Diretor da PF fica revoltado com Mendonça e diz a interlocutores que vê abuso de autoridade em investigação de Vorcaro

Diretor da PF fica revoltado com Mendonça e diz a interlocutores que vê abuso de autoridade em investigação de Vorcaro A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça de pedir à Polícia Federal a identificação de um interlocutores que trocaram mensagens com Daniel Vorcaro causou revolta e indignação no diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. Por Bela Megale | O Globo 01/09/2026 O ministro do STF André Mendonça e Andrei Rodrigues, Diretor-Geral da Polícia Federal — Foto: Luiz Silveira/STF e Brenno Carvalho / Agência O Globo Ao solicitar à PF que identificasse o receptor de uma mensagem que pedia intervenção junto a Andrei e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para travar investigações sobre o Banco Master, Mendonça recebeu a informação de que a conversa foi realozada com o ministro Alexandre de Moraes. A interlocutores, o chefe da PF afirmou que o ministro André Mendonça agiu sem ter sido provocado pela PGR e pela polícia para identificar o receptor das mensagens de Vorcaro. Andrei Rodrigues, em reservado, acusa Mendonça de atuar de maneira ilegal, cometendo abuso de autoridade e desvio de finalidade. A crítica central é que Mendonça assumiu a função de investigador, o que não compete ao juiz. Além disso, o diretor-geral da PF se vê como um dos focos da investigação, a partir do momento em que o ministro Mendonça pediu para identificar a mensagem citada. A interlocutores, Andrei Rodrigues afirma que o resultado das investigações e a prisão de Vorcaro falam por si, demonstrando que não teria havido vazamentos sobre a operação Compliance Zero, que mira as fraudes do Banco Master. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Diretor da PF fica revoltado com Mendonça e diz a interlocutores que vê abuso de autoridade em investigação de Vorcaro 01/09/2026 Esposa de Moraes aceitou receber imóvel de Vorcaro como pagamento 01/09/2026 Novo pedido de Mendonça explicita guerra no STF e coloca Master no centro da disputa de poder na Corte 01/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Maior acesso a armas aumentou violência política no Brasil, aponta socióloga 19/08/2026 Diretor da PF fica revoltado com Mendonça e diz a interlocutores que vê abuso de autoridade em investigação de Vorcaro 01/09/2026 PM encontra carros-bomba e barricadas com explosivos no Complexo de Israel; Av. Brasil chegou a ser fechada (VIDEO) 21/08/2026 Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste 26/08/2026 Fábio Faria, “o cara do Vorcaro” (VIDEO) 05/08/2026
Flávio Bolsonaro se nega a revelar voto em fim da 6×1 e não responde sobre repasses de Vorcaro

Flávio Bolsonaro se nega a revelar voto em fim da 6×1 e não responde sobre repasses de Vorcaro PEC que muda escala de trabalho será analisada pelo Senado nesta quarta, quando candidato estará em viagem ao RS Congressista volta a terceirizar explicações sobre caso Dark Horse, apesar de ter tratado do tema com ex-banqueiro Por Carolina Linhares | Folha de S.Paulo 01/09/2026 Flávio Bolsonaro (PL) durante entrevista à imprensa, em São Paulo, no último sábado – Alexandre Meneghini – 30.ago.26/Reuters Brasília – O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), candidato à Presidência da República, se negou a dizer se votará contra o projeto do governo Lula (PT) que acaba com a escala 6×1. A PEC (proposta de emenda à Constituição) será votada na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado nesta quarta-feira (2). Flávio é suplente na CCJ, então só poderia votar em caso de ausência de senadores titulares do seu bloco parlamentar, composto pelo PL, Avante e Novo. O senador disse que estará em viagem de campanha no Rio Grande do Sul e cogitou participar da votação de forma remota — o que não será possível, dado que a sessão desta quarta será exclusivamente presencial. O presidenciável defende uma PEC alternativa, proposta pela bancada bolsonarista do PL, que estabelece um novo regime de trabalho, com pagamento por hora trabalhada — contrário ao texto do governo. Ainda assim, Flávio evitou dizer que votaria contra a PEC endossada pelos governistas, que tem apelo popular e tem sido usada como vitrine eleitoral de Lula. “Amanhã vou estar no Rio Grande do Sul. Mas acho que vai poder votar remotamente. […] A nossa defesa é a alternativa melhor que estamos dando de liberdade total do trabalhador poder fazer a própria escala”, disse. Diante de reiteradas perguntas sobre votar sim ou não à PEC do governo, Flávio respondeu apenas que votaria “a favor da nossa proposta”, em referência ao texto do PL. “Primeiro vota a nossa proposta, depois vê o que faz. Vocês estão querendo arrancar uma palavra da minha boca, o que vocês querem é a resposta que eu não vou dar para vocês”, disse aos jornalistas. A proposta do fim da escala 6×1 sem redução de salário é uma das principais bandeiras da campanha à reeleição de Lula. Aprovada na Câmara no primeiro semestre, ela estava travada no Senado, mas teve avanço nos últimos dias e deve ser analisada na CCJ. O governo pressiona pela votação também no plenário, mas a oposição quer que isso aconteça apenas após a eleição. A oposição, liderada pelo PL, protocolou 14 emendas para alterar a PEC aprovada pela Câmara dos Deputados. Uma delas propôs manter a jornada de 44 horas semanais na Constituição e deixar uma eventual redução a critério de negociação coletiva ou contrato por hora. Essa ideia segue o modelo defendido por Flávio. Nesta terça, durante passagem pelo Senado, Flávio também se recusou a responder a respeito de novos repasses do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, ao filme Dark Horse, revelados pela revista piauí. “Essas informações eu não tenho como saber porque eu não trato disso. Tem que perguntar para a produtora. Desculpa”, disse. Notícia anteriorPróxima notícia AvanteBanco MasterNOVOPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro se nega a revelar voto em fim da 6×1 e não responde sobre repasses de Vorcaro 01/09/2026 Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’ 01/09/2026 Esposa de Moraes tinha segundo contrato de R$ 50 milhões com empresa de Vorcaro 01/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moraes descartou impedimento para escritório da esposa atender Banco Master, diz nota 01/09/2026 Vorcaro disse para não pagar Barci por Pix: “Não é bom” 01/09/2026 Flávio Bolsonaro não relatou nenhum projeto em 2026 17/08/2026 Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis 03/08/2026 Exclusivo: Moraes e Mendonça batem boca e quase chegam às vias de fato no STF 01/09/2026
