Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões

Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões Como se estivessem antecipando uma disputa eleitoral que só deveria acontecer em 2028, ano em que ocorrerão as eleições municipais, oposicionistas que sempre ignoraram as ações questionáveis verificadas na gestão do ex-prefeito Marcelino da Farmácia – inclusive batendo palma para tudo na Câmara de Vereadores – estão olhando com lupa os atos da atual gestão, o que é extremamente saudável. Por Elizeu Pires 17/07/2026 Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões | Reprodução Só que, ao que parece, teriam esquecido, por exemplo, que, em setembro de 2025, o Ministério Público ajuizou uma ação civil pública contra o ex-prefeito e a empresa Terrapleno Terraplanagem e Construção, após identificar superfaturamentos de mais de R$ 3,1 milhões em contratos emergenciais firmados entre 2018 e 2020. A ação foi movida pela 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva (Núcleo Macaé), por ato de improbidade administrativa atribuído ao ex-prefeito e à empresa. Para garantir o ressarcimento dos danos aos cofres públicos o MP requereu a indisponibilidade de bens dos dois réus, a suspensão dos direitos políticos do ex-prefeito e a proibição de a empresa contratar com o poder público. Segundo o MP, houve dispensa indevida de licitação na contratação da empresa para serviços de manutenção de vias da cidade, além de diversas inconsistências na execução. A Promotoria apontou a “ausência de detalhamento nos memoriais descritivos adotados, duplicidade de serviços, uso de equipamentos incompatíveis com os especificados no orçamento e composições de preços que não refletiam a realidade do serviço executado”. No entendimento do Ministério Público, por ser ordenador de despesas e responsável pela aplicação de recursos públicos na época das contratações, o então prefeito tinha “o dever de zelar pela boa gestão da coisa pública e de não praticar atos em desacordo com os princípios que regem a probidade administrativa”. Conforme apurado pelo MP a empresa Terrapleno teria se beneficiado diretamente de superfaturamento no valor atualizado de R$ 3,15 milhões. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPrefeitoPV Partido VerdeRegião dos Lagos Baixada LitorâneaRio das Ostras RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões 17/07/2026 Cabo Frio: Empresa com contrato sob investigação teria atuado no município com dois CNPJs diferentes, segundo apontam documentos oficiais 15/07/2026 Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) Carta: Moraes dá 5 dias para PGR opinar sobre defesa de Bolsonaro Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação
Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai

Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai Empresa faz “gestão política, incluindo atividades de relacionamento com filiados, cadastramento de novos integrantes da legenda, orientação partidária e gestão política” Por Lázaro Thor e Pablo Rodrigo | ICL Notícias 17/07/2026 O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), utilizou dinheiro do fundo eleitoral para pagar a empresa que pertence ao seu pai, a Moumers e Moumers Consultoria Ltda., entre 2024 e 2026. Manoel Abilio Moumer Ribeiro, o pai do prefeito, recebeu R$ 168 mil do Diretório Estadual do Partido Liberal em Mato Grosso através da empresa. A Moumers Consultoria foi criada em janeiro de 2024 e passou a prestar serviços para o PL em março do mesmo ano. Segundo as notas fiscais emitidas, a empresa presta serviços de “gestão política, incluindo atividades de relacionamento com filiados, cadastramento de novos integrantes da legenda, orientação partidária e gestão política”. A maioria das notas fiscais foram emitidas seguindo um padrão sequencial da nota fiscal número 1 até a nota fiscal número 23, o que indica probabilidade de que o PL seria o principal cliente oficial da empresa do pai de Abilio. Os pagamentos à empresa de Manoel Abilio Moumer somaram R$ 77 mil em 2024, R$ 84 mil em 2025 e mais R$ 7 mil em 2026. Abilio não é o único que usou o PL para contratar parentes. O presidente estadual da sigla, Ananias Filho, atual secretário de Governo do prefeito, contratou a empresa denominada D’Moura & Lanhes Sociedade de Advogados, que tem como sócio o advogado Gilmar D’Moura, seu irmão. D’Moura & Lanhes recebeu R$ 545 mil entre 2024 e junho deste ano por serviços técnico-profissionais de consultoria jurídica. Foram R$ 252 mil em 2024, R$ 272 mil em 2025 e outros R$ 21 mil em 2026, até o fechamento parcial das contas. Os pagamentos aparecem nas prestações de contas em um período em que o PL de Mato Grosso recebeu mais de R$ 7 milhões em recursos do Fundo Partidário. Entre 2024 e junho de 2026, a legenda arrecadou R$ 6.958.375,70, dos quais a maior parte teve origem na Direção Nacional do partido. Enquanto o PL transferia dinheiro do fundo partidário para parentes dos políticos bolsonaristas de Mato Grosso, o partido deixava de cumprir com regras de incentivo a participação de mulheres e de negros na política. Em decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) de abril deste ano ficou determinado que o PL recolha R$ 15 mil ao Tesouro Nacional e transfira R$ 68 mil em conta específica destinada à promoção e difusão da participação política das mulheres, em razão de não ter feito os investimentos suficientes nesta área determinados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Em decisão de abril deste ano do TSE, o PL de Mato Grosso também foi condenado a devolver R$ 194 mil por não aplicar recursos mínimos do