Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis

Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis Veículo apresentou diversas irregularidades e passageiros tiveram que deixar o coletivo; no mesmo fim de semana, outro veículo da empresa pegou fogo no centro da cidade. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 03/08/2026 Veículo foi removido para o pátio | Foto: Reprodução/Redes Sociais Petrópolis – Um ônibus da empresa Turp foi recolhido pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) na noite de domingo (2), enquanto fazia uma linha do transporte público em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. O veículo operava a linha 610, entre o Terminal de Corrêas e o bairro Araras. Segundo a PRF, o ônibus foi parado para fiscalização na altura de Bonsucesso, no km 60 da BR-040, em Itaipava. Durante a abordagem, os agentes constataram que o veículo estava com o licenciamento vencido, apresentava defeito nas luzes traseiras e irregularidades no preenchimento do disco de tacógrafo, equipamento que registra velocidade, distância percorrida e tempo de condução. Os passageiros precisaram desembarcar, e o ônibus foi retirado de circulação. De acordo com a PRF, o veículo só será liberado após a regularização de todas as pendências. Outro ônibus da empresa pegou fogo A apreensão ocorreu um dia depois de outro ônibus da Turp pegar fogo enquanto fazia a linha 700, entre o Centro de Petrópolis e o Terminal Itaipava. O incêndio aconteceu na Avenida Ipiranga, na manhã de sábado (1º). Segundo o Corpo de Bombeiros, todos os passageiros conseguiram deixar o veículo antes que as chamas se espalhassem, e ninguém ficou ferido. O ônibus ficou completamente destruído. As causas do incêndio ainda são apuradas pela equipe técnica da empresa. Empresa está sob intervenção municipal A Turp está sob intervenção da Prefeitura de Petrópolis desde o fim de maio deste ano. A administração municipal informou ao g1 que a medida foi adotada diante de problemas como frota envelhecida, veículos parados, pendências documentais, dificuldades financeiras e manutenção acumulada. A Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans), responsável pela fiscalização do transporte público, informou que analisa a documentação dos veículos, os registros de vistoria, o histórico de manutenção e as circunstâncias das duas ocorrências. Segundo o órgão, as medidas cabíveis serão adotadas após a conclusão da apuração, com prioridade para a segurança dos usuários, a regularidade da frota e a continuidade do serviço público. Notícia anteriorPróxima notícia Petrópolis RJPRF Polícia Rodoviária FederalRegião Serrana e Centro Sul Fluminenserodovia BR-040 Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis 03/08/2026 Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis 01/08/2026 Justiça Eleitoral decide ação sobre investigação da campanha de Ferreti; prefeito de Angra dos Reis segue no cargo 04/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo 10/07/2026 Bastidores: PF tentou evitar distribuição automática para André Mendonça de nova investigação sobre Lulinha 31/07/2026 Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure 24/07/2026 Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União 21/07/2026 Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” 11/07/2026
Prefeitura de Búzios cumpre decisão judicial e afasta secretária de Meio Ambiente

Prefeitura de Búzios cumpre decisão judicial e afasta secretária de Meio Ambiente Roseli de Almeida Pereira é acusada de obstruir acesso a documentos em investigações sobre irregularidades ambientais. Por Ludmila Lopes | g1 03/08/2026 Secretária de Búzios é afastada do cargo por ordem judicial — Foto: Redes Sociais Armação dos Búzios – A Prefeitura de Armação dos Búzios, na Região dos Lagos do Rio, determinou o afastamento da secretária de Meio Ambiente e Licenciamentos Ambiental e Urbanístico e Fiscalização, Roseli de Almeida Pereira, após decisão judicial publicada nesta última quinta-feira (30). A decisão veio a partir de um pedido do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) para preservar provas, garantir acesso à documentação e evitar novas interferências nas investigações sobre irregularidades ambientais. O órgão afirma que houve demora e omissão no envio das informações requisitadas, além de respostas incompletas. Uma das denúncias envolve intervenções na Ponta do Pai Vitório, área ambientalmente protegida. De acordo com o MPRJ, documentos de licenciamento e estudos técnicos só foram entregues após medida cautelar de busca e apreensão. Outra investigação apura o uso de saibro extraído irregularmente do antigo Lixão da Baía Formosa em obras no Campo de José Gonçalves, espaço frequentado por crianças. Segundo a Polícia Federal, um laudo confirmou a extração irregular e a utilização do material. O g1 tentou contato com a defesa mas até a última atualização desta reportagem não obtivemos contato. Notícia anterior Armação dos Búzios RJmeio ambienteMP-RJPolícia Federal PFRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Prefeitura de Búzios cumpre decisão judicial e afasta secretária de Meio Ambiente 03/08/2026 Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética 31/07/2026 André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Reuniões de madrugada, codinomes de heróis, dinheiro vivo: as provas que levaram a PF a indiciar 48 pessoas por fraude no INSS 15/07/2026 Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado 07/07/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital 18/07/2026 Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ 08/07/2026
Bomba lançada por drone fere 2 crianças em festa de rua em Cordovil, no Rio, dizem moradores

