Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Seis estados não atingem metas de alfabetização na idade certa; veja quais são

Seis estados não atingem metas de alfabetização na idade certa; veja quais são

Seis estados não atingem metas de alfabetização na idade certa; veja quais são Dados são do Indicador Criança Alfabetizada, divulgado pelo Ministério da Educação (MEC). Nacionalmente, o índice de alfabetização superou a meta para 2025. Por g1 24/03/2026 Criança lê em biblioteca em comunidade rural no interior do Ceará. — Foto: Claudiana Mourato/SVM Embora o Brasil tenha superado a meta nacional de alfabetização para 2025, os estados do Amazonas, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina não conseguiram atingir os índices individuais estabelecidos para o ano. Enquanto o país alcançou a marca de 66% de crianças alfabetizadas no 2º ano do ensino fundamental — superando a meta agregada de 64% —, essas unidades da federação ficaram abaixo de seus respectivos objetivos específicos. De acordo com os dados do Indicador Criança Alfabetizada (ICA) 2025, divulgados pelo Ministério da Educação (MEC) e pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), 19 estados e o Distrito Federal alcançaram ou superaram suas metas. O desempenho nacional representa um avanço em relação a 2024, quando o índice era de 59,2%. Contudo, o cenário estadual revela disparidades: o Rio Grande do Sul, por exemplo, registrou 52% de alfabetização frente a uma meta de 69%, apresentando a maior distância em relação ao objetivo proposto. Próximas metas O governo federal espera que, por meio da política de colaboração entre estados e municípios, o Brasil chegue a 80% de crianças alfabetizadas até 2030. Essa meta já foi atingida em 2025 por três estados: Ceará (84%), Goiás (80%) e Paraná (80%). A projeção é que as metas nacionais e estaduais aumentem de maneira progressiva ao longo dos próximos anos, até chegar a 80%. 2026: 67% 2027: 71% 2028: 74% 2029: 77% 2030: 80% Alfabetização por UF em 2025. — Foto: Arte: Dhara Pereira/g1 Como a alfabetização é calculada O Indicador Criança Alfabetizada é calculado a partir de um teste aplicado a estudantes do final do 2º ano do ensino fundamental de, em média, 7 anos. A avaliação é composta por 16 itens de múltipla escolha e três de resposta construída, sendo uma produção textual. O padrão nacional é definido por um corte de 743 pontos na escala do Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb). Para serem consideradas alfabetizadas, as crianças devem ser capazes de ler pequenos textos, fazer inferências básicas e escrever textos simples da vida cotidiana. Notícia anteriorPróxima notícia INEP Empresário é morto a tiros durante abordagem da PM na Pavuna: ’23 tiros não é ordem de parada’, diz irmã 22/04/2026 Após médica baleada, motoristas relatam medo na Transolímpica: ‘A gente não vê policiamento’ 22/04/2026 Dez PMs do Bope viram réus por invasão de casas e uso irregular de câmeras em operação na Maré 21/04/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

