Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO)

Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro, foi morto na frente de condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro neste domingo (12) Por Vitor Bonets e Camille Barbosa | CNN Brasil 13/07/2026 Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro executado na frente de um condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro • Reprodução/Redes Sociais São Paulo e no Rio de Janeiro – Uma câmera de segurança mostra o exato momento em que Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, é executado na frente de um condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O caso ocorreu neste domingo (12). Nas imagens, é possível ver dois homens de capecete em uma moto. Eles acompanham um carro, onde estava Yuri. Os criminosos param ao lado do veículo e um deles realiza diversos disparos. Uma câmera de segurança mostra o exato momento em que Yuri Luiz Desiderati Ribeiro, sargento da Polícia Militar do Rio de Janeiro, é executado na frente de um condomínio no bairro do Pechincha, zona Sudoeste do Rio de Janeiro. O caso ocorreu neste domingo (12). Nas imagens, é possível ver dois homens de capecete em uma moto. Eles acompanham um carro, onde estava Yuri. Os criminosos param ao lado do veículo e um deles realiza diversos disparos. O PM, que era lotado no 21º Batalhão, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense, já havia sido preso em 2023 por tráfico de drogas. Ele foi encontrado morto dentro do carro com o motor ainda ligado. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) foi acionada e investiga o assassinato. Diligências estão em andamento para apurar os fatos. Prisão em 2023 Yuri Luiz Desiderati Ribeiro foi preso em outubro de 2023 após ser flagrado fazendo a escolta de um caminhão com 151 kg de cocaína na avenida Brasil, na altura de Cordovil, na zona Norte do Rio. Segundo investigações da época, o policial atuaria para traficantes. De acordo com documentos obtidos pela CNN Brasil, a carga da droga seria transportada para uma comunidade dominada pelo Comando Vermelho. Com essa informação, somada à enorme quantidade de entorpecente apreendida, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro concluiu que Yuri e outro homem não se enquadravam como “traficantes ocasionais”. O sargento da Polícia Militar era lotado no 21º Batalhão, em São João de Meriti, na Baixada Fluminense. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSão João de Meriti RJTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) 13/07/2026 Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio 08/07/2026 Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?” 07/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vorcaro encomendou dossiê contra CEO do Itaú: “Está me causando problema” Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ
Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas

Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas Ex-assessora de Arthur Lira (PP), servidora é apontada como responsável por atuar em favor de políticos sem mandato na indicação de verbas parlamentares Por O GLOBO 13/07/2026 Mariângela Fialek, a Tuca, ex-assessora de Arthur Lira — Foto: Reprodução/LinkedIn Rio de Janeiro – Apontada pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), como responsável por atuar em favor do presidente do PL, Valdemar Costa Neto, na indicação de emendas parlamentares, a servidora Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, também tinha aval do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos), para atuar na indicação de emendas parlamentares por Eduardo Cunha (Republicanos). As informações constam na representação enviada pela Polícia Federal a Dino, a partir de provas coletadas pelas investigações. Tuca foi assessora do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), e hoje está lotada na liderança do PP na Casa, com salário de R$ 23.732,92. Segundo Dino, há “múltiplos indícios” de que ela atuava junto com outros dois servidores como “longa manus’ (executor de ordens) de Valdemar dentro da Câmara dos Deputados — que não poderia indicar emendas, já que não possui mandato. “A atuação desses três servidores extrapola a função burocrática e adentra em um espaço de cogestão irregular, no qual eles não apenas cumprem instruções, mas orientam, cobram, organizam e adaptam destinações conforme diretrizes informais atribuídas a Valdemar”, diz o ministro, na decisão que bloqueou os bens do líder partidário, na sexta-feira passada. Em outra ação, Dino determinou o bloqueio de até R$ 6,15 milhões em bens de Cunha em uma investigação que apura o desvio de emendas parlamentares da Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados. No documento produzido pelos investigadores, a Polícia Federal argumenta que o conjunto de elementos coletados, como a interceptação de diálogos mantidos entre Tuca e Cunha, revelam que o ex-presidente da Câmara operava com poderes equivalentes ou até superiores aos de parlamentares em exercício. “Tudo indica que Tuca contava com pleno aval da presidência da Casa (Motta) para promover os desvios de emendas em favor de Cunha, intensificando um altíssimo grau de promiscuidade na deliberação do chamado orçamento secreto”, afirma a PF. Dona da ‘chave do cofre’ e ex-braço-direito de Lira Tuca chegou a ser alvo de buscas da Polícia Federal em dezembro do ano passado. A operação apurava suspeitas de direcionamento indevido de recursos enviados pelos deputados a seus redutos eleitorais. Servidora da Câmara, Fialek tinha um raro status em Brasília: era tratada como chefe de Poder em reuniões na Esplanada dos Ministérios. Requisitada, a ex-assessora de Arthur Lira (PP-AL) teve a chave do orçamento secreto e foi alvo de operação da Polícia Federal (PF), em dezembro do ano passado, após ser acusada de trabalhar “sem preocupação” ou “interesse republicano” para o encaminhamento de emendas de comissão, um novo flanco de investigação sobre o mau uso de verbas por congressistas. Funcionária importante também para a gestão de Hugo Motta (Republicanos-PB), Tuca dizia a pessoas próximas que tinha registro de tudo o que fazia, desde conversas presenciais até ligações e anotações do dia a dia. Não por acaso, o temor se espalhou entre deputados, preocupados com os desdobramentos da chamada “conta de padaria” identificada pela PF. Em dezembro, quando parlamentares foram surpreendidos pela decisão do ministro Flávio Dino de afastá-la do cargo, uma onda de solidariedade foi gerada pelos deputados. Senhas de acesso Segundo relatos, Tuca auxiliava prefeituras, deputados e ministérios, tendo inclusive acesso a algumas senhas em sistemas específicos para o dinheiro chegar ao destino acordado. Sua sala, no segundo andar