Carreta com 47 motos é roubada na Via Dutra; motorista é levado para a Pedreira e feito refém

Carreta com 47 motos é roubada na Via Dutra; motorista é levado para a Pedreira e feito refém Cerca de 30 motocicletas que estavam sendo transportadas foram levadas pelo grupo. PM recuperou parte da carga. Caso é investigado pela Polícia Civil. Por Lucas Madureira e Klara Faria | Bom Dia Rio 26/08/2026 Carreta com motos foi roubada na Via Dutra — Foto: Reprodução/TV Globo Uma carreta carregada com 47 motocicletas 0 km foi roubada na noite desta terça-feira (25), na Rodovia Presidente Dutra, na altura de São João de Meriti. Do total da carga, mais de 30 motos foram levadas. O motorista foi rendido e levado como refém para o Complexo da Pedreira, na Zona Norte do Rio de Janeiro. O assalto ocorreu por volta das 19h, quando criminosos em 2 carros cercaram o caminhão e renderam o motorista. Sob ameaça, o condutor foi obrigado a dirigir até o interior da comunidade. No local, parte da carga foi transferida pelos criminosos. Das 47 motocicletas transportadas, cerca de 30 foram levadas. Na noite desta quarta-feira (26), a PM recuperou 31 motocicletas na comunidade Bin Laden, no Complexo da Pedreira. Após o roubo, o motorista e o caminhão foram liberados em um trecho da Via Dutra. Como não conhecia a região, o homem não soube informar o local exato onde foi deixado. A Polícia Civil investiga o paradeiro das motocicletas e busca identificar os envolvidos na ação. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSão João de Meriti RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Carreta com 47 motos é roubada na Via Dutra; motorista é levado para a Pedreira e feito refém 26/08/2026 Comerciantes de depósitos de gás denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo 23/08/2026 PF recebe pedido para investigar Flávio Bolsonaro em fraudes do INSS 27/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Acredite se quiser: Nikolas explica como multiplicou patrimônio em 10.000% no mandato 11/08/2026 Ônibus é recolhido pela PRF enquanto atuava no transporte público em Petrópolis 03/08/2026 Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial 26/08/2026 Exclusivo: Eleição no Rio tem bancada dos cargos secretos com 114 candidatos 20/08/2026 Ex-governador de Mato Grosso é alvo de operação sobre lavagem de dinheiro 06/08/2026
Disputa entre traficantes rivais deixa mais de 10 mortos em menos de 20 dias em Duque de Caxias

Disputa entre traficantes rivais deixa mais de 10 mortos em menos de 20 dias em Duque de Caxias Segundo testemunhas, uma granada foi lançada por um drone na comunidade do Corte Oito neste domingo (23). O ataque seria uma resposta aos homicídios cometidos na comunidade do Pantanal, que é controlada por uma facção rival. Por g1 Rio 26/08/2026 Granada é lançada por drone em Duque de Caxias — Foto: Reprodução Uma disputa de traficantes rivais pelo controle territorial de comunidades em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, deixou mais de 10 mortos desde o início de agosto. Entre eles está um morador que voltava da igreja com o filho. Neste mês, a primeira morte na comunidade do Pantanal foi registrada no dia 8 de agosto e, desde então, já foram 11 homens mortos, conforme apontam as investigações. A principal suspeita é de que esses 11 eram integrantes do tráfico de drogas. Mas, moradores têm ficado no fogo cruzado da disputa pelo tráfico. No dia 17 de agosto, um homem morreu depois de ser atingido por um tiro na cabeça enquanto voltava com o filho da igreja na região. Ele não foi o único morador vítima da violência dos últimos meses: em julho, uma idosa foi baleada nas costas na Rua Venâncio Adres, na Vila Leopoldina, perto da região alvo dos criminosos. Segundo as investigações, a maior parte dos mortos são homens ligados ao tráfico de drogas do bairro Pantanal, que é controlado pelo Terceiro Comando Puro. Granadas foram lançadas por drone na comunidade do Corte Oito neste domingo (23). Testemunhas dizem que foi uma represália pelas mortes do lado rival. A comunidade do Corte Oito é controlada por Jonatha Hyrval Cassiano da Silva, conhecido como Bochecha Rosa. O traficante foi filmado por uma equipe do Fantástico portando uma “bazuca anti-drone” no Complexo da Penha, Zona Norte do Rio, local apontado como QG do Comando Vermelho. Jonatha é investigado por roubo, homicídio, associação para o tráfico e organização criminosa. Atualmente ele está foragido. O g1 apurou que sete ataques do Comando Vermelho no Pantanal geraram o saldo de 10 bandidos mortos. Uma décima primeira vítima teria sido morta pelos próprios aliados, executado no chamado tribunal do tráfico pela acusação de ter passado informações para o lado inimigo. Segundo a prefeitura de Caxias, quatro escolas públicas foram impactadas pelos conflitos ou operações. Nesse período, uma creche precisou acionar o protocolo de segurança em três dias diferentes, e pelo menos duas escolas em dois dias cada. A unidade de saúde do Pantanal precisou fechar as portas no dia 18 de agosto e suspender as atividades externas em três dias no período de sete dias. Procurada, a Polícia Militar disse que o 15º BPM (Duque de Caxias) segue intensificando o policiamento ostensivo com equipes a pé, em viaturas e motopatrulhas, de forma dinâmica, permanentemente atualizadas de acordo com a movimentação da mancha criminal. Em nota, a corporação disse que “as operações policiais são planejadas e executadas com base em critérios técnicos, estratégicos e de inteligência, considerando indicadores criminais, análises de risco, demandas operacionais e a necessidade de preservação da ordem pública em cada região do estado.” Já a Polícia Civil disse que “os casos são investigados pela Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF). Em cada ocorrência, os agentes apuram todas as linhas de investigação e realizam diligências de campo, análise de imagens, levantamento de informações e outras ações de inteligência para esclarecer a dinâmica dos crimes e identificar os autores.” Em relação à atuação de organizações criminosas na região, a Polícia Civil ressalta que a Delegacia de Repressão a Entorpecentes da Baixada Fluminense (DRE-BF) e as demais unidades da região realizam diariamente ações de inteligência, prisões e ações para combater o tráfico de drogas e reprimir a atuação das facções criminosas. Notícia anteriorPróxima notícia Duque de Caxias RJPolícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Disputa entre traficantes rivais deixa mais de 10 mortos em menos de 20 dias em Duque de Caxias 26/08/2026 Carreta com 47 motos é roubada na Via Dutra; motorista é levado para a Pedreira e feito refém 26/08/2026 Comerciantes de depósitos de gás denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo 23/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana De minuta de contrato a almoço reservado: entenda as suspeitas da PF envolvendo a relação entre Lulinha, Roberta e Marcola 19/08/2026 Flávio Bolsonaro diz que fez duas filhas mulheres para ser cuidado na velhice 05/08/2026 Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira 28/07/2026 Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas 28/07/2026 Justiça começa a ouvir testemunhas em processo contra Lucinha; Eduardo Paes foi convocado pela acusação 10/08/2026