Bomba lançada por drone fere 2 crianças em festa de rua em Cordovil, no Rio, dizem moradores Incidente foi na tarde do último sábado (1º) na comunidade do Dourado. Testemunhas afirmam que 2 crianças foram atingidas de raspão. Por Cássio Inácio e Jefferson Monteiro | Bom Dia Rio 03/08/2026 Explosivo foi detonado na comunidade do Dourado, em Cordovil — Foto: Reprodução A Polícia Civil do RJ investiga a explosão de uma bomba caseira no último sábado (1º), em Cordovil, na Zona Norte do Rio de Janeiro. Moradores da comunidade do Dourado afirmam que traficantes da Penha lançaram, com um drone, uma granada em uma festa na rua. A Polícia Militar informou não ter registro de feridos, mas testemunhas afirmam que 2 crianças foram atingidas de raspão. Vídeos e relatos que circulam nas redes sociais dão conta de mais de uma explosão, mas essas informações não haviam sido confirmadas pelas autoridades até a última atualização desta reportagem. Na hora do ataque, dezenas de crianças se divertiam em pula-pulas e outras estruturas montadas no asfalto. “A gente veio fazer uma brincadeira para as crianças, mas a gente teve que desmontar correndo, porque infelizmente jogaram uma granada aqui”, narrou um morador. “Caiu aqui a granada com prego, um monte de coisa. Atingiu 2 crianças que estavam passando, graças a Deus de raspão, e o funcionário da limpeza”, detalhou. De acordo com a PM, equipes da Unidade de Polícia de Proximidade (UPP) da Chatuba foram acionadas para atender à ocorrência. O caso foi encaminhado para a 38ª DP (Brás de Pina). Unidade especializada O uso de drones por facções criminosas no RJ deixou de servir apenas para monitoramento e passou a representar uma ameaça cada vez mais direta. Ataques com lançamento de explosivos têm se tornado mais frequentes em áreas conflagradas da cidade, levando a Polícia Civil a criar uma unidade especializada para investigar e combater o uso dessas aeronaves pelo crime organizado. “Criminosos do Rio de Janeiro hoje estão usando o drone primordialmente para monitorar tanto a polícia quanto facções rivais. Eles já não abrem mão dessa ferramenta. É como se fosse um sistema integrado às atividades que desempenham para manter o domínio territorial”, afirma o delegado Marcos Motta, responsável pelas investigações. De acordo com a Polícia Civil, os grupos criminosos utilizam desde drones pequenos e discretos até modelos maiores, semelhantes aos chamados drones agrícolas. “Já obtivemos imagens, inclusive, de criminosos operando drones agrícolas desses”, acrescentou Motta. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Bomba lançada por drone fere 2 crianças em festa de rua em Cordovil, no Rio, dizem moradores 03/08/2026 Moradores de Lumiar cobram continuidade em obra de ponte em Nova Friburgo 04/08/2026 Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis 03/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Prefeitura de Búzios cumpre decisão judicial e afasta secretária de Meio Ambiente 03/08/2026 Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE 17/07/2026 Gabinete presidencial, cannabis medicinal e tráfico de influência: entenda a nova investigação da PF contra Lulinha 31/07/2026 Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil 23/07/2026 Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) 16/07/2026
Déficit nas estatais: quais empresas mais pressionam o governo

Déficit nas estatais: quais empresas mais pressionam o governo Relatório do Tribunal de Contas da União aponta que onze companhias publicas federais estão com situação econômico-financeira deteriorada a ponto de exigir aportes da União Por Luciana Franco | CNN Brasil 02/07/2026 Movimento no Centro de Tratamento de Encomendas dos Correios, em Benfica • Fernando Frazão/Agência Brasil São Paulo – O avanço dos prejuízos das empresas estatais federais preocupa o governo. O relatório “Estatísticas Fiscais”, divulgado pelo BC (Banco Central) na última sexta-feira (31) aponta que as estatais registraram um déficit de R$ 1,5 bilhão em junho. Neste cenário, uma fiscalização do Tribunal de Contas da União (TCU) identificou em 2025 a deterioração econômico-financeira em onze empresas públicas de diferentes setores e apontou que parte delas pode exigir novos aportes de recursos do Tesouro Nacional nos próximos anos. Segundo o tribunal, os problemas mais graves estão concentrados nos Correios e no setor nuclear, mas também atingem companhias portuárias, Casa da Moeda, Emgea e Infraero. O diagnóstico é de fragilidades estruturais, com perda de receitas, custos elevados, passivos trabalhistas e previdenciários e dependência de soluções temporárias para manter as operações. Para o especialista em contas públicas Murilo Viana, o caso dos Correios é o principal ponto de atenção. Ele explica que, atualmente, a estatal não entra diretamente no cálculo tradicional do resultado primário do governo porque é classificada como uma empresa estatal não dependente. “Hoje, ele não impacta diretamente o déficit primário do governo, propriamente dito, porque o Correios é considerado uma empresa não dependente. Existe o déficit das estatais, mas ele não entra naquela métrica que acompanha o resultado primário do governo”, afirma. Apesar disso, Viana alerta que a situação financeira da empresa coloca em discussão a manutenção dessa classificação. Segundo ele, uma eventual mudança dos Correios de estatal não dependente para dependente teria impacto significativo sobre as contas públicas. “Ela tem cara, cheiro e tudo de uma estatal que não dá conta de se sustentar por si só. Se passar de não dependente para dependente, vira um problema gravíssimo, porque terá que entrar no orçamento normal do governo, com todas as restrições e dificuldades de execução”, explica. Correios somam prejuízo de R$ 8,5 bilhões O TCU classificou os Correios como o caso de maior gravidade entre as empresas analisadas. A estatal encerrou 2025 com prejuízo líquido de R$ 8,5 bilhões e perdeu cerca de 30% de participação no mercado de encomendas entre 2018 e 2025. As despesas com pessoal