TSE torna ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro inelegível

TSE torna ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro inelegível

Ex-governador foi condenado por abuso de poder político, econômico, irregularidades em gastos de campanha e conduta proibida aos agentes públicos no período eleitoral de 2022. Por Fernanda Vivas | TV Globo — Brasília O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu, nesta terça-feira (24), tornar inelegível por oito anos o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro por abuso de poder político e econômico nas eleições de 2022. Apesar da renúncia ao mandato anunciada nesta segunda-feira (23), o caso prosseguiu na Corte Eleitoral. Após a condenação, Castro afirmou que recebeu a decisão com “grande inconformismo” e que possui “plena convicção de que sempre governei o Rio de Janeiro dentro da legalidade, com responsabilidade e absoluto compromisso com a população” (veja a nota completa abaixo). O placar foi 5 votos a 2 a favor da inelegebilidade. Votaram a favor as ministras Estela Aranha, Isabel Gallotti, Cármen Lúcia e os ministros Floriano de Azevedo Marques e Antônio Carlos Ferreira. O ministro Nunes Marques votou contra a condenação. Em divergência parcial, ministro André Mendonça votou para rejeitar aplicação de inelegibilidade a Cláudio Castro. Entendeu que, em função da renúncia de Castro, a cassação de mandato ficou prejudicada. O processo se refere às eleições de 2022, quando Castro foi reeleito para o comando do governo estadual. Além disso, o tribunal decidiu pela inelegibilidade de Rodrigo Bacellar, deputado estadual afastado do comando da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro; e Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Ceperj. O julgamento no TSE começou antes da saída dele do cargo, com sessões em novembro do ano passado e no começo do mês. Nas ocasiões, dois ministros votaram pela cassação do mandato e pela inelegibilidade do ex-governador. Ações de investigação eleitoral O caso começou na Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro, ainda em 2022, quando o Ministério Público Eleitoral e a coligação que apoiou Marcelo Freixo (o adversário na disputa), entraram com ações de investigação eleitoral. Eles alegaram abuso de poder político, econômico, irregularidades em gastos de recursos eleitorais e conduta proibida aos agentes públicos no período eleitoral. Este tipo de processo pode resultar em cassação de mandatos e inelegibilidade por oito anos. O MP Eleitoral e a campanha de Freixo acusaram o governador e o vice, Thiago Pampolha de irregularidades na Ceperj (uma fundação estadual que atua em estratégias de políticas públicas) e na Uerj (a universidade do estado). Os processos também envolvem Rodrigo Bacellar, deputado estadual afastado do comando da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro; e Gabriel Rodrigues Lopes, ex-presidente da Ceperj. Entre elas: Julgamento no TRE No julgamento no Tribunal Regional Eleitoral do Rio, em 2024, o governador e o vice foram absolvidos e tiveram os mandatos mantidos. O MP Eleitoral e a coligação de Freixo, então, recorreram ao Tribunal Superior Eleitoral. Eles reiteraram as acusações e voltaram a pedir a condenação de Castro e do vice, com a aplicação de perda dos cargos e de inelegibilidade. Cláudio Castro se posiciona após condenação “Tenho plena convicção de que sempre governei o Rio de Janeiro dentro da legalidade, com responsabilidade e absoluto compromisso com a população. Recebo com grande inconformismo a decisão que, hoje, vai contra a vontade soberana dos quase 5 milhões de eleitores fluminenses que me confiaram o mandato de governador já no primeiro turno das eleições de 2022. Reitero meu absoluto respeito aos Ministros do TSE e ao devido processo legal, mas é importante que se diga que todas as acusações apontadas no processo se referem a questões anteriores ao período eleitoral de 2022 e não tiveram qualquer influência na expressiva votação que recebi. Isso foi reconhecido pelo TRE do Rio de Janeiro. Após obter acesso ao acórdão, pretendo recorrer e lutar até a última instância para restabelecer o que considero um desfecho justo para esse caso”. O que dizem as defesas No processo, a defesa de Cláudio Castro afirmou que fatos administrativos alheios ao cenário eleitoral não têm o poder de interferir na eleição. Negou abuso de poder e uso eleitoreiro da Ceperj e Uerj. Advogados de Thiago Pampolha defenderam a rejeição dos recursos. Sustentaram que as provas são frágeis e que a decisão do TRE-RJ ocorreu de forma fundamentada. As defesas de Bacellar e Lopes também sustentaram a necessidade de rejeição dos pedidos. Julgamento O julgamento começou em novembro do ano passado, com o relatório e o voto da ministra Isabel Gallotti, relatora do caso. Na ocasião, a ministra votou pela cassação e inelegibilidade do governador, além da realização de novas eleições para o cargo. Um pedido de vista do ministro Antônio Carlos Ferreira interrompeu a análise. Galloti concluiu também que o deputado estadual Rodrigo Bacellar deve perder o mandato e ficar inelegível, assim como Gabriel Lopes. Votou ainda pela aplicação de multas aos envolvidos, inclusive a Thiago Pampolha. No último dia 10, o processo voltou à pauta com o voto do ministro Antônio Carlos Ferreira, que acompanhou integralmente o entendimento da relatora. Ou seja, também concluiu pela cassação dos mandatos e aplicação de multas, além da declaração de inelegibilidade de Cláudio Castro, Rodrigo Bacellar e Gabriel Lopes. Foi o segundo voto favorável à aplicação das penalidades. Um pedido de vista do ministro Nunes Marques, no entanto, adiou a deliberação. Agora, o caso voltou à pauta para os votos dos demais ministros.

Dino manda presidente de CPMI explicar emenda à fundação ligada à igreja

Dino manda presidente de CPMI explicar emenda à fundação ligada à igreja

Dino manda presidente de CPMI explicar emenda à fundação ligada à igreja Ministro deu prazo de 5 dias para Carlos Viana esclarecer envio de R$ 3,6 milhões para braço social da Igreja Batista da Lagoinha, investigada pela CPMI do INSS e citada no Caso Master Por Gabriela Boechat | CNN Brasil 19/03/2026 22:24 Senador Carlos Viana (Podemos-MG) Brasília – O ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), deu cinco dias para que o senador Carlos Viana (Podemos-MG), atual presidente da CPMI do INSS, apresente esclarecimentos sobre possíveis irregularidades na indicação de emendas parlamentares. Segundo o despacho, dois deputados apontam que Viana destinou R$ 3,6 milhões à Fundação Oasis. A entidade é descrita pelos parlamentares como braço social da Igreja Batista da Lagoinha, que é alvo de apuração na CPMI do INSS. A igreja também foi citada nas investigações sobre as fraudes financeiras do Banco Master. O cunhado de Daniel Vorcaro, Fabiano Zettel, atuava como pastor na instituição. Ainda de acordo com a decisão, os repasses teriam ocorrido em três momentos: em 2019, foram R$ 1,5 milhão por meio de “emenda pix” à prefeitura de Belo Horizonte, com destinação específica à Fundação Oasis; em 2023, R$ 1,47 milhão foram transferidos à unidade da fundação em Capim Branco, na região metropolitana da capital mineira; e, em 2025, houve novo repasse de R$ 650,9 mil à mesma filial. Na petição enviada ao Supremo, os deputados afirmam que a sequência de transferências indica uma “relação de financiamento habitual” com a entidade. Eles sustentam ainda que a atuação de Viana à frente da CPMI, que investiga a igreja, violaria princípios de impessoalidade e transparência que devem orientar a destinação de emendas parlamentares. Os parlamentares também citam a possibilidade de o senador usar o cargo de presidente do colegiado para “bloquear investigações” sobre a fundação. Além de solicitar as explicações de Viana, Dino também determinou que a Advocacia do Senado se manifeste no processo. A CNN tenta contato com Carlos Viana e com a Fundação Oásis. O espaço está aberto. Próxima notícia Banco MasterBelo Horizonte MGCapim Branco MGCPMIemenda parlamentarINSSPodemosSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco Bahia pagou R$ 140 mi a associação controlada por Augusto Lima, que repassou R$ 101 milhões ao Master Master, de Vorcaro, pagou R$ 27,2 milhões ao Metrópoles, de Luiz Estevão Caso Master: liquidante terá acesso a seis anos de registros e comunicações de Vorcaro nos EUA Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

STF condena deputados do PL por desvio de emendas; saiba os próximos passos

STF condena deputados do PL por desvio de emendas; saiba os próximos passos

STF condena deputados do PL por desvio de emendas; saiba os próximos passos Corte analisou irregularidades de repasses envolvendo Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE); Câmara dos Deputados deve analisar possível perda de mandatos Por Emilly Behnke | CNN Brasil 18/02/2026 20:09 Corte analisou irregularidades de repasses envolvendo Josimar Maranhãozinho (PL-MA), Pastor Gil (PL-MA) e Bosco Costa (PL-SE); Câmara dos Deputados deve analisar possível perda de mandatos Brasília – O STF (Supremo Tribunal Federal) condenou na última terça-feira (17) os deputados federais Josimar Maranhãozinho (PL-MA) e Pastor Gil (PL-MA) e o suplente Bosco Costa (PL-SE), por desvio de emendas parlamentares. Os três terão pena inicial em regime semiaberto. A possível perda de mandato dos deputados em exercício, no entanto, caberá à Câmara dos Deputados analisar. Pelo entendimento dos ministros da Primeira Turma do STF, caberá à Câmara decidir sobre a compatibilidade do cumprimento da pena com o exercício do mandato em relação aos parlamentares condenados. Sobre o caso, o presidente da Casa, deputado Hugo Motta (Republicanos-PB), afirmou que haverá um “tratamento regimental” e o plenário terá a “palavra final”. Segundo ele, uma vez concluída a análise no STF, com o devido trânsito em julgado, a Câmara deve encaminhar a possível perda de mandato para análise da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) e depois ao plenário. “Quando a decisão transitar em julgado, nós iremos encaminhar para a Comissão de Constituição e Justiça e depois nós levaremos o caso a plenário para que os deputados e deputadas federais possam decidir acerca desse tema garantindo amplo direito de defesa e o cumprimento regimental da decisão”, disse a jornalistas nesta quarta-feira (18). A ação analisada pelo Supremo mirou o desvio de emendas destinadas a projetos de saúde pública para o município de São José de Ribamar, no Maranhão. Os deputados teriam exigido cerca de R$ 1,6 milhão em propina do então prefeito da cidade, José Eudes, para destinar os recursos. Ele denunciou o esquema. Relator do caso, o ministro Cristiano Zanin votou pela condenação dos réus por corrupção passiva, ao entender que houve solicitação de vantagem indevida em troca da destinação de verbas públicas.O voto foi acompanhado pelos ministros Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia e Flávio Dino. Veja as penas dos deputados: Josimar Maranhãozinho (PL-MA) — 6 anos e 5 meses de reclusão, regime semiaberto para o início do cumprimento da pena. Multa em 300 dias-multa (3 salários mínimos por dia-multa) Pastor Gil (PL-MA) — 5 anos e 6 meses de reclusão, regime semiaberto para o início do cumprimento da pena. Multa em 100 dias-multa (1 salário mínimo por dia-multa). Bosco Costa (PL-SE) — 5 anos de reclusão, regime semiaberto para o início do cumprimento da pena. Multa em 100 dias-multa (3 salários mínimos por dia-multa). Ao todo, são oito réus no caso. Além dos integrantes do PL, também responderam ao processo Thalles Andrade Costa (único absolvido), João Batista Magalhães, Adones Gomes Martins, Abraão Nunes Martins Neto e Antônio José Silva Rocha. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarPL Partido LiberalPrefeitoRepublicanosSão José de Ribamar MASTF Supremo Tribunal Federal Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Dino manda presidente de CPMI explicar emenda à fundação ligada à igreja STF condena deputados do PL por desvio de emendas; saiba os próximos passos Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Investigados combinaram compra de jatinho com desvios do INSS, diz Mendonça

Investigados combinaram compra de jatinho com desvios do INSS, diz Mendonça

Investigados combinaram compra de jatinho com desvios do INSS, diz Mendonça Ex-presidente de associação, empresário e deputada foram alvos da operação da PF deflagrada nesta terça-feira (17) Por Leticia Martins | CNN Brasil 17/03/2026 22:30 CNN São Paulo – O ministro André Mendonça, do STF (Supremo Tribunal Federal), atendeu a um pedido da PF (Polícia Federal), nesta terça-feira (17), para decretar prisões preventivas e adotar medidas cautelares contra investigados de um esquema de fraude no INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), dentro da chama “Operação Sem Desconto”. Segundo o magistrado, há indícios de que alguns suspeitos combinaram de comprar um jatinho através dos desvios do INSS. A decisão diz que a advogada Cecília Rodrigues Mota enviou mensagem a Mano Barreto dizendo: “Deixa de fazer corpo mole. Vai atrás desse negócio, bora comprar um jatinho. O Natjo já vai comprar um jato. Vambora entrar na fila? Vamos ver se consegue aí o negócio, rapaz, pra gente?”. Para o ministro, o conteúdo reforça os indícios de enriquecimento incompatível com a renda declarada dos investigados e o uso de recursos de origem ilícita para aquisição de bens de alto valor.Quem são os principais alvos? Cecília Rodrigues Mota, advogada, ex-presidente da Aapen (Associação dos Aposentados e Pensionistas Nacional) e da AAPB (Associação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil). Natjo de Lima Pinheiro, empresário. Maria Gorete Pereira (MDB-CE), deputada, alvo de medidas cautelares e, além de passar a ser monitorada com uma tornozeleira eletrônica, também está proibida de manter contato, por qualquer meio, com investigados e testemunhas; frequentar sedes de entidades associativas com as quais já tenha tido relação; exercício de funções administrativas ou financeira junto a essas entidades; se ausentar do município de residência, salvo se o deslocamento for para Brasília. Associações como ‘laranjas’ A decisão aponta que Cecília e o empresário Natjo de Lima Pinheiro ocupavam posições centrais na estrutura investigada pela “Operação Sem Desconto”, que apura descontos associativos sem autorização em benefícios previdenciários. Conforme a PF, ambos controlavam associações utilizadas para viabilizar cobranças indevidas e movimentavam recursos por meio de empresas de fachada e escritórios de advocacia. “A investigação aponta que diversas associações (AAPB, CAAP, AAPEN e PROBASP), formalmente dirigidas por interpostas pessoas (“laranjas”), foram instrumentalizadas para operacionalizar os descontos ilícitos, movimentar valores expressivos e promover a ocultação e dissimulação dos recursos obtidos”, diz a decisão de Mendonça. Em abril de 2025, Cecília já havia sido alvo de apurações por movimentações financeiras consideradas atípicas, incluindo viagens internacionais frequentes e compras de itens de luxo incompatíveis com a renda formal declarada. A PF também investigou transferências fracionadas a pessoas próximas durante viagens ao exterior, em suspeita de lavagem de dinheiro. Prisão preventiva Na decisão desta terça-feira, Mendonça autorizou a prisão preventiva de Cecília e de Natjo, sob o argumento de que há risco de “atos recentes de ocultação patrimonial e de tentativa de subtração de bens do alcance da persecução penal, o que revelaria perigo à ordem pública e à instrução criminal”. Segundo o ministro, a investigação indica que a organização movimentou centenas de milhões de reais e atingiu milhares de beneficiários do sistema previdenciário. Ao todo, são cumpridos 19 mandados de busca e apreensão, dois mandados de prisão e outras medidas cautelares diversas, no estado do Ceará e no Distrito Federal. Próxima notícia Deputada FederalINSSMDB Movimento Democrático BrasileiroPolícia Federal PFSTF Supremo Tribunal Federal Caiado deixa Goiás com 10 parentes no governo e supersalários pagos pelo estado 13/04/2026 Flávio usa vídeo de fome da época do governo Bolsonaro para atacar Lula (VIDEO) 12/04/2026 Caiado alterou lei para favorecer Master em crédito consignado a servidores após reunião com diretor do banco 12/04/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Principal operador da fraude no INSS confessa crimes, fecha delação e promete entregar nomes Escândalo do Master assombra Brasília, expõe autoridades e pode contaminar eleição Dino manda presidente de CPMI explicar emenda à fundação ligada à igreja Investigados combinaram compra de jatinho com desvios do INSS, diz Mendonça Notícia não encontrada Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Ibaneis tem negócios com o ecossistema do Master desde pelo menos 2019