Moraes descartou impedimento para escritório da esposa atender Banco Master, diz nota

Moraes descartou impedimento para escritório da esposa atender Banco Master, diz nota O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), descartou qualquer impedimento para que o escritório de advocacia liderado pela sua esposa, Viviane de Barci, firmasse um contrato para prestar consultoria jurídica para o Banco Master, do banqueiro Daniel Vorcaro, disse o escritório de advocacia em nota divulgada nesta terça-feira. Por Ricardo Brito | Reuters 01/09/2026 Ministro Alexandre de Moraes, do STF, em Brasília 16 de junho de 2026 REUTERS/Adriano Machado BRASÍLIA – Segundo a manifestação, o setor de compliance do escritório, em virtude da abrangência do contrato entre Master e a banca de advocacia, solicitou informações a Moraes, “na condição de marido da sócia diretora do referido escritório, sobre a eventual existência de impedimentos legais para a contratação nos termos propostos na minuta contratual, tais como ações no STF sobre sua relatoria ou mesmo participação em julgamentos de interesse do possível cliente”. “Diante da inexistência de previsão de atuação no STF ou de qualquer impedimento legal, uma vez que o ministro Alexandre de Moraes jamais julgou qualquer causa envolvendo o Banco Master, o contrato foi assinado e os serviços advocatícios devidamente prestados”, ressaltou a nota. Uma reportagem publicada nesta terça-feira pelo site do jornal Estado de S. Paulo, com base em investigação feita pela Polícia Federal, afirmou que Moraes editou o contrato de R$131 milhões do escritório liderado por sua mulher com o Master. Conforme a PF, metadados do documento enviado pelo WhatsApp da esposa do ministro do STF ao banqueiro registraram alterações feitas ao arquivo do contrato. Em março, o escritório da mulher do ministro havia confirmado ter prestado os serviços ao Master. Procurado por meio da assessoria, Moraes não respondeu de imediato a pedido de comentário. A investigação sobre o Master no Supremo está sendo conduzida pelo ministro André Mendonça, relator do caso. Mendonça pede manifestação da PGR Em outra frente, Mendonça pediu à Procuradoria-Geral da República que se manifeste sobre um documento produzido pela PF em que haveria uma suposta mensagem de Vorcaro a Moraes que mencionaria um questionamento do banqueiro a Moraes sobre se seria possível “reverter” o andamento das investigações contra ele junto a “Paulo” e “Andrei”, uma referência indireta, respectivamente, ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues. O caso foi revelado pelo site Metrópoles e reportado por outros veículos de comunicação e confirmado pela Reuters com uma fonte com conhecimento direto do assunto. Uma fonte da PGR disse à Reuters nesta terça-feira que Gonet não teria o que fazer na ocasião porque o caso estava correndo totalmente na primeira instância, e os procuradores lá têm independência funcional. Tanto, ressaltou a fonte, que Vorcaro foi preso mesmo assim em novembro. Mendonça deu prazo de cinco dias para que a PGR se manifeste sobre o caso. Procurados por meio das assessorias, Moraes, Gonet e Rodrigues não responderam de imediato a pedido de comentário. O Banco Master foi liquidado em novembro do ano passado, época em que Vorcaro foi preso pela primeira vez em uma investigação da PF. Solto posteriormente, ele voltou a ser preso preventivamente em março. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moraes descartou impedimento para escritório da esposa atender Banco Master, diz nota 01/09/2026 ‘Tomara que tenha charuto e Macallan’; veja essa e outras quatro mensagens de Gonet para Vorcaro 01/09/2026 Vorcaro questionou Moraes sobre fuga do país: ‘Acha que segunda tenho que estar fora?’ 01/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TSE manda suspender propaganda Lula sobre ‘currículo de Flávio’ que cita Master e rachadinha 30/08/2026 Flávio Bolsonaro ataca fim da escala 6×1 e propõe “alternativa” que reduz direitos após reunião com ministro de Bukele 30/08/2026 Potinho de ouro: ACM Neto dobra patrimônio em 4 anos e declara R$ 85 milhões ao TSE 09/08/2026 Moradores de Lumiar cobram continuidade em obra de ponte em Nova Friburgo 04/08/2026 Maior acesso a armas aumentou violência política no Brasil, aponta socióloga 19/08/2026
‘Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?’, pediu Vorcaro a Moraes; veja mensagens

‘Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei?’, pediu Vorcaro a Moraes; veja mensagens Diálogos extraídos do celular do banqueiro indicam apelos de Daniel Vorcaro, até poucas horas antes de ser preso, para que o ministro recorresse ao diretor-geral da Polícia Federal e ao procurador-geral da República para colocar freios na Operação Compliance Zero; ‘Estadão’ pediu manifestação dos citados Por Fausto Macedo, Felipe de Paula e Aguirre Talento | O Estado de S.Paulo 01/09/2026 O diretor-geral da Polícia Federal, delegado Andrei Rodrigues, o ministro do STF Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República Paulo Gonet Foto: Wilton Junior/Estadão e Agencia SÃO PAULO E BRASÍLIA – Uma longa troca de mensagens entre o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, e o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes indica que o banqueiro pediu reiteradamente ao ministro para que interviesse junto ao diretor-geral da Polícia Federal, delegado Andrei Rodrigues, e ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, para travar as investigações sobre negócios fraudulentos da instituição financeira. As mensagens foram extraídas do celular do banqueiro e obtidas pelo Estadão. A reportagem pediu manifestação do ministro Alexandre de Moraes, do diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e da defesa de Daniel Vorcaro. O espaço segue aberto. O primeiro pedido de Vorcaro a Moraes no sentido de que o ministro tentasse influenciar a cúpula da Polícia Federal e do Ministério Público ocorreu em 30 de outubro de 2025. O banqueiro disse ao ministro que era “importante reforçar”, com Andrei Rodrigues e Paulo Gonet, a orientação para que “ninguém de baixo” – uma referência a delegados e a procuradores – fizesse “uma sacanagem” com o Banco Master, que, à época, estava prestes a anunciar uma alegada venda para um consórcio formado pela Fictor Holding Financeira e por