Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’

Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’

Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’ Pré-candidato do Novo defendeu beneficiários também devem concluir ensino antes de receber auxílios Por Bernardo Lima | O Globo 08/07/2026 Romeu Zema, ex-governador de Minas Gerais — Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo Brasília – O pré-candidato à Presidência do Novo, Romeu Zema, defendeu nesta quarta-feira que beneficiários de programas sociais que recusem ofertas de emprego devem ter o auxílio cortado. Segundo Zema, a medida é necessária para que não seja criada uma “geração de imprestáveis”. — Se eu for eleito, beneficiário de programa social que recusar duas, três ofertas de emprego, terá o benefício cortado. Caso contrário, vamos conviver com essa geração de imprestáveis que estamos vendo. Enquanto ele não estiver trabalhando, ele terá que necessariamente concluir o ensino fundamental, médio ou profissionalizante, se não tiver — disse Zema a empresários nesta quarta. Zema participou do evento “Agenda dos Presidenciáveis”, organizado pela CNC nesta quarta. A fala foi aplaudida pelos presentes. Em seu discurso, Zema voltou a defender também uma flexibilização da Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) entre as medidas necessárias para a economia brasileira. O pré-candidato mineiro também voltou a afirmar que, caso eleito, vai privatizar todas as estatais brasileiras em busca de abater dívidas e investir em infraestrutura. O presidenciável e ex-governador de Goiás, Ronaldo Caiado (PSD) também compareceu à cerimônia. No final de junho, Zema já havia defendido regras diferentes para homens, como a exigência de estudo e curso técnico, para receber o Bolsa Família. — Viso muito os homens. As mulheres têm outras atribuições em casa, têm filhos, têm uma diferença muito grande com relação aos homens. Os homens hoje são convidados a trabalhar, e as pessoas não vão por um motivo muito simples: elas têm a segurança de receber um benefício — disse. Notícia anteriorPróxima notícia CLT Consolidação das Leis do TrabalhoGovernadorNOVOPSD Partido Social Democrático Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’ 08/07/2026 Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável 10/07/2026 Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’ TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia

Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio

Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio

Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio Grupo criminoso investigado teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões, de acordo com o relatório do Coaf Por Rafael Saldanha e Camille Barbosa | CNN Brasil 07/07/2026 Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato ao Senado Federal • Divulgação São Paulo e Rio de Janeiro – A Polícia Federal faz uma operação, na manhã desta terça-feira (7), contra um esquema bilionário de lavagem de dinheiro com postos de combustíveis no Rio de Janeiro. Os principais alvos são Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, e o delegado Marcus Amim.  Canella também é presidente do União Brasil no Rio de Janeiro e pré-candidato ao Senado Federal pelo estado. Já Marcus Amin já foi secretário da Polícia Civil do Rio.  De acordo com as investigações, o grupo criminoso teria movimentado mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, conforme Relatório de Inteligência do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras), enviado à PF. Esta é a 6ª fase da Operação Unha e Carne, investigação que anteriormente prendeu os políticos Rodrigo Bacellar, TH Joias, Thiago Rangel e o pastor Márcio Poncio.  Entre os alvos da operação desta terça também estão Juracy Prudencio, ex-policial militar, e Pablo Juquia, conhecido como “Pablo Russo”. Em nota, a Polícia Militar informou que Juracy não faz mais parte da corporação desde 2011. A CNN Brasil apurou que Pablo, além de integrar a equipe do delegado Amin em várias delegacias, seria dono de uma de postos de combustíveis por meio de laranjas. Ele é o principal alvo de hoje da Polícia Federal. Segunda a PF, a organização criminosa alvo desta etapa é suspeita de utilizar uma rede de postos de combustíveis na Região Metropolitana do Rio como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. Agentes cumprem 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí, Resende, e na capital fluminense, além de medidas de sequestro de bens e valores e de suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo investigado. Alem do crime de organização criminosa, os investigados poderão responder por contratação direta ilegal e lavagem de dinheiro, além de outros que poderão surgir no decorrer das investigações. A ação de hoje se insere no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, iniciativa coordenada pela Polícia Federal que visa desarticular organizações criminosas atuantes no estado do Rio de Janeiro, em conformidade com as diretrizes estabelecidas pelo Supremo Tribunal Federal na ADPF 635, também conhecida como “ADPF das Favelas”.  A CNN Brasil entrou em contato com as defesas de Canella e Amin, assim como do União Brasil, para um posicionamento. O espaço está aberto. A Polícia Civil do Rio informou que a Corregedoria-Geral da corporação instaurou uma investigação disciplinar para apurar os fatos. “A Polícia Civil acompanha o caso de perto e reafirma que não compactua com eventuais desvios de conduta. A instituição mantém mecanismos de controle interno voltados à apuração de irregularidades e colabora com os demais órgãos sempre que necessário. O compromisso da corporação é com a legalidade, a transparência e a correta prestação do serviço público à sociedade”. Em nota, o Coaf explicou que dados, informações e análises de relatórios financeiros são sigilosos e que não conduz investigações. Leia na íntegra: “O Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) não se manifesta sobre casos concretos. Os Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) são elaborados pelo Coaf, após a análise de comunicações de operações consideradas suspeitas ou atípicas. As comunicações são encaminhadas ao Coaf pelos setores obrigados, nos termos da legislação vigente. Os dados, informações e análises dos RIFs são protegidos por sigilo e não podem ser divulgados pelo Coaf. Quando o Coaf identifica movimentações relevantes, encaminha os RIFs às autoridades competentes, como a Polícia Federal e o Ministério Público. Estes órgãos poderão usar os relatórios para subsidiar eventuais investigações.O Coaf atua como unidade de inteligência financeira e não possui atribuição para conduzir investigações criminais”.  Balanço final da operação A operação contou com a aprensão de cerca de R$ 919 mil e US$ 13 mil, em espécie; ⁠um fuzil de calibre restrito; ⁠nove armas curtas (revólveres e pistolas); ⁠sete computadores; 23 aparelhos celulares; 11 veículos de luxo; joias e relógios de luxo e diversos documentos. Além de Canella, um policial militar também foi preso. Ele portava uma pistola e estava na redisência de um dos investigados, em Camboinhas, em Niterói no Rio de Janeiro. Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasDeputado EstadualItaboraí RJNiterói RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJSão Gonçalo RJSTF Supremo Tribunal FederalSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio 08/07/2026 Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?” 07/07/2026 Seis em cada dez homicídios no Brasil ficam sem solução, diz instituto 08/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO) Tribunal de Contas manda Prefeitura de Araruama suspender pagamento à empresa contratada duas vezes sem licitação Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro

Ex-secretário de Serviços Públicos de Natividade deixa o cargo enquanto é investigado por CPI e sindicância

Ex-secretário de Serviços Públicos de Natividade deixa o cargo enquanto é investigado por CPI e sindicância

Ex-secretário de Serviços Públicos de Natividade deixa o cargo enquanto é investigado por CPI e sindicância Paralelamente à CPI, a Prefeitura também instaurou uma sindicância administrativa para apurar os fatos. Por Diego Varsi | g1 08/07/2026 Câmara Municipal de Natividade — Foto: TVN + Natividade – O ex-secretário municipal de Serviços Públicos de Natividade, Ériques Lopes, conhecido como Mineirinho, deixou o cargo em meio às investigações conduzidas pela Câmara de Vereadores e pela própria Prefeitura. A saída acontece enquanto uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) apura suspeitas envolvendo o desaparecimento de vigas metálicas e parte da estrutura do telhado provenientes da demolição do antigo Colégio Municipal Seis de Setembro. De acordo com os vereadores que propuseram a investigação, há indícios de que o material público teria sido negociado com um produtor rural de Itaperuna. Paralelamente à CPI, a Prefeitura também instaurou uma sindicância administrativa para apurar os fatos. A comissão, formada pelos vereadores Bernardo de Pinho, Vinícius Lopes e Fabiano do Bim, tem prazo inicial de 90 dias, podendo ser prorrogado por mais 30 dias, para concluir os trabalhos. Durante esse período, os parlamentares poderão solicitar documentos, ouvir testemunhas e reunir elementos para esclarecer o caso. A reportagem entrou em contato com Ériques Lopes para solicitar um posicionamento, mas até a publicação desta matéria não tivemos retorno. Notícia anteriorPróxima notícia CPI Comissão Parlamentar de InquéritoMDB Movimento Democrático BrasileiroNatividade RJNorte e Noroeste FluminensePL Partido LiberalPP ProgressistasVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ex-secretário de Serviços Públicos de Natividade deixa o cargo enquanto é investigado por CPI e sindicância 08/07/2026 Justiça manda penhorar pagamentos da CazéTV ao senador Romário 08/07/2026 CPI de Japeri mira contrato de R$ 4 milhões na Educação e deve convocar Caroline Ontiveros 06/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: “Está me causando problema” MPRJ denuncia e obtém mandados de prisão contra subsecretário de Búzios por esquema de corrupção para realização de festas náuticas Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas

Seis em cada dez homicídios no Brasil ficam sem solução, diz instituto

Seis em cada dez homicídios no Brasil ficam sem solução, diz instituto

Seis em cada dez homicídios no Brasil ficam sem solução, diz instituto Levantamento do Instituto Sou da Paz identifica fatores associados à elucidação dos crimes; aumento na apreensão de armas de fogo melhora desempenho das investigações Por Adriana De Luca | CNN Brasil 08/07/2026 Seis em cada dez homicídios no Brasil ficam sem solução, diz instituto São Paulo – Apenas quatro em cada dez homicídios dolosos registrados no Brasil resultam em denúncia apresentada pelo Ministério Público até o final do ano seguinte ao crime. O percentual gira em torno de 40%, segundo um estudo inédito do Instituto Sou da Paz — ou seja, cerca de seis em cada dez assassinatos no país ficam sem solução. A pesquisa analisou indicadores dos 26 estados e do Distrito Federal utilizando como referência os percentuais médios de esclarecimento de homicídios entre 2020 e 2023 e, pela primeira vez, buscou identificar quais fatores estão associados às diferenças de desempenho entre as unidades da federação. Segundo o estudo, estados com maior renda per capita, melhores índices de desenvolvimento humano (IDH), maior escolaridade e maior taxa de urbanização tendem a apresentar melhores resultados nas investigações. Em sentido contrário, desigualdade social, desemprego, analfabetismo, homicídios de jovens e assassinatos cometidos com arma de fogo aparecem associados às menores taxas de esclarecimento. Armas de fogo dificultam investigações Outro dado que chamou a atenção dos pesquisadores foi a relação entre armas de fogo e investigação. Estados com maior proporção de homicídios cometidos com armas de fogo tendem a esclarecer menos crimes. Além disso, mesmo quando solucionados, esses casos costumam demandar mais tempo e mais recursos para serem concluídos. Por outro lado, o levantamento identificou associação entre o aumento das apreensões de armas de fogo e melhores taxas de esclarecimento de homicídios. “Esse resultado reforça a importância de iniciativas voltadas à retirada de armas ilegais de circulação, como a criação de delegacias especializadas nesse tema, já existentes em seis unidades da federação, e a integração das ações de inteligência e investigação”, afirma Carolina Ricardo, diretora-executiva do Instituto Sou da Paz, citando instrumentos como o Sistema Nacional de Análise Balística (SINAB), que integra informações balísticas entre as polícias civis e a Polícia Federal e permite conectar crimes cometidos com a mesma arma. Segundo Rafael Rocha, coordenador do estudo, a pesquisa buscou responder uma pergunta diferente das edições anteriores. “Até agora, nosso esforço era medir quantos homicídios eram esclarecidos. Desta vez, quisemos entender o que leva alguns estados a terem resultados muito superiores.” Violência alta não impede boa investigação O levantamento também mostra que níveis elevados de violência não significam, necessariamente, baixa capacidade de investigação. Rondônia, por exemplo, registra uma taxa de homicídios superior à do Distrito Federal, mas consegue esclarecer cerca de 67% dos assassinatos. Já estados como Mato Grosso, Sergipe e Paraíba aparecem entre os que mais ampliaram suas taxas de esclarecimento ao longo da série histórica. Para os pesquisadores, os resultados indicam que o fortalecimento da perícia, a gestão baseada em indicadores, a integração entre as forças de segurança e a especialização das equipes de investigação estão associados a melhores taxas de esclarecimento, mesmo em estados que convivem com elevados índices de violência. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Federal PFSistema Nacional de Análise Balística SINAB Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Seis em cada dez homicídios no Brasil ficam sem solução, diz instituto 08/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO) Quem é Didê, administrador de recursos da Cedae preso no RJ Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável

Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente

Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente

Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente Transparência é um substantivo feminino para “qualidade ou condição daquilo que é transparente”, está no dicionário. Por Elizeu Pires 08/07/2026 Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente Porém, ao que parece, é palavra desconhecida na Câmara de Magé, principalmente em se tratando de licitações, contratos e pagamentos de despesas. Quem entra no site oficial da Casa buscando, por exemplo, informações sobre os pagamentos feitos a fornecedores e prestadores de serviços, perde seu tempo, pois não encontra nada. Entre todos os contratos firmados pela Casa desde que o vereador Valdeck Ferreira de Matos Silva assumiu a presidência, o de maior valor global é o de número 008-2023. Foi assinado em 19 de setembro de 2023 com a Ágabo Comércio e Serviços, com valor de R$ 3.026.249,16. Formalizado de forma nada clara, o documento de nove páginas não especifica os serviços contratados, o que impede que o contribuinte, o real pagador das contas, fique sabendo o que foi executado ou não. Fala do prazo para execução e expõe um objeto genérico: “execução do projeto de modernização da Câmara Municipal de Magé, localizada na Rua Salma Repani, 114 – Vila Vitória, Magé/RJ, que possui área total construída de 880,90 m²”. Mais prazo e mais dinheiro A Ágabo recebeu 90 dias de prazo para executar os serviços e precisou de mais tempo. Tanto que no dia 22 de dezembro de 2023 foi assinado o primeiro termo aditivo, com a contratante esticando o prazo em mais 15 dias, que também não foram suficientes. Tanto que no dia 11 de janeiro de 2024 foi assinado o segundo termo aditivo e a empresa recebeu mais 60 dias de prazo. Onze dias depos, mais precisamente em 22 de janeiro, veio o terceiro aditivo, esse acrescentando ao contrato o valor de R$ 1.203.708,56, elevando o valor global da tal modernização para R$ 4.229.957,62. Documentos relacionados: Contrato 008-2023 Contrato 008-2023 – aditivo 3 Notícia anteriorPróxima notícia Magé RJPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Magé: Modernização da Câmara custou R$ 1,2 milhão a mais que o valor contratado inicialmente 08/07/2026 MPRJ recomenda que Búzios não aprove projeto que altera o Fundo Municipal de Meio Ambiente 03/07/2026 MPF firma acordo para enfrentar alagamentos e danos ambientais no Balneário Praia de Carapebus (RJ) 15/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Zema diz que vai excluir beneficiários de programas sociais que recusarem emprego para evitar ‘geração de imprestáveis’ Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha Rio tem R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação por corrupção MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido

Tribunal de Contas manda Prefeitura de Araruama suspender pagamento à empresa contratada duas vezes sem licitação

Tribunal de Contas manda Prefeitura de Araruama suspender pagamento à empresa contratada duas vezes sem licitação

Tribunal de Contas manda Prefeitura de Araruama suspender pagamento à empresa contratada duas vezes sem licitação No dia 13 de novembro de 2025 a Secretaria de Administração do município de Araruama contratou, sem licitação, por R$ 8.080.370,76, a Startecno Soluções em Tecnologia, para os serviços de conectividade à internet. Dois meses depois a empresa, que consta como sediada em Palmas, no estado de Tocantins, ganhou mais um contrato no município, esse na Secretaria de Educação, com o mesmo objeto e valor global de R$ 3.247.653,88. Por Elizeu Pires 08/07/2026 Tribunal de Contas manda Prefeitura de Araruama suspender pagamento à empresa contratada duas vezes sem licitação Firmados via adesão de ata de registro de preços, com a Prefeitura de Araruama pegando carona em processo licitatório do Consórcio Multifinalitário de Conservação e Desenvolvimento Sustentável dos Vales (Conservar/Mucuri-MG). Os dois contratos que somam R$ 11,3 milhões, foram alvos de representação junto ao Tribunal de Contas do Estado por possíveis irregularidade, e o órgão determinou a suspensão dos pagamentos à empresa. A decisão foi tomada no processo 229.091-0/2026, aberto a partir de representação de uma empresa concorrente, a Planet Telecomunicações e Serviços, que pediu a suspensão de novos empenhos, liquidações e pagamentos relativos aos dois contratos da Startecno, preservando a continuidade dos pontos de internet já instalados e comprovadamente ativos. Na representação é alegado que os dois contratos seriam uma única  uma única operação econômica dividida em dois processos, para que os valores contratados ficassem abaixo do limite de 50% fixado para os casos de adesão, e apontou que a Prefeitura “contratou 3000 reinstalações para 249 terminais, o que, em termos concretos, pressupõe que praticamente cada equipamento seja retirado, transportado e novamente instalado uma vez por mês durante toda a vigência contratual”, e que “o custo das reinstalações alcança o montante de R$ 2.961.120,00, correspondendo a 36,65% de todo o contrato nº 128/2025”. Ao analisar a representação o conselheiro José Graciosa observou que “a contratação do quantitativo de 3000 reinstalações para 249 equipamentos não descreve uma rede de conectividade destinada a permanecer instalada e em funcionamento”, mas “uma operação permanente de retirada e deslocamento dos próprios equipamentos, não sendo razoável tratar essa previsão como simples margem de segurança, considerando que o seu custo corresponde a 36,65% de todo o contrato nº 128/2025”. Nesse sentido ele determinou a suspensão dos pagamentos relativos às 3000 reinstalações contratadas. Notícia anteriorPróxima notícia Araruama RJMucuri MGPalmas TORegião dos Lagos Baixada LitorâneaTCE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Tribunal de Contas manda Prefeitura de Araruama suspender pagamento à empresa contratada duas vezes sem licitação 08/07/2026 Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 08/07/2026 Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ 08/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF Quem é a ‘Mulher da Mala’? Ex-fiscal sacou R$ 3 milhões em esquema de corrupção, diz MPRJ Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões Policial militar é baleado durante assalto na RJ-106 enquanto voltava do serviço Presidente de autarquia do Governo do Estado é preso em operação sobre desvio de R$ 86 milhões

Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?”

Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: "Tá com medinho?"

Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?” Em ofício à Câmara, ministro alertou para risco de implicações para cidadãos brasileiros e para possibilidade de ações militares dos EUA no Brasil Por Helena Prestes | CNN Brasil 07/07/2026 Deputado Evair Vieira de Melo (PP-ES) • 16/10/2024 – Mario Agra/Câmara dos Deputados O deputado federal Evair de Melo (Republicanos-ES) ironizou, nesta terça-feira (7), um ofício elaborado pelo ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira, em que foi citado o risco de ação militar dos Estados Unidos contra o Brasil, em razão da classificação do governo de Donald Trump contra facções criminosas, como o PCC (Primeiro Comando da Capital) e CV (Comando Vermelho). “Tá com medinho?”, indagou o parlamentar durante conversa com os deputados Alberto Fraga (PL-DF) e Coronel Chrisóstomo (PL-RO), minutos antes de uma coletiva de imprensa. A fala ocorreu fora dos microfones, mas foi escutada por meio dos canais oficiais da Câmara dos Deputados. Ao mencionar o conteúdo da resposta enviada pelo Itamaraty, Alberto Fraga afirmou que Mauro Vieira teria dito que “o único risco disso é a invasão militar no Brasil”. Em seguida, dirigindo-se a Chrisóstomo, Evair comentou: “O Mauro Vieira disse que o único risco disso é a invasão militar no Brasil. Tá com medinho?”. Na última semana, em resposta a questionamentos feitos pela Câmara por meio de um requerimento de informação, o ministro alertou para o risco de implicações para cidadãos brasileiros e para a possibilidade de ações militares dos EUA no Brasil. No ofício, o Itamaraty ainda afirmou que a classificação “não trará benefícios concretos para a cooperação internacional entre EUA e Brasil no enfrentamento do crime organizado” Em resposta, na segunda-feira (6), Evair disse que Vieira deu um caráter político à resposta. Segundo o deputado, o requerimento não tinha como objetivo discutir os impactos geopolíticos da medida, mas obter informações objetivas sobre a atuação do governo brasileiro diante do caso. Nesta terça, durante coletiva, Evair avaliou a resposta do Itamaraty como “precária e frágil”. O deputado afirmou, ainda, que o ministro Mauro Vieira muitas vezes é “uma peça meramente decorativa do Itamaraty” e acusou o assessor especial para Assuntos Internacionais da Presidência da República, Celso Amorim, de conduzir a política externa do governo. “A gente sabe, infelizmente, que o ministro Mauro Vieira muitas vezes é uma peça meramente decorativa no Itamaraty”, afirmou o deputado. “Quem toca a pauta internacional do gabinete do presidente da República é o nosso ex-chanceler Celso Amorim.” Segundo fontes do governo ouvidas pela CNN sobre as declarações do deputado, a leitura da diplomacia brasileira é de que o cenário atual é realista e deve ser encarado com a devida reponsabilidade. Essas mesmas fontes citam ações militares dos EUA contra três países: Venezuela, México e Irã. A CNN procurou o Ministério das Relações Exteriores para comentar as declarações, mas ainda não obteve retorno. O espaço permanece aberto para manifestação. Classificação do PCC e CV como terroristas A designação do PCC (Primeiro Comando da Capital) e do CV (Comando Vermelho) como Organizações Terroristas Estrangeiras (FTO, na sigla em inglês) pelos Estados Unidos entrou em vigor em 5 de junho. Essa foi a segunda etapa do processo, que se iniciou em 28 de maio, quando o Departamento de Estado americano fez o anúncio e enquadrou as facções como “Terroristas Globais Especialmente Designados” (SDGT). O comunicado, assinado pelo secretário de Estado, Marco Rubio, afirma que o CV e o PCC estão entre as organizações criminosas mais violentas do Brasil e que sua atuação se estende para além das fronteiras brasileiras, alcançando o território americano. Segundo o governo dos EUA, a medida busca interromper o fluxo de recursos que financiam “narcoterroristas violentos”. As designações são complementares e têm bases legais distintas. A de SDGT, em vigor desde maio, está ancorada em decreto editado por George W. Bush após os atentados de 11 de setembro de 2001, dispensa aval do Congresso americano e bloqueia todos os bens e interesses das facções que estejam sob controle de pessoas ou entidades dos EUA. Já a designação de FTO é prevista na Lei de Imigração e Nacionalidade desde 1996. Ela exige notificação ao Congresso e torna crime federal o fornecimento de “apoio material” aos grupos. Brasileiros sancionados Na última semana, o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos anunciou que sancionou dois cidadãos e três empresas brasileiras devido a supostos vínculos com o PCC. As novas sanções tinham como alvo Victor Henrique de Oliveira Shimada e Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira. As empresas são Victory Trading Intermediação de Negócios, Cobranças e Tecnologia Ltda (Victory Trading); Wave Construções Inteligentes Ltda (Wave) — as duas de serviços financeiros —; e a Pixwave Soluções de Pagamentos Ltda (Pixwave), do setor de construção. Segundo o comunicado do departamento, Shimada é um elo entre o PCC na Flórida e traficantes de drogas estrangeiros. Ele teria lavado mais de US$ 30 milhões (equivalente a cerca de R$ 155,8 milhões) em recursos ilícitos gerados em cidades dos Estados Unidos e arredores, usando criptomoedas para transferir fundos de volta ao Brasil em nome da facção. As autoridades americanas acusam Stella Stefanie de atuar como “secretária” de Shimada e intermediária para coleta de grandes quantias de dinheiro. Ela teria fornecido “serviços logísticos essenciais que apoiaram Shimada e sua rede em suas operações de lavagem de dinheiro”. Stella Stefanie Nunes Henrique de Oliveira foi presa na última sexta-feira (3) após a Operação Exchange da PF (Polícia Federal). O empresário Victor Henrique de Oliveira Shimada também foi alvo da ação, mas está foragido. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalRepublicanos Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?” 07/07/2026 Seis em cada dez homicídios no Brasil ficam sem solução, diz instituto 08/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Policial militar é baleado durante assalto na RJ-106 enquanto voltava do

Prefeitura de Petrópolis decreta nova calamidade financeira e anuncia corte de gastos

Prefeitura de Petrópolis decreta nova calamidade financeira e anuncia corte de gastos

Prefeitura de Petrópolis decreta nova calamidade financeira e anuncia corte de gastos Medida vale por 180 dias e prevê restrições em despesas, contratos e investimentos; prefeitura afirma que crise foi agravada pela queda na arrecadação e aumento dos custos. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 07/07/2026 Petrópolis decreta nova calamidade financeira e corta gastos — Foto: Prefeitura de Petrópolis / Divulgação Petrópolis – A Prefeitura de Petrópolis, na Região Serrana do Rio, decretou novamente situação de calamidade financeira por 180 dias e anunciou um pacote de medidas para reduzir despesas e tentar reequilibrar as contas do município. O decreto foi publicado no fim da última semana e, segundo o prefeito Hingo Hammes, a decisão foi motivada pelo agravamento da situação financeira da cidade ao longo de 2026. De acordo com o documento, a prefeitura deverá adotar um controle mais rigoroso dos gastos e implementar ações para ampliar a arrecadação municipal. O município afirma que a falta de recursos compromete a regularidade dos pagamentos e pode afetar a continuidade de serviços essenciais, como saúde, educação, defesa civil, transporte público e segurança. Durante os próximos seis meses, a administração municipal deverá seguir uma série de medidas para conter despesas e reorganizar o fluxo de caixa. Entre as ações previstas estão a suspensão de novos gastos considerados não essenciais, a limitação de despesas com eventos, consultorias e capacitações. O decreto também determina restrições ao pagamento de horas extras, com exceção de áreas consideradas essenciais, como saúde, educação e defesa civil. A compra de veículos, mobiliário, equipamentos e outros bens que não sejam considerados indispensáveis também ficará proibida durante o período. Além disso, novos convênios que dependam de recursos municipais e aditivos contratuais que resultem em aumento de despesas precisarão de autorização do prefeito. Segundo a prefeitura, entre os fatores que contribuíram para a crise financeira estão a redução da arrecadação própria e das transferências constitucionais, além do alto volume de despesas obrigatórias, como folha de pagamento e encargos previdenciários. Aumento de salários Em 2025, quando Petrópolis decretou situação de calamidade financeira pela primeira vez, o reajuste de 70% nos salários do prefeito, vice-prefeito e secretários municipais foi suspenso por meio do decreto. Na nova publicação, porém, não há menção à suspensão dos reajustes. O aumento continua bloqueado por decisão judicial, e o Tribunal de Contas do Estado (TCE) mantém uma investigação sobre o caso. Notícia anteriorPróxima notícia Petrópolis RJPP ProgressistasPrefeitoRegião Serrana e Centro Sul FluminenseTCE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Prefeitura de Petrópolis decreta nova calamidade financeira e anuncia corte de gastos 07/07/2026 Ex-secretário de Serviços Públicos de Natividade deixa o cargo enquanto é investigado por CPI e sindicância 08/07/2026 Justiça manda penhorar pagamentos da CazéTV ao senador Romário 08/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ Sóstenes e outros dois deputados do PL são ‘laranjas’ de Valdemar em emendas com suspeita de desvio

Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho

Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho

Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis A engenharia política e financeira que abala o Rio de Janeiro sob a lupa da Polícia Federal: da importação de armas e equipamentos anti-drone da China ao esquema bilionário de lavagem em postos de combustíveis e fraudes na Educação. Por Plínio Teodoro e Diego Feijó de Abreu | Fórum 07/07/2026 Flávio Bolsonaro com TH Joias, Gutemberg Fonseca e Rodrigo Bacellar. E com Márcio Canella e a mãe, Rogéria Nantes (Rede X / Facebook) A República de Jacarepaguá e das milícias cariocas, que por anos operou sob a sombra complacente do clã Bolsonaro, assiste agora à sua mais profunda e ruidosa derrocada. O que começou como uma investigação sobre tráfico de armas na Baixada Fluminense transformou-se em um terremoto político-policial de proporções amazônicas. A Operação Unha e Carne, capitaneada pela Polícia Federal sob a relatoria do ministro Alexandre de Moraes, no Supremo Tribunal Federal (STF), escancara o que o jornalismo progressista cansa de alertar: a simbiose obscena entre o colarinho branco, a contravenção, o crime organizado e os tentáculos políticos de Flávio Bolsonaro e seus asseclas. Para compreender o tamanho do abalo que atinge o Palácio Tiradentes e os gabinetes de Brasília, é preciso puxar o fio da meada desde os primórdios. Mas, antes, é preciso dimensionar a montanha de dinheiro que agora aparece no centro da engrenagem. A sexta fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (7), mira uma rede de postos de combustíveis suspeita de lavar dinheiro na Região Metropolitana do Rio. Segundo a Polícia Federal, o grupo investigado movimentou mais de R$ 7,6 bilhões nos últimos seis anos, de acordo com relatório do Coaf. A ação ocorre no âmbito da Força-Tarefa Missão Redentor II, em conformidade com a ADPF 635, a chamada ADPF das Favelas, e mira uma organização criminosa suspeita de usar empresas ligadas ao setor de combustíveis como plataforma de lavagem de dinheiro, com participação de agentes públicos. Ou seja: o que começou como vazamento de uma operação contra o braço político-financeiro de uma facção criminosa chega, agora, ao dinheiro grande, aos postos, aos gabinetes e aos palanques. Um dos alvos centrais dessa nova fase é Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e presidente do União Brasil no Rio. Canella é tratado no tabuleiro fluminense como pré-candidato de Flávio Bolsonaro ao Senado, o que leva a Unha e Carne diretamente para dentro da engrenagem eleitoral do bolsonarismo no estado. A trajetória do ex-prefeito, sua base política na Baixada Fluminense e sua entrada no centro da nova fase da operação, que também teve como alvo o influente ex-secretário estadual de Polícia Civil, Marcus Amim. Do ouro ao pó: Os primórdios com TH Joias e Rodrigo Bacellar O ponto de partida dessa engrenagem foi a Operação Zargun, que mirou Thiego Raimundo de Oliveira Santos, popularmente conhecido como TH Joias. Ex-deputado estadual, suplente e empresário de “sucesso”, TH Joias usava o mandato na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (ALERJ) para atuar como uma verdadeira frente política da facção criminosa Comando Vermelho (CV). De acordo com o Ministério Público, TH Joias não apenas nomeava comparsas para cargos comissionados na ALERJ, mas intermediava diretamente a compra de armamentos pesados, drogas e até dispositivos antidrones para os blindados do tráfico nos complexos do Alemão, da Maré e na Parada de Lucas. A Unha e Carne nasce dos desdobramentos da Operação Zargun, deflagrada pela Polícia Federal em setembro de 2025 para desarticular o braço político e financeiro de uma organização criminosa no Rio. O MPF afirmou que a principal atividade do grupo envolvia importação de armas do Paraguai e equipamentos anti-drone da China, além de revenda para integrantes de facções no estado. TH Joias era alvo de uma operação contra o Comando Vermelho e investigado por suspeitas de tráfico de drogas, corrupção, lavagem de dinheiro e comércio ilegal de armas. Dois meses depois, a PF havia indiciado TH Joias e outras 17 pessoas por envolvimento com facções criminosas, tráfico de armas e lavagem de dinheiro no Rio. Foi aí que a “unha” encontrou a “carne”. Sabendo que a PF estava na iminência de prender o aliado, o então presidente licenciado da ALERJ, Rodrigo Bacellar, entrou em cena. Em uma ligação interceptada, recheada de deboche e desespero, Bacellar avisou TH Joias sobre a operação que ocorreria no dia seguinte, orientando-o a destruir provas. O deputado chegou a usar um caminhão-baú para esvaziar sua mansão e cogitou levar até o freezer. “Deixa isso, tá doido? Larga isso aí, seu doido”, respondeu Bacellar, preocupado que as carnes do eletrodoméstico gerassem suspeitas. Dali nascia o nome irônico da operação da PF: Unha e Carne. Márcio Canella, Cláudio Castro, Rodrigo Bacellar; o presidente do União Brasil, Antonio de Rueda; e o presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, em Belfort Roxo Foto: Divulgação A primeira fase da Operação Unha e Carne foi deflagrada em 3 de dezembro de 2025 para investigar o vazamento de informações sigilosas no Rio. Bacellar foi preso sob suspeita de ajudar TH Joias, já investigado por elo com o Comando Vermelho, a escapar da ação policial. O vazamento também provocou reação do Ministério Público Federal. Em 5 de dezembro de 2025, o MPF abriu procedimento para apurar como informações sigilosas chegaram ao conhecimento de Bacellar. A reação corporativa da Alerj veio em seguida. Por 42 votos a 21, os deputados aprovaram resolução para tirar Bacellar da cadeia, como ocorreu na votação da Alerj. Mas a blindagem parlamentar durou pouco: em março de 2026, Alexandre de Moraes determinou nova prisão de Bacellar. A PF descobriu que o vazamento não era amador. Havia um cupido de toga no esquema. A segunda fase da Unha e Carne, em 16 de dezembro de 2025, mirou a atuação de agentes públicos no vazamento das informações da Zargun. O desembargador Macário Judice Neto, do TJRJ, relator do caso de TH Joias, foi flagrado, segundo a investigação, no circuito que antecedeu a fuga frustrada do operador do Comando Vermelho. Macário acabou preso pela PF. A investigação reuniu indícios de que o magistrado estava ao lado de Bacellar no exato momento em que as

Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado

Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado

Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo, e o ex-secretário Marcus Amim são alvos da 6ª fase da Operação Unha e Carne, que investiga esquema de R$ 7,6 bilhões; ex-vereadora e mãe de Flávio compõe a chapa do candidato. Por Andréia Sadi e Bianca Muniz | g1 07/07/2026 Rogéria Bolsonaro, mãe de Flávio Bolsonaro, foi anunciada como suplente de Márcio Canella, alvo da 6ª fase da Operação Unha e Carne — Foto: Reprodução A ex-vereadora Rogéria Bolsonaro, mãe do senador Flávio Bolsonaro (PL), é a primeira suplente na chapa ao Senado de Márcio Canella, um dos principais alvos da 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada pela Polícia Federal nesta terça-feira (7). Márcio Canella, ex-prefeito de Belford Roxo e pré-candidato pelo União Brasil, é investigado por suposta participação em um esquema de lavagem de dinheiro que teria movimentado R$ 7,6 bilhões por meio de uma rede de postos de combustíveis. Canella renunciou à prefeitura em abril de 2026 para disputar uma vaga no Legislativo Federal. O acordo para a indicação de Rogéria foi costurado em fevereiro de 2026, durante uma reunião conduzida por seu filho Flávio, que é o principal apoiador da campanha de Canella. A informação sobre a suplência da mãe de Flávio foi noticiada pelo jornal “O Globo” na época. Além do ex-prefeito, que renunciou ao cargo em abril para disputar as eleições, o ex-secretário Marcus Amim também é alvo da investigação. Fontes ligadas à campanha de Flávio Bolsonaro, que é presidenciável, já manifestam preocupação com a repercussão negativa da operação da PF sobre a imagem do senador e seus aliados. Na sexta-feira (3), Canella esteve ao lado de Flávio Bolsonaro no 3º Seminário Nacional de Comunicação do PL, onde foi destacado como candidato ao Senado pelo partido. O esquema investigado pela Polícia Federal aponta para a conivência de agentes públicos em movimentações financeiras bilionárias ilícitas. A aliança política entre Canella e o clã Bolsonaro consolidou-se após o rompimento do ex-prefeito com seu antigo aliado, Waguinho, atual prefeito de Belford Roxo. Rogéria Bolsonaro, que também é mãe de Carlos e Eduardo Bolsonaro, exerceu dois mandatos como vereadora no Rio entre 1993 e 2000. Filiada ao PL desde 2022, sua presença na chapa de Canella reforça o alinhamento do ex-prefeito com o grupo bolsonarista, consolidado após o rompimento de Canella com o atual prefeito de Belford Roxo, Waguinho, nas eleições de 2022. Adicione o texto do seu título aqui Notícia anteriorPróxima notícia Região Serrana e Centro Sul FluminenseSUS Sistema Único de SaúdeTeresópolis RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado 07/07/2026 Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO) 07/07/2026 Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF apreende dinheiro dentro de livro falso Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria PF mira em aliados de Sóstenes e faz operação para investigar aluguel de carros com verba parlamentar da Câmara Ex-prefeito alvo da PF anunciou mãe de Flávio Bolsonaro como suplente ao Senado

Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’

Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’

Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ Advogados do senador pedem que suspeita de envio de emendas para produtora do filme seja relatada por André Mendonça Por Raisa Toledo | O Estado de S.Paulo 07/07/2026 A defesa de Flávio Bolsonaro argumenta que mudança de relator evitaria decisões conflitantes em processos diferentes Foto: Wilton Junior/Estadão A defesa do senador Flávio Bolsonaro (PL) pediu ao presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Edson Fachin, que a investigação sobre suposto repasse irregular de emendas a entidades ligadas à produção do filme “Dark Horse” seja retirada da relatoria do ministro Flávio Dino e conduzida por André Mendonça. Os advogados argumentam que Mendonça já conduz, no STF, as investigações relacionadas ao Banco Master e seu fundador, Daniel Vorcaro, e passou a relatar um pedido de apuração sobre o financiamento do filme devido aos fatos terem relação com a investigação sobre as fraudes do banco. Segundo a defesa, a concentração dos procedimentos em um único gabinete evitaria decisões conflitantes ou contraditórias. Na última semana, Dino autorizou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal (PF) para apurar o caso. A suspeita é que R$ 2 milhões em emendas parlamentares tenham sido enviadas pelo deputado federal Mário Frias (PL-SP) a uma ONG de Karina Ferreira da Gama, dona da produtora da obra. A justificativa das emendas aponta o financiamento de dois projetos sociais. A investigação foi aberta após pedido da deputada Tabata Amaral (PSB-SP), cujo gabinete apontou ligação entre empresas de Karina e suspeitas de que as emendas poderiam estar beneficiando o filme. Dino já relata uma ação na Corte sobre transparência na execução de emendas parlamentares. Já a ação relatada por Mendonça sobre “Dark Horse” e as fraudes do Master apura se a contribuição milionária de Daniel Vorcaro à produção tem relação com o financiamento da estadia do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) nos Estados Unidos. Parte do valor de R$ 134 milhões negociado entre a família Bolsonaro e o banqueiro foi transferida para um fundo sediado no Texas, onde Eduardo mora, e do qual o advogado Paulo Calixto, ligado ao ex-deputado, é um dos controladores. Esse processo chegou a ser distribuído ao ministro Alexandre de Moraes por ter relação com o inquérito que investiga a atuação de Eduardo nos EUA contra autoridades brasileiras, mas Fachin redistribuiu a ação para Mendonça após parecer da Procuradoria-Geral da República (PGR), por entender que há maior relação com o caso Master. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputada FederalDeputado Federalemenda parlamentarPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSB Partido Socialista BrasileiroSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’ 07/07/2026 Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios 06/07/2026 Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj PF apreende dinheiro dentro de livro falso Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO)

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO)

Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Sexta fase da Operação Unha e Carne mirou suspeita de que postos de combustíveis eram usados para lavar e repassar dinheiro do esquema. Nova base do Coaf no Rio, inaugurada na semana passada, encontrou as transações suspeitas que ensejaram a operação. Por Camila Bomfim | g1 07/07/2026 Márcio Canella (União Brasil) e Marcus Amim — Foto: Reprodução A 6ª fase da Operação Unha e Carne, deflagrada nesta terça-feira (7), identificou movimentações financeiras suspeitas que, segundo as investigações, abasteciam um esquema de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis. A nova base do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) no Rio de Janeiro, inaugurada na semana passada, rastreou a forma de atuação do grupo e as transações financeiras, fornecendo informações que embasaram os mandados cumpridos nesta manhã. Nesta fase, o principal alvo é uma rede de postos no Grande Rio que movimentou R$ 7,6 bilhões em um suposto esquema de lavagem de dinheiro, com anuência de políticos. O ex-prefeito de Belford Roxo (RJ) e pré-candidato ao Senado Márcio Canella (União Brasil) e o delegado Marcus Amim, ex-secretário estadual de Polícia Civil, foram alvos de mandados de busca e apreensão. A suspeita é de que os postos serviam como uma “base de compensação”: recebiam valores legais e ilegais, faziam o que se chama de “mistura de dinheiro”, que dificulta o rastreamento dos órgãos de investigação. O dinheiro, então, era repassado para empresas de fachada. Foram identificados pagamentos a Amin e a uma consultoria dele, que estão sob investigação. A lista de alvos também inclui vários operadores do esquema. Outro alvo é o ex-PM e miliciano Juracy Alves Prudêncio, o Jura, citado no relatório final da CPI das Milícias da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), de novembro de 2008, como chefe de um grupo paramilitar que agia em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense. No ano seguinte, ele condenado e preso sob acusação de homicídio e associação criminosa. Agentes saíram para cumprir, no total, 19 mandados de busca e apreensão nos municípios de Niterói, São Gonçalo, Itaboraí e Resende, além da capital fluminense. A Justiça também determinou o sequestro de bens e valores e a suspensão de atividades econômicas de empresas ligadas ao grupo investigado. Clique aqui para assistir ao vídeo Notícia anterior ALERJBelford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasCPI Comissão Parlamentar de InquéritoItaboraí RJNiterói RJNova Iguaçu RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJSão Gonçalo RJSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) 07/07/2026 Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis 06/07/2026 Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Adolescente com síndrome de Rett está há 7 meses sem atendimento domiciliar em Teresópolis (VIDEO) Vereadores de Nova Friburgo derrubam veto do prefeito e mantêm auxílio-alimentação que pode ultrapassar R$ 1 mil por mês (VIDEO) Justiça Eleitoral cassa diplomas da prefeita e da vice-prefeita de Araruama (VIDEO)

logo-politicaria-7-vazado

As consequências do seu voto

© 2026 Criado por AquiTem! Internet