Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master

Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master Associação também pede arquivamento de procedimento aberto pela PGR e afirma que medida tem “efeito intimidatório” sobre investigadores Por CNN Brasil 05/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master A ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal) pediu neste sábado (5) que o procurador-geral da República, Paulo Gonet, se declare impedido de atuar nos procedimentos relacionados aos fatos em que é citado no âmbito da Operação Compliance Zero, sobre o Banco Master. Entre esses fatos está o relatório produzido pela PF que também trouxe informações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), e o ex-banqueiro Daniel Vorcaro, controlador do Master. O próprio Gonet é citado nominalmente no documento. Em nota pública, a entidade afirma que as regras de impedimento e suspeição previstas para magistrados também alcançam integrantes do Ministério Público. A manifestação ocorre após a PGR (Procuradoria-Geral da República) instaurar um Procedimento de Controle Externo da Atividade Policial para apurar a atuação da PF na elaboração do relatório referente ao material apreendido na Compliance Zero. A associação classificou a medida como motivo de “indignação e preocupação” e sustentou que os delegados e servidores responsáveis pelo documento apenas cumpriram uma determinação judicial, sem liberdade para decidir se produziriam ou não o relatório. Segundo a ADPF, caso a PGR considere irregular a decisão judicial que determinou a produção do documento, o questionamento deveria ser feito diretamente no processo em tramitação no Supremo Tribunal Federal, e não por meio de procedimento direcionado à atuação dos policiais. “Dirigir o questionamento a quem cumpriu a ordem transfere aos executores uma controvérsia que não é deles”, afirma a entidade. Ao citar o fato de Gonet aparecer no próprio relatório, a associação afirma que, independentemente de qualquer avaliação sobre as intenções do procurador-geral, o “efeito objetivo da medida é intimidatório sobre os investigadores”. Além do impedimento de Gonet, a ADPF pediu o arquivamento do procedimento instaurado pela PGR e defendeu que os fatos revelados pela Compliance Zero sejam investigados “em toda a sua extensão, sem seletividade quanto às autoridades envolvidas”. A associação afirmou ainda que dará assistência aos delegados eventualmente alcançados por procedimentos relacionados ao episódio. Segundo a entidade, impedir que agentes sejam responsabilizados por cumprir uma ordem judicial é necessário para preservar a capacidade do Estado de investigar “sem receio de retaliação”. Notícia anterior Banco MasterMPF Ministério Público FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Tarcísio encerra mandato com piora gradativa nas contas e aponta investimento maior em PPPs 23/08/2026 Doação a Bolsonaro e Tarcísio foi propina negociada com Kassab, diz Vorcaro 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Tomara que tenha charuto e Macallan’; veja essa e outras quatro mensagens de Gonet para Vorcaro 01/09/2026 Vorcaro questionou Moraes sobre fuga do país: ‘Acha que segunda tenho que estar fora?’ 01/09/2026 MPRJ solicita que Município de Conceição de Macabu adote medidas para cumprir prazos de resposta a requisições 12/08/2026 Mendonça ouve PGR sobre mensagens em que Vorcaro pede proteção a Alexandre de Moraes 01/09/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026
Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados

Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados Presidente da ADPF, Edvandir Felix de Paiva afirma que documento usado no inquérito das Fake News para fazer acusações a André Mendonça não pode ser usado em processos criminais e diz que divulgação causou ‘estranheza muito grande’ entre policiais Por Aguirre Talento | O Estado de S.Paulo 05/09/2026 O presidente da Associação dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Felix de Paiva Foto: Divulgação/ADPF BRASÍLIA – O presidente da Associação Nacional dos Delegados da Polícia Federal (ADPF), Edvandir Felix de Paiva, afirmou ao Estadão que o uso de um relatório de inteligência da PF no inquérito das Fake News é “totalmente irregular” e que o documento jamais poderia ter sido compartilhado com órgãos externos. “O documento não poderia de maneira nenhuma circular fora da polícia, porque são impressões internas. Tem situações de análise bem subjetiva que podem ser só a opinião de alguém”, afirmou, em entrevista neste sábado, 5. “O documento poderia em tese até existir para manejo interno. Agora, o conhecimento de que ele existe por pessoas de fora da polícia e a utilização dele em um processo criminal é algo totalmente irregular”, complementou. O diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, entregou nesta semana ao ministro Alexandre de Moraes um relatório de inteligência após ter recebido uma ordem do ministro. Como mostrou o Estadão, o documento diz que não possui valor probatório, e não pode servir como elemento de acusação, mas Moraes usou o material no inquérito das Fake News para acusar André Mendonça de abuso de autoridade, depois que o ministro solicitou a confecção de um relatório da PF contendo conversas entre Moraes e Daniel Vorcaro, nas quais o banqueiro chega a pedir orientação se deveria fugir do país diante das investigações. As conversas foram reveladas pelo Estadão. Paiva disse que a divulgação desse relatório causou uma “estranheza muito grande” entre delegados da corporação, que até desconfiaram de que não tivesse sido produzido dentro da PF. “É a primeira vez que se tem notícia de uma situação como essa. É preciso se apurar inclusive por que um ministro do Supremo Tribunal Federal sabia da produção desses documentos. Essas situações são absolutamente internas, ninguém deveria saber, a não ser quem produziu e quem recebeu. Então não me lembro de nenhuma situação dessas, de relatórios de inteligência terem ido parar no Supremo Tribunal Federal ou em qualquer tribunal. A doutrina de inteligência proíbe inclusive a juntada desse tipo de documento aos inquéritos policiais. Os delegados, internamente, manifestaram uma estranheza muito grande com esse documento ter ido à tona”, afirmou. Paiva