Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF

Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF Segundo apuração do analista de Política da CNN Teo Cury, ao Live CNN, Cláudio Castro e Ibaneis Rocha desistiram de concorrer ao Senado após investigações ligadas ao Banco Master Por CNN Brasil 09/07/2026 O ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) e o ex-governador Cláudio Castro (PL) As investigações envolvendo o caso Master tem provocado impactos diretos no cenário eleitoral do país. Segundo apuração do analista de Política da CNN Teo Cury, ao Live CNN, ao menos dois pré-candidatos ao Senado Federal desistiram de suas candidaturas após serem alvos de operações investigativas relacionadas ao banco de Daniel Vorcaro. As desistências O primeiro a abandonar a corrida foi o ex-governador Cláudio Castro (PL), que pretendia disputar uma vaga pelo Rio de Janeiro. Em seguida, o ex-governador do Distrito Federal Ibaneis Rocha (MDB) anunciou, na quarta-feira (8), que também desistia de concorrer a uma cadeira no Senado pelo Distrito Federal. “São dois grandes nomes da política nacional”, destacou Teo Cury, ressaltando o peso das desistências para o quadro eleitoral. O caso de Ibaneis Rocha Ibaneis Rocha (MDB) havia deixado o governo do Distrito Federal no início do ano, dentro do prazo de desincompatibilização, justamente para viabilizar sua candidatura ao Senado. No entanto, ao longo do processo, acumulou desgastes políticos, incluindo um rompimento com a vice-governadora Celina Leão (PP), que assumiu o governo do Distrito Federal. Segundo Teo Cury, o ponto de ruptura envolveu questões relacionadas à condução do governo no que diz respeito ao BRB (Banco de Brasília) e ao Master. Além disso, investigações em tramitação no STF (Supremo Tribunal Federal) teriam registrado menções a encontros entre Daniel Vorcaro e Ibaneis Rocha. Embora Ibaneis tenha declarado publicamente que a decisão foi tomada para cuidar da vida pessoal, Teo Cury apontou que o avanço das investigações do Master exerceu impacto direto sobre a candidatura. O caso de Cláudio Castro Cláudio Castro (PL-RJ), por sua vez, foi alvo de dois mandados de busca e apreensão em duas investigações distintas. Em uma delas, relacionada diretamente ao caso do Banco Master, relatórios da Polícia Federal registraram encontros e conversas envolvendo Daniel Vorcaro. A outra investigação envolvia a possibilidade de beneficiar Ricardo Magro, dono do Grupo Refit, apontado como o maior devedor do país. Além das investigações ligadas ao Master, Castro também acumulou outros revezes, entre eles uma condenação pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) à inelegibilidade por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022 — decisão que gerou ampla discussão no Rio de Janeiro sobre a realização de eleição direta ou indireta, questão que o STF (Supremo Tribunal Federal) deve decidir ao retomar suas atividades no final de agosto. De acordo com Teo Cury, as desistências ocorreram mesmo sem que houvesse avanços conclusivos nas investigações ou denúncias formais. O simples fato de figurarem como alvos, somado ao desgaste provocado pelas menções no noticiário, foi suficiente para levar os dois políticos a abandonarem a busca por uma vaga no Senado Federal. Notícia anteriorPróxima notícia Banco de Brasília BRBBanco MasterGovernadorMDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior EleitoralVice-governadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF 09/07/2026 Quem é a ‘Mulher da Mala’? Ex-fiscal sacou R$ 3 milhões em esquema de corrupção, diz MPRJ 10/07/2026 Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia
Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões

Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões Despesas que totalizam R$ 906 mil foram sinalizados para ‘restituição imediata’ caso a organização não justifique os gastos de forma adequada; em nota, Prefeitura diz que cumpre ‘trabalho sério’ na fiscalização do contrato, e ONG afirma que atenderá diligência ‘com a máxima brevidade’ Por O Estado de S.Paulo 09/07/2026 A Polícia Civil de São Paulo investiga o Instituto Conhecer Brasil; na imagem, a corporação cumpre mandados no bojo da investigação, em operação deflagrada em 1º de junho Foto: Werther Santana/Estadão A Prefeitura de São Paulo pediu explicações ao Instituto Conhecer Brasil por despesas realizadas no primeiro semestre do ano passado no âmbito do contrato para a instalação de pontos de wi-fi livre em comunidades de baixa renda da capital paulista. O Instituto Conhecer Brasil é uma organização não governamental (ONG) presidida por Karina da Gama, dona da Go Up Entertainment, responsável pela produção de “Dark Horse”, filme inspirado na vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A entidade deve prestar esclarecimentos por pagamentos que somam R$ 13,4 milhões. Do montante, R$ 906 mil foram sinalizados para “restituição imediata” caso a organização não justifique os gastos de forma adequada. Em 2024, a entidade fechou um contrato de R$ 108 milhões com a Prefeitura de São Paulo. O termo foi aditado em R$ 49 milhões. O convênio está na mira da Polícia Civil de São Paulo por suspeitas de fraude e desvio de dinheiro público. A corporação suspeita de desvios da verba pública para o financiamento do filme inspirado na vida de Bolsonaro. A Prefeitura de São Paulo oficiou a ONG da produtora de “Dark Horse” por gastos realizados sem a devida comprovação por notas fiscais. Em outros casos, a gestão municipal sinalizou a ausência de especificação dos serviços prestados. Karina da Gama confirmou o recebimento do ofício nesta segunda-feira, 6 de julho. A entidade tem até 30 dias, contados a partir do recebimento da notificação, para prestar os esclarecimentos solicitados. Em nota, a Prefeitura disse que o ofício à ONG “confirma o trabalho sério e rigoroso de fiscalização ativa da parceria. Já Karina da Gama, em nome da entidade, afirmou que atenderá a diligência da gestão “com a máxima