representam mais de 60% dos gastos totais da empresa. Para manter a operação, os Correios contrataram R$ 12 bilhões em empréstimos com garantia da União em dezembro de 2025, com custo projetado de R$ 34,2 bilhões até 2040. O contrato prevê ainda um aporte mínimo de R$ 6 bilhões da União até 2027. A empresa também negocia uma nova linha de crédito de R$ 8 bilhões para 2026. O plano de reestruturação dos Correios, segundo o TCU, enfrenta dificuldades. Até abril de 2026, o programa de desligamento voluntário tinha recebido 3.748 adesões, contra uma meta de 10 mil funcionários, enquanto a venda de imóveis arrecadou apenas R$ 11 milhões, distante da previsão de R$ 1,5 bilhão. Na avaliação de Murilo Viana, o segundo maior foco de preocupação está no setor nuclear, envolvendo a Eletronuclear e empresas relacionadas. “O conjunto do aparato de energia nuclear é um sistema articulado. A situação da Eletronuclear afeta todas as outras empresas”, afirma. A Eletronuclear registrou prejuízo de R$ 142,1 milhões em 2025 e enfrenta dificuldades financeiras relacionadas principalmente às dívidas da construção de Angra 3 e ao custo de operação das usinas Angra 1 e Angra 2. Segundo o TCU, a empresa opera com custos superiores à receita coberta pela tarifa regulatória da Aneel. A situação também pressiona a ENBPar (Empresa Brasileira de Participações em Energia Nuclear e Binacional), controladora da Eletronuclear, e a Indústrias Nucleares do Brasil (INB), cuja receita depende em 99% das vendas para a estatal nuclear. O tribunal aponta risco de necessidade de aportes públicos para sustentar o grupo. Além dos Correios e do setor nuclear, o TCU identificou dificuldades em companhias portuárias. A PortosRio foi classificada como de alto risco, com patrimônio líquido negativo, baixa geração de caixa operacional e necessidade de R$ 1,14 bilhão em aportes do Tesouro em 2024. A empresa acumula ainda provisões trabalhistas de aproximadamente R$ 435 milhões. A Companhia Docas do Rio Grande do Norte (Codern) apresenta risco médio-alto, após registrar déficits operacionais entre 2021 e 2024 e depender de capitalização extraordinária do Tesouro em 2025. Já Companhia Docas do Ceará, a Companhia Docas do Pará e Companhia Docas do Estado da Bahia foram classificadas com risco médio, principalmente por pressão de custos e baixa execução de investimentos. A Casa da Moeda também aparece no relatório do TCU. A empresa registrou déficits operacionais em 2022, 2024 e 2025 e vem utilizando receitas financeiras de reservas acumuladas para sustentar os resultados, estratégia considerada limitada pelo tribunal. A Emgea (Empresa Gestora de Ativos), apesar de apresentar situação patrimonial confortável, enfrenta um desafio estrutural: o encerramento, previsto para dezembro de 2026, da gestão dos créditos do FCVS (Fundo de Compensação de Variações Salariais), sua principal fonte de receita. Já a Infraero tem risco fiscal considerado baixo no curto prazo, mas com possibilidade de deterioração no médio prazo. A empresa possui cerca de R$ 2 bilhões em caixa, porém estima perda de R$ 983 milhões até 2030 em receitas devido às restrições operacionais no Aeroporto Santos Dumont. Para o TCU, o problema central é a combinação de modelos de negócio fragilizados, custos rígidos, passivos elevados e demora na atuação dos órgãos responsáveis pela supervisão das empresas. O tribunal alerta que esses fatores aumentam a possibilidade de transformação de riscos em despesas efetivas para a União. Na avaliação de Viana, o desafio está em evitar que empresas as que hoje não entram diretamente na conta do déficit público passem a exigir recursos permanentes do orçamento federal. “Quando uma estatal deixa de conseguir se financiar sozinha, o problema deixa de ser
Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal

Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal O ministro do STF, André Mendonça, autorizou inquérito para investigar irregularidades na relação de Lulinha com o sócio da 3Structure It Por Mateus Salomão e Tácio Lorran | Metrópoles 01/08/2026 Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha | Danilo M. Yoshioka/ Especial Metrópoles A 3Structure It LTDA, empresa para a qual o empresário Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, teria feito lobby para prospectar negócios junto à administração pública, segundo a Polícia Federal (PF), fechou seis contratos com o governo federal que somam R$ 85,7 milhões. Os acordos têm como objeto a contratação de soluções de tecnologia da informação. Ao menos cinco deles foram fechados após realização de processo licitatório. As informações foram levantadas pela coluna no Portal da Transparência, Comprasnet e Diário Oficial da União (DOU). A 3Structure It foi criada em 2019 e mantém sede em Florianópolis. O primeiro contrato foi fechado com o Centro Integrado de Telemática do Exército em novembro de 2022. O instrumento prevê solução de TI e comunicação de backup de forma a expandir a infraestrutura de armazenamento do Sistema de Telemática do Exército. Inicialmente com valor de R$ 21,8 milhões, o contrato recebeu aditivo de R$ 3,6 milhões em julho deste ano. Todos os outros contratos foram firmados na gestão do presidente Lula (PT). O instrumento de maior valor é com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome. Em 2023, a pasta celebrou contrato para adquirir solução para sustentação do ambiente analítico de dados do ministério. O valor acumulado ultrapassa os R$ 42 milhões. A 3Structure It mantém ainda um outro contrato com o Ministério do Desenvolvimento, dessa vez de R$ 19,3 milhões. O documento assinado em abril deste ano prevê a contratação de nova solução de backup em substituição à solução atualmente implantada no ministério. Já o Instituto Nacional de Educação de Surdos, que é vinculado ao Ministério da Educação, tem contrato de quase R$ 178 mil e