Exonerações de fantasmas levam à economia de R$ 221 milhões no Rio

Exonerações de fantasmas levam à economia de R$ 221 milhões no Rio Número de exonerados representa cerca de 43% do total de mais de 14 mil cargos comissionados existentes em março Por Paula Freitas | Veja 25/08/2026 O desembargador Ricardo Couto, governador em exercício do Rio (Brunno Dantas/TJRJ/Divulgação) O governo do Estado do Rio de Janeiro anunciou nesta terça-feira, 25, que ultrapassou a marca de 6 mil exonerações em todos os órgãos da administração. O número representa cerca de 43% do total de mais de 14 mil cargos comissionados existentes em março. O desligamento gerou uma economia projetada até dezembro de R$ 221 milhões — uma das promessas do governador interino, o desembargador Ricardo Couto, no comando do Palácio Guanabara desde 24 de março. “As decisões têm como premissa fundamental a preservação do erário e a aplicação responsável e eficiente dos recursos públicos — valor que o Governo do Estado vem imprimindo em todas as áreas da gestão, como parte de um modelo de atuação baseado em eficiência, transparência e resultados”, afirmou o governo do Estado do Rio em comunicado. “Novas exonerações serão realizadas conforme os trabalhos de auditoria em andamento no Gabinete de Segurança Institucional e na Controladoria Geral do Estado forem concluídos”, acrescentou. Até a última sexta-feira, 21, 6.145 servidores foram exonerados. Em contrapartida, foram 2.496 nomeações, compostas por “servidores de carreira” selecionados pelo Gabinete de Segurança Institucional (GSI), de acordo com o governo estadual. Além das mudanças entre os comissionados, Couto também mandou auditar contratos da administração estadual, suspendeu repasses e extinguiu a Secretaria Intergeracional de Juventude e Envelhecimento Saudável por irregularidades no Projeto 60+ Reabilita. A gestão Couto planeja, inclusive, avançar na redução do número de secretarias — hoje, em 28. Até o momento, foram realizadas três fusões: da pasta de Agricultura, que deu origem à Secretaria de Estado de Desenvolvimento Regional do Interior, Pesca e Agricultura Familiar; da Secretaria de Estado de Energia e Economia do Mar à estrutura da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Indústria, Comércio e Serviços; e da Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Inovação ao escopo do Desenvolvimento Econômico. Em entrevista a VEJA no final de junho, Couto afirmou que o governo de Cláudio Castro (PL) havia previsto despesas muito acima das receitas e que havia pedido ao Tribunal de Contas do Estado para avaliar os gastos, como a compra de 220 mil câmeras de segurança para reconhecimento facial — do já cancelado Projeto Sentinela. “Conclusão: em quatro anos, por uma questão logística, apenas 60 000 dessas câmeras poderiam ser instaladas, enquanto as outras 160 000 ficariam guardadas. Em pouco tempo, naturalmente, estariam defasadas. É esse tipo de despesa que não vai mais ocorrer. Agora, é preciso incluir também ganhos do lado da receita para fechar a conta no azul”, disse a VEJA. Notícia anteriorPróxima notícia Controladoria-Geral do Estado CGEGovernadorGSI Gabinete de Segurança InstitucionalPL Partido LiberalTCE-RJTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Exonerações de fantasmas levam à economia de R$ 221 milhões no Rio 25/08/2026 Governo interino de Ricardo Couto no RJ é aprovado por 50% 02/09/2026 Moradores reclamam de fila para marcação de consultas pelo SUS em Teresópolis 02/09/2026 Deixe seu comentário Quem são os candidatos Eleitor pode ver detalhes de cada candidatura, histórico eleitoral dos candidatos, bens declarados ao TSE e gastos de campanha. Também pode fazer buscas por nome, número da urna e estado. Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO) 20/08/2026 “Liberei mais uma hoje” 01/09/2026 Vorcaro transferiu cotas de jato Legacy 650 para Viviane Barci de Moraes 01/09/2026 ‘Tomara que tenha charuto e Macallan’; veja essa e outras quatro mensagens de Gonet para Vorcaro 01/09/2026 Dezenove ônibus são tomados como barricadas na Zona Norte do Rio após operação com 1 morto e 5 presos 26/08/2026
Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu

Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu Segundo a inicial da ação, a obra, executada em 2020 sem autorização do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), reduziu a capacidade de vazão do curso d’água e contribui para o agravamento de alagamentos e enchentes em Nova Iguaçu. Por Elizeu Pires 24/08/2026 Foto: Reprodução O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Nova Iguaçu, ajuizou ação civil pública (ACP) para que o município de Belford Roxo desfaça, em caráter emergencial, uma intervenção irregular realizada no Canal Andrade de Araújo, no bairro Engenho Pequeno. Segundo a inicial da ação, a obra, executada em 2020 sem autorização do Instituto Estadual do Ambiente (INEA), reduziu a capacidade de vazão do curso d’água e contribui para o agravamento de alagamentos e enchentes em Nova Iguaçu. Na ACP, o MPRJ requer, em caráter de urgência, que o Município de Belford Roxo desfaça a estrutura irregular no prazo máximo de 60 dias, sob pena de multa diária de R$ 50 mil. A Promotoria pede ainda que o município execute o projeto de readequação hidráulica e macrodrenagem elaborado pelo INEA no prazo de 120 dias após sua entrega, também sob pena de multa diária de R$ 50 mil, e se abstenha de realizar novas intervenções no corpo hídrico sem o devido licenciamento e as autorizações exigidas. A inicial da ação destaca que relatórios técnicos do INEA apontaram que o manilhamento realizado na altura da Rua Nunes Sampaio com a Rua Ité provocou redução significativa da capacidade de vazão do canal, com reflexos sobre a drenagem regional. Ainda em 2020, o órgão ambiental recomendou o desfazimento da intervenção. Desde então, foram realizadas notificações, reuniões e vistorias, sem que o município de Belford Roxo adotasse as medidas necessárias para solucionar o problema. Em vistoria conjunta realizada em maio de 2025, com a participação do MPRJ e de representantes de órgãos e instituições envolvidos, foram definidas duas frentes de atuação: a retirada emergencial da estrutura que reduz a vazão do canal e a elaboração de uma solução definitiva para a macrodrenagem da região. Em julho deste ano, técnicos do INEA informaram que a estrutura responsável pela redução da vazão do canal é uma caixa hidráulica cuja retirada é considerada, em avaliação preliminar, de