GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves

GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves Com a decisão, Ronnie Lessa teve a pena elevada de 78 anos e nove meses para 81 anos e 10 meses de prisão, enquanto Élcio Queiroz passou de 59 anos e oito meses para 76 anos e seis meses de prisão. Por MPRJ 06/08/2026 GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves O Grupo de Atuação Especializada no Combate ao Crime Organizado do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GAECO/MPRJ), por meio das Procuradoras de Justiça designadas para atuação no Grupo, obteve, em julgamento realizado nesta terça-feira (04/08), na Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJ-RJ), o aumento das penas impostas aos ex-policiais militares Ronnie Lessa e Élcio Queiroz pelos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, além da tentativa de homicídio de Fernanda Chaves. Com a decisão, Ronnie Lessa teve a pena elevada de 78 anos e nove meses para 81 anos e 10 meses de prisão, enquanto Élcio Queiroz passou de 59 anos e oito meses para 76 anos e seis meses de prisão. O recurso interposto pelo MPRJ sustentou que a sentença não havia considerado circunstâncias relevantes para a dosimetria da pena. Entre os fundamentos acolhidos pela Primeira Câmara Criminal estão a repercussão internacional do crime, a forma de execução dos homicídios, com diversos disparos efetuados em via pública, em local de intensa circulação de pessoas, o planejamento da ação criminosa e o pedido de incidência da fração mínima de redução pelo reconhecimento da tentativa de homicídio contra Fernanda Chaves, pelo fato de que os atos praticados se aproximaram da consumação da morte da assessora da vereadora. O Ministério Público também destacou que os criminosos utilizaram um veículo clonado para a prática dos crimes, circunstância relacionada ao delito de receptação, e que toda a ação foi previamente planejada. A tentativa de homicídio de Fernanda Chaves foi igualmente ressaltada, uma vez que ela sobreviveu porque se abaixou no interior do veículo, tendo o corpo da vereadora servido de anteparo aos disparos. No parecer recursal, o GAECO/MPRJ sustentou a necessidade de aumento das penas para assegurar a correta aplicação dos critérios legais de individualização da sanção, em razão da elevada intensidade do dolo, do sofisticado planejamento da ação criminosa e da gravidade dos delitos praticados. Ronnie Lessa e Élcio Queiroz foram condenados pelo IV Tribunal do Júri da Capital, em outubro de 2024, pelos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves. Eles foram denunciados pelo GAECO/MPRJ por duplo homicídio triplamente qualificado, tentativa de homicídio e receptação. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJTJ-RJVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves 06/08/2026 Exclusivo: Eleição no Rio tem bancada dos cargos secretos com 114 candidatos 20/08/2026 Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) 29/07/2026 Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível 29/07/2026 Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno (VIDEO) 09/08/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Ala do STF vê tentativa de Moraes, PF e PGR de tirar Lulinha de Mendonça 31/07/2026
Fábio Faria, “o cara do Vorcaro” (VIDEO)

Fábio Faria, “o cara do Vorcaro” Como o ex-ministro de Bolsonaro abriu as portas da influência para o banqueiro mais enrolado do Brasil Por Breno Pires, de Brasília, e João Batista Jr., de São Paulo | piauí 05/06/2026 Faria discursa na inauguração do canal de notícias do grupo Silvio Santos, para uma plateia com autoridades como o presidente Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas – Reprodução/ SBT News Em outubro de 2023, menos de um ano depois de deixar o governo de Jair Bolsonaro, o ex-ministro Fábio Faria, que ocupou a pasta das Comunicações, fez uma viagem a Paris que teve largas consequências. Na capital francesa, ele participou de um evento do Esfera Brasil, instituto criado pelo lobista João Camargo, com o objetivo de reunir empresários, juristas, advogados, políticos e quem mais oferecesse condições para bons negócios. Entre os convidados, havia um banqueiro que já despertava desconfianças severas no meio financeiro em razão da ousadia duvidosa de seus negócios: Daniel Vorcaro, do Banco Master. Foi naquele encontro que o ex-ministro e o banqueiro se conheceram, segundo Faria. Na memória de Faria, que foi por quatro mandatos deputado federal pelo Rio Grande do Norte, tratou-se de um encontro como outro qualquer. Em janeiro passado, o ex-ministro rememorou a ocasião e contou à piauí que a apresentação entre os dois não resultou numa relação especialmente profícua. “Eu tenho zero de relação com Master. Nunca vendi nada para o Master. Tenho nada com o Master”, disse, durante uma conversa num escritório na região da Avenida Faria Lima, centro financeiro do país. No entanto, a piauí apurou que o encontro teve efeitos milionários e deu início a laços que, até agora, estavam abaixo do radar do noticiário – mas não das investigações da Polícia Federal. E isso aconteceu de forma rápida. Menos de duas semanas depois de conhecer Vorcaro em Paris, Faria já buscava coordenar a aproximação do banqueiro com autoridades em Brasília. Em conversas no WhatsApp reveladas pelo site Fatos Online, informou a Vorcaro que convidou o ministro do STF Dias Toffoli, o então presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e seu antecessor — e hoje sucessor — Davi Alcolumbre para um encontro “na terça”, acrescentando que “Davi tá louco perguntando se as suíças vão vir”. Diz ainda que “ia chamar o Arthur Lira, mas não pode ser junto com Pacheco”, mas que “na próxima chamamos ele pq ele gosta muito”. No dia seguinte, Vorcaro pergunta: “quem tá confirmado”, e Faria responde: “Davi e Pacheco”. A piauí procurou a assessoria de imprensa de Alcolumbre, que não respondeu sobre o encontro. Pacheco, por sua vez, negou ter participado de qualquer reunião com Vorcaro e disse que, na data mencionada nas conversas, estava em Brasília presidindo a sessão do Senado. (As mensagens obtidas pela piauí não deixam claro em que cidade aconteceria o encontro, nem se seria no mesmo horário da sessão do Senado.) No mesmo fio de conversa em que mobiliza encontros com algumas das principais autoridades da República, Faria também diz a Vorcaro que “na segunda” irá pessoalmente ao Banco Master “com meus sócios do escritório”. Enquanto aproximava Vorcaro da cúpula política de Brasília, Faria aproximava seus próprios negócios do Banco Master. Já em fevereiro de 2024, apenas quatro meses depois de se conhecerem, Faria e Vorcaro fizeram um negócio da China – para o ex-ministro. Ele conseguiu vender ao banqueiro um projeto de energia eólica de 240 MW por 67,5 milhões de reais, como revelaram reportagens do UOL e do Poder360. A transação surpreendeu o mercado. O valuation total foi 75 milhões, mas Faria ficou com 10%, o que, aliás, o torna sócio do projeto, o nirvana de todo desenvolvedor. Segundo três especialistas do setor ouvidos pela piauí – que preferem não mencionar os nomes, por trabalharem no ramo e temer relatiações – a usina valia, numa perspectiva otimista, em torno de 13 milhões de reais. Também chamou a atenção o fato de que, depois de sacramentar a compra, o neófito do setor de energia não moveu uma palha para tirá-lo do papel e viabilizar o negócio. Investiu alto em uma expectativa futura de vento, mas até hoje o projeto continua no mesmo estágio de quase dois anos e meio atrás. “Era um ativo que valia, tá? E vale hoje. Realmente é muito dinheiro, é sim, mas é o que vale”, diz Faria, defendendo a venda. Segundo ele, o projeto ainda prevê a incorporação de uma usina solar e poderia praticamente dobrar de valor, passando de algo entre 60 milhões e 72 milhões de reais para até 140 milhões de reais. “Isso é um baita ativo”, afirma. O projeto da usina eólica, localizada em Galinhos, no litoral do Rio Grande do Norte, e batizada como Fazenda São Pedro Geradora de Energia, estava – e ainda está – no estágio mais embrionário, aquele que os especialistas do ramo chamam de greenfield, como um campo ainda intocado. (O estágio mais avançado é o ready to build, ou seja, pronto para construir.) O megawatt de uma usina em estágio greenfield costuma variar de 20 mil a 40 mil reais. No caso de ready to build, o preço do megawatt sobe para algo em torno de 80 mil a 150 mil reais. No projeto de Faria, o negócio foi tão auspicioso que o banqueiro concordou em pagar com o valuation de 312 mil reais por megawatt (75 milhões de reais por 240 megawatt), mais do que o dobro do preço mais alto. Ouvido pela piauí, o ex-ministro contestou essa avaliação. Disse que a definição do preço baseou-se num estudo realizado pela KPMG, uma consultoria que, entre outros serviços profissionais, é mais conhecida pelas auditorias. A KPMG, no entanto, tem outra versão para o caso. A assessoria da empresa, em nota, disse que apenas participou de “discussões teóricas” sobre o mercado de energia eólica com o pessoal do ex-ministro e “não executou trabalhos de assessoria financeira para a avaliação do projeto de construção do complexo eólico Fazenda São Pedro”. Trocando em miúdos, os 67,5 milhões saíram de algum outro lugar que não as planilhas da consultoria. Além de estar em estágio inicial, o projeto tinha outros
Ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino é condenada a mais de 80 anos por falsificação de documentos judiciais

Ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino é condenada a mais de 80 anos por falsificação de documentos judiciais Sentenças da Vara Criminal de Magé apontam que peças de ações de improbidade foram adulteradas para beneficiar a ex-prefeita; outros quatro réus foram absolvidos por falta de provas suficientes Por Rafael Nascimento e Jefferson Monteiro | g1 Rio e TV Globo 05/08/2026 Núbia Cozzolino — Foto: Redes sociais A ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino foi condenada, em duas ações penais, a penas que somam 87 anos, 1 mês e 10 dias de prisão por crimes relacionados à falsificação de documentos judiciais. As sentenças foram proferidas pela Vara Criminal de Magé nesta terça-feira (4). Os processos tratam da adulteração de peças de ações civis públicas e de improbidade administrativa que envolviam Núbia ou pessoas de sua família. Segundo as decisões, documentos originais foram retirados dos processos e substituídos por versões modificadas, com alterações no conteúdo, nos pedidos e nas assinaturas de promotores de Justiça. As condenações são de primeira instância e ainda podem ser contestadas por meio de recursos. Em uma das ações, Núbia foi condenada a 43 anos, 6 meses e 20 dias de reclusão, além do pagamento de multa. O processo envolvia três ações civis públicas, de 2014 e 2015, nas quais foram identificadas adulterações em petições iniciais e em uma réplica. No segundo processo, a ex-prefeita foi condenada a 32 anos e oito meses de prisão por também por falsificação da petição inicial em outras três ações civis públicas, além de ter usado documento público falsificado e suprimido documento público. No outro processo, a ex-prefeita recebeu pena de 10 anos, 10 meses e 20 dias de reclusão, também em regime inicial fechado. O caso trata da falsificação de uma página da petição inicial de uma ação civil pública de 2011. O que foi falsificado No processo que reúne três ações civis públicas, a Justiça apontou alterações em documentos que poderiam influenciar o resultado dos processos de improbidade. Em uma das ações, por exemplo, foram modificados trechos dos pedidos e falsificadas as rubricas dos promotores responsáveis pela ação. Em outra, foram alterados o conteúdo dos pedidos, o valor da causa e a assinatura de uma promotora. Houve ainda uma ação em que, segundo a sentença, foram modificadas páginas inteiras da petição, com alterações na descrição dos fatos, nos pedidos de condenação e no valor atribuído à causa. A decisão afirma que as alterações tinham como objetivo obter benefícios nos processos judiciais e evitar consequências, inclusive políticas, que poderiam decorrer de uma eventual procedência das ações de improbidade. No processo envolvendo a ação civil pública de 2011, a adulteração ocorreu especificamente na página 46 da petição inicial. A Justiça apontou mudanças na formatação e no conteúdo dos pedidos, além da falsificação das rubricas dos promotores de Justiça Tiago Gonçalves Veras Gomes e Allana Alves Costa Poubel. Uma perícia realizada pelo Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE) confirmou a falsidade documental e a fraude gráfica na página analisada, segundo a sentença. Como o esquema foi descoberto As investigações começaram depois que a Justiça e o Ministério Público identificaram problemas em processos que tramitavam na Vara Cível de Magé. Um juiz que atuava na unidade percebeu uma decisão com o nome dele em um período em que ainda era estudante de Direito. A partir da comparação entre documentos físicos e registros existentes nos sistemas do Tribunal de Justiça, foram identificadas alterações em processos. O Ministério Público passou então a conferir ações civis públicas e processos de improbidade que tramitavam na vara. Segundo depoimentos reunidos na sentença, foram encontradas alterações em documentos, assinaturas e carimbos. A investigação apontou que as adulterações estavam concentradas em processos nos quais Núbia Cozzolino aparecia como interessada ou ré. Em depoimento, um promotor relatou que foram identificadas modificações que, em diferentes ações, reduziam valores de prejuízo, alteravam a descrição de condutas e modificavam pedidos de condenação. No processo de 2020, durante uma busca e apreensão no escritório ligado a Núbia, foram encontradas cópias de folhas processuais com treinos de rubricas e assinaturas, além de outros documentos que passaram a integrar a investigação. Justiça apontou Núbia como responsável pelas fraudes Nas duas ações, a Justiça concluiu que a autoria criminal ficou comprovada em relação a Núbia. No processo que envolve três ações civis públicas, a sentença afirma que ela teria atuado como autora mediata, ou seja, como responsável pelo domínio final da ação criminosa, mesmo sem ter sido possível identificar quem executou materialmente cada falsificação. A decisão afirma que a identificação do autor direto das falsificações não seria necessária para afastar a responsabilidade de Núbia, diante do conjunto de provas analisado no processo. A sentença também cita elementos relacionados à atuação da ex-prefeita na condução de sua equipe jurídica e afirma que ela tinha conhecimento e interferência em processos judiciais de seu interesse. Outros quatro réus foram absolvidos Apesar das condenações de Núbia, quatro outros acusados foram absolvidos nos dois processos. A decisão destaca que não foi possível determinar com segurança a data em que as falsificações foram feitas nem quem foi o responsável material por elas. No caso de José Marcos, a sentença considerou que as provas não eram suficientes para estabelecer que as adulterações ocorreram durante as cargas de processos realizadas por ele. Defesa Durante o processo, a defesa de Núbia negou a autoria e pediu a absolvição. Entre os argumentos apresentados estavam a ausência de dolo, a falta de provas que ligassem diretamente a ex-prefeita às falsificações e questionamentos sobre as perícias realizadas durante a investigação. A defesa também alegou irregularidades na busca e apreensão. A Justiça rejeitou os argumentos e considerou comprovadas a materialidade e a autoria atribuída a Núbia. As decisões são de primeira instância. Por isso, as condenações ainda não são definitivas e podem ser modificadas em recursos. Nas redes sociais, Núbia disse que considera a sentença injusta e que está sendo considerada mandante sem apontar quem teria sido mandado. Além disso, ela aponta que não houve oficial de justiça na casa dela, o que considera ilegal
Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores

Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores Novo benefício representa um gasto adicional de R$ 108 mil por ano; prefeito sinaliza veto ao projeto. Por Diego Varsi | g1 05/08/2026 Vereadores de Aperibé votam auxílio-alimentação — Foto: José Mateus Aperibé – A Câmara Municipal de Aperibé, no Norte Fluminense, aprovou, em sessão realizada na última segunda-feira (3), o projeto de Lei 23/2026 que cria um auxílio-alimentação de R$ 1 mil para os vereadores do município. A Câmara de Aperibé é composta por nove vereadores. Se a proposta entrar em vigor, a despesa com o novo benefício será de R$ 9 mil por mês, o que representa um gasto adicional de R$ 108 mil por ano com recursos públicos. Atualmente, os vereadores recebem um auxílio-alimentação de R$ 350. O valor do subsídio mensal, sem contabilizar este auxílio, é de R$ 7.596,67. A proposta, de autoria do vereador Marcos Antônio, foi aprovada por sete votos favoráveis e dois contrários. Votaram contra o presidente da Câmara, Pedro Paulo, e o vereador Vinícius Curty. Mesmo com a aprovação no Legislativo, o projeto ainda não virou lei. O texto será encaminhado ao prefeito Ronald de Cássio, conhecido como Roninho. Nesta quarta-feira (5), o prefeito sinalizou que pretende vetar integralmente a proposta. Caso o veto seja oficializado, o projeto retornará à Câmara Municipal, que poderá manter a decisão do Executivo ou derrubá-la, desde que alcance a maioria necessária em nova votação. Como votou cada vereador Votaram a favor: Marcos Antônio (UNIÃO) Geovany Marques (PSB) Luciano Barata (UNIÃO) Elizabeth (Bete) Fonseca (UNIÃO) João da Máquina (PSD) Wellington da Saúde (PSB) Luizinho Lima (PSD) Votaram contra: Pedro Paulo (UNIÃO) Vinícius Curty (PSB) Notícia anteriorPróxima notícia Aperibé RJNorte e Noroeste FluminensePrefeitoPSB Partido Socialista BrasileiroPSD Partido Social DemocráticoUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores 05/08/2026 Ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino é condenada a mais de 80 anos por falsificação de documentos judiciais 05/08/2026 PF investiga ex-governador do MT e empresas do deputado Fábio Garcia, do União Brasil, por suspeita de desvio de R$ 308 mi em dinheiro público 06/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Nova Iguaçu: Empresa em recuperação judicial já recebeu cerca R$ 425 milhões da Prefeitura 21/07/2026 Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil 23/07/2026 Flávio Bolsonaro entra na mira da PF por suspeita de usar mandato para favorecer o Master 30/07/2026 MPRJ cumpre mandados em Itaocara por suspeita de desvio de recursos 22/07/2026 Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças 14/07/2026
Flávio Bolsonaro diz que fez duas filhas mulheres para ser cuidado na velhice

Flávio Bolsonaro diz que fez duas filhas mulheres para ser cuidado na velhice Declaração ocorreu durante o anúncio de que o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) será candidato a vice ‘Quando eu ficar velhinho, eu vou ter quem vai tomar conta de mim’, disse senador sobre filhas de 12 e 14 anos Por Folha de S.Paulo 05/08/2026 Flávio Bolsonaro ao anunciar Alfredo Gaspar como seu candidato a vice-presidente; ao lado deles, Fernanda Bolsonaro, Daniella Marques e Tereza Cristina – Gabriela Biló/Folhapress Brasília – O senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta quarta-feira (5) que fez duas filhas mulheres para que elas possam cuidar dele na velhice. “Muitas vezes, na grande parte das vezes, quem tem que tomar conta dos idosos são as mulheres. Eu fiz duas filhas exatamente para isso. Quando eu ficar velhinho, eu vou ter quem vai tomar conta de mim porque as mulheres são assim: são família, são coração, são sentimento, são sensibilidade.” Flávio tem uma filha de 12 anos e outra de 14. A declaração ocorreu durante o evento em que anunciou o deputado federal Alfredo Gaspar (PL-AL) como seu candidato a vice, após meses de impasse em torno da vaga. O senador acrescentou que tem aprendido muito em sua pré-campanha sobre a chamada economia do cuidado, conjunto de atividades, normalmente desempenhadas por mulheres, relacionadas ao cuidado de outras pessoas, como crianças e idosos. Flávio queria uma vice mulher para tentar diminuir a resistência do eleitorado feminino ao nome dele. O pré-candidato chegou a convidar a senadora Tereza Cristina (PP-MS), mas o partido dela decidiu ficar neutro durante as eleições. O senador chegou ao evento desta quarta com a esposa, Fernanda Bolsonaro. Flávio também anunciou o vice ao lado de mulheres, entre elas Tereza, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) e a deputada federal Bia Kicis (PL-DF). Notícia anteriorPróxima notícia Deputada FederalDeputado FederalPL Partido LiberalPP ProgressistasRepublicanosSenadorSenadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro diz que fez duas filhas mulheres para ser cuidado na velhice 05/08/2026 Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira 05/08/2026 Na piscina com o “grupo seleto” 08/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master 06/08/2026 Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro 15/07/2026 Nem prisão de Vorcaro barrou negociação de imóvel de R$ 2,5 milhões para Jaques Wagner 30/07/2026 Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo 11/07/2026 Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização 15/07/2026
Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira

Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira Eduardo Bolsonaro esteve com autoridades do governo Donald Trump na semana passada, poucos dias antes dos Estados Unidos revogarem o visto da atual embaixadora do Brasil, Maria Luiza Ribeiro Viotti. Por Bela Megale | O Globo 05/08/2026 Paulo Figueiredo (à esquerda) e Eduardo Bolsonaro (à direita) — Foto: Reprodução/X O ex-deputado federal, que mora no Texas, foi a Washington para participar de conversas com representantes do governo Trump. A coluna apurou que o ex-apresentador da Jovem Pan e braço-direito de Eduardo Bolsonaro nos EUA, Paulo Figueiredo, não estava presente nas conversas, mas já havia sido comunicado sobre o cancelamento do visto da embaixadora. Em postagem nas redes sociais, Figueiredo relatou que fez parte de um grupo restrito de jornalistas que recebeu a informação sobre o cancelamento do visto de Viotti, dada por um oficial sênior do Departamento de Estado. A medida foi uma retaliação à ausência de concessão do agrèment (aceitação diplomática) ao embaixador indicado pelos EUA, Daniel Perez, para atuar em Brasília. Segundo Figueiredo, o representante do governo americano afirmou que novos cancelamentos de visto e outras medidas não estão descartados. O grupo de Eduardo Bolsonaro nos EUA comemorou a medida, apostando em uma escalada da crise para favorecer Flávio Bolsonaro, que está atrás de Lula nas intenções de voto. Para eles, se Lula ceder à pressão da gestão Trump, perderá o discurso da soberania nacional e ainda colocará dentro do Brasil um membro do governo que pode atuar de maneira intensa para interferir nas eleições. Por outro lado, não conceder a autorização para o embaixador pode agravar ainda mais a crise entre Brasil e EUA e trazer complicações até para a vida dos brasileiros que vivem naquele país e precisam da ajuda da embaixada. Na reunião com jornalistas, o representante da gestão Trump falou ainda sobre a negativa de visto do Itamaraty a dois funcionários do Departamento de Estado que viajariam ao Brasil. O governo brasileiro justificou a medida alegando que os americanos tinham o objetivo de questionar o sistema eleitoral brasileiro. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos Trabalhadores Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira 05/08/2026 Na piscina com o “grupo seleto” 08/08/2026 Caixa coloca apartamento de Eduardo Bolsonaro em leilão 07/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal 01/08/2026 PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev 31/07/2026 Bolsonaro contradiz Flávio e diz a Moraes que filho leu carta em live sem sua autorização 15/07/2026 MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido 14/07/2026 Rio tem R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação por corrupção 13/07/2026
Romário diz à Justiça que penhora de salário no Senado compromete sua sobrevivência

Romário diz à Justiça que penhora de salário no Senado compromete sua sobrevivência Senador recorre de decisão que determinou retenção mensal dos vencimentos para quitar dívida de cerca de R$ 34,4 mil com o ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero; TJ manteve a penhora até julgamento definitivo do recurso. Por Marília Barbosa | g1 SP 04/08/2026 Romário recorre à penhora de parte de seu salário no Senado alegando abalo de suas finanças — Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado São Paulo – A Justiça de São Paulo determinou a penhora de 30% do salário que Romário (PL-RJ) recebe como senador. O ex-jogador de futebol, no entanto, recorreu da decisão afirmando que a medida abala suas finanças e provoca um “impacto material irreversível”. A alegação foi apresentada e determinada em julho, no processo no qual o ex-presidente da CBF Marco Polo Del Nero cobra do ex-atleta uma dívida de cerca de R$ 34,4 mil. No recurso, Romário sustenta que a penhora é ilegal e que a retenção dos valores lhe retira recursos essenciais para a sua “própria sobrevivência rotineira”. Atualmente, um senador recebe salário bruto de R$ 46.366,19. Pela decisão judicial, cerca de 30% desse valor deverá ser retido mensalmente até a quitação da dívida. O Tribunal de Justiça negou o pedido para suspender imediatamente a penhora. O relator do processo, Vitor Kümpel, afirmou que não há elementos que demonstrem risco de dano e manteve a medida até o julgamento definitivo do recurso. A dívida decorre de uma condenação por danos morais já transitada em julgado, ou seja, definitiva. Processo de penhora A origem da ação é de setembro de 2013, quando Romário era deputado federal e afirmou que Marco Polo Del Nero, então presidente da Federação Paulista de Futebol, deveria ser “preso” e ficar “cem anos de cadeia”. Del Nero afirmou à Justiça que as declarações configuravam abuso do direito de manifestação do pensamento. Segundo ele, as ofensas foram uma retaliação após seu grupo político na CBF rejeitar um pedido de Romário para controlar o futebol feminino no país. Del Nero presidiu a CBF entre 2015 e 2017. Na ação, Romário argumentou que suas declarações estavam protegidas pela imunidade parlamentar, por terem sido feitas na condição de presidente da Comissão de Turismo e Desporto da Câmara dos Deputados. Segundo ele, a intenção era defender que apenas pessoas com reputação ilibada comandassem instituições ligadas ao esporte. O ex-atleta também afirmou que pretendia “criticar” Del Nero, e “não ofendê-lo”. Além disso, ressaltou que uma queixa criminal apresentada pelo dirigente foi arquivada por não haver injúria nem difamação. A Justiça cível rejeitou os argumentos e condenou Romário ao pagamento de indenização por danos morais. Ele recorreu, mas foi novamente derrotado nas instâncias superiores da Justiça. Como o valor da indenização não foi integralmente pago, a Justiça determinou, em abril deste ano, o bloqueio das contas bancárias do senador. Segundo o processo, nenhum valor foi encontrado. Notícia anterior PL Partido LiberalSenadorTJ-SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Romário diz à Justiça que penhora de salário no Senado compromete sua sobrevivência 04/08/2026 Comando Vermelho toma Country Clube para lavar dinheiro; tráfico ainda tinha pousada em Búzios 04/08/2026 Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu 04/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa” 23/07/2026 MPF firma acordo para enfrentar alagamentos e danos ambientais no Balneário Praia de Carapebus (RJ) 15/07/2026 Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’ 08/07/2026 Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 08/07/2026 Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida 14/07/2026
Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu

Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu Segundo a Polícia Militar, agentes perseguiam uma dupla de moto quando criminosos da Comunidade do Buraco do Boi atiraram contra a equipe. Escola municipal liberou estudantes, e um Ciep adotou protocolos de segurança. Por Genilson Araújo | RJ1 04/08/2026 Alunos de Ciep se protegem de tiros nos corredores da unidade — Foto: Reprodução Alunos tiveram de se abaixar e buscar abrigo dentro de escolas durante um tiroteio na manhã desta terça-feira (4), em Miguel Couto, em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. Fotos tiradas nas unidades de ensino mostram estudantes protegidos nos corredores. Ninguém se feriu. Segundo a Polícia Militar, policiais do 20º BPM (Mesquita) iniciaram uma abordagem a uma dupla de motocicleta nas imediações da Comunidade do Buraco do Boi. Durante a ação de cerco, criminosos da comunidade atiraram contra a equipe. Outros policiais seguiram em apoio e, após o confronto, a região foi estabilizada. De acordo com a corporação, a dupla abandonou a moto e fugiu. Equipes intensificaram o policiamento e realizam ações de varredura para localizá-la. Por causa do confronto, a Prefeitura de Nova Iguaçu informou que os alunos da Escola Municipal de Educação Infantil Ambaí, que estavam no turno da manhã, foram liberados. As aulas do turno da tarde também foram suspensas. No Ciep 334 (Moacyr Jose Pereira Gerk), estudantes seguiram os protocolos de segurança previstos para situações de risco. Segundo a Secretaria Estadual de Educação (Seeduc), todos os alunos estavam bem e, após a estabilização da área, as atividades foram retomadas. Mesmo assim, pais foram até a unidade para buscar os filhos. Em nota, a Seeduc informou que acompanha a situação e reafirmou seu compromisso com a segurança de alunos, professores e demais profissionais da rede. A secretaria afirmou que as escolas seguem os protocolos de Comunicação e Proteção de Unidades Escolares firmados com o Ministério Público do Rio de Janeiro e adotam a metodologia do programa Acesso Mais Seguro, desenvolvida em parceria com o Comitê Internacional da Cruz Vermelha. A Polícia Militar informou que, até a última atualização desta reportagem, a região estava estabilizada, sem novos confrontos, enquanto equipes continuavam as buscas pelos criminosos. Notícia anterior MP-RJNova Iguaçu RJPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu 04/08/2026 Bomba lançada por drone fere 2 crianças em festa de rua em Cordovil, no Rio, dizem moradores 03/08/2026 Moradores de Lumiar cobram continuidade em obra de ponte em Nova Friburgo 04/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mudança de rumo 12/07/2026 PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS 21/07/2026 PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha 12/07/2026 PF diz que Pacheco se reuniu com dono de associação investigada para discutir nomeação de presidente do INSS; senador nega 15/07/2026 PL vê desgaste de Flávio em convenção após inquérito aprovado por Mendonça 23/07/2026
Justiça Eleitoral decide ação sobre investigação da campanha de Ferreti; prefeito de Angra dos Reis segue no cargo

Justiça Eleitoral decide ação sobre investigação da campanha de Ferreti; prefeito de Angra dos Reis segue no cargo Decisão foi tomada em primeira instância, cabe recurso, e ainda terá análise de instâncias superiores. Por g1 Sul do Rio e Costa Verde 04/08/2026 Cláudio Ferreti ao lado de Rubinho Metalúrgico – Foto: Reprodução/Redes sociais A Justiça Eleitoral cassou os mandatos do prefeito de Angra dos Reis, Cláudio Ferreti, e do vice-prefeito, Rubinho Metalúrgico, por abuso de poder político e econômico nas eleições municipais de 2024. A decisão é do juiz Carlos Manuel Barros do Souto, da 147ª Zona Eleitoral, que julgou parcialmente procedente uma ação movida pela coligação Angra para Todos, formada pelos partidos PL e Novo. A sentença também reconhece a participação do ex-prefeito Fernando Jordão nas irregularidades e o torna inelegível por oito anos. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso. Por isso, Cláudio Ferreti permanece no cargo até o julgamento definitivo do processo. A decisão também não interfere na pré-candidatura de Fernando Jordão a deputado federal. Em nota, Cláudio Ferreti informou que confia na Justiça e que vai recorrer da decisão. Fernando Jordão também afirmou que apresentará recurso. Notas nas íntegras Prefeitura de Angra dos Reis “Ferreti permanece no cargo e segue à frente da Prefeitura de Angra Decisão da Justiça Eleitoral é de primeira instância, cabe recurso e não afasta o prefeito de suas funções A decisão divulgada nesta segunda-feira (3) pela Justiça Eleitoral envolvendo o prefeito de Angra dos Reis, Cláudio Ferreti, foi proferida em primeira instância e ainda será analisada pelos tribunais superiores, conforme prevê a legislação brasileira. A defesa do prefeito informou que recorrerá da decisão, manifestando confiança de que os fatos e argumentos apresentados serão devidamente reavaliados nas instâncias competentes. Enquanto o processo segue em tramitação, o prefeito Cláudio Ferreti permanece no exercício do cargo, desempenhando normalmente suas funções e mantendo o compromisso de dar continuidade ao trabalho, às obras, aos investimentos e às ações em benefício da população de Angra dos Reis.” Fernando Jordão “Ao longo da minha caminhada pública sempre agi com correção, responsabilidade e seriedade. Recebi com respeito a decisão em primeira instância, ressaltando que a própria sentença reconhece que não houve divulgação de informação falsa, muito menos gasto público nos fatos mencionados. Essa decisão será objeto de recurso para ser debatido nas instâncias superiores. Lamentavelmente, a sentença sai num período eleitoral, o que tumultua o debate de projetos e gera especulação política. Com o apoio da população, sigo como candidato à eleição para o cargo de Deputado Federal em 2026, exercendo sempre com total dedicação e espírito público o meu trabalho voltado ao desenvolvimento de Angra dos Reis, do estado do Rio de Janeiro e do nosso Brasil.” Notícia anterior Angra dos Reis RJMDB Movimento Democrático BrasileiroNOVOPL Partido LiberalPrefeitoVice-prefeito Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça Eleitoral decide ação sobre investigação da campanha de Ferreti; prefeito de Angra dos Reis segue no cargo 04/08/2026 Prefeitura de Búzios cumpre decisão judicial e afasta secretária de Meio Ambiente 03/08/2026 Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Gabinete presidencial, cannabis medicinal e tráfico de influência: entenda a nova investigação da PF contra Lulinha 31/07/2026 Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu 29/07/2026 GAESF/MPRJ ajuíza ação para suspender benefícios fiscais concedidos a empresa do setor alimentício 21/07/2026 Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme 17/07/2026 Dino manda Polícia Federal ampliar investigações sobre orçamento secreto 14/07/2026
Moradores de Lumiar cobram continuidade em obra de ponte em Nova Friburgo

Moradores de Lumiar cobram continuidade em obra de ponte em Nova Friburgo Comunidade utiliza ponte de madeira há cerca de três anos e relata insegurança após danos na estrutura. Por Nathalia Rebello | g1 04/08/2026 Obras da ponte de concreto em Lumiar foi registrada sem trabalhadores. Ponte provisória já está sendo usada há três anos — Foto: Divulgação Nova Friburgo – Os moradores da localidade de Rio Bonito, no distrito de Lumiar, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, cobram a continuidade da construção de uma nova ponte de concreto. A comunidade utiliza uma ponte provisória de madeira há cerca de três anos, instalada após danos na estrutura original. Na semana do dia 27 de julho até o dia 2 de agosto, moradores denunciaram que a ponte provisória apresentava uma viga rachada. Após a repercussão do caso, a Prefeitura de Nova Friburgo reforçou a estrutura de madeira e iniciou a construção da nova ponte de concreto. Imagens registradas por moradores e enviadas à Inter TV nesta segunda-feira (3) mostraram o canteiro de obras sem trabalhadores. Segundo moradores, o receio é de que a comunidade permaneça por mais tempo dependente da estrutura provisória. Além da ponte, eles também reclamam das condições das estradas vicinais da região. Segundo a comunidade, a demora na realização de serviços de manutenção dificulta o deslocamento de moradores, trabalhadores e até mesmo o acesso de veículos de emergência. Parte dos moradores também associa essa preocupação à recente mudança no comando da Subprefeitura de Lumiar e São Pedro da Serra. O principal receio é que a obra seja interrompida ou tenha o cronograma afetado. O que diz a prefeitura Em nota, a Prefeitura de Nova Friburgo informou que a construção da nova ponte terá continuidade e será concluída conforme o planejamento da administração municipal. Segundo o município, os pilares da estrutura já foram concretados e, neste momento, a obra está na fase de execução dos encontros da ponte, etapa que liga a estrutura às cabeceiras. A prefeitura também afirmou que a ponte provisória recebeu reforço estrutural para garantir o tráfego durante a execução da obra e que a mudança na chefia da Subprefeitura de Lumiar e São Pedro da Serra não interfere no cronograma dos serviços, que passaram a ser conduzidos pela Secretaria Municipal de Infraestrutura e Obras. Sobre as estradas vicinais, a administração municipal informou que os serviços de manutenção permanecem previstos no cronograma da secretaria e reafirmou o compromisso de garantir o acesso seguro da população até a conclusão da nova ponte. Notícia anteriorPróxima notícia Nova Friburgo RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradores de Lumiar cobram continuidade em obra de ponte em Nova Friburgo 04/08/2026 Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis 03/08/2026 Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis 01/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Déficit nas estatais: quais empresas mais pressionam o governo 02/08/2026 Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC 13/07/2026 TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas 15/07/2026 PF investiga suspeita de venda de decisões do STJ em benefício de empresário Luiz Estevão 23/07/2026 Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro 22/07/2026
Comando Vermelho toma Country Clube para lavar dinheiro; tráfico ainda tinha pousada em Búzios

Comando Vermelho toma Country Clube para lavar dinheiro; tráfico ainda tinha pousada em Búzios Segundo as investigações, traficantes do Morro do Dezoito colocaram pessoas de confiança para tomar conta do Várzea Country Clube, em Água Santa, que seguiu promovendo festas e eventos. Esquema incluiu uma pousada em Búzios. Por Guilherme Santos e Jefferson Monteiro | Bom Dia Rio 04/08/2026 Várzea Country Clube fica em Água Santa — Foto: Reprodução/TV Globo A Polícia Civil do RJ, com apoio do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), iniciou nesta terça-feira (4) a Operação Quimera, que mira a exploração de clubes recreativos para lavar dinheiro do Comando Vermelho (CV). Agentes da 52ª DP (Nova Iguaçu) e promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco/MPRJ) saíram para cumprir mandados de busca e apreensão em 10 endereços — um deles é o Várzea Country Clube, fundado há 60 anos em Água Santa, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O esquema, que movimentou R$ 11 milhões, incluiu ainda uma pousada em Armação dos Búzios, na Região dos Lagos, e extorsões a outros clubes recreativos. Clube foi ‘tomado’ A investigação começou no ano passado, quando dirigentes do Social Clube Marabu, no Encantado, denunciaram que o tráfico de drogas do Morro do Dezoito passou a exigir R$ 6 mil mensais para permitir o funcionamento. O Comando Vermelho também tentou tomar a gestão desse espaço. A partir do trabalho investigativo da 52ª DP, os policiais identificaram indícios de um esquema semelhante no Várzea Country Clube. Traficantes conseguiram colocar pessoas de confiança para administrar o estabelecimento. “Verificamos que o Várzea estava sem presidente formalmente constituído e, mesmo assim, funcionava normalmente, promovendo festas, eventos e serviços”, explicou a delegada Kely Goularte. “Com isso, nós conseguimos identificar um núcleo familiar que administrava informalmente aquele clube e movimentou R$ 11 milhões em menos de 6 meses”, emendou. A análise de relatórios de inteligência financeira revelou movimentações milionárias incompatíveis com a renda declarada dos investigados, além de intensa circulação de recursos entre familiares, empresas e pessoas físicas, por meio de transferências bancárias, depósitos em espécie e operações fracionadas via PIX. Pousada em Búzios Os agentes também identificaram a ligação do grupo criminoso com a pousada Menino do Rio, em Armação dos Búzios, que pode ter sido utilizada para lavar recursos provenientes do tráfico de drogas. O estabelecimento, de pequeno porte, possui 16 quartos, 5 funcionários e diárias de aproximadamente R$ 540 na alta temporada. Apesar dessa estrutura, a casa movimentou cerca de R$ 3,44 milhões em pouco mais de 6 meses, além de registrar mais de 600 depósitos em espécie, que somaram aproximadamente R$ 955 mil. “Esses valores eram incompatíveis com o tamanho da pousada”, afirmou a delegada. Segundo as investigações, o esquema utilizava pessoas físicas e jurídicas para ocultar a origem dos recursos, dificultar o rastreamento patrimonial e reinserir valores provenientes do tráfico de drogas na economia formal. “Somadas, as movimentações identificadas ultrapassam R$ 11 milhões e apresentam características típicas de ocultação patrimonial, pulverização de recursos e lavagem de dinheiro.” Notícia anteriorPróxima notícia Armação dos Búzios RJMP-RJPolícia CivilRegião dos Lagos Baixada LitorâneaRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Comando Vermelho toma Country Clube para lavar dinheiro; tráfico ainda tinha pousada em Búzios 04/08/2026 Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu 04/08/2026 Bomba lançada por drone fere 2 crianças em festa de rua em Cordovil, no Rio, dizem moradores 03/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Empresa em recuperação judicial firmou contrato sem licitação com a Prefeitura de Nova Iguaçu 22/07/2026 Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE 06/07/2026 Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente 08/07/2026 MPRJ denuncia deputado estadual e vereador por organização criminosa, fraudes em licitações e lavagem de dinheiro 16/07/2026 Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções 29/07/2026
Davi Alcolumbre/ FábioFarias: “as suíças estarão lá?” Sim”, diz Vorcaro

E agora, Valdemar? A bomba extraída dos celulares de Daniel Vorcaro não está só nas mãos de Davi Alcolumbre Por Mino Pedrosa | FatosOnline 03/08/2026 Davi Alcolumbre (União Brasil/AP), presidente do Senado Davi Alcolumbre, presidente do Senado, guarda nas mãos um dos mais explosivos trunfos do escândalo que envolve Daniel Vorcaro, o Banco Master, o BRB e as investigações sobre o INSS. São arquivos extraídos pela Polícia Federal dos celulares do banqueiro, material incorporado às investigações e que, segundo informações atribuídas a investigadores, é tratado como uma verdadeira bomba pelo potencial de revelar conversas, relações, negócios, fetiche e caminhos da fortuna de personagens que ainda não vieram completamente à luz. A exemplo disso, está o agora empresário e diretor do SBT, Fábio Faria. Fábio foi ministro das Comunicações do governo Bolsonaro e conhece muito bem os meandros da política em Brasília. Em conversas com o banqueiro Daniel Vorcaro, Fábio Faria fazia a intermediação entre o poder e o submundo. A estratégia era usar mulheres estrangeiras para encontros íntimos com poderosos da República. O fato de serem estrangeiras era utilizado para que não houvesse identificação das autoridades, afinal, são figuras carimbadas e conhecidas nos quatro cantos do Brasil. Os diálogos envolvem autoridades e até renomados advogados donos de grandes bancas. Outros celulares cobiçados estavam em poder do cunhado de Vorcaro, Fabiano Campos Zettel, que era o “pagador de promessas” de todo o esquema. Com esse acervo em mãos, Alcolumbre não é apenas um espectador privilegiado do caso. Mas um guardião dos próprios segredos. E também um homem-bomba dentro de um processo investigativo que pode atingir gente poderosa nos três poderes. A força desse material ajuda a dimensionar a blindagem política que cerca o presidente do Congresso Nacional. Quem tem acesso a informações capazes de comprometer personagens importantes passa a carregar um trunfo que nem precisa ser exibido para produzir efeito. Basta que se saiba que a bomba existe. E o nome de Alcolumbre aparece em três pontos que se cruzam na história do Banco Master. O primeiro é a tentativa de colaboração de Daniel Vorcaro com a Justiça. Uma proposta de delação atribuída ao banqueiro teria mencionado o pagamento de US$ 30 milhões, cerca de R$ 155 milhões, a Alcolumbre. O dinheiro teria passado por uma conta no exterior antes de chegar ao senador. É uma acusação de enorme gravidade, mas continua sendo uma acusação atribuída a uma tentativa de delação. Não é condenação, não é sentença e não permite afirmar como fato consumado que o pagamento tenha ocorrido. Mas a intimidade entre Alcolumbre e Vorcaro existe. Alcolumbre nega. Diz que jamais recebeu dinheiro de Vorcaro e classifica a acusação como falsa. A negativa, entretanto, não encerra uma investigação. Principalmente quando a acusação é atribuída a um banqueiro que tentou transformar aquilo que sabia sobre os negócios do Banco Master em moeda de troca com a Justiça. Mas nos autos não se calam. As conversas entre Fábio Faria e Daniel Vorcaro abrangeram outros nomes importantes da República, confira a seguir: O segundo ponto está no Amapá. A Polícia Federal investigou a aplicação de R$ 400 milhões da Amapá Previdência, a Amprev, em letras financeiras do Banco Master. E há uma conexão política que não pode ser ignorada. Nas investigações, Jocildo Silva Lemos, apontado como figura central na operação, foi tesoureiro de campanha de Alcolumbre e chegou ao comando da previdência estadual por indicação política do senador. Isso não prova que Alcolumbre tenha determinado a aplicação dos R$ 400 milhões, tampouco que tenha recebido dinheiro. Mas estabelece uma conexão política que ganha importância quando a operação envolve centenas de milhões de reais e um banco que se tornou alvo de uma investigação de proporções nacionais, e até internacionais. O terceiro ponto está no próprio Senado. Vorcaro circulava pelo poder, tinha interlocutores e acesso a autoridades. Mensagens atribuídas ao banqueiro e reportagens sobre seus encontros registraram reunião na residência oficial do Senado. Paralelamente, os dados extraídos pela Polícia Federal dos celulares de Vorcaro chegaram à Presidência do Senado. É aí que a história fica mais delicada. Alcolumbre não aparece somente como o presidente do Senado citado em uma acusação atribuída a uma tentativa de delação. Ele aparece também como o homem que, na condição de chefe do Legislativo, teve acesso a um acervo produzido pela PF a partir dos telefones de um dos personagens centrais da investigação. O que existe nesses arquivos? Essa é a pergunta que o Brasil faz e o FatosOnline tenta responder aos poucos sem sensacionalismo. O que Vorcaro registrou sobre políticos, empresários e autoridades, o que aparece nas mensagens, que conversas foram travadas, quem pediu o quê, Quem ofereceu o que. Há referências aos supostos US$ 30 milhões? Há informações sobre o Banco Master, o BRB, o INSS ou os R$ 400 milhões da previdência do Amapá? E, sobretudo, existe alguma coisa nesses arquivos capaz de explicar por que o nome de Alcolumbre aparece em diferentes capítulos da história. Não se pode transformar acusação em prova. Da mesma maneira, não se pode transformar uma negativa em ponto final de uma investigação. O que existe, até aqui, é um conjunto de peças que precisam ser colocadas lado a lado: a tentativa de delação atribuída a Vorcaro e a acusação dos US$ 30 milhões; os R$ 400 milhões da Amprev aplicados no Banco Master; a relação política de Alcolumbre com o responsável pela operação; os encontros de Vorcaro no ambiente do Senado, e outros em alcovas e os arquivos extraídos pela Polícia Federal dos celulares do banqueiro. Separadamente, cada episódio pode ter sua explicação. Juntos, formam uma equação política difícil de ignorar. E há uma diferença fundamental: os arquivos da PF não são uma fofoca de corredor. São material produzido dentro de uma investigação. Se realmente contêm a bomba que investigadores atribuem a eles, o conteúdo precisa ser examinado com rigor, preservando-se o sigilo quando legalmente necessário e separando-se prova de especulação. Alcolumbre tem o direito de negar qualquer acusação. Vorcaro teria de provar aquilo que tentou contar à Justiça. A Polícia