a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) tem firmado contrato de cerca de R$ 2,5 milhões. Em outubro de 2024, a 3Structure It também assinou um contrato com a Telebrás, estatal ligada ao Ministério das Comunicações. O valor não foi divulgado. Investigação da PF Como mostrou a coluna de Manoela Alcântara, do Metrópoles, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), autorizou a abertura de um segundo inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência de Lulinha. A informação foi revelada pelo Estadão. Além desse novo inquérito, o filho do presidente é alvo de outra investigação que apura supostos crimes de corrupção e tráfico de influência no Ministério da Saúde. A nova apuração identificou indícios de irregularidades na relação de Lulinha com o empresário Cleber Ribas de Oliveira, sócio da empresa 3Structure It LTDA. A empresa teria buscado negócios na Dataprev, companhia de tecnologia do governo federal, e em outros órgãos. Ainda segundo a coluna, após a decisão de Mendonça, o advogado Marco Aurélio de Carvalho, coordenador do grupo Prerrogativas e advogado de Lulinha, ressaltou que a defesa segue tranquila. No entanto, afirma que não teve acesso a essa nova abertura de investigação. Notícia anteriorPróxima notícia ComprasnetDiário Oficial da União DOUExército Brasileiro EBFlorianópolis SCPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal 01/08/2026 PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev 31/07/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro 16/07/2026 Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro 23/07/2026 Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista 20/07/2026 Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana 11/07/2026 Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE 28/07/2026
Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis

Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis Passageiros e motorista deixaram o veículo após o início das chamas, neste sábado (1º); incêndio foi controlado pelos bombeiros e ninguém ficou ferido. Por Patrick Guimarães | g1 01/08/2026 Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis — Foto: Altamir Câmara Petrópolis – Um ônibus da empresa Turp pegou fogo na manhã deste sábado (1º) na Avenida Ipiranga, próximo à Catedral São Pedro de Alcântara, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio. O incêndio foi controlado pelo Corpo de Bombeiros, e ninguém ficou ferido. Segundo a empresa, o ônibus seguia em direção à Rua 13 de Maio quando passageiros e motorista perceberam o início das chamas. O condutor retirou todos os ocupantes do veículo e tentou conter o incêndio com o extintor do ônibus, mas o fogo se espalhou rapidamente. O Corpo de Bombeiros foi acionado para combater o incêndio. Equipes da Companhia Petropolitana de Trânsito e Transportes (CPTrans) interditaram a via e organizaram desvios no trânsito, enquanto a Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis (Comdep) atuou na limpeza e desobstrução da pista. A Avenida Ipiranga foi liberada por volta das 12h40. O incêndio reacendeu o debate sobre as condições da frota do transporte coletivo na cidade. Passageiros relataram preocupação com a segurança dos ônibus operados pela empresa. “Não tem segurança nenhuma. Vira e mexe a gente escuta que o ônibus está sem freio, é um fogo. Segurança nenhuma”, afirmou a usuária Maria Cristina. Em nota, a Turp informou que, desde o início do processo de intervenção da Prefeitura de Petrópolis, a frota passa por manutenções preventivas. A empresa disse ainda que as causas do incêndio estão sendo apuradas por uma equipe técnica. Já a Prefeitura de Petrópolis, por meio da CPTrans e do comitê de intervenção, esclareceu que avalia o incêndio ocorrido hoje com extrema gravidade. Informou ainda que o município determinou a abertura imediata de uma apuração rigorosa para identificar as causas do incidente e que a segurança dos passageiros é prioridade absoluta. Notícia anteriorPróxima notícia Petrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis 01/08/2026 Justiça Eleitoral decide ação sobre investigação da campanha de Ferreti; prefeito de Angra dos Reis segue no cargo 04/08/2026 Prefeitura de Búzios cumpre decisão judicial e afasta secretária de Meio Ambiente 03/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” 11/07/2026 TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre urnas com mesmo texto que contestou o pai em 2022 22/07/2026 MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro 16/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios 06/07/2026
PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev

PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev Apuração, também autorizada por André Mendonça, envolve a relação de filho do presidente com dono de empresa de tecnologia suspeito de pagar viagem e obter contratos no governo; defesa classifica atuação de ‘pesca probatória’ Por Aguirre Talento e Gustavo Côrtes | O Estado de S.Paulo 31/07/2026 Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula, na formatura do irmão Marco Claudio, em 2007. Foto: Alex Silva / Estadão BRASÍLIA – A Polícia Federal pediu a abertura de um segundo inquérito para apurar suspeitas de tráfico de influência de Fábio Luís Lula da Silva, filho do presidente Lula. Desta vez, a PF identificou indícios de irregularidades na atuação de Lulinha com um empresário do setor de tecnologia que teria buscado negócios na Dataprev, empresa de tecnologia do governo federal, e em outros órgãos. A investigação suspeita que esse empresário bancou ao menos uma viagem para Lulinha e, em troca, obteve negócios no governo federal. A defesa de Lulinha classificou a investigação como “pesca probatória”, disse que a Polícia Federal não localizou nenhuma prova contra o filho do presidente e que ele não atuou para interceder em favor de ninguém no