Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai

Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai

Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai Empresa faz “gestão política, incluindo atividades de relacionamento com filiados, cadastramento de novos integrantes da legenda, orientação partidária e gestão política” Por Lázaro Thor e Pablo Rodrigo | ICL Notícias 17/07/2026 O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL) O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), utilizou dinheiro do fundo eleitoral para pagar a empresa que pertence ao seu pai, a  Moumers e Moumers Consultoria Ltda., entre 2024 e 2026. Manoel Abilio Moumer Ribeiro, o pai do prefeito, recebeu R$ 168 mil do Diretório Estadual do Partido Liberal em Mato Grosso através da empresa. A Moumers Consultoria foi criada em janeiro de 2024 e passou a prestar serviços para o PL em março do mesmo ano. Segundo as notas fiscais emitidas, a empresa presta serviços de “gestão política, incluindo atividades de relacionamento com filiados, cadastramento de novos integrantes da legenda, orientação partidária e gestão política”. A maioria das notas fiscais foram emitidas seguindo um padrão sequencial da nota fiscal número 1 até a nota fiscal número 23, o que indica probabilidade de que o PL seria o principal cliente oficial da empresa do pai de Abilio. Os pagamentos à empresa de Manoel Abilio Moumer somaram R$ 77 mil em 2024, R$ 84 mil em 2025 e mais R$ 7 mil em 2026. Abilio não é o único que usou o PL para contratar parentes. O presidente estadual da sigla, Ananias Filho, atual secretário de Governo do prefeito, contratou a empresa denominada D’Moura & Lanhes Sociedade de Advogados, que tem como sócio o advogado Gilmar D’Moura, seu irmão. D’Moura & Lanhes recebeu R$ 545 mil entre 2024 e junho deste ano por serviços técnico-profissionais de consultoria jurídica. Foram R$ 252 mil em 2024, R$ 272 mil em 2025 e outros R$ 21 mil em 2026, até o fechamento parcial das contas. Os pagamentos aparecem nas prestações de contas em um período em que o PL de Mato Grosso recebeu mais de R$ 7 milhões em recursos do Fundo Partidário. Entre 2024 e junho de 2026, a legenda arrecadou R$ 6.958.375,70, dos quais a maior parte teve origem na Direção Nacional do partido. Enquanto o PL transferia dinheiro do fundo partidário para parentes dos políticos bolsonaristas de Mato Grosso, o partido deixava de cumprir com regras de incentivo a participação de mulheres e de negros na política. Em decisão do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT) de abril deste ano ficou determinado que o PL recolha R$ 15 mil ao Tesouro Nacional e transfira R$ 68 mil em conta específica destinada à promoção e difusão da participação política das mulheres, em razão de não ter feito os investimentos suficientes nesta área determinados pelo Tribunal Superior Eleitoral. Em decisão de abril deste ano do TSE, o PL de Mato Grosso também foi condenado a devolver R$ 194 mil por não aplicar recursos mínimos do fundo partidário em candidaturas negras nas eleições de 2024. Outro lado A reportagem procurou o prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini, e sua assessoria de imprensa. Em nota, a assessoria respondeu o seguinte: “A respeito dos questionamentos, esclarecemos que o senhor Manoel Abílio Moumer Ribeiro presta serviços ao Diretório Estadual do PL de Mato Grosso na condição de pessoa jurídica (PJ), com atuação regular e cumprimento das atividades para as quais foi contratado desde 2024. Os valores mencionados na reportagem não correspondem a um pagamento único, mas ao somatório das remunerações referentes a mais de dois anos de prestação de serviços, devidamente formalizadas por meio da emissão das respectivas notas fiscais. Não há qualquer irregularidade na contratação ou nos pagamentos realizados. O senhor Manoel Abílio exerce suas atividades de forma efetiva, cumpre as atribuições contratadas e é remunerado pelos serviços prestados, conforme previsto na modalidade de contratação adotada”. A reportagem do ICL Notícias procurou entrou em contato com o presidente estadual do PL, Ananias Filho, que afirmou que o pai do prefeito presta serviços partidários desde 2024 e que não há impedimento em sua contratação. “Ele presta serviço diariamente dentro do PL. Ele auxilia a presidência em várias ações, incluindo viagens”, disse. O pai do prefeito, Manoel Moumer, também foi procurado, mas não respondeu à solicitação. Notícia anterior Cuiabá MTFundo PartidárioPL Partido LiberalPrefeitoTRE-MTTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026 “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle 15/07/2026 Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga A obra sem fim de Tarcísio no ABC Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara

Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme

Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme

Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme Município onde deputado faria vistorias técnicas informou não ter registros da presença dele em eventos Por Amanda Audi | Agência Pública 17/07/2026 Jim Caviezel, intérprete; Mario Frias, ator e produtor; e Cyrus Nowrasteh, diretor de “Dark Horse” – Foto: Reprodução/Redes Sociais Mario Frias Em 21 de outubro de 2025, aconteceu uma das gravações do filme Dark Horse, a cinebiografia de Jair Bolsonaro. A locação foi o Hospital Indianópolis, em São Paulo, para cenas no corredor da UTI. Segundo o documento com informações da diária, obtido pela Agência Pública, contendo todos os integrantes da equipe no dia, o deputado federal Mário Luís Frias (PL-SP) aparece como “produtor executivo”.  Neste mesmo dia, 21 de outubro, Frias informou à Câmara dos Deputados que estaria mesmo em São Paulo, mas com outro objetivo que não o filme: iria começar uma viagem oficial para “participar em debates sobre implantação de escolas cívico-militares”.  A missão teria duração de três dias, entre 21 e 23 de outubro, enquanto ocorriam as gravações de Dark Horse. No entanto, não há registro nas redes sociais do deputado e nem fontes abertas que ele tenha participado de debates sobre o tema naqueles dias. Durante o período das filmagens, entre outubro e dezembro de 2025, Frias foi autorizado pela Câmara a realizar três viagens oficiais, segundo informações obtidas pela Agência Pública via Lei de Acesso à Informação.  Entre 29 e 31 de outubro, ele informou que viajaria à Itirapina, no estado de São Paulo, para “vistorias técnicas em equipamentos esportivos”. No entanto, a Secretaria Municipal de Esportes e Lazer do município informou, em nota, que “não possui registros ou relatório oficial contendo informações sobre eventual vistoria, inspeção ou agenda realizada pelo deputado federal Mário Frias no período mencionado”.  Outra missão informada à Câmara pelo deputado teria sido à São Caetano do Sul, também em São Paulo, para realizar “vistorias técnicas nas Unidades Culturais do Município” entre 3 e 6 de novembro do mesmo ano. A prefeitura de São Caetano do Sul não respondeu se o deputado cumpriu a visita. Não encontramos registros dela nas páginas e redes oficiais do município. Apesar de Frias ser bastante ativo nas redes sociais, também não identificamos nenhum registro dessas atividades em suas páginas.  As viagens oficiais se concentraram em um intervalo de 17 dias, todas dentro do estado de São Paulo, onde ocorreram boa parte das gravações do filme. Segundo a Câmara, elas não tiveram custos aos cofres públicos. Nos dias 22, 29 e 30 de outubro e 3 e 4 de novembro houve sessões de votação na Câmara. A ausência de Frias foi justificada por ele estar em missão autorizada. Uma pessoa que participou da gravação de Dark Horse disse à Pública que costumava ver Frias no set, mas não lembra exatamente das datas. Segundo a Folha de S.Paulo, fontes que trabalharam no longa afirmaram que ele esteve presente “praticamente todo dia” durante a produção. Ainda de acordo com a reportagem, em pelo menos uma ocasião, em 25 de novembro, ele foi escalado como ator no longa no mesmo dia em que registrou presença no plenário da Câmara, em Brasília. Frias foi procurado para falar sobre as missões oficiais e a presença nas gravações do filme, mas não retornou até a publicação desta reportagem. Mário Frias é o autor da história original que deu origem ao filme. A Pública já mostrou que os laços do político com Karina da Gama, sócia da Go Up Entertainment, que produziu o filme, remontam a 2022. Ela e o então marido participaram de reuniões com Frias enquanto ele era secretário da Cultura da gestão Bolsonaro em quatro ocasiões naquele ano.  Em 2023, já como deputado federal, Frias manteve contrato de prestação de serviço com uma empresa do ex-marido de Gama. Ele também foi responsável por dois convênios com entidades ligadas à Gama via emenda parlamentar assinados em 2024: o Instituto Conhecer Brasil recebeu R$ 1 milhão via Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação para uma ação de letramento digital e R$ 1 milhão para implantar o Projeto Lutando Pela Vida, de artes marciais, no estado de São Paulo. Os contratos seguem vigentes. Em maio deste ano, outra missão oficial comunicada por Frias à Câmara chamou a atenção do Supremo Tribunal Federal (STF). Oficiais de Justiça tentaram notificar o deputado sobre uma ação que apura o repasse de emendas parlamentares a organizações ligadas à produção de Dark Horse, mas descobriram que ele estava fora do Brasil.  Segundo ofício apresentado à Câmara, Frias passou pelo Bahrein, para discutir oportunidades de investimento, e em Dallas, nos Estados Unidos, a convite do grupo bolsonarista Yes Brazil USA, como a Pública mostrou. Na época, a Câmara informou que o deputado fez as viagens antes de receber autorização. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalItirapina SPLei de Acesso à Informação LAIPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSão Caetano do Sul SPSão Paulo SPSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme 17/07/2026 Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026 “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC

PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar

PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar

PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar Segundo a PF, os elementos reforçam a suspeita de uma relação entre Bacellar e o grupo do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho. Por Gabriela Moreira, Adriana Cruz e Leslie Leitão | RJ2 17/07/2026 Segundo a PF, o principal elo entre Bacellar e o grupo de Adilsinho é um Mercedes-Benz blindado encontrado na casa do ex-presidente da Alerj — Foto: Reprodução Relatório da Polícia Federal aponta que um carro de luxo encontrado na casa do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar e o uso de um jatinho por integrantes da família dele fazem parte de um conjunto de indícios de supostas vantagens colocadas à disposição do político por pessoas e empresas ligadas ao grupo investigado na 5ª fase da Operação Unha e Carne. Segundo a PF, os elementos reforçam a suspeita de uma relação entre Bacellar e o grupo do bicheiro Adilson Oliveira Coutinho Filho, o Adilsinho, apontado pelos investigadores como líder de uma organização criminosa que atuava em esquemas de corrupção, lavagem de dinheiro e financiamento de agentes públicos. Um dos episódios destacados pela investigação envolve uma Mercedes-Benz GLE 400 blindada encontrada na residência de Bacellar, em Teresópolis, durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão, em dezembro do ano passado. De acordo com o relatório, quando os policiais chegaram ao imóvel, o veículo estava estacionado na garagem e o caseiro informou que o automóvel seria “da casa”. Ao consultar os registros do Detran, porém, a PF verificou que o carro estava registrado em nome da Race Car Automóveis Ltda, uma empresa pertencente a Igor Alexandre Pelaes Rodrigues, filho do empresário Marcos Alexandre Barros Rodrigues. Segundo a investigação, Marcos Alexandre é ligado a seis empresas apontadas como utilizadas pelo grupo de Adilsinho para movimentar recursos e abastecer financeiramente agentes políticos. A Polícia Federal também afirma que, sete dias após a deflagração da Operação Unha e Carne, houve uma alteração societária Race Car. Para os investigadores, a mudança teve o objetivo de desvincular o veículo apreendido com Bacellar dos operadores financeiros do grupo, o que é tratado no relatório como um possível ato de obstrução da Justiça e destruição de provas. Viagens em aeronaves Outro ponto destacado pela investigação é o suposto uso de aeronaves colocadas à disposição de Bacellar e de familiares. Segundo a PF, uma das aeronaves foi utilizada pela esposa do então presidente da Alerj em uma viagem que partiu do Aeroporto de Jacarepaguá. O RJ2 apurou que, naquele dia, o avião registrou plano de voo com saída do Rio de Janeiro para Campos dos Goytacazes, retornando à capital fluminense no mesmo dia. A aeronave pertence à empresa GPC Soluções em Saúde Ltda. De acordo com o Registro Aeronáutico Brasileiro (RAB), da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), o avião não possui autorização para operar serviço de táxi aéreo. A investigação aponta ainda que a empresa mantém três contratos com a Fundação Saúde do Estado do Rio de Janeiro, todos firmados por dispensa de licitação, que somam R$ 60,3 milhões. Para a Polícia Federal, a disponibilização de uma aeronave para uso privado da família do então presidente da Alerj por uma empresa que recebe recursos públicos estaduais representa um “elemento indiciário relevante” de possível recebimento de vantagem indevida, conflito de interesses e ocultação de benefício econômico. Ligação com grupo investigado Os dois episódios — o carro de luxo encontrado na residência de Bacellar e o uso da aeronave — são apresentados pela PF como parte do conjunto de elementos que, segundo os investigadores, demonstram a influência do grupo de Adilsinho sobre agentes públicos e a concessão de benefícios a pessoas ligadas ao esquema. A investigação sustenta que empresários próximos ao bicheiro utilizavam empresas e patrimônio para atender interesses da organização criminosa, inclusive por meio da oferta de bens e serviços de alto valor. O que diz a defesa A defesa de Rodrigo Bacellar afirmou que “está cabalmente demonstrado” que o ex-presidente da Alerj “não possui mínima vinculação com os fatos apurados” e que a instrução processual comprovará sua inocência. Os advogados também afirmaram que, após a deflagração da 5ª fase da Operação Unha e Carne, não tiveram acesso ao processo nem conseguiram falar com o cliente após sua transferência para uma penitenciária federal, situação que classificaram como “absurda” e “ilegal”. Rodrigo Bacellar foi transferido no início do mês para a Penitenciária Federal de Brasília por decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Na decisão, Moraes afirmou que havia indícios de que o ex-deputado recebia tratamento privilegiado no sistema prisional do Rio, incluindo acesso a telefones celulares. A defesa de Adilsinho negou qualquer relação com gráficas e disse que jamais fez pagamentos a agentes públicos ou políticos. O RJ2 não teve retorno de Igor e Marcos Alexandre Rodrigues. A GPC Soluções em Saúde disse que não tem contratos ativos com o estado, já que foi afastada por decisão unilateral da Fundação Saúde em março desse ano. Declarou ainda que as contratações com a Fundação Saúde resultaram exclusivamente de licitações públicas vencidas com menor preço, sem qualquer relação com vantagem indevida ou favorecimento. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJANAC Agência Nacional de Aviação CivilCampos dos Goytacazes RJDeputado EstadualDetranNorte e Noroeste FluminensePolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRegião Serrana e Centro Sul FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTeresópolis RJUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF aponta Mercedes e voos em jatinho como benefícios usados por grupo ligado a Bacellar 17/07/2026 Dark Horse: Frias declarou missões oficiais sem registros durante gravações do filme 17/07/2026 Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai 17/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Abilio Brunini usa R$ 168 mil do fundo partidário para pagar empresa do próprio pai RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com

Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

Pré-candidato a presidente pelo PRTB é réu na Justiça Eleitoral de SP por violência política e associação criminosa A pedido do MP, o Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro expediu 10 mandados de busca e apreensão em endereços relacionados aos denunciados Por Jonatas Martins e Roberta Camargo | CNN Brasil 16/07/2026 Deputado estadual Rafael Nobre Brasília e Rio de Janeiro – O Ministério Público do Rio de Janeiro denunciou dez pessoas pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. Entre os acusados, está o deputado estadual Rafael Nobre. Durante cumprimento de mandato de busca e apreensão na casa do parlamentar, foram encontrados R$ 21 mil. A Alerj (Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro) confirmou que também foram realizadas buscas no gabinete de Rafael Nobre na manhã desta quinta-feira (16). Outro alvo foi o vereador de São João do Meriti Julio Ricardo dos Santos, conhecido como Magrão Nobre. Os investigadores apreenderam R$ 45 mil na casa dele. Ao todo, o TJRJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro) autorizou o cumprimento de mandados de busca e apreensão em vários endereços relacionados aos investigados. Os órgãos ainda buscam o ressarcimento dos danos causados aos cofres públicos. Em nota, a Alerj reiterou que atua com austeridade e compromisso: “A Casa reforça seu compromisso com a transparência e coloca-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações”. A acusação do MP aponta a existência de um esquema estruturado para direcionar contratos públicos e desviar recursos por meio de empresas controladas de forma oculta. A denúncia foi oferecida pelo procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antonio José Campos Moreira. A defesa de Rafael Nobre divulgou uma nota e negou que seu cliente tenha praticado crimes. “A defesa de Rafael Nobre esclarece que as medidas cumpridas nesta data têm natureza exclusivamente investigatória e não há qualquer relação que vincule o parlamentar aos fatos investigados. Sua inocência ficará demonstrada nos autos.” A Prefeitura de São João de Meriti também enviou nota. No texto, salienta que a apuração dos fatos é de responsabilidade exclusiva da Justiça, que deverá avaliar todos os elementos de forma imparcial, respeitando o princípio da presunção de inocência. Notícia anteriorPróxima notícia MP-SPPRTBTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas 15/07/2026 Ex-prefeito que falou em ‘guilhotina’ para Moraes fecha acordo para encerrar ação 14/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Lista encontrada na casa do bicheiro Adilsinho reúne 61 políticos do RJ e indica movimentação de R$ 20 milhões PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto

Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO)

Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO)

Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado Coletivos tiveram as chaves retiradas e foram atravessados na Gardênia Azul e no Anil, na Zona Sudoeste, segundo o Rio Ônibus. Por Genilson Araújo | Rj1 16/07/2026 Ônibus teve a chave retirada e foi usado como barricada na Zona Sudoeste do Rio — Foto: Reprodução Três ônibus foram usados como barricadas, na manhã desta quinta-feira (16), em vias da Zona Sudoeste do Rio, segundo o Rio Ônibus. De acordo com a entidade, os coletivos tiveram as chaves retiradas e foram deixados atravessados na Estrada do Engenho D’Água, no Anil, e na Avenida Tenente-Coronel Muniz de Aragão, na altura da Praça da Gardênia Azul. Além dos veículos, barricadas em chamas também foram colocadas nas vias da região. Segundo a Polícia Militar, policiais do 18º BPM faziam um patrulhamento na Gardênia Azul após receberem uma denúncia de tráfico de drogas quando localizaram e prenderam dois suspeitos. Com a dupla, foram apreendidos entorpecentes. Ainda de acordo com a corporação, em represália à ação policial, criminosos incendiaram objetos e bloquearam vias da região. Por causa da ocorrência, 10 linhas de ônibus precisaram alterar os itinerários. São elas: 368 – Riocentro x Candelária; 829 – Gardênia Azul x Freguesia; 861 – Rio das Pedras x Curicica; 862 – Rio das Pedras x Barra da Tijuca; 863 – Rio das Pedras x Barra da Tijuca; SV863 – Rio das Pedras x Barra da Tijuca; 880 – Rio das Pedras x Terminal Alvorada; 932 – Gardênia Azul x Tanque; 987 – Gardênia Azul x Pechincha; 2110 – Gardênia Azul x Castelo Segundo o Rio Ônibus, os veículos utilizados como barricadas fazem parte das linhas 353 (Gardênia Azul x Terminal Gentileza), 862 (Rio das Pedras x Barra da Tijuca) e 880 (Rio das Pedras x Terminal Alvorada). Pouco depois das 11h30, os ônibus usados como barricadas foram liberados e as 10 linhas afetadas iniciaram um processo de normalização dos itinerários. A Polícia Militar informou que o policiamento foi reforçado na região e que a ocorrência foi registrada na 32ª DP. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJDeputado EstadualDetranNiterói RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) 16/07/2026 Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO) 16/07/2026 A obra sem fim de Tarcísio no ABC 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios Reuniões de madrugada, codinomes de heróis, dinheiro vivo: as provas que levaram a PF a indiciar 48 pessoas por fraude no INSS

Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO)

Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO)

TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga Moradores relatam que paciente recebeu medicação com água em recipiente usado para exames e afirmam que familiares passam horas e até dias em cadeiras de plástico durante internações. Prefeitura não respondeu até a publicação. Por Nathalia Rebello | g1 16/07/2026 Cadeiras e piso quebrado no Hospital Raul Sertã que é alvo de denúncias de pacientes — Foto: Reprodução Inter Tv Nova Friburgo – O Hospital Municipal Raul Sertã, em Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, voltou a ser alvo de reclamações de pacientes e acompanhantes. As denúncias, encaminhadas ao g1, apontam problemas na estrutura oferecida a familiares de pessoas internadas e questionam procedimentos adotados durante o atendimento na unidade. Uma das reclamações é da moradora Jaqueline Esté, que acompanhava o marido no hospital após ele passar mal. Segundo ela, o paciente realizou exames de sangue, urina e tomografia e, em seguida, recebeu medicamentos para dor e pressão arterial. O que chamou a atenção da acompanhante, segundo o relato, foi a forma como a água foi oferecida para que o marido ingerisse os remédios. Jaqueline afirma que uma profissional entregou um frasco coletor, do tipo utilizado para exames de urina e fezes, e orientou que ela colocasse água no recipiente para que o paciente tomasse a medicação. “Na hora eu achei que fosse para outro exame. Depois ela pediu para colocar água no potinho e dar o remédio para ele tomar. Achei um absurdo e uma falta de respeito com os pacientes”, relatou. Jaqueline afirma ter presenciado outras situações durante o tempo em que permaneceu na unidade. Segundo ela, um paciente que aguardava atendimento desde o dia anterior, reclamava de frio e só conseguiu um cobertor após insistência dela junto à equipe. A moradora também afirma que o homem precisou utilizar uma garrafa improvisada para urinar porque não havia um recipiente apropriado disponível naquele momento. Outras denúncias de acompanhantes também relatam a falta de estrutura do hospital. Pessoas que permanecem ao lado dos pacientes passam horas e, em alguns casos, até dias sentadas em cadeiras de plástico ao lado dos leitos, sem um espaço adequado para descanso. Os acompanhantes afirmam que a situação se torna ainda mais difícil durante internações prolongadas, principalmente para quem precisa permanecer no hospital durante a noite. O g1 entrou em contato com a Prefeitura de Nova Friburgo para saber se o município tem conhecimento das reclamações e quais medidas serão adotadas para melhorar as condições oferecidas aos acompanhantes. Até a última atualização desta reportagem, a Prefeitura não havia encaminhado resposta. Clique aqui e assista ao vídeo Notícia anteriorPróxima notícia INEA Instituto Estadual do Meio Ambientemeio ambienteMPF Ministério Público FederalRegião dos Lagos Baixada LitorâneaSaquarema RJTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO) 16/07/2026 A obra sem fim de Tarcísio no ABC 15/07/2026 Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Subsecretário de Búzios é preso por esquema de corrupção em festas náuticas PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida

Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições

Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições

Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições Em publicação compartilhada por bolsonaristas e até Javier Milei, Marco Rubio culpa “ego” de Lula por tarifaço, ecoando a narrativa de campanha de Flávio Bolsonaro, na primeira interferência direta do governo Trump nas eleições presidenciais no Brasil. Por Plínio Teodoro | Fórum 16/07/2026 Traição a Pátria – Eduardo Bolsonaro, Paulo Figueiredo, Marco Rubio e Flávio Bolsonaro (Reprodução/@pfigueiredo08 no X) Principal aliado do clã Bolsonaro dentro do governo Donald Trump, o secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio revelou em publicação na rede X na madrugada desta quinta-feira (16) que o novo tarifaço, com taxação de 25% sobre produtos brasileiros, é a primeira ação de interferência em prol de Flávio Bolsonaro (PL) na disputa contra Lula nas eleições presidenciais de outubro. No texto, divulgado pouco depois da meia noite, Rubio diz que “Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé” e credita o tarifaço ao “ego” do presidente brasileiro, ignorando as negociatas que ele próprio conduziu com o clã Bolsonaro. “Hoje, o Presidente Trump determinou que o USTR imponha uma tarifa de 25% sobre a maioria das importações brasileiras. Não haja confusão sobre o motivo: o Presidente Lula e seu governo não negociaram com os EUA de boa-fé”, escreveu, ecoando a narrativa bolsonarista. Em seguida, sem citar os ataques ao Pix – que vem causando prejuízos aos cartões de crédito de bandeira Visa e Mastercard -, Rubio diz que a política econômica brasileira “são ruins para os americanos” e ataca Lula. “Suas políticas econômicas são ruins para os americanos e ruins para os brasileiros. No último ano, Lula colocou seu próprio ego à frente de fazer um acordo pelo bem-estar do povo brasileiro, e essas tarifas são o preço por isso”, diz o secretário de Trump, em claro sinal de interferência nas eleições brasileiras. A publicação foi compartilhada por bolsonaristas como Mario Frias (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ), que se encontra foragido nos EUA, e até pelo presidente argentino Javier Milei, alinhado a Trump e ao clã Bolsonaro. Interlocutor no governo Trump Marco Rubio deixou de ser apenas um aliado ideológico do bolsonarismo para se tornar um dos principais interlocutores da família Bolsonaro dentro do governo Donald Trump. Desde que assumiu o Departamento de Estado, o republicano intensificou os contatos com Eduardo Bolsonaro — que passou a atuar em Washington em busca de apoio político e sanções contra autoridades brasileiras — e também abriu canais diretos com Flávio Bolsonaro. A aproximação consolidou um eixo político entre a ala trumpista da Casa Branca e o clã, tendo como pano de fundo a pressão sobre o governo Lula e o discurso de suposta perseguição judicial contra Jair Bolsonaro. A relação ganhou contornos ainda mais sensíveis quando Flávio Bolsonaro se reuniu com integrantes da administração Trump, incluindo o próprio Rubio, poucos dias antes de o Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR) divulgar a proposta de um novo tarifaço sobre produtos brasileiros. A cronologia chamou atenção porque o endurecimento comercial veio logo após a ofensiva diplomática do senador nos Estados Unidos, enquanto Eduardo Bolsonaro mantinha uma intensa articulação junto a parlamentares republicanos e integrantes do governo americano. A sucessão dos fatos alimentou questionamentos políticos sobre a sintonia entre a estratégia internacional do clã Bolsonaro e a escalada das pressões de Washington contra o Brasil. O histórico de Rubio ajuda a explicar essa convergência. Um dos principais expoentes da direita conservadora americana, o secretário de Estado compartilha com os Bolsonaro pautas como o combate ao que chama de “ameaça socialista” na América Latina, a defesa de governos alinhados ao trumpismo e críticas ao Judiciário brasileiro. Ao responder publicamente a Flávio Bolsonaro e manter diálogo frequente com Eduardo, Rubio reforçou a percepção de que o clã encontrou em Washington um canal privilegiado para internacionalizar sua disputa política doméstica, justamente no momento em que as tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos voltaram ao centro do tabuleiro geopolítico. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPixPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Marco Rubio ataca Lula e revela que tarifaço de Trump é para ajudar Flávio Bolsonaro nas eleições 16/07/2026 RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado 15/07/2026 TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas 15/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO)

MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas

MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas

MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas Vereador Magrão Nobre, de Meriti, também foi denunciado. Segundo o MPRJ, os políticos seriam os controladores ocultos de um grupo de empresas que desviou recursos públicos em contratos de R$ 350 milhões, firmados com as prefeituras de Magé e Japeri. Por Francini Augusto e Márcia Brasil | Bom Dia Rio 16/07/2026 O deputado estadual Rafael Nobre e o vereador Júlio Ricardo, o Magrão Nobre — Foto: Reprodução O procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Antônio José Campos Moreira, denunciou o deputado estadual Rafael Nobre (União Brasil), o vereador de São João de Meriti Julio Ricardo dos Santos Henriques, o Magrão Nobre (União Brasil), e outras 8 pessoas pelos crimes de organização criminosa, fraude em licitações, falsidade ideológica e lavagem de dinheiro. A pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), o Tribunal de Justiça do Rio expediu mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos investigados, incluindo o gabinete do deputado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) e a Câmara Municipal de São João de Meriti. Segundo a denúncia, Rafael e Magrão seriam os controladores ocultos de um grupo de empresas utilizado para fraudar licitações e desviar recursos públicos em contratos firmados com as prefeituras de Magé e Japeri, na Baixada Fluminense. A investigação aponta que os Nobre obtiveram cerca de 45 contratos, estimados em R$ 357,9 milhões, para o fornecimento de alimentação para hospitais, escolas e secretarias municipais — mas a ação penal tem como foco 3 desses convênios. Até a última atualização desta reportagem, o MPRJ havia apreendido R$ 21 mil em espécie na casa do deputado e R$ 45 mil na residência do vereador. O advogado Rafael Faria afirmou que Rafael Nobre alegou inocência (veja abaixo). A TV Globo tenta contato com a defesa dos investigados. Um dos casos foi mostrado pelo RJ1 em 2021, e no ano passado o MPRJ cumpriu mandados na investigação. As investigações indicam que empresas atuavam de forma coordenada para simular concorrência em licitações, utilizando “sócios laranjas”, documentos falsos e movimentações financeiras para ocultar a origem dos recursos. Além da condenação dos acusados, o Ministério Público pediu o ressarcimento mínimo de R$ 357,9 milhões aos cofres públicos e a perda dos mandatos dos parlamentares denunciados. Os fatos investigados ocorreram a partir de 2017, período em que Rafael Nobre exercia o mandato de vereador em Nilópolis. Entre as empresas utilizadas no esquema estão a Nutrifoods Refeições, Inovar Comércio e Serviços de Terceirização, King Food Alimentos e J&G Restaurante. O que dizem os envolvidos Nota de Rafael Nobre “A defesa de Rafael Nobre esclarece que as medidas cumpridas nesta data têm natureza exclusivamente investigatória e não há qualquer relação que vincule o parlamentar aos fatos investigados. Sua inocência ficará demonstrada nos autos.” Nota de Magrão Nobre: “A defesa do vereador Magrão Nobre informa que, diante dos fatos divulgados, está tomando todas as providências necessárias para esclarecer a situação com transparência. O parlamentar reafirma que agiu corretamente e confia que a verdade será demonstrada rapidamente. O vereador continua focado em seu trabalho e à disposição para prestar quaisquer esclarecimentos.” Nota da Alerj “A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) informa que acompanha a operação realizada nesta quinta-feira pelo Ministério Público Estadual. A Casa reforça seu compromisso com a transparência e coloca-se à disposição para prestar toda a colaboração necessária ao andamento das investigações. A Alerj reitera que atua com austeridade e compromisso com o povo fluminense.” Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualJaperi RJMagé RJMP-RJNilópolis RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão João de Meriti RJUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas 16/07/2026 Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Foto ao lado de capanga de Vorcaro abre nova crise na campanha de Flávio Bolsonaro 15/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas PF diz que Pacheco se reuniu com dono de associação investigada para discutir nomeação de presidente do INSS; senador nega Quem é Didê, administrador de recursos da Cedae preso no RJ TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso

Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso

Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso Pagamento foi interrompido após a perda definitiva do cargo de conselheiro. Condenado como um dos mandantes dos assassinatos de Marielle Franco e Anderson Gomes, Brazão estava preso desde março de 2024. Por André Coelho Costa e Gabriel Barreira | RJ2 16/07/2026 Conselheiro do TCE Domingos Brazão presta depoimento no STF nesta terça-feira (22) — Foto: Reprodução Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil líquidos em salários do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) desde que foi preso, em março de 2024, até perder definitivamente o cargo de conselheiro. O pagamento foi interrompido apenas no último dia 9, quando a Corte oficializou a vacância do posto. A informação consta em publicação do Diário Oficial do TCE desta quarta-feira (15), que formalizou a perda do cargo de Brazão quase cinco meses após sua condenação definitiva pelo Supremo Tribunal Federal (STF) como um dos mandantes dos assassinatos da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, em 2018. Em fevereiro deste ano, o STF condenou Brazão como um dos mandantes do duplo homicídio. A decisão transitou em julgado, ou seja, não cabe mais recurso. Alerj vai escolher o substituto Com a saída definitiva de Brazão, a Assembleia Legislativa (Alerj) será responsável por escolher o novo conselheiro do Tribunal de Contas. A definição, no entanto, deve ficar para agosto. O presidente da Alerj, Douglas Ruas, informou que não pretende convocar sessão extraordinária durante o recesso parlamentar para tratar do assunto. Segundo apurou o RJ2, Ruas aguarda que a Presidência do TCE comunique formalmente a vacância do cargo à Assembleia, procedimento que deve ocorrer apenas após o fim do recesso. Disputa pela vaga A sucessão ocorre em meio a um cenário político delicado para a Assembleia. Nas últimas semanas, operações policiais atingiram parlamentares cotados para ocupar a vaga. Um dos nomes mencionados era o deputado estadual Val Ceasa (PRD), investigado por suspeita de atuar para impedir a demolição de um imóvel conhecido como “resort do tráfico”. Ele afirma que pretende provar sua inocência. Outro nome que perdeu força foi o do ex-secretário estadual Rodrigo Abel. Segundo interlocutores, as investigações envolvendo o ex-governador Cláudio Castro enfraqueceram sua candidatura. O prefeito de Itaboraí, Marcelo Delaroli (PL), também admite a aliados que pretende disputar a vaga. Apesar disso, deputados ouvidos pelo RJ2 afirmam que a tendência é de que o próximo conselheiro seja escolhido entre os atuais parlamentares da Alerj. Nos bastidores, os nomes mais lembrados são o deputado Rodrigo Amorim (PL), apontado como favorito entre parlamentares de direita, e Rosenverg Reis (MDB), que reúne apoio de outro grupo político da Assembleia. Até o momento, nenhum parlamentar oficializou candidatura ao cargo de conselheiro do Tribunal de Contas do Estado. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputado EstadualGovernadorItaboraí RJMDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPRD Partido Renovação DemocráticaPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTCE-RJVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Condenado no caso Marielle, Domingos Brazão recebeu R$ 906 mil do TCE-RJ enquanto esteve preso 16/07/2026 MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas 16/07/2026 Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios 16/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TRF2 mantém condenação do município de Saquarema (RJ) por danos ambientais em área de restinga Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia

RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado

RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado

RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Loterj cobra que RioPag, que tem monopólio de intermediação de pagamentos às bets, devolva dinheiro do estado sob custódia dela Por Demétrio Vecchioli | Metrópoles 15/07/2026 Willer Tomaz e Flávio Bolsonaro | Redes Sociais O governo do Rio de Janeiro acusa uma empresa de pagamentos que tem entre os acionistas o advogado Willer Tomaz, amigo do senador Flávio Bolsonaro (PL), de sumir com R$ 20,9 milhões pertencentes ao estado. Uma apuração administrativa da Loteria do Estado do Rio (Loterj) concluiu que a RioPag realiza retenção indevida de recursos públicos e encaminhou o caso à Procuradoria-Geral do Estado (PGE-RJ), que o trata como apropriação indébita, que é crime pelo código penal. A verba é relativa a um altamente rentável contrato pelo qual a RioPag tem o monopólio do serviço de processamento de pagamentos de apostas e prêmios no estado. O repasse da porcentagem devida à Loterj está represado desde janeiro de 2025. Quando a nova gestão do governo do Rio pediu o imediato pagamento, em abril, a RioPag alegou que não tem a verba à mão, já que supostamente a investiu em ativos sem liquidez. Até hoje, não explicou onde exatamente está o dinheiro. Ao mesmo tempo, os donos da RioPag montaram uma empresa de recuperação de créditos judiciais, comprando dívidas que há muito tempo são discutidas na Justiça. Em seu site, essa empresa diz que já realizou mais de 200 operações, com 98% de sucesso, mas a coluna só localizou peticionamentos em processos a partir deste ano, e somente em dois casos, um deles por crédito adquirido em fevereiro do escritório de Eugênio Aragão, sócio de Tomaz e ex-ministro da Justiça do governo Dilma (PT) Antes chamada Pixs Cobrança e Serviços em Tecnologia, a agora renomeada RioPag é uma sociedade anônima que pertence à Capital Pretium SA (antes Pix Holding SA), por sua vez administrada por Lidia Mazelli, que atua como administradora profissional para Willer Tomaz, entre outros, na WT, a empresa dona da mansão em Angra dos Reis (RJ) reclamada pelo atacante Richarlison. À coluna, Tomaz confirmou ser um dos acionista do fundo dono da Capital Pretium – consequentemente, da RioPag -, mas não informou o nome do fundo nem quem são seus parceiros no negócio. Também disse defender judicialmente a RioPag através do seu escritório, mas que não responde por ela administrativamente. Ele e Flávio Bolsonaro são amigos próximos. O candidato à presidência disse, na CPI da Pandemia, que outro senador tentava o atingir ao perguntar a testemunhas sobre seu “amigo” Tomaz. Matéria recente do Estadão mostrou que Flávio e família voaram duas vezes em jatinhos com Willer no ano passado, uma delas para ir aos EUA de férias. Monopólio e mina de ouro O monopólio na intermediação de pagamentos entre apostadores e bets, com taxas até 11 vezes mais caras do que as praticadas no mercado,  foi uma decisão da gestão Cláudio Castro (PL), que abriu concorrência para ser vencida por quem oferecesse repassar uma fatia maior do faturamento para o estado. Na época, a Loterj era presidida por Hazenclever Lopes Cançado, que agora está em pré-campanha para deputado federal pelo PL de Flávio Bolsonaro. A RioPag ofereceu 20,000% e venceu graças à eliminação da única concorrente, que ofertou 26,00% e foi desclassificada porque o edital exigia três dígitos depois da vírgula, e a empresa só colocou dois, conforme revelou a Folha em 2024. A RioPag acabou fechando contrato com o compromisso de repassar 26,455% do que arrecadasse à Loterj. O contrato – que custava às bets mais do que o imposto federal – previa que as transferências para a conta do estado acontecessem mensalmente, até o quinto dia útil. Mas, em janeiro de 2025, os repasses fossem suspensos. Naquele momento, a PixBet havia dado um calote nos tributos devidos ao estado e a autarquia solicitou que a RioPag criasse um mecanismo para custodiar o dinheiro devido pelas bets em impostos para evitar que a situação se repetisse. No mesmo documento, sem explicação, pediu a criação de um mecanismo para a RioPag custodiar também o dinheiro do estado, que, em crise financeira, decidiu que não precisava daqueles então R$ 4 milhões por mês. A RioPag respondeu brevemente informando ter realizado “a abertura de subconta no dashboard Riopag, visando o cumprimento de custodiar de imediato os recursos devidos a Loterj”, sem fornecer qualquer outro detalhe sobre como se daria a custódia. Havia a expectativa, a partir daquele mês, de a receita com apostas multiplicar-se no estado, com a homologação das primeiras máquinas de “videoloterias”, simulacros de caça-níqueis operados por empresa ligada a herdeiros da antiga cúpula do Jogo do Bicho – na prática, seria o início da incorporação das máquinas dos bicheiros ao sistema legal, com a RioPag mordendo 1% de cada depósito e 0,5% de cada saque. Estado pede para RioPag liberar o dinheiro Em abril deste ano, já sob a gestão do desembargador Ricardo Couto de Castro, o governo do Rio identificou que não fazia sentido deixar o dinheiro do estado com a RioPag e determinou que os R$ 18,5 milhões então represados deveriam ser transferidos imediatamente. Mas a RioPag nem respondeu. Uma nova notificação foi enviada em 29 de abril, dando prazo improrrogável de 48 horas. Só aí a RioPag começou a se justificar. Disse que a devolução imediata exigiria tempo para conversão de ativos em caixa, pois uma estrutura financeira foi montada pensando em custódia de longo prazo, exatamente o oposto do que previa o contrato. A empresa, que nunca explicou onde colocou o dinheiro, fez então uma proposta: devolveria o saldo acumulado, mas em suaves parcelas, até o final do contrato, em 2029. A Loterj recusou, lembrando que a RioPag declarava reiteradamente que “o recurso ficava à disposição da LOTERJ para transferências imediatas a qualquer momento“. Desde abril, os repasses mensais foram regularizados, mas o saldo acumulado até ali nunca foi pago. No final de maio, a Loterj instaurou um Processo Administrativo Sancionatório (PAS) por inadimplemento grave, citando inclusive o risco de configuração de apropriação indébita, que é crime pelo código penal. Naquele momento, com multas e juros o valor

“Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle

“Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle

“Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle Senador afirmou que não assistiu ao desabafo da ex-primeira-dama para “não se contaminar” Por Raony Salvador | Fórum 15/07/2026 Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) | Foto: Reprodução/Youtube Flávio Bolsonaro (PL-RJ) confirmou que não mantém mais relação com Michelle Bolsonaro. Em entrevista ao Flow Podcast, o senador e pré-candidato à Presidência afirmou que deixou de conversar com a ex-primeira-dama e que sequer assistiu ao vídeo no qual ela expôs os conflitos entre os dois. “Com toda franqueza, hoje em dia não tenho relação com ela”, declarou. Flávio disse que preferiu não assistir à gravação porque não queria “se contaminar” com o conteúdo. O vídeo de Michelle foi publicado em junho. Nele, a ex-primeira-dama afirmou que havia sido humilhada e maltratada pelo enteado. Flávio chegou a pedir desculpas, mas novos episódios públicos aprofundaram a crise. Dias depois, Michelle deixou o comando do PL Mulher e, em julho, anunciou a criação do movimento político Imparáveis. O rompimento explicita a disputa por espaço e influência dentro do campo bolsonarista. Flávio tenta consolidar sua pré-candidatura ao Palácio do Planalto, enquanto Michelle mantém força própria entre eleitores conservadores e grupos evangélicos. Durante a entrevista, o senador afirmou não entender os motivos das críticas e negou que o conflito faça parte de uma estratégia combinada. Disse também que evitou uma reação mais dura por respeito ao pai, Jair Bolsonaro, e por Michelle ser esposa do ex-presidente. Apesar do afastamento, Flávio afirmou que as portas de sua campanha continuam abertas para Michelle e para qualquer pessoa disposta a apoiá-lo. A declaração, porém, veio acompanhada da admissão de que os dois já não mantêm contato. O senador também falou sobre o filme Dark Horse e confirmou que participou da captação de recursos para a produção. Segundo ele, sua aproximação com Daniel Vorcaro ocorreu antes de o banqueiro se tornar alvo do escândalo envolvendo o Banco Master. Flávio ainda voltou a atacar ministros do Supremo Tribunal Federal e defendeu que o impeachment de Alexandre de Moraes seja uma das principais bandeiras dos candidatos conservadores ao Senado. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram “Não tenho relação com ela”: Flávio diz que não quer se “contaminar” com Michelle 15/07/2026 Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) 16/07/2026 Pacientes denunciam uso de frasco de coleta para oferecer água e falta de estrutura para acompanhantes no Hospital Raul Sertã (VIDEO) 16/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Três ônibus são usados como barricadas na Zona Sudoeste do Rio (VIDEO) Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões TCU autoriza penduricalho para o Congresso e desafia decisão do STF Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas

Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas

Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas

Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas Câmara terá dez dias para entregar documentos sobre emendas investigadas pela Polícia Federal Por Raony Salvador | Fórum 15/07/2026 O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB) | Ton Molina/Fotoarena/Folhapress O presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), passou a conversar reservadamente com líderes partidários para organizar uma reação à decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, sobre as emendas parlamentares. Os contatos ocorrem por telefone e em reuniões individuais. PT e PSOL, porém, dizem não ter sido chamados.Sem a participação de partidos da base governista, a movimentação tem sido interpretada como tentativa de frear as investigações, aprofundando a crise institucional entre os poderes e elevando a pressão sobre o Supremo para conter novos avanços da Corte sobre o controle dessas verbas. As emendas são hoje uma das principais fontes de influência política da presidência da Câmara. Elas ajudam a manter bancadas alinhadas e fortalecem a relação dos deputados com prefeitos e governos estaduais. Motta afirma que vai defender a legalidade dos repasses e demonstrar ao STF que houve transparência. Dino deu prazo de dez dias para que a Câmara apresente todos os documentos relativos às emendas citadas pela Polícia Federal. O material deverá ser entregue de forma individualizada e organizado por repasse. A decisão também determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões em bens do ex-deputado Eduardo Cunha e de R$ 119 milhões ligados ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Ao costurar uma reação sem reunir todas as bancadas, Motta tenta construir uma resposta institucional que está longe de ser consensual. Notícia anteriorPróxima notícia emenda parlamentarPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSOLPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Acuado, Hugo Motta planeja nos bastidores reação à decisão de Flávio Dino sobre emendas 15/07/2026 PGR é acionada contra governador bolsonarista flagrado xingando indígenas em SC 15/07/2026 Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia 15/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 PF diz que Pacheco se reuniu com dono de associação investigada para discutir nomeação de presidente do INSS; senador nega RJ acusa empresa de amigo de Flávio de sumir com R$ 20 milhões do estado Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF TCE dá 5 dias para Rioprevidência explicar aportes de R$ 118 milhões em instituições financeiras não cadastradas

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