brevidade e transparência”. A administração glosou R$ 906 mil para “restituição imediata”. Segundo o ofício da Prefeitura, tratam-se de despesas relativas a notas fiscais canceladas. “Estamos em conjunto com os fornecedores e parceiros, reunindo toda a documentação e as informações complementares solicitadas”, disse a presidente da organização. Das 41 despesas sinalizadas pela Prefeitura de São Paulo como suspeitas, quatro foram destinadas à Complexsys. Esses gastos totalizam R$ 2,2 milhões. Como mostrou o Estadão, em dezembro de 2024, o Instituto Conhecer Brasil fez dois pagamentos a essa empresa, totalizando R$ 1,3 milhão. Naquele momento, um dos sócios da Complexsys também era dirigente da entidade. A contratação por ONGs de empresas de seus próprios dirigentes é vedada pela legislação, dado o conflito de interesses. Em março de 2025, o sócio da Complexsys deixou a diretoria da ONG. Houve mais pagamentos da entidade para a empresa nos meses seguintes. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPolícia CivilPresidente da República Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões 09/07/2026 Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa 09/07/2026 Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: “Está me causando problema” 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO) Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios
Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa

Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa Estratégia busca reduzir tempo de exposição do futuro indicado antes do registro das candidaturas, mas amplia irritação no partido às vésperas das convenções Por Luísa Marzullo | O Globo 09/07/2026 O ex-governador do Rio Cláudio Castro (PL) e o pré-candidato à presidência pelo PL, Flávio Bolsonaro — Foto: Reprodução Brasília – A poucos dias do início das convenções partidárias, o senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) passou a ser aconselhado por aliados a adiar ao máximo a definição do candidato do partido ao Senado no Rio. A recomendação, segundo interlocutores ouvidos pelo GLOBO, surgiu após a sequência de operações da Polícia Federal que atingiu nomes cotados para compor a chapa no estado e tem como objetivo reduzir o período de exposição do futuro indicado antes do registro oficial das candidaturas. A avaliação é que antecipar o anúncio criaria um risco político desnecessário. Em menos de dois meses, três nomes ligados à montagem da chapa foram atingidos por investigações da Polícia Federal. O primeiro foi o ex-governador do Rio Cláudio Castro (PL), inicialmente escolhido por Flávio para disputar uma das vagas ao Senado. Ele desistiu da candidatura depois de ser declarado inelegível pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e, posteriormente, virar alvo de uma operação da PF que investigou suspeitas de fraude no setor de combustíveis e de outra que investiga os aportes do RioPrevidência no Banco Master, de Daniel Vorcaro. Na última semana, foi a vez do ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União Brasil), indicado pela federação União Brasil-PP para ocupar a outra vaga na chapa. Alvo da Operação Unha e Carne, ele acabou preso em flagrante após agentes encontrarem um fuzil calibre 5,56 em seu carro durante o cumprimento de mandados. A sequência de episódios levou dirigentes do PL a defender que o próximo escolhido seja anunciado apenas mais próximo do prazo final para o registro das candidaturas. O terceiro caso envolve o líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), que figurava entre os favoritos para substituir Castro até perder força após o avanço da investigação sobre um suposto esquema de desvio de cotas parlamentares. Embora não tenha sido alvo da nova fase da operação deflagrada na semana passada, investigadores passaram a apurar a origem dos R$ 468 mil apreendidos em dinheiro vivo em um imóvel ligado ao deputado, além da suspeita de tentativa de dar aparência de legalidade aos recursos. Nos bastidores, integrantes do partido afirmam que anunciar o nome agora significaria submetê-lo a semanas de desgaste antes mesmo do início oficial da campanha. A cautela também alcança o deputado Carlos Jordy (PL-RJ), um dos principais cotados para disputar a vaga. Embora não tenha sido alvo dos desdobramentos mais recentes da investigação sobre cotas parlamentares, Jordy foi atingido pela operação deflagrada pela Polícia Federal em dezembro do ano passado. Hoje, ele disputa a indicação com o senador Carlos Portinho (PL-RJ), que, segundo interlocutores da campanha, aparece como favorito. A estratégia, porém, está longe de ser consenso dentro do partido. Integrantes do PL reconhecem que adiar a definição reduz o risco de desgaste do escolhido, mas afirmam que a demora vem aumentando a insatisfação entre dirigentes estaduais, parlamentares e pré-candidatos, que cobram uma definição justamente quando o calendário eleitoral entra na reta decisiva. O caso do Rio tornou-se o principal símbolo desse impasse. Flávio pretendia anunciar o substituto de Cláudio Castro na última sexta-feira, mas voltou a adiar a decisão. Agora, interlocutores defendem que a escolha ocorra apenas durante a convenção nacional do PL, marcada para 25 de julho, ou até mesmo posteriormente. Pela legislação eleitoral, as convenções partidárias poderão ser realizadas entre 20 de julho e 5 de agosto, enquanto o prazo para registro das candidaturas termina em 15 de agosto. Na prática, mesmo realizando a convenção em 25 de julho, o PL ainda terá cerca de três semanas para concluir negociações e formalizar a chapa na Justiça Eleitoral. Esse intervalo, na avaliação dos aliados de Flávio, permite manter as negociações abertas sem comprometer os prazos legais. Reservadamente, porém, dirigentes do partido admitem que chegar à convenção sem um nome definido para uma das vagas ao Senado transmite uma imagem de indefinição justamente em um dos estados considerados estratégicos para a campanha presidencial. O desconforto não se limita ao Rio. Nas últimas semanas, dirigentes estaduais passaram a reclamar da demora para arbitrar disputas locais e fechar palanques considerados prioritários para a candidatura de Flávio ao Planalto. A avaliação de parte da cúpula do partido é que decisões essenciais vêm sendo sucessivamente adiadas, dificultando a organização das campanhas às vésperas do início oficial da corrida eleitoral. Interlocutores da campanha reconhecem que parte dessa lentidão decorre da complexidade das negociações e da necessidade de acomodar interesses de diferentes partidos aliados. Também admitem que Jair Bolsonaro continua sendo consultado antes das decisões finais e que diversas definições foram colocadas em compasso de espera diante da expectativa pela lista de candidatos ao Senado e aos governos estaduais apoiados pelo ex-presidente. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterBelford Roxo RJDeputado FederalGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasPrefeitoPresidente da RepúblicaRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRioPrevidênciaSenadorTSE Tribunal Superior EleitoralUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa 09/07/2026 Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: “Está me causando problema” 09/07/2026 Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO) Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro
Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH

Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH Vereador e investigador da PC foi detido pela PRF na BR- 262, em Betim; com ele, ainda foram encontrados canetas emagrecedoras e medicamentos irregulares Por Wellington Barbosa | Estado de Minas 09/07/2026 Vereador Ley do Trânsito, presidente da Câmara de Ipatinga, no Vale do Aço, foi detido e encaminhado à Polícia Federal, em BH crédito: PRF e Redes Sociais/Reprodução O presidente da Câmara Municipal de Ipatinga, vereador Werley Glicério Furbino de Araújo (PL), conhecido com Ley do Trânsito, foi preso na tarde de terça-feira (7/7) durante fiscalização da Polícia Rodoviária Federal (PRF) na BR-262, em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a PRF, durante a abordagem ao veículo, os policiais encontraram um simulacro de arma de fogo e uma sacola acondicionada dentro de um cobertor. No material, havia canetas emagrecedoras, medicamentos à base de canabidiol, produtos de uso terapêutico e estético, além de outros medicamentos de origem paraguaia introduzidos irregularmente no país. Ainda conforme a PRF, o vereador, de 50 anos, afirmou ser o proprietário de todo o material apreendido. A ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal, em Belo Horizonte. Conhecido como Ley do Trânsito, Werley também é investigador da Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG). Ele já atuou no Departamento de Trânsito e na Ciretran. A reportagem procurou a assessoria do vereador e aguarda retorno. O espaço segue aberto. Notícia anteriorPróxima notícia Betim MGIpatinga MGPL Partido LiberalPolícia CivilPRF Polícia Rodoviária Federalrodovia BR-262Vereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH 09/07/2026 Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt 10/07/2026 Master e Digimais: como Paulo Guedes e Campos Neto, no ex-governo Bolsonaro, promoveram a farra financeira da Faria Lima 23/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro
Presidente de autarquia do Governo do Estado é preso em operação sobre desvio de R$ 86 milhões

Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Ex-procurador geral do Estado, Marcelo Lopes da Silva, também está entre os presos; agentes cumpriram ainda nove mandados de busca e apreensão Por Vera Araújo e João Vitor Costa | O Globo 09/07/2026 Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do Instituto Rio Metrópole, após ser preso — Foto: Fabiano Rocha / Agência O Globo Rio de Janeiro – Um esquema de desvio de recursos públicos no Instituto Rio Metrópole (IRM) — órgão do governo do Rio que deveria estabelecer políticas públicas conjuntas para os municípios da Região Metropolitana fluminense em áreas como mobilidade e saneamento — foi alvo de uma operação do Grupo de Atuação Especializada de Defesa da Integridade e Repressão à Sonegação Fiscal (Gaesf) do Ministério Público do Rio (MPRJ) nesta quinta-feira. Ao todo, 11 pessoas foram denunciadas pelos crimes de organização criminosa, corrupção passiva, fraude em licitação e contratações, além de lavagem de dinheiro. Seis mandados de prisão foram cumpridos, além de outros nove de busca e apreensão, em endereços na capital, em São Gonçalo e em Teresópolis. Entre os presos, estão Davi Perini Vermelho, o Didê, presidente do IRM, e Marcelo Lopes da Silva, atual procurador-geral da autarquia e ex-procurador-geral do Estado, além de ex-secretário estadual de Desenvolvimento Econômico. Na denúncia, o Ministério Público afirma que o Instituto Rio Metrópole foi capturado por uma organização criminosa e transformado em uma máquina de desvio de dinheiro público. Segundo a acusação, presidente, diretores, procurador e servidores ocuparam cargos estratégicos para fraudar licitações, dar aparência de legalidade aos contratos, impedir a fiscalização e garantir o fluxo de recursos desviados, convertendo uma autarquia estadual criada para planejar políticas públicas em um “instrumento de enriquecimento privado”. Outras investigações prosseguem por parte do MPRJ, que apura outros contratos envolvendo a autarquia. ‘Antros de corrupção’ e ‘caixa de gordura’ depois do ‘fundo do poço’ do RJ Em entrevista coletiva, o procurador-geral de Justiça do Rio, Antônio José Campos Moreira, destacou que o esquema é um retrato dos “antros de corrupção” criados dentro das estruturas do governo do estado. — Isso talvez explique a situação de dificuldade financeira pela qual o nosso estado passa há décadas: inúmeras estruturas do Estado, órgãos que deveriam prestar serviços ao cidadão, foram cooptados por delinquentes e marginais — afirmou Moreira. O