Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

PF recebe pedido para investigar Flávio Bolsonaro em fraudes do INSS

PF recebe pedido para investigar Flávio Bolsonaro em fraudes do INSS

PF recebe pedido para investigar Flávio Bolsonaro em fraudes do INSS PF recebe pedido para investigar Flávio Bolsonaro em fraudes do INSS Representação pede análise de dados financeiros e societários para verificar eventuais conexões com investigados pela Operação Sem Desconto Por Raony Salvador | Fórum 27/08/2026 Flávio Bolsonaro – Foto: Reprodução de Vídeo/YouTube A Polícia Federal recebeu um pedido para investigar possíveis ligações entre o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), seu escritório de advocacia e integrantes do núcleo investigado pela Operação Sem Desconto, que apura um esquema de descontos indevidos contra aposentados e pensionistas do INSS. A representação foi apresentada pelos deputados federais Alencar Santana (PT-SP) e Rogério Correia (PT-MG) e pede o cruzamento de dados financeiros, bancários, fiscais e societários para verificar se recursos relacionados ao esquema chegaram, direta ou indiretamente, ao parlamentar ou a pessoas próximas. O documento cita a relação entre integrantes do escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro e pessoas mencionadas nas investigações da Polícia Federal. Segundo a representação, Letícia Caetano dos Reis, administradora da sociedade de advocacia do senador desde a criação da banca, é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, apontado em relatório da PF como sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, citado como um dos operadores do esquema. Outro ponto levantado pelos parlamentares envolve o advogado Willer Tomaz, a quem é atribuída a indicação de Letícia para o escritório de Flávio. A documentação apresentada cita relatórios financeiros com cerca de R$ 45,5 milhões em movimentações ligadas a Willer e um pagamento de R$ 120 mil a um operador financeiro relacionado ao Careca do INSS. Os deputados também afirmam que pedidos apresentados na CPMI do INSS para aprofundar essas conexões não chegaram a ser votados. Entre eles estavam requerimentos para convocar Flávio Bolsonaro e acessar informações financeiras do senador, de seu escritório e de Letícia. “A CPMI pode ter escolhido não votar, mas a investigação não pode parar. Os aposentados que foram roubados têm o direito de saber quem participou do esquema, quem se beneficiou e para onde foi o dinheiro”, afirmaram os parlamentares. A Operação Sem Desconto investiga um esquema de descontos considerados indevidos em benefícios de aposentados e pensionistas do INSS. Notícia anteriorPróxima notícia CPMI Comissão Parlamentar Mista de InquéritoDeputado FederalFraudes no INSSPL Partido LiberalPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF recebe pedido para investigar Flávio Bolsonaro em fraudes do INSS 27/08/2026 Xadrez de Mendonça 4: o contrato do ITER com o Tribunal de Justiça do Amazonas 26/08/2026 Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana De minuta de contrato a almoço reservado: entenda as suspeitas da PF envolvendo a relação entre Lulinha, Roberta e Marcola 19/08/2026 ‘Se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode?’, diz Tarcísio em sabatina 20/08/2026 Governador Jorginho Mello é acusado de interferir em investigação sobre caixa 2 em SC 31/07/2026 Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu 24/08/2026 Grupo planejava explodir o Palácio do Planalto e mirava o debate do 2º turno (VIDEO) 09/08/2026

Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS

Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS

Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS Irmão de Letícia, Alexandre Caetano dos Reis, é sócio do “Careca do INSS” Por Yuri Ferreira | Fórum 26/08/2026 Flávio Bolsonaro – Administradora de escritório do Senador é irmã de sócio do Careca do INSS e foi indicada por Willer Tomaz para o cargo (Foto: Marina Uezima/Brazil Photo Press/Brazil Photo Press) INTERNATIONAL (Photo by Marina Uezima / Brazil Photo Press via AFP) O nome de Letícia Caetano dos Reis aparece como uma das conexões investigadas entre o entorno profissional de Flávio Bolsonaro e o núcleo empresarial ligado a Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, apontado como um dos principais operadores do esquema de descontos indevidos em aposentadorias e pensões investigado pela Polícia Federal. Letícia é administradora da empresa Flavio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia, escritório do senador e candidato à Presidência da República. Segundo documentos apresentados à CPMI do INSS, ela ocupa a função desde 16 de abril de 2021, data de abertura da empresa. A relação que chamou a atenção da CPMI, porém, não está apenas no escritório de advocacia. Letícia é irmã de Alexandre Caetano dos Reis, contador que, segundo elementos reunidos pela Polícia Federal e reproduzidos em requerimentos da comissão, aparece como sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes na empresa Camilo & Antunes Limited, registrada nas Ilhas Virgens Britânicas. Quem é Letícia Caetano dos Reis Letícia Caetano dos Reis passou a administrar o escritório de Flávio Bolsonaro em 2021. A empresa tem capital social declarado de R$ 10 mil e foi registrada no mesmo endereço da mansão adquirida pelo senador naquele ano, no Lago Sul, em Brasília, imóvel avaliado em aproximadamente R$ 5,97 milhões à época. Essas informações constam dos requerimentos apresentados à CPMI. Em entrevista concedida à Agência Pública em 2022, Letícia afirmou que chegou ao escritório por indicação do advogado Willer Tomaz de Souza, advogado que virou manchete após a publicação de uma foto com líderes políticos do Centrão e o caso da Mansão de Angra, batalha judicial com o jogador Richarlison. A própria relação entre Willer Tomaz, Letícia Caetano dos Reis e Alexandre passou a ser considerada relevante pelos investigadores. O advogado atuou em processos envolvendo Alexandre Caetano e empresas ligadas a ele. Documentos analisados pela Polícia Federal e reproduzidos em requerimentos da CPMI também apontaram que Tomaz movimentou R$ 45,5 milhões entre maio e novembro de 2021 e fez um pagamento de R$ 120 mil a Milton Salvador de Almeida Júnior, identificado nas investigações como operador financeiro ligado ao “Careca do INSS”. O irmão de Letícia Caetano dos Reis e o “Careca do INSS” Segundo relatório da Polícia Federal citado pelos parlamentares, Alexandre era contador de empresas relacionadas a Antônio Carlos Camilo Antunes e aparece como sócio do empresário na Camilo & Antunes Limited, uma offshore sediada nas Ilhas Virgens Britânicas. A empresa adquiriu quatro imóveis no Brasil em 2024, em operações que totalizaram R$ 11,05 milhões. O requerimento apresentado pelo deputado Paulo Pimenta (PT-RS) afirma que a estrutura empresarial é investigada no contexto de possíveis mecanismos de blindagem e ocultação patrimonial relacionados ao esquema. Alexandre, contador ligado ao escritório de Flávio Bolsonaro, foi preso no âmbito das investigações sobre as fraudes previdenciárias. É importante fazer uma distinção: o parentesco entre Letícia e Alexandre e a relação profissional de Letícia com Flávio são fatos documentados; isso, por si só, não comprova que Letícia tenha participado das fraudes do INSS ou que Flávio Bolsonaro tenha cometido qualquer crime relacionado ao esquema. A conexão é justamente objeto de investigação e de pedidos feitos por parlamentares. O que a CPMI do INSS investigou A CPMI apresentou mais de um requerimento para convocar Letícia Caetano dos Reis e aprofundar a investigação sobre seus vínculos profissionais e financeiros. Um dos documentos afirma que ela é administradora do escritório de Flávio Bolsonaro e irmã de Alexandre, apontado pela PF como sócio de Antônio Carlos Camilo Antunes. A partir disso, o requerimento sustenta que seria necessário esclarecer uma possível conexão entre o senador e o núcleo empresarial do “Careca do INSS”. Também foram apresentados pedidos para obter Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) e quebrar os sigilos bancário e fiscal de Letícia. Os requerimentos abrangiam períodos que começavam em 2019 ou, no caso de pedidos específicos, na data de criação do escritório de Flávio, em abril de 2021. A comissão chegou a incluir os pedidos relacionados a Letícia em sua pauta. A Câmara dos Deputados registrou que estavam previstos requerimentos de quebra de sigilo bancário e fiscal dela, destacando justamente que Letícia era administradora do escritório de Flávio e irmã de Alexandre Caetano. No entanto, os requerimentos de convocação e quebra de sigilo de Letícia não foram efetivamente apreciados pela CPMI do INSS. O sistema oficial do Senado registra os pedidos como “não apreciados”. A relação, portanto, permanece no campo das conexões investigadas, e não de uma conclusão judicial de que Letícia Caetano dos Reis ou Flávio tenham participado do esquema. O que está documentado é uma cadeia de relações: Letícia administrava o escritório de Flávio Bolsonaro; seu irmão Alexandre é apontado pela PF como sócio do “Careca do INSS” em uma offshore; e o advogado que, segundo Letícia, a indicou para o escritório de Flávio também aparece em documentos da investigação relacionados a Alexandre e a um operador ligado a Camilo Antunes. Foi esse conjunto de vínculos que levou parlamentares a tentar convocá-la e obter seus dados financeiros. Até o momento, porém, não há nas fontes consultadas uma conclusão de que Letícia tenha participado das fraudes contra aposentados e pensionistas. O ponto central da investigação parlamentar era justamente verificar se as conexões profissionais, familiares e financeiras indicavam algum vínculo adicional entre o escritório de Flávio Bolsonaro e o núcleo comandado por Antônio Carlos Camilo Antunes. Notícia anteriorPróxima notícia Angra dos Reis RJBrasília DFCPMI Comissão Parlamentar Mista de InquéritoDeputado FederalFraudes no INSSPL Partido LiberalPolícia Federal PFPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSul Fluminense Costa Verde Médio Paraíba Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS 27/08/2026 Propaganda irregular com Bolsonaro: Vereadora aciona TRE contra

