de outubro de 2020, exatamente no dia em que as instituições financeiras começaram a cadastrar as chaves Pix dos brasileiros. Questionado por um apoiador sobre a novidade, o então presidente associou o tema a uma medida de aviação civil. Ao ser corrigido, admitiu desconhecimento e disse que ainda iria “conversar com o Roberto Campos Neto” para entender do que se tratava, segundo registros de imprensa da época. O Pix é resultado de uma agenda de inclusão financeira construída ao longo de anos. A Lei 12.865/2013, aprovada no governo Dilma Rousseff, foi o marco legal que permitiu a regulação dos arranjos de pagamento no Brasil e abriu o caminho institucional para

MPRJ faz operação contra ex-vereador investigado por duplo homicídio em Rio das Ostras

MPRJ faz operação contra ex-vereador investigado por duplo homicídio em Rio das Ostras

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Paulo Fernandes Carvalho Gomes, atual secretário de Segurança de Casimiro de Abreu, foi alvo de mandados de busca e apreensão cumpridos pelo GAECO. Por g1 04/06/2026 Ataque ocorreu em frente a uma padaria em Rio das Ostras — Foto: Reprodução InterTv RJ Rio das Ostras – O Ministério Público do Rio de Janeiro cumpriu mandados de busca e apreensão contra o ex-vereador de Rio das Ostras e atual secretário de Segurança de Casimiro de Abreu, Paulo Fernandes Carvalho Gomes, investigado por um duplo homicídio ocorrido em novembro de 2025, no bairro Âncora. A ação, batizada de Operação Falso Xerife, foi realizada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) do MPRJ e da Polícia Civil. O nome faz referência à forma como o investigado se apresentava publicamente, associando sua imagem ao combate à criminalidade. De acordo com as investigações, o crime aconteceu no dia 21 de novembro de 2025, em frente a um mercadinho no bairro Âncora, em Rio das Ostras. Imagens de câmeras de segurança registraram o momento em que um homem desce de um veículo, atira contra duas vítimas e foge logo em seguida. Ainda segundo o Ministério Público, a apuração reuniu registros em vídeo, depoimentos e outros elementos que apontam Paulo Fernandes Carvalho Gomes, conhecido como “Carvalhão” e também policial militar, como o autor dos disparos que resultaram no duplo homicídio. Relembre o caso O duplo homicídio aconteceu em plena luz do dia, na porta de uma padaria no bairro Âncora, em Rio das Ostras, em novembro de 2025. Câmeras de segurança registraram o momento em que um homem chega armado, se aproxima das vítimas, identificadas como Allan Cortes dos Santos, de 44 anos, e Wallace da Silva Silveira, de 21, e faz vários disparos antes de fugir. Moradores relataram ter ouvido a sequência de tiros e acionaram a polícia, mas as vítimas já estavam mortas quando as equipes chegaram. O crime causou forte repercussão na cidade e passou a ser investigado pela Polícia Civil. Notícia relacionada Secretário de Segurança de Rio das Ostras é preso durante ação de investigação pela morte de três pessoas Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Eduardo Bolsonaro sugere troca do Pix por sistema americano Zelle, e vira alvo de críticas nas redes: ‘Vassalagem’

Eduardo Bolsonaro sugere troca do Pix por sistema americano Zelle, e vira alvo de críticas nas redes: 'Vassalagem'

Eduardo Bolsonaro sugere troca do Pix por sistema americano Zelle, e vira alvo de críticas nas redes: ‘Vassalagem’ Nome do deputado chegou entre os assuntos mais comentados nesta quinta-feira na rede X Por Sonar | O Globo 04/06/2026 Eduardo Bolsonaro sugere em publicação a troca de Pix por Zelle — Foto: Reprodução/Redes Sociais Uma declaração do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) viralizou na rede social X e levou o nome do parlamentar aos assuntos mais comentados na manhã desta quinta-feira. No vídeo, o filho 03 do ex-presidente sugere mecanismos financeiros dos Estados Unidos “semelhantes ao Pix” que podem servir para “ir pra uma mesa de negociação com bons argumentos” com os americanos. A declaração tem sido reproduzida em outros perfis e alvo de críticas. Os Estados Unidos, onde atualmente reside o parlamentar, recomendaram um novo tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros exportados para o território americano. No documento do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR), o Pix aparece entre os principais pontos questionados. O texto diz que o Banco Central favorece o sistema de pagamentos ao atuar simultaneamente como regulador e proprietário da plataforma, impor seu uso e limitar taxas cobradas por concorrentes americanos. No vídeo, Eduardo propõe uma negociação com o governo americano: — Os Estados Unidos têm mecanismos muito semelhantes ao Pix, como, por exemplo, o Zelle, que é o Pix dos Estados Unidos, aqui é o Zelle. Então dá pra você ir pra uma mesa de negociação com os americanos — disse Eduardo. Nas redes, perfis têm usado o trecho para criticar o deputado: “Prestar vassalagem trocando o Pix pelo Zelle? kkk”, postou o perfil Allan dos Panos. O termo “vassalagem” também está entre os comentados na manhã de hoje. Desde a decisão do governo americano, a reação governista e do próprio presidente Lula têm sido de defender o Pix, amplamente citado no documento, e associar a taxação ao encontro do presidente Donald Trump com Flávio e Eduardo Bolsonaro, ocorrido na semana passada. Ainda na terça-feira, parlamentares começaram a postar termos como “Tariflávio” e “o Pix é nosso”, além da frase “Bolsonaros inimigos do Brasil”. Já Lula, em evento em Goiás, chamou Flávio de “imbecil”. – Ele foi pedir arrego. “Trump, dá uma porrada no Lula, taxa o Lula, porque o Lula vai ganhar as eleições, não deixa, prejudica o Lula”. Imbecil. Ele não sabe que ele não vai prejudicar o Lula, ele vai prejudicar é o povo brasileiro, os empresários brasileiros, o agronegócio – afirmou, complementando: – Esses filhos do Bolsonaro conseguem ser piores que ele. São vendilhões da Pátria. Foram pedir para que um país estrangeiro se intrometesse nas decisões brasileiras. São traidores – disse. Ex-ministra de Lula, a deputada Gleisi Hoffmann usou a declaração para criticar o clã Bolsonaro. Na terça-feira, logo após as primeiras notícias sobre o tarifaço, Flávio afirmou que pediu diretamente a Trump para que não impusesse tarifas sobre as empresas brasileiras. Ele também enviou uma carta ao secretário de Estado, Marco Rubio, defendendo a não adoção das medidas e passou a argumentar que um eventual governo seu em 2027 teria condições de negociar “de igual para igual” com os Estados Unidos. ‘Pix não é um produto comercial’ O sistema citado por Eduardo no vídeo é operado por uma rede de bancos americanos, diferentemente do Pix, administrado pelo Banco Central. Diferentemente do sistema brasileira, a transferência não é 100% gratuita. A Febraban, que representa os maiores bancos nacionais, saiu em defesa do Pix em reação ao USTR, lembrando que o sistema não é um produto comercial, mas um meio de pagamento que favorece a competição e permite a participação das instituições financeiras. “O Pix é uma infraestrutura de pagamento, e não um produto comercial, que favorece a competição e o bom funcionamento do sistema de pagamentos e consequentemente da atividade econômica. Trata-se de um modelo aberto e não discriminatório, com participação de bancos, fintechs, instituições financeiras nacionais e estrangeiras”, diz uma nota divulgada pela entidade. Notícia anterior Banco Central BCDeputado FederalPixPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos Trabalhadores Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Eduardo Bolsonaro sugere troca do Pix por sistema americano Zelle, e vira alvo de críticas nas redes: ‘Vassalagem’ 04/06/2026 Flávio é responsabilizado por ameaça ao Pix e tarifaço em 8 de cada 10 mensagens opinativas, diz levantamento 03/06/2026 O amigo do crime 02/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Flávio é responsabilizado por ameaça ao Pix e tarifaço em 8 de cada 10 mensagens opinativas, diz levantamento