governo federal. Essa segunda apuração foi autorizada hoje pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça. A PF ainda pediu um terceiro inquérito para apurar outros fatos envolvendo Lulinha, mas que ainda está sendo distribuído no STF. Os pedidos formulados pela PF não indicavam que os processos deveriam ser distribuídos a André Mendonça — por isso abriram brecha para uma livre distribuição que poderia tirar os casos da relatoria do ministro. Mas o sorteio feito pelo sistema do STF nos dois primeiros inquéritos acabou novamente escolhendo o ministro como relator. O empresário investigado neste segundo inquérito pela relação com Lulinha é Cleber Ribas de Oliveira, sócio de uma empresa chamada 3STRUCTURE IT. Procurado, ele afirmou que é amigo pessoal de Lulinha, que nunca obteve negócios com a Dataprev e negou irregularidades na relação com o governo federal. As investigações da PF sobre desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) chegaram até ele por causa de sua relação com o empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, suspeito de liderar um esquema de desvios na autarquia. A PF suspeita que Ribas atuou com o Careca do INSS e com a empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, na prospecção de contratos do governo federal. Um dos órgãos na mira do grupo era a Dataprev. Em diálogos de Roberta Luchsinger com o Careca do INSS, a investigação encontrou menção a “Cléber na Data”. A apuração identificou que ele chegou a fechar contratos com o governo federal e sua empresa recebeu pagamento de Roberta Luchsinger. Na apuração, a PF identificou uma viagem emitida com o mesmo localizador feita por Cléber Ribas com Lulinha. Para a PF, esse elemento indica que o empresário pagou as despesas do filho do presidente. Trata-se de uma viagem em 15 de dezembro de 2024 com destino a Foz do Iguaçu. Por isso, o inquérito da PF vai apurar se o filho do presidente atuou para abrir portas no governo federal para Ribas. O Estadão revelou, em janeiro, que a PF já havia avisado o STF que apurava suspeitas de que Lulinha poderia ser sócio oculto do empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, acusado de liderar o esquema de desvios na autarquia. A PF encontrou pagamentos de R$ 1,5 milhão do Careca do INSS para a empresária Roberta Luchsinger e apurava se os valores foram encaminhados para uma agência de viagens usadas por Lulinha. O filho do presidente também admitiu que fez uma viagem a Portugal com as despesas pagas pelo Careca do INSS, para prospectar um negócio de cannabis medicinal. Brechas para tirar casos de André Mendonça As representações de abertura de inquéritos apresentadas pela Polícia Federal contra o Lulinha não pediram explicitamente que os casos saíssem da relatoria de André Mendonça, mas abriram brechas que permitiram ao presidente em exercício da Corte, Alexandre de Moraes, o envio dos inquéritos à livre distribuição em uma manobra que tiraria Mendonça das investigações. No primeiro pedido de inquérito, para apurar tráfico de influência no Ministério da Saúde e Palácio do Planalto, a PF pediu um prazo inicial de 60 dias para a realização de diligências e o compartilhamento das provas produzidas em uma das fases da Operação Sem Desconto que mirou a empresária Roberta Luchsinger, amiga muito próxima de Lulinha. Mendonça já autorizou a abertura. Nas representações, a PF traça um panorama de provas colhidas a partir da investigação sobre desvios no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que apontam suspeitas de crimes de tráfico de influência envolvendo Lulinha e a empresária. A partir dessas provas citadas, a PF diz que os fatos apurados não têm relação direta com os desvios do INSS. As suspeitas do primeiro inquérito envolvem uma eventual atuação indevida de Lulinha e Roberta junto ao Ministério da Saúde e ao Palácio do Planalto, enquanto o segundo caso estaria relacionado à Dataprev. Sob o argumento de que não havia essa relação direta, os investigadores decidiram pedir ao STF a abertura de novos inquéritos para apurar esses fatos de forma autônoma e abriram caminho para que o presidente em exercício do STF tirasse os inquéritos de Lulinha das mãos de André Mendonça. Nas últimas semanas, o ministro vinha fazendo cobranças à PF por não ter apresentado relatórios de materiais apreendidos na investigação e questionou a direção da corporação sobre trocas na equipe do INSS, por receio de interferências na apuração sobre Lulinha. Ao solicitar o novo inquérito, a PF não pediu explicitamente a redistribuição para outro relator. O documento cita como processo de referência um dos inquéritos da Operação Sem Desconto, o que poderia resultar em uma distribuição automática para André Mendonça por meio da secretaria do STF. Ao final da representação, a PF apenas pede a abertura de inquérito com base nos ritos do Regimento Interno do STF e o envio do material para a Procuradoria-Geral da República. Porém, a redação adotada foi diferente de outros processos da Operação
Governador Jorginho Mello é acusado de interferir em investigação sobre caixa 2 em SC

