Ricardo Salles diz que Brasil devia ter ‘cedido’ para evitar tarifaço dos EUA: ‘Foi para o tudo ou nada’

Ricardo Salles diz que Brasil devia ter ‘cedido’ para evitar tarifaço dos EUA: ‘Foi para o tudo ou nada’ Candidato ao Senado por São Paulo fez críticas ao governo Lula durante evento em Piracicaba (SP) nesta terça-feira (21). Por EPTV e g1 Piracicaba e Região 21/07/2026 Ricardo Salles durante evento em Piracicaba — Foto: Victor Hugo Bittencourt/EPTV Candidato ao Senado por São Paulo pelo Partido Novo, o deputado federal Ricardo Salles criticou o governo Lula na condução das negociações com os Estados Unidos em relação à tarifa de 25% sobre produtos brasileiros. A tarifa, que começa a ser aplicada nesta quarta-feira (22), foi anunciada na semana passada, após uma investigação comercial conduzida pelo Escritório do Representante de Comércio dos EUA (USTR, sigla em inglês). 🔎 A medida foi adotada com base na Seção 301 da Lei de Comércio de 1974, mecanismo usado pelo governo americano para apurar práticas consideradas prejudiciais ao comércio do país. Durante um evento para o setor metalúrgico em Piracicaba (SP), nesta terça (21), Salles afirmou que o brasil deveria ter cedido em troca de não haver a adoção da tarifa. “O Brasil precisava ter negociado melhor com os Estados Unidos e não criar uma barreira dizendo, ‘olha, eu sou contra a tarifa’. Você pode ser contra a tarifa, aliás, nós somos totalmente contra a tarifa, mas negociação é isso, você cede em alguma coisa para receber outra. A postura que o governo Lula tomou foi de não negociação, foi de contraponto absoluto, quase que querendo que viesse o tarifaço para poder explorar isso politicamente.” “E você, com um governo de um país muito maior que o nosso, não vale a pena se contrapor. Você tem que realmente negociar, saber que algumas coisas você vai perder, mas consegue ganhar outras. E a impressão que nós temos, e várias pessoas estão dizendo isso, que se participaram mais dessas negociações, é que o Brasil foi para o tudo ou nada com os Estados Unidos”, complementou. O candidato também rebateu a ideia de que políticos brasileiros de direita tenham atuado em favor das tarifas junto ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. “Eu não acho que houve uma advocacia em favor do tarifas. O simples fato de que há um alinhamento político, diria, do presidente Trump com a direita brasileira, não quer dizer que a direita trabalhou pelo tarifas. O que eu percebo é que, embora tenham havido reuniões do Brasil com os Estados Unidos, eram reuniões de pouca negociação, muita contraposição.” Tarifas O governo calcula que 18% das exportações brasileiras para os Estados Unidos serão afetadas com o novo tarifaço imposto pelo governo Donald Trump contra produtos do Brasil. Apesar disso, uma extensa lista de produtos foi excluída da sobretaxa. O governo brasileiro reagiu afirmando que a medida não tem justificativa econômica e foi motivada por razões políticas. Em nota, o governo Lula classificou a decisão como um “marco lastimável” na relação bilateral e afirmou que poderá recorrer à Lei da Reciprocidade Econômica. Os Estados Unidos são o segundo maior parceiro comercial do Brasil. De acordo com o governo, dos dez produtos americanos mais vendidos no Brasil, oito entram sem tarifa. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalNOVOPiracicaba SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ricardo Salles diz que Brasil devia ter ‘cedido’ para evitar tarifaço dos EUA: ‘Foi para o tudo ou nada’ 21/07/2026 Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas 21/07/2026 Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE Como nascem os jabutis MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia
PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo Agora, ministro da Justiça deve assinar o ato para a expulsão do ex-deputado da corporação Por Aguirre Talento | O Estado de S.Paulo 21/07/2026 Eduardo Bolsonaro está nos Estados Unidos desde 2025 Foto: @SBT News via YouTube BRASÍLIA – A Polícia Federal concluiu o Processo Administrativo Disciplinar (PAD) contra o ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e decidiu pela demissão dele por abandono de cargo. Agora, o ministro da Justiça, Wellington Lima e Silva, deve assinar o ato para a expulsão do filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) da corporação. Eduardo Bolsonaro vive nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025 e passou a se definir como exilado político. Pelo acúmulo de faltas sem justificativa, teve o mandato de deputado federal cassado em dezembro do ano passado. Sem mandato, Eduardo deveria retornar ao cargo de escrivão da PF, no Rio de Janeiro, no qual ele ingressou por meio de concurso público em 2010. Como ele não se reapresentou ao serviço, um PAD foi aberto para analisar o caso em fevereiro deste ano. Desde então, o ex-deputado está afastado do cargo. Na instrução do processo, a Corregedoria da PF no Rio determinou que ele entregasse carteira funcional e arma de fogo. Eduardo foi condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a quatro anos e dois meses de reclusão por coação, devido à sua atuação nos EUA para intimidar o Judiciário e impedir a análise da tentativa de golpe. Notícia anterior Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo 21/07/2026 ‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC 21/07/2026 Flávio Bolsonaro negocia vaga no STF para bispo da Universal em troca de apoio dos Republicanos 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro Pente-fino: Corregedoria da Secretaria de Governo comandada por delegado do GSI abre cinco sindicâncias e substitui comissões de investigações em andamento Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado
Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União

Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União Influenciador tem propriedades na Flórida no total de R$ 11,6 milhões; segundo ele, ambas são financiadas Por Alice Maciel, Natalia Viana e Ken Silverstein | Agência Pública e ICL Notícias 21/07/2026 Mansão adquirida por Paulo Figueiredo em novembro do ano passado | Reprodução O influenciador Paulo Figueiredo comprou, em novembro do ano passado, uma mansão de 1,2 milhão de dólares — o equivalente a cerca de R$ 6,1 milhões — em Clermont, na Flórida (EUA). Esta é uma de duas propriedades do influenciador localizadas no estado da Flórida pela Agência Pública e ICL Notícias, no valor total de R$ 11,6 milhões. Segundo o influenciador, ambas são financiadas e não fazem parte de seu patrimônio. Além da mansão em Clermont, a reportagem descobriu que Figueiredo possui também uma casa em Weston, anunciada para venda em junho deste ano por 1,09 milhão de dólares, ou R$ 5,5 milhões, segundo sites imobiliários americanos. A propriedade estava registrada, desde 2016, em nome da empresa Olive-Fig Tree Real Properties LLC, que também pertence ao influenciador. Em outubro de 2025, porém, o imóvel foi transferido para o nome de Figueiredo, de acordo com documentos do estado da Flórida. Um mês depois, ele comprou a casa em Clermont. Paulo Figueiredo deve R$ 4,9 milhões à União por fraudes relacionadas a um esquema para blindar empresas de fiscalizações da Receita Federal, revelado pela Lava Jato durante a Operação Armadeira 2. A informação foi publicada pelo Estadão com base em dados da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN). Ao jornal, ele afirmou que foi autuado indevidamente. Por isso, ele foi inscrito na Dívida Ativa da União. O influenciador também foi condenado pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) a pagar uma multa de R$ 102 milhões, por supostas fraudes financeiras na construção de um hotel no Rio de Janeiro, em parceria com Donald Trump, conforme revelou o Fiquem Sabendo pela Lei de Acesso à Informação. Procurado pela reportagem, Figueiredo afirmou que é um cidadão privado e empresário. “não devo satisfação sobre meu patrimônio a veículo de imprensa algum. Nenhuma das minhas viagens foi custeada com recursos públicos, portanto tampouco devo satisfação ao público sobre elas. Um fato, porém, precisa ficar registrado desde já: ambos os imóveis são financiados”. Segundo ele, isso significa que o seu patrimônio “não corresponde nem de longe aos valores que vocês pretendem me atribuir”. Paulo Figueiredo ainda ameaçou a reportagem com base na lei da Flórida. “Como os fatos estão sendo formalmente aqui comunicados a vocês antes da publicação, eventual publicação de afirmações falsas será tratada no judiciário americano”, afirmou. Seis quartos, jacuzzi e piscina A mansão em Clermont adquirida em novembro de 2025 é luxuosa e demonstra que o aliado de Eduardo Bolsonaro tem passado bem enquanto pede ao governo de Donald Trump retaliações ao Brasil. Ela ocupa um terreno de 17,5 mil metros quadrados, equivalente a cerca de dois campos e meio de futebol, e tem 515 metros quadrados de área construída. A propriedade possui dois andares, seis quartos e cinco banheiros, além de salas de estar e jantar, cozinha gourmet e sala de jogos. Na área externa, conta com piscina de água salgada, jacuzzi para 12 pessoas, varanda, lareira e casa na árvore. A compra foi concluída um mês depois de Figueiredo informar à Justiça dos Estados Unidos que não tinha recursos para contratar um advogado para representar sua empresa, a International Treasure Group, após ela ter sido condenada à revelia. A ação contra a firma de Figueiredo faz parte de um processo de falência que busca recuperar transferências supostamente ligadas ao esquema de fraude liderado pelo magnata chinês Miles Guo. Como a Agência Pública e o ICL Notícias revelaram, a empresa de Paulo Figueiredo é parte no processo por, segundo sua defesa, ter prestado serviço para a rede social Gettr, fundada pelo ex-assessor de Trump, Jason Miller, entre agosto de 2021 e abril de 2022, tendo recebido 140 mil dólares (cerca de R$ 670 mil). Guo era financiador oculto da Gettr. Jason Miller é aliado dos Bolsonaros e chegou a vir ao Brasil algumas vezes durante o governo de Jair. A Gettr também financiou eventos na pré-campanha de 2022. “Desempregado” Em 2024, quando já articulava nos EUA a possibilidade de retaliações contra o Brasil, Paulo Figueiredo chegou a reclamar em audiência no Congresso americano de ser vítima de perseguição do STF e ter ficado “desempregado” e com dificuldades financeiras. Em entrevista ao portal Metrópoles em agosto do ano passado, o influenciador afirmou ter gasto R$ 1 milhão no que chamou de “luta pela liberdade”. Questionado sobre o valor de seu patrimônio, porém, não respondeu. No final do ano, ele retomou a narrativa de ter sido afetado por questões políticas no Brasil, desta vez colocando o argumento em uma resposta formal à Justiça americana. Figueiredo alegou que sua empresa enfrentou “dificuldades financeiras significativas” ao longo de 2023 e 2024, em razão da interrupção de atividades comerciais, o que teria impedido a contratação de um advogado. Segundo ele, a situação foi agravada por “mudanças políticas no Brasil” e pela redução das oportunidades de consultoria. A resposta faz parte de sua defesa no processo de falência de Miles Guo que tramita no Tribunal de Falências do Distrito de Connecticut, nos EUA. O pedido de apuração na Justiça americana afirma que o pagamento à International Treasure Group foi uma transferência fraudulenta. “Esta transferência foi, na verdade, fraudulenta, porque o devedor [Guo Wengui] a efetuou como parte de seu ‘jogo de fachada’ e foi feita com a intenção de dificultar, atrasar e/ou fraudar os credores do devedor”, diz o processo. Já Paulo Figueiredo argumenta que o pagamento foi parte do serviço prestado à Gettr entre agosto de 2021 e abril de 2022, durante o lançamento da rede social no Brasil. As informações sobre os serviços prestados à plataforma foram dadas pelo próprio influenciador na ação. Em 30 de outubro de 2025, após diversas tentativas frustradas de notificação, o tribunal proferiu
‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC

‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC Operador financeiro da facção pediu em troca de mensagens R$ 100 mil para pagar policiais do Deic, mostra áudio. Outros policiais também são citados nas conversas. Por Bruno Tavares, Isabela Leite, Ancelmo Caparica e Marília Barbosa | TV Globo e g1 SP 21/07/2026 Marcelo de Morais Oliveira é um dos detidos da Operação Janus e está envolvido no imbróglio do PCC por casa na Riviera de São Lourenço — Foto: Reprodução/TV Globo São Paulo – O Ministério Público de São Paulo deflagrou nesta terça-feira (21) uma operação para desarticular um grupo apontado como responsável por operar o sistema financeiro do PCC. Segundo a investigação, o coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo Luiz Carlos Pereira Martins fazia parte de um grupo do WhatsApp “de caráter social e pessoal” em que estava também Cléber Azevedo dos Santos, que teria ligação com o Primeiro Comando da Capital (PCC) (leia mais abaixo). Além disso, entre as provas reunidas na investigação está um áudio atribuído a Cleber, preso na ação, em que ele pede R$ 100 mil em dinheiro para, segundo a mensagem, pagar policiais do Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic). No áudio, registrado em 23 de julho de 2025, Cleber diz a um homem identificado como Bruno que um cliente chamado Caio precisava trocar uma transferência bancária por dinheiro em espécie. “Deixa eu te falar. Aquele meu cliente lá, o Caio, ele precisa de R$ 100 mil aí pra trocar. Quer mandar TED e pegar em (dinheiro) vivo, porque ele precisar pagar os ‘polícia’ [sic] do Deic, porque ele teve um problema. Tem R$ 100 mil pra ajudar ele aí?”, afirma a gravação. A TV Globo entrou em contato com o advogado de Cleber e com a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo para pedir um posicionamento sobre o conteúdo do áudio. No entanto, não obteve retorno até a publicação desta reportagem. ‘Aniversário general’ Um grupo de WhatsApp com o nome “aniversário general”, ativo ao menos até 21 de novembro de 2023, reunia o coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo Luiz Carlos Pereira Martins, Cléber Azevedo, apontado como “companheiro” do Primeiro Comando da Capital (PCC), e Robson Martins Souza, segundo o Ministério Público de São Paulo. De acordo com a investigação, as mensagens trocadas no grupo tinham “caráter pessoal e social, com referências a eventos e celebrações”. Para os promotores, o conteúdo demonstra uma relação de proximidade entre os participantes que ia além de contatos ocasionais. Além da participação no grupo, o Ministério Público afirma ter identificado registros de que o coronel Luiz Carlos Pereira Martins se dispôs a ajudar os investigados e a intermediar contatos com outras autoridades. Entre os nomes citados nas conversas estão o coronel José Augusto Coutinho, então comandante da Rota, e o coronel identificado como “Patrício”, que também aparece em planilhas apreendidas pela investigação como “cliente”. Em outra conversa, de acordo com a investigação, Robson Martins Souza solicitou a Odair Alves da Silveira Filho o repasse de R$ 30 mil para que um cliente pudesse “pagar os amigos”, expressão que, segundo o Ministério Público, era utilizada para se referir ao pagamento de propina a agentes públicos. Ainda conforme os investigadores, Cléber Azevedo dos Santos também questionou Amjad Ahmad sobre saldos disponíveis especificamente para “pagar a polícia”. Anotação de pagamento e buscas A investigação também localizou uma anotação que registra um pagamento em dinheiro de R$ 1 mil em favor do coronel identificado como “Patrício”. Segundo o Ministério Público, o valor teria origem em uma prática ilícita chamada “ticketagem”. Diante dos elementos reunidos durante a apuração, o juiz responsável pelo caso autorizou a extração de dados e a apreensão de CPUs de computadores utilizados por policiais civis em suas unidades de lotação, além de buscas em viaturas utilizadas por eles. Para o Ministério Público, os elementos reunidos na investigação indicam um esquema de corrupção sistêmica, em que recursos do grupo criminoso e do PCC eram utilizados para cooptar policiais e garantir a continuidade das atividades ilícitas sem interferência. Empresas de fachada e contas de laranjas Segundo o Ministério Público, há registros de áudios e planilhas financeiras que citam policiais civis e militares. Eles, no entanto, não são alvos da operação desta terça nem foram denunciados ou acusados formalmente no caso. Ao todo, 13 pessoas foram presas. Dos investigados, 11 foram detidos durante toda a operação. Outros dois alvos, que já cumprem pena em presídios — identificados como Moja e Buiu — foram comunicados das novas ordens de prisão. Cinco investigados não foram localizados e são considerados foragidos. Entre eles está o doleiro Leonardo Meirelles, que já era procurado em outras operações. A ação é um desdobramento de três operações anteriores e aprofundou as investigações sobre um esquema considerado pelo Ministério Público como amplo e complexo para lavagem de dinheiro do PCC. Segundo a investigação, operadores financeiros ligados ao esquema recebiam dinheiro em espécie de clientes associados ao PCC e a outras atividades criminosas. Os valores eram inseridos no sistema bancário por meio de empresas e instituições financeiras digitais, que realizavam diversas transferências eletrônicas para ocultar a origem dos recursos. Ainda de acordo com o Ministério Público, os clientes indicavam as contas que deveriam receber os valores, movimentados por empresas de fachada e contas em nome de laranjas. Os recursos eram posteriormente utilizados para a compra de imóveis e até para o pagamento de agentes públicos, em troca de proteção e informações sobre operações. Disputa por casa na Riviera levou investigadores a novas provas Uma das principais provas da investigação surgiu após uma disputa entre um operador financeiro e um integrante da facção. Mensagens encontradas em celulares apreendidos mostram que os envolvidos recorreram ao PCC para resolver uma dívida de cerca de R$ 2 milhões relacionada à negociação de uma casa na Riviera de São Lourenço, no litoral paulista. Na decisão judicial, o caso é descrito como o uso de um “mecanismo paralelo de resolução de conflitos” atribuído ao PCC, em substituição à Justiça comum. O
GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício

GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício O Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAESF/MPRJ) ajuizou, nesta terça-feira (21/07), uma ação civil pública para que sejam suspensos os benefícios fiscais concedidos pelo Estado do Rio à empresa Di Comercio de Alimentos e Bebidas S/A, sediada no Município de Nova Friburgo. Por MPRJ 21/07/2026 GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício De acordo com as investigações, a empresa do setor alimentício descumpriu um Termo de Acordo de Regime Especial (TARE), assinado com o governo estadual em 2015, e que previa, entre outras ações, a geração de empregos no estado em troca da redução da cobrança de impostos. A ação destaca que a empresa informou possuir, em 2012, um total de 22 empregados. Entretanto, no início da concessão do benefício fiscal, no segundo semestre de 2015, esse número havia sido reduzido para apenas dois funcionários, chegando, ao final do período de enquadramento no programa de fomento ao setor atacadista promovido pelo estado (Riolog), em 2020, a apenas um posto de trabalho direto, quando a previsão era de que fossem contratados 70 funcionários. O documento protocolado pelo GAESF/MPRJ também ressalta que o governo estadual não realizou a adequada fiscalização das metas de geração de empregos assumidas pela empresa, permitindo que o benefício fosse concedido até os dias atuais. “Ao contrário, quando tomou conhecimento do descumprimento, o estado deixou de aplicar as sanções cabíveis, notadamente o desenquadramento do programa e a cobrança dos valores fruídos indevidamente”, destaca um trecho da ação. Além da suspensão do benefício, o GAESF/MPRJ requer à Justiça que a empresa seja condenada à reparação integral dos danos causados ao erário. Os valores que deixaram de ser recolhidos aos cofres públicos, em virtude da indevida fruição dos benefícios fiscais concedidos, deverão ser apresentados pela Secretaria de Estado de Fazenda, através de demonstrativo completo e discriminado dos valores relativos à renúncia fiscal, crédito presumido, redução de carga tributária ou qualquer outra vantagem fiscal concedida à empresa desde o início da fruição dos benefícios até a data atual ou, subsidiariamente, no período de cinco anos anteriores ao ajuizamento da ação. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJNova Friburgo RJRegião Serrana e Centro Sul FluminenseRiolog Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício 21/07/2026 Nova Iguaçu: Empresa em recuperação judicial já recebeu cerca R$ 425 milhões da Prefeitura 21/07/2026 Empresa em recuperação judicial firmou contrato sem licitação com a Prefeitura de Nova Iguaçu 22/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking Com Flávio, Eduardo e Figueiredo, EUA preparam terreno para não reconhecer eleição no BR Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure
Nova Iguaçu: Empresa em recuperação judicial já recebeu cerca R$ 425 milhões da Prefeitura

Nova Iguaçu: Empresa em recuperação judicial já recebeu cerca R$ 425 milhões da Prefeitura A Construtora Lytorânea entrou em dificuldades financeiras e está em recuperação judicial, mas, ao que parece, a situação não deve acontecido por falta de contratos, já que a empresa, que consta como sediada em Itaguaí, atua em vários municípios e só da Prefeitura de Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, ela já recebeu mais de R$ 424,9 milhões, sendo R$ 27,8 milhões este ano. Por Elizeu Pires 21/07/2026 Valores recebidos pela Construtora Lytorânea desde 2021 | Reprodução De acordo com a relação de pagamentos feitos entre 2021 e 2026, o faturamento da empresa no município vinha aumentando de forma significativa até 2024, ano em que recebeu transferências que somaram R$ 122,7 milhões. Só em 2024 a Prefeitura firmou sete contratos com Lytorânea, com valores que passam de R$ 156 milhões. Segundo dados do sistema que registra as despesas empenhadas e quitadas pela administração municipal, a empresa recebeu o total de R$ 424.923.544,50. Foram 68.642.600,57 em 2021; R$ 62.627.071,04 em 2022; R$ 98.767.589,98 em 2023; R$ 122.714.071,04 em 2024; R$ 46.277.016,13 em 2025 e R$ 27.895.149,00 no primeiro semestre deste ano. Notícia anteriorPróxima notícia Nova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nova Iguaçu: Empresa em recuperação judicial já recebeu cerca R$ 425 milhões da Prefeitura 21/07/2026 Empresa em recuperação judicial firmou contrato sem licitação com a Prefeitura de Nova Iguaçu 22/07/2026 Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União 24/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Tarifaço: EUA confirmam nova tarifa de até 12,5% contra ‘trabalho forçado’ para o Brasil e outros parceiros comerciais Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça PF investiga suspeita de venda de decisões do STJ em benefício de empresário Luiz Estevão
Supermercado era mais barato com Bolsonaro? Deputado desmascara Flávio e mostra a verdade (VIDEO)

Supermercado era mais barato com Bolsonaro? Deputado desmascara Flávio e mostra a verdade (VIDEO) Flávio usou picanha, cortes para churrasco, Nutella e até sandálias para atacar Lula; Dimas Gadelha refez a conta com itens básicos e mostrou que o salário mínimo compra hoje quase duas cestas a mais Por Ivan Longo | Fórum 21/07/2026 Deputado Dimas Gadelha rebate vídeo de Flávio Bolsonaro sobre preços nos supermercados – Fotos: Reprodução O deputado federal Dimas Gadelha (PT-RJ) foi a um supermercado no Rio de Janeiro para responder ao vídeo em que o senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirma que “o poder de compra do brasileiro acabou” durante o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em vez de comparar carrinhos diferentes ou recorrer apenas à memória sobre os preços praticados durante o governo de Jair Bolsonaro, Gadelha recuperou na internet um encarte do Supermercado Guanabara válido entre os dias 12 e 15 de julho de 2022. Depois, percorreu as prateleiras de uma unidade da mesma rede e comparou os valores de produtos comuns na alimentação e na rotina das famílias brasileiras. O resultado contraria a narrativa apresentada pelo filho 01 de Bolsonaro. O carrinho de R$ 908 de Flávio Bolsonaro Flávio publicou no domingo (19) um vídeo em que aparece fazendo compras em um supermercado da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. Ao passar pelo caixa, afirmou ter desembolsado R$ 908,40 e atribuiu o valor ao governo Lula. “Botei aqui no carrinho algumas coisas que, certamente, todo brasileiro precisa ter em casa. Pode variar uma marca ou outra, mas queria mostrar que