Flávio é responsabilizado por ameaça ao Pix e tarifaço em 8 de cada 10 mensagens opinativas, diz levantamento

Flávio é responsabilizado por ameaça ao Pix e tarifaço em 8 de cada 10 mensagens opinativas, diz levantamento Análise considera 100 mil grupos de WhatsApp e Telegram após encontro de senador com Trump Segundo Palver, 81% das publicações com opiniões são desfavoráveis ao pré-candidato do PL Por Laura Intrieri | Folha de S.Paulo 03/06/2026 O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em encontro com o presidente americano, Donald Trump, na terça (26) na Casa Branca – Divulgação – 26.mai.26 São Paulo – O senador Flávio Bolsonaro (PL) é apontado como culpado por ameaças ao Pix ou pelo novo tarifaço anunciado pelos EUA em 8 de cada 10 mensagens opinativas sobre o assunto trocadas nos mais de 100 mil grupos públicos de WhatsApp e Telegram monitorados pela empresa de análise de dados Palver. A responsabilização do pré-candidato do PL à Presidência, direta ou indiretamente, corresponde a 81% das publicações opinativas desses grupos. A Palver retira dessa análise mensagens consideradas neutras, como links compartilhados sem comentário e disparos automáticos de clipping, que apenas replicam notícias sobre determinado assunto. O monitoramento se refere ao período de 27 de maio a 2 de junho e está atrelado à viagem de Flávio aos Estados Unidos e à reunião com Donald Trump no Salão Oval da Casa Branca em 26 de maio. Desde então, aliados de Lula (PT) passaram a defender em grupos de mensageria e em redes sociais a tese de que essa aproximação representava uma ameaça ao sistema de pagamentos Pix, conteúdo reforçado a partir de segunda (1º), quando houve a nova ameaça de tarifa contra produtos brasileiros — a decisão final depende do aval de Trump. Apoiadores de Lula tentam emplacar nas redes sociais o termo “Tariflávio” para associar o senador à crise. Políticos do centrão e mesmo aliados de Flávio avaliam que a imposição das novas tarifas é um revés para a campanha presidencial do senador. Flávio disse que enviou na terça-feira (2) uma carta ao governo Trump para pedir que os Estados Unidos não imponham tarifas de 25% aos produtos brasileiros, como recomendou uma investigação comercial do país americano. Na carta, endereçada ao secretário de Estado Marco Rubio, Flávio afirma que o Brasil “atravessa um período de grave deterioração fiscal e econômica” e que a imposição de novas tarifas “causaria sérios prejuízos ao povo brasileiro”. Como mostrou a Folha, o governo brasileiro pretende manter negociações com os EUA e vê chance de evitar a imposição das taxas sugeridas pelo USTR (Escritório do Representante de Comércio dos EUA) enquanto tentará potencializar ao máximo possível o desgaste de Flávio, principal adversário de Lula nas eleições de outubro. A decisão negativa para o Brasil acontece na esteira da decisão dos EUA de designar CV e PCC como terroristas e reforça a pressão do governo republicano sobre o governo Lula. Segundo o relatório da Palver, as publicações predominantes acusam o senador e a família Bolsonaro de “traição à pátria” e de alinhamento a interesses estrangeiros, além de descrever a ofensiva americana como ataque a uma conquista da população brasileira. Esse discurso repetido nas mensagens é semelhante ao que tem sido adotado por Lula em suas manifestações públicas. Entre as mensagens que isentam Flávio, três linhas de argumentação se destacam: a classificação das acusações como desinformação ou manobra política da esquerda; a negação de risco concreto ao Pix, com publicações afirmando que o sistema não será bloqueado nem afetado; e a defesa de que a atuação do senador nos EUA mirava o combate ao crime organizado. Essa última vertente também critica o governo Lula por reagir às medidas americanas e usar o tema para desgastar o pré-candidato do PL. “Bolsonarismo se consolida como principal movimento de traição à pátria da história”, diz uma das mensagens. “Fake news”, diz outro registro, desta vez defendendo o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL): “Lula acusa Flávio de pedir tarifa aos EUA. Sem prova. Motivo da mentira? Medo”. O recorte do levantamento reuniu publicações que citam o Pix combinadas a menções a Bolsonaro, Flávio, Trump ou Estados Unidos. O levantamento da Palver mede o teor das mensagens que circulam em grupos públicos de WhatsApp e Telegram, não a opinião da população. Diferentemente de uma pesquisa eleitoral, não há amostra representativa do eleitorado nem margem de erro, e os números não servem de prognóstico. Notícia anterior PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio é responsabilizado por ameaça ao Pix e tarifaço em 8 de cada 10 mensagens opinativas, diz levantamento 03/06/2026 O amigo do crime 02/06/2026 Operação que mirou produtora de ‘Dark Horse’ gera incômodo nos bastidores da prefeitura de SP 02/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Milícia e TCP são investigados por obrigar comerciantes a comprar farinha em empresas ligadas ao crime organizado

Milícia e TCP são investigados por obrigar comerciantes a comprar farinha em empresas ligadas ao crime organizado

TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Monopólio ocorre em pontos de quatro bairros da Zona Oeste e em um da Zona Norte Por O Globo 03/06/2026 Um policial da Draco/IE durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão — Foto: Reprodução Rio de Janeiro – A Polícia Civil encontrou indícios de que a milícia e a facção criminosa Terceiro Comando Puro (TCP) estão usando empresas ligadas aos dois grupos criminosos para obrigar pequenos e médios comerciantes a adquirirem produtos de panificação, incluindo farinha de trigo, gordura vegetal e açúcar, por preços que variam de 70% a 90% acima do valor de mercado. O monopólio imposto pelo crime atinge estabelecimentos de cinco bairros localizados nas zonas Oeste e Norte do Rio. Quem se recusa a comprar os gêneros alimentícios dos fornecedores indicados pelos bandidos é ameaçado por homens armados e pode ter o comércio fechado ou até ser assassinado. A polícia estima que proprietários de mais de cem estabelecimentos foram vítimas dos criminosos. Os investigadores apuram se a morte do comerciante Rafael Oliveira Braga, de 43 anos, executado a tiros em uma comunidade do bairro Paciência, na Zona Oeste, em março de 2025, ocorreu por ele ter se recusado a comprar os produtos oferecidos por fornecedores ligados a um grupo criminoso. Ele foi assassinado por dois homens em uma motocicleta quando chegava a uma padaria. Segundo a delegada Luciana Fonseca, da Delegacia de Repressão às Ações Criminosas Organizadas e Inquéritos Especiais (Draco/IE), há ainda notícias da prática criminosa em pontos de Campo Grande, Santíssimo e Santa Cruz, na Zona Oeste, e em alguns locais de Madureira, na Zona Norte. Neste último bairro, os milicianos atuariam com o aval de traficantes do Terceiro Comando Puro. Em troca da exploração da área controlada pela facção, os paramilitares ajudariam o TCP na disputa de territórios com o Comando Vermelho. — A investigação começou há quatro meses, após denúncias de que comerciantes estavam sendo obrigados a adquirir produtos de fornecedores indicados pela milícia. Identificamos cinco empresas. Algumas são regulares e foram cooptadas pelos bandidos. Outras foram criadas recentemente para essa finalidade — disse a delegada. Nesta quarta-feira, a polícia deflagrou uma operação para cumprir 14 mandados de busca e apreensão em endereços localizados nas zonas Oeste e Norte da capital. Em um deles, os agentes da Draco encontraram farinha de trigo vencida misturada a outra farinha ainda dentro do prazo de validade. O produto estava sendo embalado para revenda. — Encontramos farinha vencida misturada a outra farinha e um maquinário que serviria para embalar o produto. Duas pessoas foram presas por armazenamento de material vencido — disse a delegada. Segundo a polícia, o objetivo da operação foi apreender documentos, registros contábeis, aparelhos eletrônicos e outros elementos para aprofundar o mapeamento da estrutura criminosa. As diligências prosseguem para identificar todos os envolvidos, dimensionar a movimentação financeira do esquema e apurar possíveis conexões com outros crimes praticados pela organização. Não é a primeira vez que bandidos exploram o monopólio da venda de farinha para a fabricação de pães. Em março deste ano, a Prefeitura de Belford Roxo, na Baixada Fluminense, denunciou que traficantes ligados a uma facção criminosa estariam obrigando comerciantes de algumas padarias de dois bairros do município a comprar farinha de trigo fornecida por eles. O valor cobrado pelo produto, usado na fabricação dos pães, era quase o dobro do preço de mercado. A medida, que, segundo o município, atingiu alguns estabelecimentos dos bairros São José e Parque Suécia, próximos à divisa com o município de Duque de Caxias, elevou o preço do pão francês de R$ 0,50 para R$ 0,80. Na ocasião, a 54ª DP (Belford Roxo) abriu uma investigação para apurar o caso. De acordo com um dos relatos, os estabelecimentos eram obrigados a comprar sacos de farinha de 25 quilos por R$ 100. Em empresas legalizadas, o produto podia ser adquirido por valores que variavam entre R$ 60 e R$ 70. Dias após as denúncias, a prefeitura revelou que o preço do pão francês voltou ao normal após a polícia acabar com o monopólio imposto pelo tráfico. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPP ProgressistasPresidente da RepúblicaTRE-DFTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