procurador adotou a mesma linha mencionada pelo juiz Marcello Rubioli — da 1ª Vara Criminal Especializada em Organização Criminosa, do Tribunal de Justiça do Rio — na decisão que determinou a expedição dos mandados de prisão aos alvos da ação desta quinta-feira. O magistrado destacou que há “aparelhamento espúrio do estado, sangria das verbas públicas, apadrinhamentos e toda sorte de ações donairosas que levaram o mesmo à bancarrota”. Ainda no documento, de mais de 160 páginas, Rubioli foi além e tratou como “essencial” que as instituições atuem para “dedetizar e sanitizar” o Rio. “É dizer que o Estado do Rio de Janeiro chegou ao fundo do poço e descobriu que ainda havia uma caixa de gordura.” MPRJ aponta nepotismo na família Knoploch Um dos denunciados é Maurício Silva Knoploch dos Santos, diretor de Planejamento e Projetos do IRM e integrante da Comissão Técnica de Licitação, apontado como articulador do direcionamento das licitações em favor das empresas contratadas. Sua função era a de coordenar o planejamento estratégico e a elaboração de estudos e projetos metropolitanos. Maurício Silva Knoploch dos Santos, diretor do Instituto Rio Metrópole, preso nesta quinta-feira — Foto: Reprodução / TV Globo Preso nesta manhã, ele é pai do deputado estadual Alexandre Knoploch (PL) — que não é alvo da operação. Segundo o procurador-geral de Justiça do Rio, até o momento não há qualquer indicativo de participação direta ou indireta do parlamentar no esquema. Mas o que a denúncia do MPRJ aponta é que outro alvo de mandado de prisão nesta quinta-feira, Amanda Íthala Santos da Paschoa — que ocupa cargo comissionado no IRM desde 2020 — é nora de Maurício Knoploch. Para o Ministério Público, o vínculo familiar (citado como “favorecimento indevido na ocupação de função pública estratégica”) entre os dois “viola expressamente” o decreto que proíbe o nepotismo na administração pública estadual. Cerca de R$ 86 milhões movimentados: ‘Não faz sentido, os objetos não casam’ De acordo com a denúncia apresentada à 1ª Vara Especializada em Organização Criminosa da Capital, os acusados utilizaram contratos firmados pelo IRM entre julho de 2022 e maio de 2026 para desviar recursos. O esquema, afirma a denúncia, movimentou R$ 86,28 milhões. Segundo o Ministério Público, valores pagos a duas empresas contratadas eram posteriormente transferidos para o Brazilian Institute of Organics (Instituto BIO), entidade sem estrutura operacional compatível, de onde o dinheiro era sacado em espécie. — A gente teve contratos fraudulentos que foram celebrados com o Instituto Rio Metrópole, com fraude tanto na licitação quanto na fiscalização da execução dos contratos. Na medida que dois membros da organização criminosa eram responsáveis pela fiscalização desses contratos. E depois, posteriormente, houve a celebração de contratos fictícios entre essas empresas, que haviam celebrado contratos com o IRM, com o Instituto BIO — explicou Roberta Jorio, promotora de Justiça do Gaesf/MPRJ. A promotora tratou o contrato com o Instituto BIO como “inteligível”, já que “não é capaz de compreender o objeto do contrato”. — Era para a consultoria para hidrovias de uma ONG em Teresópolis cuja diretora-presidente até data recente recebia Bolsa Família. Essa é a realidade, uma diretora-presidente advogada, sem nenhuma formação na área, que celebrava contratos com essas empresas. Nas redes sociais, o Instituto Bio é apresentado como escola de BioCulinária que atua na formação de biochefs — o que causou “perplexidade” nos integrantes do MPRJ. — Não faz sentido, e a perplexidade é de todos, que um instituto de desenvolvimento metropolitano tenha contrato com uma ONG desse tipo, os objetos não casam. O que chama ainda mais a atenção para a necessidade de revisão desses contratos. Foi um descortinar constante de surpresas para a gente — explicou Delcio Alonso, coordenador do
Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio

Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio Vicente Santini levanta desconfiança entre aliados do senador por atuação como advogado da J&F; no passado, ele chegou a ser demitido da Casa Civil pelo uso de um avião da FAB para uma viagem à Índia Por Rafaela Gama | O Globo 09/07/2026 José Vicente Santini — Foto: Rosinei Coutinho / STF Rio de Janeiro – Alvo de críticas de aliados de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o advogado Vicente Santini já atuou em cargos de confiança do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), antes de assumir a coordenação da campanha presidencial. Nos últimos dias, no entanto, a sua atuação junto ao grupo empresarial J&F, dos irmãos Joesley e Wesley Batista, provocou incômodo entre pessoas próximas ao senador. Durante a gestão Bolsonaro, José Vicente Santini chegou a comandar a Secretaria Nacional de Justiça e também exerceu a função de secretário-executivo da Casa Civil, cargo do qual foi exonerado em 2020 por utilizar um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) para uma viagem à Índia. À época, o presidente considerou como “inadmissível” o uso da aeronave em um voo para três servidores. Posteriormente, o advogado também foi nomeado assessor do Ministério do Meio Ambiente e assessor especial da Presidência da República. Em 2023, após a derrota do ex-presidente nas urnas, Santini foi nomeado por Tarcísio para chefiar o escritório do estado de São Paulo em Brasília. Já diante da escolha da equipe de Flávio neste ano, o advogado passou a integrar, junto do irmão Nelson, o núcleo de planejamento da campanha, assumindo o papel de coordenação da agenda do senador. Em paralelo, no entanto, Vicente manteve sua atuação como represenante legal da J&F. Enquanto dono do grupo empresarial, Joesley Batista, por sua vez, tem contrariado os interesses de Flávio ao manter interlocução com o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em maio, por exemplo, ele ajudou a intermediar o encontro entre o petista e Donald Trump. Segundo parte dos interlocutores da campanha