fundo partidário em candidaturas negras nas eleições de 2024. Outro lado A reportagem procurou o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e sua assessoria de imprensa. Em nota, a assessoria respondeu o seguinte: “A respeito dos questionamentos, esclarecemos que o senhor Manoel Abílio Moumer Ribeiro presta serviços ao Diretório Estadual do PL de Mato Grosso na condição de pessoa jurídica (PJ), com atuação regular e cumprimento das atividades para as quais foi contratado desde 2024. Os valores mencionados na reportagem não correspondem a um pagamento único, mas ao somatório das remunerações referentes a mais de dois anos de prestação de serviços, devidamente formalizadas por meio da emissão das respectivas notas fiscais. Não há qualquer irregularidade na contratação ou nos pagamentos realizados. O senhor Manoel Abílio exerce suas atividades de forma efetiva, cumpre as atribuições contratadas e é remunerado pelos serviços prestados, conforme previsto na modalidade de contratação adotada”. A reportagem do ICL Notícias procurou entrou em contato com o presidente estadual do PL, Ananias Filho, que afirmou que o pai do prefeito presta serviços partidários desde 2024 e que não há impedimento em sua contratação. “Ele presta serviço diariamente dentro do PL. Ele auxilia a presidência em várias ações, incluindo viagens”, disse. O pai do prefeito, Manoel Moumer, também foi procurado, mas não respondeu à solicitação. Notícia anterior Cuiabá MTFundo PartidárioPL Partido LiberalPrefeitoTRE-MTTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026 “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle 15/07/2026 Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga A obra sem fim de Tarcísio no ABC Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara
Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme

Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme Município onde deputado faria vistorias técnicas informou não ter registros da presença dele em eventos Por Amanda Audi | Agência Pública 17/07/2026 Jim Caviezel, intérprete; Mario Frias, ator e produtor; e Cyrus Nowrasteh, diretor de “Dark Horse” – Foto: Reprodução/Redes Sociais Mario Frias Em 21 de outubro de 2025, aconteceu uma das gravações do filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro. A locação foi o Hospital Indianópolis, em São Paulo, para cenas no corredor da UTI. Segundo o documento com informações da diária, obtido pela Agência Pública, contendo todos os integrantes da equipe no dia, o deputado federal Mário Luís Frias (PL-SP) aparece como “produtor executivo”. Neste mesmo dia, 21 de outubro, Frias informou à Câmara dos Deputados que estaria mesmo em São Paulo, mas com outro objetivo que não o filme: iria começar uma viagem oficial para “participar em debates sobre implantação de escolas cívico-militares”. A missão teria duração de três dias, entre 21 e 23 de outubro, enquanto ocorriam as gravações de Dark Horse. No entanto, não há registro nas redes sociais do deputado e nem fontes abertas que ele tenha participado de debates sobre o tema naqueles dias. Durante o período das filmagens, entre outubro e dezembro de 2025, Frias foi autorizado pela Câmara a realizar três viagens oficiais, segundo informações obtidas pela Agência Pública via Lei de Acesso à Informação. Entre 29 e 31 de outubro, ele informou que viajaria à Itirapina, no estado de São Paulo, para “vistorias técnicas em equipamentos esportivos”. No entanto, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do município informou, em nota, que “não possui registros ou relatório oficial contendo informações sobre eventual vistoria, inspeção ou agenda realizada pelo deputado federal Mário Frias no período mencionado”. Outra missão informada à Câmara pelo deputado teria sido à São Caetano do Sul, também em São Paulo, para realizar “vistorias técnicas nas Unidades Culturais do Município” entre 3 e 6 de novembro do mesmo ano. A prefeitura de São Caetano do Sul não respondeu se o deputado cumpriu a visita. Não encontramos registros dela nas páginas e redes oficiais do município. Apesar de Frias ser bastante ativo nas redes sociais, também não identificamos nenhum registro dessas atividades em suas páginas. As viagens oficiais se concentraram em um intervalo de 17 dias, todas dentro do estado de São Paulo, onde ocorreram boa parte das gravações do filme. Segundo a Câmara, elas não tiveram custos aos cofres públicos. Nos dias 22, 29 e 30 de outubro e 3 e 4 de novembro houve sessões de votação na Câmara. A ausência de Frias foi justificada por ele estar em missão autorizada. Uma pessoa que participou da gravação de Dark Horse disse à Pública que costumava ver Frias no set, mas não lembra exatamente das datas. Segundo a Folha de S.Paulo, fontes que trabalharam no longa afirmaram que ele esteve presente “praticamente todo dia” durante a produção. Ainda de acordo com a reportagem, em pelo menos uma ocasião, em 25 de novembro, ele foi escalado como ator no longa no mesmo dia em que registrou presença no plenário da Câmara, em Brasília. Frias foi procurado para falar sobre as missões oficiais e a presença nas gravações do filme, mas não retornou até a publicação desta reportagem. Mário Frias é o autor da história original que deu origem ao filme. A Pública já mostrou que os laços do político com Karina da Gama, sócia da Go Up Entertainment, que produziu o filme, remontam a 2022. Ela e o então marido participaram de reuniões com Frias enquanto ele era secretário da Cultura da gestão Bolsonaro em quatro ocasiões naquele ano. Em 2023, já como deputado federal, Frias manteve contrato de