investidores dos Emirados Árabes Unidos. Na ocasião da troca de mensagens entre o banqueiro e o ministro, Vorcaro já havia firmado um contrato de R$ 131 milhões com o escritório de advocacia da mulher de Moraes, Viviane Barci. Em outubro de 2024, o Master havia repassado R$ 80 milhões para a conta do escritório, segundo dados do Imposto de Renda do banco compartilhados com a CPI do Crime Organizado. As solicitações incisivas do banqueiro para que o ministro entrasse em contato com Andrei Rodrigues e Paulo Gonet para tratar do caso Master se estenderam até cinco horas antes de sua prisão, que se deu na noite de 17 de novembro, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos. Ele estava na iminência de embarcar para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos, quando foi detido. Às 16h57 de 16 de novembro, Vorcaro perguntou ao ministro se o diretor-geral da PF teria condições de adiar o cumprimento das medidas cautelares que se avizinhavam. Na avaliação de investigadores, o teor das conversas e apelos do banqueiro a Moraes indica que Vorcaro sabia da primeira fase da Operação Compliance Zero antes de sua deflagração. “Se o Andrei conseguir atrasar pra outra semana, pois tem feriado, o banco não quebra. Tenta chamar ele e sensibilizar isso se achar possível”, escreveu o banqueiro ao ministro do STF. A Operação Compliance Zero já teve dez fases deflagradas. Vorcaro está preso desde 4 de março, por ordem do ministro do STF André Mendonça, após ter sido solto em 29 de novembro de 2025 por decisão do Tribunal Regional Federal da 1.ª Região (TRF-1). ‘Muita sacanagem isso’, disse Vorcaro a Moraes Em 15 de novembro de 2025, dois dias antes de ser preso pela primeira vez, Vorcaro perguntou ao ministro se seria possível “reverter” o avanço das investigações contra o Banco Master, suspeito de emitir títulos de crédito sem lastro real, manipular ativos e operar uma fraude financeira estimada em R$ 12 bilhões. “Não conseguimos reverter isso com Paulo ou Andrei? Muita sacanagem isso”, lamentou Vorcaro a Moraes, segundo a investigação. Menos de 24 horas antes de ser detido, Vorcaro perguntou ao ministro do STF: “Ele tá sabendo das soluções? E quer antecipar pra não deixar acontecer? Qual sua leitura? O que tá havendo? E com Andrei dá pra segurar?”. As mensagens extraídas do celular de Vorcaro revelam um padrão de comunicação entre ele e o ministro. Eles trocavam conteúdos em modo de visualização única, por meio de capturas de tela de textos redigidos no aplicativo de notas do celular. Com esse procedimento, a investigação conseguiu acessar apenas as imagens enviadas por Vorcaro, sem recuperar respostas de Moraes. ‘Paulo disse que estava olhando pessoalmente e que não teria sacanagem’ Segundo a investigação, em 4 de novembro de 2025, Vorcaro mandou mensagem ao ministro. “Foda que não sei nem do que se trata pra poder atuar. Se vier algo Bacen entrará na hora. Já me avisaram isso. FGC (Fundo Garantidor de Crédito) tb. Ele não consegue segurar isso? Ou passar de onde seria pra podermos tentar falar c Paulo.” Um dia depois, Vorcaro recorreu outra vez ao ministro. “Na verdade estou um pouco perdido pois não sei nem qual inquérito é. Estou com o pier (Pierpaolo Cruz Bottini, advogado criminalista) e o Podval (Roberto Podval, criminalista), falaram com o Paulo ambos, mas foi dito que nem um número tinha ainda, que estava designando a pessoa que iria cuidar.” Ambos também foram procurados pela reportagem, mas não se manifestaram. “Em São Paulo ficam querendo me colar naquela operação, mas checamos e nem investigado eu sou”, seguiu o banqueiro. “Os demais inquéritos são antigos e deveriam estar controlados. O que tenho são aqueles nomes que o Bacen passou.” Entre as mensagens, Vorcaro escreveu ao ministro do STF que não faria “nenhum movimento” sem sua aprovação. O banqueiro também teria pedido a opinião do magistrado sobre medidas jurídicas adotadas por seus advogados. “O Pierpaolo tava querendo fazer uma petição nos órgãos pra nos colocar à disposição e pra ter conhecimento se existem inquéritos. Acha que vale a pena? Não vou fazer nenhum movimento que você não achar produtivo. Estamos no escuro, o Paulo só disse que tava olhando pessoalmente e que não teria sacanagem. Mas ontem ligou o alerta vermelho né? Uma ação desmedida coloca em risco milhões de clientes”, disse Vorcaro. ‘Vou te mandar os nomes que têm ido ao Bacen’ A sequência de fases da Operação
Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro, indicam registros

Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro, indicam registros Metadados do documento enviado por WhatsApp pela mulher do ministro ao banqueiro registraram que perfil do Office de nome ‘Ministro Alexandre de Moraes’ foi responsável por últimas alterações no arquivo; Moraes e Viviane confirmam que ministro acessou contrato, mas negam irregularidades Por Felipe de Paula, Fausto Macedo e Aguirre Talento | O Estado de S.Paulo 01/09/2026 Viviane Barci de Moraes e seu marido, o ministro Alexandre de Moraes, do STF – Evaristo Sá – 29.set.25/AFP SÃO PAULO E BRASÍLIA – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes foi responsável por editar a última versão do contrato de R$ 131 milhões em serviços advocatícios firmado entre o escritório da sua mulher, a advogada Viviane Barci de Moraes, e o dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, conforme metadados do documento extraído do celular de Vorcaro, de uma investigação obtida pelo Estadão. O escritório Barci de Moraes confirmou que o ministro Alexandre de Moraes acessou e editou o contrato. Segundo o escritório, o setor de compliance pediu ao ministro informações sobre eventuais impedimentos legais à contratação pelo Banco Master da banca da Viviane Moraes. (leia a íntegra da nota abaixo). A defesa de Vorcaro não se manifestou. O envio do contrato, como mostrou o Estadão em julho, partiu do celular pessoal de Viviane para o banqueiro em 11 de janeiro de 2024, às 17h23. Na ocasião, ela escreveu: “Prezado Daniel, boa tarde. Conforme conversamos, estou enviando minuta de contrato de prestação de serviços para sua análise. Estou à disposição para qualquer esclarecimento. Abraço. Viviane Barci de Moraes”. Quatro dias após a remessa do rascunho por Viviane, o banqueiro devolveu o documento à mulher do ministro pelo WhatsApp, com marcas de revisão, segundo a investigação. “Boa noite! Segue o documento preenchido. Foi incluída apenas a cláusula I.3. Por favor, nos indique se está adequada. Caso estejam de acordo, combinamos a assinatura! Um abraço”, escreveu Vorcaro em 15 de janeiro de 2024, às 21h22. Esses trechos da interlocução entre Viviane e Vorcaro foram extraídos do celular do banqueiro, apreendido em novembro de 2025 na primeira fase da Operação Compliance Zero. A versão do contrato, devolvida por Vorcaro a Viviane, de acordo com os metadados do arquivo, foi aberta e modificada no sistema Office 365 utilizado pelo ministro do STF. O perfil que alterou o documento, segundo os metadados do contrato, é intitulado “Ministro Alexandre de Moraes”. Os dados do arquivo foram examinados a partir das informações armazenadas no próprio contrato. Na aba “Propriedades” de documentos atrelados ao Office 365, sistema da Microsoft utilizado para abrir e editar arquivos, ficam registrados dados técnicos e descritivos, como autor, título e informações sobre datas e horários em que alterações foram realizadas no documento. O armazenamento desses registros no arquivo do contrato permitiu a identificação da edição atribuída ao ministro às 23h04 de 15 de janeiro de 2024, cerca de 1 hora e 40 minutos após a devolução do documento por Vorcaro a Viviane. Na versão analisada, Guilherme de Toledo Benazzi, administrador do escritório Barci de Moraes, aparece como “autor” do documento. O contrato entre Vorcaro e o escritório da mulher do ministro do STF previa o pagamento de pró-labore em 36 parcelas mensais e sucessivas de R$ 3 milhões líquidos cada, totalizando R$ 108 milhões. A 11ª cláusula do acordo deixa expresso que o valor das parcelas é livre de impostos, com valor bruto de R$ 3.646.529,77 por parcela, a serem depositados até o quinto dia útil de cada mês. Em valores brutos, Vorcaro iria desembolsar R$ 131.274.351,72 para honrar o contrato firmado com o Barci de Moraes. Os pagamentos foram interrompidos após a prisão do banqueiro, em 17 de novembro de 2025, no Aeroporto Internacional de São Paulo, em Guarulhos, durante a primeira fase da Operação Compliance Zero. Ele estava na iminência de embarcar para Dubai, nos Emirados Árabes Unidos. A declaração de Imposto de Renda do Master, enviada em abril à CPI do Crime Organizado, do Senado, revelou que o escritório de Viviane recebeu da instituição financeira R$ 80.223.653,84 entre 2024 e 2025. À época, o escritório declarou que “não confirma essas informações incorretas e vazadas ilicitamente, lembrando que todos os dados fiscais são sigilosos”. Segundo os documentos obtidos pela CPI, o Master fez 22 pagamentos de R$ 3.646.529,72, entre fevereiro de 2024 e novembro de 2025, quando o Banco Central decretou a liquidação do banco de Vorcaro. ‘Envelope lacrado e confidencial’ Antes da edição e revisão do contrato atribuída a Moraes, as modificações feitas pela equipe jurídica de Daniel Vorcaro foram conduzidas por Leonardo Palhares, advogado do banqueiro e alvo da terceira fase da Operação Compliance Zero, em março deste ano, sob suspeita de pagar propina aos diretores do Banco Central Paulo Sérgio Neves de Souza e Belinne Santana – ambos negam ilícitos. Em 17 de janeiro de 2024, Viviane de Moraes retornou ao banqueiro a versão final do contrato, mantendo o prazo acordado de 36 parcelas mensais e sucessivas, no valor fixo de R$ 3 milhões líquidos cada. “Bom dia! Segue a minuta do contrato. Abraço”, escreveu às 10h09 “Vivi Moraes”, nome do contato salvo no celular do banqueiro. A resposta de Vorcaro à mulher do ministro foi enviada cinco dias depois, em 22 de janeiro, e acompanhada de um questionamento sobre a forma de assinatura do contrato no valor de R$ 131 milhões brutos. “Oi, tudo bem? Como podemos proceder na assinatura? Prefere eletronicamente ou mando as vias físicas assinadas?”, escreveu Vorcaro, às 11h09. No dia seguinte, 23 de janeiro, às 7h54, Viviane informou que estava fora do Brasil e pediu que as vias físicas assinadas fossem enviadas para Guilherme Benazzi, administrador do escritório e autor original do documento, segundo os metadados do arquivo analisado. “Bom dia, tudo bem. Espero que esteja bem, também. Estou fora do Brasil essa semana, mas pode enviar as vias físicas assinadas para o Guilherme Benazzi (administrador do escritório), que assinará e devolverá a sua via.” A mulher do ministro revelou preocupação com eventual vazamento do negócio e pediu ao banqueiro. “Por favor, mande em um envelope lacrado e confidencial. Obrigada.” Às 11h17, Vorcaro respondeu: “Oi, tudo bem? Combinado, farei isso! Pode me passar o endereço?”. “Rua Campos Bicudo, 98, Itaim
Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’

Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’ Se confirmada, nova remessa feita em setembro de 2025 seria nova contradição em versão do presidenciável do PL sobre aportes para o filme Por Ivan Martínez-Vargas | Exame 01/09/2026 O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que inicialmente negou ter recebido dinheiro de Vorcaro e depois mudou de versão (Jefferson Rudy/Agência Senado/Flickr) Brasília – O senador e candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se recusou a dar esclarecimentos sobre a revelação de que o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, pagou pelo menos mais uma parcela de US$ 1,66 milhão (R$ 8,5 milhões na cotação atual) destinada a supostamente financiar a produção Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro. Questionado no Senado por jornalistas, nesta terça-feira, 1º, sobre a revelação de ao menos mais uma remessa de Vorcaro, feita em setembro de 2025 a pedido do próprio senador, o presidenciável do PL disse que quem deve responder sobre o fato é a produtora do filme, a GoUP. Se confirmada, a revelação do novo repasse, feita pela revista Piauí com base em um relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), contradiz afirmações públicas de Flávio Bolsonaro. Quando os aportes de Vorcaro foram revelados, em maio deste ano pelo site The Intercept, o senador afirmou em entrevistas que o ex-banqueiro parou de fazer os pagamentos do suposto patrimônio ao filme em maio de 2025. Com a descoberta do repasse realizado em setembro de 2025, até agora oculto, o valor repassado por Vorcaro para custear a produção superaria R$ 65 milhões. A reportagem também afirma haver indícios de mais um pagamento realizado no mês seguinte, em outubro de 2025. A revista cita uma troca de mensagens de Whatsapp entre Vorcaro e o publicitário Thiago Miranda, que atuou arregimentando patrocinadores para o filme. Nos diálogos citados pela revista, Miranda cobra o pagamento