Propaganda irregular com Bolsonaro: Vereadora aciona TRE contra deputado bolsonarista

Propaganda irregular com Bolsonaro: Vereadora aciona TRE contra deputado bolsonarista

Propaganda irregular com Bolsonaro: Vereadora aciona TRE contra deputado bolsonarista Representação contra Lucas Bove (PL) encaminhada por Duda Hidalgo (PT), vereadora em Ribeirão Preto (SP), pede remoção de material com imagem de ex-presidente Por Lucas Vasques | Fórum 26/08/2026 Duda Hidalgo – Foto: Marco Antonio Cardelino/Alesp Duda Hidalgo, vereadora no município de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, protocolou, nesta quarta-feira (26), representação por propaganda eleitoral irregular, com pedido de liminar, no Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP) contra o candidato à reeleição de deputado estadual Lucas Bove (PL). A ação questiona o uso sistemático da imagem do ex-presidente condenado Jair Bolsonaro (PL) em materiais de rua e panfletos de campanha em Ribeirão Preto, além de apontar infrações na disposição física das peças publicitárias em vias públicas. A representação é fundamentada em vício de conteúdo e de forma. A campanha da parlamentar localizou múltiplos wind banners (bandeiras de mastro com base plástica) instalados em série ao longo do passeio público na Rua João Tonioli, obstruindo parcialmente a calçada e o trânsito de pedestres. Também foi registrada, por meio de denúncia de eleitor em rede social, a colocação de novos banners em canteiro central ajardinado no cruzamento da Avenida Presidente Vargas com a Rua José Adolfo Bianco Molina. “A Justiça Eleitoral deve zelar pela igualdade de condições entre todas as candidaturas”, afirmou Duda. “A utilização da imagem de um cidadão que está impedido pela própria Justiça de fazer qualquer tipo de campanha eleitoral, inclusive por meio de terceiros, gera um desequilíbrio injusto na disputa”, acrescentou. O novo episódio judicial aprofunda o histórico de tensões entre a vereadora e o parlamentar do PL. Em dezembro de 2024, Bove protocolou uma moção de repúdio contra Duda na Assembleia Legislativa de São Paulo (ALESP), em reação a uma moção de apoio apresentada por ela na Câmara Municipal de Ribeirão Preto favorável à prisão de Jair Bolsonaro. A iniciativa da vereadora também se conecta com a sua atuação no enfrentamento à violência política de gênero no interior paulista. Em 2022, ela levou ao Ministério Público Eleitoral ataques de natureza racista e estética de outro pré-candidato de oposição, com amparo na Lei 14.192/2021. Conflito de ordens judiciais A defesa jurídica da vereadora argumenta na petição que a veiculação da imagem de Bolsonaro colide com decisões recentes e vigentes do Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-presidente foi condenado na Ação Penal 2.668 à pena de 27 anos e 3 meses de reclusão e teve seus direitos políticos suspensos, com trânsito em julgado certificado no fim de 2025. Na execução da pena, em decisão de 17 de julho de 2026, o ministro Alexandre de Moraes manteve Bolsonaro em prisão domiciliar humanitária, mas determinou expressamente a proibição de divulgação de manifestos político-eleitorais, “inclusive por meio de terceiros, independentemente do meio utilizado”. A petição afirma que o candidato do PL enfrenta um dilema incontornável: se houve autorização de Bolsonaro para o uso da imagem, a ordem do STF foi descumprida; se não houve autorização, o material viola o direito constitucional de imagem. Além disso, a petição aponta infrações diretas ao artigo 37 da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997), que proíbe propaganda de qualquer natureza em canteiros e jardins públicos e veda a colocação de suportes que obstruam calçadas ou que, dispostos em série, criem impacto visual de outdoor. Notícia anteriorPróxima notícia ALESPDeputado EstadualMPE Ministério Público EleitoralPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresRibeirão Preto SPSTF Supremo Tribunal FederalTRE-SPVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Propaganda irregular com Bolsonaro: Vereadora aciona TRE contra deputado bolsonarista 26/08/2026 Dark Horse: Eduardo Bolsonaro usa factoide da Veja para encobrir mentira de Flávio sobre “prestação de contas” 27/08/2026 Regalias de Vorcaro na Papudinha incluem picanha e academia 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Gabinete presidencial, cannabis medicinal e tráfico de influência: entenda a nova investigação da PF contra Lulinha 31/07/2026 Flávio Bolsonaro entra na mira da PF por suspeita de usar mandato para favorecer o Master 30/07/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master 10/08/2026 Caiado troca discurso liberal por pose populista no Brás ao criticar maior parceiro comercial do Brasil 20/08/2026