do Anexo 2 da Casa, se tornou ponto recorrente de circulação de parlamentares interessados em formalizar pedidos. Na sede da Presidência, local em que integrantes do governo frequentemente trabalham sob pressão para liberar recursos, uma simples chamada telefônica de Tuca era capaz de interromper uma reunião. O GLOBO mapeou a circulação da assessora na Esplanada e no Palácio do Planalto. Apenas na sede da Presidência, ela esteve 23 vezes durante o atual governo. Tuca circulou por pastas como Cidades, Desenvolvimento Regional, Saúde, Turismo, Educação e Fazenda, além do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), sempre vinculando sua atuação à execução de emendas. Entre todos os parlamentares ouvidos pelo GLOBO que conviveram com ela, há o reconhecimento do seu papel gerencial, uma mulher que resolvia problemas e era “incisiva” quando necessário. Para a PF e o ministro Flávio Dino, relator de ações que tratam sobre o mau uso de recursos, Tuca é suspeita de “direcionar” emendas sem critérios técnicos. No caso específico que desencadeou a operação, um deputado foi o responsável por relatar a precariedade das destinações. Segundo José Rocha (União Brasil-BA), presidente de comissão responsável por emendas repassadas pelo Ministério da Integração, Tuca enviou, em nome da Presidência da Câmara, planilhas prontas para assinatura. Eram, de acordo com o parlamentar, documentos que indicavam a destinação de R$ 1,125 bilhão sem informar autores, objetos ou beneficiários. Deputados e a própria Tuca afirmam que sua função sempre foi exercida por delegação. Ela atuava como “cumpridora de ordens”. Neste sentido, a investigação sobre seu trabalho e a decisão de afastá-la são compreendidas por congressistas como um ataque à Câmara. Por isso, os deputados querem que ela retorne às suas funções e trabalham para que sua reputação seja restaurada. Como informou O GLOBO, a Mesa Diretora da Câmara pediu ao STF em dezembro que ela retorne ao cargo, em processo que corre em sigilo. Integrantes da cúpula da Câmara afirmam que há uma tentativa de criminalizar as emendas. Segundo eles, não há irregularidades no apontamento dessas indicações. Além disso, dizem que há inconsistências nos depoimentos de deputados que embasaram a operação. Tuca tem um longo histórico de trabalho com políticos, chegando a trabalhar nos governos de quatro presidentes. No Legislativo, no início da atual gestão de Lula, quando a equipe econômica ainda buscava reorganizar sua relação com o Congresso e compreender as mudanças com o fim do orçamento secreto, sua palavra tinha peso. Reunião Embora ocupasse formalmente o cargo
Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF

Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF Segundo investigações, mesmo sem mandato, ex-presidente da Câmara orientava ‘(re)direcionamento de valores públicos’ Por Paula Freitas | Veja 13/07/2026 O ex-deputado Eduardo Cunha – (@eduardocunha/Facebook) Uma investigação da Polícia Federal (PF) apontou que o ex-deputado Eduardo Cunha atuava como um “agente secreto” e exercia um poder maior na Câmara dos Deputados do que parlamentares eleitos. Segundo a PF, mesmo sem mandato, Cunha orientava o “(re)direcionamento de valores públicos, especialmente em prol de sua anunciada campanha ao cargo de Deputado Federal pelo Estado de Minas Gerais”. “As emendas, criadas para atender demandas legítimas de representantes eleitos, acabam subordinadas a um esquema informal coordenado por quem não mais responde ao eleitorado, ao Parlamento ou às regras republicanas de transparência”, afirmou a PF. “O conjunto de elementos já permite concluir que Eduardo Cunha opera como agente privado com poderes políticos equivalentes ou até superiores aos de parlamentares em exercício, interferindo no direcionamento de recursos federais sem qualquer autorização institucional.” Mais cedo, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 6,1 milhões do ex-deputado por suspeita de desvio de emendas. Ao menos 29 emendas da Comissão de Saúde da Câmara teriam sido movimentadas sob ordens de Cunha. O valor total soma R$ 6.150.378,00. Ele operava com a ajuda de uma servidora da Casa, Mariângela Fialek, apelidada de “Tuca”, de acordo com as investigações. Outros parlamentares também estavam envolvidos no processo, que cita nominalmente o deputado federal Gilberto Abramo (Republicanos-MG). O ato pode configurar crime de peculato, previsto no art. 312 do Código Penal. “A atribuição artificial de status decisório a pessoa estranha à função formal, e o consequente redirecionamento das emendas para atender preferências privadas/partidárias, compõem o núcleo do desvio exigido pelo tipo do art. 312”, acrescentou a decisão. Em nota, a defesa do ex-deputado afirmou que “antes da decretação do bloqueio patrimonial, não havia sido intimado, ouvido ou chamado a prestar qualquer esclarecimento no âmbito dessa investigação”. O comunicado também indicou que “Eduardo Cunha não exerce mandato parlamentar e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas nas reportagens”. “Ao contrário. Conforme pode-se observar, elas foram oficialmente apresentadas e indicadas por parlamentares, bancadas ou órgãos legitimados, únicos que possuem competência sobre o processo orçamentário”, disse a declaração. “Eduardo Cunha sempre pautou sua vida publica pelo compromisso ético e probidade, respeitando as normas legais, inclusive, enquanto exerceu seu mandato parlamentar.” Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarPolícia Federal PFRepublicanosSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF 13/07/2026 Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) 13/07/2026 Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio 08/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo Quem é a ‘Mulher da Mala’? Ex-fiscal sacou R$ 3 milhões em esquema de corrupção, diz MPRJ Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO)
Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO)

Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO) Greve acontece em vários pontos do país; motoristas estão parados também nos portos, inclusive em Santos Por Chico Alves | ICL Notícias 13/07/2026 Senador Davi Alcolumbre (Republicanos-AP) A decisão do presidente do Senado, Davi Alcolumbre (Republicanos-AP), de travar a votação da Medida Provisória 1.343, que altera as regras do piso do frete para o transporte rodoviário de cargas (a chamada MP do Frete) levou caminhoneiros de várias regiões do país a iniciarem paralisação às 0h desta segunda-feira (13). O movimento foi convocado por líderes de vários sindicatos e associações de motoristas autônomos de caminhão. Um deles é o presidente da Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava), Wallace Landim, conhecido como Chorão. “Há semanas a gente vem lutando para que o Senado coloque o texto da MP em votação e até agora não aconteceu, por isso a categoria deliberou que faríamos essa paralisação. Essa paralisação não é feita por decisão do sindicalista A ou B. Quem causou essa paralisação foi o Alcolumbre”, disse ele, Ao ICL Notícias. A mobilização acontece porque a MP perde a validade nesta quinta-feira (16) e a categoria quer fazer com que Alcolumbre coloque em votação nesta terça-feira (14). A MP do Frete trata da questão do custo mínimo do frete, da autonomia para que a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) possa fazer a fiscalização, isenção das multas que foram aplicada em 2022, o fim das multas de entre-eixos, salário-base de R$ 5 mil para motoristas celetistas e vários outros pontos. Em vários portos do país os caminhoneiros estão parados, inclusive no Porto de Santos. Esse tipo de greve é a que mais rapidamente causa reflexo na distribuição dos produtos. “Esse recado vai para todos os caminhoneiros e para o Alcolumbre: Porto de Santos está parado, como foi pedido pela categoria. Alcolumbre, coloque essa pauta para votação senão essa responsabilidade será 100% sua”, alertou Luciano Santos, presidente do Sindicato dos Transportadores Rodoviários Autônomos de Bens da Baixada Santista e Vale do Ribeira (Sindicam-Santos), em vídeo gravado à 0h de hoje. Mas a paralisação não é só dos caminhoneiros que atendem aos portos. “É geral. O objetivo é continuarmos parados até que Alcolumbre coloque a MP em votação”, diz Carlos Alberto Litti Dahmer, diretor da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL). Algumas lideranças da categoria receberam sinalização de que o presidente do Senado pode mudar de posição e colocar o texto em votação. “Esperamos que isso aconteça”, diz Chorão. https://politicariabrasileira.blog.br/wp-content/uploads/2026/07/ssstwitter.com_1783963095165.mp4 Notícia anterior ANTT Agência Nacional de Transportes TerrestresDavi AlcolumbreMedida Provisória MPRepublicanosSantos SPSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO) 13/07/2026 Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) 11/07/2026 Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável Prefeitura de SP pede explicações a ONG ligada a ‘Dark Horse’ por despesas que somam R$ 13,4 milhões E agora, Valdemar? Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO)
Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025

Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos Líderes partidários assumiram autoria de 16% das emendas decomissão da Câmara dos Deputados, ocultando parlamentares que indicaram o beneficiário final dos recursos Por Transparência Brasil 13/07/2026 Este estudo analisou as 16,6 mil indicações de beneficiários das emendas de comissão de 2025 As emendas de liderança repetem a lógica do orçamento secreto, mecanismo declarado inconstitucional pelo STF em 2022. São emendas de comissão cujas indicações de beneficiários aparecem registradas em nome das lideranças partidárias, e não dos deputados que de fato escolheram os destinatários dos recursos. Essas emendas não têm impositividade prevista na Constituição, mas passaram a ter execução obrigatória por normas infralegais e acordos políticos, mesmo com o STF exigindo transparência e rastreabilidade dos recursos até o beneficiário final. Este estudo analisou as 16,6 mil indicações de beneficiários das emendas de comissão de 2025, que somaram R$ 11,7 bilhões em todo o Congresso Nacional, e verificou que sete bancadas da Câmara dos Deputados destinaram R$ 1,3 bilhão (16% do total da Casa) em nome de lideranças partidárias, sem identificar os deputados responsáveis pelas indicações. No Senado, todas as indicações estiveram associadas a um senador nomeado. Clique aqui para abrir o estudo Desenvolvido pelo EmbedPress Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalFlávio BolsonaroJair BolsonaroPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Similares ao orçamento secreto, ‘emendas de liderança’ somaram R$ 1,3 bi em 2025 13/07/2026 Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL
Rio tem R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação por corrupção

Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Montante é suficiente para executar 15 projetos prioritários de mobilidade, incluindo a Linha 3 do metrô, ligando a capital a Niterói e São Gonçalo passando sob a Baía de Guanabara Por Jéssica Marques e Selma Schmidt | O Globo 13/07/2026 No rastro do dinheiro público — Foto: Editoria de arte Rio de Janeiro – Anáfora, Zargun, Unha e Carne, Ouroboros… Esses são nomes de apenas algumas das 22 operações realizadas no estado do Rio entre 9 de junho de 2025 e 9 de julho de 2026. Levantamento feito pelo GLOBO mostra que as investigações apuram R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob suspeita de irregularidades em esquemas de corrupção. O montante é suficiente — e com sobra — para executar os 15 projetos prioritários de mobilidade da Região Metropolitana do Rio, estimados em R$ 68 bilhões pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério das Cidades. Entre eles está uma promessa de décadas: a Linha 3 do metrô, que ligaria a capital a Niterói e São Gonçalo por um trecho sob a Baía de Guanabara. Ao longo dessas operações, a Justiça também bloqueou R$ 122 milhões em bens e valores. A cifra bilionária também choca ao ser comparada com as despesas estimadas do estado para 2026 (R$ 126,7 bilhões). Representa mais da metade do que, pela lei orçamentária, pode ser gasto com pagamento de todos os servidores, custeio, obras e compras de equipamentos. Além disso, o montante sob suspeita daria para quitar quatro vezes o déficit previsto no orçamento do ano (R$ 18,93 bilhões). As investigações foram conduzidas pela Polícia Federal, pelo Ministério Público do Rio, pela Polícia Civil, pelo Ministério Público Federal, pela Controladoria-Geral da União e pelo Tribunal de Contas do Estado. Os alvos incluem políticos, ex-gestores públicos, servidores estaduais e municipais, policiais civis, empresários, organizações sociais da saúde e instituições públicas. Sem refino O maior valor sob apuração aparece na Operação Sem Refino, da PF, que analisa fraudes envolvendo cerca de R$ 50 bilhões e tem como alvos o ex-governador Cláudio Castro (PL) e o empresário Ricardo Magro, dono do grupo Refit. Na sequência, aparece a sexta fase da Operação Unha e Carne, que apura um esquema estimado em R$ 7,6 bilhões de lavagem de dinheiro em postos de combustíveis da Região Metropolitana e tem como alvos o ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União) e o ex-secretário de Polícia Civil Marcos Amim. Também de grande impacto financeiro está uma fiscalização do TCE-RJ, que apontou irregularidades em aplicações de R$ 6,5 bilhões do governo do estado em empresas privadas. Também estão na lista a primeira fase da Compliance, que investiga suspeitas de fraudes de R$ 3 bilhões no Rioprevidência; a Operação Antracito, que apura contratos da organização social Prima Qualitá Saúde com recursos do SUS, estimados em R$ 1,6 bilhão; e a quarta fase da Operação Unha e Carne, que teve como alvo o deputado afastado e preso Thiago Rangel (Avante) em um esquema de R$ 1 bilhão envolvendo verbas da Secretaria estadual de Educação (Seeduc). Em 3 de dezembro de 2025, o então presidente da Alerj, Rodrigo Bacellar (União), foi preso ao chegar à sede da PF. Em seu carro oficial, os agentes encontraram R$ 90 mil em espécie. Ele era investigado por suspeita de vazar informações sigilosas da Operação Zargun, que levou à prisão do então deputado TH Jóias, suspeito de ligação com o Comando Vermelho. A professora de Ciência Política da UFRJ e coordenadora do LAPPCOM, Mayra Goulart, afirma que é preciso diferenciar a troca legítima de apoio político do uso da máquina pública para favorecer grupos no poder. — É natural que o eleitor recompense com o voto um político cujas políticas públicas melhoraram sua vida. O problema surge quando a máquina pública deixa de servir ao cidadão e passa a fortalecer um projeto político. Isso caracteriza aparelhamento do Estado. Já o antropólogo Roberto DaMatta explica que a complexidade do setor público dificulta que a população entenda os caminhos que o dinheiro do governo percorre: — As pessoas têm dificuldade de entender que esse dinheiro (71,8 bilhões) é público. O sistema é muito complexo. Por isso, os cidadãos não entendem onde o dinheiro está sendo aplicado. Outras operações atingiram diferentes áreas da administração estadual. A Barco de Papel apura irregularidades na relação entre o Rioprevidência e o Banco Master, em um montante de R$ 970 milhões. Já a Anáfora investiga a participação do ex-governador Cláudio Castro (PL) e do ex-prefeito Washington Reis (MDB) em um esquema estimado em R$ 563 milhões de desvio de recursos da Saúde e lavagem de dinheiro para uma organização criminosa — valor suficiente para custear mais de quatro vezes as obras de saneamento no Complexo da Maré, orçadas em R$ 120 milhões. A lista inclui ainda a Operação Ouroboros, do MPRJ, que apura suspeitas de irregularidades em contratos do Instituto Rio Metrópole (IRM), com prejuízo estimado em R$ 86 milhões. A investigação foi deflagrada após auditorias determinadas pelo governador em exercício, Ricardo Couto; a Apócrifo, da PF e da Polícia Civil, sobre fraudes de R$ 15 milhões em alvarás judiciais; a terceira fase da Operação Fake Agents, em que ex-funcionários da Caixa Econômica Federal são acusados de desvio de R$ 7 milhões; e a Capgras, que apura fraudes de R$ 22 milhões em pensões da UFRJ. O levantamento também reúne operações contra servidores da Secretaria estadual de Fazenda, com fraudes de R$ 311 milhões; a Oásis, sobre golpes estimados em R$ 110 milhões; a Pague a Conta, que apura prejuízo de R$ 1 milhão em uma lotérica; a terceira fase da Operação Anomalia, contra policiais civis; e uma investigação da Polícia Civil sobre uma vereadora do Rio envolvendo R$ 1,7 milhão. Procurados, o ex-governador Cláudio Castro, a defesa do ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar e o ex-secretário Washington Reis negaram irregularidades. Castro afirmou que não favoreceu a Refit nem recebeu vantagem indevida na Operação
Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC

MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial De acordo com a Polícia Civil, a Entre Investimentos foi a principal fonte de dinheiro da ACX ITC Tecnologia em um período de nove meses Por Eduardo Militão e Andre Shalders | Metrópoles 13/07/2026 Cena do filme Dark Horse | Reprodução A Entre Investimentos e Participações, que financiou o filme Dark Horse, sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), fez 14 transferências para uma empresa investigada por lavar dinheiro do PCC. No total, foram R$ 28 milhões repassados em nove meses, entre agosto de 2024 e abril de 2025. É o maior volume de recursos destinado à ACX ITC Tecnologia no período. Segundo a Polícia Civil de São Paulo, a ACX ITC integra a rede de lavagem de dinheiro do tráfico de drogas da facção criminosa. A empresa está registrada em nome de um laranja que contou aos policiais ter sido abordado em um campo de futebol com a proposta de receber R$ 5 mil em troca de ceder seu CPF para assumir a empresa. O homem afirmou trabalhar com a venda de pipas e rabiolas por meio de rifas. A renda era de R$ 1.000 por rifa vendida. A relação da Entre Investimentos com a ACX ITC está sob investigação. No papel, a Entre pertence a Antônio Carlos Freixo Junior. Segundo a Polícia Federal, Freixo era usado pelo banqueiro Daniel Vorcaro como laranja para realizar pagamentos e ocultar patrimônio. Mas não apenas por ele. Ou seja, nem todos os negócios da Entre estão relacionados a Vorcaro. Foi por meio da Entre que Vorcaro pagou R$ 61 milhões, a pedido do senador e presidenciável Flávio Bolsonaro (PL-RJ), supostamente para financiar um filme sobre a história de Jair Bolsonaro. “A empresa ACX ITC possui fortes indícios de envolvimento com recursos oriundos do tráfico e movimentou R$ 918.378.510,00”, registrou o delegado Júlio Jesus Encarnação em relatório encaminhado à 1ª Vara de Organizações Criminosas e Lavagem de Bens de São Paulo. De 1º de agosto de 2024 a 25 de abril de 2025, estes foram os maiores pagadores da ACX ITC, segundo a Polícia Civil: • Entre Investimentos – R$ 26 milhões (a reportagem calculou R$ 28 milhões)• Supaluh Transportes e Serv Empresariais – R$ 11,7 milhões• Rinanileo Gestão Consultoria – R$ 9,3 milhões• Alpha Capital Ltda – R$ 3,4 milhões• JJV Intermediações e Cobranças – R$ 2,8 milhões A vice-campeã em repasses à ACX ITC é a Supaluh Transportes, investigada na CPMI do INSS. A comissão investigou a ACX porque a empresa também foi usada pelo Careca do INSS, principal operador do esquema de desvio de dinheiro de aposentados e pensionistas. Com endereço registrado em São Paulo, a Supaluh teve o registro baixado na Receita Federal em 2025. Ou seja, não está mais em operação. A empresa está registrada em nome de um contador que tinha 290 empresas como clientes e de um preparador de tintas com salário de R$ 1.700 por mês. Apesar disso, movimentou R$ 1,1 bilhão entre 2023 e 2025, segundo relatório da CPMI do INSS. Investigação foi enviada à Polícia Federal A empresa ACX ITC Tecnologia também apareceu em esquemas relacionados ao PCC, ao universo do Banco Master, de Daniel Vorcaro, e ao filme Dark Horse, fatos apurados na Operação Compliance Zero. Por isso, a Polícia Civil encaminhou toda a investigação da Operação Saturno à Polícia Federal. Os pagamentos da Entre ao filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro foram acertados por Vorcaro e pelo pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O acordo previa desembolsos de R$ 134 milhões, distribuídos entre janeiro de 2025 e janeiro de 2026. Os repasses, porém, foram efetuados entre 13 de fevereiro e maio do ano passado e somaram R$ 61 milhões. A Entre Investimentos, de Antônio Carlos Freixo Júnior, não respondeu às perguntas do Metrópoles sobre a natureza dos repasses à ACX ITC. Em nota, a assessoria da empresa afirmou apenas que “o Grupo Entre realiza suas operações em conformidade com as normas e regulamentações aplicáveis ao setor financeiro”. Acrescentou ainda que “a empresa reforça seu compromisso com a integridade, a transparência e o cumprimento da legislação vigente, permanecendo à disposição das autoridades competentes sempre que necessário.” Notícia anterior Magé RJMP-RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseTJ-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC 13/07/2026 PGJ afirma que investigações revelam ambiente institucional voltado à corrupção no Estado 09/07/2026 Caiado tem pelotão de 51 policiais militares para segurança pessoal e de familiares 19/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Quem é a ‘Mulher da Mala’? 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PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha

Aluguel de software pode ser excelente negócio se a contratante for a Secretaria de Governo de Nova Iguaçu Permissão para ex-deputado indicar repasses intensifica ‘altíssimo grau de promiscuidade’ na liberação das verbas, diz polícia PF não cita Hugo Motta, mas emendas foram liberadas na gestão do atual presidente da Câmara; Cunha nega ilegalidade Por Mateus Vargas | Folha de S.Paulo 12/07/2026 O ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha (Republicanos-MG) – Kayo Magalhães – 12.jul.2026/Divulgação/Câmara dos Deputados Brasília – Em documentação enviada ao ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), a Polícia Federal afirma que há indícios de que a presidência da Câmara autorizou a assessora parlamentar Mariângela Fialek a desviar emendas para o ex-deputado Eduardo Cunha (Republicanos-MG). A apuração embasou a ordem de Dino para bloquear R$ 6,15 milhões de Cunha pela suposta ingerência ilegal no direcionamento das verbas. Os documentos da PF reproduzidos na decisão do ministro do STF não citam o nome do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), mas os diálogos entre Cunha e Mariângela e a liberação das verbas ocorreram em 2025, quando ele comandava a Câmara. “Tudo indica que Tuca [apelido de Mariângela] contava com pleno aval da presidência da Casa para promover os desvios de emendas em favor de Eduardo Cunha, intensificando um altíssimo grau de promiscuidade na deliberação do chamado orçamento secreto”, afirma a PF. O presidente da Câmara ainda não se manifestou sobre a decisão de Dino e a apuração da PF. No sábado (11), Motta saiu em defesa do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Ele falou em “intervenção judicial” indevida ao se referir à ordem de Dino de bloquear R$ 119 milhões do dirigente partidário por causa da suspeita de desvio de emendas. Em nota, a defesa de Mariângela Fialek afirma que ela atuava de forma “estritamente técnica, apartidária e impessoal”. Na documentação enviada a Dino, a Polícia Federal afirma que ela “sabia que estava atuando em zona cinzenta” ao supostamente contornar fluxos formais para ajustar a destinações de emendas “conforme interesses privados”. A PF também diz que Eduardo Cunha opera como agente privado com poderes políticos equivalentes ou até superiores aos de parlamentares em exercício, “interferindo no direcionamento de recursos federais sem qualquer autorização institucional”. Em diálogos entre Cunha e Mariângela, reproduzidos pelos investigadores, o ex-presidente da Câmara também fez menção a “Hugo” em setembro de 2025. Segundo a PF, Tuca havia procurado o ex-deputado para “aparentemente” enviar alguma informação. Depois de ela enviar e apagar uma mensagem, Cunha teria dito: “Tive ontem com Arthur. Hugo me ligou à noite. Enfim, tentando ajudar. Mas Arthur tem razão”. Os trechos da investigação mencionados na decisão de Dino não explicam se Arthur é Arthur Lira (PP-AL), ex-presidente da Câmara. A decisão de bloquear valores de Cunha é um desdobramento da Operação Transparência, que investiga a possível ingerência ilícita do ex-deputado no direcionamento de verbas públicas, mesmo sem exercer mandato parlamentar desde 2016. Segundo a PF, a investigação aponta que Cunha coordenava diretamente a destinação de, pelo menos, 29 emendas da Comissão de Saúde, totalizando um valor de R$ 6,15 milhões. A defesa de Eduardo Cunha disse, em nota, que soube da decisão pela imprensa e que ele não foi intimado nem chamado a prestar esclarecimentos antes da decretação do bloqueio de bens. Afirmou ainda que Cunha não exerce mandato e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas nas reportagens. “A defesa rejeita a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar”, disse, em nota. De acordo com a nota, o valor bloqueado refere-se ao total das emendas sob investigação e não comprova desvio da verba. A defesa afirma que Cunha desconhece irregularidades na tramitação dos recursos e informa que buscará acesso aos autos para exercer o direito de defesa. Notícia anteriorPróxima notícia Nova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF diz que assessora tinha aval da presidência da Câmara para desviar emendas a Cunha 12/07/2026 Eduardo Cunha atua como ‘agente secreto’ e tem mais poder do que deputados eleitos, diz PF 13/07/2026 Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt Autópsia de governo Castro expõe ‘antros de corrupção’ no Rio
Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano

Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano Ex-presidente da Câmara dos Deputado, algoz de Dilma Rousseff, anunciou que pretende voltar ao cenário político pelo Estado de Minas Por Caio Possati | O Estado de S.Paulo 12/07/2026 Eduardo Cunha foi preso em 2016 no bojo da Operação Lava Jato. Foto: André Dusek/Estadão Ex-presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha teve os seus bens bloqueados em até R$ 6 milhões pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). Segundo investigação da Polícia Federal, Cunha atuava como uma “espécie de agente privado” dentro do Parlamento e teria conseguido, mesmo sem exercer nenhum mandato ou cargo público atualmente, destinar 21 emendas parlamentares a municípios de Minas Gerais, que totalizam o valor bloqueado pelo STF. A defesa de Eduardo Cunha afirmou que “desconhece qualquer irregularidade na tramitação das emendas” e que ele “não exerce mandato parlamentar e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas”. “Eduardo Cunha sempre pautou sua vida publica pelo compromisso ético e probidade, respeitando as normas legais, inclusive, enquanto exerceu seu mandato parlamentar”, diz a nota, completando que a defesa “rejeita a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar”. A nota termina dizendo que a defesa buscará acesso integral à investigação “a fim de conhecer o contexto completo dos fatos, exercer o contraditório e impugnar as medidas decretadas”. A decisão acontece a poucos meses da eleição, na qual Cunha já afirmou ter a pretensão de concorrer a deputado federal justamente pelo Estado de Minas. Se eleito, será o seu retorno ao cenário político nacional. Em setembro de 2016, ele foi cassado por quebra de decoro parlamentar meses depois de coordenar, naquele mesmo ano, como presidente da Câmara, o impeachment da então presidente Dilma Rousseff. A acusação formal que levou à sua cassação, por 450 votos a favor e 10 contra, indicou que Cunha mentiu à CPI da Petrobras, em 2015, ao negar ser titular de contas no exterior, conforme denúncia do então procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Meses antes, o STF já havia determinado o afastamento do ex-deputado das funções parlamentares por suspeita de obstruir investigações do Conselho de Ética. Cunha já era réu na Operação Lava Jato depois que, em 2015, também por denúncia da Procuradoria-Geral da República (PGR), foi acusado de corrupção e lavagem de dinheiro por ter recebido ao menos US$ 5 milhões em propinas referentes a dois contratos de construção de navios-sonda da Petrobras. Enquadrado como “ficha suja”, o então emedebista Eduardo Cunha perdeu os direitos políticos e tornou-se inelegível por 10 anos. Em outubro de 2016, um mês depois da cassação, foi preso no âmbito da Lava Jato por decisão do juiz Sergio Moro. Ficou detido por cerca de três anos, passou a responder ao processo em prisão domiciliar em 2020, durante a pandemia, e acabou sendo solto em 2021. Nas eleições de 2022, conseguiu autorização da Justiça Eleitoral, por meio do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), em Brasília, para concorrer ao cargo de deputado federal pelo Estado de São Paulo pelo PTB. Contudo, mesmo mudando de legenda e de domicílio eleitoral — antes concorria pelo Estado do Rio de Janeiro, seu reduto político —, não foi eleito. Em 2023, teve uma de suas condenações pela Lava Jato anulada pelo STF, após a Corte reconhecer a competência da Justiça Eleitoral para julgar o processo. A sentença derrubada pelo Supremo havia imposto a Cunha 15 anos e 11 meses de prisão por corrupção e lavagem de dinheiro. Cunha já declarou o desejo de voltar à cena política. Depois de fracassar em São Paulo, pretende retornar à Câmara dos Deputados pelo Estado de Minas Gerais, agora pelo Republicanos-MG. Atualmente, o ex-presidente da Câmara é pré-candidato e terá a candidatura a uma cadeira no Legislativo oficializada em 16 de agosto, conforme o calendário eleitoral. Bloqueio de R$ 6 milhões O bloqueio determinado por Dino aconteceu no âmbito da Operação Transparência. Conforme a PF, os repasses das emendas aos municípios mineiros eram feitos por meio de documentos fraudulentos que ocultavam o nome do ex-parlamentar. As apurações indicam que a operação funcionava por intermédio de Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, que já foi assessora de Cunha e atua como servidora na Câmara dos Deputados. Em 2025, ela teve seu aparelho celular analisado pela Polícia Federal, que afirma ter encontrado elementos que apontariam para “a existência de um arranjo decisório paralelo para a destinação de verbas públicas, no qual Eduardo Cosentino da Cunha, desprovido de mandato, aparece como vetor relevante de definição e remanejamento de emendas”. Conforme a PF, Tuca “não era mera executora ocasional”, mas uma “agente ativa e consciente”, que desempenhava papel de “consultora, facilitadora e implementadora” das demandas repassadas por Eduardo Cunha. Para os investigadores, Tuca realizava o reajuste de emendas a partir do direcionamento do ex-parlamentar, em um “claro e consciente processo de centralização operacional”. A reportagem busca contato com a defesa de Mariângela Fialek. Em seu depoimento à Polícia Federal, Tuca afirmou que evita conversar com deputados sobre a destinação de emendas, porque essa seria uma atribuição da liderança partidária. Segundo a investigação, porém, Eduardo Cunha, mesmo sem mandato, mantinha um canal direto de diálogo com a investigada, que não era oferecido à maioria dos parlamentares. “Evidências reunidas até o momento indicam que Eduardo Cunha atuava como um agente privado com influência política equivalente ou até superior a dos parlamentares em exercício, direcionando recursos federais sem qualquer autorização institucional”, escreveu Dino na decisão. COLABOROU FELIPE DE PAULA Notícia anterior Deputado Federalemenda parlamentarOperação Lava JatoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPolícia Federal PFPTB Partido Trabalhista BrasileiroRepublicanosSTF Supremo Tribunal FederalTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda 12/07/2026 Aluguel de software pode ser excelente negócio se a contratante for a Secretaria de Governo de Nova Iguaçu
‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino

‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino Em mensagem à servidora da Câmara, ex-deputado pede troca de emenda de Governador Valadares Por Bruna Lessa | O Globo 12/07/2026 0 ex-presidente da Câmara dos Deputados e deputado cassado Eduardo Cunha (PRD-SP) durante a posse da nova legislatura da Casa em fevereiro de 2023 — Foto: Cristiano Mariz/O Globo A Polícia Federal interceptou mensagens entre o ex-presidente da Câmara, Eduardo Cunha (Republicanos), e uma servidora da Casa, em que Cunha demonstra insatisfação com cidades de Minas Gerais, estado pelo qual ele deverá se candidatar nas eleições deste ano. Cunha, cassado em 2016, teve até R$ 6,15 milhões bloqueados por decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), sob suspeita de indicar irregularmente emendas parlamentares destinadas a municípios mineiros mesmo sem ter mandato. A investigação é um desdobramento da Operação Transparência, que apura desvios na distribuição de emendas do chamado orçamento secreto e que, na sexta-feira, já havia levado ao bloqueio de até R$ 119 milhões do presidente do PL, Valdemar Costa Neto. Entre os diálogos que embasaram a decisão, tornada pública neste domingo, um trecho reproduzido pela Polícia Federal mostra Cunha reclamando justamente de cidades no estado pelo qual pretende se eleger em outubro. As conversas foram extraídas do celular de Mariângela Fialek, a Tuca, servidora da Câmara apontada como operadora do esquema de manipulação de emendas parlamentares. Em uma delas, o ex-deputado resolve um impasse trocando a cidade beneficiada por uma emenda: “Boa tarde, desculpa, mas eu não aguento mais esses mineiros enrolados. Troca a de Governador Valadares por essa, pois lá também criaram caso pedindo ofício etc. É mais fácil trocar”, escreveu. Na representação que embasou a decisão de Dino, a PF afirma que “mais simbólico ainda no sentido do descontrole político e desvinculação ao interesse público dessas destinações é o fato de que o ex-deputado nunca manteve vinculação política com o Estado de Minas”. No documento, a PF destaca que, em alguns trechos, Cunha demonstra pouco apreço pelo Estado e pelos prefeitos com quem mantinha interlocução. “Nesse sentido, ainda que o efetivo desvio dos recursos públicos em benefício próprio não seja pressuposto do delito de peculato, chama a atenção que um pré-candidato a deputado federal por Minas – Estado junto ao qual nunca manteve vínculo político – busque angariar recursos para municipalidades. É evidente a tentativa de cooptar apoio político local para a eleição que se aproxima”, diz a investigação. Municípios trocados nas conversas A mensagem sobre os “mineiros enrolados” não é a única em que Cunha remaneja destinos de emendas nos diálogos analisados pela PF. Em setembro de 2025, diante de um conflito local sobre a autoria de uma emenda destinada a Manhuaçu, o ex-deputado desiste do repasse e manda substituir o município: “Bom dia. Trocar Manhuaçu por essas para acabar com a confusão”, escreve, indicando em seguida o Fundo Municipal de Saúde de Governador Valadares e a Associação Hospital Belizário Miranda como novos destinatários. Sobre a disputa, resume: “Cidade pequena é uma guerra”. Em outra passagem, ao pedir remanejamentos envolvendo os municípios de Matias Barbosa, Pedrinópolis e Varjão de Minas, Cunha se desculpa com a servidora: “Desculpa o trabalho, mas Minas é muito pulverizado”. Tuca responde: “Tranquila. São muitos municípios mesmo”. Para os investigadores, as emendas, que foram “criadas para atender demandas legítimas de representantes eleitos”, acabaram “subordinadas a um esquema informal coordenado por quem não mais responde ao eleitorado, ao Parlamento ou às regras republicanas de transparência”. Além do bloqueio de bens, a decisão de Dino, assinada em 6 de julho, suspendeu a execução de todas as emendas sob suspeita. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarGovernador Valadares MGManhuaçu MGMatias Barbosa MGPedrinópolis MGPL Partido LiberalPolícia Federal PFRepublicanosSTF Supremo Tribunal FederalVarjão de Minas MG Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino 12/07/2026 Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” 11/07/2026 Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino Policial militar é baleado durante assalto na RJ-106 enquanto voltava do serviço Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro
Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões

Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões Ministro do STF afirma que foram identificadas pelo menos 21 emendas empenhadas e pagas e que, nesse cenário, ‘foram forjadamente documentadas para escamotear o verdadeiro solicitante da indicação’. Por Isabella Calzolari e Filipe Matoso | g1 e GloboNews 12/07/2026 Eduardo Cunha em foto de arquivo — Foto: Eraldo Peres/AP Brasília – O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou o bloqueio de R$ 6 milhões do ex-deputado federal Eduardo Cunha (Republicanos-MG), por suspeita de desvio de emendas parlamentares. A decisão é de 6 de julho e tornou-se pública neste domingo (12). Em nota, Cunha nega irregularidades. A defesa de Mariangela afirmou que sua atuação era estritamente técnica, apartidária e impessoal. (leia a íntegra abaixo) O ex-presidente da Câmara é alvo da mesma investigação que bloqueou R$ 119 milhões do presidente do PL, o ex-deputado federal Valdemar Costa Neto por indicação irregular de emendas. A indicação de emendas é uma prerrogativa de deputados e senadores em exercício. Mas a Polícia Federal identificou que Eduardo Cunha, que é ex-deputado, “dispõe dos serviços de MARIANGELA FIALEK e da liberalidade política para destinar recursos conforme seus interesses, em sintomas inequívocos do cometimento dos crimes de peculato”. As medidas ocorrem após uma representação da PF que é desdobramento da chamada “Operação Transparência”, realizada em dezembro do ano passado e que teve a funcionária da Câmara Mariângela Fialek, a Tuca, como alvo. “Como dito, se na primeira etapa da Operação Transparência já se tinha por muito delineada ausência de controle na distribuição desses valores em emendas, o aprofundamento das investigações passou a delimitar situações claras de desvio desses valores a partir da figura de TUCA. A extração e análise de dados do aparelho de MARIÂNGELA FIALEK indica a existência de um arranjo decisório paralelo para a destinação de verbas públicas, no qual EDUARDO COSENTINO DA CUNHA, desprovido de mandato, aparece como vetor relevante de definição e remanejamento de emendas”, diz trecho da decisão de Dino. A decisão do ministro Dino afirma ainda que, “das pesquisas realizadas, foram identificadas pelo menos 21 emendas parlamentares, num total de R$ 6,15 milhões, que foram empenhadas e pagas e que, nesse cenário, foram forjadamente documentadas para escamotear o verdadeiro solicitante da indicação.” Na decisão, a Polícia Federal afirma que “o conjunto de elementos já permite concluir que EDUARDO CUNHA opera como agente privado com poderes políticos equivalentes ou até superiores aos de parlamentares em exercício, interferindo no direcionamento de recursos federais sem qualquer autorização institucional”. “Isso revela um quadro de gravíssimo desvio de finalidade, pois as emendas, criadas para atender demandas legítimas de representantes eleitos, acabam subordinadas a um esquema informal coordenado por quem não mais responde ao eleitorado, ao Parlamento ou às regras republicanas de transparência.” Eleições Eduardo Cunha escolheu o estado de Minas Gerais para ser candidato a deputado federal nas eleições deste ano. Cunha já foi eleito por quatro vezes pelo Rio de Janeiro, tentou ser deputado por São Paulo em 2022, mas não se elegeu. Um trecho da decisão de Dino afirma que “em várias passagens, o ex-deputado revela contar com uma cota informal de valores, que era direcionada conforme as diretrizes e interesses políticos no Estado de Minas”. “Várias foram as trocas de municípios e indicações, tudo conforme diretrizes repassadas diretamente pelo ex-deputado. Mais simbólico ainda no sentido do descontrole político e desvinculação ao interesse público dessas destinações é o fato de que o ex-deputado nunca manteve vinculação política com o Estado de Minas. Pelo contrário, em algumas passagens simboliza manter pouco apreço pelo Estado e pelos prefeitos com quem mantinha interlocução.” Outro lado Em nota, a defesa de Eduardo Cunha disse que tomou conhecimento da decisão de bloqueio parimonial pela imprensa e que o ex-deputado não foi intimado para esclarecer os fatos. “Eduardo Cunha não exerce mandato parlamentar e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas nas reportagens”, afirmaram os advogados. A defesa argumenta ainda que não se pode equiparar “a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar”. “É igualmente necessário esclarecer que o montante de R$ 6,15 milhões corresponde ao valor global das emendas questionadas, destinadas a municípios ou outros beneficiários públicos, e nem mesmo a decisão imputa recebimento de qualquer vantagem a Eduardo Cunha”. Ainda de acordo com os advogados, Cunha “desconhece qualquer irregularidade na tramitação das emendas”. “A defesa buscará acesso integral à investigação a fim de conhecer o contexto completo dos fatos, exercer o contraditório e impugnar as medidas decretadas”. Íntegra da nota da defesa de Cunha A defesa de Eduardo Cunha tomou conhecimento, pela imprensa, da decisão divulgada neste domingo e esclarece que, antes da decretação do bloqueio patrimonial, não havia sido intimado, ouvido ou chamado a prestar qualquer esclarecimento no âmbito dessa investigação. Eduardo Cunha não exerce mandato parlamentar e, portanto, não apresentou, subscreveu ou formalizou nenhuma das emendas mencionadas nas reportagens. Ao contrário. Conforme pode-se observar, elas foram oficialmente apresentadas e indicadas por parlamentares, bancadas ou órgãos legitimados, únicos que possuem competência sobre o processo orçamentário. Eduardo Cunha sempre pautou sua vida publica pelo compromisso ético e probidade, respeitando as normas legais, inclusive, enquanto exerceu seu mandato parlamentar. Deste modo, a defesa rejeita a tentativa de equiparar automaticamente a legítima interlocução política ao exercício clandestino de mandato parlamentar. É igualmente necessário esclarecer que o montante de R$ 6,15 milhões corresponde ao valor global das emendas questionadas, destinadas a municípios ou outros beneficiários públicos, e nem mesmo a decisão imputa recebimento de qualquer vantagem a Eduardo Cunha. Eduardo Cunha desconhece qualquer irregularidade na tramitação das emendas. Cabe ressaltar que a própria PGR considerou prematuro o bloqueio das contas de Eduardo Cunha. A defesa buscará acesso integral à investigação a fim de conhecer o contexto completo dos fatos, exercer o contraditório e impugnar as medidas decretadas. Íntegra da nota de Mariangela Fialek Mariangela Fialek é advogada formada pela PUC/RS e é mestra em Direito do Estado pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Profissional experiente
Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda

Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda Passagem comprada para os EUA para segunda-feira (13) também levou o STF a determinar apreensão do passaporte de Thiago Miranda, publicitário ligado a Daniel Vorcaro; defesa nega Por Elijonas Maia | CNN 12/07/2026 Daniel Vorcaro e Thiago Miranda • Redes sociais/Reprodução A PF (Polícia Federal) reuniu ao menos três elementos para pedir a apreensão do passaporte de Thiago Miranda, publicitário ligado a Daniel Vorcaro, e sua proibição de sair do Brasil. No documento enviado ao ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), a PF detalha uma informação que já circulava no entorno de Miranda: a troca de telefone antes de ser alvo da operação que cumpriu buscas na casa dele. “Foram encontrados diversos registros de números de telefone supostamente utilizados por Thiago, em situação apta a demonstrar, no entender da autoridade policial, que o investigado passou a promover mudanças constantes de números telefônicos após a publicidade da investigação em desfavor do Banco Master e de seu relacionamento com Daniel Vorcaro“, diz a PF. O documento também explica que a mesma dinâmica, “de furtividade e capacidade de atuação célere e adaptativa”, pôde ser verificada na descoberta do recente encerramento das atividades da Miranda Comunicação, conhecida como Agência MiThi, em nome de Thiago Miranda, em um dos endereços indicados no pedido de busca. A CNN apurou que a empresa fechou há cerca de dez dias. O terceiro ponto em que a PF apontou “sério risco de evasão do território nacional” foi ante a notícia de que o investigado viajaria para Miami, nos Estados Unidos, na segunda-feira (13). A operação foi deflagrada de tarde, na última quinta-feira (9), inclusive, horário não habitual, porque a PF viu que Miranda teve uma “permanência inesperada em Brasília“. Ele solicitou reembolso de uma passagem aérea com destino ao Rio de Janeiro e ida prevista para o dia 8, véspera da operação. Já no dia da operação, o publicitário desligou rapidamente o celular ao perceber a chegada da PF, segundo o delegado do caso, assim, “dificultando o acesso a possíveis informações relevantes no dispositivo”. Com o pedido da PF, o ministro determinou também a suspensão do passaporte do empresário no sistema de tráfego. Em nota encaminhada no sábado (11), a defesa de Miranda diz que ele colaborou com as investigações desde o início e nega qualquer irregularidade. “Desde o início das investigações, o Sr. Thiago Miranda adotou postura estritamente colaborativa, pautada pela boa-fé e pela mais absoluta lealdade processual, comparecendo espontaneamente a todos os atos para os quais foi convocado e prestando os esclarecimentos que lhe foram solicitados“, diz a nota. “A defesa nega enfaticamente a prática de qualquer irregularidade por parte de seu constituinte, confiante de que, ao final da regular instrução, restará plenamente demonstrada a improcedência das suspeitas que lhe são atribuídas“, acrescentou. Notícia anterior Banco MasterPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda 12/07/2026 Aluguel de software pode ser excelente negócio se a contratante for a Secretaria de Governo de Nova Iguaçu 07/07/2026 Magé: Câmara de Vereadores contratou abastecimento de frota de tamanho desconhecido sem licitação 06/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Policial militar é baleado durante assalto na RJ-106 enquanto voltava do serviço Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios Deslizamento às margens da RJ-186 preocupa moradores há quase cinco anos em Santo Antônio de Pádua (VIDEO) Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho Defesa de Flávio Bolsonaro aciona Fachin para tirar Dino de caso ‘Dark Horse’