Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Nunes Marques arquiva notícia-crime contra Bolsonaro sobre CPI da Covid

Nunes Marques arquiva notícia-crime contra Bolsonaro sobre CPI da Covid

Nunes Marques arquiva notícia-crime contra Bolsonaro sobre CPI da Covid Caso foi apresentado em 2021 após divulgação de conversa do então presidente com o senador Jorge Kajuru Por Fernanda Fonseca | CNN Brasil 14/07/2026 Ministro Nunes Marques na sessão Extraordinária do STF • Rosinei Coutinho/STF Brasília – O ministro Nunes Marques, do STF (Supremo Tribunal Federal), arquivou nesta terça-feira (14) uma notícia-crime apresentada contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) por suposta tentativa de interferir nos trabalhos da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid. O relator acolheu uma manifestação da PGR (Procuradoria-Geral da República), assinada em abril de 2021 pelo então procurador-geral Augusto Aras, que concluiu não haver indícios dos crimes de corrupção ativa e advocacia administrativa. A notícia-crime foi apresentada pelos deputados David Miranda, Fernanda Melchionna, Sâmia Bomfim e Vivi Reis, todos do Psol, após o vazamento de uma conversa telefônica entre Bolsonaro, que na época estava no Planalto, e o senador Jorge Kajuru, à época no Cidadania. No diálogo, Bolsonaro defendeu que a CPI da Covid, inicialmente voltada à atuação do governo federal durante a pandemia, também investigasse governadores e prefeitos. Ele afirmou que, caso o objeto não fosse ampliado, a comissão se concentraria em integrantes de seu governo e poderia produzir um relatório “sacana”. Bolsonaro também pressionou Kajuru a fazer pedidos de impeachment de ministros do STF. “Você tem de fazer do limão uma limonada. Por enquanto, tem um limão aí. Dá para sair uma limonada. Tem de peticionar o Supremo pra botar em pauta o impeachment também”, diz Bolsonaro. Na resposta, o senador diz que já havia solicitado, no Senado, o impeachment do ministro Alexandre de Moares. Para os autores da notícia-crime, Bolsonaro teria pressionado um integrante do Poder Legislativo a alterar o alcance de uma investigação que poderia atingi-lo pessoalmente. Os parlamentares também alegaram que o então presidente teria oferecido apoio público a Kajuru em troca de sua atuação pela ampliação da CPI. Ao analisar o caso, a PGR afirmou que a conversa consistiu em uma troca informal de opiniões entre o então presidente da República e um senador sobre os futuros trabalhos da comissão. Para Aras, o ex-presidente apenas defendeu que a investigação alcançasse eventuais irregularidades cometidas em diferentes níveis da Federação. Já sobre a suspeita de corrupção ativa, o procurador concluiu que não houve oferta nem promessa de vantagem indevida a Kajuru. “Não se extrai da conversa vazada qualquer propósito criminoso por parte do noticiado”, afirmou a PGR ao pedir o arquivamento do caso. Por isso, Nunes Marques negou seguimento à notícia-crime nesta terça e determinou seu arquivamento. Na decisão, o ministro afirmou que cabe ao Ministério Público avaliar se há elementos para abrir investigação ou apresentar denúncia. Como a PGR já havia se manifestado pela ausência de crime, o Judiciário não poderia substituir o órgão nessa análise. “Não cabe ao Supremo, diante da promoção de arquivamento emanada do chefe do Ministério Público, exercer qualquer juízo de valor que resulte no acolhimento do pedido”, escreveu. Notícia anteriorPróxima notícia CidadaniaCPI Comissão Parlamentar de InquéritoDeputada FederalDeputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPSOLSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nunes Marques arquiva notícia-crime contra Bolsonaro sobre CPI da Covid 14/07/2026 Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder 14/07/2026 Banco Master ainda tem R$ 1,83 bilhão a devolver a ex-clientes do grupo 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões

Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder

Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder

Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder Representação do deputado Rogério Correia cita expansão de rede de rádios, articulação de emendas e favorecimento político em Minas Gerais Por Marcelo Hailer | Fórum 14/07/2026 Eduardo Cunha – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O deputado federal Rogério Correia (PT-MG), vice-líder do governo na Câmara, protocolou nesta terça-feira (14) uma representação contra Eduardo Cunha na Procuradoria Regional Eleitoral de Minas Gerais. O parlamentar pede a abertura de um procedimento investigatório para apurar possíveis práticas de abuso do poder econômico e político, além do uso indevido dos meios de comunicação, diante da intenção declarada de Cunha de disputar uma vaga na Câmara dos Deputados por Minas Gerais nas eleições de 2026. A representação sustenta que o ex-presidente da Câmara estaria formando, em curto espaço de tempo, uma extensa rede de emissoras de rádio em diferentes regiões do estado. Segundo o documento, estações teriam sido assumidas em cidades como Uberaba, Além Paraíba, Carangola, Raul Soares, Guarani, João Pinheiro e Belo Horizonte. As emissoras estariam registradas em nome de Daniel Cardoso Sá, genro de Eduardo Cunha e marido da deputada federal Dani Cunha (União-RJ). Rede de rádios e entrevista com Flávio Bolsonaro Um dos pontos levantados por Rogério Correia é o possível uso eleitoral da estrutura de comunicação associada ao grupo. A representação afirma que uma das emissoras veiculou uma entrevista exclusiva com o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), sem oferecer o mesmo espaço a outros nomes que pretendem disputar o Palácio do Planalto. Para o deputado, a combinação entre a expansão de uma rede de rádios e a exposição privilegiada de aliados políticos pode representar vantagem indevida na disputa eleitoral de 2026. “O uso de uma estrutura empresarial de comunicação recém-formada, o direcionamento de recursos públicos sem mandato e a aproximação estratégica com lideranças religiosas e políticas revela um projeto eleitoral construído à margem da igualdade de condições entre os candidatos. Cabe à Justiça Eleitoral apurar esses fatos antes que provoquem dano irreparável ao processo democrático em Minas Gerais”, Rogério Correia. Flávio Dino expõe disputa entre Eduardo Cunha e Nikolas Ferreira por uso eleitoreiro de emendas Na decisão em que ordenou o bloqueio de de R$ 6,1 milhões do ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG) por suspeita de desvio de emendas parlamentares, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), expôs uma disputa direta com Nikolas Ferreira e revelou como o esquema, criado por Arthur Lira (PP-AL) em conluio com o ex-governo Jair Bolsonaro (PL), que ganhou a alcunha de “Orçamento Secreto”, é usado de forma eleitoreira nos chamados currais eleitorais dos parlamentares. Em conversa no dia 12 de setembro de 2025 com a assessora Mariângela Fialek, a Tuca, já conhecida em negociatas de Lira, Cunha fala da disputa com o deputado bolsonarista por uma emenda destinada ao município de Manhuaçu, localizado na Zona da Mata Mineira, a 290 quilômetros de Belo Horizonte. “Oi. Se puder. Tou com um problema lá em uma das emendas de Manhuaçu que o pessoal lá é inimigo e estão dizendo que é do Nikolas. Como pôs no Gilberto Abramo, preciso de um ofício dele dizendo que essa emenda é de autoria dele, a pedido do Deputado estadual João Magalhães, senão vamos ter de trocar e não mandar para lá”, diz Cunha. Abramo é deputado federal pelo Republicanos, partido de Cunha, que revela na conversa a busca por dividendos eleitorais com a destinação da emenda. “A primeira parte da mensagem já causa estranheza, haja vista que, como é de conhecimento público, EDUARDO CUNHA não exerce mais atividade parlamentar desde 2016, dessa maneira, mostra-se aparentemente incongruente a referência dele a ter problemas com emendas. Em seguida, CUNHA comenta que o ‘o pessoal lá é inimigo e estão dizendo que é do Nikolas’. Desse modo, a mensagem enviada sugere que a emenda a qual EDUARDO CUNHA se referia estava sendo atribuída supostamente ao DEPUTADO FEDERAL NIKOLAS FERREIRA, do PL de Minas Gerais”, diz Dino na decisão, ao analisar a troca de mensagens de forma detalhada. Segundo Dino, “ao observar essa mensagem, infere-se estar diante de um cenário escuso”, indicando a motivação que levou dezenas de deputados do Centrão e da base bolsonarista ao uso eleitoreiro das emendas. “A conversa continua, e em seguida CUNHA pergunta: “Tem publicação em nome do deputado?”. Em resposta, TUCA diz: “Impositiva tem. E terá da de comissão assim q aprovada pelo ministério votaremos na comissão. Sair nome do líder”. Ou seja, é possível que EDUARDO CUNHA estivesse preocupado a atribuição da titularidade da emenda, diante da pergunta formulada por ele”, revela o ministro do STF. Em seguida, Dino expõe mais uma parte da conversa que desnuda a forma como as emendas parlamentares são usados de forma eleitoreira, especialmente em pequenas cidades do interior onde os deputados aparecem como donos do recurso que, na verdade, é da União. “A conversa entre os dois na data de 12/09/2025 continua. Desse modo, mais uma vez EDUARDO CUNHA pergunta: “O Gilberto pode fazer um ofício?”, de maneira que aparenta que o ex-deputado está preocupado com o ofício a ser feito pelo DEPUTADO GILBERTO ABRAMO. Ato contínuo CUNHA ainda diz: “Se fizer já me resolve. Cidade pequena é uma guerra”, aparentemente se referindo à possível disputa pela titularidade do envio de recursos de emendas parlamentares”, explicita. Eduardo Cunha ainda chega a ameaçar retirar o recurso da cidade mineira “se for dar trabalho” atribuir a ele e ao aliado Gilberto Abramo. “Por último, EDUARDO CUNHA diz: “Ta bom me fala então. Tem Cleitinho aí, que também se arvora lá. Ele pôs 200”. Aparentemente, CUNHA estava fazendo referência ao SENADOR CLEITINHO AZEVEDO, que constava como autor de uma emenda no valor de R$200.000,00 para o estado de Minas Gerais, no documento compartilhado. Em resposta, TUCA afirma: “Entendi”. A fala de CUNHA permite inferir uma aparente preocupação do parlamentar com relação a autores de emendas para o estado de Minas Gerais”, diz Dino na decisão. Três dias depois, em 19 de setembro de 2025, diante do imbróglio

MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido

MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido

MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido A 2ª Promotoria de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis ingressou, nesta terça-feira (14/07), com um pedido de tutela de urgência para que a prefeitura de Petrópolis interrompa, a partir de agosto, pagamentos à empresa Capital Ambiental Construção e Serviços Ltda. Por MPRJ 14/07/2026 MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido De acordo com o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), os repasses vêm sendo realizados sem contrato vigente. Segundo a Promotoria, o contrato entre o município e a empresa encerrou sua vigência em 01/11/2025, mas a prefeitura estaria realizando pagamentos à Capital Ambiental, que fornece mão de obra para atuar na educação básica, abrangendo atividades materiais, acessórias, instrumentais e complementares às atribuições da Secretaria Municipal de Educação. “Em síntese, o que se verifica é que o contrato com a citada empresa encontra-se vencido, sem prorrogação, mas que, nada obstante, os pagamentos seguem sendo feitos, gerando uma situação completamente avessa à legalidade”, diz trecho do documento. O MPRJ pede, entre outras medidas, que, no prazo de cinco dias, o Município de Petrópolis justifique a necessidade de cada um dos postos de trabalho contratados, identificando detalhadamente as funções, lotação, carga horária e jornada de trabalho, e que apresente a relação de pagamentos feitos à Capital Ambiental desde o vencimento do contrato, informando se há valores em aberto. Requer ainda que seja publicado, no prazo máximo de 15 dias, um edital de processo seletivo simplificado para contratação da mão de obra necessária para substituir as vagas de trabalho contratadas através da empresa. Em caso de descumprimento, a 2ª Promotoria de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis requer a aplicação de multa diária, em valor não inferior a R$ 10 mil. Notícia anterior MP-RJPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido 14/07/2026 MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas 14/07/2026 Sóstenes e outros dois deputados do PL são ‘laranjas’ de Valdemar em emendas com suspeita de desvio 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mudança de rumo PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia

Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto

Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto

Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto Relatórios da CGU apontam indícios de direcionamento de licitações, sobrepreço, superfaturamento e falhas de transparência na aplicação dos recursos públicos Por Helena Prestes e Gustavo Uribe | CNN Brasil 14/07/2026 O ministro Flávio Dino durante sessão plenária no STF • Fellipe Sampaio /STF Brasília – O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), determinou que a PF (Polícia Federal) amplie as investigações sobre a execução de emendas parlamentares após o surgimento de novos indícios de irregularidades no repasse dos recursos. A decisão foi tomada após a Corte receber relatórios de auditoria da CGU (Controladoria-Geral da União) que apontam indícios de direcionamento de licitações, sobrepreço, superfaturamento e falhas de transparência na aplicação dos recursos públicos. A pedido do STF, a CGU avaliou a execução das chamadas emendas Pix entre 2020 e 2024. A auditoria analisou uma amostra de 15 municípios distribuídos pelas cinco regiões do país e concluiu que nove dos 14 entes que efetivamente executaram os recursos apresentaram algum tipo de irregularidade na contratação de bens e serviços. Segundo a Controladoria, os casos mais graves envolvem “indícios de direcionamento da contratação, sobrepreço e superfaturamento”. O relatório também aponta que 12 dos 15 municípios auditados apresentaram nível inadequado de transparência ativa e rastreabilidade na aplicação das emendas, além de falhas no acompanhamento da execução dos recursos. Outro relatório encaminhado ao STF trata da aplicação de emendas destinadas à saúde. Elaborado pelo Denasus (Departamento Nacional de Auditoria do SUS), o documento analisou R$ 53,3 milhões destinados a 48 municípios de 23 unidades da federação para custeio da atenção primária, média e alta complexidade, aquisição de equipamentos e reformas de unidades básicas de saúde. A auditoria concluiu que, embora parte significativa dos recursos tenha sido executada, permanecem fragilidades nos mecanismos de planejamento, gestão, monitoramento e prestação de contas. Entre os principais problemas identificados estão deficiência na rastreabilidade da execução financeira, controles administrativos insuficientes, ausência de monitoramento sistemático e falhas na documentação das despesas. O relatório também aponta situações que resultaram em propostas de devolução de recursos por dano ao erário ou aplicação em desacordo com a finalidade legal das transferências. Na decisão, o ministro voltou a criticar práticas relacionadas à destinação das verbas parlamentares. Dino afirmou ser “totalmente anômalo que ex-parlamentares mantenham cotas orçamentárias informais e, diretamente, transmitam ordens para funcionários da Casa Parlamentar” e reiterou que as emendas parlamentares “não são parcelas do patrimônio privado de cada membro do Congresso”. Na última semana, o ministro determinou o bloqueio de bens de investigados em um suposto esquema de desvio de emendas parlamentares, contrariando parecer da PGR (Procuradoria-Geral da República). A medida atingiu, em especial, Valdemar Costa Neto, presidente do PL, e Eduardo Cunha (Republicanos-MG), cujos patrimônios foram parcialmente congelados. A decisão ocorre no âmbito da Operação Transparência, que investiga o suposto desvio de emendas parlamentares conduzido por pessoas sem mandato, com o uso da estrutura administrativa da Câmara dos Deputados para realizar a destinação irregular de recursos em nome de deputados. Segundo o ministro, o papel desempenhado pelo STF no processo não representa falhas sobre decisões políticas do Congresso ou do Executivo, mas se limita à fiscalização da constitucionalidade e da legalidade da execução das emendas. A decisão integra o acompanhamento feito pelo Supremo do plano de trabalho firmado entre os Poderes para melhorar o controle sobre as emendas parlamentares após as mudanças determinadas pela Corte no modelo de execução desses recursos. Notícia anteriorPróxima notícia CGU Controladoria-Geral da Uniãoemenda parlamentarorçamentoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFRepublicanosSTF Supremo Tribunal FederalSUS Sistema Único de Saúde Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto 14/07/2026 Nunes Marques arquiva notícia-crime contra Bolsonaro sobre CPI da Covid 14/07/2026 Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Presidentes de partidos negam controlar emendas e se distanciam de prática atribuída a Valdemar Máfia do INSS: ex-ministro, deputado e vereador estão entre indiciados Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições

Dino chama de “excêntrica” indicação de emenda por quem não é parlamentar

Dino chama de “excêntrica” indicação de emenda por quem não é parlamentar

Dino chama de “excêntrica” indicação de emenda por quem não é parlamentar Ministro ainda deu 30 dias para que órgãos públicos e autoridades prestem explicações sobre a destinação e funcionamento de emendas parlamentares Por Leticia Martins e Gustavo Uribe | CNN Brasil 14/07/2026 Ministro Flávio Dino, do STF • 09/09/2025REUTERS/Adriano Machado São Paulo e Brasília – O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), classificou como “excêntrica” a indicação de emenda parlamentar por políticos que não têm mandato. A afirmação faz parte de uma decisão do magistrado desta terça-feira (14) sobre emendas parlamentares. “Dessa forma, a definição da destinação dos recursos públicos é incompatível com a atuação de centros informais de deliberação orçamentária, sejam eles integrados por parlamentares que atuem à margem dos procedimentos estabelecidos pela Constituição e pela legislação de regência — a exemplo da inconcebível transformação de “emendas de comissão” em “emendas de líder partidário”, prática inexistente na ordem jurídica e expressamente vedada por decisão de 2 de dezembro de 2024 (Id. d92af5e0) —, sejam por ex-parlamentares, dirigentes partidários ou quaisquer outros agentes privados destituídos de legitimidade para interferir na alocação de recursos públicos, hipótese que se revela ainda mais excêntrica”, diz trecho da decisão de Dino. No documento, Dino ainda reitera que “somente parlamentares podem propor e deliberar sobre emendas parlamentares”. “Isso explica por que as medidas propostas pelo Poder Legislativo acertadamente não deixam espaço para a existência de emendas “de terceiros” – ora compreendidos como não detentores de mandato parlamentar”, continuou o ministro. O ministro ainda deu 30 dias para que órgãos públicos e autoridades prestem explicações sobre a destinação e funcionamento de emendas parlamentares. Ele também criticou o “mercado de terceirização ou privatização de emendas”. Indícios de infrações Dino determinou que a PF (Polícia Federal) amplie as apurações sobre possíveis irregularidades no uso de emendas parlamentares. A decisão ocorre após o ministro receber novos relatórios da CGU (Controladoria-Geral da União) que apontam indícios de infrações no repasse desses recursos. A pedido do STF, a CGU avaliou a execução das chamadas emendas Pix entre 2020 e 2024. A auditoria analisou uma amostra de 15 municípios distribuídos pelas cinco regiões do país e concluiu que nove dos 14 entes que efetivamente executaram os recursos apresentaram algum tipo de irregularidade na contratação de bens e serviços. Segundo a Controladoria, os casos mais graves envolvem “indícios de direcionamento da contratação, sobrepreço e superfaturamento”. O relatório também aponta que 12 dos 15 municípios auditados apresentaram nível inadequado de transparência ativa e rastreabilidade na aplicação das emendas, além de falhas no acompanhamento da execução dos recursos. Notícia anteriorPróxima notícia CGU Controladoria-Geral da UniãoConstituição Federalemenda parlamentarPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dino chama de “excêntrica” indicação de emenda por quem não é parlamentar 14/07/2026 Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto 14/07/2026 Nunes Marques arquiva notícia-crime contra Bolsonaro sobre CPI da Covid 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro MPF firma acordo para enfrentar alagamentos e danos ambientais no Balneário Praia de Carapebus (RJ) MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana

Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida

Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida

Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida Órgão reconheceu ‘interesse público’ no pedido da Eletronuclear referente à usina. Estatal busca alívio no caixa após rombo gerado por obras no RJ, que estão paradas há 10 anos. Por Mariana Assis | g1 14/07/2026 Angra 3 — Foto: Eletronuclear Brasília – O Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) reconheceu nesta terça-feira (14) “interesse público” no pedido da Eletronuclear para obter uma suspensão temporária do pagamento da dívida relacionada à construção da Usina Termonuclear de Angra 3. A medida, conhecida no mercado como “stand still”, abre caminho para que a estatal negocie um alívio temporário no fluxo de caixa com os bancos credores. Assim, a resolução aprovada pelo CNPE autoriza a Eletronuclear a apresentar o pedido ao Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e à Caixa Econômica Federal (CEF), que poderão analisar a viabilidade de uma eventual suspensão temporária dos pagamentos da dívida referente ao empreendimento. Na prática, a decisão dá respaldo institucional para que a estatal formalize a solicitação às instituições financeiras. Caberá ao BNDES e à Caixa avaliar o pedido de acordo com seus normativos internos, a legislação aplicável às operações de crédito e as regras para constituição de garantias. A resolução, contudo, não altera os contratos de financiamento em vigor, nem determina a suspensão dos pagamentos ou impõe qualquer obrigação às instituições financeiras. A eventual concessão do chamado “stand still” dependerá da análise técnica e da decisão de cada banco. Como o g1 vem mostrando desde dezembro do ano passado, a estatal quer que os bancos públicos suspendam temporariamente a cobrança de quase R$ 7 bilhões em dívidas relacionadas ao empreendimento, até que o Conselho Nacional de Política Energética (CNPE) defina o futuro da usina. Em fevereiro deste ano, Alexandre Caporal, à época presidente interino da estatal, afirmou que a Eletronuclear corre o risco de virar os Correios se não houver uma negociação da dívida, em referência à crise econômico-financeira da empresa da Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) . A suspensão dos pagamentos, afirmou Caporal, é considerada essencial para garantir a sustentabilidade financeira da estatal. A medida, já concedida por seis meses em 2024, daria fôlego à estatal até que o CNPE defina o destino de Angra 3, cujas obras estão paralisadas há cerca de dez anos. De acordo com Caporal, o serviço da dívida soma R$ 800 milhões em 2026. Quando somados aos custos de manutenção da usina, os gastos totais com Angra 3 ultrapassam R$ 1 bilhão por ano. Notícia anteriorPróxima notícia Angra dos Reis RJBNDESCEF Caixa Econômica FederalCorreiosEletronuclearSul Fluminense Costa Verde Médio Paraíba Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida 14/07/2026 MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido 14/07/2026 MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas 14/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado

Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças

Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças

Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças Governador em exercício inicia a reforma administrativa do estado; meta é reduzir estrutura Por O Globo 14/07/2026 Ricardo Couto está à frente do estado desde março, após a renúncia de Cláudio Castro — Foto: Domingos Peixoto/Agência O Globo Rio de Janeiro – O governador em exercício, desembargador Ricardo Couto, deu início à reforma administrativa, com a fusão de duas pastas do estado. A Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Seapa) e a de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar foram unidas na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar. Ela concentra as atribuições das duas secretarias e será comandada pelo médico veterinário Ricardo Augusto Rosa Mansur. A medida está no Diário Oficial do estado desta terça-feira. Em entrevista exclusiva ao GLOBO na semana passada, Couto afirmara que iniciaria “a etapa de redução das secretarias, dentro de um projeto que fizemos, com 22 ou 23 (hoje são 35), atendendo às necessidades do estado. O nosso intuito é entregar um estado para que, amanhã, não haja um retrocesso”. Ao ser indagado sobre as secretarias que serão extintas, ele respondeu saber “que algumas secretarias são vinculadas a deputados. Então, se eu divulgar agora uma ou outra pasta, amanhã eu posso sofrer uma pressão de um ou outro deputado e trazer um desgaste político. Segundo o governo do estado, a medida reduzirá custos operacionais, além de racionalizar a estrutura do Estado e ampliar a integração das políticas públicas para o interior. Com a unificação, esse único órgão cuidará de planejamento, coordenação, execução e acompanhamento de ações nas áreas de agricultura, pecuária, pesca, aquicultura, abastecimento, agricultura familiar e desenvolvimento regional. O governo, a unificação também vai eliminar sobreposição de competências, evitar duplicidade de estruturas administrativas e agilizar a tomada de decisões. Quem é o novo secretário Ricardo Augusto Rosa Mansur já foi coordenador de Fomento Agropecuário e de Defesa Sanitária Animal na Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento. Também foi diretor-técnico na Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater-Rio) e veterinário na Coordenadoria de Assistência Técnica Integral. No setor privado, ele atuou no desenvolvimento do agronegócio por mais de cinco décadas. Ele se formou veterinário pela Universidade Federal Fluminense (UFF) e possui especialização em Administração Rural pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) e mestrado em Higiene, Inspeção e Tecnologia de Alimentos de Origem Animal pela UFF. É professor do curso de Medicina Veterinária do Centro Universitário de Valença (UNIFAA) desde 1998. Também foi tutor, consultor e produtor de conteúdo no Serviço Nacional de Aprendizagem Rural do Rio de Janeiro (Senar-RJ). Notícia anteriorPróxima notícia EmaterGovernador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças 14/07/2026 Mercadão de emendas abre novos negócios para políticos sem mandato 15/07/2026 TCE oficializa perda de cargo de Domingos Brazão seis meses após condenação por morte de Marielle 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’

Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação

Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação

Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação Fabiano Feltrin terá que ficar sem usar redes sociais e vai prestar serviços à comunidade Por Daniel Gullino | Veja 14/07/2026 O ex-prefeito Fabiano Feltrin (Reprodução/Facebook) O ministro Alexandre de Moraes, do STF, homologou o acordo de não persecução penal (ANPP) fechado com o ex-prefeito de Farroupilha Fabiano Feltrin (PL) com a PGR. Feltrin concordou com uma série de medidas alternativas em troca de encerrar a ação penal em que ele é réu por incitação ao crime. O processo foi aberto após ele sugerir uma guilhotina como “homenagem” a Moraes. O ex-prefeito terá que prestar serviços à comunidade, pagar 5 mil reais, realizar um  curso sobre “Democracia, Estado de Direito e Golpe de Estado” e fica proibido de usar as redes sociais durante a vigência do acordo. Esse último ponto foi contestado pela defesa de Feltrin, que alegou que haveria prejuízo profissional, já que ele utiliza o Instagram como fonte de renda. Notícia anteriorPróxima notícia Farroupilha RSPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPrefeitoSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação 14/07/2026 Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização 15/07/2026 Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições 16/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’ MPF firma acordo para enfrentar alagamentos e danos ambientais no Balneário Praia de Carapebus (RJ) Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas Máfia do INSS: ex-ministro, deputado e vereador estão entre indiciados

MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas

MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas

MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas O Grupo de Atuação Especializada de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) denunciou quatro pessoas, entre elas o policial civil aposentado e atual subsecretário municipal de Turismo de Armação dos Búzios, Sérgio Ferreira dos Santos, por integrar um esquema de corrupção voltado à autorização de festas em embarcações no município. Por MPRJ 14/07/2026 MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas A Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), cumpriu, nesta terça-feira (14/07), mandados de prisão preventiva contra Sérgio Ferreira e o então coordenador de Trânsito e Transporte de Búzios, Igenes Lopes Santos Filho, conhecido como Geninho, atual presidente da CooperBúzios. Durante o cumprimento dos mandados foram apreendidos celulares e documentos. Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro e, de acordo com o GAECO/MPRJ, cobravam entre R$ 1 mil e R$ 3 mil para permitir a realização dos eventos sem a expedição formal de alvará e deixar de fiscalizá-los. As apurações apontaram ao menos 38 episódios em que os atos de corrupção foram praticados. O esquema funcionou, ao menos, entre janeiro de 2021 e março de 2026. Além das prisões preventivas, o Juízo da 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa determinou, a pedido do GAECO/MPRJ, o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos quatro denunciados. A Justiça decretou, ainda, a suspensão do exercício das funções públicas e o sequestro de bens dos acusados até o limite de R$ 500 mil. Notícia anterior Armação dos Búzios RJMP-RJRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas 14/07/2026 Sóstenes e outros dois deputados do PL são ‘laranjas’ de Valdemar em emendas com suspeita de desvio 10/07/2026 Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis 11/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões Presidente de autarquia do Governo do Estado é preso em operação sobre desvio de R$ 86 milhões Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’ TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro

Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas

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Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas De acordo investigação do MP, quatro pessoas foram denunciadas por cobrar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil para permitir a realização dos eventos sem a expedição formal de alvará e para deixar de fiscalizar. Por Rafael Nascimento e Ludmila Lopes | g1 14/07/2026 Subsecretário detido na 127ª Delegacia de Polícia em Búzios — Foto: Polícia Civil Búzios – O subsecretário municipal de Búzios (RJ), Sérgio Ferreira, foi preso nesta terça-feira (14) por envolvimento em um esquema de corrupção para realização de festas náuticas. Também foi preso Igenes Lopes Santos Filho ‘Geninho’, ex-coordenador de Trânsito e Transporte de Búzios, atual presidente da CooperBúzios Os mandados foram expedidos pela Justiça depois do ministério público denunciar 4 pessoas, entre os quais os dois presos, por por cobrar entre R$ 1 mil e R$ 3 mil para permitir a realização dos eventos sem a expedição formal de alvará e deixar de fiscalizá-los. Os denunciados respondem pelos crimes de organização criminosa, corrupção e lavagem de dinheiro. As apurações apontaram ao menos 38 episódios em que os atos de corrupção foram praticados. O esquema funcionou, ao menos, entre janeiro de 2021 e março de 2026. Além das prisões preventivas, a Justiça determinou o cumprimento de mandados de busca e apreensão nos endereços dos denunciados. A Justiça decretou, ainda, a suspensão do exercício das funções públicas e o sequestro de bens dos acusados até o limite de R$ 500 mil. O g1 procura a defesa do subsecretário e do coordenador de Trânsito e Transporte de Búzios, mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem. A Prefeitura de Búzios também foi procurada e informou em nota que acompanha a operação realizada nesta terça-feira (14), pelo Ministério Público e pela Polícia Civil. Nota na íntegra A Prefeitura de Armação dos Búzios informa que acompanha a operação realizada nesta terça-feira (14), pelo Ministério Público e pela Polícia Civil, que resultou na prisão do subsecretário de Turismo do município e do ex-coordenador de Trânsito e Transporte e presidente da CooperBúzios. Segundo o Ministério Público, as investigações referem-se a fatos ocorridos entre janeiro de 2021 e março de 2026. Nesse período, o atual subsecretário de Turismo ocupava o cargo de secretário de Ordem Pública do município. A Administração Municipal reafirma seu compromisso com a legalidade, a transparência e o respeito às instituições, e informa que está acompanhando o caso com atenção. A Prefeitura coloca-se à disposição das autoridades competentes para colaborar integralmente com as investigações, fornecendo todas as informações e documentos que venham a ser solicitados, contribuindo para o pleno esclarecimento dos fatos. A Administração Municipal ressalta que confia no trabalho dos órgãos de investigação e no devido processo legal, reafirmando seu compromisso com a ética, a responsabilidade na gestão pública e a defesa do interesse da população de Búzios. Notícia anteriorPróxima notícia Armação dos Búzios RJMP-RJPolícia CivilRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas 14/07/2026 Audiência na Justiça discute alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis 10/07/2026 Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: “Está me causando problema” Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda

TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga

TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga

TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga Decisão confirma ação do MPF e determina recuperação integral da área degradada, além de indenização por dano moral coletivo Por Procuradoria da República no Rio de Janeiro 13/07/2026 Praia em Saquarema | Foto: Prefeitura de Saquarema O Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) manteve, por unanimidade, a condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais causados pela supressão irregular de vegetação de restinga em Área de Preservação Permanente (APP), na orla da Praia da Barrinha-Lagoinha, em Itaúna. A decisão confirma sentença obtida em ação civil pública proposta pelo Ministério Público Federal (MPF), que responsabilizou o município pela degradação ambiental decorrente de obras de urbanização realizadas no local. Pela decisão, ficam mantidas as obrigações de apresentar e executar um plano de recuperação da área degradada, interromper novas intervenções lesivas e pagar R$ 40 mil por danos morais coletivos. Ao rejeitar o recurso do município, a 5ª Turma Especializada do TRF2 reconheceu que o licenciamento ambiental não autorizava a supressão da vegetação de restinga, uma vez que havia condicionantes específicas para intervenções em Área de Preservação Permanente que não foram cumpridas. O colegiado também destacou falhas no procedimento de licenciamento, como ausência de informações técnicas essenciais e inconsistências documentais. O acórdão ressalta ainda que a responsabilidade por danos ambientais é objetiva, baseada na teoria do risco integral. Assim, basta a comprovação do dano e do nexo causal para surgir o dever de reparar integralmente os prejuízos causados ao meio ambiente. Segundo o procurador da República Leandro Mitidieri, responsavel pela ação em primeira instância, “temos uma incessante luta contra o avanço de construções, ocupações, veículos automotores e grandes eventos sobre as restingas de Saquarema”. Proteção A decisão acolheu os argumentos apresentados pelo MPF de que a vegetação suprimida exercia função essencial para a estabilização do cordão arenoso e das dunas frontais, caracterizando Área de Preservação Permanente. O Tribunal também reconheceu a força das provas nos relatórios técnicos e autos de infração do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), que identificaram a supressão irregular de aproximadamente 0,43 hectare de vegetação típica de restinga sem autorização específica do órgão ambiental competente. Segundo o TRF2, o fato de a área já apresentar degradação anterior não afasta a obrigação de recuperação ambiental nem autoriza novas intervenções ilegais. O acórdão também destacou que a continuidade das obras mesmo após decisão liminar que determinava sua suspensão evidenciou desrespeito à tutela ambiental, justificando a condenação por dano moral coletivo. Processo n° 5001192-86.2020.4.02.5108/RJ Notícia anteriorPróxima notícia INEA Instituto Estadual do Meio Ambientemeio ambienteMPF Ministério Público FederalRegião dos Lagos Baixada LitorâneaSaquarema RJTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga 13/07/2026 Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas 14/07/2026 Audiência na Justiça discute alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial

MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial

MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial

MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Magé, obteve decisão judicial que determina a imediata suspensão de todos os atos administrativos relacionados ao concurso público nº 01/2024 do Município de Magé, destinado ao provimento de cargos de professor da rede municipal de ensino. Por MPRJ 13/07/2026 MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial A decisão, proferida pela 1ª Vara Cível da Comarca de Magé, também declarou a nulidade e a ineficácia das convocações, nomeações e posses realizadas após 29 de agosto de 2025, data em que o município foi formalmente informado da decisão do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) que havia suspendido o certame. A medida foi adotada no âmbito da ação cautelar proposta pelo MPRJ, após a Promotoria informar ao Juízo que o município teria descumprido a decisão do TJRJ ao promover 258 nomeações e posses publicadas após a ordem de suspensão do concurso, além de pelo menos 455 convocações temporárias realizadas por meio do Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026. As investigações também identificaram indícios de coincidência entre candidatos aprovados no concurso suspenso e posteriormente contratados temporariamente, o que, segundo o Ministério Público, pode indicar tentativa de contornar os efeitos da decisão judicial e violação aos princípios da legalidade, moralidade e impessoalidade na administração pública. Além disso, foi determinada a quebra dos sigilos bancário e fiscal do Instituto de Avaliação Nacional (IAN), responsável pela organização do concurso, abrangendo os últimos cinco anos, para apuração da destinação dos recursos arrecadados com as inscrições e de eventuais transferências a terceiros. A decisão também determina que o prefeito de Magé apresente, no prazo de dez dias, a relação nominal dos candidatos empossados após a suspensão do concurso, as datas de posse e de entrada em exercício, a lotação de cada servidor, a lista completa dos contratados temporários por meio do Processo Seletivo Simplificado nº 001/2026 e as justificativas administrativas para essas contratações. Notícia anterior Magé RJMP-RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 Rio tem R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação por corrupção 13/07/2026 PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Aluguel de software pode ser excelente negócio se a contratante for a Secretaria de Governo de Nova Iguaçu Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?”

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