baixa complexidade técnica. A inicial destaca que, segundo o órgão, não há impedimento para que o município de Belford Roxo execute imediatamente o serviço, com acompanhamento técnico do INEA. Os estudos para a solução definitiva seguem em andamento, com previsão de conclusão dos projetos básicos até setembro e das demais peças necessárias à futura licitação até dezembro de 2026. A ACP também requer a condenação do município de Belford Roxo ao pagamento de indenização por danos morais ambientais, em valor a ser definido pela Justiça e destinado ao Fundo Estadual de Conservação Ambiental e Desenvolvimento Urbano (FECAM). (Via MPRJ) Notícia anterior Belford Roxo RJINEA Instituto Estadual do Meio AmbienteMP-RJNova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu 24/08/2026 Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada 20/08/2026 Eleição suplementar de Itaguaí tem três candidatos 22/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Com Trump e bandeira americana, Flávio ameaça o Brasil com um outro tipo de golpe 17/08/2026 Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores 05/08/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026 Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master 25/07/2026 Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções 29/07/2026
Operação Saturno: investigação sobre rede de R$ 48 bilhões revela elos com tráfico, Master e INSS

Operação Saturno: investigação sobre rede de R$ 48 bilhões revela elos com tráfico, Master e INSS Apuração enviada ao Supremo envolve casos sob relatoria do ministro André Mendonça Por Raony Salvador | Fórum 24/08/2026 Foto: Reprodução/IA Uma investigação sobre lavagem de dinheiro que começou com uma ocorrência de tráfico de drogas chegou ao Supremo Tribunal Federal após revelar uma rede financeira suspeita de movimentar R$ 48 bilhões em cinco anos. A apuração da Polícia Civil de São Paulo identificou conexões entre empresas investigadas, operações envolvendo o Banco Master e repasses relacionados ao caso das fraudes no INSS. Batizada de Operação Saturno, a investigação passou a tramitar no STF após os investigadores apontarem possíveis vínculos com outros inquéritos que estão sob responsabilidade do ministro André Mendonça. O ponto de partida foi uma prisão realizada em 2024. Um suspeito de tráfico foi encontrado com drogas e R$ 100 mil em dinheiro vivo. A partir da quebra de sigilos bancários autorizada pela Justiça, a polícia identificou uma sequência de transferências entre pessoas físicas, empresas registradas em nome de terceiros e operadores financeiros. De acordo com a investigação, a estrutura funcionava por meio de empresas utilizadas para circular recursos e dificultar a identificação da origem dos valores. O Coaf apontou movimentações de R$ 48 bilhões durante o período analisado. Entre os caminhos rastreados pelos investigadores está uma operação envolvendo a fintech Nexpay. Segundo a apuração, uma distribuidora teria repassado R$ 7,5 milhões para a empresa, valor que teria origem no tráfico de drogas. A fintech realizava pagamentos para sites chineses e utilizava o Banco Master em operações de câmbio. Outro elo identificado envolve a empresa Wave, que teria transferido cerca de R$ 940 mil para um grupo com fundos mantidos no Master. A investigação aponta que essa estrutura teria relação com recursos destinados à produção do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. A apuração também alcançou empresas relacionadas ao caso dos descontos indevidos em aposentadorias. Segundo os investigadores, uma empresa ligada ao lobista Antônio Carlos Antunes, conhecido como Careca do INSS, transferiu R$ 13,7 milhões para a Arpar Administração. Depois disso, a empresa teria repassado valores para outras cinco companhias suspeitas de receber dinheiro ligado ao tráfico. Para a polícia, a rede teria funcionado como uma espécie de estrutura financeira paralela, permitindo a circulação de recursos de diferentes origens criminosas. A investigação indiciou oito pessoas apontadas como responsáveis pela operação dessas empresas. Entre as atividades atribuídas ao grupo estão abertura de contas fraudulentas, operações ilegais de câmbio e movimentações com criptomoedas. Parte das empresas teria sido registrada em nome de trabalhadores de baixa renda usados como laranjas, que receberiam pagamentos mensais de aproximadamente R$ 2 mil para disponibilizar seus dados pessoais. O inquérito segue em análise no Supremo Tribunal Federal. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasFraudes no INSSPL Partido LiberalPolícia CivilPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Operação Saturno: investigação sobre rede de R$ 48 bilhões revela elos com tráfico, Master e INSS 24/08/2026 Maior acesso a armas aumentou violência política no Brasil, aponta socióloga 19/08/2026 Magé: Contrato sem licitação firmado pela Câmara de Vereadores para abastecimento de veículos já custou cerca de R$ 2 milhões 24/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha 31/07/2026 TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master 06/08/2026 Anúncio dos EUA de prorrogar medidas contra Brasil ocorre após pedidos de aliados da família Bolsonaro por mais sanções 29/07/2026 Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos 29/07/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026
O lobista, sócio de Cerimedo nos EUA, que pode explicar os milhões de dólares de Vorcaro ao clã Bolsonaro

O lobista, sócio de Cerimedo nos EUA, que pode explicar os milhões de dólares de Vorcaro ao clã Bolsonaro Preso acusado de tentar matar ex na Bolívia, Fernando Cerimedo é sócio de Damián Merlo, principal lobista da ultradireita latino americana na Casa Branca. Flávio Bolsonaro cobrou Vorcaro antes de viajar a El Salvador, onde lobista faz “playbook” de candidatos Por Plínio Teodoro | Fórum 24/08/2026 Damian Merlo com Bukele, Milei e Eduardo e Flávio Bolsonaro nas prisões de El Salvador (Instagram) Preso na Bolívia acusado de ser o mandante da tentativa de assassinado da ex, a advogada Nádia Beller, Fernando Cerimedo, amigo íntimo de Eduardo Bolsonaro (PL-SP), tem como sócio Damián Merlo, um dos principais articuladores do lobby de políticos da ultradireita latina americana junto ao governo Donald Trump e intermediador de agentes da Casa Branca em campanhas presidenciais na região, como a de Nayib Bukele em El Salvador, de Javier Milei na Argentina e, ao que tudo indica, a que pretende colocar Flávio Bolsonaro (PL) na Presidência da República no Brasil. Merlo aparece em documentos do Departamento de Justiça dos Estados Unidos como responsável pela Latin America Advisory Group (LAAG), empresa registrada sob o Foreign Agents Registration Act (FARA), uma lei dos EUA criada em 1938 que exige o registro público de pessoas e empresas que fazem lobby ou propaganda no país a mando de governos ou entidades de fora. Ou