explicou que esse tipo de relatório de inteligência costuma ser produzido para subsidiar a tomada de decisões dos diretores da PF e informá-los sobre questões internas, sem interferir na autonomia das investigações. “É sigiloso e jamais deveria ter se tornado público sob qualquer circunstância”, disse. Segundo ele, o formato do documento e a ausência de um autor gerou desconfiança entre os policiais federais. “No primeiro momento, o pessoal desconfiava até que não tinha sido produzido dentro da polícia. Porque eu conversei com vários colegas que trabalharam nessas unidades de inteligência descentralizada e desconhecem qualquer tipo de produção de relatórios dessa natureza, analisando qualidade de representações, fatos em investigação. Porque a análise dos fatos é de atribuição só do delegado que está fazendo a investigação e encaminha pro Judiciário e pro Ministério Público. A Corregedoria da Polícia Federal pode até analisar a qualidade do inquérito, mas fora dela é uma novidade muito grande ter uma unidade de inteligência fazendo esse tipo de análise”, afirmou. Paiva ainda alertou que a divulgação total do documento pode interferir as investigações em andamento e ter antecipado informações sobre diligências ainda não cumpridas pela PF. “Alvo que não sabia que estava sendo investigado agora está sabendo. É grave. Isso pode ser inclusive apurado sob a perspectiva de alguma violação de sigilo”, disse. O presidente da ADPF, por último, defendeu a conduta da equipe policial que produziu o relatório sobre os diálogos de Moraes após a ordem judicial de André Mendonça. A Procuradoria-Geral da República (PGR) havia solicitado a abertura de investigação sobre eventual interferência indevida na PF por causa dessa ordem. “Não vemos nenhuma irregularidade na conduta da Polícia Federal. Os colegas receberam uma ordem judicial para ser cumprida. Quem tem que garantir a extensão dessa ordem é o próprio juízo, os colegas cumpriram a determinação judicial de sigilo e identificação [das conversas]”, disse. Notícia anteriorPróxima notícia PGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Relatório usado por Moraes não poderia circular fora da PF, diz chefe de entidade dos delegados 05/09/2026 Operador de Vorcaro fecha com Gonet delação sobre Dark Horse, Flávio e Eduardo Bolsonaro 03/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral

Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral OUTRO LADO: candidato diz que seu patrimônio foi ‘construído de forma lícita’ e que eventuais inconsistências serão corrigidas Escritor consta em três empresas na Flórida que não aparecem na declaração de bens Por Bruno Ribeiro e Iran Alves | Folha de S.Paulo 05/09/2026 O candidato Augusto Cury (Avante), cercado de jornalistas, instantes antes de participar do debate da Band com os candidatos à Presidência, que foi esvaziado pela falta de Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) – Bruno Santos – 23.ago.26/Folhapress São Paulo – Candidato que subiu para a terceira posição nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, o escritor Augusto Cury (Avante) deixou uma série de negócios na Flórida de fora da declaração de bens que apresentou à Justiça Eleitoral brasileira. Cury é o presidenciável que declarou o maior patrimônio, R$ 242,3 milhões, mas ao menos três empresas nos Estados Unidos — além de duas no Brasil — ficaram de fora da relação, composta principalmente por dívidas a receber de empresas familiares e participações societárias. Por meio de sua equipe, o candidato disse que seu patrimônio foi “construído de forma lícita” e que eventuais inconsistências na declaração apresentada serão corrigidas. O escritor tem cinco registros na Divisão de Corporações da Secretaria de Estado da Flórida, equivalente à Junta Comercial do estado. Duas das empresas constam em sua declaração ao TSE. As outras três, que recolheram as taxas necessárias para permanecerem abertas em 2026, ficaram de fora. As duas empresas informadas à Justiça são a Intelligence School, constituída em 2014, e a Love Story Josefina — renomeada Love Story Investments em 2021 —, de 2017. A Cury Academia Comportamental, a Contemplare Investments e a Free Mind Publish, abertas entre 2021 e 2024, são as que estão de fora. Os registros da Flórida identificam as pessoas autorizadas a agir por cada empresa, mas não informam o percentual de participação de cada uma nem o capital investido. Nas três empresas omitidas, Cury aparece como membro autorizado. Em uma delas, é o único. A Intelligence School comprou e vendeu ao menos quatro imóveis em Orlando, em transações que somam US$ 13,5 milhões no período de 2014 a 2024, segundo escrituras registradas no cartório do condado de Orange. No Brasil, Contemplare é o nome de uma empresa de Cury que também não aparece em sua declaração. Com objeto social de locação de imóveis próprios, aluguel e arrendamento de terras próprias para exploração agrícola e administração de imóveis próprios, a companhia foi registrada em Dumont (SP), em 2022, e transferida para Ribeirão Preto em julho deste ano. Também ficou fora da declaração a Academia de Pensar e Brincar, da qual o escritor é sócio-administrador ao lado da mulher e de duas filhas, registrada no ramo de atividades de recreação com um capital social de R$ 12 mil. Entre os maiores bens, o candidato declarou possuir R$ 25,8 milhões em BDRs — certificados emitidos no Brasil por instituições depositárias, com lastro em ações de empresas estrangeiras e negociados na B3. De dezembro de 2020 ao primeiro semestre de 2023, a Arco Educação, empresa que já atuava no ramo de plataformas educacionais, pagou R$ 589,1 milhões à família de Cury pela compra da Escola da Inteligência, empresa fundada pelo escritor e uma de suas filhas, segundo balanços da companhia. A empresa fornecia material e capacitação de professores para aulas extracurriculares para desenvolver atividades emocionais nos estudantes. Uma pessoa próxima ao escritor descreveu a transação como seu principal negócio até aqui. Cury informou ainda ao TSE possuir R$ 31,5 milhões como “sócio participante” da Fictor Invest. O mesmo valor aparece em nome dele na relação inicial de credores de uma recuperação judicial do grupo Fictor, repassado por sua equipe à Folha. No documento, o crédito é classificado como quirografário (sem garantias) e descrito como decorrente da rescisão de contratos de sociedade em conta de participação. Sua mulher, Suleima Cabrera Farhate Cury, também consta da lista, por R$ 1,3 milhão. Os créditos sujeitos ao processo somam R$ 4,26 bilhões, dos quais R$ 4,19 bilhões na classe em que Cury está inscrito. A Fictor pediu recuperação judicial neste ano e esteve envolvida em tentativa de comprar o Banco Master em 2025 antes da liquidação decretada pelo Banco Central. Em sua lista de patrimônio, o maior bem do escritor é um mútuo (empréstimo a receber) da Filadélfia Nature, empresa da qual detém 99,97% e que tem a mulher e as três filhas como sócias minoritárias. São R$ 121 milhões, segundo a declaração. As informações de registro não apontam data nem condições de pagamento. A Filadélfia mantém seis filiais instaladas em fazendas de São Paulo, Minas Gerais e Piauí, segundo documentos registrados na junta comercial. As atividades declaradas incluem cultivo de soja, milho, cana e eucalipto e criação de gado. Três dessas fazendas — Tamboril e Sobradinho, Pernambuco e Serra Branca, todas em Prata (MG) — foram transferidas por Cury à empresa em ato registrado em janeiro deste ano, pelo valor de R$ 3 milhões. O candidato declarou 19 itens rurais ao TSE, que somam R$ 6,7 milhões, mas nenhum traz município, área ou número de matrícula — o que é comum entre candidatos — e seis deles repetem nomes: duas Fazenda Serra Branca, duas Fazenda Pernambuco e duas Fazenda Sobradinho. Cinco desses itens carregam os nomes das três fazendas transferidas à Filadélfia. Como a declaração não informa matrícula, não é possível determinar se são os mesmos imóveis ou glebas distintas. Uma consulta ao Operador Nacional do Registro pelo CPF do escritor localiza 50 matrículas em Prata, com matrículas numéricas em sequências, típicas de desmembramento de área. Um integrante da equipe de Cury afirmou que o grupo do candidato fará uma análise da declaração de bens e considerou que, no caso das propriedades rurais, existia a possibilidade de que fazendas com o mesmo nome sejam constituídas por lotes registrados separadamente, parte deles em nome do escritor e parte em nome de suas empresas. A informação não veio de forma explícita na nota enviada pela equipe: “O candidato declarou à Justiça Eleitoral bens no valor de R$ 242,2 milhões. São investimentos em múltiplas empresas e em diversos setores,
Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro

Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro Representação cita gravações nas quais deputado pede ajuda ao fundador do Banco Master para liberar ativo de minério Por Raony Salvador | Fórum 04/09/2026 O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) em discurso na Câmara dos Deputados – Foto: (Kayo Magalhães/Câmara dos Deputados) A bancada da federação Psol-Rede protocolou no Conselho de Ética da Câmara dos Deputados um pedido de cassação do mandato de Nikolas Ferreira (PL-MG) após a divulgação de áudios em que o parlamentar aparece conversando com Daniel Vorcaro, fundador do Banco Master. A representação aponta possível quebra de decoro parlamentar e pede investigação sobre a relação entre o deputado e o empresário. As gravações, divulgadas pelo portal ICL Notícias, foram registradas em 30 de março de 2025. Nos áudios, segundo a representação, Nikolas afirma que gostaria de ter mais “proximidade” com Vorcaro e solicita ajuda ao empresário para o advogado e ex-assessor de gabinete Thiago Rodrigues de Faria. Na conversa, o deputado pede que Vorcaro auxilie na liberação de “um ativo de minério” ligado ao ex-assessor. Bancada aponta uso do mandato para interesse privado No pedido apresentado à Câmara, os parlamentares afirmam que a conduta atribuída a Nikolas pode representar violação dos princípios de moralidade e independência esperados de um representante público. A representação sustenta que o uso da posição parlamentar para facilitar interesses particulares configuraria infração ao Regimento Interno da Câmara e à Constituição Federal. O documento também solicita que, caso existam versões divergentes entre os envolvidos durante a apuração, seja realizada uma acareação entre Nikolas Ferreira e Daniel Vorcaro. Nikolas diz que apenas intermediou contato Antes da apresentação do pedido de cassação, Nikolas afirmou que apenas atendeu a uma solicitação de seu então assessor. Segundo o deputado, ele teria feito uma ponte entre Thiago Rodrigues de Faria e Vorcaro. “Mandei: ‘Ei, Dani. Tem um amigo meu aqui, que é meu advogado e, hoje, é meu assessor, e quer trocar uma ideia com você. Fala com ele, Dani’”, declarou anteriormente. O líder da bancada do Psol na Câmara, deputado Tarcísio Motta (Psol-RJ), afirmou que os áudios justificam a abertura de uma apuração independente. “Nikolas Ferreira passou anos fazendo discursos moralistas, mas agora precisa responder sobre sua proximidade com Daniel Vorcaro e os favores revelados pelas investigações”, afirmou. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterConstituição FederalDeputado FederalPL Partido LiberalPSOLREDE Rede Sustentabilidade Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro 04/09/2026 Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral 05/09/2026 A disputa milionária entre a Loterj e empresa de aliado de Flávio Bolsonaro e Castro 19/08/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026 Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília 10/08/2026 A volta por cima dos irmãos Batista: como donos da JBS saíram da Lava Jato e voltaram aos holofotes, com participação até na diplomacia mundial 09/08/2026 Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato 11/08/2026 Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências 03/09/2026
Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’

Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’ Imagens mostram tapume de madeira no chão, colchonete rasgado e materiais espalhados no Pronto Socorro da Imbetiba. Familiares também relatam mofo, camas danificadas e pia entupida. Por Lavínia Torres | g1 04/09/2026 Imagens mostram más condições no Pronto Socorro da Imbetiba. — Foto: Reprodução Redes Sociais Macaé – Um registro feito por uma moradora de Macaé, no Norte Fluminense, nesta sexta-feira (4), denuncia as condições estruturais de um espaço utilizado para atendimento e espera no Pronto Socorro Municipal da Imbetiba. Nas imagens, aparecem um tapume de madeira no chão, um colchonete rasgado e materiais espalhados pelo ambiente. A autora da gravação, Rosimary Ribeiro de Azevedo, contou que esteve na unidade acompanhando o filho, que é pessoa com deficiência (PCD), para uma consulta com um neurologista. Segundo ela, foi durante a espera pelo atendimento que percebeu a situação. De acordo com Rosimary, outros pacientes também aguardavam no local. Ela reclama da falta de proteção contra o sol e a chuva e questiona as condições oferecidas tanto aos usuários da unidade quanto aos profissionais que trabalham no espaço. “Ficamos esperando no sol, enquanto existem salas e lugares que poderiam estar sendo organizados e limpos. Não só eu, mas outros pacientes também”, afirmou. A moradora também relatou que a profissional responsável pelo atendimento administrativo da área enfrenta as mesmas condições. “A própria profissional de saúde ali, a secretária, não tem um lugar adequado, protegido do sol ou da chuva. Isso é um descaso muito grande”, disse. Familiares de uma paciente que recebeu alta hospitalar nesta sexta-feira, também relataram problemas na estrutura da unidade, como camas enferrujadas e danificadas, presença de mofo e falhas na pintura. Segundo os familiares, a paciente permaneceu internada por 11 dias em um quarto e, durante dois desses dias, a pia ficou entupida. Eles afirmam que, apesar do problema, ela não foi transferida para outro ambiente. O g1 procurou a Prefeitura de Macaé para pedir esclarecimentos sobre as condições estruturais do Pronto Socorro da Imbetiba, os problemas de manutenção apontados por pacientes e acompanhantes e as condições do espaço utilizado para atendimento. A reportagem também questionou se há previsão de obras ou serviços de manutenção na unidade. Até a última atualização desta reportagem, a Prefeitura de Macaé não havia se manifestado. Notícia anteriorPróxima notícia Macaé RJNorte e Noroeste Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’ 04/09/2026 Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses 03/09/2026 Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Marina é hostilizada por homem em ato de campanha de Haddad com mulheres 17/08/2026 Perito de Dark Horse desmente Flávio Bolsonaro: dinheiro do filme ainda não foi explicado 21/08/2026 Chefes de gabinete de Zoe pedem demissão após divulgação de patrimônio 06/08/2026 Mendonça já mapeia votos para abertura de investigação contra Moraes no STF 01/09/2026 Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências 03/09/2026
Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos

Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos Um dos casos aconteceu nesta quinta-feira (3), em uma clínica de saúde mental na Rua Voluntários da Pátria. Outro estabelecimento, na Rua Salvador Corrêa, foi furtado três vezes em 15 dias, segundo a gerente. Por Edson Araújo | g1 04/09/2026 Homem furtando cabos em clinica na cidade de Campos dos Goytacazes — Foto: Reprodução Inter TV Campos dos Goytacazes – Dois estabelecimentos de saúde foram alvo de furtos de cabos e tubulações de aparelhos de ar-condicionado durante as últimas madrugadas em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Um dos casos aconteceu nesta quinta-feira (3), em uma clínica de saúde mental localizada na Rua Voluntários da Pátria, próximo à Secretaria Municipal de Saúde. Imagens de câmeras de segurança mostram a ação de um homem que entra na área externa da clínica durante a madrugada, retira os cabos e a tubulação de um aparelho de ar-condicionado e deixa o local levando o material. Segundo a responsável pelo estabelecimento, a ação durou cerca de três minutos. A psiquiatra Lana Maria, responsável pela clínica, disse que o estabelecimento teve prejuízo e que só nesta quinta-feira tomou conhecimento de outros casos semelhantes na região. “Nós ficamos com prejuízo, isso tem acontecido em várias outras situações, porque as pessoas hoje nos falaram, eu inclusive descobri hoje que está tendo muitos assaltos desse perfil na nossa redondeza.” Ao comentar as imagens, a médica afirmou que, na avaliação dela, o homem aparenta ser usuário de substâncias psicoativas. Ela defendeu que o problema também seja enfrentado por meio de políticas de atendimento e tratamento para pessoas que estejam nessa situação. “Pelo perfil do cidadão que pulou o muro, nos parece ser usuário de substância psicoativa. Então acho que a gente precisa começar a pensar o que pode ser feito para tratar essas pessoas, para que elas possam parar de furtar para fazer uso daquilo que elas comumente fazem.” Lana também cobrou reforço no policiamento ostensivo na região. “Agora precisa ter policiamento ostensivo na redondeza, porque de fato está muito complicado.” Outro caso Na madrugada de segunda para terça-feira, uma clínica odontológica também foi alvo de furto, na Rua Salvador Corrêa, na região central de Campos. O estabelecimento enviou imagens da ocorrência como forma de alerta para comerciantes e moradores. Segundo a gerente da clínica, o local foi alvo de três ocorrências de furto de fios e tubulações de aparelhos de ar-condicionado nos últimos 15 dias, sendo duas delas somente neste mês. Os furtos provocam prejuízo não apenas pela retirada dos materiais. Quando os cabos e tubulações são danificados ou levados, os aparelhos de ar-condicionado deixam de funcionar e precisam passar por reparos. Segurança Procurada, a Polícia Militar informou que mantém o patrulhamento ostensivo na região, com viaturas e motopatrulhas. A Prefeitura de Campos informou que mantém o programa Centro+Seguro, com patrulhamento preventivo da Guarda Civil Municipal entre 22h e 6h. Segundo o município, equipes da Secretaria de Assistência Social e Cidadania também realizam abordagens e oferecem atendimento a pessoas em situação de rua, com encaminhamentos para a rede socioassistencial e unidades de acolhimento. A prefeitura ressaltou que o acolhimento não é compulsório e depende da aceitação da própria pessoa. Notícia anteriorPróxima notícia Campos dos Goytacazes RJGuarda MunicipalNorte e Noroeste FluminensePolícia Militar PM Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos 04/09/2026 Moradora denuncia condições de área de espera em pronto-socorro de Macaé: ‘Ficamos no sol’ 04/09/2026 Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Cury cita em plano de governo doutorado em psicologia que não fez 01/09/2026 Moraes editou contrato de R$ 131 milhões de Viviane Moraes com Vorcaro, indicam registros 01/09/2026 “Liberei mais uma hoje” 01/09/2026 GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves 06/08/2026 Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu 24/08/2026
Tiro atinge para-brisa de ônibus em Maricá

Tiro atinge para-brisa de ônibus em Maricá Veículo estava parado em um ponto de ônibus em Inoã quando foi atingido; ninguém ficou ferido. Por Bianca Chaboudet | g1 04/09/2026 Ônibus é atingido por tiro em Maricá — Foto: Redes Sociais Maricá – Um ônibus da Empresa Pública de Transportes (EPT) de Maricá, na Região Metropolitana do Rio, foi atingido por um tiro no parabrisa, na tarde desta quinta-feira (3). Segundo a Prefeitura, o veículo estava estacionado em um ponto em Inoã durante a troca de turno e não havia passageiros nem motorista dentro do ônibus. Não houve feridos. Ainda de acordo com a administração municipal, o ônibus fazia a linha E26, de Inoã a Itaipuaçu. O veículo foi retirado de circulação e substituído por outro. A EPT informou que registrou um boletim de ocorrência na delegacia de Maricá, que irá investigar o caso. Notícia anteriorPróxima notícia Maricá RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Tiro atinge para-brisa de ônibus em Maricá 04/09/2026 Ministério Público entra na Justiça para cobrar mais vagas em creches e pré-escolas de Cabo Frio 02/09/2026 Clínicas são alvo de furtos de cabos e tubulações de ar-condicionado durante madrugadas em Campos 04/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Correios não deveriam tirar dinheiro da saúde e educação, diz especialista (VIDEO) 30/08/2026 Dark Horse: Eduardo Bolsonaro usa factoide da Veja para encobrir mentira de Flávio sobre “prestação de contas” 27/08/2026 Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana 03/09/2026 Delegados da PF pedem que Gonet se declare impedido em atos no caso Master 05/09/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026
Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências

Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências Documento citado por ministro para pedir investigação contra colega não tem assinatura e se define como ‘sem caráter decisório e sem valor probatório’ Por Aguirre Talento e Carolina Brígido | O Estado de S.Paulo 03/09/2026 Fachada da sede da Polícia Federal em Brasília Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil BRASÍLIA – O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes usou um relatório interno da Polícia Federal que se define como “sem valor probatório” para pedir investigação contra seu colega André Mendonça por abuso de autoridade e interferências indevidas na condução de investigações. O documento citado por Moraes não tem cabeçalho oficial da PF nem é assinado por nenhum delegado. Ao apresentar diversos tópicos sobre a condução dos inquéritos, o relatório cita relatos anônimos dizendo que André Mendonça tentou interferir indevidamente no andamento de acordos de delação premiada da PF na investigação sobre desvios do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Aponta, também sem identificar a fonte, que o ministro disse não confiar na atuação do diretor-geral da PF, Andrei Rodrigues, ou do procurador-geral da República, Paulo Gonet. Sobre Andrei, o relatório de inteligência registrou uma informação de fonte anônima dizendo que na última reunião com a equipe da PF, o ministro André Mendonça teria dito que instaurou procedimento para avaliar eventual afastamento do diretor-geral da corporação por suspeitas de interferências dele na investigação do caso do INSS, que atingiram o filho do presidente Lula. Após apresentar esses relatos anônimos, porém, o próprio relatório faz análises e diz que eles possuem grau de confiança de “baixa a moderada” por se basearem apenas em relatos sem provas documentais. No tópico que analisa a ordem de André Mendonça para a PF produzir um relatório identificando o interlocutor do banqueiro Daniel Vorcaro em conversas apagadas do seu celular, o relatório de inteligência citou que o pedido do relator seria um “ato preliminar defensável e possivelmente devido” para que ele pudesse determinar qual seria a competência do caso. O relatório, porém, afirma que a ordem do ministro para que fosse entregue a íntegra de todas as mensagens dos interlocutores seria um ato indevido de investigação, diante da possibilidade de estar fora de sua competência. O relatório de inteligência diz que André Mendonça já havia perguntado em reuniões com a equipe da PF o que existia no celular de Vorcaro em relação a Alexandre de Moraes. O relatório, porém, contradiz uma conclusão apontada por Moraes em sua decisão, a de que o documento indicaria um direcionamento indevido das investigações contra os nomes de cinco ministros do STF. Os nomes desses ministros são citados no relatório de inteligência sob outros contextos. O relatório, pelo contrário, diz por exemplo que as suspeitas apresentadas pela Polícia Federal contra o relacionamento de Dias Toffoli com Vorcaro era grave e não foi alvo de apuração no STF. Afirma também que André Mendonça manifestou preocupação com acusações infundadas contra Kassio Nunes Marques. Essas menções aos ministros, porém, foram todas classificadas pelo próprio relatório como de confiabilidade baixa. Notícia anterior Fraudes no INSSPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências 03/09/2026 Mendonça decide deixar sociedade em instituto privado que virou alvo de questionamentos 03/09/2026 Flávio Bolsonaro diz que fez duas filhas mulheres para ser cuidado na velhice 05/08/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira 05/08/2026 Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial 26/08/2026 Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno (VIDEO) 09/08/2026 Canabidiol, lobby e minuta de contrato: o que revelam as mensagens de Marcola e amiga de Lulinha 19/08/2026 Flávio Bolsonaro diz que fez duas filhas mulheres para ser cuidado na velhice 05/08/2026
Moraes aponta indícios de crime de Mendonça e pede que Fachin tome providências

Moraes aponta indícios de crime de Mendonça e pede que Fachin tome providências Segundo ministro, documentos produzidos pela PF apontam atuação indevida de relator do caso Master em investigações Por Mariana Muniz e Pepita Ortega | O Globo 03/09/2026 Os ministros André Mendonça e Alexandre de Moraes em sessão no STF após revelação de mensagens com Vorcaro. — Foto: Evaristo Sa / AFP Brasília – O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou nesta quinta-feira ao presidente da Corte, Edson Fachin, relatórios de inteligência da Polícia Federal (PF) que apontam supostas irregularidades cometidas pelo ministro André Mendonça na condução das investigações Compliance Zero, que apura fraude ao sistema financeiros, a Sem Desconto, sobre desvios ilegais de aposentadorias. Na decisão, Moraes afirma haver “fortes indícios” da prática de improbidade administrativa, abuso de autoridade e crime de responsabilidade pelo colega. Na decisão, tomada no chamado inquérito das Fake News, Moraes determina o envio de toda a documentação citada a Fachin “para as providências que entender necessárias”. O ministro também retirou o sigilo da decisão e dos documentos e determinou que a Procuradoria-Geral da República (PGR) seja cientificada. Segundo Moraes, os documentos produzidos pela PF apontam três principais frentes de atuação irregular de Mendonça: a suposta usurpação da direção das investigações, com prejuízo à cadeia de custódia das provas; a participação indevida em tratativas de colaboração premiada; e o direcionamento de investigações contra o próprio Moraes e contra o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), por razões que os relatórios atribuem a motivações pessoais e políticas. A decisão de Moraes de apontar suspeitas de crimes envolvendo o colega de Corte ocorre três dias após Mendonça ter enviado à PGR um relatório com mensagens do banqueiro Daniel Vorcaro, do Master. Os diálogos apontam que o executivo pediu orientações a Moraes na véspera de ser preso, em novembro do ano passado. Também são citados o procurador-geral da República, Paulo Gonet, e o diretor-geral da Polícia Federal (PF), Andrei Rodrigues. Como resposta, Moraes determinou, em 1º de setembro, que Andrei encaminhasse ao Supremo relatórios de inteligência que contivessem citações a integrantes da Corte. A medida foi adotada após notícias sobre a existência de documentos da corporação envolvendo eventuais atos destinados, segundo o ministro, a direcionar a produção de provas para uma falsa imputação de crimes a ministros do STF. Outro eixo da decisão trata da atuação de Mendonça em negociações de colaboração premiada. Moraes cita que a legislação proíbe a participação do juiz nas tratativas entre as partes e reproduz relatório no qual a PF afirma que o ministro teria adotado “comportamento participativo” nas negociações tanto da Sem Desconto quanto da Compliance Zero. Segundo o documento, Mendonça teria perguntado reiteradamente sobre o estágio das negociações e os elementos apresentados por potenciais colaboradores, além de relatar contatos com advogados envolvidos nas tratativas. O relatório da PF reproduzido pelo ministro diz ainda que Mendonça teria demonstrado interesse na abertura de uma investigação formal contra Moraes e solicitado “mais de uma vez” que a equipe policial apresentasse alguma provocação nesse sentido. Moraes afirma que nem a PF nem a PGR encontraram fatos que configurassem infração penal de sua parte, mas sustenta que Mendonça teria insistido na apuração. “Como nem a Polícia Federal, nem a Procuradoria-Geral da República encontraram qualquer fato que pudesse constituir infração penal por parte do Ministro Alexandre de Moraes, o Ministro relator, André Mendonça, reiterou suas condutas de incriminá-lo, direcionando as investigações […]”, afirma Moraes. No despacho proferido no inquérito das Fake News, o ministro do STF lembrou que a investigação foi aberta em 2019, para investigar “notícias fraudulentas, denunciações caluniosas, ameaças e infrações que atingem a honorabilidade e a segurança” do STF. Além disso, segundo Moraes, o inquérito apura “o vazamento de informações e documentos sigilosos, com o intuito de atribuir e/ou insinuar a prática de atos ilícitos por membros da Suprema Corte, por parte daqueles que têm o dever legal de preservar o sigilo”. Fachin dá prazo para explicações Também nesta quinta-feira, o presidente do STF, Edson Fachin, abriu um procedimento para esclarecer pontos levantados pela Procuradoria-Geral da República (PGR) na condução da investigação envolvendo o caso Master. Em despacho nesta quinta-feira, Fachin deu prazo de cinco dias úteis para que Moraes, o procurador-geral da República e o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, prestem informações. Na decisão, Fachin afirma que a medida é necessária para avaliar um pedido feito por Mendonça de submeter ao plenário da Corte a análise de um relatório produzido pela PF que cita troca de mensagens entre o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e Moraes. Os diálogos apontam relação de proximidade entre os dois e que o executivo pediu orientações ao magistrado na véspera de ser preso, em novembro do ano passado. A PGR, contudo, se manifestou pela nulidade das informações levantadas pela PF por, na visão do órgão, não ter seguido o rito previsto na legislação. Um dos argumentos é que Mendonça não poderia, por iniciativa própria, ter determinado a produção do relatório. Além disso, afirma que a investigação de um ministro da Corte precisaria de aval prévio do plenário do tribunal, o que não ocorreu. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Moraes aponta indícios de crime de Mendonça e pede que Fachin tome providências 03/09/2026 Moraes usou relatório interno da PF ‘sem valor probatório’ para acusar Mendonça de interferências 03/09/2026 Mendonça decide deixar sociedade em instituto privado que virou alvo de questionamentos 03/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. 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Doação a Bolsonaro e Tarcísio foi propina negociada com Kassab, diz Vorcaro

Doação a Bolsonaro e Tarcísio foi propina negociada com Kassab, diz Vorcaro O ex-banqueiro Daniel Vorcaro afirma em sua proposta de delação premiada que a doação de R$ 5 milhões para as campanhas de Tarcísio de Freitas (Republicanos) e Jair Bolsonaro (PL) na campanha de 2022 têm origem em negociação de propina. Por Fabio Serapião, Natália Portinari, Artur Rodrigues e Cézar Feitoza | UOL 03/08/2026 Vorcaro, Kassab, Bolsonaro e Tarcísio Imagem: Fotos Rubens Cavallari e Pedro Ladeira/Folhapress; Diego Herculano e Adriano Machado/Reuters Na campanha de 2022, Tarcísio recebeu R$ 2 milhões e Jair Bolsonaro R$ 3 milhões em doações de Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro e um dos investigados na operação Compliance Zero. De acordo com Daniel Vorcaro, essas doações foram “contrapartidas financeiras” pagas após um “ajuste indevido com Gilberto Kassab para a manutenção do Credcesta no governo Tarcísio”. O Credcesta é um cartão de crédito consignado para servidores públicos operado pela PKL One Participações, empresa associada ao Master e ligada a parentes de Augusto Lima, sócio de Vorcaro. Em março de 2022, o Governo de São Paulo, sob comando de João Doria (então no PSDB), autorizou que empresas como a PKL oferecessem crédito consignado aos servidores públicos paulistas civis e militares, inativos e reformados, por meio de cartão de benefício. Em julho daquele ano, já no governo Rodrigo Garcia, o Credcesta iniciou a operação. Rapidamente, tornou-se um dos principais negócios para o grupo de Daniel Vorcaro. “Com a eleição de 2022 em São Paulo e a ascensão de Tarcísio de Freitas como provável vencedor, Augusto Lima, responsável pelas articulações de expansão do Credcesta, buscou garantir a continuidade do negócio junto ao Governo do Estado de São Paulo”, diz trecho da delação. Augusto Lima era responsável pela operação do Credcesta dentro do banco. Na versão de Vorcaro, para garantir a continuidade do negócio na gestão Tarcísio, Lima se aproximou de Gilberto Kassab, à época apoiador da campanha e depois secretário de Governo de Tarcísio. Nesse cenário, Vorcaro diz ter sido informado por Augusto Lima do “ajuste indevido” com Gilberto Kassab (PSD) que previa as contrapartidas financeiras. Kassab apoiou a candidatura de Tarcísio e, com sua vitória na eleição, foi nomeado Secretário de Governo de São Paulo. Hoje, é candidato a vice-presidente na chapa de Ronaldo Caiado. Tarcísio disse por meio de nota que “nunca teve qualquer contato ou relação com Daniel Vorcaro e não tem conhecimento do fato mencionado pela reportagem” (leia a íntegra ao final do texto). Já Kassab afirmou que o relato é “absolutamente fantasioso” e não tem “qualquer sustentação factual”. Ele admitiu conhecer Augusto Lima, mas nega ter tratado com ele de doações de Vorcaro (leia mais abaixo). Procurado, Augusto Lima disse que não vai comentar. O relato foi mantido nas três versões da delação de Daniel Vorcaro apresentadas às autoridades. Todas foram negadas pela PF e pela Procuradoria-Geral da República sob a justificativa de ausência de ineditismo e de elementos de corroboração. Na última semana, Vorcaro pediu para depor ao gabinete do ministro André Mendonça, relator da Compliance Zero no Supremo Tribunal Federal (STF). Na audiência, ele disse novamente ter interesse em delatar, mas a PGR novamente negou a proposta, argumentando que ele não trouxe fatos novos. Retorno sobre a operação O CredCesta era o principal ativo do Banco Master. Segundo a delação de Vorcaro, manter e expandir o produto em cada novo estado ou governo exigia o pagamento de vantagens a políticos e operadores locais. O acordo com Kassab previa o repasse de 5% do resultado líquido da operação do Credcesta em São Paulo e, também, contribuições para campanhas políticas para o PSD e outros partidos ligados a ele, segundo Vorcaro contou na proposta de delação. “O pagamento relacionado à doação eleitoral seria inicialmente realizado integralmente em dinheiro. Todavia, Gilberto Kassab ou seus interlocutores informaram a Augusto Lima que precisaria cumprir um compromisso com partidos políticos parceiros e angariar recursos, mas, que, neste caso, os partidos parceiros somente aceitariam doações oficiais”, diz trecho da delação. Na proposta de delação, Vorcaro então lista as “doações eleitorais exigidas em contrapartida à continuidade do programa Credcesta no Estado de São Paulo”. São elas: doação formal no valor de R$ 5 milhões, sendo R$ 2 milhões para a campanha de Tarcísio de Freitas e R$ 3 milhões para a campanha de reeleição de Jair Bolsonaro; doações informais (caixa dois) de cerca de R$ 10 milhões, mediante pagamento em espécie, para pessoas interpostas de Gilberto Kassab, entregues por Thiago Botelho, o Papel. A informação era de que esse valor em espécie seria destinado às campanhas do próprio partido de Kassab, o PSD. Vorcaro afirma ter acionado Fabiano Zettel para as doações do “item a”, destinadas a Tarcísio de Freitas e Jair Bolsonaro. “Isso ocorreu por solicitação de Augusto Lima, que informou ao Colaborador que sua relação próxima com políticos do Partido dos Trabalhadores (PT) o impedia de doar oficialmente a adversários”, diz trecho da delação. Sobre Zettel, Vorcaro afirma que ele não tinha “conhecimento das reais motivações do pagamento”. Mas como Zettel “tinha interesses ideológicos afeitos ao dos candidatos” não se importou em realizar repasses se valendo de valores oriundos de negócios que tinha em sociedade com o banqueiro. Ainda segundo Vorcaro, tanto a doação formal quanto o pagamento de caixa dois foram realizados e a contrapartida prometida pelo grupo político vinculado a Gilberto Kassab se concretizou, com a relação do Credcesta no Governo do Estado de São Paulo mantida pelo Master por mais de um ano. Somente em 9 de dezembro de 2024, Tarcísio editou o Decreto n° 69.126/2024, que ampliou o mercado de crédito consignado para servidores públicos para outras instituições. Sobre os fatos narrados, Gilberto Kassab disse refutar o relato de Vorcaro com veemência. “Nunca tratei de doações com Augusto Lima ou Daniel Vorcaro. Aliás, não tenho qualquer relação com Daniel Vorcaro, nunca falei com ele, pessoalmente ou por telefone. Conheço Augusto Lima e Thiago Botelho, mas nunca tratei sobre o Credcesta. Não participei ou recebi nenhuma doação de Vorcaro, de Lima, ou Botelho. Nunca recebi valores em espécie. São relatos que desconheço a origem e que não têm qualquer sustentação factual”.
Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses

Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses Motoristas enfrentam buracos e acúmulo de água; DER-RJ promete retomada das intervenções em setembro. Por Yuri Ramos | g1 03/09/2026 Estrada dos Ceramistas espera retomada de obras de recuperação — Foto: Phelipe Soares Campos dos Goytacazes – A recuperação da RJ-238, conhecida como Estrada dos Ceramistas, que liga a BR-101 à Baixada Campista, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense, está paralisada e com a entrega atrasada um ano e quatro meses. São cerca de doze quilômetros da rodovia que precisam receber serviços de pavimentação, drenagem e sinalização. As obras iniciaram no fim de agosto de 2024 e o prazo inicial para a conclusão era de oito meses. O Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ) informou que têm previsão de retomada em setembro deste ano e que já conduz os procedimentos necessários para a continuidade das intervenções. Atualmente motoristas relatam buracos e pontos com acúmulo de água ao longo da estrada, situação que piora com a chuva, pois a água encobre os buracos, dificultando a identificação das irregularidades na pista. Em nota, o DER-RJ informou que já fez o empenho dos valores destinados à obra. Segundo o órgão, a empresa contratada agora vai mobilizar a equipe para que os trabalhos possam recomeçar. Após as chuvas, equipes do departamento avaliam as condições do trecho e os pontos que exigem atenção. Ainda segundo o DER-RJ, as medidas necessárias são adotadas para garantir a segurança e o tráfego dos usuários. Notícia anteriorPróxima notícia Campos dos Goytacazes RJDepartamento de Estradas de Rodagem DERNorte e Noroeste Fluminenserodovia RJ-238 Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Obras da RJ-238 em Campos estão paralisadas e atraso já soma um ano e quatro meses 03/09/2026 Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana 03/09/2026 Grupo armado abre buraco em muro, rende vigilante e acessa cofre de supermercado em Campos 02/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Flávio se nega a explicar novo repasse de US$ 1,6 milhões de Vorcaro para financiar ‘Dark Horse’ 01/09/2026 Eleição suplementar de Itaguaí tem três candidatos 22/08/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 Mendonça decide deixar sociedade em instituto privado que virou alvo de questionamentos 03/09/2026 Xadrez de Mendonça 4: o contrato do ITER com o Tribunal de Justiça do Amazonas 26/08/2026
Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana

Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana Problema fica no trecho entre os distritos de Barra do Pirapetinga e Calheiros. Segundo moradores, a sinalização no local é considerada insuficiente. Por Diego Varsi | g1 03/09/2026 Trecho de desmoronamento avança pela RJ-230 em Bom Jesus do Itabapoana — Foto: Diego Varsi Bom Jesus do Itabapoana – Um desmoronamento às margens da RJ-230 avança sobre a pista e preocupa moradores e motoristas que circulam pelo trecho entre os distritos de Barra do Pirapetinga e Calheiros, em Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense. Parte de uma encosta cedeu e uma grande quantidade de terra e pedras se desprendeu do barranco. Em um dos pontos, o material chegou até a margem da pista. No local há sinalização indicando o desvio, mas, segundo os moradores, ela é considerada insuficiente diante das condições do trecho. Existe apenas uma pequena placa com uma seta orientando os motoristas. O desmoronamento está situado próximo a uma curva, o que exige atenção redobrada de quem trafega pela rodovia. Segundo moradores e usuários frequentes da rodovia, o problema persiste há anos sem uma solução definitiva. A proximidade do período de chuvas intensifica a preocupação com a possibilidade de novos desprendimentos de terra e pedras da encosta. Nota do DER-RJ O Departamento de Estradas de Rodagem do Rio de Janeiro (DER-RJ) informou que realizou, juntamente com a Defesa Civil, o levantamento no trecho da RJ-230 entre Calheiros e Rosal, em Bom Jesus do Itabapoana, e mantém em andamento os estudos técnicos para definir as intervenções necessárias. Essa etapa integra o processo para contratação dos serviços no local. Durante o andamento do processo , o DER-RJ segue acompanhando as condições do trecho e adotando as medidas necessárias para preservar a segurança e a trafegabilidade da RJ-230. Notícia anteriorPróxima notícia Bom Jesus do Itabapoana RJDefesa CivilDepartamento de Estradas de Rodagem DERNorte e Noroeste Fluminenserodovia RJ-230 Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Desmoronamento às margens da RJ-230 avança pela estrada em Bom Jesus do Itabapoana 03/09/2026 Grupo armado abre buraco em muro, rende vigilante e acessa cofre de supermercado em Campos 02/09/2026 Moraes trocou de celular usado em conversa com Vorcaro durante investigação 02/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ronnie Lessa dá primeira entrevista da prisão e detalha assassinato de Marielle Franco 31/08/2026 Exclusivo: Mendonça pede à PGR informações sobre mensagem de Vorcaro a Moraes que cita “proteção” de Gonet e Andrei 01/09/2026 Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada 20/08/2026 Flávio Bolsonaro não relatou nenhum projeto em 2026 17/08/2026 Mendonça ouve PGR sobre mensagens em que Vorcaro pede proteção a Alexandre de Moraes 01/09/2026