não tem nem meio carrinho aqui. É uma compra que não vai durar muito para uma família de 3 a 4 pessoas”, declarou. Segundo o senador, R$ 217,20 do valor total corresponderiam a tributos. “Realmente o poder de compra do brasileiro acabou”, concluiu. O carrinho apresentado como exemplo do consumo cotidiano, entretanto, não era formado apenas por itens básicos. A compra incluía uma peça de picanha de R$ 97,51, coração de alcatra de R$ 54,78, contrafilé de R$ 90,45, um pote de 700 gramas de Nutella de R$ 58,60 e um par de sandálias de R$ 21,98. Flávio também comparou os preços atuais com valores supostamente praticados em 2019, primeiro ano do governo de seu pai, sem apresentar uma comparação entre uma cesta idêntica, comprada no mesmo estabelecimento e nas mesmas condições. Dimas recupera encarte de 2022 Para colocar a comparação à prova, Dimas Gadelha escolheu produtos encontrados no encarte do Guanabara de julho de 2022 e verificou quanto custavam agora nas prateleiras. “Entrei no Google, pesquisei ‘encarte Guanabara julho de 2022’ e encontrei este encarte aqui, com as ofertas do período de 12 a 15 de julho de 2022. E você também pode fazer essa pesquisa. É muito fácil”, explicou. Entre os produtos que, segundo o levantamento do deputado, estavam mais baratos agora do que durante o último ano do governo Bolsonaro, aparecem: arroz Ouro Nobre: de R$ 17,95 para R$ 16,95; feijão Máximo: de R$ 7,29 para R$ 6,79; açúcar Leão: de R$ 4,19 para R$ 3,19; fubá Granfino: de R$ 3,89 para R$ 3,29; filé de frango: de R$ 16,98 para R$ 15,47; detergente Ypê: de R$ 2,29 para R$ 2,25. Outros produtos ficaram mais caros. O café Pilão, por exemplo, passou de R$ 18,98 no encarte promocional de 2022 para R$ 26,90. O sabonete Lux passou de R$ 1,99 para R$ 2,49, enquanto o creme dental Colgate subiu de R$ 5,99 para R$ 7,49. Também houve aumento no papel higiênico Mimo, de R$ 13,98 para R$ 17,30, e na picanha, que aparecia em promoção por R$ 79,98 em 2022 e foi encontrada por R$ 88,90 fora de promoção. Diferença no caixa foi de apenas R$ 2,27 Depois de reunir os produtos, Gadelha comparou o custo total da cesta nos dois períodos. Com os preços do encarte de julho de 2022, a compra custaria R$ 207,40. Com os preços encontrados atualmente, o valor chegou a R$ 209,67. A diferença nominal foi de apenas R$ 2,27, equivalente a aproximadamente 1,1%. O resultado é ainda mais significativo porque parte dos valores antigos havia sido retirada de um encarte promocional, enquanto alguns preços atuais foram encontrados diretamente nas prateleiras. A comparação feita pelo deputado não significa que todos os alimentos estejam mais baratos ou que o custo de vida tenha deixado de pressionar as famílias. Preços variam conforme cidade, estabelecimento, marca, safra e período promocional. Os dados mais recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), por exemplo, mostram essa oscilação: depois de subir 1,65% em maio, a alimentação no domicílio recuou 0,39% em junho de 2026. Café moído, frutas e carnes ficaram mais baratos no mês, enquanto o feijão-carioca registrou alta. O levantamento de Gadelha, no entanto, desmonta a tentativa de usar um carrinho específico, recheado com produtos para churrasco, Nutella e sandálias, como prova definitiva de que os brasileiros compravam mais durante o governo Bolsonaro. Salário mínimo ampliou poder de compra O deputado também acrescentou à comparação um dado ignorado por Flávio Bolsonaro: a evolução da renda de quem recebe um salário mínimo. Em 2022, o piso nacional era de R$ 1.212. O valor foi definido por lei durante o governo Bolsonaro. Em 2026, o salário mínimo chegou a R$ 1.621, um crescimento nominal de aproximadamente 33,7% em relação a 2022. O novo valor está em vigor desde 1º de janeiro. Pelos números apresentados no vídeo, um salário mínimo permitia comprar cerca de 5,8 cestas de R$ 207,40 em 2022. Atualmente, o mesmo cálculo permite adquirir aproximadamente 7,7 cestas de R$ 209,67. A diferença está ligada também à retomada, no governo Lula, da política permanente de valorização do salário mínimo. A legislação prevê a reposição da inflação somada ao crescimento real do Produto Interno Bruto, dentro das regras fiscais vigentes. “Você viu, né? Por mais que eles queiram te enganar, ficou claro que o seu poder de compra aumentou muito no governo Lula”, afirmou Gadelha ao final do vídeo. E concluiu, dirigindo-se à narrativa difundida pelo
Como nascem os jabutis

Como nascem os jabutis Congresso sai de férias sem entregar seu trabalho e já anuncia uma nova temporada de votações a toque de caixa no segundo semestre, criando ambiente propício ao contrabando de medidas Por Notas & Informações | O Estado de S.Paulo 21/07/2026 Congresso sai de férias sem entregar seu trabalho e já anuncia uma nova temporada de votações a toque de caixa no segundo semestre, criando ambiente propício ao contrabando de medidas A Constituição federal é clara: o artigo 57 determina que a sessão legislativa não deve ser interrompida sem a aprovação da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). No Congresso, porém, quem se importa com isso? Ano após ano, deputados e senadores deixam Brasília sem cumprir essa obrigação constitucional. A exceção virou regra, e o Parlamento tem como praxe sair de férias antes da entrega do principal dever legislativo do início do ano, enquanto prazos seguem correndo e empilhando prioridades para o segundo semestre. A proposta encaminhada pelo Executivo em abril permanece sem relator designado na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Em ano eleitoral, o atraso torna plausível um cenário em que a Lei Orçamentária Anual só seja aprovada em 2027, impondo ao próximo ocupante do Palácio da Alvorada severas limitações para executar políticas públicas e investimentos no início do mandato. O que se vê é que o Parlamento que cobra protagonismo sobre o Orçamento e disputa cada centavo das bilionárias emendas parlamentares, reivindicando mais poder sobre os gastos públicos, procrastina quando chega o momento de cumprir sua parte no processo de elaboração das contas públicas. O Congresso também entrou em recesso deixando para trás uma fila de matérias que seus próprios líderes classificaram como prioritárias. A PEC da Segurança Pública, por exemplo, é a discussão mais relevante hoje em tramitação no Congresso e atende a parte de um dos principais problemas do País, mas não avançou desde que chegou ao Senado. A PEC da escala 6×1 felizmente não foi votada, mas tampouco houve avanço no seu debate no Senado. Se essas eram realmente prioridades, o Congresso simplesmente desistiu de tratá-las. Se não eram, vendeu ao eleitor uma urgência que jamais pretendeu enfrentar. O problema não para por aí. Causa arrepio o anúncio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), de que o segundo semestre será marcado por duas semanas de “esforço concentrado”, de 10 a 14 de agosto e de 31 de agosto a 3 de setembro, justamente porque a campanha eleitoral esvaziará o Legislativo. O esforço concentrado não concentra apenas votações. Concentra também riscos. Não é coincidência que “jabutis” (adendos estranhos ao objeto de projetos de lei) abundem justamente em votações concentradas. Quanto menos tempo houver para análise, menor será a capacidade de reação da sociedade, da imprensa e até dos próprios parlamentares. Não faltam exemplos para comprovar o que um cenário como esse é capaz de produzir. A pressa não é um acidente do processo legislativo, mas frequentemente funciona como método. Com dezenas de projetos apreciados em sequência e textos alterados até os últimos minutos, reduz-se deliberadamente o espaço para contestação, compreensão e escrutínio público e se amplia a chance de aprovação de dispositivos que dificilmente sobreviveriam ao debate público. A dinâmica do Congresso conduzido por Alcolumbre institucionaliza a ideia de que legislar se tornou atividade secundária diante da disputa eleitoral e outros interesses. O eleitor, porém, não elege deputados e senadores para trabalhar apenas quando lhes convêm. O mandato parlamentar é permanente e não admite suspensão informal por causa das festas juninas ou da campanha eleitoral. Nem mesmo as Comissões Parlamentares de Inquérito escaparam dessa lógica. A CPI do INSS terminou sem sequer aprovar um relatório final, convertida muito mais em palco para a disputa eleitoral do que em instrumento efetivo de fiscalização. Democracias maduras convivem com eleições sem interromper o funcionamento de seus Parlamentos. No Brasil, ao contrário, naturalizou-se a ideia de que o calendário político justifica meses de produtividade reduzida, seguidos de votações apressadas nas quais prosperam jabutis, acordos de última hora e decisões sem o debate que a sociedade merece. O Congresso Nacional deve satisfações permanentes aos cidadãos que o financiam. Trabalhar até o fim da legislatura não deveria ser tratado como “esforço concentrado”. Deveria ser apenas o cumprimento do mandato. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalCPI Comissão Parlamentar de InquéritoINSSLDO Lei de Diretrizes OrçamentáriasLOA Lei Orçamentária AnualorçamentoPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoSenadorUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Como nascem os jabutis 21/07/2026 Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares 20/07/2026 Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ recomenda ao Município de Valença a recomposição do Conselho Deliberativo da PREVI-Valença Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas ‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC Cabo Frio: Empresa com contrato sob investigação teria atuado no município com dois CNPJs diferentes, segundo apontam documentos oficiais
Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista

Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista Aliança foi firmada durante convenção do PDT, em Brasília; Carlos Lupi era ministro da Previdência quando foram reveladas irregularidades no pagamento de aposentadorias Por Mayara da Paz | CNN Brasil 20/07/2026 Presidente Luiz Inácio Lula da Silva e Carlos Lupi, ministro da Previdência Social • José Cruz/Agência Brasil Brasília – O atual presidente do PDT e ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, anunciou, nesta segunda-feira (20), apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A aliança foi confirmada durante convenção do PDT, em Brasília. É a primeira vez em 12 anos que o PDT apoiará um presidenciável petista já no 1° turno. “A sua tarefa é maior que olhar pelo Brasil, o senhor precisa olhar pela democracia do mundo. É uma honra para o PDT ter o senhor como nosso candidato”, disse Lupi ao discursar no evento. Carlos Lupi pediu demissão do comando do Ministério da Previdência em maio do ano passado, após ele estar no centro das investigações de um esquema de fraudes e desvios de dinheiro de aposentadorias e pensões do INSS Instituto Nacional do Seguro Social). O esquema de fraudes pode ter desviado mais de R$ 6 bilhões. De acordo com registros e detalhes dos inquéritos conduzidos pela CGU (Controladoria-Geral da União) e pela PF (Polícia Federal), Carlos Lupi foi alertado sobre indícios de irregularidades em descontos na folha de pagamento de aposentados ainda em junho de 2023. A primeira medida de combate às fraudes só foi adotada pelo Ministério da Previdência em 2024. Em reunião do Conselho Nacional de Previdência Social (CNPS), uma das conselheiras, Tonia Galleti, solicitou que fosse incluída na pauta uma discussão sobre os ACTs (Acordos de Cooperação Técnica) das entidades que possuem desconto de mensalidade junto ao INSS. Segundo a ata da reunião, o pedido foi negado, pois a pauta já estava elaborada. A conselheira então reforçou o pedido, alegando que havia “inúmeras denúncias feitas”. Ela solicitou ainda que fosse apresentada a quantidade de entidades que possuem ACTs com o INSS, a curva de crescimento dos associados nos 12 meses anteriores e uma proposta de regulamentação que garantisse maior segurança para trabalhadores, INSS e órgãos de controle. De acordo com a ata, Lupi registrou que a solicitação era “relevante”, mas não haveria condições de atendê-la imediatamente, pois seria necessário “um levantamento mais preciso”. No âmbito das investigações, Alessandro Stefanutto, que presidia o INSS, também deixou o comando do órgão em meio às irregularidades. Indicado por Lupi, Stefanutto acabou demitido por suspeitas de corrupção. Denúncias por corrupção Além da Previdência, Carlos Lupi foi indicado para comandar o Ministério do Trabalho em 2007, ainda sob Lula, permanecendo no posto até 2011, já no governo de Dilma Rousseff (PT), quando renunciou após denúncia de irregularidades na pasta. À época, ele era acusado de se beneficiar de recursos de ONGs que tinham convênio com o Ministério do Trabalho. Em 2011, a Comissão de Ética da Presidência havia recomendado a demissão de Lupi. O então ministro se antecipou e, na ocasião, decidiu sair por conta própria. Convenção do PDT Nesta segunda, durante convenção do PDT, o partido oficializou o apoio à reeleição do presidente Lula no pleito deste ano. Entre outras composições estaduais, a aliança entre os partidos garantiu o apoio de Lula e do PT às pré-candidaturas de Juliana Brizola (PDT) e Requião Filho (PDT) aos governos estaduais do Rio Grande do Sul e do Paraná, respectivamente. É a primeira vez em 12 anos que o PDT apoiará um presidenciável petista já no 1° turno. A última vez se deu em 2014, quando a legenda esteve na coligação de Dilma Rousseff, que venceu a reeleição na ocasião. Nas últimas duas eleições gerais, o PDT decidiu lançar Ciro Gomes à Presidência. Em 2018, a sigla comandada por Carlos Lupi anunciou “apoio crítico” a Fernando Haddad (PT) no 2° turno diante de Jair Bolsonaro (PL); em 2022, optou por Lula, também diante de Bolsonaro. Ciro Gomes deixou o PDT no final de 2025 e se filiou ao PSDB. Pré-candidato ao governo do Ceará, ele tenta voltar ao comando do estado e negocia uma composição com o PL de Jair e do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Notícia anteriorPróxima notícia CGU Controladoria-Geral da UniãoINSSPDT Partido Democrático TrabalhistaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPSDBPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista 20/07/2026 Como nascem os jabutis 21/07/2026 Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Pesquisa interna do PL desanima grupo de Flávio Bolsonaro no Rio Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso Máfia do INSS: ex-ministro, deputado e vereador estão entre indiciados PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo
Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF

Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Decisão de bloqueio de bens assinada por André Mendonça barrou negociação Por Matheus Teixeira e Gabriela Piva | CNN Brasil 20/07/2026 Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF São Paulo – O senador Jaques Wagner (PT-BA) teve a tentativa de venda de um terreno, avaliado em R$ 15,8 milhões, barrada por um cartório da Bahia. A negociação aconteceu em 19 de junho – ou seja, um dia após o parlamentar ser alvo de uma operação da PF (Polícia Federal) relacionada ao caso do extinto Banco Master. Por ordem do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça, o parlamentar foi alvo de mandados de busca e apreensão e também de uma ordem de restrição de atividades econômicas. Por isso, a Justiça notificou bancos, órgãos públicos e cartórios para impedir negociações financeiras em curso, o que levou o 1º Ofício de Registro de Imóveis de Camaçari (BA) a barrar a venda da propriedade para a Lagoons Empreendimentos, cujo sócio é o Grupo City. A informação foi divulgada pelo jornal O Estado de S.Paulo e confirmada pela CNN Brasil. De acordo com interlocutores do STF, a medida é praxe no caso de alvos de investigação. A defesa do senador nega irregularidade e diz que a negociação começou em 2024 e foi finalizada em 2025. “O acordo previa a permuta do imóvel por lotes do empreendimento e o pagamento antecipado de R$ 2 milhões, valor devidamente declarado, com o recolhimento do imposto sobre o ganho de capital (DARF pago em 30/06/2025). A escritura pública foi lavrada em maio de 2026, preservando a natureza da operação como uma permuta”, diz a defesa. A CNN tenta contato com a Lagoons Empreendimentos. O espaço segue aberto. Operação da PF A decisão que autorizou a operação contra Wagner, em junho, afirmava que a PF identificou “elementos indicativos de recebimento de vantagens econômicas indevidas pelo parlamentar, direta ou indiretamente, por intermédio de familiares, pessoas de confiança e estruturas societárias vinculadas ao grupo econômico investigado“. Os elementos citados na decisão apontaram que as vantagens incluíam uso gratuito de aeronaves, estruturação de pagamentos, benefícios e aquisições patrimoniais. Dias depois da operação, Jaques Wagner confirmou a saída da liderança do governo no Senado Federal. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCamaçari BAPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF 20/07/2026 Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista 20/07/2026 Como nascem os jabutis 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária Cabo Frio: Empresa com contrato sob investigação teria atuado no município com dois CNPJs diferentes, segundo apontam documentos oficiais Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6
Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares

Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares Presidente do PL mudou versão sobre a sua atuação na destinação de verba Por Pepita Ortega | O Globo 20/07/2026 Flávio Dino pediu vista, mas prometeu devolver o processo assim que TSE publicar acórdão — Foto: Brenno Carvalho Brasília – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, decidiu encaminhar à Polícia Federal (PF) as respostas de dirigentes de partidos sobre a indicação de emendas parlamentares. O relator da ação que trata da transparência dos repasses determinou que as explicações prestadas pelos presidentes do PSD, Gilberto Kassab, e do PL, Valdemar da Costa Neto, sejam apensadas às apurações em curso na Corte. Segundo Dino, é importante que os investigadores tenham acesso às declarações “visando aos atos de investigação cabíveis” e para “melhor análise das práticas existentes”. A remessa das informações se dá após Valdemar mudar de versão sobre a sua atuação na destinação de emendas parlamentares e dizer ao STF que ele não faz indicações de recursos do Orçamento que cabem aos senadores e deputados federais. O presidente do PL alegou que faz apenas “sugestões” aos parlamentares, aos quais cabe a indicação das emendas. A