de Flávio, a atuação do coordenador da campanha junto aos irmãos Batista tem provocado um mal-estar, aprofundado na última semana pela participação do advogado em um evento em Washigton junto a Joesley. O encontro reuniu autoridades, como o secretário de estado americano Marco Rubio, empresários e convidados para as comemorações dos 250 anos da independência dos EUA e aconteceu antes da chegada de Flávio em território americano na semana passada. A presença de Santini no local foi revelada pelo Metrópoles e confirmada pelo GLOBO, mas não teria sido informada ao pré-candidato, a Eduardo Bolsonaro nem a Paulo Figueiredo, tido um dos principais responsáveis pela articulação da agenda internacional do senador. A interlocutores, Santini minimizou a repercussão e avaliou não entender por que sua presença no evento estaria sendo associada à campanha de Flávio. Também teria argumentado que participa regularmente de eventos no Brasil e no exterior e que sua ida ao encontro não dependia da presença de Figueiredo ou de qualquer outro intermediário. Notícia anteriorPróxima notícia Brasília DFFAB Força Aérea Brasileira AeronáuticaGovernadorPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanos Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio 09/07/2026 Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL 08/07/2026 Quem é Didê, administrador de recursos da Cedae preso no RJ 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Antes de aliado ser preso com fuzil, Flávio Bolsonaro prometeu ‘abater bandido’ que porta a arma Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE
Antes de aliado ser preso com fuzil, Flávio Bolsonaro prometeu ‘abater bandido’ que porta a arma

Antes de aliado ser preso com fuzil, Flávio Bolsonaro prometeu ‘abater bandido’ que porta a arma Candidato de Flávio ao Senado no Rio, Márcio Canella foi preso pela PF com fuzil; procurados, Flávio e Canella não responderam Por Eduardo Barretto | O Estado de S.Paulo 09/07/2026 Flávio Bolsonaro e Márcio Canella, alvo da PF. Mãe de Flávio é suplente na chapa de Canella ao Senado Foto: Instagram @flaviobolsonaro Apenas 19 dias após o presidenciável Flávio Bolsonaro (PL) prometer no primeiro item de seu plano de segurança pública que “bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido pelas forças de segurança”, seu candidato ao Senado no Rio de Janeiro, Márcio Canella (União), foi preso pela Polícia Federal (PF) com um fuzil calibre .556 em seu carro, armamento de calibre restrito. A PF ainda apreendeu na terça-feira, 7, dois revólveres, uma pistola, 13 carregadores e munições em endereços ligados a Canellas, apontado como “braço político” de um esquema bilionário de lavagem de dinheiro do crime organizado por meio de postos de combustíveis no Rio. Procurados, Flávio Bolsonaro e Márcio Canella não responderam. Batizado de “Brasil sem medo”, o plano do pré-candidato à Presidência para a segurança pública foi lançado no último dia 18 e tem 12 itens. O primeiro, com o título “Terrorista vai ser tratado como terrorista”, diz que “bandido armado com fuzil na mão vai ser abatido pelas forças de segurança” e que “quem vai voltar a mandar no Brasil será a lei”. Como mostrou o Estadão, o documento não cita propostas de combate à corrupção policial e à infiltração do crime no Estado, duas áreas consideradas vitais por especialistas para reforçar a luta contra organizações criminosas. Flávio Bolsonaro já manifestou ‘apoio 100%’ ao ‘amigo’ Canellas Flávio Bolsonaro disse publicamente que considera um “amigo” e apoia “100%” Canella para o Senado no Rio de Janeiro. A suplente na chapa de Canella ao Senado é a mãe de Flávio Bolsonaro, Rogéria Bolsonaro. “Estou aqui para reafirmar nosso apoio integral, 100%, ao meu amigo Márcio Canella como pré-candidato ao Senado no Rio. Ele foi deputado comigo. É competente, sabe trabalhar e vai estar com a gente na missão de resgatar o nosso Brasil no Rio de Janeiro. Sigam o Márcio Canella e vamos apoiá-lo”, afirmou Flávio em um vídeo publicado em suas redes em 3 de abril. Em 22 de abril, Flávio compartilhou outro vídeo em apoio a Canella, em que voltou a chamá-lo de amigo e a elogiá-lo. “Estou aqui com meu amigo Márcio Canella. Foi deputado comigo, um grande prefeito. Vamos seguir o nosso Márcio Canella, que vai ser muito importante como senador a partir do ano que vem se Deus quiser. Canella, estamos juntos”, concluiu o presidenciável do PL. Operação da PF mira esquema de lavagem de dinheiro em postos A PF investiga uma quadrilha suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio de Janeiro para lavar dinheiro do crime organizado. Segundo o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), o grupo alvo da operação da PF na terça-feira, 7, movimentou R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos. Ao todo, policiais federais cumpriram 19 mandados de busca e apreensão em cidades do Rio de Janeiro: Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Resende e na capital fluminense. A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão das atividades econômicas de empresas ligadas aos investigados. Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasItaboraí RJNiterói RJPL Partido LiberalPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJRio de Janeiro RJSão Gonçalo RJSenadorUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Antes de aliado ser preso com fuzil, Flávio Bolsonaro prometeu ‘abater bandido’ que porta a arma 09/07/2026 Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’ 08/07/2026 Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF Antes de aliado ser preso com fuzil, Flávio Bolsonaro prometeu ‘abater bandido’ que porta a arma
Justiça manda penhorar pagamentos da CazéTV ao senador Romário

Justiça manda penhorar pagamentos da CazéTV ao senador Romário Com dívida de R$ 32,4 milhões, senador terá contratos e pagamentos relacionados à Copa de 2026 enviados à Justiça Por Pablo Giovanni | Metrópoles 08/07/2026 Senador Romário na Copa do Mundo de Futebol | Reprodução/Internet A 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, determinou a penhora de valores que o senador Romário (PL-RJ) tenha a receber da CazéTV para quitar uma dívida de R$ 32,4 milhões. O senador participa das transmissões do canal na Copa do Mundo, nos Estados Unidos, e decidiu devolver parte do salário correspondente aos dias em que esteve no país. Conforme disposto na decisão obtida pela coluna, a Justiça determinou que a CazéTV apresente a íntegra dos contratos firmados com Romário, além de propostas, notas fiscais, recibos, comprovantes de pagamento e outros documentos relacionados à contratação do ex-jogador. A decisão também estipulou que a CazéTV esclareça se algum contrato envolvendo Romário foi firmado por empresas parceiras na cobertura da Copa de 2026 e informe qual seria a responsável pelos pagamentos. “Caso o contrato para participação do executado Romário tenha sido firmado com outra empresa do grupo empresarial do qual faz parte a CazéTV, coligada, parceira comercial, produtora, agência, plataforma, patrocinador ou qualquer outra pessoa jurídica integrante da cadeia econômica da referida cobertura da Copa 2026, que esta informe com qual empresa, com a completa qualificação da contratante ou pagadora”, cita a 4ª Vara Cível da Barra da Tijuca. A dívida de R$ 32,4 milhões decorre de uma ação de cumprimento de contrato movida pela Koncretize Projetos e Obras Ltda. contra Romário e a empresa dele. O processo, que corre sob segredo de Justiça, está em fase de cumprimento de sentença. A coluna procurou a assessoria do senador licenciado e aguarda resposta. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça manda penhorar pagamentos da CazéTV ao senador Romário 08/07/2026 CPI de Japeri mira contrato de R$ 4 milhões na Educação e deve convocar Caroline Ontiveros 06/07/2026 Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente 08/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ Policial militar é baleado durante assalto na RJ-106 enquanto voltava do serviço Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: “Está me causando problema” TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida
Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8

Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 Político foi preso em flagrante por posse ilegal de arma durante operação da Polícia Federal; um fuzil foi encontrado em seu veículo, mas ele nega ser o proprietário. Por O GLOBO 08/07/2026 Márcio Canella tem prisão mantida — Foto: Reprodução vídeo Rio de Janeiro – A Justiça manteve a prisão de Márcio Canella, preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo durante a 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada na terça-feira pela Polícia Federal. Após passar por audiência de custódia, e ter a prisão ratificada, Canella será transferido para o Presídio Pedrolino Werling de Oliveira, no Complexo de Gericinó, na Zona Oeste do Rio, unidade conhecida como Bangu 8. As informações são do site g1. Segundo a Polícia Federal, um fuzil foi encontrado no veículo do investigado durante o cumprimento da operação. Canella, no entanto, afirmou que a arma não lhe pertencia. O Presídio Pedrolino Werling de Oliveira já abrigou outros presos de repercussão. Antes de ser transferido para um presídio federal em Brasília, o ex-deputado estadual Rodrigo Bacellar (União Brasil) também ficou custodiado na unidade. Entenda por que Márcio Canella foi preso pela PF; ex-prefeito é pré-candidato ao Senado apoiado por Flávio Bolsonaro Em mais uma etapa da Operação Unha e Carne, que apura a ligação de agentes públicos com organizações criminosas, a Polícia Federal prendeu, na quarta-feira, o ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado pelo União Brasil, Márcio Canella, por porte ilegal de arma de uso restrito. O político foi flagrado com um fuzil na mala do carro. A sexta fase da investigação visa a desarticular uma quadrilha suspeita de usar postos de gasolina para lavar dinheiro. O delegado Marcus Amim, ex-secretário de Polícia Civil do Rio, também é investigado. A prisão de Canella provocou um novo abalo na montagem do palanque do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ) no Rio. Apontado pela federação União Brasil-PP como candidato ao Senado com o aval de Flávio, Canella tornou-se o segundo nome da chapa atingido por uma investigação da PF em menos de dois meses. Nos bastidores, dirigentes do PL afirmam que a federação deve recuar da indicação e apresentar um substituto. A avaliação entre aliados do presidenciável é que a permanência de Canella ficou politicamente insustentável. Embora a decisão caiba à federação, interlocutores de Flávio afirmam que insistir na candidatura significaria impor mais um desgaste a uma chapa que já passou por sucessivas mudanças. Movimentação de mais de R$ 7,6 bilhões A operação de terça-feira teve origem em um Relatório de Inteligência Financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), que aponta uma movimentação de mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos pela rede de postos. Inicialmente, Canella era apenas alvo de busca e apreensão. Na casa dele, os agentes federais apreenderam outras armas, munição e relógios de luxo. Foram cumpridos mandados de busca e apreensão, determinados pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF, em 19 endereços na capital e em Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende, ligados aos investigados. Ao todo, foram apreendidos 11 carros de luxo — entre eles, uma Mercedes-Benz avaliada em R$ 1,5 milhão. Em uma empresa em Niterói, foram encontrados cerca de R$ 800 mil em espécie. Um PM também foi preso por porte de arma na casa de um dos investigados. A Justiça determinou ainda o sequestro de bens envolvidos, além da suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo. Os valores e os nomes das firmas não foram divulgados pela Polícia Federal. Os investigados poderão responder por organização criminosa, contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro. A Unha e Carne está no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela PF por determinação do Supremo Tribunal Federal dentro da ADPF das Favelas, a ADPF 365. Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasDeputado EstadualItaboraí RJNiterói RJPL Partido LiberalPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPP ProgressistasPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJRio de Janeiro RJSão Gonçalo RJSenadorSTF Supremo Tribunal FederalSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 08/07/2026 Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ 08/07/2026 Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ
Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL

Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Presidente do partido de Bolsonaro tentou justificar medida tomada após saída da ex-primeira-dama Michelle deixou o cargo na semana passada em meio à crise com o enteado mais velho, Flávio Por Thaísa Oliveira | Folha de S.Paulo 08/07/2026 Michelle Bolsonaro, Priscila Costa e Valdemar Costa Neto durante o Encontro Nacional de Mandatárias do PL, no ano passado – Beto Barata – 7.jun.25/Divulgação PL Brasília – O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, afirmou nesta quarta-feira (8) que decidiu extinguir a presidência nacional do PL Mulher com a saída de Michelle Bolsonaro (PL) porque as mulheres arrumam problema umas com as outras e ninguém está à altura da ex-primeira-dama. “Você já imaginou se a gente coloca uma? Você sabe mulher como é que é, né? Arruma enguiço com 20”, disse, após participar de um almoço promovido pelas frentes parlamentares da tecnologia, do empreendedorismo, de combate à pirataria e pela defesa da competitividade. Michelle deixou a presidência do PL Mulher na semana passada em meio à crise com o enteado mais velho, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL). A ex-primeira-dama se queixou de ataques sofridos nas redes sociais após o vídeo em que diz que Flávio a humilhou e indicou estar ainda mais desanimada com a possibilidade de ser candidata ao Senado pelo Distrito Federal. O presidenciável, posteriormente, veio a público afirmar que nunca desrespeitou mulheres e que “jamais o faria com a esposa do meu próprio pai”. A pré-campanha do PL sofreu outro questionamento recente de machismo na semana passada, quando o influenciador Paulo Figueiredo, que é próximo do ex-deputado Eduardo Bolsonaro, disse que mulher “vota muito mal”. Com a saída de Michelle do PL Mulher, Valdemar disse que vai manter apenas as presidentes estaduais do grupo de mulheres do partido. O presidente do PL declarou que elas serão subordinadas a ele, mas terão “autonomia”. Um dos pivôs da briga entre Michelle e os enteados foi a vice-presidente nacional do PL Mulher, a vereadora de Fortaleza Priscila Costa (PL). A ex-primeira-dama quer que Priscila seja candidata ao Senado, mas o partido deve lançar Alcides Fernandes (PL), pai do deputado federal André Fernandes, presidente do PL do Ceará. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalFortaleza CEPL Partido LiberalSenadorVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL 08/07/2026 Quem é Didê, administrador de recursos da Cedae preso no RJ 09/07/2026 Presidente de autarquia do Governo do Estado é preso em operação sobre desvio de R$ 86 milhões 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Quem é Didê, administrador de recursos da Cedae preso no RJ Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra
Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado

Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado Antes de 2022, Tarcísio não tinha ligação com a política paulista até ser indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para concorrer ao cargo de governador de São Paulo. Pela mudança de domicílio para São José dos Campos, ele chegou a ser alvo de investigação da PF e do MP-SP. Por Rodrigo Rodrigues | g1 SP 08/07/2026 As ex-ministras Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) com o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) — Foto: Montagem/g1/Reprodução/Agência Brasil e Redes Sociais São Paulo – O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), criticou nesta terça-feira (8) as pré-candidatas ao Senado por SP Simone Tebet (PSB) e Marina Silva (Rede) por não terem surgido na política do estado, mas concorrem eleitoralmente no estado. Carioca torcedor do Flamengo, o próprio Tarcísio não tinha ligação com a política paulista antes de ser indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para concorrer ao governo do estado, em 2022. As críticas foram postadas nas redes sociais do adversário das duas na eleição deste ano, Guilherme Derrite (PP), após evento dos dois no interior paulista. “Com todo respeito às duas candidatas ao Senado dos outros partidos, elas não começaram a fazer política em São Paulo, não elegeram esse Estado para servir. Foram servir o Mato Grosso do Sul e o Acre, e levaram o cartão vermelho do Mato Grosso do Sul e do Acre. Se fossem concorrer por lá, lá não seriam eleitas”, afirmou. “E pode ter certeza, não serão aqui também, não serão. Porque a gente não vai deixar, a gente vai trabalhar para ter a melhor representação. A gente vai trabalhar para ter uma pessoa que cuidou da segurança pública do Estado e sabe como isso é caro para a nossa população”, declarou o governador. Marina nasceu no Acre, mas é deputada federal por São Paulo desde 2022. Já Simone Tebet nasceu em Mato Grosso do Sul e pela primeira vez vai concorrer a um cargo no estado. As duas lideram as pesquisas de intenção de voto para as duas carreiras ao Senado pelo estado, na frente dos dois candidatos de Tarcísio: André do Prado (PL) e Guilherme Derrite (PP). No último dia 25 de julho, quando foi anunciada candidata ao Senado por SP na chapa de Fernanda Haddad (PT), Marina Silva (Rede) já tinha se manifestado sobre a pecha de ‘forasteiras’ que os concorrentes da direita tentam fixar nas duas. “É uma visão misógina. Quando homem vem de outro estado se candidatar, é recebido de tapete vermelho. Quando são duas mulheres, são chamadas de forasteiras”, afirmou ela, em indireta ao fato do governador Tarcísio de Freitas ser do Rio de Janeiro. “São Paulo salvou a minha vida três vezes, quando eu tive cinco malárias e três hepatites. Estava desenganada dos médicos e um bispo pagou a minha passagem só de ida pra cá, onde fui tratada no Hospital das Clínicas. Lá na floresta amazônica eu via as novelas da Ivanir Ribeiro e do Benedito Ruy Barbosa e sabia que era um lugar desenvolvido que podia me salvar. Devo muito a esse estado, que tem essa simbologia de acolher todos do Brasil e do mundo que buscam oportunidade”, completou. Em entrevista à CNN, Tebet também criticou Tarcísio pela fala e disse que “paga seus impostos em SP há 10 anos”. “Sou corintiana e pago imposto em SP há 10 anos. Não precisei dar endereço alheio para me candidatar”, afirmou a pré-candidata do PSB. Carioca Tarcísio Carioca, o próprio Tarcísio não tinha ligação com a política paulista antes de ser indicado pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) para concorrer ao cargo de governador de São Paulo, em 2022. Na época da campanha daquele ano, ele vivia em Brasília com a família, onde era ministro da Infraestrutura, e mudou sua residência para a cidade de São José dos Campos, no interior paulista, onde declarou domicílio eleitoral para poder justificar a candidatura no estado à Justiça Eleitoral. Na época da mudança, a Polícia Federal e o Ministério Público paulista investigaram a mudança de domicílio eleitoral do ex-ministro, a fim de saber se ele estava realmente apto a concorrer ao cargo de governador paulista. O inquérito no MP-SP correu sob sigilo e foi arquivado. Ele foi eleito enfrentando Fernando Haddad (PT) no segundo turno. Os dois voltam a se enfrentar neste ano nas urnas. Tarcísio nasceu no Rio de Janeiro, mas ainda criança mudou-se para Brasília com a família e viveu toda a juventude na capital federal. Notícia anteriorPróxima notícia ALESPBrasília DFDeputada FederalDeputado EstadualDeputado FederalGovernadorMP-SPPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasPresidente da RepúblicaPSB Partido Socialista BrasileiroPT Partido dos TrabalhadoresREDE Rede SustentabilidadeRepublicanosSão José dos Campos SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado 08/07/2026 Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões 09/07/2026 Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO) Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt Richarlison volta a cobrar Flávio Bolsonaro para “devolver” mansão em ilha de Angra
Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ

Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ Assembleia afirma que vai recorrer da suspenção do funcionamento; Ricardo Couto vê no colegiado uma forma de retaliação Por Ludmilla de Lima | Veja 08/07/2026 Plenário da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro: deputados levantavam em comissão gastos do Judiciário (Reprodução/VEJA) A Comissão Especial de Conteção de Gastos criada pelo presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Douglas Ruas (PL), foi suspensa na terça-feira, 7, por decisão liminar da 4ª Vara de Fazenda Pública da Capital. Os trabalhos começaram em maio, com deputados levantando despesas de poderes como os do Judiciário. O Legislativo divulgou nesta quarta, 8, que irá recorrer. Em entrevista a VEJA, o governador em exercício, Ricardo Couto, que é presidente do Tribunal de Justiça (TJ-RJ), criticou duramente o colegiado. “Essa comissão afronta a autonomia e independência entre os Poderes, preceitos constitucionais. Não cabe ao Legislativo estabelecer os gastos do Judiciário”, afirmou, destacando que em nenhum momento “a assembleia tratou do superfaturamento dos contratos celebrados pelas secretarias ocupadas por deputados”. Para a juíza Caroline Fonseca, que condeceu a liminar em uma ação popular do advogado Felipe Vieira Avellar, um dos problemas da comissão é a sua ampla abrangência. A magistrada acrescenta que não há indicação de fato específico, área determinada da Administração Pública ou circunstância concreta que justifique a excepcionalidade do instrumento. A ata de instalação, afirma a juíza, não conta com parâmetros mínimos que delimitem sua atuação, o que torna iniviável verificar se a comissão cumpre função verdadeiramente excepcional ou apenas reproduz atividades de controle já desenvolvidas no dia a dia pelos parlamentares. O Ministério Público, após intimado, chegou a se manifestar pelo inderferimento da liminar. Em nota, a Alerj diz que a comissão foi criada com o objetivo de elaborar um relatório detalhado das últimas cinco execuções orçamentárias, identificando os órgãos com gastos crescentes para além do aumento da receita. “Ao final do estudo, a comissão irá propor medidas que possam promover as correções necessárias a fim de alcançar o equilíbrio fiscal para o Estado do Rio de Janeiro”, ressalta o comunicado. A Alerj já havia anunciado que não interromperia os trabalhos da comissão durante o recesso. O imbróglio judicial é mais um capítulo do desgaste na relação entre Legislativo e Executivo desde que Couto assumiu. Ele iniciou um pente-fino que já resultou na suspensão de contratos suspeitos e na exoneração de mais de quatro mil comisisonados, contrariando deputados antes com espaço no governo. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualGovernadorMP-RJPL Partido LiberalTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ 08/07/2026 Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio 09/07/2026 Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL 08/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Policial militar é baleado durante assalto na RJ-106 enquanto voltava do serviço Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável Quem é Didê, administrador de recursos da Cedae preso no RJ Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia