Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre urnas com mesmo texto que contestou o pai em 2022

TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre urnas com mesmo texto que contestou o pai em 2022

TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre urnas com mesmo texto que contestou o pai em 2022 Jair Bolsonaro fez declarações falsas sobre o sistema eleitoral e acabou condenado a inelegibilidade até 2030 Assessoria do senador e pré-candidato afirmou em nota que ele se limitou a narrar fatos públicos e ‘não está questionando o sistema de votação brasileiro’ Por Mônica Bergamo | Folha de S.Paulo 22/07/2026 O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) discursa em evento de pré-campanha em Vitória (ES) – Vittor Sales – 18.jul.26 /Divulgação O TSE (Tribunal Superior Eleitoral) decidiu divulgar o mesmo desmentido que tornou público em 2022 para contestar as declarações de Flávio Bolsonaro de que as urnas eletrônicas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa venezuelana Smartmatic, o que é falso.  O pré-candidato falou sobre o assunto a uma plateia estrangeira, formada por diplomatas de outros países. Em 2022, o então presidente Jair Bolsonaro, que era candidato à reeleição, fez declarações falsas semelhantes a embaixadores estrangeiros. Um ano depois, foi condenado pelo TSE, que o tornou inelegível por oito anos, até 2030, por abuso de poder político e uso indevido dos meios de comunicação. A Folha também já desmentiu boatos relativos à Smartmatic em 2020. O ministro Kassio Nunes Marques decidiu não reagir diretamente, mas autorizou a divulgação do comunicado de 2022. O texto do TSE diz que “são falsas as mensagens que circularam nas redes sociais segundo as quais a empresa Smartmatic fornece urnas eletrônicas ou softwares utilizados em urnas no Brasil. Todo o projeto da urna eletrônica brasileira e do sistema eletrônico de votação foi concebido e é gerido inteiramente pela Justiça Eleitoral do país” [leia a íntegra abaixo]. Na reunião com os diplomatas, realizada na terça(21), Flávio Bolsonaro afirmou que, segundo um relatório da CIA divulgado na semana passada, a Smartmatic estaria envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012. A agência de inteligência dos EUA diz que a ideia era alterar votos por meio da programação das urnas. Flávio, então, pediu aos diplomatas que enviem o maior número de observadores estrangeiros possíveis para a eleição de 2026. “Há poucos dias, por coincidência, há uma denúncia por parte do governo americano de suspeitas de fraudes em processo eleitoral eletrônico, em especial na Venezuela. […] Muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras são da mesma… Têm a mesma origem dessa empresa venezuelana”, disse Flávio. Ele afirmou também: “O pedido que eu faço a todos aqui, não estou questionando o sistema de votação brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possíveis para as nossas eleições, como sempre fazem, e também pessoas que tenham conhecimento sobre essa tecnologia e [sobre] como o Brasil pode dar eleições mais seguras e transparentes”. Questionada, a campanha divulgou nota afirmando que “não é verdade” que o pré-candidato tenha questionado a integridade do sistema de votações no Brasil e que ele se limitou a relatar fatos públicos, como o relatório da CIA. “Em sua fala, que é brevíssima neste ponto, o pré-candidato Flávio Bolsonaro afirma expressamente que ‘não está questionando o sistema de votação brasileiro’”. A nota também diz que ele reafirma “sua integral confiança no sistema eleitoral brasileiro e sua crença irrestrita de que as missões de observação internacional devem ser fortemente estimuladas”. Leia, abaixo, a íntegra do desmentido do TSE: “São falsas as mensagens que circularam nas redes sociais segundo as quais a empresa Smartmatic fornece urnas eletrônicas ou softwares utilizados em urnas no Brasil. Todo o projeto da urna eletrônica brasileira e do sistema eletrônico de votação foi concebido e é gerido inteiramente pela Justiça Eleitoral do país. As urnas brasileiras foram projetadas por servidores e técnicos a serviço da Justiça Eleitoral e são produzidas, sob a sua direta coordenação, por empresas selecionadas mediante licitações públicas e de ampla concorrência, o que garante ainda mais segurança e transparência ao processo eleitoral. O sistema eletrônico de votação do país utiliza meios próprios e criptografados de comunicação e transmissão de dados, não tendo nenhum contato com redes públicas, como a internet. Em mais de 20 anos de trajetória, o sistema foi reiteradamente testado e comprovadamente isento de quaisquer formas de manipulação, de fraude na totalização de votos ou de quebra do sigilo do voto.Em diversas oportunidades, o TSE reiterou que a empresa Smartmatic não forneceu nem fornece urnas eletrônicas para as eleições brasileiras, tampouco trabalhou na programação desses aparelhos. A empresa atuou apenas no treinamento de profissionais que prestaram suporte técnico e operacional para as urnas brasileiras. A Smartmatic celebrou contratos com o TSE em outras ocasiões somente para a prestação de serviços de conexão de dados e voz, e não para o desenvolvimento ou operação da urna eletrônica. Além disso, a empresa participou da licitação para a fabricação de urnas eletrônicas para 2020, mas perdeu para a empresa Positivo.” Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre urnas com mesmo texto que contestou o pai em 2022 22/07/2026 Ministros do TSE veem atuação de campanha de Flávio Bolsonaro para desacreditar pesquisas 22/07/2026 Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro 22/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

Smartmatic: o que é a empresa venezuelana citada em discurso de Flávio Bolsonaro e qual a relação dela com o Brasil

Smartmatic: o que é a empresa venezuelana citada em discurso de Flávio Bolsonaro e qual a relação dela com o Brasil

Smartmatic: o que é a empresa venezuelana citada em discurso de Flávio Bolsonaro e qual a relação dela com o Brasil Em um evento com a presença de diplomatas estrangeiros na terça-feira (21/07) em Brasília, o senador e pré-candidato Flávio Bolsonaro (PL-RJ) fez acusações sobre as urnas eletrônicas já desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no passado. Por Julia Braun | BBC News Brasil 22/07/2026 Flávio disse que as máquinas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa venezuelana Smartmatic, o que não é verdade | AFP via Getty Images Flávio disse que as máquinas brasileiras têm a mesma origem das urnas da empresa venezuelana Smartmatic e que um relatório da CIA mostra que a empresa estaria envolvida em um plano de fraude do governo venezuelano nas eleições de 2012. “Não vou entrar em mais detalhes, mas só para deixar registrado que muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras são da mesma empresa”, afirmou. O TSE já desmentiu que utilize urnas eletrônicas da empresa venezuelana. Em nota em seu site, publicada originalmente em 2020 e replicada recentemente, o TSE esclareceu que a Smartmatic nunca forneceu urnas eletrônicas ou softwares utilizados em eleições no Brasil. “Todo o projeto da urna eletrônica brasileira e do sistema eletrônico de votação foi concebido e é gerido inteiramente pela Justiça Eleitoral do país”, diz o TSE. “Em diversas oportunidades, o TSE reiterou que a empresa Smartmatic não forneceu nem fornece urnas eletrônicas para as eleições brasileiras, tampouco trabalhou na programação desses aparelhos.” Segundo o tribunal, a Smartmatic chegou a participar da licitação para a fabricação de urnas eletrônicas para 2020, mas perdeu para a empresa Positivo. No passado, a empresa ainda atuou no treinamento de profissionais que prestaram suporte técnico e operacional para as urnas brasileiras. A Smartmatic chegou a fechar contratos com o TSE em outras ocasiões, mas somente para a prestação de serviços de conexão de dados e voz, e não para o desenvolvimento ou operação da urna eletrônica, segundo o próprio órgão. A BBC News Brasil procurou a campanha de Flávio Bolsonaro para prestar esclarecimentos sobre a fala do senador e o evento envolvendo diplomatas em Brasília. Em nota, a campanha de Flávio Bolsonaro disse que não é verdade que o senador tenha questionado a integridade do sistema de votações no Brasil. “Em sua fala, que é brevíssima neste ponto, o pré-candidato Flávio Bolsonaro afirma expressamente que ‘não está questionando o sistema de votação brasileiro’ e exorta os diplomatas ali presentes a mandarem o maior número possível de representantes em missões de observação internacional”, diz o texto “Afastada qualquer descontextualização das falas do pré-candidato, sua equipe de pré-campanha reafirma sua integral confiança no sistema eleitoral brasileiro e sua crença irrestrita de que as missões de observação internacional devem ser fortemente estimuladas, pois contribuem para o “aperfeiçoameto do processo eleitoral, ampliando a transparência, a integridade e a confiança pública nas eleições’”. Flávio deu a declaração a representantes de quase 50 países e organizações internacionais no “Debatendo o Brasil”, série de eventos reservados entre pré-candidatos e representantes estrangeiros promovida pela Novo Selo Comunicação em parceria com o The Brazilian Report, veículo em inglês voltado a notícias do Brasil para o público internacional. Durante sua fala, Flávio afirmou que não estava questionando o sistema de votação brasileiro, mas pediu para os países enviarem uma quantidade maior de observadores para acompanhar o processo eleitoral. “Então o pedido que eu faço a todos aqui, não estou questionando o sistema de votação brasileiro, mas que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possíveis para as nossas eleições, como sempre fazem, e também pessoas que tenham conhecimento sobre essa tecnologia e como o Brasil pode dar ter eleições mais seguras e transparentes”, afirmou. Em 2023, o TSE condenou o ex-presidente e pai de Flávio Bolsonaro, Jair Bolsonaro (PL), à inelegibilidade por 8 anos por causa de uma reunião promovida por ele com embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência da República. Na ocasião, a menos de três meses da eleição de 2022, Bolsonaro fez afirmações falsas sobre o processo eleitoral e ministros do TSE. O tribunal considerou que o ex-presidente cometeu abuso de poder e uso indevido dos meios de comunicação. O que é a Smartmatic? A Smartmatic esteve envolvida nas eleições venezuelanas entre 2004 e 2017, prestando tecnologia e serviços eleitorais ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE). De acordo com a empresa, seus serviços incluíam automação da votação, contagem, transmissão e totalização dos votos, produção, configuração e fornecimento das urnas eletrônicas, software de gerenciamento eleitoral, sistemas de segurança, entre outros. Ela abandonou o contrato após ela própria denunciar a suspeita de fraude na divulgação oficial dos resultados por parte da Comissão Eleitoral da Venezuela nas eleições de 2017. Segundo o próprio site da empresa, ela foi fundada na Flórida, nos Estados Unidos, em 2000. Hoje a sede está localizada em Londres, na Inglaterra. A companhia foi notícia na última semana depois que a Casa Branca postou documentos de uma investigação conduzida pela CIA sobre a capacidade do governo venezuelano de manipular eleições usando a tecnologia das urnas eletrônicas. O relatório, no entanto, não confirma que a manipulação tenha ocorrido, apenas que era possível de ocorrer. Segundo a inteligência americana, as autoridades locais tinham “alguma capacidade de manipular sistemas de votação eletrônica” para influenciar os resultados das eleições na Venezuela. A agência alertou, porém, que não havia evidências definitivas de que tal tecnologia — criada principalmente pela Smartmatic — tivesse sido usada para cometer “fraude eletrônica em larga escala” na Venezuela. A CIA também determinou que o governo venezuelano não tinha a capacidade de fraudar eleições fora do seu próprio país. “Nem a Smartmatic nem o governo venezuelano tinham a capacidade de manipular o resultado de uma eleição fora da Venezuela”, afirma a análise. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Smartmatic: o que é a empresa venezuelana citada em discurso de Flávio Bolsonaro e qual a relação dela

Empresa em recuperação judicial firmou contrato sem licitação com a Prefeitura de Nova Iguaçu

Empresa em recuperação judicial firmou contrato sem licitação com a Prefeitura de Nova Iguaçu

Empresa em recuperação judicial firmou contrato sem licitação com a Prefeitura de Nova Iguaçu A Construtora Lytorânea – que está em recuperação judicial – ganhou este ano um contrato sem licitação com a Secretaria de Infraestrutura de Nova Iguaçu. Por Elizeu Pires 22/07/2026 Extrato do contrato | Reprodução Com valor global de R$ 6.662.994,29, o contrato 03, assinado no dia 29 de  abril, tem como objeto a construção de um muro de contenção das margens do Canal Maranhão, que corta a Avenida Kennedy. Conforme já foi revelado, a empresa recebeu cerca de R$ 425 milhões dos cofres municipais entre 2021 e 2026, sendo R$ 27,8 milhões este ano. Pelo o que está no sistema que registra as despesas empenhadas e quitadas pela Prefeitura, a empresa recebeu o total de R$ 424.923.544,50. Foram 68.642.600,57 em 2021; R$ 62.627.071,04 em 2022; R$ 98.767.589,98 em 2023; R$ 122.714.071,04 em 2024; R$ 46.277.016,13 em 2025 e R$ 27.895.149,00 no primeiro semestre de 2026. Documento relacionado: Contrato Lytoranea 03-2026 Notícia anteriorPróxima notícia Nova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Empresa em recuperação judicial firmou contrato sem licitação com a Prefeitura de Nova Iguaçu 22/07/2026 Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União 24/07/2026 Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE 28/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou PF investiga suspeita de venda de decisões do STJ em benefício de empresário Luiz Estevão Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Eduardo Bolsonaro volta a descredibilizar sistema eleitoral após dado falso de Flávio sobre urnas Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ

Caiado faz piada com Eduardo Bolsonaro e desperta ira do clã e aliados

Caiado faz piada com Eduardo Bolsonaro e desperta ira do clã e aliados

Caiado faz piada com Eduardo Bolsonaro e desperta ira do clã e aliados O ex-governador de Goiás comparou o filho de Bolsonaro Pateta da Disney; Dudão respondeu furibundo Por Julinho Bittencourt | Fórum 22/07/2026 Ronaldo Caiado – Ronaldo Caiado/Foto: Lula Marques/Agência Brasil O ex-governador de Goiás e pré-candidato à Presidência da República, Ronaldo Caiado (PSD), elevou o tom da disputa com a família Bolsonaro ao ironizar o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) durante uma troca de críticas nas redes sociais. A discussão ganhou novos contornos após Caiado fazer uma referência que foi interpretada como uma comparação de Eduardo ao personagem Pateta, da Disney. O embate evidencia o clima de disputa entre lideranças da direita de olho nas eleições presidenciais de 2026. Caiado busca consolidar seu espaço no campo conservador e aparece como um dos possíveis adversários do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na corrida pelo Palácio do Planalto. Polêmica começou após anúncio de green card A troca de farpas teve início depois que Eduardo Bolsonaro, que vive nos Estados Unidos, anunciou ter obtido o green card, documento que garante residência permanente no país. Caiado aproveitou a ocasião para criticar o parlamentar licenciado. Em publicação nas redes sociais, afirmou que a prioridade deveria ser defender os interesses do agronegócio brasileiro e ampliar o acesso dos produtores nacionais ao mercado norte-americano, sugerindo que a atividade política exige compromisso com o país e não poderia ser tratada como turismo. Eduardo reage e cita STF A resposta de Eduardo Bolsonaro veio em tom ainda mais duro. O ex-deputado acusou Caiado de manter proximidade com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e afirmou que o governador estaria alinhado à elite política de Brasília. “Green card quem precisa são os fazendeiros condenados no golpe da Disney, que o senhor não fala nada. É o preço que o senhor paga para participar dos coquetéis do STF e da elite de Brasília? Dando cidadania goiana aos perseguidores, o senhor deixa claro a quem atenderia caso chegasse à Presidência. E ainda vem falar de ‘autoridade moral’ para governar o Brasil. Faça-me o favor…”, escreveu Eduardo. Disputa amplia tensão no campo conservador O episódio reforça o acirramento da disputa entre diferentes grupos da direita brasileira. Enquanto Caiado tenta ampliar sua projeção nacional como alternativa ao bolsonarismo, integrantes da família Bolsonaro têm reagido às críticas, em meio às movimentações para definir quem representará esse campo político nas eleições presidenciais de 2026. A troca pública de acusações também expõe divergências sobre a estratégia política da oposição e evidencia que a disputa pela liderança da direita deve continuar marcada por confrontos diretos nos próximos meses. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalGovernadorPL Partido LiberalPSD Partido Social DemocráticoSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caiado faz piada com Eduardo Bolsonaro e desperta ira do clã e aliados 22/07/2026 ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) 23/07/2026 Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Smartmatic: o que é a empresa venezuelana citada em discurso de Flávio Bolsonaro e qual a relação dela com o Brasil Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento

Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas

Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas

Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas Em caso de derrota, o senador parece estar pronto para não reconhecer o resultado das urnas Por Ricardo Noblat | Metrópoles 22/07/2026 Veja situações onde Moraes vê que Flávio desrespeitou ordens judiciais Em 2023, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) condenou Jair Bolsonaro à inelegibilidade por oito anos. O motivo foi uma reunião promovida por ele com embaixadores estrangeiros no Palácio da Alvorada. Na ocasião, a menos de três meses da eleição de 2022, Bolsonaro fez afirmações falsas e distorcidas sobre o processo eleitoral brasileiro, pondo em dúvida sua lisura. Transmitido ao vivo pela TV Brasil, seu discurso pode ser resumido em quatro pontos principais: Ataques às urnas eletrônicas: Afirmou, sem apresentar provas, que o sistema de votação eletrônica não era seguro nem auditável. Inquérito da Polícia Federal: Utilizou dados distorcidos de uma investigação de 2018 sobre a invasão de um hacker ao sistema do TSE para sugerir que o processo eleitoral poderia ser adulterado. Críticas ao Judiciário: Acusou ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e do TSE — nominalmente Edson Fachin, Luís Roberto Barroso e Alexandre de Moraes — de parcialidade e de tentarem favorecer o candidato Lula. Voto impresso: Defendeu a necessidade de adotar o voto impresso para garantir a transparência do pleito. Nesta terça-feira (21), em Brasília, ao participar de um evento com diplomatas estrangeiros, o senador Flávio Bolsonaro espalhou informações falsas a respeito das urnas eletrônicas. Ele mencionou um relatório da CIA e pediu aos diplomatas que enviem o maior número possível de observadores internacionais para fiscalizar as eleições de outubro próximo. — Há poucos dias, por coincidência, houve uma denúncia por parte do governo americano de suspeitas de fraudes em processo eleitoral eletrônico, em especial na Venezuela. […] Muitas dessas máquinas que são utilizadas nas eleições brasileiras são da mesma… Têm a mesma origem dessa empresa venezuelana — disse Flávio. E foi adiante: — O pedido que eu faço a todos aqui — não estou questionando o sistema de votação brasileiro — é que todos os países possam mandar a maior quantidade de observadores possível para as nossas eleições, como sempre fazem, e pessoas que tenham conhecimento sobre essa tecnologia e [sobre] como o Brasil pode ter eleições mais seguras e transparentes. A empresa venezuelana atende pelo nome de Smartmatic. Em 2020, o TSE declarou, em nota, que a companhia nunca vendeu ao Brasil urnas ou softwares aqui utilizados, apesar de ter fornecido outros serviços, como o treinamento de pessoal para realizar suporte técnico e operacional No mesmo evento, Flávio comentou sobre a reunião de Bolsonaro com embaixadores, afirmando que o pai está inelegível e preso por ter manifestado “uma preocupação com a transparência e a segurança do nosso sistema eleitoral”, para que os embaixadores “levassem esse cenário de preocupação para os seus países”. Para Flávio, o Brasil não tem segurança jurídica, o que afastaria os investimentos estrangeiros. Ele voltou a repetir que o STF persegue seu pai e criticou a corporação: “Hoje nós temos uma Polícia Federal brasileira em que parte dela está aparelhada para continuar perseguições políticas aos opositores de Lula”. Bolsonaro pai, segundo Flávio, “mesmo sem nenhuma prova, foi condenado pelos seus próprios inimigos a 27 anos de prisão, sob acusação de tentativa de golpe de Estado, quando já não estava mais no governo e quando tinha feito toda a transição pacífica para o governo seguinte”. Completou dizendo: “Uma das razões de o presidente Jair Bolsonaro não concorrer neste ano às eleições é porque ele está preso após ser vítima de uma grande farsa por parte de alguns no Poder Judiciário.” O sangue golpista que corre nas veias do pai é o mesmo que irriga as veias de Flávio e dos seus irmãos. Em caso de derrota, Flávio parece estar pronto para não reconhecer os resultados das urnas. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas 22/07/2026 TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre urnas com mesmo texto que contestou o pai em 2022 22/07/2026 Ministros do TSE veem atuação de campanha de Flávio Bolsonaro para desacreditar pesquisas 22/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença Flávio Bolsonaro negocia vaga no STF para bispo da Universal em troca de apoio dos Republicanos Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF

Vorcaro falou com Sicário sobre ‘tomar medida urgente’ contra gestor que denunciou Master

Vorcaro falou com Sicário sobre ‘tomar medida urgente’ contra gestor que denunciou Master

Vorcaro falou com Sicário sobre ‘tomar medida urgente’ contra gestor que denunciou Master PF vê atuação direta de capanga contra Vladimir Timerman, alvo de ação movida por mulher de Alexandre de Moraes em nome de banqueiro Por Johanns Eller | O Globo 22/07/2026 Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o ‘Sicário’ (à esq.), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro — Foto: Reprodução e Ana Paula Paiva/Valor A Polícia Federal (PF) encontrou evidências de que Daniel Vorcaro e seu comparsa Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão, o “Sicário”, apontado pelos investigadores como operador de uma milícia privada que atuava a mando do ex-banqueiro, monitoraram ilegalmente um empresário que denunciou irregularidades em negócios do Banco Master e travou com seu dono uma batalha judicial. A dupla também teve acesso a procedimentos policiais sigilosos. Em um dos diálogos obtidos pela PF, de 2023, Vorcaro afirmou a Sicário que os dois teriam que “tomar uma medida URGENTE” contra Vladimir Timerman, fundador e gestor da Esh Capital. Acionista da Gafisa, Timerman acusou fundos ligados ao Master e ao empresário Nelson Tanure de manipular operações fraudulentas na companhia. A denúncia do gestor deu origem a um inquérito da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) contra Tanure e Vorcaro e a uma queixa-crime por calúnia e difamação na Justiça na qual o Master e seu dono foram representados pela advogada Viviane Barci de Moraes, mulher do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, como revelamos no blog. Viviane fechou um contrato de R$ 129 milhões com a instituição e recebeu R$ 80 milhões antes de sua liquidação, segundo a Receita Federal. Timerman acusou os dois de tentar ampliar indiretamente o controle de Tanure —, tido pela PF e pelo Ministério Público Federal (MPF) como possível sócio oculto do Master —- sobre a Gafisa manipulando o mercado e ocultando conflitos de interesse. Tanure nega. A ofensiva sobre Timerman foi detalhada em um relatório da Polícia Federal anexado aos autos da investigação que tramita no STF sob a relatoria do ministro André Mendonça. O documento foi tornado público em junho por decisão do magistrado, que depois restaurou o sigilo do processo. Em uma das conversas, Vorcaro encaminha a Sicário prints de uma publicação do gestor da Esh nas redes sociais em dezembro de 2023 alertando sobre um “bilionário conhecido por ter o toque de Midas” mas que, na verdade, seria “apenas mais um malandro” que oferecia taxas de retorno milagrosas em carteiras de crédito tendo como lastro fundos de investimento podres. Entre as respostas, um usuário reagiu a Timerman: “Banco Master? Esse seria o meu chute. Eles estavam mega alocados em precatórios há uns tempos atrás emitindo uns CDBs malucos. Sei lá…”. No mesmo dia, o investidor voltou à carga na rede social X: “No meio das minhas investigações tenho convicção de que encontrei o Jeffrey Epstein brasileiro… Tem que expor esse tipo de gente que acha que o fato de ter uns trocos na conta do banco pode fazer o que bem entender. E tem que colocar os aceclas [sic] no mesmo lugar. É cúmplice [sic]”, seguiu, alegando ainda ter a confirmação de nomes de mulheres abusadas. Enfurecido, Vorcaro diz a Sicário que Timerman vinha tentando “extorqui-lo há tempos” e propõe como saída pressioná-lo chamando o gestor a prestar esclarecimentos sobre as acusações, embora não tenha mencionado o banqueiro e nem o Master nos posts. Ainda segundo a PF, o então CEO do Master enviou ao comparsa no mesmo dia um despacho da Polícia Civil de São Paulo de agosto de 2023 (quatro meses antes) sobre o indiciamento de Timerman por extorsão em um processo movido por Tanure e seus advogados, bem como os autos de qualificação do gestor no inquérito e um processo da mesma natureza que tramitava no MPF. Para os investigadores, a orientação para chamar o gestor para prestar esclarecimentos sugere que Vorcaro monitorava ações judiciais contra o desafeto: “Tal circunstância evidencia que Daniel Bueno Vorcaro já tinha ciência do indiciamento e do regular andamento do procedimento policial, permitindo inferir que sua solicitação visava à oitiva de Vladimir no âmbito de investigação formalmente instaurada e em curso”. Horas mais tarde, Sicário diz ao dono do Master que “A Turma” e “os meninos”, referência à milícia privada controlada por ele para atender aos interesses do banqueiro, estavam monitorando Timerman a todo o momento. “Esse cara estamos monitorando 24h dele aqui [sic]”, escreveu Luiz Phillipi Mourão. “Estou confirmando os dados pra caso precise [sic] dominarmos e-mails e contas, e caso precise banir os números de WhatsApp e contas de Instagram, já está alinhado também”. Dois dias depois, em 21 de dezembro, Sicário retorna com quatro consultas processuais sobre Vladimir Timeman com diversas informações sob sigilo de Justiça. Em março de 2026, Sicário cometeu suicídio após ser preso pela PF em Minas Gerais. Integrante do grupo “A Turma”, ele recebia R$ 1 milhão por mês de Vorcaro em troca dos serviços prestados ao banqueiro, que incluíam obtenção de processos sigilosos, intimidações a desafetos, monitoramento ilegal de pessoas – dentre jornalistas, funcionários do executivo e até o CEO do Itaú –, além do gerenciamento de um grupo de hackers. Conhecido em Minas pela extensa ficha criminal, Sicário já foi indiciado por furto qualificado, estelionato, associação criminosa e falsificação de documentos e evasão de divisas, entre outros crimes. Guerra prolongada Os autos da Polícia Federal indicam que a guerra travada entre Daniel Vorcaro e Timerman se prolongou pelo menos até meados de 2024. Em março daquele ano, Sicário acessou novas informações sigilosas sobre inquéritos da PF em curso através do cadastro de uma servidora do MPF em Brasília – os investigadores ainda não concluíram se por meio de acesso hacker ou cumplicidade da funcionária. “Evidencia-se que, embora o processo estivesse inicialmente protegido por sigilo máximo, o acesso integral foi obtido em curto intervalo de tempo, sem que haja registro de justificativa formal para a mudança no nível de acesso. Esse cenário indica possível quebra dos protocolos de segurança da informação ou uso inadequado de prerrogativas funcionais”, destacaram os investidores. Três meses depois, os dois foram intimados junto de Tanure e Maurício Quadrado, ex-sócio do Master, para depor à PF no âmbito do processo movido pelo gestor da Esh no caso Gafisa. “De novo esse cara. Não tem condição isso.

Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado

Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado

Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado Também pesou na decisão a proximidade entre o comandante-geral da corporação, Tarciso Salles, e o então presidente do Instituto Rio Metrópole, Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê. Por Gabriel Barreira e Marcelo Gomes | RJ2 21/07/2026 Aniversário do Didê em imagem em que também aparece Sirlei, o comandante do grupamento prisional dos bombeiros – no local onde ele está preso — Foto: Reprodução/RJ2 O governador em exercício, Ricardo Couto, determinou uma auditoria em todos os contratos do Corpo de Bombeiros após um convênio da corporação com o Instituto Rio Metrópole (IRM) chamar a atenção do governo. A minuta previa o repasse de R$ 25 milhões do Fundo Especial do Corpo de Bombeiros (Funesbom) ao instituto, que é alvo de investigação por suspeitas de corrupção. Pesou na decisão também a proximidade entre o comandante-geral da corporação, Tarciso Salles, e o então presidente do IRM, Davi Perini Vermelho, conhecido como Didê. Didê está preso e é investigado por suspeita de corrupção em contratos que somam R$ 86 milhões. Como é bombeiro da reserva, ele está sob custódia do Grupamento Prisional do Corpo de Bombeiros, comandado por Sirlei Gomes, que também mantém relação de amizade com o ex-presidente do instituto. Em março deste ano, Didê comemorou o aniversário ao lado de amigos, entre eles Sirlei Gomes e o comandante-geral Tarciso Salles. Na ocasião, Salles gravou um vídeo de felicitações. “Fala, Didê, meu amigo, tudo bem? Estou numa agenda aqui em Macaé, uma agenda do governador, mas não poderia deixar de gravar esse vídeo te parabenizando. Obrigado por tudo, meu amigo, você é um amigo fiel, sempre presente.” A relação entre os dois é antiga. Em novembro de 2024, Tarciso Salles entregou a Didê a Medalha Mérito Avante Bombeiro, honraria concedida a personalidades que se destacaram por benefícios prestados à comunidade, à corporação ou ao patrimônio da instituição. Segundo o Ministério Público, porém, o patrimônio público já havia sido lesado por Didê. Em 2020, durante a pandemia de Covid-19, ele foi preso acusado de vender respiradores superfaturados ao governo de Santa Catarina. De acordo com o MP, muitos dos equipamentos eram considerados imprestáveis. A prisão levou à abertura de uma investigação no Corpo de Bombeiros. Didê foi chamado para prestar esclarecimentos ao Conselho de Disciplina em junho de 2023. Mesmo assim, cerca de um ano e meio depois, recebeu a medalha das mãos de Tarciso Salles. Em publicações nas redes sociais, Didê agradeceu a homenagem e, meses depois, parabenizou o comandante pelo aniversário, chamando-o de “ser humano inigualável, incrível e justo”. As imagens foram publicadas no perfil do ex-presidente do IRM, que passou a ser restrito após sua prisão. A ligação entre Didê e Tarciso Salles também se refletiu nas instituições comandadas por eles. Os dois participaram das tratativas para um convênio destinado à implantação de um sistema de monitoramento de desastres naturais. Do Funesbom para o IRM A proposta previa um investimento de R$ 25 milhões, com recursos do Funesbom repassados ao Instituto Rio Metrópole. As negociações chamaram a atenção da gestão interina do governador Ricardo Couto. A Procuradoria-Geral do Estado (PGE) emitiu parecer contrário ao convênio, por entender que os recursos do fundo dos Bombeiros só podem ser utilizados em investimentos da própria corporação, como compra de viaturas e equipamentos. Após o parecer da PGE, em abril, o processo administrativo ficou paralisado. Ele foi encerrado apenas no fim da semana passada, depois de uma reunião entre o governador em exercício e o comandante-geral dos Bombeiros. A proximidade entre Didê e Tarciso Salles acendeu um alerta no Palácio Guanabara. O governo decidiu auditar todos os contratos do Corpo de Bombeiros. Segundo apurado, a medida foi adotada para manter o comandante no cargo. Em meio às investigações sobre o Instituto Rio Metrópole, o governo intensificou as exonerações no órgão. O próprio Didê foi exonerado, e outras 13 pessoas também deixaram seus cargos nesta semana. A expectativa é que novas exonerações sejam publicadas no Diário Oficial desta quarta-feira (22). Do Funesbom para o IRM “Davi Perini Vermelho, por meio de sua defesa, esclarece que: Todos os contratos e convênios firmados em sua gestão como Presidente do IRM, foram geridos e fiscalizados pelas respectivas diretorias demandantes, inclusive com fundamento em despachos e atestos emitidos pelos setores técnicos responsáveis além de contarem com pareceres jurídicos do procurador geral da autarquia, pertencente a Procuradoria Geral do Estado; Em relação ao convênio em questão, importante ressaltar que o processo não faz parte da operação conduzida pelo MPRJ e que a celebração do mesmo respeitou o rito legal exigido sendo que o sistema, caso fosse implantado, representaria um grande avanço para o Estado do Rio de Janeiro na política de prevenção de sequelas consequentes de desastres naturais. Por fim, reafirma sua confiança na justiça e, reitera, que convênios, firmados dentro da legalidade, entre órgãos governamentais para a realização de políticas públicas que possam beneficiar a população não podem ser criminalizados e/ou diminuídos pelo fato dos gestores destes órgãos possuírem relação de amizade, construídas anteriormente e independentemente dos cargos que ocupam ou que venham a ocupar.” O que diz o Corpo de Bombeiros Nota oficial 1: “Em relação aos questionamentos encaminhados sobre o Secretário de Estado de Defesa Civil e Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, Coronel Tarciso Antônio de Salles, a Secretaria de Estado de Defesa Civil esclarece que a proposta apresentada pelo Instituto Rio Metrópole foi submetida ao regular fluxo administrativo previsto para esse tipo de procedimento, sendo analisada pelas áreas técnica, financeira e jurídica da própria Secretaria de Estado de Defesa Civil e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro, além das demais instâncias competentes da Administração Pública Estadual. Durante a instrução do processo administrativo, as áreas técnicas, financeiras e jurídicas da própria Secretaria e do Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro emitiram manifestações acerca da proposta, concluindo pela inviabilidade de seu prosseguimento nos termos em que foi apresentada, entendimento que permaneceu convergente

Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim

Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim

Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim Observatório do Clima alerta para impactos da decisão do Congresso sobre a unidade de conservação do Pará; outras 11 propostas atacam áreas de proteção ambiental pelo país Por Solange A. Barreira | Observatório do Clima 21/07/2026 Área desmatada ilegalmente na Flona do Jamanxim, no Pará, em 2009. Foto: ANTONIO SCORZA / AFP Bastaram cerca de dez minutos para o Senado desmantelar a proteção de 486 mil hectares da Floresta Nacional (Flona) do Jamanxim, no Pará, na última quarta-feira (15). O PL 2.486/26 avançou sem debates, repetindo a aprovação relâmpago que a Câmara realizou em maio, durante a Semana do Agro, e colocando uma área equivalente a 3,5 vezes o município do Rio de Janeiro sob risco. Diante dos impactos que podem ser causados pela manobra do Congresso, as organizações que compõem a rede do Observatório do Clima pedem ao Executivo que vete o projeto de lei.  A Flona do Jamanxim foi instituída em 2006 dentro do pacote de compensações da BR-163. Desde então, 86,6 mil hectares foram desmatados e ocupados ilegalmente para exploração econômica, segundo nota técnica elaborada por Apib, ISA e WWF-Brasil. “O padrão geométrico observado das áreas desmatadas ao longo desses anos evidencia a ocupação de grandes áreas rurais contínuas, e não de pequenos produtores de agricultura familiar”, diz a análise. O texto aprovado na semana passada permite, portanto, a regularização fundiária pelos invasores do agro e deixa vulneráveis outros 400 mil hectares adicionais.   “A aprovação do PL do Jamanxim usa a justificativa do pequeno produtor para premiar  a bandalheira da invasão de terras públicas feita pela grilagem”, afirma Marcio Astrini, secretário executivo do Observatório do Clima. “Não dá para alcançar a meta de desmatamento zero acabando com as áreas protegidas, principal instrumento de proteção do patrimônio natural do Brasil. O veto a este PL é a defesa do legado ambiental que o presidente Lula construiu nos últimos anos”, conclui.  O modo de operação dos parlamentares está cada vez mais agressivo e perverso. Na Câmara, o PL 2.486 foi apresentado por Isnaldo Bulhões Jr. (MDB- AL) em 19 de maio passado. José Priante (MDB-PA) se manteve na relatoria, numa das tramitações mais rápidas da atual legislatura na Câmara – menos de 24 horas.  No Senado, o atropelo foi igualmente acelerado: Jader Barbalho (MDB-PA) ficou com a relatoria, propôs regime de urgência na terça-feira passada e conseguiu incluir o PL como item de pauta na quarta, repetindo a estratégia da Câmara. Durante o jogo da Copa do Mundo 2026 que levou a Espanha à final, o presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), despachou a agenda ambiental, com votação simbólica do texto em poucos minutos. Na prática, o projeto transforma 40% da área protegida da Flona do Jamanxim em Área de Proteção Ambiental (APA), uma categoria de Unidade de Conservação (UC) mais flexível quanto ao uso do solo e compatível com a existência de propriedades privadas. Onze ameaças à vista Levantamento feito pelo Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam) a pedido do OC mostra que as áreas protegidas do Brasil, considerando todas as categorias, armazenam 19,4 bilhões de toneladas de carbono (19,4 gigatoneladas). Esse estoque equivale a 33 anos de emissões de gases de efeito estufa do país, no ritmo de emissão anual atual (2,145 gigatoneladas de CO2e em 2024). O dado reforça a urgência de garantir proteção legal a esses territórios para tentar frear o desmatamento –  principal vetor das emissões brasileiras – e (tentar) evitar maiores danos das mudanças climáticas.  Na contramão dessa lógica, outras 11 propostas legislativas que tramitam no Congresso buscam reduzir, impedir a criação ou simplesmente extinguir áreas de proteção ambiental. Há até um PL para alterar o próprio Sistema Nacional Unidades de Conservação: PL nº 4.245/2019 – modifica o regime de proteção da Reserva Extrativista Prainha do Canto Verde, no Ceará; PL nº 2.381/2021 – pretende alterar a categoria da Reserva Extrativista de Canavieiras, na Bahia, transformando-a em Área de Proteção Ambiental; PL nº 2.460/2024 – cria obstáculos à instituição de novas unidades de conservação e condiciona sua criação à homologação pelo Congresso Nacional; PL nº 849/2025 – propõe reduzir a Área de Proteção Ambiental da Baleia Franca, em Santa Catarina, retirando mais de 30 mil hectares de sua área protegida; PL nº 6.617/2025 – altera o Sistema Nacional de Unidades de Conservação para retirar do Poder Executivo a competência hoje exercida na criação de unidades federais; PDL nº 171/2026 – na Câmara dos Deputados, busca sustar o decreto que amplia a Estação Ecológica de Taiamã no Pantanal; PDL nº 112/2026, no Senado, e PDL nº 106/2026, na Câmara dos Deputados, pretendem sustar o decreto de criação do Parque Nacional e da Área de Proteção Ambiental do Albardão, no Rio Grande do Sul; PL nº 1083/2026, na Câmara dos Deputados, e  PL nº 3113/2025, no Senado Federal, propõem reduzir e recategorizar parte do Parque Nacional do Itatiaia para Monumento Natural do Vale do Rio Campo Belo, flexibilizando a proteção da unidade; PL nº 1.704/2026 – estabelece novos condicionantes para a criação de unidades de conservação, ampliando as restrições ao processo de instituição dessas áreas protegidas.    “Nos últimos anos, o Congresso Nacional vem investindo pesado na destruição das leis que protegem clima e meio ambiente. Os ataques às terras indígenas e às unidades de conservação têm ganhado força nesse sentido. O Congresso se reinventa a cada dia para provocar destruição. É um tratoraço atrás de outro, sem debates, sem pudores. Os eleitores precisam estar atentos a isso na hora de votar em outubro”, afirma Suely Araújo, coordenadora de políticas públicas do Observatório do Clima. Notícia anterior Deputado FederalMDB Movimento Democrático Brasileiromeio ambientePL Projeto de LeiPresidente da RepúblicaPT Partido dos Trabalhadoresrodovia BR-163União Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim 21/07/2026 Supermercado era mais barato com Bolsonaro? Deputado desmascara Flávio e mostra a verdade (VIDEO) 21/07/2026 Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are

Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas

Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas

Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas Antes de analisar o pedido de liminar para suspender o edital, juiz determinou que os réus apresentem manifestação; depois, o Ministério Público deverá emitir parecer. No dia 15 de julho, prefeitura publicou um edital para selecionar Organizações da Sociedade Civil que deverão assumir a gestão de três escolas. Por Rodrigo Rodrigues e Paola Patriarca | g1 SP 21/07/2026 Estudante em aula na EMEF Padre Serafin Martinez Gutierrez, na Zona Leste de SP — Foto: Renata Bitar/g1 São Paulo – A Justiça de São Paulo recebeu a ação popular movida por parlamentares do PSOL contra o edital da Prefeitura de São Paulo que prevê a gestão de três escolas municipais por Organizações da Sociedade Civil (OSCs). Na decisão desta terça-feira (21), a magistrada afirmou que a petição inicial preenche os requisitos legais e determinou o processamento da ação. Em seguida, estabeleceu prazo de 72 horas para que os requeridos apresentem manifestação. Depois disso, ou do fim do prazo sem resposta, o processo será encaminhado ao Ministério Público para parecer sobre o pedido de urgência. Na sequência, os autos voltarão ao juiz, que decidirá sobre a liminar. Em nota, a Secretaria Municipal de Educação disse que “já demonstrou ao Judiciário que o modelo de gestão compartilhada de escolas com organizações da sociedade civil (OSCs) não se trata de privatização, nem de concessão”. “As escolas permanecerão públicas, gratuitas, instaladas em imóveis municipais e integrantes da Rede Municipal de Ensino, com adoção obrigatória do Currículo da Cidade e supervisão pedagógica permanente das Diretorias Regionais de Educação. Além disso, a Pasta seguirá com poderes de avaliação e intervenção”, afirmou. (veja nota completa abaixo) A ação popular foi apresentada no mesmo dia em que a Prefeitura de São Paulo publicou um edital para selecionar Organizações da Sociedade Civil (OSCs) que deverão assumir a gestão de três novas escolas municipais de ensino fundamental nas regiões de Parelheiros, Pedreira e Jaraguá. Segundo a gestão Ricardo Nunes (MDB), a iniciativa amplia para outras unidades um modelo adotado no Liceu Coração de Jesus, no Centro da capital, que desde 2022 integra a rede pública por meio de parceria com a prefeitura. O chamamento público prevê contratos com duração inicial de cinco anos e investimento estimado em R$ 102,8 milhões para as três escolas. As unidades serão públicas, gratuitas e continuarão integrando a rede municipal de ensino. Pela modelagem prevista no edital e na minuta do termo de colaboração, caberá às entidades selecionadas executar atividades pedagógicas, administrativas e de infraestrutura das escolas, incluindo a contratação de diretores, coordenadores pedagógicos, professores e demais funcionários, além da manutenção cotidiana de prédios, limpeza, vigilância e aquisição de materiais e equipamentos. A Secretaria Municipal da Educação continuará responsável pela definição da política educacional, da supervisão pedagógica e das avaliações de aprendizagem. A alimentação escolar, o transporte dos alunos e a distribuição de uniformes e materiais didáticos também continuam sendo atribuição do poder público. Em uma ação popular, a vereadora Silvia Ferraro classificou a medida como um “projeto de privatização da rede municipal de ensino”. Ela sustenta que o modelo previsto no edital viola dispositivo constitucional que estabelece regras para a destinação de recursos públicos à educação e a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, segundo a qual escolas públicas devem ser mantidas e administradas pelo poder público. Para a parlamentar, problemas de desempenho educacional não justificam a adoção do formato. “É inaceitável que, sob o pretexto de melhorar o ensino, a prefeitura se exima de suas responsabilidades e transforme a educação municipal em um serviço lucrativo para a iniciativa privada, o que é ilegal”, declarou a vereadora em manifestação enviada ao g1. A vereadora Silvia da Bancada Feminista (PSOL) também acionou a Justiça para o caso. O que diz a prefeitura “A Secretaria Municipal de Educação já demonstrou ao Judiciário que o modelo de gestão compartilhada de escolas com organizações da sociedade civil (OSCs) não se trata de privatização, nem de concessão. As escolas permanecerão públicas, gratuitas, instaladas em imóveis municipais e integrantes da Rede Municipal de Ensino, com adoção obrigatória do Currículo da Cidade e supervisão pedagógica permanente das Diretorias Regionais de Educação. Além disso, a Pasta seguirá com poderes de avaliação e intervenção. O Chamamento Público busca estabelecer parceria com Organizações da Sociedade Civil sem fins lucrativos para a execução de atividades em três novas unidades educacionais. As entidades terão que cumprir plano de trabalho, metas, indicadores e prestação de contas, sendo fiscalizadas pelo Município. Dessa forma, a Prefeitura continuará responsável, entre outras atribuições, pela oferta das vagas e processo de matrículas. Essas parcerias fazem parte da educação municipal há décadas, especialmente na Educação Infantil. Cabe ressaltar que o modelo foi implantado no Liceu Coração de Jesus, que registra desempenho acima da média da Rede Municipal e elevada aprovação das famílias — parceria cuja validade já foi reconhecida em decisão proferida pelo Tribunal de Justiça de São Paulo. Vale lembrar que, nos últimos cinco anos, a Prefeitura nomeou mais de 17 mil profissionais da educação. Assim que formalmente intimado, o Município adotará as medidas necessárias para a defesa do chamamento público em questão”. Notícia anteriorPróxima notícia MDB Movimento Democrático BrasileiroMP-SPPrefeitoPSOLSão Paulo SPVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas 21/07/2026 Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União 21/07/2026 PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas Furtos aumentam 10% em Campos no primeiro semestre de 2026 e preocupam moradores e comerciantes Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar PF cumpre mandados de

PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS

PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS

PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS A ordem judicial foi expedida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e tem a finalidade de descapitalizar investigado apontado como um dos principais atores do esquema criminoso Por Leonardo Ribbeiro e Elijonas Maia | CNN Brasil 21/07/2026 BMW do Careca do INSS | Divulgação: PF Brasília – A PF (Polícia Federal) cumpriu, nesta terça-feira (21), novo mandado de busca e apreensão no âmbito da Operação Sem Desconto, que investiga um esquema de descontos associativos não autorizados em aposentadorias e pensões do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A ordem judicial foi expedida pelo STF (Supremo Tribunal Federal) e tem a finalidade de descapitalizar investigado apontado como um dos principais atores do esquema criminoso. A CNN apurou que se trata de Antônio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS. A ação apreendeu carros de luxo ligados ao lobista. Em comunicado, a PF informou que também estão sendo apurados os crimes de organização criminosa, estelionato previdenciário e atos de ocultação e dilapidação patrimonial. O mandado foi cumprido no Distrito Federal. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS 21/07/2026 Smartmatic: o que é a empresa venezuelana citada em discurso de Flávio Bolsonaro e qual a relação dela com o Brasil 22/07/2026 Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas 22/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Sem contrato desde novembro, empresa já recebeu cerca de R$ 340 milhões do Fundo de Educação de Petrópolis, R$ 41,5 milhões só este ano Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista Reestruturação na Agerio reduz cargos comissionados e deve economizar mais de R$ 5 milhões Ação no STF questiona eleição antecipada para presidência da Câmara de Araruama Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE

Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar

Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar

Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar Cacique do PL afirmou que ex-presidente condenado terá a palavra final na formação da chapa, mesmo estando em prisão domiciliar Por Lucas Vasques | Fórum 21/07/2026 Valdemar Costa Neto – Foto: Beto Barata/PL O presidente do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto, afirmou, nesta terça-feira (21), que Jair Bolsonaro (PL) será o responsável por escolher o candidato a vice na chapa presidencial de seu filho, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A declaração foi feita em entrevista à CNN Brasil e ocorre enquanto Bolsonaro cumpre prisão domiciliar com direitos políticos suspensos e está sujeito a uma série de proibições impostas pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que vedam expressamente sua participação em atividades político-eleitorais, inclusive por meio de terceiros. “Quem vai decidir quem vai ser o vice vai ser o Bolsonaro. O Bolsonaro tem uma sensibilidade muito grande para isso”, afirmou Valdemar. A declaração do presidente do PL é direta: mesmo impedido de concorrer à Presidência e cumprindo prisão domiciliar, Bolsonaro mantém o controle sobre as decisões estratégicas do partido para 2026. Foi o próprio Bolsonaro quem determinou que Flávio, seu filho mais velho, fosse o nome do campo bolsonarista para enfrentar o presidente Lula (PT), que disputará a reeleição. O PL, agora, organiza a composição da chapa em torno dessa definição, com o prazo para registro de candidaturas encerrando em 15 de agosto. Restrições do STF e o desafio à Justiça A fala de Costa Neto não ocorre num vácuo. Por ordem do ministro Alexandre de Moraes, Bolsonaro está proibido de receber visitas com finalidade político-eleitoral até o fim das eleições, tem os direitos políticos suspensos e está impedido de divulgar manifestos político-eleitorais “inclusive por terceiros, independentemente do meio utilizado”. A redação da decisão do STF é explícita: a proibição alcança qualquer intermediário. A restrição foi ainda mais endurecida na sexta-feira (17), quando Moraes proibiu Bolsonaro de receber qualquer visita, exceto médicas e de advogados, pelo prazo de 30 dias. A medida veio após Flávio divulgar em suas redes sociais uma carta escrita pelo ex-presidente condenado, descumprindo a proibição de uso de redes sociais por Bolsonaro, seja diretamente ou por meio de terceiros. Nesse contexto, a afirmação pública de Costa Neto de que Bolsonaro “decidirá” o vice da chapa não é um detalhe protocolar: é a admissão, pelo próprio presidente do partido, de que o ex-presidente segue articulando politicamente a partir do regime de restrições imposto. Se essa articulação se enquadra nas proibições determinadas pelo STF é uma questão que, até o momento, não há manifestação oficial do tribunal ou do ministro Moraes. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar 21/07/2026 Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado 21/07/2026 Ricardo Salles diz que Brasil devia ter ‘cedido’ para evitar tarifaço dos EUA: ‘Foi para o tudo ou nada’ 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Furtos aumentam 10% em Campos no primeiro semestre de 2026 e preocupam moradores e comerciantes Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso

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