‘A pátria dos Bolsonaro não é a brasileira, é a pátria estrangeira’, diz Simone Tebet

Simone Tebet diz que ministros do STF podem sofrer impeachment se houver 'denúncias sérias e comprovação': 'Ninguém está acima da lei'

‘A pátria dos Bolsonaro não é a brasileira, é a pátria estrangeira’, diz Simone Tebet Nos últimos meses, Simone Tebet deu um cavalo de pau em sua vida. Ela deixou o Ministério do Planejamento e Orçamento, que comandava desde o início do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), mudou-se de Brasília para São Paulo e trocou o MDB, partido ao qual foi filiada por três décadas, pelo PSB. Por Marina Rossi | BBC News Brasil 03/06/2026 Tebet afirma que não há chances de retirar sua pré-candidatura ao Senado agora | Victor Parolin/BBC News Brasil São Paulo – Os movimentos foram todos “acertados” previamente, como ela afirma nesta entrevista à BBC News Brasil, para disputar uma vaga no Senado por São Paulo como representante da centro-esquerda — termo que ela evita, preferindo “frente ampla” ou “campo democrático”. É uma arena nova para Tebet, que deixou o Direito e a academia para fazer carreira política no Mato Grosso do Sul, onde foi deputada estadual, prefeita, vice-governadora e senadora. Mas também é a continuidade de outra guinada em sua trajetória a partir da eleição de 2022, quando ficou em terceiro lugar no primeiro turno com uma candidatura à direita de Lula e o apoio que deu ao petista no segundo turno, considerado importante para a vitória bastante apertada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Com discurso moderado, liberal e em defesa do agronegócio, Tebet vai compor agora a chapa pela reeleição de Lula para a Presidência e da candidatura de Fernando Haddad (PT) para o governo paulista. Segundo levantamento da Quaest no fim de abril, Tebet liderava as intenções de voto para o Senado em todos os cenários testados. Talvez por isso, ela diz não estar tão preocupada com quem será o segundo candidato desta “frente ampla”: Márcio França (PSB), seu novo companheiro de sigla, ou Marina Silva (Rede), ambos também ex-ministros de Lula. Também afirma que não a preocupa quem serão os adversários de Lula na disputa pela Presidência. Para ela, a eleição será definida pela capacidade que o governo do qual ela fez parte terá de comunicar suas realizações. “A gente fez muito e comunicou mal”, disse. Para ela, não fará diferença se Lula disputará um eventual segundo turno com o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ou com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL-DF), cujo nome chegou a ser ventilado após as revelações sobre a ligação de Flávio com o banqueiro Daniel Vorcaro, que está preso acusado de comandar uma fraude financeira bilionária. “A família Bolsonaro é uma coisa só. Pensam igual e pensaram o país da mesma forma”, diz Tebet. “O Deus deles, ‘Deus, pátria e família’, não é o mesmo Deus nosso. A pátria não é a pátria brasileira, é a pátria estrangeira”, afirma, evocando o lema de Jair Bolsonaro. Dois dias após a entrevista, concedida em 26 de maio, o presidente americano Donald Trump anunciou a classificação do Comando Vermelho (CV) e do Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas. O anúncio ocorreu após a visita à Casa Branca por Flávio Bolsonaro, que comemorou a decisão de Trump. O episódio levantou um debate sobre a intervenção americana na política brasileira. Na mesma esteira, na terça-feira (02/06), o governo Trump ameaçou taxar, novamente, produtos brasileiros, desta vez em 25%, devido a práticas “não razoáveis” que “oneram ou restringem o comércio dos EUA”. Depois disso, o presidente americano publicou duas fotos com Flávio no Salão Oval. Uma delas foi a mesma que Flávio havia publicado na semana passada após ida aos EUA. Na outra, também aparece seu irmão, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. “Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil!”, escreveu Trump na sua rede Truth Social. Confira os principais trechos da entrevista BBC News Brasil – Três nomes da centro-esquerda estão na disputa pela candidatura ao Senado em São Paulo: a senhora, Marina Silva e Márcio França. A senhora abriria mão de concorrer por algum dos dois? Simone Tebet – Se isso fosse conversado lá atrás, sem dúvida nenhuma. Só que tem uma diferença entre a minha candidatura e as dos demais. Tive que fazer dois movimentos muito radicais: mudar o domicílio eleitoral e mudar de partido. Lembrando que sempre tive um único partido na minha vida, foram 30 anos de MDB. E fiz esse movimento claramente para fazer parte de uma frente ampla e por um pedido muito especial do presidente Lula e do vice-presidente (Geraldo) Alckmin. “Precisamos ganhar São Paulo. São Paulo é estratégico para a eleição de 2026”, me disseram eles, aliado ao fato de que precisamos mostrar que este é um governo de centro e um governo que tem não só o PT na sua base nos ministérios, mas tem MDB, PSB, PSD, entre outros partidos. Então, vir para São Paulo foi uma decisão absolutamente acertada. “Você vem para ser pré-candidata ao Senado.” Não tem como eu fazer outro movimento. Não tenho como ir para um outro posto, a não ser o que foi determinado não só por mim, mas também porque entendo que o presidente Lula precisa dessa frente ampla. E, dentre os três, sou aquela pessoa que é vista ou como de centro ou de centro-direita. BBC News Brasil – Ter três pré-candidaturas não divide os votos da centro-esquerda? Tebet – Não há possibilidade de essa frente ampla ou desse campo democrático lançar mais do que dois candidatos ao Senado em São Paulo. E isso não é só voz corrente, é uma determinação dos partidos aliados de que a estratégia é lançar, na maioria dos Estados, no máximo, dois pré-candidatos. Em alguns Estados, isso não vai ser possível por uma questão de acomodação, mas onde pudermos, vamos lançar apenas dois. Isso é uma estratégia político-eleitoral visando fazer maioria no Senado, porque, hoje, a situação é adversa. Talvez este seja, de todas as eleições pós-democracia, o momento em que a eleição para o Senado vai ser tão importante quanto para presidente da República. Porque ali é que está a mudança ou não da regra do jogo.

Festas de Vorcaro em Nova York com políticos, uísque e mulheres custaram R$ 11,9 milhões

Festas de Vorcaro em Nova York com políticos, uísque e mulheres custaram R$ 11,9 milhões

Festas de Vorcaro em Nova York com políticos, uísque e mulheres custaram R$ 11,9 milhões Uma das atrações mais caras foi confraternização de temática ‘astronauta’ com ‘artistas’ e ‘performances’ da Ucrânia e Rússia Por Malu Gaspar e Johanns Eller | O Globo 03/06/2026 O ex-banqueiro Daniel Vorcaro — Foto: Ana Paula Paiva/Valor A degustação de uísques e charutos que o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, ofereceu ao então governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e vários outros políticos e autoridades em Nova York em maio de 2024 não foi a única extravagância que ele promoveu nos Estados Unidos naquele período. Ao todo, Vorcaro gastou pelo menos R$ 11,9 milhões em valores da época na organização de eventos para entreter políticos e autoridades que estavam na cidade naqueles dias — além da prova de bebidas e charutos, um jantar e uma festa com mulheres com fantasias prateadas que ficou conhecida como a “noite das astronautas”. Os valores constam de uma planilha apreendida no celular de Vorcaro e incluída na representação da Polícia Federal (PF) que embasou a oitava fase da Operação Compliance Zero no último dia 26, com busca e apreensão sobre Castro e outros sete alvos. Segundo fontes que estiveram no evento relataram à equipe da coluna, a festa ocorreu na suíte presidencial em Nova York na qual os convidados, todos homens, eram entretidos por russas e ucranianas vestidas com malhas prateadas e acessórios de vidro na cabeça que lembravam um traje espacial. Além da festa das astronautas, à qual compareceram mais políticos além dos que estavam na degustação, houve também um jantar bancado por Vorcaro e incluído na conta daquela semana enviado ao banqueiro. Só nesses eventos, o dono do Master gastou mais de US$ 721 mil, o equivalente a R$ 3,7 milhões em 2024. Um e-mail enviado a Vorcaro na ocasião discriminava os custos: 526,2 mil euros para bancar as “artistas, performances com logística e equipe de management [gerenciamento]” e outros 109,2 mil euros referentes a “taxas”, sem maiores detalhes. Tudo pago por meio de wire transfer, remessas internacionais sem instituições intermediárias muito usadas nos EUA. O documento enviado ao relator do caso Master no Supremo Tribunal Federal (STF), ministro André Mendonça, também destaca gastos com “festas”, equipamentos de som e luz, produção de evento e hospedagem de equipe que somam US$ 545,2 mil (R$ 2,8 milhões). A esses gastos se somam a degustação de uísque, como mostrou O GLOBO, custou pouco mais de US$ 1 milhão (R$ 5,3 milhões). Realizada no exclusivo The Carnegie Club, localizado a algumas quadras do Central Park e da nobre Quinta Avenida, em Manhattan, Vorcaro bancou a locação do espaço, os charutos e as bebidas liberadas. Castro e os demais convidados saíram de lá com uma garrafa de Macallan 25 anos avaliada em R$ 30 mil e uma caixa de charutos cada um. Nessa ocasião, Vorcaro gastou R$ 3,5 milhões só com uísques. Segundo reportagem do GLOBO, além do governador fluminense e do dono do Master, participaram da degustação o senador Ciro Nogueira (PP-PI) e os deputados federais Hugo Motta (Republicanos-PB), Marcos Pereira (Republicanos-SP), Isnaldo Bulhões (MDB-AL) e Doutor Luizinho (PP-RJ), à época cotados para disputar a presidência da Câmara dos Deputados (Motta foi eleito para o cargo em fevereiro do ano seguinte). Há ainda despesas documentadas de US$ 44,6 mil descritas como pagamento do “pacote de comidas e bebidas e green room” das artistas e “consumo de extras no hotel dos hóspedes entre os dias 12 e 16 de maio, totalizando R$ 11,9 milhões. No mesmo período, diálogos obtidos pelos investigadores em um dos celulares do CEO do Master demonstram que ele também bancou um jantar para o então governador no Rio no restaurante Nusr-Et, do badalado chef turco Salt Bae, em Nova York. Também localizado em Manhattan, a casa é conhecida por excentricidades como filés de carne com folhas de ouro. Ao receber o convite de Vorcaro por WhatsApp, Castro exclamou: “Você não existe”. A um auxiliar que organizou o jantar, o banqueiro orientou: “Pede aquela carne de ouro ou alguma especial pra ele ir [à mesa]”, em referência a Salt Bae, que estava na filial de Nova York na ocasião. O documento da PF não detalha quanto custou o convescote, mas a representação menciona outro banquete do político do PL pago por Daniel Vorcaro um ano antes no mesmo local. Segundo a investigação, o banqueiro, que não esteve no jantar, desembolsou US$ 13,3 mil (R$ 66 mil). Degustação em Londres O evento no The Carnegie Club em NY não foi a única degustação de uísque custeada por Vorcaro para autoridades brasileiras. No mês anterior à farra nos EUA, o Banco Master financiou o Fórum Jurídico Brasil de ideias. Organizada pelo Grupo Voto e estrelada pelo ministro do STF Alexandre de Moraes, a conferência ocorreu em um hotel de luxo em Londres, no Reino Unido. Registros encontrados em um celular do dono do Master apontam que ele gastou US$ 640,8 mil (R$ 3,2 milhões) na degustação no exclusivo clube George, no bairro londrino de Mayfair, considerado um dos mais caros do mundo. Segundo o site Poder360, estiveram no George os ministros Moraes e Dias Toffoli, do STF; o ex-ministro da Corte e então titular da pasta da Justiça do governo Lula, Ricardo Lewandowski; Benedito Gonçalves, magistrado do Superior Tribunal de Justiça (STJ); o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues; o procurador-geral da República, Paulo Gonet; o presidente da Câmara, Hugo Motta e Ciro Soares, advogado de Vorcaro, além do próprio banqueiro. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalGovernadorMDB Movimento Democrático BrasileiroPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasRepublicanosSenadorSTF Supremo Tribunal FederalSTJ Superior Tribunal de Justiça Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Eduardo Bolsonaro sugere troca do Pix por sistema americano Zelle, e vira alvo de críticas nas redes: ‘Vassalagem’ 04/06/2026 Flávio é responsabilizado por ameaça ao Pix e tarifaço em 8 de cada 10 mensagens opinativas, diz levantamento 03/06/2026 ‘A pátria dos Bolsonaro não é a brasileira, é a pátria estrangeira’, diz Simone Tebet 03/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na

Flávio Bolsonaro se encontra com Eduardo Cunha em BH

Flávio Bolsonaro se encontra com Eduardo Cunha em BH

Flávio Bolsonaro se encontra com Eduardo Cunha em BH Senador concedeu entrevista à rádio ligada ao ex-presidente da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (2). Por g1 Minas 02/06/2026 Eduardo Cunha e Flávio Bolsonaro durante encontro em Belo Horizonte nesta terça-feira (2) — Foto: Reprodução/Instagram Belo Horizonte – O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL) se encontrou com o ex-deputado federal Eduardo Cunha, nesta terça-feira (2), em Belo Horizonte. Flávio concedeu uma entrevista à rádio 89 Maravilha, ligada a Cunha, e falou sobre carga tributária, empreendedorismo e programas sociais. O ex-parlamentar publicou nas redes sociais um vídeo com o senador para divulgar a conversa e disse que Flávio assumiu “a missão de liderar o campo conservador na disputa de 2026”. Eduardo Cunha foi deputado federal de 2003 a setembro de 2016, quando teve o mandado cassado na Câmara dos Deputados por quebra de decoro parlamentar. Ele chegou a ser preso no mesmo ano alvo da operação Lava Jato. Em 2015, quando era presidente da Casa, Cunha autorizou a abertura do processo de impeachment da então presidente Dilma Rousseff (PT), que perdeu o mandato em agosto de 2016. Em 2026, ele anunciou ser pré-candidato a deputado federal por Minas Gerais. Notícia anteriorPróxima notícia Belo Horizonte MGDeputado FederalOperação Lava JatoPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Alcolumbre imita Eduardo Cunha ao apostar em pautas-bomba contra o governo 12/06/2026 Alcolumbre e PT da Bahia aparecem em novo capítulo das revelações de Vorcaro 11/06/2026 PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Flávio Bolsonaro visita Eduardo Cunha, mas omite encontro nas redes

Flávio Bolsonaro visita Eduardo Cunha, mas omite encontro nas redes

Flávio Bolsonaro visita Eduardo Cunha, mas omite encontro nas redes Presidenciável foi recebido nos estúdios da Rádio Maravilha, controlada pelo deputado cassado Por Bernardo Mello Franco | O Globo 02/06/2026 Flávio Bolsonaro e Eduardo Cunha noes estúdios da Rádio Maravilha, em BH — Foto: Reprodução Flávio Bolsonaro aproveitou a passagem por Belo Horizonte, nesta terça-feira, para fazer uma visita especial. Passou parte da manhã com Eduardo Cunha, velho aliado do pai. O pré-candidato do PL deu uma entrevista de quase meia hora à Rádio Maravilha, emissora evangélica controlada pelo ex-deputado cassado e preso na Lava-Jato. Flávio contraternizou com Cunha, que o recebeu nos estúdios e assistiu à gravação. Curiosamente, o presidenciável evitou divulgar o encontro nas redes sociais. As únicas imagens dos dois juntos foram publicadas no perfil do ex-deputado, que se instalou em Minas para tentar voltar à Câmara. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalOperação Lava JatoPL Partido LiberalSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Alcolumbre imita Eduardo Cunha ao apostar em pautas-bomba contra o governo 12/06/2026 Alcolumbre e PT da Bahia aparecem em novo capítulo das revelações de Vorcaro 11/06/2026 PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Horas após nova proposta de tarifaço, Trump posta foto com Flávio Bolsonaro

Horas após nova proposta de tarifaço, Trump posta foto com Flávio Bolsonaro

Horas após nova proposta de tarifaço, Trump posta foto com Flávio Bolsonaro Mensagem é publicada no dia em que os EUA propuseram uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de práticas restritivas ao comércio americano. Lula responsabilizou família Bolsonaro pela taxação, relacionando-a à visita de Flávio à Casa Branca, no último dia 26. Por g1 02/06/2026 Trump faz post sobre encontro com Flávio Bolsonaro — Foto: Reprodução/Truth Social O presidente dos EUA, Donald Trump, fez um post nesta terça (2) sobre o encontro com o senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Em uma das fotos, também aparece o irmão do parlamentar, o ex-deputado Eduardo Bolsonaro. “Foi muito bom ter Flávio Bolsonaro no Salão Oval da Casa Branca — um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil!”, escreveu Trump, na Truth Social, a sua rede social. A mensagem foi publicada no dia em que os EUA propuseram uma sobretaxa de 25% sobre produtos brasileiros, sob a alegação de práticas restritivas ao comércio americano. Lula responsabilizou família Bolsonaro pela taxação, relacionando-a à visita de Flávio à Casa Branca, no último dia 26. O pré-candidato afirmou em entrevista que pediu ao americano para não taxar o Brasil. “Nas três reuniões que nós tivemos, com o presidente Trump, o vice-presidente [J.D.] Vance e o secretário de Estado, Marco Rubio, eu pedi expressamente: não taxem as empresas brasileiras. É um pedido que eu fiz, expresso, a eles”, afirmou Flávio Bolsonaro em entrevista à Rádio Itatiaia, de Minas Gerais. Visita à Casa Branca Flávio Bolsonaro foi recebido pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na terça-feira da semana passada, dia 26 de maio. No dia seguinte, ele se encontrou também com Marco Rubio, secretário de Estado, e com JD Vance, vice-presidente. Em coletiva de imprensa após o encontro, Flávio disse que pediu a Trump para que as facções criminosas Primeiro Comando Capital (PCC) e Comando Vermelho (CV) sejam classificadas como organizações terroristas. O senador também disse que prometeu ao republicano incluir o Brasil no Escudo das Américas caso seja eleito. A coalizão, criada pelos EUA com países latino-americanos, tem como foco o combate ao crime organizado e combater interferências estrangeiras. “Pedi enfaticamente ao presidente Trump que designe o quanto antes o PCC e o Comando Vermelho como organizações terroristas estrangeiras”, afirmou. Segundo Flávio, Trump respondeu que irá analisar a classificação das facções brasileiras como grupos terroristas. O senador também disse que conversou com Trump sobre tarifas e terras raras. Ainda segundo Flávio, Trump perguntou sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro, atitude que ele classificou como um “gesto humano”. O parlamentar afirmou ainda ter recebido do presidente americano uma “challenge coin”, uma espécie de moeda militar comemorativa. Já na quarta-feira (27), de acordo com o senador, o encontro com Rubio durou cerca de 30 minutos. Uma imagem da reunião com o secretário de Estado foi compartilhada por Paulo Figueiredo, aliado da família Bolsonaro, nas redes sociais. Já na reunião com J.D. Vance, segundo o senador, o vice-presidente levantou questões relacionadas à liberdade de expressão no Brasil. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Alcolumbre imita Eduardo Cunha ao apostar em pautas-bomba contra o governo 12/06/2026 Alcolumbre e PT da Bahia aparecem em novo capítulo das revelações de Vorcaro 11/06/2026 PT pede que STF apure se “Dark Horse” virou caixa 2 para campanha de Flávio 10/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

O amigo do crime

O amigo do crime

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Por que Ciro Nogueira comparece em (quase) todos os escândalos da República Por Breno Pires | Piauí 02/06/2026 Daniel Vorcaro abraçando seu “amigo de vida”, Ciro Nogueira, na estação de esqui de Courchevel, nos Alpes franceses, em imagem encontrada pela Polícia Federal no celular do banqueiro – Crédito: REPRODUÇÃO – Sem falsa modéstia, você sabe que eu me tornei um dos homens mais influentes da política nacional. Eu conheço todos os grandes empresários do nosso país. Todos. O senador Ciro Nogueira falava com desembaraço, como quem trata de um assunto trivial. Ele estava dando uma entrevista a um telejornal de Teresina, a capital do Piauí, o estado que o elege para deputado ou senador desde 1994. Era dia 13 de março passado, uma sexta-feira. Fazia uma semana que viera a público uma mensagem de WhatsApp na qual o banqueiro Daniel Vorcaro, que acabara de voltar à prisão, se referia ao senador como “um dos meus grandes amigos de vida”. – Não tem nenhum grande empresário nesse país que não já tenha me procurado em Brasília, ou me convidado para eventos, ou para palestra, ou para jantares – disse o senador. A mensagem, defendida com naturalidade, era clara: Ciro Nogueira não tinha nenhuma relação especial com Vorcaro porque conhece “todos os grandes empresários do nosso país”. Tampouco obteve qualquer vantagem de Vorcaro, além da sucessão de convites para eventos, palestras e jantares que recebe habitualmente de tanta gente. – Agora, você nunca vai ver nada de errado nesses diálogos. Ah, “foi convidado para jantar”. Ah, “botou um helicóptero à minha disposição”, que eu não usei. Poxa, mas, pelo amor de Deus. Isso é o fato de nós termos um homem influente que conhece todos os homens influentes do país – concluiu o senador. Em defesa de sua inocência, Ciro comparava a presença em um jantar com o uso eventual de um helicóptero, colocava tudo na embalagem política, coisa de gente influente, e nada disso comprometia seu comportamento ético e íntegro. Nem achava necessário explicar por que apresentou uma emenda aumentando de 250 mil para 1 milhão de reais o limite de cobertura para investidores em caso de quebra da instituição financeira. A proposta atendia de modo tão flagrante os interesses de Vorcaro que ganhou a jocoso apelido de “Emenda Master”. Antes, em fevereiro, Ciro já exalava confiança em entrevista ao SBT News: “Não tenho medo de [expor] essa relação porque ela nunca foi uma relação ilícita, nunca tratei de assuntos do Banco Master, nunca fiz gestões para encobrir algo.” Quando seu nome pipocou no WhatsApp de Vorcaro, em março, recorreu a um argumento ao mesmo tempo juvenil e cômico para negar que se tratasse dele: “Segundo o IBGE, existem mais de 11 mil pessoas com o nome Ciro no Brasil.” Em abril, com Vorcaro na cadeia, continuou mostrando-se tranquilo: “Espero que o mais rapidamente possível o Ministério Público e a Polícia Federal passem esse episódio a limpo para que a gente possa discutir o que realmente precisa no país.” Ciro Nogueira falava com a segurança de quem adquiriu uma posição proeminente na política nacional. Entre 2021 e 2022, esteve no ponto mais alto de sua trajetória política. Foi ministro-chefe da Casa Civil do governo de Jair Bolsonaro. Não é um posto qualquer. Como definiu Bolsonaro na época em que o nomeou, era a “alma do governo”. Ali, fazendo as vezes de um primeiro-ministro, Ciro tornou-se a peça que faltava para que a banda podre do Congresso assumisse um controle até então inédito sobre a máquina do Executivo – e uma posição privilegiada para acomodar seus interesses heterodoxos. A entrevista que o senador concedeu à TV Antena 10 de Teresina em março terminou depois de 45 minutos. Pela aparência, Ciro saiu satisfeito com o resultado. Tinha razão. Afinal, apesar das suspeitas iniciais, seu nome continuava em alta na cotação para ocupar a vaga de candidato a vice-presidente na chapa de Flávio Bolsonaro. A chapa Flávio-Ciro vinha ganhando certa tração nas hostes da direita e da extrema direita – mas assim que o mês de maio chegou tanto o candidato a candidato a vice quanto o próprio candidato a candidato a presidente foram atropelados, cada um a seu modo, pelo escândalo do Master. De acordo com uma reportagem do Intercept Brasil, Flávio Bolsonaro enviou um áudio cobrando os 24 milhões de dólares que o banqueiro havia prometido doar para, alegadamente, financiar a cinebiografia de Jair Bolsonaro. Flávio chama-o de “irmão” e, em mensagem enviada um dia antes da primeira prisão de Vorcaro em novembro do ano passado, afirma: “Estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente.” E completa: “Só preciso que me dê uma luz.” A luz, no caso, é dinheiro. Na tarde em que o caso veio a público, Flávio Bolsonaro negou que o banqueiro financiara o filme e ainda ironizou o repórter que lhe fez a pergunta. Horas depois, com a divulgação do áudio, foi obrigado a admitir o que negara, e agiu como se fosse uma transação inofensiva – com “zero de dinheiro público”, ainda que o Master tenha se locupletado com dinheiro público de fundos de pensão. No caso de Ciro, o terremoto do Master chegou alguns dias antes. No dia 6 de maio, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou uma nova operação da Polícia Federal sobre o caso Master. Ao analisar a relação entre Ciro Nogueira e o banqueiro, a partir dos resultados da investigação da PF, o ministro escreveu que havia um “arranjo funcional e instrumental orientado por benefício mútuo, extrapolando relações de mera amizade”. A piauí teve acesso às mais de sessenta páginas que compõem o relatório da PF, onde constam datas, cenas, viagens, fotos. De sua leitura, emerge um universo feito de mesadas, empresas subavaliadas, dinheiro vivo, apartamentos, cartões de crédito, restaurantes, hotéis, jatinhos, emenda parlamentar e férias na neve. Um documento do Coaf, o órgão federal que rastreia transações

Vídeo mostra PMs gritando ‘vai morrer, hein!’ para motociclista morto a tiros durante abordagem em São Gonçalo

Vídeo mostra PMs gritando ‘vai morrer, hein!’ para motociclista morto a tiros durante abordagem em São Gonçalo

Vídeo mostra PMs gritando ‘vai morrer, hein!’ para motociclista morto a tiros durante abordagem em São Gonçalo Câmeras de segurança registraram áudio da perseguição; família diz que Eduardo Ornellas, de 26 anos, fugiu por causa de documento atrasado. Por Adriana Rezende | Bom Dia Rio 02/06/2026 Agentes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) foram filmados correndo atrás do motociclista — Foto: Reprodução/TV Globo Câmeras de segurança registraram na tarde de domingo (31) o momento em que mais de 3 PMs perseguem o motociclista Eduardo Ornellas, de 26 anos, em São Gonçalo, na Região Metropolitana do Rio, instantes antes de ele ser morto durante uma abordagem policial. No vídeo, é possível ouvir gritaria e disparos, acompanhado dos policias gritando “vai morrer” repetidamente enquanto o rapaz foge. “Para!”. Logo depois, outro ameaça: “Vai morrer, hein! Vai morrer, hein! Vai morrer”. O corpo de Eduardo será velado na manhã desta terça-feira (2), com enterro previsto para às 11h30, no Cemitério Parque da Paz, no bairro Pacheco, em São Gonçalo. Segundo familiares, o motociclista não obedeceu a ordem de parar dos PMs por não estar com o documento da moto em dia, depois disso, os policias teriam confundido o celular que estava na cintura dele e começaram a disparar. A namorada de Eduardo, que estava na garupa, foi atingida por um primeiro disparo, e então ele se desespera e sai correndo. Eduardo chegou a ser socorrido pelo Corpo de Bombeiros, mas não resistiu aos ferimentos. A mulher foi levada para o Hospital Estadual Alberto Torres, também em São Gonçalo. Ele já recebeu alta médica. “Foi uma abordagem negligente. Ele acabou acertando a namorada na perna. Assustado, vendo a gravidade da situação, saiu correndo. Como estava com o documento da moto atrasado, correu na tentativa de pedir socorro”, diz um parente, que completou: “A família está indignada. O rapaz nunca teve envolvimento com tráfico ou qualquer atividade criminosa. Trabalhador, vidraceiro, conhecido na região. Era um garoto de bem.” A Corregedoria da Polícia Militar informou que abriu investigação para apurar a atuação dos agentes do Batalhão de Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom). O policial que efetuou o disparo foi afastado das funções. O caso também é investigado pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG). Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão Gonçalo RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram O que Vorcaro diz sobre o filme de Bolsonaro na nova delação 09/06/2026 O caminho do dinheiro 09/06/2026 A decisão de Kassio Nunes Marques que coloca a eleição em risco 08/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

logo-politicaria-7-vazado

As consequências do seu voto

© 2026 Criado por AquiTem! Internet