Regalias de Vorcaro na Papudinha incluem picanha e academia

Regalias de Vorcaro na Papudinha incluem picanha e academia

Regalias de Vorcaro na Papudinha incluem picanha e academia Denúncia aponta que dono do Banco Master teria acesso a academia exclusiva de policiais e recebido alimentos não permitidos levados de fora da unidade Por Vanessa Lippelt | Poder Paraná 26/08/2026 Daniel Vorcaro | Reprodução/ Redes sociais Preso no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), conhecido como Papudinha, desde 25 de junho de 2026, o banqueiro Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, vem recebendo tratamento diferenciado dentro da unidade. Segundo denúncia obtida pela reportagem do Poder Paraná, ele teria acesso à academia do batalhão, de uso restrito aos policiais que trabalham no local, além de receber alimentos externos como picanha, queijo e doces. De acordo com os relatos das fontes, Vorcaro faz uso da academia três vezes por semana. O espaço é destinado exclusivamente aos policiais que trabalham no batalhão. Segundo as informações apresentadas à reportagem, o acesso do banqueiro teria sido autorizado pelo tenente-coronel Allenson Nascimento Lopes em 17 de julho. Interlocutores também contam que Vorcaro seria tratado como “brother” por alguns policiais da unidade, com direito a aperto de mão de alguns, demonstrando a relação de intimidade entre o preso e integrantes da corporação. Picanha e caixas de doce de leite De acordo com os relatos, em 13 de julho, Vorcaro recebeu uma sacola do supermercado Verdemar, que tem 15 unidade em Belo Horizonte (MG) e 1 em Nova Lima (MG), com cerca de 25 produtos alimentícios e suplementos. Entre os itens listados, que passaram por inspeção de agentes da Papudinha, estão picanha acondicionada em um recipiente plástico, leites de soja da marca Shefa, leite de amêndoas da marca Essa Tal de Castanha, duas embalagens que aparentam ser de água de coco, duas caixas de doce de leite da marca Flormel, queijo, presunto, bananas e três pacotes de pão de forma. Não foi possível identificar os outros produtos que foram vistoriados e deram da entrada na unidade. A relação dos alimentos chama atenção por incluir produtos que, em princípio, não fazem parte da alimentação fornecida aos presos, como cortes específicos de carne, bebidas vegetais, doces e suplementos. A reportagem questionou a PMDF sobre as regras para entrada de alimentos externos e se houve autorização excepcional para Vorcaro. De acordo com a Portaria nº 80, de 15 de março de 2023, e suas atualizações, a lista de alimentos permitidos aos custodiados são até 1 kg de biscoitos e rosquinhas industrializadas, até 28 unidades de doces industrializados, até 300 gramas de castanhas e amendoim, 300 grama de torradas, até 400 grama de batata palha e farofa.  Advogado diz desconhecer regalias Procurado pela reportagem, o advogado de Daniel Vorcaro, Daniel Bialski, afirmou não saber se o cliente use a academia da Papudinha. a contratação do criminalista, que já defendeu o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro e a deputada cassada Carla Zambelli, aconteceu na primeira semana de agosto, com o objetivo de retomar as negociações de uma delação premiada. “Eu não tenho ideia disso aí. Nunca perguntei para ele e a rotina que eu tenho lá com ele é a rotina de um cara preso”, afirmou à reportagem. Questionado ainda sobre a alimentação não permitida levada para o banqueiro, Bialski também disse desconhecer qualquer tratamento diferenciado. “Desconheço qualquer regalia. Ele segue todo regramento assim como todo e qualquer preso recolhido ali”, declarou. PMDF não nega e cita cumprimento de determinações A reportagem questionou a Polícia Militar do Distrito Federal sobre o suposto uso da academia por Vorcaro. Em resposta, a comunicação da PMDF afirmou que a corporação segue as determinações do Judiciário. “Nós cumprimos à risca o que é determinado pelo Judiciário. Teria que verificar o que foi determinado pelo Judiciário. Quem determina o que pode e não pode é o Judiciário. A PMDF segue a determinação judicial”, informou o major Edilmar Oliveira, da comunicação da PMDF. A corporação, porém, não esclareceu se Vorcaro usa a academia, se existe autorização específica para isso ou se o tenente-coronel Allenson Nascimento Lopes autorizou o acesso do banqueiro ao espaço. A PMDF também foi questionada sobre a entrada dos alimentos mencionados na denúncia e sobre as regras aplicáveis ao recebimento de produtos levados de fora da unidade. Até a publicação desta matéria, não houve esclarecimento específico sobre esses pontos. As perguntas enviadas especificamente ao tenente-coronel Allenson, através da comunicação da PMDF, não foram respondidas até o fechamento dessa reportagem. O espaço permanece aberto para futuras manifestações.  Notícia anterior Banco MasterBelo Horizonte MGNova Lima MGPolícia Militar PM Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Regalias de Vorcaro na Papudinha incluem picanha e academia 26/08/2026 Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava 26/08/2026 Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves 06/08/2026 Regalias de Vorcaro na Papudinha incluem picanha e academia 26/08/2026 De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara 07/08/2026 MPRJ encaminha recomendações ao Município de Casimiro de Abreu nas áreas de saúde, educação e mobilidade urbana 12/08/2026 Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores 05/08/2026