prestação de serviço com uma empresa do ex-marido de Gama. Ele também foi responsável por dois convênios com entidades ligadas à Gama via emenda parlamentar assinados em 2024: o Instituto Conhecer Brasil recebeu R$ 1 milhão via Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para uma ação de letramento digital e R$ 1 milhão para implantar o Projeto Lutando Pela Vida, de artes marciais, no estado de São Paulo. Os contratos seguem vigentes. Em maio deste ano, outra missão oficial comunicada por Frias à Câmara chamou a atenção do Supremo Tribunal Federal (STF). Oficiais de Justiça tentaram notificar o deputado sobre uma ação que apura o repasse de emendas parlamentares a organizações ligadas à produção de Dark Horse, mas descobriram que ele estava fora do Brasil. Segundo ofício apresentado à Câmara, Frias passou pelo Bahrein, para discutir oportunidades de investimento, e em Dallas, nos Estados Unidos, a convite do grupo bolsonarista Yes Brazil USA, como a Pública mostrou. Na época, a Câmara informou que o deputado fez as viagens antes de receber autorização. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalItirapina SPLei de Acesso à Informação LAIPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSão Caetano do Sul SPSão Paulo SPSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme 17/07/2026 Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026 “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC
Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE

Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE Documento protocolado por vereador aponta sucessivos aditivos, três contratos para conclusão da unidade e pede auditoria do Tribunal de Contas do Estado. Governo do Estado diz que hospital será entregue em outubro. Por Nathalia Rebello | g1 17/07/2026 Obra do Hospital de Oncologia de Friburgo atrasa 14 anos — Foto: Divulgação Governo do Estado do Rio de Janeiro Nova Friburgo – A construção do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, acumula cerca de 14 anos entre o lançamento do projeto e a previsão de entrega da unidade, além de ter aumentado aproximadamente 27% no custo estimado. As informações constam em uma representação encaminhada pelo vereador carioca Pedro Duarte (PSD) ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ), que pede a realização de uma auditoria para apurar possíveis irregularidades na execução da obra. Segundo o Governo do Estado o hospital será entregue em outubro de 2026 (veja a nota ao final desta matéria). O documento aponta indícios de falhas de planejamento, sucessivos atrasos, alterações contratuais e possível uso de um novo contrato para corrigir problemas da etapa anterior. Segundo o levantamento, o primeiro investimento para implantação da unidade foi anunciado em 2012, com previsão de entrega em 2014. Desde o início do projeto, a obra já passou por três contratos com empresas diferentes. “Estamos levando essa representação ao Tribunal de Contas porque entendemos que é preciso esclarecer por que uma obra tão importante levou tantos anos para ser concluída e teve tantos aditivos e mudanças contratuais”, afirmou o vereador Pedro Duarte. De acordo com a representação, o contrato firmado em 2022 para a conclusão da unidade previa prazo de execução de 365 dias. A obra, porém, recebeu oito termos aditivos e teve o cronograma ampliado para 1.275 dias, um acréscimo de 910 dias em relação ao prazo inicial. O valor do contrato também aumentou de R$ 50,6 milhões para cerca de R$ 62,3 milhões. Ainda conforme o documento, antes mesmo do encerramento formal desse contrato, o Estado assinou um novo acordo, em 2025, para executar uma reforma complementar no hospital. O segundo contrato também recebeu quatro aditivos, ampliando o prazo de execução de 180 para 420 dias e elevando o valor previsto de R$ 8,7 milhões para R$ 11,2 milhões. A representação questiona uma cláusula do novo contrato que prevê compartilhamento de riscos para eventuais correções de itens não executados ou realizados com falhas na etapa anterior. Segundo o documento, isso pode ter transferido ao poder público custos que deveriam ser assumidos pela empresa responsável pela obra original. Outro ponto levantado é que o pedido de emissão do atestado de execução da obra pela empresa contratada teria sido apresentado com divergência entre com o previsto no contrato, situação que, segundo a representação, impediria o encerramento formal regular da obra. Ao final, o vereador solicita que o TCE realize uma inspeção extraordinária ou auditoria integrada nos contratos, apure os motivos dos atrasos, investigue a legalidade do segundo contrato e suspenda a emissão definitiva do atestado de execução da obra até a conclusão das investigações. O que diz o Estado Em nota, o Governo do Estado informou que as obras do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo estão em fase de aceite definitivo, com previsão de entrega para outubro. Segundo o governo, atualmente estão sendo realizados os últimos acabamentos na unidade, além da instalação do sistema de ar-condicionado. A administração estadual afirmou que o prazo foi ampliado para permitir ajustes na obra, dentro das regras previstas em contrato. Ainda de acordo com a nota, após a conclusão dessas etapas, o hospital iniciará os atendimentos à população, seguindo o cronograma técnico de implantação e operacionalização da unidade. O g1 também questionou o Estado sobre os apontamentos feitos na representação encaminhada ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), como os sucessivos aditivos contratuais, o aumento dos custos da obra e as possíveis irregularidades levantadas no documento. Esses questionamentos não foram respondidos até a última atualização desta reportagem. A Prefeitura de Nova Friburgo também foi procurada para informar se acompanha o andamento da obra junto ao Governo do Estado e qual avaliação faz dos sucessivos adiamentos na entrega da unidade, mas ainda não havia se manifestado. Notícia anteriorPróxima notícia Nova Friburgo RJPSD Partido Social DemocráticoRegião Serrana e Centro Sul FluminenseTCE-RJVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE 17/07/2026 ‘Até agora, nada’: ex-vereador denúncia abandono de paciente no pronto-socorro em Rio das Ostras 13/07/2026 Justiça nega liminar contra decisão do TCE sobre contas da ex-prefeita de Araruama 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dino chama de “excêntrica” indicação de emenda por quem não é parlamentar Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões Mercadão de emendas abre novos negócios para políticos sem mandato Defesa diz que Bolsonaro ‘jamais soube’ que Flávio divulgaria carta em apoio a pré-candidatura TCE oficializa perda de cargo de Domingos Brazão seis meses após condenação por morte de Marielle
Falta de transparência impede que se saiba quanto empresa sem contrato vinha recebendo por cada trabalhador terceirizado lotado na Educação de Petrópolis

Falta de transparência impede que se saiba quanto empresa sem contrato vinha recebendo por cada trabalhador terceirizado lotado na Educação de Petrópolis Entre maio de 2022 e junho de 2026 a empresa Capital Ambiental Construção e Serviços recebeu cerca de R$ 340 milhões dos cofres da Prefeitura de Petrópolis, prestando serviços bem distintos de sua principal atividade econômica, que é a coleta de resíduos sólidos, no português claro, recolhimento de lixo. Por Elizeu Pires 17/07/2026 Falta de transparência impede que se saiba quanto empresa sem contrato vinha recebendo por cada trabalhador terceirizado lotado na Educação de Petrópolis Mesmo sem contrato desde novembro de 2025, a empresa já recebeu, este ano, R$ 41,5 milhão via Fundo Municipal de Educação de Petrópolis, tendo a última transferência sido feita no dia 22 de junho, pela alocação de mão de obra terceirizada em várias funções. Entretanto, não dá para saber, por exemplo, quanto custa por mês aos cofres da municipalidade um auxiliar de serviços gerais terceirizado, já que o último contrato firmado com a Prefeitura não revela os salários, muito menos o valor pago à empresa por cada posto de trabalho contratado. Pelo que está no contrato 03-2024, que venceu em novembro de 2025, a empresa de coleta de lixo receberia em 12 meses a soma de R$107.365.886,76 pela alocação de 1.932 postos de trabalho nas funções de auxiliar de serviços gerais (306), auxiliar de desenvolvimento infantil (537), cozinheiro (376), auxiliar de secretaria (110), inspetor (180), intérprete de libras (2), cuidador escolar (281), vigia (15), motorista (63), monitor (44), nutricionista (15), engenheiro (1) e arquiteto (2). Conforme foi revelado na matéria Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano, o Ministério Público, a partir e um inquérito civil instaurado pela 2ª Promotoria de Justiça de Tutela (Núcleo Petrópolis), ajuizou, na 4ª Vara Cível da Comarca local, uma ação com pedido de antecipação de tutela, para que a Justiça determine à Prefeitura a suspensão imediata dos repasses à empresa. Na ação o Ministério Público cita que “o contrato com a citada empresa encontra-se vencido, sem prorrogação, mas que, nada obstante, os pagamentos seguem sendo feitos, gerando uma situação completamente avessa à legalidade”. Documento relacionado: Contrato 03-2024 Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Falta de transparência impede que se saiba quanto empresa sem contrato vinha recebendo por cada trabalhador terceirizado lotado na Educação de Petrópolis 17/07/2026 Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões 17/07/2026 Cabo Frio: Empresa com contrato sob investigação teria atuado no município com dois CNPJs diferentes, segundo apontam documentos oficiais 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado
PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar

PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar Segundo a PF, os elementos reforçam a suspeita de uma relação entre Bacellar e o grupo do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho. Por Gabriela Moreira, Adriana Cruz e Leslie Leitão | RJ2 17/07/2026 Segundo a PF, o principal elo entre Bacellar e o grupo de Adilsinho é um Mercedes-Benz blindado encontrado na casa do ex-presidente da Alerj — Foto: Reprodução Relatório da Polícia Federal aponta que um carro de luxo encontrado na casa do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar e o uso de um jatinho por integrantes da família dele fazem parte de um conjunto de indícios de supostas vantagens colocadas à disposição do político por pessoas e empresas ligadas ao grupo investigado na 5ª fase da Operação Unha e Carne. Segundo a PF, os elementos reforçam a suspeita de uma relação entre Bacellar e o grupo do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, apontado pelos investigadores como líder de uma organização criminosa que atuava em esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro e financiamento de agentes públicos. Um dos episódios destacados pela investigação envolve uma Mercedes-Benz GLE 400 blindada encontrada na residência de Bacellar, em Teresópolis, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em dezembro do ano passado. De acordo com o relatório, quando os policiais chegaram ao imóvel, o veículo estava estacionado na garagem e o caseiro informou que o automóvel seria “da casa”. Ao consultar os registros do Detran, porém, a PF verificou que o carro estava registrado em nome da Race Car Automóveis Ltda, uma empresa pertencente a Igor Alexandre Pelaes Rodrigues, filho do empresário Marcos Alexandre Barros Rodrigues. Segundo a investigação, Marcos Alexandre é ligado a seis empresas apontadas como utilizadas pelo grupo de Adilsinho para movimentar recursos e abastecer financeiramente agentes políticos. A Polícia Federal também afirma que, sete dias após a deflagração da Operação Unha e Carne, houve uma alteração societária Race Car. Para os investigadores, a mudança teve o objetivo de desvincular o veículo apreendido com Bacellar dos operadores financeiros do grupo, o que é tratado no relatório como um possível ato de obstrução da Justiça e destruição de provas. Viagens em aeronaves Outro ponto destacado pela investigação é o suposto uso de aeronaves colocadas à disposição de Bacellar e de familiares. Segundo a PF, uma das aeronaves foi utilizada pela esposa do então presidente da Alerj em uma viagem que partiu do Aeroporto de Jacarepaguá. O RJ2 apurou que, naquele dia, o avião registrou plano de voo com saída do Rio de Janeiro para Campos dos Goytacazes, retornando à capital fluminense no mesmo dia. A aeronave pertence à empresa GPC Soluções em Saúde Ltda. De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião não possui autorização para operar serviço de táxi aéreo. A investigação aponta ainda que a empresa mantém três contratos com a Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro, todos firmados por dispensa de licitação, que somam R$ 60,3 milhões. Para a Polícia Federal, a disponibilização de uma aeronave para uso privado da família do então presidente da Alerj por uma empresa que recebe recursos públicos estaduais representa um “elemento indiciário relevante” de possível recebimento de vantagem indevida, conflito de interesses e ocultação de benefício econômico. Ligação com grupo investigado Os dois episódios — o carro de luxo encontrado na residência de Bacellar e o uso da aeronave — são apresentados pela PF como parte do conjunto de elementos que, segundo os investigadores, demonstram a influência do grupo de Adilsinho sobre agentes públicos e a concessão de benefícios a pessoas ligadas ao esquema. A investigação sustenta que empresários próximos ao bicheiro utilizavam empresas e patrimônio para atender interesses da organização criminosa, inclusive por meio da oferta de bens e serviços de alto valor. O que diz a defesa A defesa de Rodrigo Bacellar afirmou que “está cabalmente demonstrado” que o ex-presidente da Alerj “não possui mínima vinculação com os fatos apurados” e que a instrução processual comprovará sua inocência. Os advogados também afirmaram que, após a deflagração da 5ª fase da Operação Unha e Carne, não tiveram acesso ao processo nem conseguiram falar com o cliente após sua transferência para uma penitenciária federal, situação que classificaram como “absurda” e “ilegal”. Rodrigo Bacellar foi transferido no início do mês para a Penitenciária Federal de Brasília por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, Moraes afirmou que havia indícios de que o ex-deputado recebia tratamento privilegiado no sistema prisional do Rio, incluindo acesso a telefones celulares. A defesa de Adilsinho negou qualquer relação com gráficas e disse que jamais fez pagamentos a agentes públicos ou políticos. O RJ2 não teve retorno de Igor e Marcos Alexandre Rodrigues. A GPC Soluções em Saúde disse que não tem contratos ativos com o estado, já que foi afastada por decisão unilateral da Fundação Saúde em março desse ano. Declarou ainda que as contratações com a Fundação Saúde resultaram exclusivamente de licitações públicas vencidas com menor preço, sem qualquer relação com vantagem indevida ou favorecimento. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJANAC Agência Nacional de Aviação CivilCampos dos Goytacazes RJDeputado EstadualDetranNorte e Noroeste FluminensePolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRegião Serrana e Centro Sul FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTeresópolis RJUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar 17/07/2026 Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme 17/07/2026 Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com
MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença

MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Barra do Piraí expediu, nesta quarta-feira (15/07), Recomendação para que o Município de Valença e o Instituto Municipal de Previdência Social dos Servidores Públicos de Valença (PREVI-Valença) promovam, no prazo máximo de 60 dias, a recomposição integral do Conselho Deliberativo do Instituto com seis membros titulares e outros seis suplentes, observando rigorosamente a paridade, a origem das indicações e os requisitos previstos na legislação municipal. Por MPRJ 16/07/2026 MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença Segundo o documento do Ministério Público do Estado do Rio de janeiro (MPRJ), atualmente o conselho é composto por cinco membros titulares e nenhum suplente, em desacordo com a lei, comprometendo a representatividade, o controle social e a segurança jurídica das decisões do órgão. A Recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil que apura possíveis irregularidades nos repasses das contribuições dos servidores e da parte devida pelo município, além de suspeitas de ato de improbidade administrativa. De acordo com o MPRJ, consultas feitas ao sistema do Ministério da Previdência Social apontaram que, entre janeiro de 2025 e abril de 2026, foram encontradas inconsistências nos repasses das contribuições patronais, dos valores descontados dos servidores e das parcelas de acordos de parcelamento, indicando que os valores transferidos ficaram abaixo do devido em diversos períodos. A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Barra do Piraí estabeleceu prazo de 20 dias para que seja informada se a Recomendação será acatada. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPREVI-ValençaSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaValença RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença 16/07/2026 MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal 16/07/2026 Partido Novo questiona flexibilização de doações de recursos públicos em ano eleitoral 06/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Pré-candidato a presidente pelo PRTB é réu na Justiça Eleitoral de SP por violência política e associação criminosa MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle A obra sem fim de Tarcísio no ABC
MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal

MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 4ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Meio Ambiente e Patrimônio Cultural da Capital, ajuizou ação civil pública contra o Município do Rio de Janeiro para que implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal. Por MPRJ 16/07/2026 MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal O objetivo é assegurar a efetiva gestão do fundo, com dotação de recursos financeiros minimamente suficientes para a execução das políticas públicas de proteção animal. Instituído por lei em 2017, o Fundo Municipal de Proteção Animal foi criado para financiar programas e ações voltados à proteção dos animais, entre elas medidas de controle populacional de cães e gatos, ações de controle de zoonoses e campanhas de conscientização sobre guarda responsável. No curso da investigação, entretanto, o MPRJ apurou que o fundo não está em funcionamento, não tendo sequer sido nomeados os integrantes do Conselho Curador, além de contar com apenas R$ 380 em caixa. Diante da prolongada omissão administrativa, a promotoria requer que o Município seja condenado a efetivar e publicar a nomeação dos integrantes do Conselho Curador do Fundo Municipal de Proteção Animal, elaborar os relatórios de prestação de contas referentes aos anos de 2023, 2024 e 2025, bem como apresentar os respectivos planos de aplicação dos recursos. Segundo o MPRJ, as medidas são necessárias para a operacionalização do fundo e para a concretização das políticas públicas municipais de proteção e bem-estar animal. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal 16/07/2026 Partido Novo questiona flexibilização de doações de recursos públicos em ano eleitoral 06/07/2026 STF autoriza busca e apreensão em investigação sobre uso de ‘emendas Pix’ em municípios de Roraima 03/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Emendas de Tiririca, citadas por Valdemar como exemplo, têm R$ 14 milhões ainda não pagos Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’ Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização
MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro

MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro O procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira, denunciou o deputado estadual Rafael Nobre, o vereador de São João de Meriti Julio Ricardo dos Santos Henriques, conhecido como “Magrão Nobre”, e outras oito pessoas pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Por MPRJ 16/07/2026 MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro Segundo a denúncia, os parlamentares seriam os controladores ocultos de um grupo de empresas utilizado para direcionar contratos firmados com as prefeituras de Magé e Japeri, municípios da Baixada Fluminense, para o desvio de recursos públicos. Os fatos investigados ocorreram a partir de 2017, período em que Rafael Nobre exercia o mandato de vereador em Nilópolis. A pedido do Ministério Público, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) expediu nove mandados de busca e apreensão, cumpridos por agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ) nesta quinta-feira (16/07), em endereços ligados aos políticos denunciados, incluindo o gabinete do deputado na Alerj, a Câmara Municipal de São João de Meriti, além de imóveis localizados no bairro de Jardim América, na capital, e nos municípios de Nilópolis e Mesquita. A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Investigação de Agentes com Foro (CIAF) da Polícia Civil. Além da condenação dos acusados, o MPRJ requer à Justiça o pagamento de indenização mínima de R$ 357,9 milhões aos cofres públicos e a perda dos mandatos dos parlamentares denunciados. De acordo com a investigação, quatro empresas atuavam como um único grupo econômico, simulando concorrência em licitações por meio de sócios “laranjas”, propostas previamente combinadas e compartilhamento de estrutura administrativa. Entre as empresas utilizadas no esquema estão a Nutrifoods Refeições Ltda., Inovar Comércio e Serviços de Terceirização Ltda., King Food Alimentos Ltda. e J&G Restaurante Ltda. Embora a investigação tenha identificado cerca de 45 contratos públicos firmados pelo grupo, em valores totais estimados em R$ 357,9 milhões, a ação penal teve como foco três desses contratos, celebrados com as prefeituras de Magé e Japeri para o fornecimento de alimentação hospitalar, kits alimentares destinados à rede municipal de ensino e gêneros alimentícios para secretarias municipais. Com base em provas como documentos societários, processos licitatórios, relatórios de inteligência financeira, mensagens eletrônicas e movimentações bancárias, o MPRJ aponta que os recursos obtidos com as fraudes eram ocultados e dissimulados por meio de transferências entre as empresas e integrantes da organização, depósitos fracionados em espécie, saques de altos valores e utilização de empresas intermediárias para dificultar o rastreamento dos recursos. Além dos agentes políticos, foram denunciados operadores empresariais, administradores e sócios formais das empresas utilizadas para a prática das fraudes. De acordo com a denúncia, Giovanni Chiara de Oliveira é apontado como o principal operador empresarial do esquema, responsável pela administração integrada das empresas, pela coordenação das atividades operacionais e pela condução dos procedimentos licitatórios. Luiz Paulo Matos de Aquino, por sua vez, teria atuado como articulador entre o núcleo empresarial e agentes públicos, participando de negociações relacionadas a contratos, pagamentos e vantagens indevidas, enquanto Fernando da Silva Jesus seria responsável por recrutar sócios e estruturar empresas de fachada para participarem das licitações. Ainda segundo a acusação, Vitor Scarparo Fernandes, Juliana Terto do Nascimento e Marcos Vinicius Conceição da Silva figuravam formalmente como sócios e administradores das empresas, mas atuavam como “laranjas”, emprestando seus nomes para ocultar os verdadeiros controladores do grupo. Já Artur Fidalgo da Silva e Vitor Bastos de Almeida são apontados como responsáveis pela J&G Restaurante Ltda. Para além das fraudes em licitações, a denúncia também descreve a prática de falsidade ideológica para a constituição e alteração de empresas. Foram identificados registros na Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro (JUCERJA) que conferiam aparência de legalidade às empresas, embora o comando efetivo permanecesse com integrantes do núcleo político da organização criminosa. Em março de 2025, o Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado (GAECO/MPRJ) cumpriu mandados de busca e apreensão contra investigados por participação em crimes envolvendo contratos com prefeituras da Baixada Fluminense. A partir da identificação do envolvimento de um suspeito com foro por prerrogativa de função, a investigação foi distribuída à Procuradoria-Geral de Justiça, que passou a ser responsável pela apuração. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualJaperi RJJUCERJA Junta Comercial do Estado do Rio de JaneiroMagé RJMesquita RJMP-RJNilópolis RJPolícia CivilRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão João de Meriti RJTJ-RJUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro 16/07/2026 MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença 16/07/2026 MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga Eduardo Cunha é denunciado à Justiça Eleitoral por abuso de poder Emendas de Tiririca, citadas por Valdemar como exemplo, têm R$ 14 milhões ainda não pagos MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal
Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

Pré-candidato a presidente pelo PRTB é réu na Justiça Eleitoral de SP por violência política e associação criminosa A pedido do MP, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro expediu 10 mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos denunciados Por Jonatas Martins e Roberta Camargo | CNN Brasil 16/07/2026 Deputado estadual Rafael Nobre Brasília e Rio de Janeiro – O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou dez pessoas pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Entre os acusados, está o deputado estadual Rafael Nobre. Durante cumprimento de mandato de busca e apreensão na casa do parlamentar, foram encontrados R$ 21 mil. A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) confirmou que também foram realizadas buscas no gabinete de Rafael Nobre na manhã desta quinta-feira (16). Outro alvo foi o vereador de São João do Meriti Julio Ricardo dos Santos, conhecido como Magrão Nobre. Os investigadores apreenderam R$ 45 mil na casa dele. Ao todo, o TJRJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em vários endereços relacionados aos investigados. Os órgãos ainda buscam o ressarcimento dos danos causados aos cofres públicos. Em nota, a Alerj reiterou que atua com austeridade e compromisso: “A Casa reforça seu compromisso com a transparência e coloca-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações”. A acusação do MP aponta a existência de um esquema estruturado para direcionar contratos públicos e desviar recursos por meio de empresas controladas de forma oculta. A denúncia foi oferecida pelo procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira. A defesa de Rafael Nobre divulgou uma nota e negou que seu cliente tenha praticado crimes. “A defesa de Rafael Nobre esclarece que as medidas cumpridas nesta data têm natureza exclusivamente investigatória e não há qualquer relação que vincule o parlamentar aos fatos investigados. Sua inocência ficará demonstrada nos autos.” A Prefeitura de São João de Meriti também enviou nota. No texto, salienta que a apuração dos fatos é de responsabilidade exclusiva da Justiça, que deverá avaliar todos os elementos de forma imparcial, respeitando o princípio da presunção de inocência. Notícia anteriorPróxima notícia MP-SPPRTBTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas 15/07/2026 Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto
Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO)

Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Coletivos tiveram as chaves retiradas e foram atravessados na Gardênia Azul e no Anil, na Zona Sudoeste, segundo o Rio Ônibus. Por Genilson Araújo | Rj1 16/07/2026 Ônibus teve a chave retirada e foi usado como barricada na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução Três ônibus foram usados como barricadas, na manhã desta quinta-feira (16), em vias da Zona Sudoeste do Rio, segundo o Rio Ônibus. De acordo com a entidade, os coletivos tiveram as chaves retiradas e foram deixados atravessados na Estrada do Engenho D’Água, no Anil, e na Avenida Tenente-Coronel Muniz de Aragão, na altura da Praça da Gardênia Azul. Além dos veículos, barricadas em chamas também foram colocadas nas vias da região. Segundo a Polícia Militar, policiais do 18º BPM faziam um patrulhamento na Gardênia Azul após receberem uma denúncia de tráfico de drogas quando localizaram e prenderam dois suspeitos. Com a dupla, foram apreendidos entorpecentes. Ainda de acordo com a corporação, em represália à ação policial, criminosos incendiaram objetos e bloquearam vias da região. Por causa da ocorrência, 10 linhas de ônibus precisaram alterar os itinerários. São elas: 368 – Riocentro x Candelária; 829 – Gardênia Azul x Freguesia; 861 – Rio das Pedras x Curicica; 862 – Rio das Pedras x Barra da Tijuca; 863 – Rio das Pedras x Barra da Tijuca; SV863 – Rio das Pedras x Barra da Tijuca; 880 – Rio das Pedras x Terminal Alvorada; 932 – Gardênia Azul x Tanque; 987 – Gardênia Azul x Pechincha; 2110 – Gardênia Azul x Castelo Segundo o Rio Ônibus, os veículos utilizados como barricadas fazem parte das linhas 353 (Gardênia Azul x Terminal Gentileza), 862 (Rio das Pedras x Barra da Tijuca) e 880 (Rio das Pedras x Terminal Alvorada). Pouco depois das 11h30, os ônibus usados como barricadas foram liberados e as 10 linhas afetadas iniciaram um processo de normalização dos itinerários. A Polícia Militar informou que o policiamento foi reforçado na região e que a ocorrência foi registrada na 32ª DP. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJDeputado EstadualDetranNiterói RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) 16/07/2026 Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO) 16/07/2026 A obra sem fim de Tarcísio no ABC 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios Reuniões de madrugada, codinomes de heróis, dinheiro vivo: as provas que levaram a PF a indiciar 48 pessoas por fraude no INSS
Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO)

TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga Moradores relatam que paciente recebeu medicação com água em recipiente usado para exames e afirmam que familiares passam horas e até dias em cadeiras de plástico durante internações. Prefeitura não respondeu até a publicação. Por Nathalia Rebello | g1 16/07/2026 Cadeiras e piso quebrado no Hospital Raul Sertã que é alvo de denúncias de pacientes — Foto: Reprodução Inter Tv Nova Friburgo – O Hospital Municipal Raul Sertã, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, voltou a ser alvo de reclamações de pacientes e acompanhantes. As denúncias, encaminhadas ao g1, apontam problemas na estrutura oferecida a familiares de pessoas internadas e questionam procedimentos adotados durante o atendimento na unidade. Uma das reclamações é da moradora Jaqueline Esté, que acompanhava o marido no hospital após ele passar mal. Segundo ela, o paciente realizou exames de sangue, urina e tomografia e, em seguida, recebeu medicamentos para dor e pressão arterial. O que chamou a atenção da acompanhante, segundo o relato, foi a forma como a água foi oferecida para que o marido ingerisse os remédios. Jaqueline afirma que uma profissional entregou um frasco coletor, do tipo utilizado para exames de urina e fezes, e orientou que ela colocasse água no recipiente para que o paciente tomasse a medicação. “Na hora eu achei que fosse para outro exame. Depois ela pediu para colocar água no potinho e dar o remédio para ele tomar. Achei um absurdo e uma falta de respeito com os pacientes”, relatou. Jaqueline afirma ter presenciado outras situações durante o tempo em que permaneceu na unidade. Segundo ela, um paciente que aguardava atendimento desde o dia anterior, reclamava de frio e só conseguiu um cobertor após insistência dela junto à equipe. A moradora também afirma que o homem precisou utilizar uma garrafa improvisada para urinar porque não havia um recipiente apropriado disponível naquele momento. Outras denúncias de acompanhantes também relatam a falta de estrutura do hospital. Pessoas que permanecem ao lado dos pacientes passam horas e, em alguns casos, até dias sentadas em cadeiras de plástico ao lado dos leitos, sem um espaço adequado para descanso. Os acompanhantes afirmam que a situação se torna ainda mais difícil durante internações prolongadas, principalmente para quem precisa permanecer no hospital durante a noite. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Nova Friburgo para saber se o município tem conhecimento das reclamações e quais medidas serão adotadas para melhorar as condições oferecidas aos acompanhantes. Até a última atualização desta reportagem, a Prefeitura não havia encaminhado resposta. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia INEA Instituto Estadual do Meio Ambientemeio ambienteMPF Ministério Público FederalRegião dos Lagos Baixada LitorâneaSaquarema RJTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO) 16/07/2026 A obra sem fim de Tarcísio no ABC 15/07/2026 Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida