Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro

Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro PGR deu parecer favorável, e PF vai instaurar procedimento Por Mariana Muniz e Patrik Camporez | O Globo 23/07/2026 Jair Bolsonaro é interpretado por Jim Caviezel em ‘Dark Horse’ — Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil — Reprodução Brasília – O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um inquérito da Polícia Federal para investigar o financiamento do do filme Dark Horse, que retrata a trajetória do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A investigação busca esclarecer se o dinheiro enviado ao exterior para financiar o longa teve, na prática, outra destinação. A suspeita é que parte da produção tenha sido bancada pelo banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, com o envio de R$ 61 milhões. A decisão atende a um pedido da Polícia Federal, com parecer favorável do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Ao analisar a solicitação, a Procuradoria-Geral da República (PGR) afirmou haver elementos suficientes para a instauração de uma investigação formal sobre os repasses. O caso ganhou repercussão após o site The Intercept Brasil divulgar mensagens em que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, solicita recursos a Vorcaro, sob o argumento de financiar a produção do filme. Uma das principais suspeitas da PF é que parte desses valores possa ter sido utilizada para custear despesas do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. Os investigadores também querem verificar se os recursos financiaram outras iniciativas de aliados do ex-presidente Jair Bolsonaro junto ao governo do presidente americano Donald Trump. De acordo com a linha de investigação, os recursos teriam sido transferidos pela empresa Entre Investimentos e Participações, ligada a Daniel Vorcaro, para um fundo sediado no Texas e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro. A Polícia Federal pretende verificar se os valores efetivamente foram empregados na produção cinematográfica ou se parte deles acabou sendo desviada para custear a permanência de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. O ex-deputado mudou-se para o país alegando perseguição do ministro Alexandre de Moraes e nega qualquer irregularidade. Em manifestações públicas, também afirmou que teve contas bancárias bloqueadas, inclusive as de sua esposa. Quando vieram à tona as informações sobre o financiamento do filme, Flávio Bolsonaro negou que os recursos tenham sido destinados ao irmão. Em nota, o senador afirmou ser “falsa a insinuação de que recursos tenham sido destinados a Eduardo Bolsonaro” e sustentou que “os aportes foram direcionados a um fundo específico da produção, com estrutura jurídica própria e fiscalização nos Estados Unidos”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro 23/07/2026 Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil 23/07/2026 Deputado revela ajuda israelense em projeto que pode afetar muçulmanos 27/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Sem saída: Por que André Mendonça foi obrigado a liberar inquérito da PF sobre Flávio Bolsonaro? (VIDEO) Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro Supermercado era mais barato com Bolsonaro? Deputado desmascara Flávio e mostra a verdade (VIDEO) O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro
GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu

GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ) cumpriu, nesta quinta-feira (23/07), ordem de sequestro de bens e valores contra pessoas físicas e jurídicas investigadas por suposta prática de lavagem de dinheiro relacionada a fraudes em contratos públicos firmados entre três empresas e o Município de Casimiro de Abreu. Por MPRJ 23/07/2026 GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu A pedido do MPRJ, o Juízo da 3ª Vara Criminal Especializada da Comarca da Capital determinou o bloqueio de contas bancárias e bens dos investigados, no valor de até R$ 270 milhões. O cumprimento das medidas conta com o apoio de agentes da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). As investigações, conduzidas no âmbito de Procedimento Investigatório Criminal (PIC) do GAECO/MPRJ, identificaram indícios de irregularidades em licitações, concentração de contratos e movimentações financeiras incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados. Segundo apurado pelo Ministério Público, a empresa apontada como principal núcleo do esquema recebeu mais de R$ 116 milhões em recursos públicos entre 2018 e 2025, por meio de contratos administrativos e de seus respectivos aditivos. O mapeamento patrimonial contou com a atuação do Núcleo de Apoio à Persecução Penal e Recuperação de Ativos da Coordenadoria de Inteligência da Investigação (NAPPRA/CI2/MPRJ). Os nomes das empresas e dos investigados não serão divulgados em razão do sigilo das investigações, que ainda estão em andamento. Notícia anteriorPróxima notícia Casimiro de Abreu RJRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu 23/07/2026 MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu 22/07/2026 GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu
Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça

Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça Flávio alegava que a publicação extrapolava o debate político ao associá-lo a um suposto esquema de “grilagem”, “milícia”, “lavagem de dinheiro” e “corrupção” envolvendo a mansão em Angra, avaliada em cerca de R$ 10 milhões. Por Plínio Teodoro | Fórum 23/07/2026 Mansão em Ilha Comprida que teve Flávio Bolsonaro como testemunha em disputa judicial (Instagram / Flávio Bolsonaro) O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sofreu mais uma derrota na Justiça ao tentar retirar de circulação uma publicação do deputado federal Rogério Correia (PT-MG) que o relacionava à disputa judicial envolvendo uma mansão milionária em uma ilha em Angra dos Reis (RJ). Em sentença publicada nesta quarta-feira (22), a 23ª Vara Cível de Brasília rejeitou os pedidos de indenização, retratação e proibição de novas publicações, reconhecendo que a manifestação do parlamentar petista está protegida pela imunidade parlamentar e pela liberdade de crítica política. Flávio alegava que a publicação extrapolava o debate político ao associá-lo a um suposto esquema de “grilagem”, “milícia”, “lavagem de dinheiro” e “corrupção” envolvendo o imóvel, avaliado em cerca de R$ 10 milhões. O senador pedia indenização de R$ 61 mil por danos morais, além da remoção do conteúdo e de uma ordem judicial que impedisse Rogério Correia de voltar a tratar do assunto. O pedido, porém, foi rejeitado. Para a juíza Vivian Lins Cardoso, embora os documentos comprovem que Flávio Bolsonaro nunca foi parte das ações possessórias envolvendo a propriedade, também demonstram que seu nome não foi citado de forma aleatória. A sentença registra que o senador figurou no processo como testemunha indicada por uma das partes, o que caracteriza um “vínculo periférico e documental” com o episódio. A decisão ressalta que essa condição “não comprova participação do autor em eventual manobra de ocupação do imóvel, tampouco interesse econômico, possessório ou jurídico sobre o bem”. Ao mesmo tempo, afirma que “esses mesmos documentos impedem a conclusão de que o nome do autor tenha sido inserido na narrativa sem qualquer referência objetiva prévia”. Outro ponto importante destacado pela magistrada diz respeito às reportagens que embasaram a publicação de Rogério Correia. Segundo a sentença, matérias jornalísticas não comprovam, por si só, a prática de crimes, mas demonstram que havia uma base informativa anterior à postagem. “Nenhuma das reportagens juntadas comprova condenação, decisão judicial ou documento oficial que reconheça a participação do autor em grilagem, fraude possessória, invasão ou atuação miliciana”, registra a juíza. Em seguida, pondera que elas “servem para demonstrar a existência de base informativa anterior e de debate público sobre o episódio”. Imunidade parlamentar O principal fundamento para rejeitar a ação, entretanto, foi o reconhecimento de que Rogério Correia atuou dentro do exercício de seu mandato parlamentar. Segundo a sentença, a publicação foi feita por um deputado federal contra um senador da República em um contexto de disputa política, utilizando um caso amplamente debatido para questionar a conduta pública de um adversário. “O nexo funcional não decorre apenas do cargo ocupado pelas partes. Resulta da natureza do discurso, dirigido à avaliação pública da conduta de Senador da República por Deputado Federal, em ambiente utilizado para comunicação política”, escreveu a magistrada. Em outro trecho, a decisão afirma que “a proteção constitucional alcança palavras contundentes e críticas ásperas quando inseridas no exercício da representação política”, concluindo pelo reconhecimento da imunidade parlamentar material. Crítica política não equivale a condenação A sentença também faz distinção entre acusações judiciais e linguagem política. Segundo a juíza, a postagem “mistura fatos, inferências e linguagem de combate político” e utiliza expressões como “filho mais corrupto”, “bem ao estilo de milícia” e referências às “rachadinhas” como “juízos políticos depreciativos, não enunciados técnicos de condenação judicial”. Ainda de acordo com a decisão, as provas “demonstram exagero, simplificação e associação retórica entre fatos distintos”, mas não permitem concluir que Rogério Correia tenha inventado deliberadamente os fatos ou divulgado informações que sabia serem totalmente falsas. Tentativa de censura foi rejeitada Além da indenização, Flávio Bolsonaro pretendia obrigar o deputado petista a publicar uma retratação e impedir futuras manifestações sobre o caso. A magistrada negou ambos os pedidos. Para ele, obrigar um parlamentar a se retratar sem que houvesse reconhecimento de ilicitude configuraria violação à liberdade de manifestação política. Também rejeitou a tentativa de impedir futuras publicações, afirmando que “a simples possibilidade de nova manifestação não autoriza proibição genérica de abordar o episódio ou criticar o autor, sob pena de censura prévia”. Como a postagem já havia sido retirada da rede social antes do julgamento, apenas esse pedido perdeu o objeto. Todos os demais foram julgados improcedentes. Ao final, Flávio Bolsonaro foi condenado ao pagamento das custas processuais e de honorários advocatícios fixados em 10% sobre o valor da causa. Leia a decisão na íntegra Entenda a situação Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra Notícia anteriorPróxima notícia Angra dos Reis RJDeputado FederalPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSul Fluminense Costa Verde Médio Paraíba Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça 23/07/2026 PL vê desgaste de Flávio em convenção após inquérito aprovado por Mendonça 23/07/2026 Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa” 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim Ricardo Salles diz que Brasil devia ter ‘cedido’ para evitar tarifaço dos EUA: ‘Foi para o tudo ou nada’ Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme Ação no STF questiona eleição antecipada para presidência da Câmara de Araruama PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo
Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro

Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Dirigentes avaliam que sucessão de episódios dificulta tentativa de afastar presidenciável do banqueiro e mantém desgaste às vésperas da campanha Por Luísa Marzullo | O Globo 23/07/2026 Flávio Bolsonaro durante transmissão online; pré-candidato emula estilo do pai em meio a crise na campanha — Foto: Reprodução Brasília – A divulgação de documentos que mostram que o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) recebeu R$ 500 mil de uma empresa ligada a uma consultoria abastecida com recursos do Banco Master reacendeu a preocupação na cúpula do PL. Embora o presidenciável sustente que a contratação foi legal e sem qualquer relação com o banqueiro Daniel Vorcaro, dirigentes da legenda avaliam reservadamente que o novo episódio prolonga uma crise que a campanha tentava deixar para trás desde maio e amplia a desconfiança em torno da relação entre os dois. Nos bastidores, integrantes do entorno do presidente do partido, Valdemar Costa Neto, afirmam que o principal temor não é apenas o impacto desta revelação, mas a possibilidade de novos capítulos surgirem durante a campanha presidencial. A avaliação é que a sucessão de episódios envolvendo Vorcaro alimenta dúvidas no meio político e dificulta convencer aliados de que o assunto foi definitivamente encerrado. Segundo aliados ouvidos pelo GLOBO, o problema é que Flávio tem enfrentado “uma crise atrás da outra”, sempre afirmando que não há fatos que ainda não se tornaram públicos. Segundo esses interlocutores, a sensação é de desconfiança diante de possíveis novos desdobramentos. Neste contexto, o episódio provoca indignação justamente por reabrir um tema que o PL considerava superado. A leitura é que, independentemente das explicações apresentadas por Flávio, cada nova revelação mantém o nome do senador associado ao banqueiro e oferece munição para adversários explorarem o assunto ao longo da campanha. A preocupação se soma a uma sequência de episódios envolvendo Vorcaro. Em maio, vieram à tona mensagens mostrando que Flávio negociava com o banqueiro o financiamento do filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. Planilhas revelaram repasses de pelo menos R$ 61 milhões para a produtora responsável pela obra, que passaram a ser investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria do ministro André Mendonça. Já na semana passada, uma foto de Flávio com Sicário, chefe de uma milícia privada organizada por Vorcaro, começou a circular. O senador alegou desconhecer a foto e também disse que se tratava de inteligência artificial. Agora, documentos revelados pelo portal Metrópoles e confirmados pelo GLOBO mostram que o escritório de advocacia de Flávio recebeu R$ 500 mil da Contábil Correa por serviços de assessoria jurídica. A empresa tem como único sócio Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da consultoria Copenhagen. Documentos da Receita Federal obtidos pela CPI do Crime Organizado mostram que o Banco Master repassou R$ 57,9 milhões à Copenhagen entre 2024 e 2025. O escritório do senador também emitiu duas notas fiscais, no valor total de R$ 1 milhão, para a consultoria, mas os documentos foram cancelados. Em vídeo publicado nas redes sociais, Flávio reconheceu que prestou serviços advocatícios à Contábil Correa, mas negou qualquer relação com os recursos do Banco Master. Segundo ele, a contratação pela Copenhagen nunca foi efetivada. — Fiz um trabalho para uma empresa. Fui contratado para isso e prestei serviços advocatícios. Relação completamente legal e privada. Em outra oportunidade, não aceitei trabalhar para essa empresa chamada Copenhagen, que supostamente foi usada por Daniel Vorcaro para fazer pagamentos a algumas pessoas. Não foi o meu caso. Cancelei duas notas fiscais — afirmou. Auxiliares do presidenciável sustentam que não há qualquer irregularidade no caso e avaliam que a repercussão da nova revelação foi menor do que a provocada pelas negociações para o financiamento do filme Dark Horse. Na avaliação desse grupo, o episódio é excessivamente técnico, envolve contratos privados e diferentes pessoas jurídicas, o que dificulta sua compreensão pelo eleitor comum e reduz seu potencial de desgaste político. Por isso, a orientação na campanha foi se restringir aos esclarecimentos já apresentados por Flávio. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaReceita FederalSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro 23/07/2026 Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou 24/07/2026 Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro
Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara

Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara Denúncia relata dificuldade para conseguir medicamentos para hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares na Farmácia Municipal. Por Diego Varsi | g1 23/07/2026 Falta de medicamentos na farmácia municipal — Foto: Prefeitura de Itaocara / Redes Sociais Itaocara – Uma moradora de Itaocara, no Noroeste Fluminense, denunciou a falta de medicamentos na rede municipal de saúde. Segundo ela, o pai, um idoso com hipertensão, diabetes e doenças cardiovasculares, está sem receber parte dos remédios de uso contínuo fornecidos pelo município. De acordo com a denunciante, o paciente toma mais de 20 comprimidos por dia e, há meses, a família precisa comprar a maior parte da medicação, o que tem comprometido o orçamento doméstico. Entre os medicamentos que estariam em falta, a moradora cita tanto remédios de uso contínuo quanto medicamentos considerados básicos, como losartana e ácido acetilsalicílico (AAS). A Secretaria Municipal de Saúde de Itaocara foi procurada para informar os motivos do desabastecimento e se há previsão para a regularização do fornecimento. Até a publicação desta reportagem, não tivemos retorno. Notícia anteriorPróxima notícia Itaocara RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara 23/07/2026 Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: ‘situação feia’ 27/07/2026 Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas 28/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada
‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO)

‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) No “Estadão Analisa” desta quinta-feira, 23, Carlos Andreazza fala sobre a fase que vive o filho 01 de Jair Bolsonaro. Por Carlos Andreazza | O Estado de S.Paulo 23/07/2026 ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ O senador e pré-candidato à presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), recebeu R$ 500 mil de uma empresa, cujo dono está envolvido no esquema do Banco Master, de Daniel Vorcaro. A relação aparece em uma nota fiscal, emitida em 9 de abril de 2025 pelo escritório de advocacia que leva o nome do senador. O documento, revelado pelo Metrópoles e confirmado pelo Estadão, indica que Flávio Bolsonaro, que é advogado, prestou serviço de “assessoria jurídica” à empresa Contábil Correa Contabilidade & Auditoria LTDA. A empresa tem como sócio-administrador Rogério Lourenço Novo, que também é diretor da Copenhagen e Assessoria e Consultoria S.A, empresa do conglomerado do Master. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o senador confirmou ter prestado serviços de advogado para Contabil Correa por meio de um contrato privado e legal. O presidenciável, porém, não explicou quais teriam sido os serviços jurídicos e disse que estão tentando “marginalizar a advocacia”Em outra frente, os candidatos Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) criticaram as declarações do senador sobre urnas eletrônicas em encontro com embaixadores. Flávio, que também é pré-candidato à Presidência, participou nesta terça-feira, 21, em Brasília, de encontro com embaixadores estrangeiros. Durante o evento, o senador pediu que os países enviem “a maior quantidade de observadores possíveis” para as eleições. Já no Rio de Janeiro, o ex-governador do Estado, Anthony Garotinho (Republicanos-RJ), disse à Coluna do Estadão que gravou um vídeo negando a participação de Flávio Bolsonaro (PL-RJ) na chamada “noite das astronautas”, uma suposta festa sexual promovida por Daniel Vorcaro, a pedido do próprio presidenciável do PL. Procurado, Flávio não se pronunciou.https://www.youtube.com/watch?v=iF__9hbJn5I Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorMissãoPL Partido LiberalPSD Partido Social DemocráticoRepublicanosSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) 23/07/2026 Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” 23/07/2026 Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo Como nascem os jabutis Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento
PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo

PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo Zucco terá Silvana Covatti como vice e Marcel van Hattem e Ubiratan Sanderson na disputa pelo Senado Por Raony Salvador | Fórum 22/07/2026 O deputado federal Zucco (PL-RS) – (Marina Ramos / Câmara dos Deputados) O PL oficializou nesta quarta-feira (22) a candidatura do deputado federal Luciano Zucco ao governo do Rio Grande do Sul. A chapa terá Silvana Covatti, do PP, como vice, enquanto Marcel van Hattem, do Novo, e Ubiratan Sanderson, do PL, disputarão as duas vagas ao Senado. A candidatura reúne sete partidos e apresenta Zucco como o principal nome do bolsonarismo na disputa pelo Palácio Piratini. Por trás do lançamento, há uma trajetória marcada pela proximidade com Jair Bolsonaro, pela atuação contra movimentos sociais e por vínculos políticos com setores do agronegócio envolvidos em controvérsias trabalhistas. Da segurança de Dilma ao bolsonarismo Tenente-coronel do Exército, Zucco integrou a equipe responsável pela segurança da Presidência durante o governo Dilma Rousseff. Ele entrou no serviço em dezembro de 2010 e, posteriormente, foi transferido para a estrutura presidencial em Porto Alegre. Em 2018, abandonou a discrição da carreira militar para se eleger deputado estadual pelo PSL, então partido de Bolsonaro. Foi o candidato mais votado para a Assembleia gaúcha. Quatro anos depois, já pelo Republicanos, recebeu 259 mil votos e tornou-se também o deputado federal mais votado do Rio Grande do Sul. Financiamento sob suspeita trabalhista Na primeira campanha, Zucco recebeu R$ 10 mil do fazendeiro Bruno Pires Xavier, integrante de uma família empresarial atingida por ações relacionadas a trabalho análogo à escravidão. O Grupo Quatro Marcos esteve ligado a propriedades onde centenas de trabalhadores foram resgatados em diferentes fiscalizações. Em uma delas, 23 pessoas foram encontradas em condições degradantes. A Justiça do Trabalho condenou integrantes e empresas do grupo ao pagamento de indenização por danos morais coletivos. Depois de eleito para a Câmara, Zucco aproximou-se da Federação da Agricultura do Rio Grande do Sul, a Farsul. A entidade apoiou a instalação da CPI do MST e defendeu a flexibilização de normas de proteção à saúde e à segurança dos trabalhadores rurais. CPI do MST e microfone cortado Zucco ganhou projeção nacional em 2023 ao propor e presidir a CPI do MST. Logo na primeira sessão, cortou o microfone da deputada Sâmia Bomfim, do PSOL, quando ela mencionava a autorização do Supremo Tribunal Federal para que a Polícia Federal investigasse o parlamentar por suspeita de incentivo a manifestações antidemocráticas. O episódio ampliou as críticas à condução da comissão, marcada por confrontos entre governistas e bolsonaristas. Meses depois, o próprio Zucco reconheceu como desnecessária outra provocação dirigida a Sâmia durante os trabalhos da CPI. Arquivamento não analisou o mérito Em julho de 2023, Alexandre de Moraes determinou o arquivamento de uma apuração específica sobre o suposto patrocínio de atos antidemocráticos por Zucco. A decisão seguiu manifestação da Procuradoria-Geral da República, que informou que os mesmos fatos já eram tratados em um procedimento anterior, aberto em novembro de 2022. O arquivamento ocorreu para evitar a duplicidade das investigações, e não por uma conclusão definitiva sobre o mérito das suspeitas. Disputa pelo governo gaúcho Zucco entra na eleição como representante de uma aliança que reúne PL, PP, Novo, Republicanos, Podemos, Democrata e DC. Seu principal confronto deve ocorrer com Juliana Brizola, do PDT. Na pesquisa Quaest divulgada em abril, ela tinha 24% das intenções de voto, contra 21% de Zucco, em situação de empate técnico. Em junho, outro levantamento mostrou Juliana com 37% e o bolsonarista com 32%. A eleição gaúcha deverá colocar frente a frente dois projetos distintos: de um lado, a candidatura apoiada por Bolsonaro e por setores ruralistas; de outro, uma coligação formada por PDT, PT e PSOL. Notícia anteriorPróxima notícia CPI Comissão Parlamentar de InquéritoDemocracia Cristã DCDeputada FederalDeputado EstadualDeputado FederalExército Brasileiro EBNOVOPDT Partido Democrático TrabalhistaPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPodemosPolícia Federal PFPP ProgressistasPSLPSOLPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo 22/07/2026 Receita pede que PF compartilhe laudos de joias sauditas dadas a Bolsonaro 23/07/2026 A nova ofensiva do MP do Rio contra núcleo do antigo gabinete de Carlos Bolsonaro 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Eduardo Bolsonaro volta a descredibilizar sistema eleitoral após dado falso de Flávio sobre urnas Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista
Mensagens e áudios indicam lista de propina do PCC para delegacias de SP (ÁUDIO)

Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Delegacias são citadas em conversas de operadores financeiros do PCC sobre supostos pagamentos de propina para ocultar lavagem de dinheiro Por Guilherme Bianchi e Renan Porto | Metrópoles 22/07/2026 Fachada do DEIC | Reprodução/Google Maps Pelo menos quatro delegacias de São Paulo foram citadas em conversas de operadores financeiros do Primeiro Comando da Capital (PCC) sobre supostos pagamentos de propina, de acordo com representação do Ministério Público do Estado (MPSP). Mensagens trocadas entre os criminosos indicam pagamentos ao 13° Distrito Policial (Casa Verde), ao 39° Distrito Policial (Vila Gustavo), ao Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e a uma Seccional da Polícia Civil para proteger esquema de lavagem de dinheiro da facção. O MPSP deflagrou, na manhã desta terça-feira (21/7), a Operação Janus para desarticular rede suspeita de lavar dinheiro para o crime organizado. A investigação apontou a existência de um “banco paralelo” operado por criminosos para ocultar e dar aparência de legalidade ao dinheiro oriundo do crime. Até o momento, 11 suspeitos foram presos. Bruno Ramos Fernandes, acusado de ser um dos responsáveis por viabilizar o fluxo de valores do “banco paralelo”, foi um dos capturados. Em uma troca de mensagens com Robson Martins de Souza, apontado como uma das figuras centrais do esquema, os criminosos trataram sobre a necessidade de arrumar dinheiro vivo para pagar policiais do 13° e do 39° DPs, além de uma Delegacia Seccional da zona norte. Segundo a investigação, os presos utilizavam um código para ocultar as quantias reais, removendo o último dígito dos valores. Assim, eles mencionavam pagamentos de R$ 7,5 mil e R$ 15 mil às delegacias. Em outra conversa pelo WhatsApp, dessa vez com Cléber Azevedo dos Santos, outra peça central ao lado de Robson, Bruno Fernandes foi ordenado a separar R$ 50 mil para “pagar a polícia”, conforme documento do MPSP. Procurada pela reportagem, a Secretaria da Segurança Pública (SSP) afirmou que “apoia integralmente as investigações conduzidas pelo Ministério Público e mantém atuação permanente de cooperação com o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) no enfrentamento às organizações criminosas”. A pasta ressaltou que não admite qualquer desvio de conduta por parte de seus agentes e que as polícias Civil e Militar atuam, por meio de suas Corregedoria, para assegurar a apuração rigorosa de eventuais irregularidades. “A SSP não admite qualquer desvio de conduta por parte de seus agentes. Todas as denúncias ou indícios de irregularidades são apurados com rigor e, caso haja comprovação de ilícitos, os responsáveis são responsabilizados nas esferas administrativa e criminal, na forma da lei”, escreveu. “Precisa pagar os polícia do Deic” Áudios obtidos pelo Metrópoles também mostram Cléber Azevedo pedindo a liberação de R$ 100 mil aos companheiros do esquema para um “cliente” do crime organizado pagar o Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) da Polícia Civil. Em outra gravação, que teve como destinatário Amjad Ahmad, também apontado como operador financeiro da facção, Cléber fala sobre suposto pedido de pagamento feito por policiais civis do setor de crimes cibernéticos do Deic. Segundo o investigado, os agentes queriam “tomar 300 conto [R$ 300 mil] dele”. “Oh, meu amigo, como é que cê tá? Tudo bom? Espero que esteja tudo bem. Deixa eu te fazer uma pergunta. Aquela vez que te ajudaram lá no Deic… eu tô com um problema lá. Caí num golpe que eu te falei lá. O cara colocou um dinheiro ruim na minha conta. Bloqueou 11 conto e tô com 5 pau bloqueado. Foi um golpe mesmo. Eu tenho as pessoas tenho tudo. Além de tudo os caras querem indiciar o Robson, e ainda querem tomar 300 conto dele”, afirmou Cléber na gravação — que também não teve a data especificada. Operação Janus A Operação Janus, deflagrada na manhã desta terça-feira (21/7), investiga a atuação de operadores financeiros em benefício do PCC. Os alvos são suspeitos de movimentar recursos financeiros, realizar operações de conversão de dinheiro em espécie em transferências bancárias e atuar na ocultação, circulação e disponibilização de valores atribuídos à facção. Segundo as autoridades, na prática, os investigados recebiam o dinheiro ilícito e devolviam os valores por meio de transferências eletrônicas realizadas por pessoas jurídicas criadas, o que camuflava a origem criminosa. Ao todo, as autoridades cumprem 18 mandados de prisão preventiva e 18 mandados de busca e apreensão expedidos pela Vara Estadual de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens, Direitos e Valores. Cinco deles estão foragidos. Veja quem são todos os alvos: Cléber Azevedo dos Santos (preso) Robson Martins de Souza (preso) Antonio Carlos Ubaldo Junior (preso) Paulo Rogério Silva (preso) Odair Alves da Silveira Filho (preso) Leonardo Meirelles (foragido) Marlon Antonio Fontana (preso) Bruno Ramos Fernandes (preso) Meire Bomfim da Silva Poza (presa) Fernanda Esteves Silva Lopes (presa) Danillo Vinicius da Silva Rosario (foragido) André de Souza Haddad (preso) Antonio Carlos Sampaio (foragido) Alexandre Viriato da Silva (preso) Raphael Flores Rodriguez (foragido) Amjad Ahmad (foragido) Eduardo Américo Coelho (preso) Marcelo de Morais Oliveira (preso) Deic já foi chamado de “banco” por doleiro: “A gente só deposita” Em uma outra conversa, no dia 15 de junho, Cleber Azevedo enviou uma foto do interior do Deic ao doleiro Raphael Flores Rodrigues. O doleiro, identificado na conversa como “Batata”, ironizou: “É a fachada do banco aí. Isso aí não é delegacia, é banco. Só que só deposita, nunca saca”. O material obtido indicou à investigação a existência de um fluxo de pagamento de propinas, intituladas “despesas do Deic”, e a divisão dos valores por meio de empresas de fachada e dinheiro vivo. Raphael Flores Rodriguez foi preso pela Polícia Federal (PF) no fim de março durante a segunda fase da Operação Narco Azimut, por suspeita de envolvimento em um outro esquema, de lavagem de dinheiro e evasão de divisas. Em 2020, ele foi condenado em uma ação relacionada à Lava Jato por um esquema de envio de dinheiro para o exterior em benefício de Alberto Youssef. https://www.youtube.com/watch?v=Rfv82i_ufqg Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCamaçari BAPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger
MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu

MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé expediu, nesta segunda-feira (20/07), Recomendação para que o Município de Casimiro de Abreu adote, no prazo máximo de 60 dias, medidas para aumentar o controle, a fiscalização e a transparência no uso de veículos oficiais da Câmara Municipal. Por MPRJ 22/07/2026 MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pede que haja divulgação, no Portal da Transparência, da composição atualizada da frota, com indicação da placa, modelo, ano de fabricação e número patrimonial. Além disso, que durante a utilização, sejam feitos registros de informações do veículo, a data de saída e chegada, horário de saída e retorno, quilometragem inicial e final, destino e o nome do motorista. Por fim, que os veículos oficiais sejam identificados com adesivação padronizada da Câmara Municipal de Casimiro de Abreu, de forma a permitir o reconhecimento pela população e pelos órgãos de controle. A Recomendação foi expedida no âmbito de um inquérito civil que apura possíveis irregularidades relacionadas ao uso dos veículos. De acordo com o documento, foram identificadas falhas na identificação dos automóveis, na transparência sobre sua utilização e no controle dos deslocamentos realizados por parlamentares e assessores. A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé estabeleceu prazo de dez dias para que seja informada se a Recomendação será acatada. Notícia anteriorPróxima notícia Casimiro de Abreu RJMP-RJRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu 22/07/2026 GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício 21/07/2026 Nova Iguaçu: Empresa em recuperação judicial já recebeu cerca R$ 425 milhões da Prefeitura 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades
Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro

Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro Escritório de Flávio Bolsonaro emitiu 3 notas em favor de empresas conectadas à estrutura empresarial do Master; duas delas foram canceladas Por Tácio Lorran | Metrópoles 22/07/2026 Arte/ Metrópoles O escritório de advocacia do presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) emitiu e cancelou duas notas fiscais no valor total de R$ 1 milhão em favor de uma empresa de fachada usada por Daniel Vorcaro para movimentar R$ 58 milhões do Banco Master. As notas indicam que as conexões entre Flávio e Vorcaro vão além das reveladas até agora na crise do Dark Horse. O que se sabia é que o presidenciável conseguiu dinheiro com o dono do Master para financiar o filme do pai. As duas notas, no valor de meio milhão de reais cada, foram emitidas no dia 7 de abril de 2025 pelo escritório que tem Flávio Bolsonaro como único sócio e eram relacionadas a serviços prestados à Copenhagen Consultoria e Assessoria S.A. Na mesma ocasião, foram canceladas. Naquele momento, Vorcaro já tinha injetado milhões na empresa de consultoria. Dois dias depois, em 9 de abril, o escritório de Flávio faturou uma terceira nota, também de R$ 500 mil, desta vez em favor da Contábil Correa. Nesse caso, não há registro de cancelamento. As duas firmas guardam um forte elo entre si: o contador Rogério Lourenço Novo. Ele aparece na Receita Federal como o único diretor responsável pela Copenhagen, empresa da qual diz ser dono. Também consta como o único sócio da Contábil Correa. Rogério ainda figura como membro efetivo do conselho fiscal da Ambipar, outra empresa da teia de Vorcaro. As duas notas emitidas pelo escritório de Flávio Bolsonaro e depois canceladas indicavam a prestação de serviços de consultoria jurídica para a Copenhagen, uma empresa que não tem sede própria nem site. Na Receita Federal, está registrada no endereço da Contábil Correa, um prédio comercial em São Caetano do Sul. Rogério Lourenço Novo já foi investigado pela Polícia Federal por supostamente operar um esquema de notas fiscais falsas de empresas de fachada para evadir impostos entre 2013 e 2015. A fraude foi estimada em mais de R$ 100 milhões. Empresa está entre as que mais receberam do Master Criada em novembro de 2024 e com capital de apenas R$ 40, a Copenhagen se tornou uma das 10 empresas que mais receberam dinheiro do Master. Daniel Vorcaro depositou R$ 58 milhões na Copenhagen. Os primeiros aportes, no total de R$ 11,2 milhões, ocorreram logo após a abertura da empresa. No papel, a Copenhagen pertence ao fundo de investimentos Estônia, administrado pela Trustee DTVM. A gestora é investigada pela Polícia Federal (PF) por movimentar e ocultar patrimônio do grupo de Daniel Vorcaro. O que diz Flávio Bolsonaro A assessoria de imprensa de Flávio Bolsonaro enviou a seguinte nota, reproduzida na íntegra: “Diante de tentativas de vincular falsamente meu nome ao Banco Master, esclareço o que segue: Firmei contrato de prestação de serviços de assessoria jurídica com a BR Global, nome fantasia da Contabil Correa Contabilidade e Auditoria Ltda., empresa de contabilidade e auditoria que atende mais de 200 empresas e clientes em São Paulo. Em determinada ocasião, fui consultado sobre a possibilidade de prestar serviços a uma cliente da BR Global, a Copenhagen Assessoria. Apesar da consulta, a contratação não avançou, não tendo o meu escritório recebido qualquer valor da Copenhagen Assessoria, razão pela qual as notas fiscais foram cancelas. Ou seja, estou sendo ‘acusado’ de NÃO receber alguma coisa. Não tenho e jamais tive conhecimento de qualquer relação ou vinculação entre a BR Global ou a Copenhagen e o Master. Qualquer tentativa de me associar a este banco é capciosa, desprovida de qualquer fundamento fático e será tratada com as medidas judiciais cabíveis, nas esferas cível e criminal, contra quem lhe der causa. Por fim, como não sou investigado e meus dados são sigilosos, não poderiam estar em nenhuma investigação formal. Recai a suspeita de que órgãos governamentais, com fins eleitoreiros, tenham vazado dados protegidos por sigilo fiscal à imprensa. Conduta gravíssima, ilegal que será objeto de representação aos órgãos competentes para responsabilização dos autores.” “A empresa é minha” Ao Metrópoles, Rogério Lourenço Novo admite que é o dono da Copenhagen desde setembro de 2025. Ele afirma ter contratado o escritório de Flávio Bolsonaro para prestar serviços “aos clientes do seu escritório de contabilidade”, no que chamou de “quarteirização”. Perguntado para quais dos seus clientes Flávio Bolsonaro prestou serviço, Rogério Lourenço Novo diz que tem mais de 200 e não se lembra nem para quem nem o que foi feito. O contador pediu um tempo para buscar as informações, mas não retornou a ligação. A Trustee DTVM sustenta que não tinha ingerência sobre as relações comerciais da Copenhagen nem sobre a definição de qualquer pagamento ou negociação entre a companhia e o Banco Master para ocultar patrimônio de quem quer que seja. Notícia anterior Banco MasterPL Partido LiberalPolícia Federal PFReceita FederalSão Caetano do Sul SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro 22/07/2026 Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim 21/07/2026 Supermercado era mais barato com Bolsonaro? Deputado desmascara Flávio e mostra a verdade (VIDEO) 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões
Ministros do TSE veem atuação de campanha de Flávio Bolsonaro para desacreditar pesquisas

Ministros do TSE veem atuação de campanha de Flávio Bolsonaro para desacreditar pesquisas Não são só as urnas eletrônicas que estão no alvo de Flávio Bolsonaro, com uso de dados falsos para atacá-las. Ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) enxergam a atuação da área jurídica da campanha do filho de Jair Bolsonaro para descredibilizar também as pesquisas eleitorais. Por Bela Megale | O Globo 22/07/2026 Live de Flávio Bolsonaro sobre participação em audiência promovida pelo Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos — Foto: Reprodução/YouTube A coluna conversou com três magistrados da corte eleitoral que manifestaram essa visão. Para eles, a intensidade dos questionamentos feitos por representantes de Flávio Bolsonaro às pesquisas aumentou após a crise envolvendo o presidenciável e Daniel Vorcaro. O primeiro pedido que chamou atenção foi feito em junho, para tirar do ar uma pesquisa da AtlasIntel que mostrava o filho de Bolsonaro atrás de Lula e que continha o áudio de Flávio solicitando financiamento a Vorcaro para o filme “Dark Horse”. O caso está parado no TSE por um pedido de vista da ministra Estela Aranha após o presidente da corte, Kassio Nunes Marques, suspender a pesquisa. Neste mês, a defesa do senador fez uma nova solicitação, questionando um levantamento no qual o presidente dobrou a vantagem sobre Flávio. Nessa ação, a campanha do senador questiona a metodologia usada pelo instituto AtlasIntel. As iniciativas são vistas por uma ala do TSE como uma estratégia para alimentar o discurso de desconfiança em relação às pesquisas eleitorais e que tem eco junto a Nunes Marques, que também vê o tema com desconfiança. A atuação da defesa de Flávio nessa frente preocupa uma ala da corte eleitoral que considera as pesquisas essenciais para o funcionamento do processo eleitoral. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalSenadorTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ministros do TSE veem atuação de campanha de Flávio Bolsonaro para desacreditar pesquisas 22/07/2026 Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro 22/07/2026 Presidente Lula precisa vetar projeto que reduz Floresta Nacional do Jamanxim 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Falta de transparência impede que se saiba quanto empresa sem contrato vinha recebendo por cada trabalhador terceirizado lotado na Educação de Petrópolis Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas TCE cobra explicações sobre licitação de R$ 62 milhões para aluguel de veículos feita durante gestão de André Moura na Segov MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai
MPRJ cumpre mandados em Itaocara por suspeita de desvio de recursos

MPRJ cumpre mandados em Itaocara por suspeita de desvio de recursos Investigação apura um prejuízo de mais de R$ 468 mil aos cofres públicos em verbas destinadas à Associação Pestalozzi. Por Diego Varsi | g1 22/07/2026 Ministério Público realiza operação em Itaocara — Foto: MPRJ Itaocara – O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) cumpriu, nesta terça-feira (21), três mandados de busca e apreensão durante uma operação que investiga o suposto desvio de recursos públicos destinados à Associação Pestalozzi de Itaocara, no Noroeste Fluminense. Segundo a Promotoria de Justiça da cidade, a investigação aponta um prejuízo superior a R$ 468 mil aos cofres públicos. De acordo com o Ministério Público, o presidente da associação e a coordenadora da instituição foram denunciados pelos crimes de peculato, concussão e lavagem de dinheiro. Os mandados foram cumpridos na sede da instituição e em endereços ligados aos investigados, com apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ). O caso segue em investigação e o material apreendido durante a operação será analisado para dar continuidade às apurações. Notícia anteriorPróxima notícia Itaocara RJMP-RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ cumpre mandados em Itaocara por suspeita de desvio de recursos 22/07/2026 Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara 23/07/2026 Comerciantes denunciam condições precárias de banheiros sob ponte em Campos: ‘situação feia’ 27/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Falta de medicamentos de uso contínuo preocupa pacientes em Itaocara