Xadrez de Mendonça 4: o contrato do ITER com o Tribunal de Justiça do Amazonas

Xadrez de Mendonça 4: o contrato do ITER com o Tribunal de Justiça do Amazonas

Xadrez de Mendonça 4: o contrato do ITER com o Tribunal de Justiça do Amazonas Cláusula da notória especialização mostra que Iter teria uma condição que nenhum concorrente poderia igualar. Aulas de um ministro do STF? Por Luis Nassif | CGN 26/08/2026 Tribunal de Justiça do Amazonas | Reprodução Um dos contratos mais robustos do Instituto Iter foi assinado com o Tribunal de Justiça do Amazonas: R$ 1.635.900 por um MBA em Jurisdição Constitucional e Temas Contemporâneos do Direito Público (processo 2026/000022585-00). A contratação foi feita por inexigibilidade de licitação, com fundamento no art. 74, III, “b”, da Lei 14.133/2021 — a cláusula da notória especialização. Ou seja: o Iter teria uma condição que nenhum concorrente poderia igualar. Qual? Provavelmente, as aulas de um ministro do Supremo. Não há informações públicas sobre o corpo docente e sobre o tipo de aula, se presencial ou virtual. Até aqui, não há comprovação pública de que André Mendonça esteja entre os docentes desse MBA específico — a peça decisiva será o Termo de Referência, com a lista nominal de professores, o coordenador acadêmico e o valor por aluno. Há um detalhe processual curioso: a primeira publicação da contratação (extrato nº 000220/2026) foi anulada e substituída por uma segunda (nº 000221/2026), homologada. O contrato efetivamente firmado é o nº 047/2026, de 28 de julho de 2026 — com o caso Master já a pleno vapor —, e a descrição pública limita-se a dizer que o curso será fornecido “nas condições estabelecidas no Termo de Referência” (extrato, licitação). O próprio valor é uma pista. Para comparação, uma contratação recente do Iter pelo TCE de Goiás previu 8 matrículas no MBA Gestão Avançada em Contratações Públicas por R$ 201.484,80 — cerca de R$ 25,2 mil por aluno. Pelo mesmo preço unitário, os R$ 1.635.900 do TJAM pagariam uma turma de cerca de 65 alunos. Onde entra o Banco Master? A Amazonprev — fundação que administra o regime próprio de previdência dos servidores do Estado, incluídos os do Poder Judiciário — aplicou R$ 50 milhões em Letras Financeiras do Banco Master em 6 de junho de 2024, com vencimento em dez anos e remuneração de IPCA + 7,80%. A operação foi “demandada pela diretoria” por e-mail de 5 de junho; no campo do registro do Cadprev destinado à análise do conselho deliberativo e do comitê de investimentos, não há registro algum (relatório oficial). O papel tinha rating B+ — risco médio, na classificação da própria Amazonprev, no degrau mais baixo da faixa formalmente exigida (AAA a BBB). Aí entra o golpe das agências de risco e dos escritórios de auditoria, com informações falsas. Meses depois, em 16 de setembro de 2024, por intermédio da mesma corretora — a Terra Investimentos —, a Amazonprev fez duas aplicações: R$ 40,7 milhões em Letras Financeiras do BTG Pactual, com aprovação registrada na Ata 214 do Comitê de Investimentos, e R$ 250 milhões em Letras Financeiras do C6 Bank, com o campo de aprovação marcado como “SEM REGISTRO”. Seis vezes maior — e sem ata. Não foi erro material: a classificação “SEM REGISTRO” continuou aparecendo nos relatórios oficiais meses depois, sem correção. A casa caiu por dentro. Em 15 de outubro de 2024, o Comitê de Investimentos registrou em ata que houve compras de Letras Financeiras “sem o conhecimento do Comitê” (Ata 216). Em 8 de novembro, no Conselho de Administração, o conselheiro Afrânio Corrêa Lima Júnior questionou por que não existiam autorizações para as LFs do Master (R$ 50 milhões) e do C6 (R$ 250 milhões). A resposta do técnico Alan Nascimento: as operações tinham sido uma “surpresa um tanto desagradável” — deveriam constar de atas, passar por diligências e resultar de decisões colegiadas (Ata 248). Em 17 de março de 2025, o próprio Comitê concluiu a revisão das compras de Letras Financeiras de junho a setembro de 2024: nenhuma aquisição seguiu integralmente o Manual de Políticas de Investimentos. A lista de falhas é grave: ausência de avaliação pelos controles internos; falta de comparação com produtos semelhantes e títulos públicos; prazo superior ao permitido; operações contrárias ao estudo ALM de 2024; aquisição de Letra Financeira Subordinada incompatível com o risco previsto; e falta de transparência nas operações com Master e C6 (Ata 221). Segundo a representação examinada pelo TCE-AM, a operação não passou pela deliberação colegiada normal do Conselho de Administração, sem análise formal de risco (18horas). Onde entra o Poder Judiciário A Amazonprev é a gestora previdenciária também dos aposentados e pensionistas do Judiciário amazonense. O próprio TJAM, ao divulgar sua investigação, afirmou que protegia o patrimônio dos aposentados e pensionistas, “incluindo os do Poder Judiciário” (tjam.jus.br). O Tribunal tem representação institucional no Conselho de Administração da Amazonprev — e um segundo assento ligado ao Judiciário, o dos servidores ativos, inativos e pensionistas, indicado pelo Sintjam (composição). Havia ainda uma relação comercial direta: desde 2021, o TJAM mantinha convênio de crédito consignado com o banco — então Banco Máxima, depois Master — para magistrados, servidores, aposentados e pensionistas (convênio). Não há indicação de que o TJAM tenha participado da jogada. Ao contrário: as evidências apontam que a operação escapou justamente da instância colegiada em que o Judiciário tinha assento. Há também um atenuante documental: as carteiras da Amazonprev são segregadas por Poder — o FPREV-TJAM girava em torno de R$ 860 a 900 milhões, aplicados em fundos e títulos públicos federais — e uma ata posterior do Conselho Fiscal explicitou que as Letras Financeiras problemáticas pertenciam a fundos exclusivos do Executivo: em tese, a perda não atingiria os demais Poderes (COFIS, 05/01/2026). Mesmo assim, o Tribunal ficou vulnerável. Na reunião do Conselho de 8 de novembro de 2024, em que a irregularidade do Master foi formalmente exposta, estava presente a suplente da representação do Judiciário, Jianny Pinheiro da Silva — que atuou como secretária da sessão e redigiu a própria ata. O registro não mostra nenhuma manifestação dela sobre o Master; quem levantou a questão foi o representante do Ministério Público. Ou seja: a representação do Judiciário tomou conhecimento formal da irregularidade e lavrou o registro — mas, pelo que consta, silenciou. Em outubro–dezembro de 2025, o TJAM criou seu próprio grupo de trabalho: o

André Mendonça julgou Cláudio Castro quando tinha contrato milionário com governo do Rio

André Mendonça julgou Cláudio Castro quando tinha contrato milionário com governo do Rio

André Mendonça julgou Cláudio Castro quando tinha contrato milionário com governo do Rio Segundo levantamento de Luís Nassif, o ITER, instituto criado pelo ministro do STF, teve contratação autorizada pelo governo fluminense antes do julgamento no TSE que analisou a situação eleitoral do ex-governador Por Ivan Longo | Fórum 26/08/2026 Claudio Castro e André Mendonça durante jantar em 2022 – Foto: Reprodução O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) André Mendonça participou do julgamento que analisou a situação eleitoral do ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), enquanto uma entidade ligada a ele mantinha um contrato com o governo fluminense. As informações foram divulgadas pelo jornalista Luís Nassif, em reportagem publicada no GGN, que investiga contratos firmados pelo Instituto de Estudos Jurídicos e Técnicos (ITER), criado por Mendonça após sua chegada ao STF. Segundo Nassif, o governo do Rio de Janeiro autorizou, em maio de 2025, a contratação do ITER pela Secretaria de Segurança Pública, em um contrato no valor de R$ 518 mil. A assinatura efetiva do acordo ocorreu posteriormente, em abril de 2026. O caso ganhou destaque porque, no período entre a autorização da contratação e a formalização do contrato, Mendonça participou do julgamento no TSE que analisava a situação de Cláudio Castro. Contrato veio antes de julgamento que poderia cassar governador De acordo com a linha do tempo apresentada por Luís Nassif, o julgamento contra Castro começou no TSE em novembro de 2025. Na ocasião, a ministra Isabel Gallotti votou pela cassação do governador, enquanto Antonio Carlos Ferreira pediu vista. Em março de 2026, quando o processo voltou a julgamento, Mendonça participou da análise do caso e votou contra a aplicação da inelegibilidade de Castro. Segundo Nassif, o ministro reconheceu a existência de abuso suficiente para a cassação do mandato, mas defendeu que não fosse aplicada a sanção de inelegibilidade. O contrato com o ITER foi finalmente assinado em abril de 2026, 17 dias após o voto de Mendonça no julgamento. A reportagem de Nassif também aborda o crescimento do ITER, criado em 2024, e outros contratos firmados pela instituição com órgãos públicos. Segundo o jornalista, a entidade teria acumulado contratos públicos milionários em pouco tempo de existência. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPL Partido LiberalSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram André Mendonça julgou Cláudio Castro quando tinha contrato milionário com governo do Rio 26/08/2026 Letícia Caetano dos Reis: quem é a administradora de Flávio Bolsonaro citada na CPMI do INSS 27/08/2026 Propaganda irregular com Bolsonaro: Vereadora aciona TRE contra deputado bolsonarista 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética 31/07/2026 Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores 05/08/2026 Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira 05/08/2026 Prefeito ameaça demitir servidores que não votarem em Flávio Bolsonaro (ÁUDIO) 07/08/2026 TCE vê indícios de irregularidades em investimento de quase R$ 60 milhões do Itaprevi no Banco Master 06/08/2026

Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT

Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT

Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT Durante um compromisso oficial em que debatia a crise na Venezuela, ele utilizou o termo “partido narcoafetivo” para se referir ao PT Por Julinho Bittencourt | Fórum 26/08/2026 O vice-governador Felicio Ramuth/Foto: Reprodução de vídeo A Justiça de São Paulo condenou em primeira instância o vice-governador do estado, Felício Ramuth (MDB), ao pagamento de uma indenização por danos morais ao Partido dos Trabalhadores (PT). A decisão judicial foi motivada por declarações públicas nas quais o político associou diretamente a legenda ao crime organizado. Cabe recurso da sentença. O conflito jurídico começou após manifestações públicas de Ramuth que geraram forte reação do partido. Durante um compromisso oficial em que debatia a crise na Venezuela, o vice-governador utilizou o termo “partido narcoafetivo” para se referir ao PT. A ofensa não foi um ato isolado: no dia seguinte ao discurso inicial, o emedebista reiterou as declarações em nova aparição pública. Em sua defesa, Ramuth argumentou que as falas possuíam caráter estritamente político e retórico, servindo como crítica às posturas da sigla em relação à segurança pública. Argumentação rejeitada A argumentação de debate político, contudo, foi rejeitada pelo Judiciário. Ao avaliar o caso, a juíza Vanessa Bannitz Baccala, da 4ª Vara Cível de Pinheiros, determinou que o vice-governador cometeu um evidente abuso do direito de livre expressão ao proferir ataques caluniosos. Na sentença, a magistrada ressaltou que, embora o debate político exija uma maior tolerância a críticas, isso não elimina a proteção constitucional assegurada à honra e à imagem de pessoas ou instituições. Inicialmente, o PT havia acionado a Justiça pleiteando uma reparação financeira no valor de R$ 50 mil. A juíza seguiu o entendimento de que houve dano moral, mas fixou a penalidade definitiva em R$ 10 mil. Por se tratar de uma decisão de primeira instância, a defesa de Felício Ramuth poderá recorrer ao Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) para tentar reverter a condenação. Notícia anterior MDB Movimento Democrático BrasileiroPT Partido dos TrabalhadoresVice-governador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT 26/08/2026 O lobista, sócio de Cerimedo nos EUA, que pode explicar os milhões de dólares de Vorcaro ao clã Bolsonaro 24/08/2026 Flávio Bolsonaro lança ofensiva contra fim da escala 6×1 no Senado para barrar vitória de Lula 24/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caiado entra na cobrança e pergunta a Flávio onde está o dinheiro de Vorcaro 20/08/2026 Wagner articulou encontro ‘discreto e protegido’ de Messias com ex-sócio do Master, mostra conversa 30/07/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO) 20/08/2026 Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada 20/08/2026

Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial

Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial

Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial Parlamentares de Contenda estavam em viagem oficial a Foz do Iguaçu quando foram abordadas pela PRF com quatro canetas emagrecedoras sem documentação regular e sem receita médica dentro de um carro oficial Por Poder Paraná 26/08/2026 A cassação de Vanessa Cristina Patla da Silveira (União Brasil) e Alexsandra Maria dos Santos Lima, conhecida como Índia (PSD), foi aprovada pela Câmara de Contenda na segunda-feira (24). | Reprodução Duas vereadoras de Contenda, na Região Metropolitana de Curitiba, perderam os mandatos após serem flagradas pela Polícia Rodoviária Federal (PRF) transportando quatro canetas de medicamentos para emagrecimento em um carro oficial da Câmara Municipal. A cassação de Vanessa Cristina Patla da Silveira (União Brasil) e Alexsandra Maria dos Santos Lima, conhecida como Índia (PSD), foi aprovada pela Câmara de Contenda na segunda-feira (24). As duas parlamentares não participaram da votação por serem alvo das denúncias. O caso ocorreu durante uma viagem oficial das vereadoras a Foz do Iguaçu, entre os dias 28 e 31 de julho. Elas utilizavam um veículo da Câmara e receberam R$ 2.123 cada em diárias para a viagem, que tinha como justificativa a realização de visitas para buscar recursos para o município. Na volta, o veículo foi abordado pela PRF em Irati, na região Central do Paraná. Os agentes encontraram quatro ampolas de medicamentos para emagrecimento escondidas entre os pertences no porta-malas. Segundo a PRF, os produtos não tinham documentação que comprovasse a importação regular e também não havia receita médica. As canetas foram apreendidas, lacradas e encaminhadas à Receita Federal. As vereadoras foram liberadas no local e seguiram viagem para Contenda. Câmara apontou uso irregular do veículo Além da apreensão dos medicamentos, o processo político-administrativo aberto contra as vereadoras analisou a utilização do veículo oficial e o recebimento das diárias. As denúncias apresentadas à Câmara apontaram que as justificativas para a viagem seriam genéricas, contraditórias e, em alguns pontos, inverídicas. Os vereadores analisaram os pareceres referentes às denúncias e aprovaram os dois documentos. Na sequência, votaram pela perda definitiva dos mandatos das duas parlamentares. A decisão foi aprovada por unanimidade, segundo as informações divulgadas sobre a sessão. As vereadoras devolveram aos cofres da Câmara os valores recebidos em diárias. Apesar da cassação política, as duas não respondem judicialmente pelo transporte dos medicamentos, conforme as informações divulgadas sobre o caso. Até a publicação das reportagens, Vanessa, Índia e a Câmara Municipal de Contenda não haviam se manifestado sobre a cassação. Notícia anteriorPróxima notícia Contenda PRPRF Polícia Rodoviária FederalPSD Partido Social DemocráticoUnião BrasilVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial 26/08/2026 Fundador da Smart Fit, doador de Tarcísio de Freitas foi alvo de busca no inquérito das fake news 26/08/2026 Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF detectou 74 ligações e 5h30 de conversas entre Jaques Wagner e ex-sócio do Master 30/07/2026 Ministério Público ajuíza ação para que Prefeitura de Belford Roxo desfaça obra irregular que agrava alagamentos em Nova Iguaçu 24/08/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 Master não era elegível em aporte de R$ 80 milhões do Iprev de Maceió, diz PF 10/08/2026 “Amor não correspondido”: Cleitinho apoia Flávio, mas PL lança rival contra ele em Minas 10/08/2026

Dezenove ônibus são tomados como barricadas na Zona Norte do Rio após operação com 1 morto e 5 presos

Dezenove ônibus são tomados como barricadas na Zona Norte do Rio após operação com 1 morto e 5 presos

Dezenove ônibus são tomados como barricadas na Zona Norte do Rio após operação com 1 morto e 5 presos Coletivos foram atravessados em ruas de Cascadura e na Avenida Dom Hélder Câmara; segundo a PM, quatro homens foram presos, um foi baleado e outro morreu. Por Genilson Araújo | RJ1 26/08/2026 Ônibus são usados como barricadas em Cascadura — Foto: Reprodução Dezenove ônibus foram tomados por criminosos e usados como barricadas na Zona Norte do Rio de Janeiro na manhã desta quarta-feira (26), após uma operação policial nas comunidades do Campinho e do Fubá. Segundo a Polícia Militar, 4 homens foram presos, 1 foi baleado e levado para o hospital sob custódia e outro morreu após sofrer uma parada cardíaca. Segundo o Rio Ônibus, os coletivos foram atravessados nas ruas Clarimundo de Melo e Ernani Cardoso, em Cascadura, e também na Avenida Dom Hélder Câmara. Às 12h30, todos já haviam sido removidos. A Polícia Militar informou que equipes do 9º BPM (Rocha Miranda) e do 18º BPM (Jacarepaguá) iniciaram uma ação conjunta nas comunidades do Campinho e do Fubá para reprimir o crime organizado. Segundo a corporação, homens armados entraram em confronto com os policiais e fugiram para uma região de mata. Quatro foram presos. Um 5º foi baleado e levado para o Hospital Estadual Carlos Chagas. Outro sofreu uma parada cardíaca e morreu, segundo a PM. Uma pistola, uma granada, um rádio comunicador, 6 carregadores de fuzis, um carregador de pistola e drogas foram apreendidos. Durante a ação, criminosos mandaram atravessar os veículos nas vias para dificultar a atuação dos policiais. Criminosos tentaram fechar a Linha Amarela Durante a operação, criminosos também tentaram fechar a Linha Amarela, segundo a Polícia Militar. Houve princípio de tumulto na altura do Túnel da Covanca, em Água Santa. Equipes do Batalhão de Policiamento em Vias Expressas (BPVE) e das Rondas Especiais e Controle de Multidão (Recom) foram acionadas. O policiamento foi reforçado para evitar novos bloqueios e garantir a circulação na via. Linhas desviadas Ainda de acordo com as viações, 33 linhas que passam na região estão com impactos no itinerário: 353 (Gardênia Azul x Term. Gentileza) 363 (Valqueire x Candelária) 371 (Praça Seca x Praça da República) 383 (Realengo x Praça da República) 391 (Padre Miguel x Praça da República) 624 (Mariópolis x Praça da Bandeira) 636 (Merck x Saens Peña) 653 (Deodoro x Méier) 678 (Valqueire x Méier) 745 (Bangu x Cascadura) 746 (Jabour x Cascadura) 766 (Freguesia x Madureira) 775 (Madureira x Jardim América) 779 (Pavuna x Madureira) 780 (Pavuna x Madureira) 794 (Bangu x Cascadura) 917 (Padre Miguel x Bonsucesso) SV917 (Padre Miguel x Bonsucesso) 979 (Madureira x Fundão) 685 (Margaridas x Méier) SVA685 (Margaridas x Méier) SVB685 (Margaridas x Méier) 607 (Cascadura x Rio Comprido) 652 (Cascadura x Méier) 254 (Madureira x Candelária) 265 (Marechal Hermes x Castelo) SP265 (Marechal Hermes x Term. Gentileza) SV624 (Mariópolis x Praça da República) 638 (Marechal Hermes x Saens Peña) 639 (Jardim América x Saens Peña) 669 (Pavuna x Méier) SV669 (Pavuna x Méier) 946 (Pavuna x Engenho da Rainha) Impactos Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, 5 unidades de Atenção Primária tiveram as atividades externas suspensas por causa da operação. Três delas, que atendem Cascadura, Campinho e Praça Seca, seguiam funcionando, mas sem visitas domiciliares. Outras duas, nas regiões de Água Santa e Quintino, também suspenderam as atividades externas. A Faetec de Quintino também cancelou as aulas por conta da insegurança na região. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dezenove ônibus são tomados como barricadas na Zona Norte do Rio após operação com 1 morto e 5 presos 26/08/2026 Disputa entre traficantes rivais deixa mais de 10 mortos em menos de 20 dias em Duque de Caxias 26/08/2026 Carreta com 47 motos é roubada na Via Dutra; motorista é levado para a Pedreira e feito refém 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha 31/07/2026 Caixa coloca apartamento de Eduardo Bolsonaro em leilão 07/08/2026 Xadrez de Mendonça 2: os negócios do ITER com o Conselho Federal de Contabilidade 24/08/2026 Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial 26/08/2026

Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava

Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava

Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava Operação Fórmula Mágica investiga suposto pagamento de R$ 100 mil para liberar obra embargada; 20 mandados de busca foram cumpridos Por Poder Paraná 26/08/2026 Presidente da Câmara Municipal de Guarapuava, Pedro Moraes (MDB) | Reprodução Uma operação do Ministério Público do Paraná (MP-PR) cumpriu 20 mandados de busca e apreensão nesta quarta-feira (26) em uma investigação que tem como principal alvo o presidente da Câmara Municipal de Guarapuava, Pedro Moraes (MDB). A ação foi batizada de Operação Fórmula Mágica e é conduzida pelo Gepatria, grupo especializado na proteção do patrimônio público e no combate à improbidade administrativa. Um dos mandados foi cumprido na residência de Moraes. Segundo informações obtidas pelo Blog Politicamente, os agentes apreenderam o celular do vereador e documentos durante a operação. Além do presidente do Legislativo, a investigação também envolve um servidor da Câmara, um funcionário da Prefeitura de Guarapuava e empresários. A investigação apura um suposto esquema de pagamento de propina de R$ 100 mil para a regularização de uma obra que havia sido embargada. Segundo fontes ligadas à investigação, o dinheiro teria sido depositado em contas bancárias de Moraes, de um ex-secretário municipal de Habitação e Urbanismo e de um servidor que atuava no setor tributário da Prefeitura. Após o suposto acordo, o ex-secretário teria autorizado a liberação da obra que estava embargada. As circunstâncias dos pagamentos e a eventual participação de cada um dos investigados ainda são alvo da apuração do Ministério Público. Presidente da Câmara é principal alvo Pedro Moraes está no terceiro mandato como vereador de Guarapuava e ocupa a presidência da Câmara Municipal no biênio 2025-2026. Ele foi reeleito para o comando do Legislativo em janeiro de 2025, com 11 votos. A operação desta quarta-feira coloca o presidente do Legislativo no centro de uma investigação sobre possível corrupção envolvendo a regularização de uma obra. Até o momento, as informações divulgadas apontam para uma investigação em andamento. A realização das buscas e apreensões não significa, por si só, que os investigados tenham cometido os crimes apurados. O Ministério Público ainda deverá reunir e analisar o material apreendido para avançar na investigação. O Blog Politicamente informou que novas informações sobre a operação devem ser divulgadas posteriormente. Notícia anteriorPróxima notícia Guarapuava PRMDB Movimento Democrático BrasileiroMP-PRVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Operação apreende celular e documentos de presidente da Câmara de Guarapuava 26/08/2026 Vereadoras perdem mandato após transportar emagrecedores ilegais em carro oficial 26/08/2026 Fundador da Smart Fit, doador de Tarcísio de Freitas foi alvo de busca no inquérito das fake news 26/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF diz que lobista ‘aparentemente tinha autorização’ para agir em nome de Lulinha: ‘Eu sou o Fábio’ 18/08/2026 Com Flávio, Eduardo e Figueiredo, EUA preparam terreno para não reconhecer eleição no BR 27/07/2026 Nunes Marques desempata julgamento que libera candidatura de Crivella ao Senado 20/08/2026 Ala do STF vê tentativa de Moraes, PF e PGR de tirar Lulinha de Mendonça 31/07/2026 Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos 29/07/2026

Fundador da Smart Fit, doador de Tarcísio de Freitas foi alvo de busca no inquérito das fake news

Fundador da Smart Fit, doador de Tarcísio de Freitas foi alvo de busca no inquérito das fake news

Fundador da Smart Fit, doador de Tarcísio de Freitas foi alvo de busca no inquérito das fake news Edgard Corona, fundador da Smart Fit, doou R$ 100 mil à campanha de Tarcísio de Freitas e foi alvo de busca e apreensão determinada por Alexandre de Moraes em 2020; decisão deste ano ainda menciona investigações relacionadas ao empresário Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 26/08/2026 Edgar Corona que está no inquérito das Fake News – Edgar Corona e Tarcísio de Freitas (Reproduçao / Marcelo Camargo ABr) Edgard Corona, fundador da Smart Fit, entrou no financiamento da campanha de Tarcísio de Freitas ao governo de São Paulo com uma doação de R$ 100 mil. O empresário foi alvo, em 2020, de busca e apreensão determinada pelo ministro Alexandre de Moraes no inquérito das fake news do Supremo Tribunal Federal (STF). O repasse eleitoral foi feito em 20 de agosto e aparece na prestação de contas apresentada ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na base oficial reconciliada pela Fórum até 24 de agosto, essa era a única contribuição eleitoral registrada em nome de Corona neste ano, sem repasses a diretórios partidários. Seis anos depois da operação da Polícia Federal, o nome do empresário voltou a aparecer nos autos. Em julho de 2026, Moraes autorizou os advogados de Corona a consultar as provas já reunidas para conhecer as “investigações a ele relacionadas”. O ministro preservou, porém, o sigilo sobre diligências que ainda estavam em andamento. A medida não significa condenação nem comprova que Corona tenha financiado a produção de notícias falsas. O fundador da Smart Fit negou essa acusação desde que foi alvo da investigação. O inquérito das fake news e a operação contra Corona Corona entrou no radar do Supremo em maio de 2020, quando a Polícia Federal cumpriu uma série de mandados contra empresários, blogueiros e políticos investigados por uma possível estrutura voltada à produção, divulgação e financiamento de ataques contra integrantes da Corte. No caso do empresário, Moraes autorizou a apreensão de celulares, computadores e outros equipamentos eletrônicos. Também determinou a quebra dos sigilos bancário e fiscal, além do bloqueio de contas em redes sociais. Parte do material que levou os investigadores até Corona saiu do grupo de WhatsApp “Brasil 200 Empresarial”, que reunia empresários alinhados politicamente ao então presidente Jair Bolsonaro. A Fórum já havia mostrado quem integrava o Brasil 200 antes mesmo da operação da PF. O grupo reunia nomes do empresariado e se tornou um dos espaços de articulação política da direita bolsonarista naquele período. Mensagens obtidas pelos investigadores mostravam discussões sobre produção e impulsionamento de vídeos nas redes sociais. Em uma delas, Corona compartilhou material contra o então presidente da Câmara, Rodrigo Maia, durante uma disputa empresarial em torno da reforma tributária, e sugeriu a necessidade de recursos para marketing e divulgação. Foi nesse contexto que Moraes apontou a necessidade de aprofundar a investigação sobre empresários que poderiam estar financiando a disseminação de conteúdos contra o Supremo. Corona apareceu entre os alvos ao lado de nomes como Luciano Hang. A operação buscava justamente esclarecer se havia uma estrutura organizada de financiamento por trás das publicações. A condição de investigado, portanto, não equivale a uma conclusão de que Corona tenha bancado uma rede de fake news. Corona negou financiamento de fake news Após a operação, o fundador da Smart Fit afirmou que não havia colocado dinheiro na produção ou divulgação de notícias falsas. Em artigo publicado em junho de 2020, Corona disse que a investigação demonstraria que ele não financiou fake news e fez uma defesa pública das instituições democráticas. No mês seguinte, o empresário também procurou se distanciar de uma iniciativa de Jair Bolsonaro no Supremo. Quando o então presidente tentou recorrer contra medidas impostas a aliados no inquérito, Corona informou que apenas seu próprio advogado estava autorizado a representá-lo perante a Corte. Até o material público localizado pela reportagem, não há condenação de Corona por financiamento de fake news. O que há, seis anos depois, é uma nova decisão de Moraes relacionada ao empresário. Ao liberar em julho o acesso da defesa ao material já documentado, o ministro mencionou expressamente as “investigações a ele relacionadas” e deixou de fora as diligências ainda não concluídas. R$ 100 mil para a campanha de Tarcísio É nesse cenário que Corona reaparece agora em outro registro público: o financiamento eleitoral. Os R$ 100 mil enviados a Tarcísio foram transferidos diretamente para a campanha do governador. Corona não aparece, na fotografia da base analisada pela Fórum, como doador de outros candidatos ou de órgãos partidários em 2026. O empresário construiu sua fortuna no setor de academias. Fundador da Smart Fit, ele permaneceu durante anos no comando executivo do grupo, que expandiu sua presença para diversos países da América Latina. Em fevereiro deste ano, Corona deixou a função de CEO. A direção executiva passou para Diogo Ferraz de Andrade Corona, enquanto Edgard assumiu a presidência do Conselho de Administração, segundo a estrutura de governança divulgada pela própria Smart Fit. Agora, além de permanecer no topo da companhia que fundou, Corona também aparece entre os financiadores privados da tentativa de Tarcísio de Freitas de permanecer no Palácio dos Bandeirantes. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPolícia Federal PFRepublicanosSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Fundador da Smart Fit, doador de Tarcísio de Freitas foi alvo de busca no inquérito das fake news 26/08/2026 Felicio Ramuth, vice de Tarcísio, é condenado em ação movida pelo PT 26/08/2026 O lobista, sócio de Cerimedo nos EUA, que pode explicar os milhões de dólares de Vorcaro ao clã Bolsonaro 24/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana De R$ 36 mil para R$ 3,8 milhões: patrimônio de Nikolas Ferreira tem salto de 8.850% após primeiro mandato na Câmara 07/08/2026 MPRJ obtém cumprimento definitivo de condenação que suspende direitos políticos de Garotinho por oito anos 11/08/2026 PF encontra mensagem em que Lulinha e lobista investigada por fraudes no INSS tratam

Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste

Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste

Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste E na esteira do contrato, Mendonça publicou vídeo onde afirmava que doaria 90% dos lucros do ITER para obras de caridade. Igual Deltan. Por Luis Nassif | CGN 26/08/2026 André Mendonça e seu padrinho Jair Bolsonaro – foto de Evaristo Sa / AFP – Reprodução No Xadrez de Mendonça 1, mostramos o crescimento vertiginoso do ITER, instituto de ensino criado por ele logo após assumir o cargo de Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Abordamos também o contrato firmado com o governo de Cláudio Castro no Rio de Janeiro. A assinatura e a liberação da verba ocorreram apenas 11 meses depois — e 17 dias após o voto favorável de André Mendonça contra a inelegibilidade de Castro. Um caso clássico do casto Mendonça com Cláudio, o Castro. No Xadrez de Mendonça 2, expusemos os negócios do ITER com o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), o envolvimento dos principais associados no caso Master e os contratos insólitos celebrados pelo CFC com o instituto: um destinado ao curso “A Arte e a Ciência da Oratória” e outro focado em uma “imersão de liderança e governança destinada a até 100 pessoas: presidente, vice-presidente, conselho consultivo, diretores e técnicos do CFC e dos Conselhos Regionais”. O Xadrez de Mendonça 3 revela outro contrato suspeito: desta vez, de R$ 1,2 milhão com o Cioeste, consórcio público intermunicipal que reúne 12 municípios da região oeste da Grande São Paulo (Araçariguama, Barueri, Cajamar, Carapicuíba, Cotia, Itapevi, Jandira, Osasco, Pirapora do Bom Jesus, Santana de Parnaíba, São Roque e Vargem Grande Paulista). O acordo, no valor de R$ 1,2 milhão, previu um ano de cursos e palestras nas áreas de direito e administração pública para uma “Escola de Governo” do consórcio. A Escola foi criada em 28 de abril de 2025, e o contrato com o ITER acabou sendo assinado menos de três meses depois. Onde está o ponto nebuloso? O contrato foi assinado por Guto Issa (PSD), então prefeito de São Roque e presidente do consórcio na época. Em 2024, o Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) de São Roque aplicou R$ 93,15 milhões em Letras Financeiras do Banco Master, registrando o segundo maior prejuízo municipal entre os 18 fundos previdenciários atingidos pela quebra da instituição — ficando atrás apenas de Maceió. Em 2025, à medida que o caso Master avançava, Guto Issa contratou conferências do Ministro Gilmar Mendes, seguidas por apresentações do Procurador-Geral Paulo Gonet e, por fim, pelo contrato milionário com o ITER. Até o momento, não há notícias de providências adotadas contra a prefeitura de São Roque nem contra os escritórios de contabilidade envolvidos. Enquanto isso, Cláudio Castro ostenta os votos contrários à sua inelegibilidade proferidos pelo casto Mendonça e por Kassio Nunes Marques. A doação em off Três dos cinco maiores contratos do ITER são de entidades direta ou indiretamente envolvidas com o caso Master ou com votações de Mendonça no TSE: Cláudio de Castro, Conselho Federal de Contabilidade e Cioeste. Ao mesmo tempo, Mendonça publicou um vídeo no qual orava fervorosamente ao “Santo Multiplicador de Contratos”, assegurando que doaria 90% dos ganhos para obras de caridade. Paralelamente, transformou o ITER em uma sociedade anônima fechada. Segundo a Lei das S/As: Em uma S.A. fechada, diferentemente do que ocorre em uma sociedade limitada (Ltda.), a movimentação acionária não exige alteração contratual pública a cada transferência. Assim, é possível conhecer o dividendo total distribuído sem conseguir identificar imediatamente seus destinatários individuais. De um lado, Mendonça alardeia a caridade; de outro, reduz a transparência de sua empresa — estratégia similar à adotada por Deltan Dallagnol. Se quisesse ser levado a sério, Mendonça registraria a promessa em um cartório e conferiria a alguma entidade acima de qualquer suspeita a responsabilidade de auditar os gastos. Jeremias 9:5 — “E cada um engana o seu próximo, e não falam a verdade; ensinaram a sua língua a falar a mentira.” Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCIOESTE Consórcio Intermunicipal da Região Oeste Metropolitana de São PauloGovernadorMaceió ALPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPrefeitoPSD Partido Social DemocráticoSão Roque SPSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Xadrez de Mendonça 3: o contrato com a Cioeste 26/08/2026 Xadrez de Mendonça 2: os negócios do ITER com o Conselho Federal de Contabilidade 24/08/2026 Xadrez de Mendonça 1: os negócios do ITER com Cláudio Castro 23/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Irmãos Batista compram fabricante de armas de guerra Avibras 21/08/2026 Justiça começa a ouvir testemunhas em processo contra Lucinha; Eduardo Paes foi convocado pela acusação 10/08/2026 Empresa para a qual Lulinha fez lobby ganhou R$ 86 milhões em contratos do governo federal 01/08/2026 Perito de Dark Horse desmente Flávio Bolsonaro: dinheiro do filme ainda não foi explicado 21/08/2026 Novo pede abertura de processo contra Jaques Wagner no Conselho de Ética 31/07/2026

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