Governador Jorginho Mello é acusado de interferir em investigação sobre caixa 2 em SC OUTRO LADO: Administração afirma que policial foi promovido por tempo de serviço e que negar progressão de carreira seria ilegal Delegado teria sido removido da delegacia de Lauro Müller quando investigava esquema de compra de votos durante eleições municipais Por Jullia Gouveia | Folha de S.Paulo 31/07/2026 O governador de Santa Catarina Jorginho Mello (PL), candidato à reeleição O governador de Santa Catarina, Jorginho Mello (PL), é acusado de interferir em uma investigação policial que apura indícios de caixa 2 e compra de votos durante as eleições municipais de 2024 no município de Lauro Müller. O inquérito, que tramitava em sigilo, foi enviado à PF (Polícia Federal) em 18 de março de 2026 pelo delegado Antônio Márcio Campos Neves, da delegacia regional de Criciúma, por se tratar de um crime eleitoral e devido às suspeitas de envolvimento do governador catarinense. A PF de Santa Catarina confirmou que investiga o caso. No ofício, Neves afirma que o delegado de Lauro Müller que estava encarregado da investigação, Flávio Lima e Silva Júnior, foi removido do cargo por interferência política do suspeito, o atual prefeito Valdir Fontanella (PP), junto ao governador. Neves diz ainda que a delegacia de polícia do município não teria condições de seguir com a investigação, já que, além do novo delegado titular, conta apenas com um escrivão e uma agente de polícia em seu efetivo. Procurado, o governo de Santa Catarina afirmou que Flávio Lima e Silva Júnior não responde mais pela delegacia de Lauro Müller porque foi promovido por tempo de serviço prestado e que ele assumiu a comarca de Orleans, um município vizinho onde atuava anteriormente. O órgão afirma ainda que “negar de forma injustificada a promoção por tempo de serviço de um servidor público configura uma ilegalidade administrativa grave que pode resultar em ato de improbidade administrativa e infração disciplinar para o gestor”. Segundo a denúncia feita ao Ministério Público Eleitoral em 2024, empresas ligadas ao prefeito Fontanella teriam movimentado recursos não declarados à Justiça Eleitoral para financiar a campanha dele em 2024. A denúncia aponta que cheques de R$ 10 mil a R$ 60 mil eram levados a uma lotérica, onde posteriormente os valores seriam sacados em dinheiro vivo por integrantes da campanha. Procurada, a prefeitura de Lauro Müller não respondeu até a publicação desta reportagem. com DIEGO ALEJANDRO, JULLIA GOUVEIA e KARINA MATIAS Notícia anteriorPróxima notícia Criciúma SCGovernadorLauro Müller SCMPE Ministério Público EleitoralOrleans SCPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasPrefeito Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Governador Jorginho Mello é acusado de interferir em investigação sobre caixa 2 em SC 31/07/2026 Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal 01/08/2026 PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo 10/07/2026 ‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC 21/07/2026 Flávio Bolsonaro entra na mira da PF por suspeita de usar mandato para favorecer o Master 30/07/2026 PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS 21/07/2026 Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas 15/07/2026
Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética

Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética Partido cita pagamentos feitos ao senador, compra de imóvel em Salvador e atuação em defesa do Master Medida pode gerar perda de mandato do petista, mas conselho sequer foi instalado por Alcolumbre Por Gabriela Echenique | Folha de S.Paulo 31/07/2026 O senador Jaques Wagner fala com a imprensa após visita a Lula, na superintendência da PF, em Curitiba, em 2019 – Heuler Andrey – 7.fev.19/AFP Brasília – O Novo protocolou uma representação no Conselho de Ética do Senado pedindo a abertura de processo contra o senador Jaques Wagner (PT-BA). O objetivo é apurar a quebra de decoro do parlamentar, o que pode gerar até a perda do mandato do petista. A ofensiva do Novo é feita após documentos da PF (Polícia Federal) revelarem que o então líder do governo no Senado teria conversado em ao menos 74 vezes por telefone com o ex-sócio de Daniel Vorcaro, Augusto Lima. Os documentos ainda apontam que o senador teria recebido presentes, usou jatinhos e articulou um encontro com executivos do banco Master no seu gabinete. O partido sustenta que os fatos justificam a abertura de um procedimento ético no Senado, independentemente da apuração na esfera penal. O Conselho de Ética, no entanto, sequer foi instalado nesta legislatura. A medida depende do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). “É urgente que o Conselho de Ética seja instalado para que as representações possam tramitar, as fiscalizações ocorram e os senadores exerçam plenamente seu papel constitucional”, disse o senador Eduardo Girão (Novo-CE). O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) André Mendonça ainda autorizou o acesso aos registros telefônicos e o monitoramento da localização aproximada dos aparelhos vinculados ao senador e a outros investigados. Para o Novo, a medida é invasiva e excepcional, mas “evidencia a gravidade dos riscos identificados pelo próprio STF”. O partido afirma que a apuração é necessária para preservar a credibilidade e a autoridade institucional do Senado. Por isso, pede a abertura do procedimento disciplinar, a requisição de documentos à investigação, a produção de provas e a oitiva do senador. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterNOVOPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSalvador BASenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética 31/07/2026 André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS 31/07/2026 Governador Jorginho Mello é acusado de interferir em investigação sobre caixa 2 em SC 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia 09/07/2026 Rito de impeachment avança em Japeri: Fernanda Ontiveros e Carlos Januário são intimados por edital 18/07/2026 MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu 24/07/2026 TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas 15/07/2026 Banco Master ainda tem R$ 1,83 bilhão a devolver a ex-clientes do grupo 14/07/2026
Ala do STF vê tentativa de Moraes, PF e PGR de tirar Lulinha de Mendonça

Ala do STF vê tentativa de Moraes, PF e PGR de tirar Lulinha de Mendonça O inquérito foi para Mendonça por sorteio, mas há uma avaliação interna de que a determinação de livre distribuição do caso tentou evitar a relatoria do ministro Por CNN Brasil 31/07/2026 A estátua “A Justiça”, localizada em frente à sede do Supremo Tribunal Federal • Nelson Jr./SCO/STF Uma ala do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia em conversas reservadas que as cúpulas da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República (PGR) fizeram uma jogada ensaiada nos bastidores com o ministro Alexandre de Moraes na tentativa de retirar de André Mendonça a relatoria do inquérito que investiga o filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). A avaliação de uma parte do tribunal era de que, embora não trate diretamente do INSS, a apuração envolve os mesmos personagens e partiu de elementos encontrados no caso do esquema sobre aposentados, o que justificaria o envio do pedido de investigação diretamente para Mendonça. No entanto, ao encaminhar a representação ao Supremo, a Polícia Federal afirmou que a investigação trata de fatos distintos e que o correto seria sortear um novo relator para o inquérito. O ministro Alexandre de Moraes, que preside o STF na segunda quinzena do recesso da corte, recebeu a solicitação no último dia 24 e pediu uma manifestação da PGR. O órgão, chefiado por Paulo Gonet, concordou com a PF e defendeu a livre distribuição do pedido de investigação. Depois disso, Moraes mandou o caso para sorteio e, por coincidência, caiu com Mendonça. A avaliação de uma ala da corte é de que a PF aguardou Moraes assumir a presidência para fazer o pedido e evitar que a decisão sobre o relator fosse do presidente Edson Fachin, que tem dado total respaldo a Mendonça na condução dos inquéritos do INSS e do Banco Master. A compreensão de que tentou-se driblar a relatoria do magistrado decorre, entre outros fatores, da relação tensa do ministro com integrante dos órgãos de investigação. Isso porque as cúpulas da polícia e da Procuradoria protagonizaram embates recentes com Mendonça. Em março, por exemplo, o magistrado afirmou que era lamentável a posição da PGR de não ver urgência na operação desencadeada naquela data contra o ex-banqueiro Daniel Vorcaro. Em relação à PF, o ministro determinou à corporação que o informasse sobre qualquer mudança na equipe de investigação do INSS e comunicasse o andamento das apurações. A medida desagradou à polícia, que acionou a AGU (Advocacia-Geral da União) para elaborar ações jurídicas a fim de reverter a decisão. Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoBanco MasterFraudes no INSSPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ala do STF vê tentativa de Moraes, PF e PGR de tirar Lulinha de Mendonça 31/07/2026 Gabinete presidencial, cannabis medicinal e tráfico de influência: entenda a nova investigação da PF contra Lulinha 31/07/2026 Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente 08/07/2026 Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas 13/07/2026 Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado 07/07/2026 Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?” 07/07/2026 Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas 15/07/2026
Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS

Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS Ao Bastidores CNN, Elijonas Maia explicou como investigação da fraude do INSS resultou na abertura do inquérito por tráfico de influência contra Fábio Luís Lula da Silva Por CNN Brasil 31/07/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS A investigação aberta contra Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, por suspeita de tráfico de influência, teve origem nas apurações sobre as fraudes bilionárias no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). Segundo o analista de segurança pública Elijonas Maia, a equipe de investigação da Polícia Federal vem chamando os elementos que embasam esse novo inquérito de “encontro fortuito”, ou seja, quando há a descoberta acidental de indícios de outros crimes durante uma investigação em curso. Neste caso, os elementos que embasaram o novo inquérito foram encontrados durante as investigações do chamado “rombo do INSS”, que apurava descontos irregulares nos contracheques de aposentados e pensionistas. Durante o Bastidores CNN desta sexta-feira (31), Elijonas explicou que a suspeita sobre Lulinha surgiu quando a PF estava analisando as notas fiscais das empresas de Antônio Camilo Antunes, o “careca do INSS”, e mensagens do celular da empresária Roberta Luchsinger, que trabalhou com Camilo Antunes e é amiga de Lulinha. “Quando a PF encontra um elemento que não tenha relação com o que está sendo investigado no inquérito, que neste caso é a fraude do INSS, ela é obrigada a informar ao Supremo Tribunal Federal e pedir a abertura de um novo inquérito”, explicou o analista. Isso significa, segundo Elijonas, que esse novo inquérito aberto contra o Lulinha não tem relação com o INSS, mas é fruto da investigação do INSS. A partir disso, a PF formalizou o pedido de abertura do inquérito ao STF. Elijonas explicou que esse pedido ocorreu durante o plantão judiciário. Por conta disso, o caso foi sorteado e acabou indo para o gabinete do ministro André Mendonça, que já é o relator do inquérito original sobre as fraudes no INSS. Com a formalização da investigação, a Polícia Federal passa a dispor de mais ferramentas para apurar os fatos, incluindo a possibilidade de realizar depoimentos, novas quebras de sigilo fiscal e bancário, monitoramento de mensagens e, eventualmente, o próprio interrogatório de Lulinha. Segundo investigadores da PF, ainda não há previsão para o agendamento desse interrogatório. Relembre depoimento da empresária Em depoimento prestado à Polícia Federal em maio, Luchsinger falou que Lulinha viajou para Portugal com passagem paga pelo “careca do INSS” com o objetivo de abrir negócios relacionados a produtos à base de canabidiol no Brasil. A empresária afirmou no depoimento que “Fábio [Lulinha] foi convidado por sua curiosidade relativa ao assunto, oriunda inclusive em função da utilização de medicamentos à base de canabidiol por familiares”. A defesa de Lulinha, representada por Marco Aurélio Carvalho, contestou esse trecho. Ele sustentou que a própria empresária deixou claro, em mensagens monitoradas pela PF, que sua relação com o “careca do INSS” decorreu de um contrato para desenvolver negócios relacionados ao canabidiol no Brasil, “sem qualquer vínculo com as supostas fraudes investigadas”. Notícia anteriorPróxima notícia Fraudes no INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Bastidores: PF tentou evitar distribuição automática para André Mendonça de nova investigação sobre Lulinha 31/07/2026 PF detectou 74 ligações e 5h30 de conversas entre Jaques Wagner e ex-sócio do Master 30/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Nem prisão de Vorcaro barrou negociação de imóvel de R$ 2,5 milhões para Jaques Wagner 30/07/2026 MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas 14/07/2026 Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou 24/07/2026 Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro 23/07/2026 PF: Jaques acompanhou avanço da emenda Master e seria “aliado” do banco 30/07/2026
André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS

André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS Ministro do STF exige acesso integral e simultâneo à investigação que atinge Lulinha; PF resiste e choque pode ter desfecho sem precedentes Por Andreza Matais | Metrópoles 31/07/2026 André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS Uma das principais investigações em curso no país abriu uma grave crise institucional entre dirigentes dos órgãos que comandam o processo. Há mais de um mês, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, responsável pelo caso, determinou que a Polícia Federal submetesse a ele todos os documentos brutos referentes às apurações da Farra do INSS, revelada pelo Metrópoles. André Mendonça também ordenou que qualquer alteração na equipe que investiga o caso fosse previamente autorizada por ele. Um dos escândalos mais rumorosos da atualidade, as fraudes no INSS impactaram o país pelo alcance de vítimas, amplo envolvimento de personagens poderosos e volume de dinheiro desviado de aposentados. Entre os investigados, está Lulinha, o filho do presidente da República. A determinação do ministro André Mendonça, no entanto, foi mal recebida na PF. Por lei, o delegado de polícia tem autonomia para conduzir a investigação. A PF alega que o procedimento habitual seria analisar documentos apreendidos, dados extraídos de celulares, elaborar um relatório e encaminhá-lo ao gabinete do ministro. A PF também dispõe de uma cadeia de custódia das provas. A decisão do ministro se ampara em dois objetivos. O primeiro é preservar a autonomia da polícia federal e evitar que haja interferência política ou seletividade no curso das investigações. Além disso, garantir o acesso à defesa dos elementos já produzidos e das diligências já encerradas, nos termos da Súmula Vinculante 14 do Tribunal. O ministro foi informado de que depoimentos já colhidos não estariam sendo juntados aos autos, assim como não estariam sendo apresentados os relatórios periódicos sobre o andamento das investigações, conforme determinado pelo relator. A PF tem resistido em cumprir a ordem de Mendonça. A coluna apurou que o ministro reagiu e determinou o esclarecimento da questão, que pode ensejar desobediência processual e obstrução de justiça. As providências de Mendonça chegaram ao conhecimento do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, que manteve sua posição de não compartilhar os dados e remeteu a contenda para a Advocacia-Geral da União (AGU). A interlocutores, o diretor-geral da PF diz que só falta chegar a ordem de prisão. O caso transformou-se em uma batata quente. O chefe da AGU, ministro Jorge Messias, é próximo de André Mendonça e contou com o apoio dele em sua indicação ao Supremo, posteriormente rejeitada pelo Senado. Há uma promessa de Lula de que, se reeleito, repetirá a indicação. Nesse cenário, criar um atrito com um amigo e possível futuro colega de tribunal não é algo que Messias deseje. O ministro da AGU, inclusive, está de férias. O episódio também gerou desapontamento no Palácio do Planalto com a postura do ministro da Justiça, Wellington César Lima, que se manteve neutro diante do embate. Para delegados da PF, na qualidade de chefe da Polícia, o ministro deveria ter saído em defesa da autonomia da PF para conduzir as investigações. O procurador-geral da República, Paulo Gonet, também evitou se envolver na crise. De um lado, avisou que não pretende questionar a ordem do ministro André Mendonça. De outro, sinalizou que não concorda com pressão sobre o diretor-geral da PF. O choque decorre de uma divergência de entendimento. Por um lado, Andrei Rodrigues questiona a determinação de Mendonça, porque o ministro não teria indicado no despacho fatos que comprovassem a atuação irregular da PF para justificar uma medida que soa para os delegados como intervenção. Por outro lado, o ministro André Mendonça tem afirmado publicamente que vai garantir a qualquer custo uma investigação republicana sobre o escândalo, sem vazamentos ou interferências políticas. Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoFraudes no INSSPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS 31/07/2026 Governador Jorginho Mello é acusado de interferir em investigação sobre caixa 2 em SC 31/07/2026 Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal 01/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo 21/07/2026 Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF 09/07/2026 Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções 29/07/2026 Magé: Câmara de Vereadores contratou abastecimento de frota de tamanho desconhecido sem licitação 06/07/2026 Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal 01/08/2026