defesa do dirigente partidário sustentou que ele não tem qualquer poder formal sobre emendas parlamentares. As alegações se dão após Valdemar ter R$ 119 milhões em bens bloqueados em uma investigação que apura se ele, mesmo sem ser parlamentar, era responsável por indicar recursos. Após uma entrevista em que Valdemar disse ser natural presidentes partidários interferirem nos repasses, Dino cobrou explicações. Em resposta, os advogados de Valdemar afirmaram que ele não tem cotas de indicação de emendas e que não são submetidas a ele planilhas para alocação de recursos. A defesa alega que “eventuais diálogos políticos não se confundem” com a destinação de emendas parlamentares. “Pode haver, no plano estritamente político, espaço interno para que diferentes atores do partido – inclusive e sobretudo seu presidente– sejam ouvidos e apresentem sugestões. Esse espaço de interlocução não é uma cota orçamentária, não é patrimônio político individual e não gera direito subjetivo à aprovação ou à execução de qualquer prioridade”, registrou a petição. Após a entrevista do presidente do PL, Dino deu um prazo para que dirigentes de partidos prestassem informações acerca da eventual definição, gestão, distribuição ou operacionalização de emendas parlamentares. Além de Valdemar, também já respondeu à determinação o presidente do PSD, Gilberto Kassab. Este, por sua vez, sustentou que “em nenhum momento houve sequer menção” sobre a possibilidade de ele exercer influência na destinação de emendas parlamentares. “A Presidência do Partido Social Democrático– PSD jamais imiscuiu, sugestionou ou tampouco participou de qualquer deliberação acerca dos critérios que envolvem fatores relacionadas à destinação de emendas parlamentares”, sustentou a legenda. Em documento assinado nesta segunda, Dino indicou ainda que vai tomar outra decisão após receber todas as explicações dos líderes partidários. Em despachos anteriores, o ministro do STF deu uma série de recados a parlamentares, afirmando, por exemplo, que ex-deputados e dirigentes partidários não têm “legitimidade” para interferir na destinação de emendas parlamentares. O magistrado acrescentou que as leis vigentes proíbem a “terceirização e a privatização” de emendas. Notícia anteriorPróxima notícia emenda parlamentarorçamentoPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSD Partido Social DemocráticoSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dino encaminha à PF explicações de Kassab e Valdemar sobre destinação de emendas parlamentares 20/07/2026 Carluxo contrata ex-secretário de governador que disse que Bolsonaro é ‘uma tragédia’ quando ‘abre a boca’ 20/07/2026 PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo 21/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle Furtos aumentam 10% em Campos no primeiro semestre de 2026 e preocupam moradores e comerciantes Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões
Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro

Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro Ex-deputado foi condenado pelo STF a 4 anos e 2 meses de prisão no mês passado Documento concede a estrangeiros o direito de viver, trabalhar e estudar nos EUA por tempo indeterminado Por Mônica Bergamo | Folha de S.Paulo 20/07/2026 O Cartão de Residência Permanente, comumente conhecido como green card, de Eduardo Bolsonaro – Reprodução O governo de Donald Trump concedeu o green card ao ex-deputado Eduardo Bolsonaro. O documento permite que um cidadão estrangeiro viva, trabalhe e estude nos EUA por tempo indeterminado, e sem a necessidade de qualquer autorização especial. A concessão do documento, que dá a Eduardo Bolsonaro uma série de garantias, semelhantes às de um cidadão norte-americano, ocorre em um momento especialmente tenso das relações entre o Brasil e os EUA. Na semana passada, Trump baixou um novo tarifaço contra os produtos do país, de 25%. Na primeira medida econômica contra o país, em 2025, o presidente norte-americano vinculou as tarifas a uma suposta perseguição do Estado brasileiro a Jair Bolsonaro. Além disso, o filho de Bolsonaro foi condenado no mês passado pelo STF (Supremo Tribunal Federal) a 4 anos e 2 meses de reclusão pelo crime de coação no curso do processo. De acordo com o STF, ficou comprovado que Eduardo atuou nos EUA para interferir no julgamento da ação penal em que o pai foi condenado por tentativa de golpe de Estado. Segundo a denúncia, ele mesmo afirmou, na época, ter feito gestões para que o governo Trump impusesse sanções a autoridades brasileiras e medidas econômicas contra o país. “Eduardo agora está protegido pela Constituição americana”, diz o jornalista Paulo Figueiredo, amigo e aliado do ex-parlamentar que, como ele, vive nos EUA. “Qualquer ação de perseguição ou censura, por exemplo, contra ele, pode se inserir no mesmo contexto das ações que já levaram a sanções dos EUA ao Brasil”, segue. A extradição para que Eduardo Bolsonaro cumprisse a pena no Brasil já era considerada uma possibilidade remota pelos magistrados da Suprema Corte, já que o governo norte-americano sempre sinalizou apoio a Eduardo Bolsonaro. Com o green card, ela fica ainda mais distante. O ex-parlamentar já fez diversas declarações afirmando que sofre perseguição política de um sistema “covarde e desumano” e disse que saiu do Brasil para não se submeter a um “regime de exceção”. Para conseguir a residência permanente, diz Figueiredo, o ex-deputado teve que provar que preenchia diversos requisitos. Com o green card, Eduardo passará a viver nos EUA com praticamente os mesmos direitos que um cidadão norte-americano. Mas ele não poderá, por exemplo, votar. O pedido foi feito há mais de um ano, segundo Paulo Figueiredo. Neste mês, ele conseguiu o documento. Notícia anterior Deputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Governo Trump concede green card a Eduardo Bolsonaro 20/07/2026 A obra sem fim de Tarcísio no ABC 15/07/2026 Para bom entendedor: partidos levam a sério a ameaça do TRE-RJ de barrar candidatos investigados por ligação com o crime organizado 20/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização Prefeitura de aliado de chefe do União ganhou R$ 80 milhões em emenda ‘sem dono’ MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido