Governo Tarcísio contratou empresa investigada por suspeita de elo com o PCC

Governo Tarcísio contratou empresa investigada por suspeita de elo com o PCC Contrato da CPTM foi assinado no mesmo período em que a Operação Carbono Oculto era deflagrada; empresa manteve negócios com outros órgãos do governo paulista Por Cleber Lourenço | ICL Notícias 01/07/2026 Governador Tarcísio e trem da CPTM A Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), vinculada ao governo Tarcísio de Freitas, formalizou em agosto de 2025 um contrato com a Rede Sol Fuel Distribuidora, empresa investigada por suspeitas de ligação com estruturas financeiras apuradas na Operação Carbono Oculto, investigação que mira esquemas de lavagem de dinheiro e supostas conexões com o PCC. O contrato da CPTM foi assinado no período em que a operação se tornava pública. Documentos obtidos pela reportagem mostram que o Contrato PE10425-01, destinado ao fornecimento de gasolina à estatal ferroviária, foi assinado entre os dias 25 e 29 de agosto de 2025. O acordo prevê o fornecimento de 25 mil litros de combustível durante 720 dias e possui valor estimado de R$ 162,2 mil. Embora o contrato da CPTM tenha valor relativamente reduzido, ele foi formalizado no momento em que a investigação já produzia seus primeiros desdobramentos públicos. Levantamento realizado pelo ICL mostra, porém, que a relação comercial da empresa com o governo paulista vai muito além da CPTM. Os documentos identificados pela reportagem apontam que a Rede Sol acumulou ao menos R$ 66,8 milhões em contratos e aditivos com órgãos do governo de São Paulo entre 2023 e 2025. Contrato milionário nas travessias litorâneas O principal vínculo comercial da empresa com o Estado foi firmado em fevereiro de 2024. O Departamento Hidroviário, vinculado à Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística, assinou o Contrato nº 10/2024/DH com a Rede Sol para o fornecimento de óleo diesel marítimo e aditivos destinados às embarcações que operam nas travessias litorâneas paulistas. O valor inicial do contrato foi de R$ 63.678.457,50. Em abril de 2025, o governo paulista autorizou reajuste contratual após a empresa não aceitar proposta de redução do índice de correção apresentada pela administração estadual. O apostilamento autorizou despesa adicional estimada em R$ 1.183.873,20. Poucas semanas depois, em maio de 2025, o Estado assinou o primeiro termo aditivo do contrato, elevando seu valor para R$ 66.638.140,50 e prorrogando sua vigência até agosto de 2026. Em julho de 2025, já durante o avanço das investigações, a Secretaria de Meio Ambiente publicou portaria designando os fiscais responsáveis pela execução do contrato. Contratos em diferentes áreas do governo A documentação obtida pela reportagem mostra que a empresa também manteve relações comerciais com outros órgãos estaduais. Em dezembro de 2023, a Polícia Militar do Estado de São Paulo adjudicou itens de pregão eletrônico à empresa em procedimento conduzido pelo Comando de Policiamento do Interior Nove. Em maio de 2024, o Instituto de Zootecnia, vinculado à Secretaria de Agricultura, homologou aquisição de óleo diesel da empresa no valor de R$ 57,7 mil. Em agosto de 2025, nova homologação da Secretaria de Agricultura destinou R$ 23,4 mil à empresa para aquisição de óleo diesel. Já em novembro de 2024, o Hospital Guilherme Álvaro, da Secretaria da Saúde, homologou compra de óleo diesel para geradores no valor de R$ 18.930. Contrato da CPTM foi assinado durante a operação Foi nesse contexto que a CPTM formalizou seu contrato. As assinaturas dos representantes da estatal ocorreram entre os dias 28 e 29 de agosto de 2025. O diretor-presidente da empresa havia assinado o contrato em 25 de agosto. A contratação ocorreu durante o período em que a Operação Carbono Oculto já se tornava pública e produzia seus primeiros efeitos. O contrato prevê fornecimento parcelado de combustível ao almoxarifado da companhia na Lapa, em São Paulo, mediante ordens de fornecimento emitidas pela estatal. O preço do combustível seria calculado com base na média semanal da Agência Nacional do Petróleo (ANP), aplicando-se desconto de 8,1% oferecido pela empresa. Contrato prevê exigências de integridade A própria documentação da licitação estabelece uma série de exigências relacionadas à integridade da empresa contratada. A Rede Sol assinou declaração formal, comprometendo-se a cumprir as normas anticorrupção, os códigos de conduta da CPTM e as políticas de integridade da companhia. A empresa também declarou que não realizaria pagamentos indevidos ou práticas fraudulentas. O contrato determina ainda que a distribuidora mantenha, durante toda a execução do ajuste, as condições de habilitação exigidas na licitação. Os pagamentos também ficam condicionados à inexistência de registros no Cadin estadual. Histórico de apurações A Rede Sol também aparece em um procedimento instaurado pelo Ministério Público de São Paulo. O procedimento nº 42.0334.0000002/2023-0, em tramitação na Promotoria de Justiça de Mauá, trata de apuração relacionada a improbidade administrativa e supostas irregularidades em procedimento licitatório envolvendo a empresa. A existência do procedimento antecede em cerca de dois anos a formalização do contrato da CPTM. Outros contratos com o governo paulista Embora o foco da reportagem seja o contrato da CPTM, a documentação levantada pelo ICL mostra que a relação comercial da empresa com o governo paulista vai além da estatal ferroviária. A Rede Sol aparece em atos publicados no Diário Oficial envolvendo: Secretaria de Agricultura e Abastecimento. Secretaria da Saúde. Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística. Departamento Hidroviário. A empresa também figura em contratos, aditamentos, apostilamentos e homologações publicados entre 2024 e 2025. Entre os atos identificados estão o Contrato nº 10/2024 do Departamento Hidroviário, seus posteriores apostilamentos e aditamentos, além de aquisições de óleo diesel por diferentes órgãos estaduais. Os documentos indicam que a empresa manteve relações comerciais contínuas com diversas áreas da administração paulista durante o período em que as investigações sobre o setor de combustíveis avançavam. Perguntas sem resposta O ICL Notícias encaminhou questionamentos à CPTM e ao governo do Estado de São Paulo. A reportagem perguntou se a companhia ou a administração estadual tinham conhecimento das investigações envolvendo a empresa quando o contrato foi formalizado. Também foram solicitados esclarecimentos sobre eventual análise de integridade ou compliance após a operação; consultas à Secretaria de Transportes Metropolitanos; comunicação com órgãos de controle; abertura de procedimentos internos;
PF mira pessoas ligadas a líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar

PF mira pessoas ligadas a líder do PL em operação sobre suspeita de desvios de cota parlamentar Operação desta quarta (1º) investiga pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, segundo apurou o blog. Parlamentar não é alvo desta fase, mas já foi em etapa anterior da investigação. Por Camila Bomfim, Márcio Falcão, Ana Flávia Castro e Filipe Matoso | g1 01/07/2026 Reunião de Líderes. Dep. Sóstenes Cavalcante (PL – RJ) — Foto: Marina Ramos / Câmara dos Deputados A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta quarta-feira (1º), a terceira fase da Operação Rent a Car, chamada de Galho Fraco II, com o objetivo de aprofundar as investigações sobre um suposto esquema de desvio de recursos públicos vindos de cotas parlamentares. A operação mira pessoas ligadas ao deputado federal Sóstenes Cavalcante, líder do PL na Câmara dos Deputados, segundo informações obtidas pelo blog. O parlamentar não está entre os alvos desta quarta, mas já foi em uma etapa anterior da investigação. A GloboNews entrou em contato com Sóstenes Cavalcante, que afirma não ter tomado conhecimento da decisão. “Assim que souber vou me manifestar como sempre fiz”, disse. 🔎 Cota parlamentar é um valor mensal em dinheiro que deputados e senadores recebem do orçamento público para cobrir despesas ligadas diretamente ao exercício do mandato, como passagens aéreas, hospedagens, alimentação, manutenção de escritório e contratação de consultorias, por exemplo. É um recurso extra, além do salário. De acordo com investigadores, esta fase da operação tem como objetivo apurar a versão do deputado sobre dinheiro achado pela PF em endereço ligado a ele durante a segunda fase da operação, em dezembro do ano passado. Na época, R$ 470 mil em dinheiro vivo foram encontrados durante busca e apreensão. Ele justificou que os recursos seriam originados da venda de um imóvel, mas a PF suspeita desta versão. Por isso, cumpre diligências para aprofundar as investigações. Nesta fase, entre os alvos não há assessores do deputado federal na Câmara dos Deputados. São três pessoas físicas (empresários) e duas pessoas jurídicas relacionadas, alvos de mandados de busca e apreensão. Eles teriam apresentado até um contrato falso para justificar a transação financeira, segundo investigadores. Operação da PF As medidas judiciais, autorizadas pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), são cumpridas no Distrito Federal, em Goiás e em Minas Gerais para coleta e preservação de elementos de prova. Segundo a PF, as investigações apontam indícios de possível esquema envolvendo agentes públicos, particulares e pessoas jurídicas supostamente utilizadas para dar aparência de legalidade ao desvio de recursos públicos. Há também indícios de possíveis tentativas de ocultação ou alteração de provas, o que pode caracterizar fraude processual. Nas fases anteriores, foram identificadas supostas irregularidades na contratação de empresa de locação de veículos com recursos da Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (Ceap). Além de Sóstenes Cavalcante, o deputado Carlos Jordy (PL-RJ) foi alvos de mandados de busca e apreensão, assim como assessores e advogados dos parlamentares. A atual fase aprofunda as apurações sobre a movimentação e a destinação desses recursos. Dinheiro em ‘livro falso’ Agentes da PF encontraram, durante o cumprimento de mandados de busca e apreensão, dinheiro em espécie dentro de um objeto decorativo que simula um livro falso. O montante foi localizado no endereço de um advogado ligado a Sóstenes no DF. Operações Rent a Car e Galho Fraco I A terceira fase da Operação Rent a Car, deflagrada pela Polícia Federal nesta quarta-feira (1º), é um desdobramento de uma investigação que, em dezembro do ano passado, teve como alvos os deputados federais Carlos Jordy (PL-RJ) e Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), líder do PL na Câmara. Na ocasião, os parlamentares foram alvo de mandados de busca e apreensão sob suspeita de desviar recursos públicos vindos de cotas parlamentares. Segundo as investigações, os deputados teriam utilizado empresas de fachada, entre elas, uma locadora de veículos, para justificar despesas custeadas com dinheiro público. A principal suspeita da PF é que contratos de aluguel de veículos eram usados para dar aparência de legalidade ao desvio de recursos da verba parlamentar. A operação realizada em dezembro foi um desdobramento da Rent a Car, iniciada após diligências contra assessores ligados aos parlamentares. De acordo com a Polícia Federal, a análise de mensagens de celular, depoimentos e quebras de sigilo levaram aos indícios contra os parlamentares. As investigações apontam que agentes públicos, servidores comissionados e particulares teriam atuado de forma coordenada para desviar orçamento público e ocultar a origem do dinheiro. Entre os crimes investigados estão peculato, lavagem de dinheiro e organização criminosa. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
TSE nega recursos e mantém cassação de governador de Roraima

TSE nega recursos e mantém cassação de governador de Roraima Por unanimidade, o plenário rejeitou recurso apresentado pela defesa Por Maiara Marinho | Carta Capital 30/06/2026 Antônio Denarium (PP), ex-governador de Roraima. Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O Tribunal Superior Eleitoral negou os recursos apresentados no processo que tornou inelegível o ex-governador de Roraima, Antônio Denarium (PP) e – por unanimidade – a cassação do então vice governador Edilson Damião (Republicanos) por abuso de poder político e econômico na eleição de 2022. O caso chegou ao TSE após um recurso ser apresentado contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Roraima que cassou os mandatos e declarou a inelegibilidade de Denarium por oito anos, além de determinar a realização de novas eleições estaduais. Em março deste ano, Denarium renunciou ao cargo para disputar uma vaga no Senado Federal nas eleições de outubro. Por esse motivo, ficou prejudicada a cassação do ex-governador. Edilson Damião é o atual governador interino. O TSE determinou a realização de novas eleições diretas. Eles foram condenados por usarem a máquina pública para praticar ações proibidas a agentes públicos no período eleitoral, com o objetivo de obter vantagens políticas na disputa, além de fazer uso eleitoral dos programas sociais “Cesta da Família” e “Morar Melhor”. As novas eleições determinadas pelo TSE foram realizadas no dia 21 de junho. O candidato mais votado foi Arthur Henrique (PL), com 160.004 votos, equivalentes a 60,87% dos votos válidos. Apesar do resultado, ambos tiveram os registros de candidatura indeferidos pela Justiça Eleitoral em Roraima. Com a decisão, a palavra final sobre o resultado do pleito será do TSE. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPL Partido LiberalPP ProgressistasRepublicanosTRE-RRTSE Tribunal Superior EleitoralVice-governador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 TSE nega recursos e mantém cassação de governador de Roraima 30/06/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Paes vai manter em sua chapa candidata a vice investigada pela PF por lavagem de dinheiro

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Eduardo Paes vai manter, ao menos por ora, a advogada Jane Reis (MDB) como pré-candidata a vice em sua chapa ao governo do Rio, segundo interlocutores do ex-prefeito. Por Lauro Jardim e Rodrigo Castro | O Globo 30/06/2026 Eduardo Paes e a advogada Jane Reis — Foto: Caio Sartori / Agência O Globo Jane está entre os investigados pela Polícia Federal na operação Anáfora, que apura lavagem de dinheiro oriundo de desvio de recursos públicos que seriam destinados à Saúde. A advogada é suspeita de atuar como laranja no esquema de lavagem de dinheiro envolvendo empresas do irmão, Washington Reis (MDB), ex-prefeito de Duque de Caxias. O argumento para a manutenção, de acordo com aliados, é que Jane não foi alvo da operação e, até onde se sabe, trata-se de uma apuração. Ao todo, foram cumpridos 14 mandados de busca e apreensão na segunda fase da operação, deflagrada nesta terça-feira. Jane e Reis não foram alvos diretamente. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj

MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj A 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Patrimônio Público e da Cidadania da Capital ajuizou ação civil pública por improbidade administrativa contra o deputado estadual Jorge Felippe Neto, o vereador do Rio de Janeiro Jorge Felippe e dois dirigentes do Instituto de Terras e Cartografia do Estado (Iterj). Por MPRJ 30/06/2026 Jorge Felippe Neto e seu avô Jorge Felippe foram denunciados pelo Ministério Público – Foto: Reprodução De acordo com ação, o presidente do Iterj, Robson da Silva Claudino, e a diretora de Administração Fundiária do Instituto, Mariana Felippe, esposa do deputado estadual, atuaram para favorecer os dois políticos com a realização de obras de construção e reformas de praças públicas em bairros da zona Oeste do Rio, reduto eleitoral do deputado e do vereador. As investigações tiveram início após uma reportagem veiculada em 2024 mostrar que o Iterj estaria realizando obras em praças públicas, em desacordo com as suas atribuições. As evidências colhidas pela Promotoria demonstraram que os políticos exerciam ascendência política sobre todas as atividades desenvolvidas pelo Instituto, resultando na realização de obras em seu reduto eleitoral. Quando da inauguração das praças públicas, os dois políticos eram reiteradamente destacados na edição, enquadramento e legendagem dos vídeos e fotografias divulgados no perfil oficial do Iterj em redes sociais.[ES1.1] A investigação confirmou que, desde 2022, o Iterj celebrou contratos com a empresa Omega Construtora e Serviços LTDA para a execução de obras de reformas em praças, cujos valores totalizaram, aproximadamente, R$ 31,4 milhões. Os contratos, porém, não chegaram a ser integralmente executados em razão de decisão proferida pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ), em que se determinou que o Iterj se abstivesse de realizar obras em praças públicas por desvio de função. Em seus pedidos, a Promotoria requer a condenação dos políticos e dos dirigentes do Iterj com base na Lei de Improbidade Administrativa, incluindo perda das funções públicas, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil e ressarcimento ao erário. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualITERJ Instituto de Terras e Cartografia do EstadoMP-RJPL Partido LiberalPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJTCE-RJVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro sobre mansão: Não sei o que vou fazer

Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro sobre mansão: Não sei o que vou fazer Santini informou que tem atuado na coordenação de agenda de Flávio Bolsonaro e falado por ele nas negociações de formação de palanques pelo interior do Brasil Por Juliana Dal Piva | ICL Notícias 30/06/2026 Presidente Jair Bolsonaro condecora José Vicente Santini | Reprodução Em entrevista à coluna, o advogado José Vicente Santini, um dos coordenadores da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), disse que “ainda não sabe” o que fará com uma mansão comprada por ele no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, por R$ 14,5 milhões, em setembro de 2025. Ao todo, o patrimônio de Santini é de pelo menos R$ 23 milhões, em nove imóveis adquiridos desde de 2022, conforme levantamento inédito do ICL Notícias. A aquisição mais recente tem uma área total de 1.312,50 metros quadrados e 635,8 metros quadrados de área construída. De acordo com as certidões de matrícula e escritura do imóvel, ele pagou R$ 4 milhões de entrada e financiou R$ 10,5 milhões no Banco Regional de Brasília (BRB). Confira a entrevista: Coluna: Como está o trabalho na campanha? Santini: Pra gente, a gente começou em fevereiro, né? Fevereiro, março, abril, maio… com todas as complicações que foram, né? Junho, já estamos entrando em julho. Mas ok, tá caminhando para o momento da eleição mesmo, que é o melhor, né? Essa pré-campanha é muito cansativa. A campanha é mais encaixada. Coluna: E você está como coordenador da agenda? Santini: É uma coordenação informal. Assim, é uma pré-campanha, né? Então, o que eu fiz foi tentar organizar, naquele momento que eu entrei ali, a agenda. Mas formalmente mesmo, eu sou do jurídico da campanha, né? Coluna: Formalmente você está como advogado, mas tem uma função extraoficial, por enquanto, de coordenação de agenda. Vai formalizar isso depois? Santini: Nem sei. Vai ser tão cansativo esse negócio, né? Vai ser tão grande. Tanta coisa. A gente ainda não pensou. Mas quando eu entrei, ali atrás, para ajudar na agenda, foi para ajudar pela minha experiência ali, né? Conheço quase todos os deputados, senadores e governadores. Conheço quase todo mundo. Aí, assim, precisava de alguém que conhecesse as pessoas para falar em nome dele (Flávio), né? Não dava pra ser qualquer pessoa, né? Pra ficar tratando assim com os candidatos, organizando os palanques, fazendo as estruturas ali das agendas dos estados, que são muito complicadas, muita gente. Coluna: Então, você tem ajudado nisso? Santini: Eu tenho ajudado nisso. Coluna: Faz algum tempo, o pessoal do Portal Metrópoles fez uma matéria sobre uma casa que você comprou em Brasília. Acho que de quase R$ 6 milhões. Santini: Isso foi. Coluna: Em 2022. É a sua casa, é onde você mora? Santini: É onde eu moro. Coluna: E você comprou em setembro do ano passado uma outra casa no Lago Sul, no valor de R$ 14 milhões, né? Santini: Eu comprei? Não. O banco, né? Fiz um financiamento de 20 anos. 25 anos. Coluna: Você comprou um imóvel com financiamento do BRB. Santini: Sim. Coluna: Assim, eu levantei alguns dados sobre isso porque essa informação chegou para mim. Preciso te perguntar porque é um valor muito alto. Tem uma prestação muito alta também. A prestação é de R$ 128 mil e, pelas próprias regras de financiamento, para você poder ter esse tipo de financiamento não pode comprometer mais de 30% da sua renda. Então, na simulação, você teria que ter uma renda de mais de R$ 400 mil. E de onde vem sua renda para isso? Porque tem os cargos públicos. Seu salário era na base de R$ 20 mil. Sei que você comprou com a sua companheira, mas ela é quem está com a menor porcentagem dos imóveis. Está vindo de onde sua renda para tudo isso? Se puder explicar para a gente. Santini: Isso é tranquilo. Assim, não sei se você sabe, mas eu não sou servidor público de carreira. Nem sou político. Nunca exerci nenhum cargo político, nem sou servidor público. Eu sou advogado e sou advogado há mais de 20 anos. Então, vem da minha renda de advogado, empresário, enfim, vem da minha atuação como advogado e como empresário e com outras coisas. Coluna: Como é que é o nome do teu escritório? Santini: É o meu nome. Coluna: E você é sócio único? Santini: Não. Santini Sociedade de Advogados. Fica sediado em Brasília. Mas assim, eu sou advogado há mais de 20 anos. Não é assim. Eu só ocupei os cargos ali. Fui convidado, ocupei. Não sou servidor público, entendeu? Coluna: Que atividade empresarial você tem além da advocacia? Santini: A minha família sempre teve empresas na área de segurança. A gente até vendeu, faz uns anos, uma delas. É a minha trajetória. Meu pai já morreu. Já recebi uma herança. Só acho que, nesses últimos anos, se você botar 20 anos, eu ocupei cargos públicos, sei lá, três anos. Coluna: Desde 2019, né? Você estava desde o começo do governo Bolsonaro. Assim, você ficou todo o governo. E depois estava no Tarcísio. Santini: Não. Fiquei um ano fora, né? Eu fiquei um ano fora. Depois eu voltei. Aí, nesse ano eu fiquei fora, fiquei advogando normal, não tinha nem impedimento. Depois, nesse período, no governo Tarcísio, eu podia advogar. Coluna: Você pode falar um pouco sobre essa atuação na advocacia? Que clientes? Santini: Eu não posso falar, mas é público. Coluna: Mas que tipo de atuação você faz? Que área do Direito você atua? Santini: Eu sempre atuei. Bom, antes, né? Eu tenho pós-graduação, mestrado e doutorado em Direito Internacional, que foi a minha primeira atuação. Advogo há mais de 20 anos. Advogado em muitos setores. Sempre atuei em Brasília e nos tribunais superiores — TRF, TCU, STJ, STF. Fiz a carreira inteira atuando nos tribunais superiores em Brasília. Coluna: Quantos advogados trabalham com você no escritório? Santini: Trabalha bastante gente no escritório. Sempre que tive que me afastar do escritório no período do governo federal, que aí sim, eu não podia. E, tirando isso, tenho um escritório grande. Coluna: Você não sabe dizer quantos advogados você tem no escritório? Santini: Não, porque a gente trabalha com o sistema de sociedade, né? Então tem sócio,
Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro compra mansão por R$ 14,5 milhões

Coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro compra mansão por R$ 14,5 milhões Patrimônio de José Vicente Santini chega a R$ 23 mi e foi construído depois de seus cargos no governo de Jair Bolsonaro Por Alice Maciel e Juliana Dal Piva | ICL Notícias 30/06/2026 Patrimônio de José Vicente Santini chega a R$ 23 mi e foi construído depois de seus cargos no governo de Jair Bolsonaro O advogado José Vicente Santini, um dos coordenadores da pré-campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL/RJ), comprou, em setembro de 2025, uma mansão no Lago Sul, bairro nobre de Brasília, por R$ 14,5 milhões. Ao todo, o patrimônio de Santini é de ao menos R$ 23 milhões, em nove imóveis adquiridos desde 2022, conforme levantamento do ICL Notícias. A aquisição mais recente, a mansão no Lago Sul, tem uma área total de 1.312,50 metros quadrados e 635,8 metros quadrados de área construída. De acordo com as certidões de matrícula e escritura do imóvel, obtidas pelo ICL Notícias, ele pagou R$ 4 milhões de entrada e financiou R$ 10,5 milhões no Banco Regional de Brasília (BRB). No documento, não há informação de como o pagamento da entrada foi realizado, se em dinheiro ou transferência bancária, por exemplo, como determina a Corregedoria Nacional de Justiça (CNJ). O imóvel foi comprado por Santini em conjunto com sua companheira, a jornalista Mariana Flores Pinto. O empréstimo junto ao BRB prevê parcelas iniciais de R$ 128 mil mensais, com prazo de pagamento de 30 anos pela tabela SAC (Sistema de Amortização Constante). O valor do empréstimo, de R$ 10,5 milhões, chama a atenção porque as regras do financiamento exigem que a prestação não comprometa mais de 30% da renda mensal de quem o contrata. O ICL Notícias fez uma simulação baseada nas regras do BRB descritas no contrato e verificou que, para pagar R$ 128 mil por mês de prestação, Santini e a companheira tiveram que comprovar uma renda de cerca de R$ 429 mil, ou seja, uma renda mensal de quase meio milhão de reais. Em primeiro plano, mansão comprada por Santini no Lago Sul, bairro nobre do DF, por R$ 14,5 milhões (Foto: Marlus Naves) A reportagem esteve no local nesta segunda-feira (29), por volta das 11h50. A pessoa que atendeu à reportagem informou que o imóvel está vazio, uma vez que passa por obras desde abril. Questionado pelo ICL Notícias, Santini disse que ainda não sabe se pretende morar no imóvel. “Fiz um negócio que eu achei que o preço… que era um local que podia valorizar. Então, eu não sei ainda se eu vou tentar me organizar e botar à venda. Eu não sei se vou futuramente colocar meu escritório de advocacia. Não sei ainda”, afirmou Santini. Ele também disse que a renda necessária para comprovar quase R$ 500 mil é oriunda, em grande parte, de seu escritório de advocacia e de uma empresa de segurança que possui com o irmão. “O dinheiro está tudo declarado, imposto está pago. Não tenho nenhum problema com nenhum desses assuntos aí que eu te falei. Tenho 20 anos de advocacia, tenho uma história familiar, tenho uma empresa”, completou, mas disse que não podia revelar quem são seus clientes e também afirmou não saber quantos advogados trabalham em seu escritório. Leia a entrevista completa aqui. BRB no caso Master A escritura pública feita para oficializar a compra do imóvel foi lavrada em 2 de setembro de 2025, no 2º Ofício de Notas de Sobradinho, no Distrito Federal. Com isso, a operação de compra da mansão de Santini se deu dois meses antes da Operação da Polícia Federal contra o Banco Master, deflagrada em novembro, quando o banqueiro Daniel Vorcaro foi preso pela primeira vez. O imóvel foi adquirido quando Santini ocupava o cargo de assessor especial no governo de Tarcísio de Freitas, com salários que variavam entre R$ 21 mil e R$ 23 mil. Desde o início de 2026, ele passou a integrar a equipe de pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Nos bastidores do PL, ele é apresentado como o responsável por organizar os principais compromissos e agendas do primogênito do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Ele também tem atuado como advogado da legenda. “É uma coordenação informal, né? Assim é uma pré-campanha, né?”, explicou Santini, ao dizer que atuou na formulação de palanques. “Assim, precisava de alguém que conhecesse as pessoas para falar em nome dele (Flávio), né? Não dava pra ser qualquer pessoa, né? Pra ficar tratando assim com os candidatos, organizando os palanques, fazendo as estruturas ali das agendas dos estados”, observou sobre seu trabalho. Trecho da escritura do imóvel Início do patrimônio de Santini O primeiro imóvel comprado por Santini foi adquirido em 2020. Era uma cobertura de 324 metros quadrados no bairro Noroeste, em Brasília, pela qual ele pagou R$ 3 milhões em um contrato direto com a construtora. Já em 2022, ele fez um novo negócio e comprou sua primeira mansão no Lago Sul por R$ 6,7 milhões — no mesmo período em que recebia salário de R$ 16,9 mil mensais como secretário nacional de Justiça do governo Bolsonaro. O negócio foi revelado pelo portal Metrópoles. Na ocasião, ele colocou a cobertura como permuta para a compra já pelo valor de R$ 4,2 milhões. Essa é a casa onde ele mora atualmente, conforme apurou o ICL Notícias após ir até o local. A casa comprada em 2022 é próxima do condomínio do Lago Sul, onde Flávio Bolsonaro havia adquirido recentemente uma mansão por R$ 5,9 milhões. O presidenciável também obteve financiamento junto ao BRB para comprar sua mansão. O novo imóvel de Santini, comprado em 2025, também fica no mesmo setor residencial. Três anos depois, a nova mansão adquirida pelo coordenador da pré-campanha de Flávio é mais do que o dobro daquele valor. Em 2025, ele comprou também sete terrenos em São Paulo junto com seu irmão, o tenente Nelson Santini Neto. Ao todo, o investimento foi de cerca de R$ 1,8 milhão. O imóvel Somente o imposto de transmissão do imóvel (ITBI) da nova mansão
PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias

PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias Ação investiga esquema de lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recursos públicos, especialmente da área da saúde Por Elijonas Maia e Camille Barbosa | CNN Brasil 30/06/2026 Washington Reis (MDB) Brasília e Rio de Janeiro – PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de CaxiasA PF (Polícia Federal) deflagrou nesta terça-feira (30) a segunda fase da operação Anáfora, com mandados sendo cumpridos nas cidades do Rio de Janeiro, Niterói e Duque de Caxias. A ação mira um esquema de lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recursos públicos. Segundo a PF, as verbas seria destinadas, especialmente, à área da saúde. Ao todo, são cumpridos 14 mandados de busca e apreensão: dez expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros quatro expedidos pelo TRF2 (Tribunal Regional Federal da 2ª Região). Segundo apurou a CNN Brasil com fontes da PF, Washington Reis não foi diretamente alvo das buscas. Os mandados foram cumpridos em endereços vinculados a ele, que ex-prefeito de Duque de Caxias e presidente estadual do MDB. Também foram alvos familiares do político. Durante o cumprimento dos mandados, os agentes da PF encontraram dinheiro vivo na sala de uma empresa ligada a Washington Reis. As cédulas estavam dentro de um saco preto escondido embaixo do sofá e totalizavam R$ 450 mil. A investigação acontece em instância superior porque há entendimento do STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a manutenção do foro privilegiado, mesmo após o término do mandato. O ex-prefeito foi alvo de buscas na primeira fase da operação, deflagrada em setembro de 2022 para investigar a contratação de uma cooperativa de trabalho pelo município de Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. Naquela época, contrato e aditivos passavam de meio bilhão de reais. Agora, a PF encontrou indícios de que os investigados estariam ocultando patrimônio por meio de terceiros, além de realizar despesas incompatíveis com sua condição financeira. Os suspeitos também estariam participando de negociações vinculadas a imóveis. Em nota à imprensa, Washington Reis negou qualquer vínculo com as empresas alvo de busca na nova fase da operação. Ele também afirmou ter colaborado com as investigações e que “nada foi encontrado que desabone sua conduta”. “O presidente do MDB do Estado do Rio de Janeiro também afirma ser o maior interessado na continuidade das investigações conduzidas pela Polícia Federal, para que os responsáveis por eventuais crimes sejam identificados e responsabilizados na forma da lei”, acrescenta. Notícia anteriorPróxima notícia Duque de Caxias RJMDB Movimento Democrático BrasileiroNiterói RJPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos

PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 2ª fase da Operação Anáfora cumpre mandados em endereços ligados aos investigados nas cidades do Rio de Janeiro, de Niterói e de Duque de Caxias Por Comunicação Social da Polícia Federal no Rio de Janeiro 30/06/2026 Dinheiro apreendido na Operação Anáfora Rio de Janeiro – Nesta terça-feira (30/6), a Polícia Federal deflagrou a 2ª fase da Operação Anáfora, para combater lavagem de dinheiro oriunda do desvio de recurso públicos, especialmente aqueles destinados à área da saúde. Na ação, policiais federais cumprem 14 mandados de busca e apreensão, sendo 10 expedidos pela 6ª Vara Federal Criminal e outros 4 pelo TRF2. A apuração dos atos de lavagem foi aprofundada após a deflagração da primeira fase da operação, no ano de 2022. Foi apurado que investigados mantinham bens próprios em nome de terceiros, realizavam despesas incompatíveis com a própria condição financeira e participavam de negociações vinculadas a imóveis. Os investigados poderão responder, na medida de suas responsabilidades, pelos crimes de organização criminosa, fraude à licitação e lavagem de dinheiro, sem prejuízo de outros delitos que venham a surgir no decorrer das investigações. Durante cumprimento das ordens judiciais em Duque de Caxias/RJ, foram encontrados R$ 450 mil em espécie ocultos em uma empresa vinculada a um investigado da operação. Notícia anteriorPróxima notícia Duque de Caxias RJNiterói RJPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 30/06/2026 PF cumpre segunda fase da Operação Anáfora, que investiga desvios de recursos na área da saúde na cidade de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
EXCLUSIVO: Eduardo Bolsonaro se hospedou em hotel 5 estrelas para ver jogo do Brasil na Copa em Miami

EXCLUSIVO: Eduardo Bolsonaro se hospedou em hotel 5 estrelas para ver jogo do Brasil na Copa em Miami Em Miami, Eduardo Bolsonaro se hospedou no luxuoso W South Beach, com diárias de R$ 16 mil para o dia do jogo entre Brasil e Escócia. Na Copa, hotel oferece “experiência” de 1 milhão de dólares, com direito a escolta policial para ver jogos. Por Plínio Teodoro | Fórum 30/06/2026 Eduardo Bolsonaro no luxuoso hotel W South Beach, em Miami, para assistir Brasil na Copa (Divulgação / Exclusivo Fórum) Investigado pela Polícia Federal (PF) por suspeita de ser bancado nos EUA por Daniel Vorcaro, que enviou cerca de 10 milhões de dólares ao fundo Havengate, administrado pelo seu advogado Paulo Calixto, Eduardo Bolsonaro se hospedou no luxuoso hotel W South Beach para assistir ao jogo entre Brasil e Escócia, realizado no dia 24 de junho no Hard Rock Stadium, em Miami na fase classificatória da Copa do Mundo. Imagens exclusivas obtidas pela Fórum mostram Eduardo sem camisa em área reservada do hotel da rede Marriott, que fica em frente ao mar “na região mais exclusiva de South Beach”. “O empreendimento oferece acesso direto à praia, piscinas com serviço de cabanas, spa, academia de alto padrão, quadras de tênis, pickleball e basquete, além de restaurantes renomados, como o Mr. Chow. Sua localização permite chegar a pé aos principais restaurantes, galerias de arte, lojas e à vida noturna de South Beach, sendo uma escolha frequente de celebridades, atletas e executivos que buscam uma hospedagem de alto padrão”, diz o texto sobre o hotel no site da rede Marriot. Em dias normais, a hospedagem no hotel custa a partir de US$ 563 com taxas, ou cerca de R$ 2.915 – quase dois salários-mínimos. No entanto, referências públicas encontradas no Trivago revelam que para a data do jogo do Brasil, em 24 de junho, os valores chegaram a US$ 3.201 por noite, ou R$ 16.577. A Fórum teve acesso às fotos por meio de uma fonte que se hospedou no mesmo hotel no dia do jogo entre Brasil e Escócia e fez os flagrantes. Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro publicou dois vídeos em Miami no dia da partida da Copa, nenhum deles tinha a marcação do local onde se hospedou – a referência era apenas “Miami”. Pacote de 1 milhão de dólares para superestrelas do futebol Além de elevar os preços durante os jogos, o W South Beach anuncia em seu site um “pacote de um milhão de dólares para superestrela do futebol”. “Para o verão de futebol internacional em Miami, o W South Beach apresenta uma experiência de residência privada com acesso VIP aos jogos, acomodações em cobertura à beira-mar, passeios de iate privativos, gastronomia de nível Michelin e serviço personalizado durante todo o torneio”, diz o texto. No pacote milionário, o hóspede tem direito a se hospedar em duas coberturas contíguas de dois quartos com vista para o mar, com atendentes exclusivos e mordomos. Para as “experiências no dia do jogo”, a rede oferece “oito ingressos por partida” e “escolta policial” durante a ida ao estádio. Como “experiências adicionais”, o pacote inclui aluguel de iates particulares, experiência na Ferrari, 3 jantares privados com chef de nível Michelin, além de “degustações privadas de bebidas espirituosas raras e caviar” e “charutos diários”. *Colaborou Diego Feijó de Abreu Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Bahia: Jerônimo diz que não vai exonerar secretário investigado no escândalo do Master

Bahia: Jerônimo diz que não vai exonerar secretário investigado no escândalo do Master Eduardo Sodré Martins, enteado de Jaques Wagner, é suspeito de ter feito cobranças milionárias ao ex-sócio da instituição, Augusto Lima Por Pedro Jordão | Veja 30/06/2026 Governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), é pré-candidato à reeleição em 2026 (Marcelo Camargo/Agência Brasil) O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), afirmou que não vai exonerar o seu secretário de Meio Ambiente, Eduardo Mendonça Sodré Martins, que é investigado pela Polícia Federal por suposto envolvimento no caso de corrupção do Banco Master. Para o petista, até o momento, não há nenhum motivo concreto para o afastamento do servidor, que é também enteado do senador Jaques Wagner (PT-BA), outro investigado pela PF no mesmo caso e que perdeu sua posição de liderança do governo Lula no Senado diante do escândalo. “De forma nenhuma nós vamos fazer afastamento sem qualquer tipo de motivação concreta, de provas. Eduardo é advogado, está se defendendo. Não está no script qualquer afastamento de nenhum secretário por motivo do que está acontecendo, de denúncias ou qualquer tipo de julgamento. Não há julgamento para que a gente possa definir ou determinar a saída de qualquer secretário”, afirmou Jerônimo Rodrigues em entrevista coletiva. Para as autoridades policiais, Eduardo Sodré Martins exercia um papel importante no esquema de corrupção, sendo responsável por cobrar Augusto Lima, ex-sócio do Master, os repasses milionários para a empresa de sua esposa (nora de Jaques Wagner). A PF acredita que o secretário tenha usado a empresa para ocultar vantagens indevidas, propina, relacionadas ao senador petista. Jaques Wagner, por sua vez, é investigado pela possibilidade de ter recebido propina de Augusto Lima em troca de atuação parlamentar em favor do Banco Master. Entre as vantagens indevidas que pode ter recebido estão um apartamento avaliado em 2,45 milhões de reais e o repasse para uma empresa do enteado (que soma 3,5 milhões de reais). Também teria sido disponibilizado ao senador o uso gratuito de aeronaves, além da entrega de ingressos para um show em Los Angeles, nos Estados Unidos. A investigação já prejudica a imagem de Lula no Nordeste. Segundo o último levantamento do Nexus, o petista caiu cinco pontos percentuais no Nordeste depois que o caso veio à tona. O presidente vai à Bahia nesta semana, mas desistiu de participar de uma importante caminhada ao lado de Jaques Wagner, como foma de se distanciar do problema. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
MPRJ ajuíza ação para que a Prefeitura elabore Plano Diretor de Comendador Levy Gasparian

MPRJ ajuíza ação para que a Prefeitura elabore Plano Diretor de Comendador Levy Gasparian A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Três Rios ajuizou, no último dia 22/06, uma ação civil pública (ACP), com pedido de liminar, para que o Município de Comendador Levy Gasparian elabore um Plano Diretor e uma Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização, a fim de garantir o planejamento urbano e fortalecer a prevenção de desastres. Por MPRJ 30/06/2026 MPRJ ajuíza ação para que a Prefeitura elabore Plano Diretor de Comendador Levy Gasparian O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) requer que a medida seja adotada no prazo de 20 dias úteis, com a apresentação de um cronograma formal de trabalho, além da definição de mecanismos de transparência e de participação social. Requer, ainda, que, durante o curso da ação, sejam apresentados ao Juízo relatórios mensais sobre o andamento do plano de ação. De acordo com a ACP, desde 2004, Levy Gasparian comunicou ao governo federal ao menos dez ocorrências de desastres relacionados a alagamentos, inundações, deslizamentos, enxurradas e colapso de edificações. Em 2023, o município foi incluído na lista nacional de municípios com alta suscetibilidade à ocorrência desses eventos. A Promotoria de Justiça ressalta que, durante uma reunião, representantes da Prefeitura informaram que pretendiam elaborar o Plano Diretor com recursos provenientes de uma compensação ambiental. No entanto, a documentação prometida não foi apresentada, e diversos ofícios encaminhados pelo MPRJ permaneceram sem resposta. Em caso de descumprimento, o MPRJ requer a aplicação de multa diária, em valor a ser fixado pelo Juízo. Notícia anteriorPróxima notícia Comendador Levy Gasparian RJMP-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list