Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano

Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano

Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’ Contratada inicialmente em abril de 2022 para fornecer mão de obra de apoio em várias funções à Secretaria de Educação de Petrópolis, na Região Serrana do Rio de Janeiro, a Capital Ambiental Construção e Serviços está sem contrato desde novembro de 2025, o que não a impediu de continuar emitindo faturas e recebendo da Prefeitura. Por Elizeu Pires 16/07/2026 Prefeitura de Petrópolis | Foto: Reprodução Conforme comprovam documentos oficiais, só este ano o Fundo Municipal de Educação pagou a ela a soma de R$ 41,5 milhões com a última transferência sendo feita no dia 22 de junho. Ao todo, de acordo com o sistema que registra as despesa as empenhadas e pagas pela Prefeitura, a empresa – que tem a coleta de lixo como atividade econômica principal e seria ligada ao empresário Fernando Trabach –, recebeu nos últimos cinco anos cerca de R$ 340 milhões do Fundo Municipal de Educação, segundo revela o sistema, que mostra pagamentos no total de R$ 37.889.608,90 em 2022, R$ 76.392.522,64 no ano seguinte, R$ 93.435.268,42 em 2024, R$ 88.610.468,55 em 2025 e R$ 41.500.000,00 este entre janeiro e junho de 2026, o total de exatamente R$ 337.827.868,51. Ação judicial Os pagamentos feitos pelo poder público sem a sustentação de um contrato são classificados como ilegais e é isto que levou o Ministério Público a ajuizar, no última terça-feira (14), na 4ª Vara Cível da Comarca local, uma ação com pedido de antecipação de tutela, para que a Justiça determine à Prefeitura a suspensão imediata dos repasses. Ação é resultado de inquérito civil instaurado pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela (Núcleo Petrópolis). Durante as investigações a Secretaria de Educação alegou que manteve os erviços foi necessária para evitar a paralisação das atividades nas escolas da rede municipal de ensino. “Em síntese, o que se verifica é que o contrato com a citada empresa encontra-se vencido, sem prorrogação, mas que, nada obstante, os pagamentos seguem sendo feitos, gerando uma situação completamente avessa à legalidade”, diz trecho da representação do MP, que além de pedir na Justiça a suspensão dos pagamentos, quer que a Prefeitura realize, em 15 dias, um processo seletivo simplificado para contratação temporária dos pessoal de apoio necessário. Documentos relacionados; Pagamentos – Capital Ambiental, 2022 Pagamentos – Capital Ambiental, 2023 Pagamentos – Capital Ambiental, 2024 Pagamentos – Capital Ambiental, 2025 Pagamentos – Capital Ambiental, 2026 Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJDeputado Federalemenda parlamentarPL Partido LiberalPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano 16/07/2026 Reestruturação na Agerio reduz cargos comissionados e deve economizar mais de R$ 5 milhões 17/07/2026 Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) Presidentes de partidos negam controlar emendas e se distanciam de prática atribuída a Valdemar Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições

Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições

Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições

Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições Em publicação compartilhada por bolsonaristas e até Javier Milei, Marco Rubio culpa “ego” de Lula por tarifaço, ecoando a narrativa de campanha de Flávio Bolsonaro, na primeira interferência direta do governo Trump nas eleições presidenciais no Brasil. Por Plínio Teodoro | Fórum 16/07/2026 Traição a Pátria – Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Marco Rubio e Flávio Bolsonaro (Reprodução/@pfigueiredo08 no X) Principal aliado do clã Bolsonaro dentro do governo Donald Trump, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio revelou em publicação na rede X na madrugada desta quinta-feira (16) que o novo tarifaço, com taxação de 25% sobre produtos brasileiros, é a primeira ação de interferência em prol de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa contra Lula nas eleições presidenciais de outubro. No texto, divulgado pouco depois da meia noite, Rubio diz que “Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé” e credita o tarifaço ao “ego” do presidente brasileiro, ignorando as negociatas que ele próprio conduziu com o clã Bolsonaro. “Hoje, o Presidente Trump determinou que o USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maioria das importações brasileiras. Não haja confusão sobre o motivo: o Presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé”, escreveu, ecoando a narrativa bolsonarista. Em seguida, sem citar os ataques ao Pix – que vem causando prejuízos aos cartões de crédito de bandeira Visa e Mastercard -, Rubio diz que a política econômica brasileira “são ruins para os americanos” e ataca Lula. “Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. No último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso”, diz o secretário de Trump, em claro sinal de interferência nas eleições brasileiras. A publicação foi compartilhada por bolsonaristas como Mario Frias (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), que se encontra foragido nos EUA, e até pelo presidente argentino Javier Milei, alinhado a Trump e ao clã Bolsonaro. Interlocutor no governo Trump Marco Rubio deixou de ser apenas um aliado ideológico do bolsonarismo para se tornar um dos principais interlocutores da família Bolsonaro dentro do governo Donald Trump. Desde que assumiu o Departamento de Estado, o republicano intensificou os contatos com Eduardo Bolsonaro — que passou a atuar em Washington em busca de apoio político e sanções contra autoridades brasileiras — e também abriu canais diretos com Flávio Bolsonaro. A aproximação consolidou um eixo político entre a ala trumpista da Casa Branca e o clã, tendo como pano de fundo a pressão sobre o governo Lula e o discurso de suposta perseguição judicial contra Jair Bolsonaro. A relação ganhou contornos ainda mais sensíveis quando Flávio Bolsonaro se reuniu com integrantes da administração Trump, incluindo o próprio Rubio, poucos dias antes de o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) divulgar a proposta de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros. A cronologia chamou atenção porque o endurecimento comercial veio logo após a ofensiva diplomática do senador nos Estados Unidos, enquanto Eduardo Bolsonaro mantinha uma intensa articulação junto a parlamentares republicanos e integrantes do governo americano. A sucessão dos fatos alimentou questionamentos políticos sobre a sintonia entre a estratégia internacional do clã Bolsonaro e a escalada das pressões de Washington contra o Brasil. O histórico de Rubio ajuda a explicar essa convergência. Um dos principais expoentes da direita conservadora americana, o secretário de Estado compartilha com os Bolsonaro pautas como o combate ao que chama de “ameaça socialista” na América Latina, a defesa de governos alinhados ao trumpismo e críticas ao Judiciário brasileiro. Ao responder publicamente a Flávio Bolsonaro e manter diálogo frequente com Eduardo, Rubio reforçou a percepção de que o clã encontrou em Washington um canal privilegiado para internacionalizar sua disputa política doméstica, justamente no momento em que as tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos voltaram ao centro do tabuleiro geopolítico. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPixPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições 16/07/2026 RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado 15/07/2026 TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas 15/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO)

MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas

MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas

MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas Vereador Magrão Nobre, de Meriti, também foi denunciado. Segundo o MPRJ, os políticos seriam os controladores ocultos de um grupo de empresas que desviou recursos públicos em contratos de R$ 350 milhões, firmados com as prefeituras de Magé e Japeri. Por Francini Augusto e Márcia Brasil | Bom Dia Rio 16/07/2026 O deputado estadual Rafael Nobre e o vereador Júlio Ricardo, o Magrão Nobre — Foto: Reprodução O procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antônio José Campos Moreira, denunciou o deputado estadual Rafael Nobre (União Brasil), o vereador de São João de Meriti Julio Ricardo dos Santos Henriques, o Magrão Nobre (União Brasil), e outras 8 pessoas pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o Tribunal de Justiça do Rio expediu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, incluindo o gabinete do deputado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e a Câmara Municipal de São João de Meriti. Segundo a denúncia, Rafael e Magrão seriam os controladores ocultos de um grupo de empresas utilizado para fraudar licitações e desviar recursos públicos em contratos firmados com as prefeituras de Magé e Japeri, na Baixada Fluminense. A investigação aponta que os Nobre obtiveram cerca de 45 contratos, estimados em R$ 357,9 milhões, para o fornecimento de alimentação para hospitais, escolas e secretarias municipais — mas a ação penal tem como foco 3 desses convênios. Até a última atualização desta reportagem, o MPRJ havia apreendido R$ 21 mil em espécie na casa do deputado e R$ 45 mil na residência do vereador. O advogado Rafael Faria afirmou que Rafael Nobre alegou inocência (veja abaixo). A TV Globo tenta contato com a defesa dos investigados. Um dos casos foi mostrado pelo RJ1 em 2021, e no ano passado o MPRJ cumpriu mandados na investigação. As investigações indicam que empresas atuavam de forma coordenada para simular concorrência em licitações, utilizando “sócios laranjas”, documentos falsos e movimentações financeiras para ocultar a origem dos recursos. Além da condenação dos acusados, o Ministério Público pediu o ressarcimento mínimo de R$ 357,9 milhões aos cofres públicos e a perda dos mandatos dos parlamentares denunciados. Os fatos investigados ocorreram a partir de 2017, período em que Rafael Nobre exercia o mandato de vereador em Nilópolis. Entre as empresas utilizadas no esquema estão a Nutrifoods Refeições, Inovar Comércio e Serviços de Terceirização, King Food Alimentos e J&G Restaurante. O que dizem os envolvidos Nota de Rafael Nobre “A defesa de Rafael Nobre esclarece que as medidas cumpridas nesta data têm natureza exclusivamente investigatória e não há qualquer relação que vincule o parlamentar aos fatos investigados. Sua inocência ficará demonstrada nos autos.” Nota de Magrão Nobre: “A defesa do vereador Magrão Nobre informa que, diante dos fatos divulgados, está tomando todas as providências necessárias para esclarecer a situação com transparência. O parlamentar reafirma que agiu corretamente e confia que a verdade será demonstrada rapidamente. O vereador continua focado em seu trabalho e à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos.” Nota da Alerj “A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) informa que acompanha a operação realizada nesta quinta-feira pelo Ministério Público Estadual. A Casa reforça seu compromisso com a transparência e coloca-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações. A Alerj reitera que atua com austeridade e compromisso com o povo fluminense.” Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualJaperi RJMagé RJMP-RJNilópolis RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão João de Meriti RJUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas 16/07/2026 Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro 15/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas PF diz que Pacheco se reuniu com dono de associação investigada para discutir nomeação de presidente do INSS; senador nega Quem é Didê, administrador de recursos da Cedae preso no RJ TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso

Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso

Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso Pagamento foi interrompido após a perda definitiva do cargo de conselheiro. Condenado como um dos mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes, Brazão estava preso desde março de 2024. Por André Coelho Costa e Gabriel Barreira | RJ2 16/07/2026 Conselheiro do TCE Domingos Brazão presta depoimento no STF nesta terça-feira (22) — Foto: Reprodução Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil líquidos em salários do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) desde que foi preso, em março de 2024, até perder definitivamente o cargo de conselheiro. O pagamento foi interrompido apenas no último dia 9, quando a Corte oficializou a vacância do posto. A informação consta em publicação do Diário Oficial do TCE desta quarta-feira (15), que formalizou a perda do cargo de Brazão quase cinco meses após sua condenação definitiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como um dos mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018. Em fevereiro deste ano, o STF condenou Brazão como um dos mandantes do duplo homicídio. A decisão transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso. Alerj vai escolher o substituto Com a saída definitiva de Brazão, a Assembleia Legislativa (Alerj) será responsável por escolher o novo conselheiro do Tribunal de Contas. A definição, no entanto, deve ficar para agosto. O presidente da Alerj, Douglas Ruas, informou que não pretende convocar sessão extraordinária durante o recesso parlamentar para tratar do assunto. Segundo apurou o RJ2, Ruas aguarda que a Presidência do TCE comunique formalmente a vacância do cargo à Assembleia, procedimento que deve ocorrer apenas após o fim do recesso. Disputa pela vaga A sucessão ocorre em meio a um cenário político delicado para a Assembleia. Nas últimas semanas, operações policiais atingiram parlamentares cotados para ocupar a vaga. Um dos nomes mencionados era o deputado estadual Val Ceasa (PRD), investigado por suspeita de atuar para impedir a demolição de um imóvel conhecido como “resort do tráfico”. Ele afirma que pretende provar sua inocência. Outro nome que perdeu força foi o do ex-secretário estadual Rodrigo Abel. Segundo interlocutores, as investigações envolvendo o ex-governador Cláudio Castro enfraqueceram sua candidatura. O prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli (PL), também admite a aliados que pretende disputar a vaga. Apesar disso, deputados ouvidos pelo RJ2 afirmam que a tendência é de que o próximo conselheiro seja escolhido entre os atuais parlamentares da Alerj. Nos bastidores, os nomes mais lembrados são o deputado Rodrigo Amorim (PL), apontado como favorito entre parlamentares de direita, e Rosenverg Reis (MDB), que reúne apoio de outro grupo político da Assembleia. Até o momento, nenhum parlamentar oficializou candidatura ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualGovernadorItaboraí RJMDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPRD Partido Renovação DemocráticaPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTCE-RJVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso 16/07/2026 MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas 16/07/2026 Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia

RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado

RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado

RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Loterj cobra que RioPag, que tem monopólio de intermediação de pagamentos às bets, devolva dinheiro do estado sob custódia dela Por Demétrio Vecchioli | Metrópoles 15/07/2026 Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro | Redes Sociais O governo do Rio de Janeiro acusa uma empresa de pagamentos que tem entre os acionistas o advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL), de sumir com R$ 20,9 milhões pertencentes ao estado. Uma apuração administrativa da Loteria do Estado do Rio (Loterj) concluiu que a RioPag realiza retenção indevida de recursos públicos e encaminhou o caso à Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ), que o trata como apropriação indébita, que é crime pelo código penal. A verba é relativa a um altamente rentável contrato pelo qual a RioPag tem o monopólio do serviço de processamento de pagamentos de apostas e prêmios no estado. O repasse da porcentagem devida à Loterj está represado desde janeiro de 2025. Quando a nova gestão do governo do Rio pediu o imediato pagamento, em abril, a RioPag alegou que não tem a verba à mão, já que supostamente a investiu em ativos sem liquidez. Até hoje, não explicou onde exatamente está o dinheiro. Ao mesmo tempo, os donos da RioPag montaram uma empresa de recuperação de créditos judiciais, comprando dívidas que há muito tempo são discutidas na Justiça. Em seu site, essa empresa diz que já realizou mais de 200 operações, com 98% de sucesso, mas a coluna só localizou peticionamentos em processos a partir deste ano, e somente em dois casos, um deles por crédito adquirido em fevereiro do escritório de Eugênio Aragão, sócio de Tomaz e ex-ministro da Justiça do governo Dilma (PT) Antes chamada Pixs Cobrança e Serviços em Tecnologia, a agora renomeada RioPag é uma sociedade anônima que pertence à Capital Pretium SA (antes Pix Holding SA), por sua vez administrada por Lidia Mazelli, que atua como administradora profissional para Willer Tomaz, entre outros, na WT, a empresa dona da mansão em Angra dos Reis (RJ) reclamada pelo atacante Richarlison. À coluna, Tomaz confirmou ser um dos acionista do fundo dono da Capital Pretium – consequentemente, da RioPag -, mas não informou o nome do fundo nem quem são seus parceiros no negócio. Também disse defender judicialmente a RioPag através do seu escritório, mas que não responde por ela administrativamente. Ele e Flávio Bolsonaro são amigos próximos. O candidato à presidência disse, na CPI da Pandemia, que outro senador tentava o atingir ao perguntar a testemunhas sobre seu “amigo” Tomaz. Matéria recente do Estadão mostrou que Flávio e família voaram duas vezes em jatinhos com Willer no ano passado, uma delas para ir aos EUA de férias. Monopólio e mina de ouro O monopólio na intermediação de pagamentos entre apostadores e bets, com taxas até 11 vezes mais caras do que as praticadas no mercado,  foi uma decisão da gestão Cláudio Castro (PL), que abriu concorrência para ser vencida por quem oferecesse repassar uma fatia maior do faturamento para o estado. Na época, a Loterj era presidida por Hazenclever Lopes Cançado, que agora está em pré-campanha para deputado federal pelo PL de Flávio Bolsonaro. A RioPag ofereceu 20,000% e venceu graças à eliminação da única concorrente, que ofertou 26,00% e foi desclassificada porque o edital exigia três dígitos depois da vírgula, e a empresa só colocou dois, conforme revelou a Folha em 2024. A RioPag acabou fechando contrato com o compromisso de repassar 26,455% do que arrecadasse à Loterj. O contrato – que custava às bets mais do que o imposto federal – previa que as transferências para a conta do estado acontecessem mensalmente, até o quinto dia útil. Mas, em janeiro de 2025, os repasses fossem suspensos. Naquele momento, a PixBet havia dado um calote nos tributos devidos ao estado e a autarquia solicitou que a RioPag criasse um mecanismo para custodiar o dinheiro devido pelas bets em impostos para evitar que a situação se repetisse. No mesmo documento, sem explicação, pediu a criação de um mecanismo para a RioPag custodiar também o dinheiro do estado, que, em crise financeira, decidiu que não precisava daqueles então R$ 4 milhões por mês. A RioPag respondeu brevemente informando ter realizado “a abertura de subconta no dashboard Riopag, visando o cumprimento de custodiar de imediato os recursos devidos a Loterj”, sem fornecer qualquer outro detalhe sobre como se daria a custódia. Havia a expectativa, a partir daquele mês, de a receita com apostas multiplicar-se no estado, com a homologação das primeiras máquinas de “videoloterias”, simulacros de caça-níqueis operados por empresa ligada a herdeiros da antiga cúpula do Jogo do Bicho – na prática, seria o início da incorporação das máquinas dos bicheiros ao sistema legal, com a RioPag mordendo 1% de cada depósito e 0,5% de cada saque. Estado pede para RioPag liberar o dinheiro Em abril deste ano, já sob a gestão do desembargador Ricardo Couto de Castro, o governo do Rio identificou que não fazia sentido deixar o dinheiro do estado com a RioPag e determinou que os R$ 18,5 milhões então represados deveriam ser transferidos imediatamente. Mas a RioPag nem respondeu. Uma nova notificação foi enviada em 29 de abril, dando prazo improrrogável de 48 horas. Só aí a RioPag começou a se justificar. Disse que a devolução imediata exigiria tempo para conversão de ativos em caixa, pois uma estrutura financeira foi montada pensando em custódia de longo prazo, exatamente o oposto do que previa o contrato. A empresa, que nunca explicou onde colocou o dinheiro, fez então uma proposta: devolveria o saldo acumulado, mas em suaves parcelas, até o final do contrato, em 2029. A Loterj recusou, lembrando que a RioPag declarava reiteradamente que “o recurso ficava à disposição da LOTERJ para transferências imediatas a qualquer momento“. Desde abril, os repasses mensais foram regularizados, mas o saldo acumulado até ali nunca foi pago. No final de maio, a Loterj instaurou um Processo Administrativo Sancionatório (PAS) por inadimplemento grave, citando inclusive o risco de configuração de apropriação indébita, que é crime pelo código penal. Naquele momento, com multas e juros o valor

“Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle

“Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle

“Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle Senador afirmou que não assistiu ao desabafo da ex-primeira-dama para “não se contaminar” Por Raony Salvador | Fórum 15/07/2026 Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Reprodução/Youtube Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou que não mantém mais relação com Michelle Bolsonaro. Em entrevista ao Flow Podcast, o senador e pré-candidato à Presidência afirmou que deixou de conversar com a ex-primeira-dama e que sequer assistiu ao vídeo no qual ela expôs os conflitos entre os dois. “Com toda franqueza, hoje em dia não tenho relação com ela”, declarou. Flávio disse que preferiu não assistir à gravação porque não queria “se contaminar” com o conteúdo. O vídeo de Michelle foi publicado em junho. Nele, a ex-primeira-dama afirmou que havia sido humilhada e maltratada pelo enteado. Flávio chegou a pedir desculpas, mas novos episódios públicos aprofundaram a crise. Dias depois, Michelle deixou o comando do PL Mulher e, em julho, anunciou a criação do movimento político Imparáveis. O rompimento explicita a disputa por espaço e influência dentro do campo bolsonarista. Flávio tenta consolidar sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, enquanto Michelle mantém força própria entre eleitores conservadores e grupos evangélicos. Durante a entrevista, o senador afirmou não entender os motivos das críticas e negou que o conflito faça parte de uma estratégia combinada. Disse também que evitou uma reação mais dura por respeito ao pai, Jair Bolsonaro, e por Michelle ser esposa do ex-presidente. Apesar do afastamento, Flávio afirmou que as portas de sua campanha continuam abertas para Michelle e para qualquer pessoa disposta a apoiá-lo. A declaração, porém, veio acompanhada da admissão de que os dois já não mantêm contato. O senador também falou sobre o filme Dark Horse e confirmou que participou da captação de recursos para a produção. Segundo ele, sua aproximação com Daniel Vorcaro ocorreu antes de o banqueiro se tornar alvo do escândalo envolvendo o Banco Master. Flávio ainda voltou a atacar ministros do Supremo Tribunal Federal e defendeu que o impeachment de Alexandre de Moraes seja uma das principais bandeiras dos candidatos conservadores ao Senado. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle 15/07/2026 Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) 16/07/2026 Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO) 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas

Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas

Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas

Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas Câmara terá dez dias para entregar documentos sobre emendas investigadas pela Polícia Federal Por Raony Salvador | Fórum 15/07/2026 O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) | Ton Molina/Fotoarena/Folhapress O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), passou a conversar reservadamente com líderes partidários para organizar uma reação à decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre as emendas parlamentares. Os contatos ocorrem por telefone e em reuniões individuais. PT e PSOL, porém, dizem não ter sido chamados.Sem a participação de partidos da base governista, a movimentação tem sido interpretada como tentativa de frear as investigações, aprofundando a crise institucional entre os poderes e elevando a pressão sobre o Supremo para conter novos avanços da Corte sobre o controle dessas verbas. As emendas são hoje uma das principais fontes de influência política da presidência da Câmara. Elas ajudam a manter bancadas alinhadas e fortalecem a relação dos deputados com prefeitos e governos estaduais. Motta afirma que vai defender a legalidade dos repasses e demonstrar ao STF que houve transparência. Dino deu prazo de dez dias para que a Câmara apresente todos os documentos relativos às emendas citadas pela Polícia Federal. O material deverá ser entregue de forma individualizada e organizado por repasse. A decisão também determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões em bens do ex-deputado Eduardo Cunha e de R$ 119 milhões ligados ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Ao costurar uma reação sem reunir todas as bancadas, Motta tenta construir uma resposta institucional que está longe de ser consensual. Notícia anteriorPróxima notícia emenda parlamentarPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSOLPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas 15/07/2026 PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC 15/07/2026 Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 PF diz que Pacheco se reuniu com dono de associação investigada para discutir nomeação de presidente do INSS; senador nega RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas

Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia

Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia

Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia Segundo Alexandre de Moraes, ex-deputado recebia privilégios no presídio onde estava no Rio e continuava exercendo influência sobre integrantes do poder público; decisão integra investigação sobre suposto esquema do jogo do bicho. Por Adriana Cruz, Gabriela Moreira e Leslie Leitão | RJ2 15/07/2026 Rodrigo Bacellar na sede da PF no Rio — Foto: Reprodução/TV Globo A transferência do ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) Rodrigo Bacellar para um presídio federal em Mossoró (RN) foi determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), após a investigação apontar que ele continuava tendo acesso a telefones celulares enquanto estava preso no Rio. Segundo Moraes, Bacellar recebia privilégios na unidade prisional e, por meio do uso dos aparelhos, seguia exercendo influência sobre integrantes do poder público fluminense. O ministro é o relator do inquérito que apura um suposto esquema de financiamento ilegal de campanhas eleitorais com recursos do jogo do bicho. A transferência foi determinada no âmbito da quinta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal no início do mês. Bacellar chegou a ir para o presídio federal em Brasília, mas de lá foi transferido novamente para Mossoró. Além de Bacellar, a operação cumpriu mandados de prisão contra o bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho — que já estava preso —, e Márcio Pôncio. A investigação As investigações apontam que o grupo criminoso teria utilizado seis gráficas da Baixada Fluminense e de São Gonçalo para financiar campanhas eleitorais durante as eleições de 2022. De acordo com a PF, os candidatos contratavam material de campanha dessas empresas, mas o pagamento seria feito com recursos da organização ligada ao jogo do bicho, e não pelos próprios políticos. Segundo o inquérito, a principal empresa utilizada no esquema foi a Gráfica Editora Completa. Durante as eleições de 2022, ela atendeu 73 candidatos e movimentou R$ 1,488 milhão, valor oriundo quase integralmente de fundos públicos eleitorais. As empresas investigadas foram alvo de buscas na quinta fase da Operação Unha e Carne. Quatro delas já haviam sido investigadas pela PF em 2022, na Operação Smoke Free, quando Adilsinho teve a prisão decretada. Ainda segundo a investigação, empresas ligadas ao bicheiro mantiveram intensa movimentação financeira com os donos das gráficas. Apenas a Companhia Sulamericana de Tabacos, apontada pela PF como pertencente a Adilsinho, realizou 47 transferências para a Apel Gráfica e Editora, totalizando R$ 1,82 milhão. O sobrinho do contraventor, Bernardo Coutinho Loyola, também teria recebido R$ 300 mil da mesma empresa. Lista com 61 políticos Um dos principais elementos da investigação é uma lista apreendida pela Polícia Federal na mesa de cabeceira de Adilsinho durante a Operação Smoke Free, em 2022. As planilhas traziam os nomes de 61 candidatos das eleições daquele ano, além de valores e anotações como “em espécie” e “no banco”. As quantias registradas ultrapassam R$ 20 milhões. A partir da apreensão desses documentos, a PF passou a investigar a relação entre as gráficas e os políticos citados. Segundo o inquérito, a organização criminosa utilizava sua estrutura financeira como canal para escoar recursos destinados ao financiamento de campanhas eleitorais e ao enriquecimento ilícito de agentes públicos, estabelecendo um vínculo entre a contravenção e a administração pública estadual. Os políticos mencionados nas planilhas não foram alvo da operação deste mês. A investigação está em fase de cruzamento de dados. De acordo com a PF, o confronto entre os manuscritos apreendidos e as prestações de contas apresentadas pelos candidatos à Justiça Eleitoral revelou convergência de informações, reforçando a hipótese de que dinheiro em espécie era injetado nas campanhas de candidatos que, posteriormente, atuariam em defesa dos interesses do grupo criminoso nos poderes Executivo e Legislativo. Apesar de a Operação Unha e Carne ter sido deflagrada no dia 2 deste mês, as defesas dos investigados afirmam que só tiveram acesso à decisão judicial nesta semana. O que dizem os citados A defesa de Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, afirmou que ele nega ser o autor das planilhas apresentadas pela Polícia Federal e diz desconhecer a origem e o conteúdo dos documentos. Segundo os advogados, há “patente divergência” entre o manuscrito apócrifo apreendido e o material apresentado pelos investigadores. A defesa também afirmou que o bicheiro nega qualquer relação com as gráficas investigadas e sustenta que jamais fez pagamentos a agentes públicos ou políticos. A defesa de Rodrigo Bacellar informou que não vai comentar o caso. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) afirmou que não foi comunicada oficialmente sobre a motivação da transferência de Bacellar para um presídio federal. A pasta acrescentou que, durante o período em que ele permaneceu no sistema prisional fluminense, além das revistas de rotina, a Corregedoria-Geral realizou ações sistemáticas no espaço onde ele estava custodiado e que nenhum material irregular foi encontrado. A defesa de Bernardo Loyola afirmou que não teve acesso aos autos e que o “cliente desconhece os pagamentos relacionados pela reportagem”. O g1 não conseguiu contato com as seis gráficas citadas na investigação. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualMossoró RNPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão Gonçalo RJSEAP Secretaria de Estado de Administração PenitenciáriaSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia 15/07/2026 PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar 17/07/2026 Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme 17/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro Reuniões de madrugada, codinomes de heróis, dinheiro vivo: as provas que levaram a PF a indiciar 48 pessoas por fraude no INSS Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões

Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões

Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões Segundo a investigação, anotações apreendidas durante operação contra o bicheiro registram nomes de candidatos, valores, formas de pagamento e levaram a PF a aprofundar a apuração sobre o uso de gráficas para suposto financiamento de campanhas eleitorais. Os 61 políticos citados nas planilhas não foram alvo das buscas realizadas neste mês. Por Gabriela Moreira, Adriana Cruz e Leslie Leitão | RJ2 15/07/2026 Bernardo Coutinho e o tio, Adilsinho em festa no Copacabana Palace — Foto: Reprodução Uma lista encontrada pela Polícia Federal na mesa de cabeceira do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, reúne os nomes de 61 políticos do Rio de Janeiro e registra valores que, somados, ultrapassam R$ 20 milhões. De acordo com a investigação, as anotações podem indicar que candidatos foram beneficiados por recursos provenientes do jogo do bicho durante as eleições de 2022. Os documentos foram apreendidos durante a Operação Smoke Free, deflagrada em 2022, e ganharam novo peso na quinta fase da Operação Unha e Carne, realizada neste mês. A partir das planilhas, a PF passou a investigar a relação entre empresas gráficas contratadas por campanhas eleitorais e o grupo comandado por Adilsinho. Segundo a corporação, os 61 políticos citados nas planilhas não foram alvo das buscas realizadas neste mês. A investigação está em fase de cruzamento de dados para verificar a origem dos recursos e a regularidade das despesas declaradas à Justiça Eleitoral. Gráficas para financiar campanhas Segundo a Polícia Federal, seis empresas gráficas foram utilizadas pelo grupo criminoso para operacionalizar o suposto esquema de financiamento eleitoral: Gráfica Editora Completa; Nova Visual Representações Gráficas; INC Indústrias Gráficas e Editora; Apel Gráfica e Editora; Fast Gráfica e Editora; Paper Color Gráfica e Editora.   A suspeita é de que candidatos contratassem a produção de material de campanha junto às empresas, mas que o pagamento fosse feito pelo grupo ligado ao jogo do bicho, e não pelos próprios políticos. De acordo com o inquérito, a principal empresa utilizada seria a Gráfica Editora Completa.  A PF afirma que, durante as eleições de 2022, ela atendeu 73 candidatos e movimentou mais de R$ 1,4 milhões quase integralmente provenientes de recursos públicos destinados às campanhas. “Durante o pleito eleitoral de 2022, a referida gráfica atendeu a 73 candidatos e movimentou a quantia de R$ 1.488.019,65, oriunda quase em sua totalidade de fundos públicos eleitorais”, dizia um trecho do documento. As empresas foram alvo de mandados de busca e apreensão na quinta fase da Operação Unha e Carne. Quatro delas já haviam sido investigadas pela PF em 2022, durante a Operação Smoke Free, quando Adilsinho teve a prisão decretada. Segundo a investigação, o bicheiro e pessoas de sua confiança mantinham intensa relação financeira com os proprietários dessas empresas. Apenas uma das empresas atribuídas a Adilsinho pela PF, a Companhia Sulamericana de Tabacos, realizou 47 transferências para a Apel Gráfica, totalizando R$ 1,8 milhão, conforme relatórios financeiros analisados pelos investigadores. Já Bernardo Coutinho Loyola, sobrinho de Adilsinho, recebeu R$ 300 mil da mesma empresa. O que a PF descobriu O elo entre as gráficas e os políticos surgiu após a apreensão de duas planilhas manuscritas na mesa de cabeceira de Adilsinho, durante a Operação Smoke Free. Nos documentos aparecem os nomes de 61 candidatos que disputaram as eleições de 2022, acompanhados de valores financeiros e observações indicando duas modalidades de pagamento: “em espécie” e “no banco”. O total registrado ultrapassa R$ 20 milhões. Segundo a PF, foi a partir dessas anotações que a investigação passou a aprofundar a relação entre o grupo criminoso, as empresas gráficas e as campanhas eleitorais. O inquérito sustenta que a estrutura financeira da organização teria sido utilizada para financiar campanhas e favorecer agentes públicos. “O confronto entre os manuscritos apreendidos e as prestações de contas oficiais declaradas ao Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro revelou perfeita convergência de dados, reforçando a hipótese investigativa de que a organização criminosa injetava dinheiro em espécie diretamente nas campanhas de candidatos que, posteriormente, atuavam como defensores dos interesses do grupo nos Poderes Legislativo e Executivo.”, dizia um trecho do inquérito. Entre os documentos analisados pela PF estão as prestações de contas entregues pelos candidatos à Justiça Eleitoral. Segundo os investigadores, os dados encontrados nas planilhas apresentam correspondência com informações declaradas oficialmente, reforçando a hipótese de financiamento ilícito das campanhas. Márcio Pôncio e Rodrigo Bacellar presos A quinta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada no início deste mês, cumpriu três mandados de prisão contra Adilsinho, que já estava preso, o ex-chefe da Polícia Civil Márcio Pôncio e o ex-deputado estadual e ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. Por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), Rodrigo Bacellar foi transferido para um presídio federal em Brasília. Na decisão, Moraes afirmou que, mesmo preso no sistema penitenciário do Rio de Janeiro, Bacellar estaria recebendo privilégios, incluindo acesso a telefones celulares, o que permitiria que continuasse exercendo influência sobre integrantes do poder público estadual. As defesas afirmam que só tiveram acesso à decisão judicial nesta semana, embora a operação tenha sido deflagrada no início do mês. O que dizem os citados A defesa de Rodrigo Bacellar informou que não irá comentar o caso. Os advogados de defesa de Bernardo Loyola informaram que não tiveram acesso aos autos e que o cliente desconhece os pagamentos relacionados pela reportagem. A Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap) afirmou que não foi comunicada oficialmente sobre os motivos da transferência de Bacellar para o sistema penitenciário federal. A pasta acrescentou que, durante o período em que ele permaneceu preso no Rio de Janeiro, foram realizadas revistas de rotina e ações sistemáticas da Corregedoria-Geral, sem que fosse localizado qualquer material irregular. Até a publicação desta reportagem, os demais citados na investigação não haviam se manifestado. Notícia anterior ALERJDeputado EstadualPolícia CivilPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal FederalTRE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões 15/07/2026 Dino determina que presidentes dos 21 partidos do Congresso expliquem se

PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC

PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC

PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC Conselho Nacional de Direitos Humanos pede investigação contra Jorginho Mello (PL) após vídeo mostrar o político ofendendo manifestantes Por Glauco Faria | Fórum 15/07/2026 Jorginho Mello, governador de Santa Catarina – Jorginho Mello, governador de Santa Catarina – Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil O Conselho Nacional de Direitos Humanos (CNDH) acionou a Procuradoria-Geral da República (PGR) para que o governador de Santa Catarina, o bolsonarista Jorginho Mello (PL), seja investigado e responsabilizado por xingar integrantes do povo Xokleng durante visita às obras da Barragem Norte, no município de José Boiteux, na semana passada. Gravadas em vídeo, as ofensas foram proferidas enquanto o governador concedia entrevista a uma emissora de televisão. Ele se voltou para um grupo de indígenas que protestavam no local e os xingou. Em seguida, ao encerrar a entrevista, uma mulher o questionou sobre ter dito que “está tudo sob controle”. Mello respondeu: “A senhora não quer ir à merda?”. Ela se identificou como cacique e exigiu respeito. Ele retrucou: “E eu com isso?”. Dignidade e honra coletiva Para o CNDH, vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos do governo federal, o episódio “atingiu diretamente uma liderança tradicional e, em sua dimensão pública, alcançou a dignidade e a honra coletiva do povo Xokleng.” A presidenta do conselho, Ivana Leal, afirmou que “as ofensas dirigidas ao povo Xokleng durante uma agenda oficial não podem ser tratadas como um episódio isolado” e que é necessário adotar medidas de responsabilização e não repetição. Histórico de conflitos A Barragem Norte está localizada dentro da Terra Indígena Laklãnõ Xokleng, e seu fechamento pode inundar parte do território. O povo Xokleng reivindica a demarcação de um território de aproximadamente 37 mil hectares e atualmente vive em uma área de 14 mil. Em acordo judicial que envolveu União e governo estadual, Santa Catarina assumiu contrapartidas, entre elas, a construção de casas para as famílias do local. Os indígenas afirmam que as promessas não foram cumpridas. O governo de Jorginho Mello negou qualquer irregularidade, afirmou que foi “a primeira gestão em três décadas” a avançar na manutenção da barragem e disse que o grupo se aproximou “com reivindicações que incluem pautas de responsabilidade federal”. Pré-candidato à reeleição e apoiado por Flávio Bolsonaro, Mello não comentou publicamente os xingamentos. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido Liberal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC 15/07/2026 Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia 15/07/2026 PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar 17/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO)

Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro

Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro

Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro Os advogados afirmaram ao STF que Bolsonaro “jamais soube que a carta seria publicizada” pelo seu filho Flávio fez nas redes sociais Por Manoela Alcântara | Metrópoles 15/07/2026 Jair Bolsonaro | BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), deu cinco dias para a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar sobre afirmação da defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de que ele “jamais soube” que a carta divulgada por Flávio Bolsonaro (PL) seria publicada nas redes sociais. A argumentação da defesa ocorreu nesta quarta-feira (15/7) depois de o ministro Alexandre de Moraes determinar explicações sobre suposta violação de cautelar após a veiculação de um manuscrito em que Bolsonaro manifesta seu apoio à pré-candidatura do filho ao Palácio do Planalto. No texto, os advogados afirmam que o ex-presidente segue fielmente as cautelares a ele impostas e que “jamais buscou terceiros para contornar restrições”. “A defesa esclarece, objetivamente, que o peticionário jamais soube que a carta seria publicizada, tampouco houve qualquer orientação, ajuste ou combinação prévia acerca da utilização de redes sociais para esse fim”, diz um trecho do documento. Segundo os advogados de Bolsonaro, a “referência” usada por Flávio na carta “não corresponde a circunstância previamente conhecida” pelo ex-presidente. “A referência feita pelo senador Flávio Nantes Bolsonaro durante a leitura do documento traduz manifestação por ele proferida e não corresponde a circunstância previamente conhecida pelo peticionário. A circunstância de a carta ter sido posteriormente divulgada em redes sociais decorreu de decisão adotada sem que houvesse prévia ciência do peticionário”, argumenta a defesa. Agora, a PGR se manifestará sobre o argumento da defesa e se vê descmprimenro de cautelar por Jair Bolsonaro. Suspensão das visitas de Flávio a Bolsonaro Moraes havia dado 48 horas para que a defesa esclarecesse a divulgação de uma carta escrita pelo ex-presidente. Além disso, o ministro do STF suspendeu as visitas do senador Flávio Bolsonaro (PL) ao pai por 90 dias. No sábado (11/7), Flávio divulgou nas redes sociais uma carta, escrita por Bolsonaro, em que o ex-presidente reafirma o apoio ao filho mais velho na disputa pela Presidência da República, na eleição de outubro. Ao suspender o contato do senador com o pai e pedir explicações, Moraes lembrou que, ao conceder prisão domiciliar temporária para Bolsonaro, em 24 de março de 2026, determinou, entre outras medidas, a proibição de utilização de redes sociais, diretamente ou por intermédio de terceiros. O ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a 27 anos e 3 meses de prisão por liderar uma tentativa de golpe de Estado. Em março deste ano, ele passou a cumprir a pena em prisão domiciliar. Leia a íntegra da carta escrita por Bolsonaro “Brasília, 11 de julho de 2026. Carta aos brasileiros Saudoso do contato com o povo, ao qual devo lealdade, escrevo num momento de decisão para o futuro de todos nós. O momento é de arregaçar as mangas, deixarmos de lado as possíveis diferenças e cada um se empenhar pelo nosso pré-candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro, a melhor opção para livrarmos o Brasil da corrupção, da violência e do empobrecimento. Meu pré-candidato, creio que o seu também, meu porta-voz, no qual confio para resgatar o Brasil e nos conduzir para a paz e a prosperidade. Um afetuoso abraço a todos, na certeza de que, juntos, tudo faremos pela nossa pátria. Deus, pátria, família e liberdade.  Jair Bolsonaro” Notícia anteriorPróxima notícia PGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro 15/07/2026 Defesa diz que Bolsonaro ‘jamais soube’ que Flávio divulgaria carta em apoio a pré-candidatura 15/07/2026 Pesquisa interna do PL desanima grupo de Flávio Bolsonaro no Rio  15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana

TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF

TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF

TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF Segundo as regras atuais, o teto para o funcionalismo público é de 46 mil reais Por Maiara Marinho | Carta Capital 15/07/2026 Plenário do TCU | Foto: Samuel Figueira/TCU O Tribunal de Contas da União concluiu nesta quarta-feira 15 que a remuneração relativa ao cargo efetivo e aquela decorrente do exercício de função de confiança ou cargo em comissão têm de ser consideradas em separado para calcular a incidência do teto constitucional. Trata-se, na prática, de uma decisão que abre caminho para penduricalhos. Atualmente, o teto para o funcionalismo público é de 46 mil reais. Em março, no entanto, o Supremo Tribunal Federal autorizou o pagamento de verbas adicionais – os chamados penduricalhos – a integrantes do Judiciário e do Ministério Público, cujos salários podem chegar a 78 mil reais. A representação analisada pelo TCU partiu do Sindicato dos Servidores do Poder Legislativo Federal e do Tribunal de Contas da União. A entidade alegou haver irregularidade na forma como o teto incide sobre os valores recebidos por servidores que exercem funções de confiança e cargos de comissão no próprio TCU, na Câmara dos Deputados e no Senado.  Segundo o Sindilegis, a nova regra do STF absorve o salário de servidores, já que a atual regra impede o recebimento de valores acima do teto de 46 mil reais. Assim, se um profissional que subiu na carreira e atingiu um alto salário receber uma promoção e a gratificação extrapolar o teto, os vencimentos serão cortados. A entidade alega que a medida resulta na “prestação de trabalho adicional sem contraprestação financeira efetiva, o que configuraria distorção de natureza jurídico-administrativa, com possíveis implicações quanto à vedação ao trabalho gratuito, ao enriquecimento sem causa da Administração e à observância dos princípios da legalidade, moralidade e eficiência”. O ministro Walton Alencar Rodrigues, relator da representação, votou por rejeitar o pedido. Prevaleceu, porém, o entendimento de Jorge Oliveira, Vital do Rêgo, Augusto Nardes, Bruno Dantas, Antonio Anastasia, Jhonatan de Jesus, Odair Cunha e do ministro-substituto Marcos Bemquerer Costa, que concordaram com a solicitação. Para a corrente majoritária, a decisão busca evitar o desestímulo a funções “estratégicas de liderança”. Além disso, os ministros aceitaram o argumento de que o teto atual resulta em uma “prestação de trabalho adicional”, o que equivaleria a serviço gratuito. A decisão considerou ainda a “evolução jurisprudencial” promovida pelo STF ao ampliar e permitir o pagamento de verbas indenizatórias acima do teto previsto na Constituição para integrantes do Judiciário do MP. Por fim, os ministros citaram que o impacto financeiro estimado seria de 0,09% da folha de pagamentos de servidores ativos da União, o equivalente a 211 milhões de reais a mais por ano. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalSTF Supremo Tribunal FederalTCU Tribunal de Contas da União Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF 15/07/2026 Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’ 15/07/2026 Pré-candidato a presidente pelo PRTB é réu na Justiça Eleitoral de SP por violência política e associação criminosa 15/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’ Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo

logo-politicaria-7-vazado

As consequências do seu voto

© 2026 Criado por AquiTem! Internet