de mais uma remessa, ao que Vorcaro responde: “liberei mais uma (parcela) hoje”. Em outra mensagem, o ex-banqueiro pede que o publicitário apresente suas desculpas a Flávio Bolsonaro pelo atraso no pagamento. “Essas informações eu não tenho como saber porque eu não trato disso, gente. Tem que perguntar para a produtora. Desculpa. Eu sabia que ele (Vorcaro) é investidor, mas não tinha como falar (sobre o valor efetivamente pago pelo ex-banqueiro). Nesse assunto eu não tenho como aprofundar. Pergunte para a produtora que parcela essa”, disse Flávio. ‘Fato novo nenhum’ O senador disse não ver “fato novo nenhum” e ressaltou que a GoUp prestou contas à Justiça. Apesar disso, nem o senador nem a produtora do filme apresentaram o contrato de patrocínio com Vorcaro, nem explicaram o porquê dos repasses do ex-banqueiro não terem sido destinados diretamente a cargo da empresa que realizava a produção, e sim ao fundo americano Havengate Development Fund, no Texas. O fundo é administrado por Paulo Calixto, advogado especializado em imigração e amigo de Eduardo Bolsonaro, que também reside no Texas. Escala 6×1 A jornalistas, Flávio Bolsonaro também se recusou responder se vai votar contra ou a favor do relatório da PEC do fim da escala 6×1, que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP) pretende pautar para votação na quarta-feira, 2, assim que o texto for apreciado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. Flávio não vai comparecer presencialmente à sessão desta quarta-feira porque estará em agenda de campanha no Rio Grande do Sul. O senador diz que vai votar a favor de uma PEC alternativa, que permite uma jornada de trabalho mais flexível, por hora trabalhada. O texto, de autoria do senador Rogério Marinho (PL-RN), também está na CCJ. “A nossa defesa aqui é a alternativa melhor que nós estamos dando de liberdade total do trabalhador poder fazer a sua própria escala. Tem muita mulher, por exemplo, que não consegue trabalhar as sete, oito horas no dia para cumprir essa escala engessada que o governo está propondo. Ela pode trabalhar, de repente, meio período só, quatro horas por dia. Então vamos permitir a liberdade ao povo brasileiro para que o trabalhador possa fazer a sua própria escala com todos os direitos trabalhistas garantidos”, disse Flávio. O senador evitou responder se vai votar contrariamente ao texto da PEC defendido pelo governo, que prevê uma redução de jornada padrão das atuais 44 horas semanais para 40 horas, com a previsão de ao menos dois dias de descanso semanal obrigatórios. “Primeiro vota a nossa proposta, depois vê o que é que faz”, afirmou. O senador também voltou a pedir a renúncia do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, por ser “de fato o advogado do Vorcaro”. “Eu acho que o Alexandre de Moraes tinha que renunciar ao Supremo Tribunal Federal. Não tem melhor condição de ele continuar sendo ministro do Supremo”, afirmou. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’ 01/09/2026 Esposa de Moraes tinha segundo contrato de R$ 50 milhões com empresa de Vorcaro 01/09/2026 Mendonça avisou Fachin e Moraes que avançaria com investigação 01/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Tarcísio rebate Flávio Bolsonaro e defende urnas eletrônicas 20/08/2026 Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília 10/08/2026 Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste 26/08/2026 PF diz que lobista ‘aparentemente tinha autorização’ para agir em nome de Lulinha: ‘Eu sou o Fábio’ 18/08/2026 Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT 26/08/2026
Cury cita em plano de governo doutorado em psicologia que não fez

Cury cita em plano de governo doutorado em psicologia que não fez Como informa no currículo Lattes, escritor tem PhD em Administração, emitido por faculdade de ‘coaching’ religioso Procurada, assessoria não respondeu por que informação incorreta foi veiculada em documento encaminhado ao TSE Por Ana Luiza Albuquerque | Folha de S.Paulo 01/08/2026 O escritor Augusto Cury, candidato a presidente, em debate na Band – Jean Carniel – 23.ago.2026/Reuters São Paulo – O escritor Augusto Cury (Avante), candidato à Presidência, citou no plano de governo apresentado ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) um doutorado que não fez. A mesma declaração consta em um site que reúne sua biografia, cursos, livros e projetos. O documento encaminhado à Justiça Eleitoral diz que Cury tem doutorado em Psicologia Multifocal pela americana Florida Christian University, completado em 2013 com a tese “Programa Freemind como ferramenta global para prevenção de transtornos psíquicos”. No próprio currículo Lattes do escritor, porém, ele diz ter um PhD em administração de empresas, e não em psicologia, pela universidade citada. Ele reafirmou a declaração em artigo publicado em julho deste ano no site Observatório da Imprensa. Na ocasião, em resposta a um texto anterior que apontava inconsistências na formação, disse que não apresenta o PhD na Florida Christian University como um doutorado acadêmico em psicologia. Isso significa que a teoria da Inteligência Multifocal, um método para entender o funcionamento da mente humana que foi sistematizado em um de seus livros e serviu como alicerce para a sua carreira, nunca foi revisada por pares e, portanto, não passou pelo método científico. Procurada, a assessoria de Cury não respondeu por que a informação incorreta consta no plano de governo. Cury é médico psiquiatra e ficou muito conhecido como autor de best-sellers de autoajuda e de cursos online que prometem ensinar os alunos a desenvolver inteligência emocional. Ele é o presidenciável com o maior patrimônio declarado à Justiça Eleitoral em 2026: mais de R$ 242 milhões. Na última semana, surpreendeu as campanhas adversárias com um crescimento vertiginoso nas redes sociais – ganhou cerca de 2,5 milhões de seguidores no Instagram em duas semanas – e nas pesquisas eleitorais. Nesta segunda (31), após subir nove pontos em uma semana, apareceu em terceiro lugar no levantamento BTG/Nexus, com 11% das intenções de voto. Adversários levantaram suspeitas de que a equipe do escritor teria pagado influenciadores para fazer propaganda, o que ele nega. Cinco psiquiatras procurados pela Folha em abril afirmaram que a Teoria da Inteligência Multifocal não tem embasamento científico. Em um de seus livros, Cury escreveu que o método traria soluções para o autismo, um transtorno do neurodesenvolvimento que não tem cura. Em 2018, em entrevista a uma revista do Cremesp (Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo), o escritor afirmou que era “muito difícil desenvolver uma nova teoria psicológica nos dias atuais, ainda mais em uma nação saturada de preconceitos, que importa tudo, incluindo o conhecimento, que não valoriza seus cientistas e pensadores”. “Lembro que, no final da década de 80, procurei uma das maiores universidades, animadíssimo, e comentei que queria pesquisar sobre os pensamentos e as armadilhas mentais. O professor-doutor olhou bem nos meus olhos e me disse: ‘você é ousado! O que você quer, pesquisar ou ganhar o Prêmio Nobel?’”, disse. “Entendi, portanto, que uma teoria não cabe dentro de uma tese de doutorado, ela é uma fonte de teses. Ela não é um corpo de verdades, mas um conjunto de hipóteses e postulados que outros pesquisadores devem comprovar ou refutar.” A faculdade Florida Christian University, na qual Cury informou ter completado um doutorado em Administração, é uma instituição de orientação religiosa que oferece formação em “coaching”. A universidade não tem nenhuma acreditação relevante de qualidade no sistema americano. Entre as pós-graduações disponíveis, estão os mestrados em “Casamento e terapia familiar” e “‘Coaching’ em saúde e bem-estar”. Um catálogo de 2020/2021 da instituição afirmava: “A Florida Christian University não é credenciada por nenhuma agência aprovada pelo governo, e os alunos que se formam em nossa instituição não têm permissão para prestar exames profissionais, nem têm direito a auxílio financeiro”. Como mostrou a Folha em 2020, a universidade já foi alvo de sentença por oferta irregular de mestrados no Brasil, por meio de articulação com instituições privadas brasileiras. Na ocasião, em decisão liminar (provisória), a Justiça determinou que a Florida Christian e parceiras interrompessem cursos e emissão de diplomas. Em seu Linkedin, Cury afirma que é pós-graduado na PUC (Pontifícia Universidade Católica) de São Paulo e no centro médico Marmottan, localizado em Paris (França). No artigo publicado no site Observatório da Imprensa, Cury disse que cursou disciplinas de mestrado em psicologia social na PUC-SP em 1986, mas não confirmou ter completado formação na universidade. No texto, Cury defendeu sua “produção intelectual”, afirmando que ela “originou e inspira projetos educacionais, preventivos e comunitários” e que “alcançou ambientes acadêmicos e instituições públicas”. A Folha confirmou que o escritor ministrou uma disciplina de “Gestão da Emoção” na área de Reabilitação Oral no curso de pós-graduação da Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto, da USP (Universidade de São Paulo). Cury disse, ainda, que a Teoria da Inteligência Multifocal e a expressão Síndrome do Pensamento Acelerado, pela qual também ficou conhecido, “são construções teóricas próprias”. “A validade, os limites e a nomenclatura de qualquer formulação podem e devem ser debatidos. Discordância científica, porém, não prova desonestidade, e a ausência de catalogação não autoriza concluir que alguém ‘brinca (e lucra)’ com saúde mental.” Notícia anterior Avantecampanha eleitoralTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Cury cita em plano de governo doutorado em psicologia que não fez 01/09/2026 Dark Horse: decisão sem assinatura da Justiça de SP protela investigação contra Karina Gama, que tenta levar caso a Mendonça 01/09/2026 Flávio Bolsonaro ataca fim da escala 6×1 e propõe “alternativa” que reduz direitos após reunião com ministro de Bukele 30/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to
Despacho de Mendonça irrita cúpula da PF e azeda tentativa de trégua

Despacho de Mendonça irrita cúpula da PF e azeda tentativa de trégua Despacho de André Mendonça pedindo informações a Paulo Gonet sobre mensagem de Daniel Vorcaro foi visto como “absurdo” pela cúpula da PF Por Igor Gadelha | Metrópoles 01/09/2026 André Mendonça | BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto O novo despacho do ministro do STF André Mendonça, no âmbito do caso Master, irritou a cúpula da Polícia Federal (PF) e azedou, mais uma vez, a tentativa de trégua entre a corporação e o magistrado, pedida pelo presidente Lula. Conforme o Metrópoles revelou, na coluna Andreza Matais, Mendonça pediu informações ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, sobre uma mensagem enviada por Daniel Vorcaro supostamente ao ministro Alexandre de Moraes. Na mensagem, Vorcaro cita duas autoridades da República: o diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, e o próprio Gonet. No texto, o dono do Banco Master escreveu que precisava da proteção de “Andrei e de Paulo”, em referência a Gonet. Membros da direção da PF consideraram o despacho de Mendonça como um “absurdo”. Para a cúpula da corporação, o relator do caso Master estaria indicando, na prática, que deseja investigar Gonet, Andrei e Moraes. Para investigar um colega do Supremo, Mendonça precisará acionar o presidente da Corte, Edson Fachin. O chefe do tribunal, então, precisará submeter o pedido de investigação do colega ao plenário do STF. Para a cúpula da PF, o movimento de Mendonça inviabiliza qualquer clima para um encontro do magistrado com Andrei agora. A reunião vinha sendo articulada pelo ministro da Justiça, Welington César Lima e Silva, a pedido de Lula. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Despacho de Mendonça irrita cúpula da PF e azeda tentativa de trégua 01/09/2026 Exclusivo: Mendonça pede à PGR informações sobre mensagem de Vorcaro a Moraes que cita “proteção” de Gonet e Andrei 01/09/2026 Mendonça já mapeia votos para abertura de investigação contra Moraes no STF 01/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Flávio Bolsonaro lança ofensiva contra fim da escala 6×1 no Senado para barrar vitória de Lula 24/08/2026 TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master 06/08/2026 PM encontra carros-bomba e barricadas com explosivos no Complexo de Israel; Av. Brasil chegou a ser fechada (VIDEO) 21/08/2026 Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato 11/08/2026 Prefeitura de Búzios cumpre decisão judicial e afasta secretária de Meio Ambiente 03/08/2026
Mendonça já mapeia votos para abertura de investigação contra Moraes no STF

Mendonça já mapeia votos para abertura de investigação contra Moraes no STF Novas revelações apontam que o ministro Alexandre de Moraes pode ter pedido ao procurador-geral da República e ao diretor-geral da Polícia Federal proteção ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro Por Caio Junqueira | CNN Brasil 01/09/2026 Mendonça e Moraes no STF | CNN O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça avaliou, em conversas com interlocutores, considerar graves as novas revelações que apontam que o ministro Alexandre de Moraes possa ter pedido ao procurador-geral da República, Paulo Gonet, e ao diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, proteção ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Nesse sentido, ele avalia levar ao presidente do Supremo Tribunal Federal, Edson Fachin, um pedido formal de abertura de investigação contra Moraes e já mapeia os votos que teria a favor da abertura da investigação. Por se tratar de um ministro do STF, só o plenário da Corte pode autorizar a abertura de investigação desse porte. Além das mensagens, outra informação é considerada grave e passível de investigação: a de que Moraes teria manuseado o contrato de R$ 129 milhões do escritório de sua esposa, Viviane Barci de Moraes, com o banqueiro. Mendonça, segundo fontes, já vinha alertando Fachin de que havia indícios de envolvimento direto de Moraes com Vorcaro. Seus aliados, inclusive, já vêm mapeando votos caso haja o pedido formal de investigação contra Moraes. A avaliação é de que Moraes tem três votos garantidos: Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes. Mendonça teria os de Edson Fachin, Nunes Marques e Luiz Fux. Cármen Lúcia é dúvida — ela e o ministro nunca foram próximos, mas a aposta é de que ela votaria pela abertura da investigação. Há dúvida se Toffoli participaria da votação por ser suspeito de envolvimento com Vorcaro, mas, caso participe, ele é considerado um voto a favor da investigação contra Moraes. Mendonça e ele são próximos, e a investigação contra Toffoli não teria avançado. A leitura é de que a relação de Vorcaro com o resort da família de Toffoli foi apenas uma transação comercial. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça já mapeia votos para abertura de investigação contra Moraes no STF 01/09/2026 Ronnie Lessa dá primeira entrevista da prisão e detalha assassinato de Marielle Franco 31/08/2026 Flávio Bolsonaro se nega a revelar voto em fim da 6×1 e não responde sobre repasses de Vorcaro 01/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Disputa entre traficantes rivais deixa mais de 10 mortos em menos de 20 dias em Duque de Caxias 26/08/2026 Dark Horse: Eduardo Bolsonaro usa factoide da Veja para encobrir mentira de Flávio sobre “prestação de contas” 27/08/2026 Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos 09/08/2026 Xadrez de Mendonça 2: os negócios do ITER com o Conselho Federal de Contabilidade 24/08/2026 Lulinha orientou Roberta Luchsinger a emitir nota para cobrar empresário alvo da PF 18/08/2026
Novo pedido de Mendonça explicita guerra no STF e coloca Master no centro da disputa de poder na Corte

Novo pedido de Mendonça explicita guerra no STF e coloca Master no centro da disputa de poder na Corte Investigação passou a expor uma disputa pelo comando e pela nova dinâmica de poder dentro da Corte, com acusações mútuas de interferência e desconfiança — e reflexos também sobre a eleição de 2026. Por Andréia Sadi | g1 01/09/2026 Ministro André Mendonça. — Foto: Luiz Roberto/TSE Um novo pedido de André Mendonça no caso Master tornou explícita uma guerra que até agora vinha sendo travada nos bastidores do Supremo. A investigação passou a expor uma disputa pelo comando e pela nova dinâmica de poder dentro da Corte, com acusações mútuas de interferência e desconfiança — e reflexos também sobre a eleição de 2026. De um lado, no entorno de Mendonça, a avaliação é de que houve movimentos para limitar o alcance das investigações e impedir que a apuração avance sobre as relações de Daniel Vorcaro com políticos e integrantes do próprio Judiciário. Do outro, no grupo ligado a Alexandre de Moraes, Paulo Gonet e ao diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, cresce a reação à atuação do relator. Nos bastidores desse segundo grupo, já há quem defenda questionar Mendonça por suposto desvio de finalidade e abuso de autoridade e, no limite, tentar tirá-lo da relatoria do caso Master. Ministros da corte querem que o presidente do STF, Edson Fachin, tome a decisão de submeter o pedido ao plenário. A guerra alcança também o comando da Polícia Federal. Entre investigadores, a leitura é de que Mendonça mira Andrei e pode provocar uma crise capaz de levar à saída do diretor do comando da PF. No gabinete do ministro, a avaliação é inversa: a atuação da polícia precisa ser escrutinada e a investigação deve poder alcançar ministros do Supremo, caso surjam elementos que justifiquem esse avanço. Além disso, há a desconfiança de vazamentos de investigações. A possível delação de Vorcaro é outro ponto explosivo. No entorno de Mendonça, há desconfiança sobre a resistência às negociações anteriores e a suspeita de que uma colaboração mais ampla poderia atingir as conexões de Vorcaro com personagens poderosos. Agora, investigadores contam com novos depoimentos de Vorcaro. O Master virou, assim, o epicentro de uma disputa sobre quem controla a investigação, quem comanda a PF, até onde podem chegar as apurações envolvendo ministros e como será reorganizado o poder dentro do Supremo. Uma guerra antes subterrânea que agora começa a ser travada à vista de todos. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Novo pedido de Mendonça explicita guerra no STF e coloca Master no centro da disputa de poder na Corte 01/09/2026 Vorcaro autorizou cartões de crédito com limite de R$ 300 mil para filhos de Moraes, aponta mensagem 01/09/2026 Vorcaro transferiu cotas de jato Legacy 650 para Viviane Barci de Moraes 01/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Campanha de Lula ataca Flávio Bolsonaro na TV, e senador prepara resposta (VIDEO) 28/08/2026 Comando Vermelho toma Country Clube para lavar dinheiro; tráfico ainda tinha pousada em Búzios 04/08/2026 Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira 05/08/2026 Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato 11/08/2026 GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves 06/08/2026
Mendonça pede à PGR informação sobre suposta mensagem de Vorcaro a Moraes

Mendonça pede à PGR informação sobre suposta mensagem de Vorcaro a Moraes Ex-banqueiro teria citado necessidade de “proteção” de “Andrei” e “Paulo”; investigação aponta que ex-banqueiro se referia aos chefes da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República Por Matheus Teixeira | CNN Brasil 01/09/2026 Vorcaro e Moraes O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), pediu à PGR (Procuradoria-Geral da República) informações sobre uma mensagem do ex-banqueiro Daniel Vorcaro relatando a necessidade de ter a “proteção” de “Andrei” e “Paulo”. De acordo com relatório da Polícia Federal enviado ao STF, “Andrei” é Andrei Rodrigues, diretor-geral da PF, e “Paulo” é Paulo Gonet, procurador-geral da República. Inicialmente, a PF não sabia para quem teria sido encaminhada a mensagem de WhatsApp, mas investigadores apontaram que o destinatário era o ministro Alexandre de Moraes. As informações foram reveladas pelo portal Metrópoles e confirmadas pela CNN com duas fontes que acompanham as investigações. O pedido de Mendonça à PGR é por informações complementares sobre o conteúdo da mensagem. A CNN procurou Moraes, Andrei Rodrigues e Paulo Gonet, mas não teve retorno até a publicação da reportagem. O espaço segue aberto. Partes sensíveis As menções a integrantes do próprio STF representam as partes mais sensíveis do inquérito do caso do Banco Master, que inicialmente foi relatado pelo ministro Dias Toffoli. Ele deixou o caso após revelações de que uma empresa de sua família havia feito operações financeiras com fundos ligados a Vorcaro em um resort no Paraná. A existência de um contrato da mulher de Moraes, Viviane Barci de Moraes, com o Master também desgastou a imagem da Corte e aprofundou o racha interno no tribunal. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça pede à PGR informação sobre suposta mensagem de Vorcaro a Moraes 01/09/2026 Flávio Bolsonaro interrompe campanha presidencial para tentar barrar a PEC da 6×1 01/09/2026 Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro, indicam registros 01/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026 Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS 27/08/2026 Ministério Público Eleitoral pede impugnação da candidatura do neto de Luizinho Drumond 09/08/2026 MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana 12/08/2026 Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro, indicam registros 01/09/2026
Flávio Bolsonaro interrompe campanha presidencial para tentar barrar a PEC da 6×1

Flávio Bolsonaro interrompe campanha presidencial para tentar barrar a PEC da 6×1 Bolsonaristas no Senado devem pressionar por emendas ao texto relatado por Omar Aziz, que aceita discutir sugestões, mas não pretende alterar a proposta aprovada pela Câmara Por Vinícius Nunes | Carta Capital 01/09/2026 O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Foto: Andressa Anholete/Agência Senado O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) interrompeu a campanha presidencial nesta terça-feira 1º e terá agenda em Brasília para tentar interferir na tramitação da PEC que acaba com a escala 6×1. A estratégia do candidato é “construir” uma alternativa à proposta apoiada pelo governo Lula (PT) e evitar que a redução da jornada de trabalho se consolide como uma das principais bandeiras eleitorais do petista na reta final da campanha. A ofensiva deve chegar ao relatório apresentado pelo senador Omar Aziz (PSD-AM), na quarta-feira 2. Senadores bolsonaristas pretendem pressionar pela aceitação de emendas ao texto. Aziz disse a CartaCapital que está disposto a conversar com os colegas e ouvir as sugestões, mas não pretende incorporar mudanças ao relatório nem alterar a versão aprovada pela Câmara. A avaliação do relator é que manter o texto como está também ajuda a acelerar a tramitação da proposta. A movimentação da oposição ocorre justamente quando a PEC ganhou um caminho mais claro no Senado. O texto reduz a jornada máxima semanal de 44 para 40 horas, estabelece dois dias de repouso semanal remunerado e mantém a garantia de salário. A proposta também elimina a lógica da escala de seis dias de trabalho por um de descanso. A estratégia de Flávio tem um componente claramente eleitoral. O próprio entorno do candidato reconhece que simplesmente se posicionar contra o fim da 6×1 é uma posição difícil de sustentar diante da popularidade da mudança. Pesquisa Quaest, divulgada em 15 de julho, aponta que 69% dos brasileiros são favoráveis ao fim da escala, enquanto 22% são contrários. Para a campanha, deixar Lula ocupar sozinho esse espaço permitiria ao presidente apresentar a direita como adversária de uma medida com forte apelo entre trabalhadores. Por isso, Flávio passou a defender uma proposta apresentada por Rogério Marinho (PL-RN), seu coordenador de campanha. Em vez de estabelecer constitucionalmente uma nova jornada, a PEC alternativa cria um modelo baseado na remuneração por hora trabalhada e na possibilidade de o trabalhador definir a quantidade de horas e os horários de trabalho. O texto também prevê a prevalência do que for acordado entre patrão e empregado sobre convenções e acordos coletivos. Flávio tenta apresentar a ideia como uma defesa da “liberdade de escolha”. Em entrevista à Record, no domingo 30, afirmou que o trabalhador poderia definir quanto quer trabalhar e receber proporcionalmente às horas trabalhadas. Como exemplo, citou mulheres que precisam reduzir a jornada por não terem com quem deixar os filhos. A articulação também se soma à estratégia de Rogério Marinho para dificultar a votação. O líder da oposição no Senado pretende recorrer a instrumentos regimentais, como pedidos de vista e discussão de emendas, além de resistir a acordos que reduzam os prazos para a análise da PEC em dois turnos. Notícia anteriorPróxima notícia PEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSD Partido Social DemocráticoPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro interrompe campanha presidencial para tentar barrar a PEC da 6×1 01/09/2026 Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro, indicam registros 01/09/2026 Mendonça ouve PGR sobre mensagens em que Vorcaro pede proteção a Alexandre de Moraes 01/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF 17/08/2026 Dezenove ônibus são tomados como barricadas na Zona Norte do Rio após operação com 1 morto e 5 presos 26/08/2026 PM encontra carros-bomba e barricadas com explosivos no Complexo de Israel; Av. Brasil chegou a ser fechada (VIDEO) 21/08/2026 Flávio Bolsonaro ataca fim da escala 6×1 e propõe “alternativa” que reduz direitos após reunião com ministro de Bukele 30/08/2026 Exclusivo: Eleição no Rio tem bancada dos cargos secretos com 114 candidatos 20/08/2026