seja, o sócio de Milei é lobista de governos latino-americanos junto à Casa Branca e ao Congresso dos EUA. Amigo do clã Bolsonaro e pivô do vídeo contestando as urnas eletrônicas no Brasil em dezembro de 2022, em meio à tentativa de golpe de Jair Bolsonaro (PL), Cerimedo registrou, em maio de 2024, a sua empresa Numen Advisors LLC em Biscayne Boulevard, em Miami. Segundo informações divulgadas pelo jornal mexicano La Jornada nestas segunda-feira (24), um documento submetido ao Departamento de Justiça dos EUA datado de 4 de setembro de 2023, é endereçado a “Fernando Cerimedo, CEO da Numen” e assinado por Damián Merlo, sócio da LAAG, documenta a assinatura de um contrato de colaboração com a campanha de Javier Milei até 10 de dezembro daquele ano. O documento previa atuação sobre a imprensa americana, preparação de artigos de opinião, contatos com integrantes da Câmara e do Senado dos EUA, aproximação com comissões de relações exteriores do Congresso e articulação com importantes think tanks de Washington, entre eles Heritage Foundation, CSIS, Council on Foreign Relations e Atlantic Council. Também previa auxílio na organização de uma visita de Milei a Washington. Ainda de acordo com o jornal mexicana, foi Merlo quem transmitiu a Cerimedo o pedido de entrevista do programa de Tucker Carlson a Milei. Cerimedo teria respondido imediatamente que cuidaria da operação. A entrevista acabou dando enorme projeção internacional ao então candidato argentino. Expoente da ultradireita dos EUA, Carlson esteve no Brasil em junho de 2022, às vésperas do início da campanha presidencial para uma entrevista exclusiva com Jair Bolsonaro no Palácio da Alvorada. À época, ventilou-se que a intermediação havia sido feita pelo filho Eduardo Bolsonaro. De Bukele ao MAGA O nome de Merlo ganhou ainda mais relevância com a ascensão de Nayib Bukele, ícone da ultradireita, em El Salvador. Documentos do governo salvadorenho registrados no FARA mostram que a Latin America Advisory Group, de Merlo, prestou serviços de assessoria de assuntos governamentais à Presidência de El Salvador. Um contrato de extensão referente a 2022 estabeleceu pagamentos de até US$ 390 mil, em seis parcelas de US$ 65 mil. O documento é assinado por Merlo e pela Presidência salvadorenha. A relação com Bukele é descrita também pela revista The New Yorker. Em reportagem publicada no último dia 18 de agosto, o jornalista Daniel Castro identifica Merlo como um lobista argentino-americano que trabalha para figuras políticas latino-americanas de direita e que atuou como assessor de política externa de Bukele. Segundo o próprio Merlo, ele conheceu o salvadorenho quando ainda era prefeito de San Salvador e trabalhou com ele desde a campanha presidencial de 2019. Merlo diz ter ajudado a organizar entrevistas de Bukele, inclusive uma conversa com o mesmo Tucker Carlson em 2024, que ultrapassou 7 milhões de visualizações no YouTube. Ele também afirma ter passado a noite com Bukele preparando seu discurso para a Assembleia Geral da ONU de 2019, ocasião em que o presidente salvadorenho fez a famosa selfie no púlpito. Segundo Merlo, o próprio Bukele dirigia pessoalmente boa parte da produção de seu conteúdo. O modelo de Bukele e Flávio Bolsonaro A New Yorker coloca a visita de Flávio Bolsonaro ao CECOT, a gigantesca prisão construída por Bukele, dentro de um movimento maior de exportação do modelo salvadorenho para a direita latino-americana. A reportagem afirma que o presídio e a militarização da segurança pública em El Salvador deixaram de ser apenas instrumentos de propaganda de Bukele e passaram a funcionar como um “playbook” eleitoral. Flávio Bolsonaro aparece entre os políticos que adotaram essa estratégia e, segundo o texto, fez uma peregrinação ao CECOT em 2025. A conexão é relevante porque o próprio Merlo é apresentado pelo New Yorker como um dos operadores da projeção internacional de Bukele e da aproximação do presidente salvadorenho com o MAGA e a Casa Branca. A mensagem a Vorcaro e a visita a El Salvador A estratégia do lobista Damián Merlo em vender o modelo de segurança de Bukele como playbook para candidatos da ultradireita na América Latina, cruzou o destino de Flávio Bolsonaro justamente quando ele planejava, juntamente com Eduardo Bolsonaro, uma viagem a El Salvador para tirar fotos na Cecot. Após áudio no dia 8 de setembro de 2025 cobrando Daniel Vorcaro sobre o restante dos 24 milhões ao clã, supostamente para financiar o filme Dark Horse, Flávio Bolsonaro enviou mensagem ao dono do Banco Master com nova cobrança em 16 de novembro, um dia antes do banqueiro ser preso pela Polícia Federal (PF) no aeroporto de Guarulhos. “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu
Magé: Contrato sem licitação firmado pela Câmara de Vereadores para abastecimento de veículos já custou cerca de R$ 2 milhões

Magé: Contrato sem licitação firmado pela Câmara de Vereadores para abastecimento de veículos já custou cerca de R$ 2 milhões Contratada sem licitação pela Câmara de Vereadores de Magé para abastecer uma frota alugada que já custou cerca de R$ 7,6 milhões aos cofres públicos, a empresa Prime Consultoria e Assessoria Empresarial recebeu transferências que somam quase R$ 2 milhões. Por Elizeu Pires 24/08/2026 Câmara Municipal de Magé | Foto: Reprodução Com valor global de R$ 524.880,00, contrato 04, datado de 2 de maio de 2023, foi firmado via adesão de ata de registros de preços, com a Câmara pegando carona em pregão realizado pela Secretaria de Saúde de Guapimirim. O contrato tem como objeto o fornecimento de 97.200 litros de gasolina comum por ano, uma média de 8.100 litros de combustível ao mês. Ao todo, entre maio de 2023 e agosto deste ano a Prime Consultoria recebeu da Câmara Municipal de Magé exatamente R$ 1.981.512,28. Foi pago a ela o total R$ 303.320,65 no primeiro ano do contrato, R$ 618.478,57 em 2024, R$ 692.308,53 em 2025, e R$ 367.404,53 este ano. Notícia anteriorPróxima notícia Guapimirim RJMagé RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Magé: Contrato sem licitação firmado pela Câmara de Vereadores para abastecimento de veículos já custou cerca de R$ 2 milhões 24/08/2026 Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada 20/08/2026 Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu 24/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Master não era elegível em aporte de R$ 80 milhões do Iprev de Maceió, diz PF 10/08/2026 Ônibus pega fogo e interdita avenida em Petrópolis 01/08/2026 Bastidores: PF tentou evitar distribuição automática para André Mendonça de nova investigação sobre Lulinha 31/07/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026 De minuta de contrato a almoço reservado: entenda as suspeitas da PF envolvendo a relação entre Lulinha, Roberta e Marcola 19/08/2026
Xadrez de Mendonça 2: os negócios do ITER com o Conselho Federal de Contabilidade

Xadrez de Mendonça 2: os negócios do ITER com o Conselho Federal de Contabilidade Em três meses, o CFC contratou duas vezes Iter e, nas duas operações, Mendonça aparece como elemento central do produto adquirido. Por Luis Nassif | CGN 24/08/2026 André Mendonça e Jair Bolsonaro – Acervo Agência Brasil Peça 1 – os escritórios de contabilidade O escândalo do Banco Master envolve agudamente escritórios de contabilidade. Em outras circunstâncias, escritórios de auditoria e agências de risco estariam no centro do escândalo do Master. Peça central do golpe foi a avaliação da Fitch conferindo nota máxima aos papéis do Master vendidos no Brasil, e nota ruim se fossem vendidos no exterior. A alegação era de que, no Brasil, havia a garantia do Fundo Garantidor de Créditos. Foi esse laudo que destravou todas as aplicações de fundos de previdência no Master, sem que eles tivessem direito ao FGC. O problema é grave: KPMG, EY, PwC e Crowe — as quatro maiores auditorias do mundo — deram pareceres sem ressalvas sobre balanços que continham ativos fraudulentos, incluindo cerca de R$ 45 bilhões em créditos de carbono supostamente lastreados em terras da União que nunca existiram daquela forma. O Banco Central descobriu a fraude checando apenas 30 CPFs aleatoriamente — verificação básica que nenhuma das auditorias fez. O nome que aparece com mais força é a Crédito & Mercado Consultoria de Investimentos, presidida por Renan Calamia. E, com as revelações de agosto de 2026, ela deixou de ser apenas uma prestadora periférica: a PF investiga se a consultoria teria participado da própria montagem documental de aplicações no Master. (Folha de S.Paulo). Foi o único caso de operação da Polícia Federal autorizada por Mendonça. Peça 2 – o caso da Crédito & Mercado Há três círculos que começam a se tocar: 1. RPPS → Banco Master Centenas de milhões de reais de previdências públicas foram aplicados em instrumentos do Master. 2. Contabilidade/auditoria → CFC A relevância das firmas de auditoria pode ser levantada a partir das empresas de previdência atendidas pela Crédito & Mercado, consultoria diretamente envolvida no golpe. RPPS Aplicação no Master Consultoria/auditoria identificada O que dizia o parecer/apuração Iprev Maceió R$ 97 milhões Crédito & Mercado A PF suspeita que a consultoria tenha participado do credenciamento, elaboração/validação de análises e formação documental das operações. A empresa nega ter recomendado ou analisado especificamente os aportes. Campos dos Goytacazes/RJ parte de R$ 122 milhões junto com Santo Antônio de Posse Crédito & Mercado A PF investiga a atuação da consultoria nas aplicações sem garantia do FGC. Santo Antônio de Posse/SP parte dos mesmos R$ 122 milhões Crédito & Mercado Mesma linha investigativa da PF. São Gabriel do Oeste/MS – SGOPREV R$ 3,4 milhões Crédito & Mercado Parecer de 12/9/2025 considerou que o Master atendia aos requisitos legais e de risco da Resolução CMN 4.963, apesar dos alertas públicos já existentes sobre o banco. (Idest) Imbituva/PR – FUNPREV R$ 4 milhões fiscalização posterior do TCE-PR Auditores concluíram que a aplicação contrariou a própria política do RPPS: Master tinha rating BBB, enquanto a política exigia no mínimo BBB+, e não havia análise formal do risco de crédito. (TCE-PR) Segundo a PF, a Crédito & Mercado teria ido além de uma consultoria independente e participado da condução do credenciamento do Master, da elaboração ou validação de análises e da documentação que permitiu os investimentos. André Mendonça autorizou busca e apreensão na sede da empresa e determinou o bloqueio de bens de Renan Calamia, presidente da consultoria. (Folha de S.Paulo) Peça 3 – as firmas de auditoria do Master Essa é a distinção decisiva: em regra, ninguém “auditava os dados para a Crédito & Mercado” antes de eles entrarem nos estudos da consultoria. Crédito & Mercado recebia boa parte dos dados do próprio RPPS e de fontes/registros oficiais e declarava expressamente que não os auditava. Num estudo ALM da própria Crédito & Mercado, a ressalva é inequívoca: o relatório foi elaborado com premissas, cenários e informações “fornecidas pelo RPPS”, e a consultoria declara não ter realizado auditoria “contábil, legal, ou qualquer outra” sobre esses dados. (RPPS Palmeira) Os dados trabalhados pela Crédito & Mercado provinham de pelo menos três fluxos distintos. Dados da carteira do RPPS (Regime Próprio de Previdência Social): posições, aplicações, resgates, saldos, extratos, movimentações e informações do próprio instituto. A Crédito & Mercado recebia essas informações e as processava em sua plataforma. Alguns contratos chegavam a incluir a preparação/transmissão do DAIR e DPIN ao Cadprev, ou seja, a consultoria participava da organização e processamento dos dados regulatórios, mas isso não equivale a auditá-los. (Previdência de Itau) Dados dos produtos e instituições financeiras: vinham de fontes como Anbima, CVM e fornecedores especializados de informações financeiras. Uma proposta da própria Crédito & Mercado diz expressamente que as informações apresentadas pelo sistema eram organizadas a partir dessas fontes. (Iprem) Dados contábeis e previdenciários: normalmente provinham da contabilidade do próprio RPPS ou de uma empresa de contabilidade contratada separadamente. Há RPPS em que aparecem simultaneamente uma empresa de consultoria contábil e a Crédito & Mercado como consultoria de investimentos. Campanário é um exemplo bastante claro dessa separação. (RPPS Campanário) Para saber que o RPPS possuía, por exemplo, R$ 100 milhões disponíveis, a consultoria podia confiar nos registros fornecidos pelo instituto. Mas para afirmar que: Banco Master apresentava baixo risco de crédito, índice de Basileia adequado, boa situação financeira, rating satisfatório, LF compatível com a política do RPPS, ela precisava recorrer a informações financeiras sobre o próprio Master. Essa era a informação básica que destrava os depósitos dos RPPS para o Master. E aqui aparece a conexão: Quem auditava os dados financeiros do Master? A partir de 2022, KPMG. Portanto, podemos ter uma cadeia como: Banco Master → produz demonstrações financeiras → KPMG audita → balanços e indicadores são publicados → agências de rating/bases financeiras/CVM/Bacen e outros fornecedores incorporam informações → Crédito & Mercado utiliza indicadores para sua análise → parecer sobre Master → RPPS compra a LF. Nas análises de fundos produzidas pela Crédito & Mercado, ela identificava expressamente quem era o auditor do veículo. Num relatório para o RPPS de Rio Branco, por exemplo, a ficha traz: Gestão: Vinci PartnersAdministrador: CaixaAuditoria: KPMG junto com taxas, benchmark, enquadramento etc. (RBPREV) Ou seja, a identidade do auditor fazia parte do conjunto de
Flávio Bolsonaro lança ofensiva contra fim da escala 6×1 no Senado para barrar vitória de Lula

Flávio Bolsonaro lança ofensiva contra fim da escala 6×1 no Senado para barrar vitória de Lula Senador e aliados articulam pedidos de vista e emendas para empurrar votação do fim da escala 6×1 para depois das eleições; Lula articulou retomada da pauta com Alcolumbre Por Ivan Longo | Fórum 24/08/2026 Flávio Bolsonaro quer barrar aprovação do fim da escala 6×1 – Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado A campanha de Flávio Bolsonaro (PL) vem mobilizando aliados no Senado para tentar impedir que a PEC que acaba com a escala 6×1 seja votada antes das eleições. A proposta é uma das principais bandeiras eleitorais do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. À frente da ofensiva está o senador Rogério Marinho (PL-RN), coordenador da campanha presidencial de Flávio. A estratégia inclui pedidos de vista, apresentação de emendas e outras manobras regimentais para consumir o tempo disponível e evitar que a proposta chegue ao plenário. A movimentação ganhou urgência depois da reaproximação entre Lula e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP). Após quase três meses de afastamento do Palácio do Planalto, Alcolumbre destravou a tramitação da PEC e abriu caminho para sua análise durante a semana de esforço concentrado do Congresso, prevista para ocorrer entre 31 de agosto e 3 de setembro. Rogério Marinho comanda ofensiva contra votação Marinho já apresentou uma PEC alternativa e tenta redirecionar o debate no Senado, substituindo a proposta em tramitação por um texto que reduz seus efeitos sobre a jornada dos trabalhadores. O plano passa por pedidos de vista na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), além da apresentação de emendas capazes de modificar o texto e prolongar sua tramitação. A intenção é impedir que a PEC seja apreciada tanto pela comissão quanto pelo plenário durante a última semana de esforço concentrado antes das eleições. Na primeira semana de esforço concentrado, em agosto, Marinho já havia tentado fechar um acordo com Alcolumbre para que a proposta simplesmente não fosse pautada durante o período eleitoral. O discurso público dos aliados de Flávio, porém, evita atacar diretamente o mérito da proposta. O fim da escala 6×1 é tratado como um tema sensível para os trabalhadores, e a justificativa apresentada para o adiamento é a necessidade de aprofundar o debate e impedir uma suposta “contaminação política” provocada pela disputa eleitoral. O argumento chama atenção porque parlamentares que agora defendem o adiamento já votaram favoravelmente à medida quando ela passou pela Câmara dos Deputados. Reaproximação de Lula com Alcolumbre destravou a PEC A PEC que extingue a escala 6×1 estava parada no Senado desde maio. O cenário mudou após a retomada do diálogo entre Lula e Alcolumbre. Depois de um encontro com o presidente, Alcolumbre enviou a proposta para a CCJ e deu aval à indicação de um relator alinhado ao Planalto: o senador Omar Aziz (PSD-AM). Aziz sinalizou que pretende apresentar seu relatório durante a semana de esforço concentrado. O senador, no entanto, ressaltou que a definição do calendário de votação caberá aos líderes das bancadas, o que mantém o desfecho da disputa em aberto. Lula já declarou publicamente que o fim da escala 6×1 está entre as prioridades de seu governo para o período de esforço concentrado do Congresso, entre 31 de agosto e 3 de setembro. A reaproximação com Alcolumbre também abriu caminho para outras pautas defendidas pelo governo, entre elas a PEC da Segurança Pública e o fim da chamada “taxa das blusinhas”. Bolsonaristas tentam impedir vitória política de Lula No campo governista, a movimentação é vista como uma tentativa de impedir que Lula chegue às eleições com uma vitória concreta na área trabalhista. A PEC beneficia diretamente milhões de trabalhadores submetidos à jornada de seis dias de trabalho para apenas um de descanso. Sua aprovação antes da eleição representaria uma conquista política de peso para o presidente. Vice na chapa de Flávio Bolsonaro, o deputado Alfredo Gaspar criticou abertamente a movimentação do governo. “Lula está desesperado, o seu governo foi um desastre. Teve quatro anos para viabilizar pautas positivas e não fez. Agora, quer, às vésperas da eleição, alardear o seu interesse nessas pautas.” A declaração, porém, contrasta com o próprio histórico de Gaspar: o deputado votou a favor da PEC quando ela foi aprovada na Câmara. Enquanto tenta postergar a votação da proposta em tramitação, Marinho defende sua própria PEC. O texto alternativo permite que trabalhadores escolham entre o regime tradicional da CLT e um modelo baseado em horas efetivamente trabalhadas, com compensação e redução da jornada por acordo individual, convenção coletiva ou negociação direta. Na prática, o projeto abre caminho para uma escala de trabalho sem folgas semanais. O presidente da CCJ, Otto Alencar (PSD-BA), já afirmou que não pretende designar relator para a proposta de Marinho. Admitiu, no entanto, que trechos do texto poderão ser incorporados à PEC que acaba com a escala 6×1 caso haja acordo entre os parlamentares. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSD Partido Social DemocráticoPT Partido dos TrabalhadoresSenadorUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro lança ofensiva contra fim da escala 6×1 no Senado para barrar vitória de Lula 24/08/2026 Operação Saturno: investigação sobre rede de R$ 48 bilhões revela elos com tráfico, Master e INSS 24/08/2026 Maior acesso a armas aumentou violência política no Brasil, aponta socióloga 19/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana “Amor não correspondido”: Cleitinho apoia Flávio, mas PL lança rival contra ele em Minas 10/08/2026 Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira 28/07/2026 Perito de Dark Horse desmente Flávio Bolsonaro: dinheiro do filme ainda não foi explicado 21/08/2026 Roubos de veículos mais que dobram em São Gonçalo; cidade concentra 59% da alta no RJ 22/08/2026 Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu 04/08/2026
Tarcísio encerra mandato com piora gradativa nas contas e aponta investimento maior em PPPs

Tarcísio encerra mandato com piora gradativa nas contas e aponta investimento maior em PPPs Secretário de Fazenda, Samuel Kinoshita, rejeita avaliação de deterioração e diz que cenário é bom e deve melhorar Em 2025, contas paulistas registraram um déficit orçamentário de R$ 12,2 bilhões Por Adriana Fernandes e Guilherme Pimenta | Folha de S.Paulo 23/08/2026 O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) participa da inauguração da Linha 17-Ouro, em São Paulo – Zanone Fraissat – 31.mar.2026/Folhapress Brasília – O governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) encerra seu mandato em São Paulo com uma piora gradativa de alguns dos principais indicadores de saúde financeira, segundo dados analisados pela Folha. Ao longo dos últimos quatro anos, houve uma virada nas contas do mais rico estado do Brasil, que saiu de um superávit para déficit orçamentário. Ainda assim, a gestão afirma que aumentou o investimento por meio de PPPs (parcerias público-privadas). Em 2025, as contas paulistas registraram um déficit orçamentário (receitas realizadas menos despesas) de R$ 12,2 bilhões, o pior resultado desde 1995 em percentual do Orçamento do estado. Para 2026, último ano do mandato do governador, as projeções oficiais apontam para um déficit superior a R$ 9 bilhões. Esta é a primeira reportagem da série Estado das Contas, sobre situação fiscal dos cinco estados mais populosos do país. Tarcísio tentará a reeleição neste ano e, de acordo com o último Datafolha, lidera com 45% das intenções de voto. Antecessor no cargo, o ex-governador Rodrigo Garcia entregou as contas do estado de São Paulo com um superávit orçamentário de R$ 9 bilhões, em 2022, último ano do mandato. Isso equivale a R$ 11,1 bilhões em valores atuais, corrigidos pela inflação. De 2019 a 2022, São Paulo registrou um superávit orçamentário médio de R$ 5,6 bilhões por ano. De 2023, primeiro ano do mandato de Tarcísio, a 2025, a média anual é de déficit de R$ 1,8 bilhão. Especialistas apontam que o aumento das renúncias fiscais e a não contenção de algumas despesas, como gastos previdenciários, explicam a deterioração das contas do estado. A Folha fez um raio-X das contas de São Paulo analisando bases públicas de dados disponíveis nos sites da Secretaria de Fazenda do estado e do Tesouro Nacional. O mapeamento mostrou que a deterioração não representa uma mudança abrupta nas contas para um cenário de crise fiscal, mas um processo gradual de piora, que tem levado também a uma redução do superávit primário (saldo positivo) das contas do estado, a uma diminuição do saldo líquido de recursos em caixa, além do aumento das renúncias fiscais e do rombo da Previdência estadual. O déficit da Previdência cresceu R$ 13 bilhões de 2023 a 2025, alcançando R$ 36,8 bilhões no ano passado, com as despesas previdenciárias atingindo R$ 58,1 bilhões. O governador já defendeu a reforma da previdência e ensaiou propor mudanças nas regras, mas acabou não enfrentando o problema durante o seu mandato. Procurado pela Folha, Tarcísio de Freitas escalou o secretário de Fazenda, Samuel Kinoshita, para falar sobre o assunto. “Os dados mostram um cenário bom, benigno, e que deve melhorar. Eu estou muito animado com São Paulo”, diz Kinoshita. O secretário não contestou os números apresentados pela Folha, mas ponderou que o melhor indicador é o resultado primário para as contas públicas, que segue positivo. O secretário enviou duas versões da leitura dos números de SP em notas oficiais sobre o tema. O resultado primário contabiliza as receitas menos as despesas, sem contar os custos financeiros com juros (o dinheiro que saiu ou não do caixa). Já o resultado orçamentário calcula as receitas realizadas menos as despesas, inclusive as empenhadas. O empenho é o primeiro estágio da execução da despesa pública, quando o órgão público assume o compromisso com o gasto e reserva uma parte do orçamento para garantir o pagamento de uma compra, obra ou serviço contratado. Os dados mostram, contudo, um recuo também no esforço fiscal monitorado pela ótica do resultado primário. Nos quatro anos da gestão João Doria-Rodrigo Garcia (2019-2022), o superávit primário acumulado (em valores atualizados) foi de R$ 133,4 bilhões, enquanto o saldo previsto para os quatro anos do governo Tarcísio é de R$ 40,81 bilhões. Sobre a redução do saldo, Kinoshita afirma que, ao contrário da União, que precisa de uma trajetória de resultado primário crescente para sinalizar o pagamento da dívida ao mercado, isso não é necessário para o ente subnacional, já que não há emissão de dívida. “O resultado orçamentário é muito importante. Mas [não reflete] uma dinâmica de geração de resultados fiscais. A capacidade de você gerar fluxos esperados de resultados primários é aquilo que dá perspectiva de sustentabilidade da dívida”, diz o secretário paulista. Como os estados e municípios não podem se financiar no mercado vendendo títulos públicos (ao contrário do governo federal), especialistas apontam que o resultado orçamentário e o saldo do caixa são indicadores-chave para entender a dinâmica das contas públicas. Se faltar dinheiro no caixa, o estado não tem como pagar as despesas. Por isso, o resultado orçamentário permite ter uma visão mais realista dos compromissos que já foram assumidos. Os dados mostram que Tarcísio recebeu o estado com um superávit orçamentário acumulado nos quatro anos anteriores de R$ 28,73 bilhões e pode terminar o seu mandato ao final de 2026 com um saldo negativo de R$ 15 bilhões, em valores atualizados, de acordo com projeções feitas pelo governo estadual em documentos oficiais públicos. Recuo de caixa Os números paulistas mostram ainda que o saldo líquido de dinheiro no caixa (reduzidos os restos a pagar, que são as despesas já contratadas a serem pagas no futuro) saiu de R$ 19,5 bilhões ao final de 2022 para apenas R$ 5 bilhões em 2025. Os investimentos, no entanto, não aumentaram significativamente no período, como seria esperado em situações de esvaziamento do caixa. Com base em dados atualizados da Secretaria de Fazenda do terceiro bimestre deste ano, a previsão para 2026 é de investimentos de R$ 17 bilhões. No acumulado de quatro anos, desde o início da gestão Tarcísio, o montante estimado é de R$ 74,4 bilhões, que se aproxima dos R$ 76 bilhões da gestão anterior. Para Kinoshita, o conceito adotado pela reportagem para investimentos excluiu as chamadas inversões financeiras, que integram
Xadrez de Mendonça 1: os negócios do ITER com Cláudio Castro

Xadrez de Mendonça 1: os negócios do ITER com Cláudio Castro Nunca as informações foram tão amplamente disseminadas. O grande desafio é entender o xadrez. Por Luis Nassif | CGN 23/08/2026 Xadrez de Mendonça 1: os negócios do ITER com Cláudio Castro Nunca as informações foram tão amplamente disseminadas. Há informação para todos os gostos: a correta, a parcial, a mentirosa, a que visa influenciar, a que visa passar pano. O grande desafio é aprender a montar o xadrez. Suponhamos que Sherlock Holmes descesse dos ares e passasse a investigar o comportamento do ministro André Mendonça. Primeiro, mergulharia no vasto lamaçal divulgado pela imprensa e exercitaria sua arma predileta: o raciocínio, a capacidade de ligar peças aparentemente desconexas. E trabalharia em cima da brecha que foi criada para eventuais pagamentos a Mendonça: o ITER. Peça 1 – a criação do ITER O ITER foi criado em 2024 e, posteriormente, transformado em S.A. de capital fechado. Segundo registros da Junta Comercial citados pela Folha, os principais acionistas eram André Mendonça e sua mulher, por intermédio de outra empresa pertencente ao casal. Também aparece como acionista Victor Godoy Veiga, ex-ministro da Educação no governo Bolsonaro, além de outros três sócios. Godoy tornou-se diretor-presidente do Iter. Mendonça já estava no Supremo desde dezembro de 2021. O caso ganhou uma dimensão maior em 2026 porque apareceram três questões simultâneas: a participação societária do ministro, contratos milionários (sobretudo com entes públicos) e um tratamento excepcionalmente rápido do MEC para autorizar uma pós-graduação. Peça 2 – o crescimento rápido Esse é provavelmente o melhor veio para uma investigação. Um levantamento originalmente feito pelo Estadão, reproduzido posteriormente por outros veículos, identificou pelo menos R$ 4,8 milhões arrecadados pelo Iter entre maio de 2024 e outubro de 2025, sendo a maior parte proveniente de contratos com instituições públicas. Esse número já ficou defasado. Uma base que atualmente consolida dados da Receita e do PNCP registra, até 20 de agosto de 2026, 65 contratos públicos e aproximadamente R$ 11,1 milhões em valores contratados pelo Iter. Ou seja: em menos de três anos de existência, a empresa saiu do zero para uma carteira pública potencial superior a R$ 11 milhões. Há pelo menos um contrato particularmente expressivo: o Cioeste — Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São Paulo — pagou R$ 1.228.665,78 ao Iter. Segundo o instituto, tratava-se de um programa de capacitação continuada com duração de um ano. Anote o nome. Os preços privados também são altos. A Folha registrou, por exemplo, o curso de Mendonça “A Arte e a Ciência da Oratória”, cujo pacote de encontros chegou a ser vendido por R$ 22,5 mil. Outros cursos mencionados eram “Litigância Abusiva e Predatória”, por R$ 3.400, e “Construindo Precedentes: o domínio dos Recursos Especiais”, por R$ 2.800. Peça 3 – o contrato com Cláudio Castro Um dos contratos que chamam atenção foi com a Secretaria de Segurança do Rio de Janeiro, na gestão Cláudio Castro. O então governador do Rio de Janeiro estava sendo julgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do qual Mendonça participa. Em 29/05/2025, o governo Castro autoriza a contratação da empresa fundada por André Mendonça. Em 04/11/2025, começa no TSE o julgamento que poderia cassar Castro. Nesse primeiro julgamento, Isabel Gallotti vota pela cassação; Antonio Carlos Ferreira pede vista. Em 21/01/2026, aparece no Diário Oficial a autorização para a contratação do Iter, datada de maio de 2025. Em março de 2026, o julgamento retorna e sofre novo pedido de vista, desta vez de Nunes Marques. Em 24/03/2026, Mendonça participa do julgamento e entende que Castro não deveria receber a sanção de inelegibilidade, apesar de reconhecer abuso suficiente para cassação do mandato. Foi um dos dois votos favoráveis a Castro — o outro, de Kassio Nunes Marques. Em 10/04/2026, apenas 17 dias depois desse julgamento, é finalmente assinado o contrato de R$ 518 mil com o Iter. Por que uma autorização de contratação direta de R$ 518 mil, datada de maio de 2025, ficou sem publicação aparente por quase oito meses? Quando Mendonça votou a favor de Castro em 24/03/2026, ele já era o relator do Master havia mais de um mês. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterGovernadorPL Partido LiberalReceita FederalSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Xadrez de Mendonça 1: os negócios do ITER com Cláudio Castro 23/08/2026 André Mendonça julgou Cláudio Castro quando tinha contrato milionário com governo do Rio 26/08/2026 Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS 27/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça começa a ouvir testemunhas em processo contra Lucinha; Eduardo Paes foi convocado pela acusação 10/08/2026 André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS 31/07/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 Operação Saturno: investigação sobre rede de R$ 48 bilhões revela elos com tráfico, Master e INSS 24/08/2026 Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos 29/07/2026
Comerciantes de depósitos de gás denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo

Comerciantes de depósitos de gás denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo Segundo as vítimas, a cobrança seria de R$1.350 por mês. Quem não aceitasse pagar estaria sujeito a represálias e ameaças. Por Juliana Guzzo | g1 23/08/2026 Comerciantes denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo — Foto: Divulgação Nova Friburgo – Comerciantes de depósitos de gás de diferentes bairros de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, denunciam que estão sendo ameaçados e pressionados a pagar uma taxa mensal para continuar trabalhando. Os relatos são de moradores de regiões como Fazenda Lage, Terra Nova, Floresta, São Domingos e Califórnia. Segundo os comerciantes, a cobrança seria de R$1.350 por mês. Quem não aceitasse pagar estaria sujeito a represálias e ameaças. Por medo, parte dos comerciantes decidiu fechar as portas na sexta-feira (21). Os comerciantes pediram para não ser identificados por medo. Além do prejuízo para os donos dos estabelecimentos, os comerciantes afirmam que o fechamento dos depósitos também prejudica moradores que dependem do serviço nas regiões afetadas. Polícia investiga denúncias A Polícia Civil informou que, mesmo sem registro formal feito pelas possíveis vítimas, tomou conhecimento das denúncias e já adotou providências. Segundo a corporação, as ações estão sendo realizadas também em conjunto com o Ministério Público e a Polícia Militar. Os envolvidos serão intimados para prestar depoimento. O policiamento também foi reforçado nas regiões citadas pelos comerciantes. De acordo com a Polícia Civil, ainda não é possível afirmar se as ameaças são reais ou se foram feitas por pessoas que estariam se passando por integrantes do tráfico de drogas. A investigação está em andamento. Caso as ameaças sejam comprovadas e os responsáveis sejam identificados, eles poderão ser indiciados. O Ministério Público informou que aguarda a conclusão das investigações da Polícia Civil para que o caso seja encaminhado ao órgão e as devidas providências sejam tomadas. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJNova Friburgo RJPolícia CivilPolícia Militar PMRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Comerciantes de depósitos de gás denunciam ameaças e cobrança de taxa em Nova Friburgo 23/08/2026 PF recebe pedido para investigar Flávio Bolsonaro em fraudes do INSS 27/08/2026 Xadrez de Mendonça 4: o contrato do ITER com o Tribunal de Justiça do Amazonas 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Com Flávio, Eduardo e Figueiredo, EUA preparam terreno para não reconhecer eleição no BR 27/07/2026 André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS 31/07/2026 Propaganda irregular com Bolsonaro: Vereadora aciona TRE contra deputado bolsonarista 26/08/2026 Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas 28/07/2026 A regra do TSE é clara: punição para vídeo fake de Bolsonaro com IA é cassação de Flávio 27/07/2026