Ibaneis tem negócios com o ecossistema do Master desde pelo menos 2019

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Governador diz que está afastado de escritório da família desde 2018, mas assinou em 2019 um contrato milionário com fundo da Reag e ligado a ex-sócio de Daniel Vorcaro Por Johanns Eller | O Globo 16/03/2026 20:09 O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB) — Foto: Cristiano Mariz/O Globo O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), assinou no exercício do mandato, em dezembro de 2019, um contrato de venda de direitos sobre R$ 4,4 milhões em honorários de precatórios do seu escritório de advocacia a um fundo administrado pela Planner, corretora à época controlada por Maurício Quadrado, que meses depois se tornaria sócio de Daniel Vorcaro. O fundo, chamado BLP PCJ VII, foi representado na negociação pelo diretor de uma empresa que ajudou a capitalizar o Banco Master com bilhões de reais e está na mira da Polícia Federal (PF). Os dados sobre os reais cotistas desse fundo não são públicos. Mas quem assina o contrato em nome do BLP PCJ VII é Artur Martins de Figueiredo, que, junto com Quadrado, é citado investigações da PF. Figueiredo também é diretor responsável pela Banvox, uma holding bastante obscura que foi acionista do Master.Na última terça-feira (10), o blog revelou que o Ibaneis Advocacia e Consultoria vendeu R$ 38 milhões em honorários de precatórios a um fundo ligado à Reag, investigada pela PF no caso Master, em maio de 2024. Além disso, na última quinta-feira, o Estadão divulgou um segundo contrato da mesma natureza, no valor de R$ 10 milhões, com um outro fundo da Reag no qual o escritório foi representado pelo próprio Ibaneis. O contrato descoberto agora é pela venda de honorários de precatórios derivados de ação movida pelo Sindicato dos Servidores da Justiça do Trabalho dos Estados de Rondônia e Acre (Sinjustra), que tramita na Justiça desde 2011. Nesse tipo de transação, o comprador adquire do escritório de advocacia o direito de receber os honorários, que no caso de precatórios costumam representar uma porcentagem alta do valor total do título. Na prática, trata-se de uma antecipação do pagamento, já que precatórios são de difícil recebimento. A existência dessa terceira transação sugere um modus operandi baseado no expediente de venda de honorários de precatórios como forma de fazer negócios com o ecossistema do Master.O contrato descoberto agora pela equipe do blog mostra que isso ocorre pelo menos desde o primeiro mandato. Somados os três valores que constam nos termos de cessão, já são R$ 52,9 milhões em valores repassados pelo escritório de Ibaneis, comandado por seu filho, Caio Barros. Desse total, o escritório afirma ter recebido cerca de R$ 12 milhões – o valor é bem menor porque os papéis em geral são vendidos com desconto. No universo de fundos que fizeram negócios com Ibaneis estão fundos e gestoras arroladas na Operação Compliance Zero e também na Carbono Oculto, que apura a lavagem de dinheiro de facções criminosas no mercado de combustíveis e em instituições financeiras como a Reag e a Trustee, fundada por Quadrado após deixar a Planner em 2020. A Trustee é hoje a administradora do BLP PCJ VII, segundo registros da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Avalista A participação no negócio contraria a versão do governador, que na última terça alegou estar afastado do escritório e de seus negócios desde 2018, quando foi eleito pela primeira vez. O próprio governador é um dos avalistas da negociação com a Planner, pela qual o escritório administrado por seu filho, Caio Barros, cedeu os honorários ao BLP PCJ VII em 23 de dezembro de 2019. Como avalista, ele atuaria como responsável solidário pelos valores negociados caso o escritório não honrasse o compromisso com o fundo. A assinatura de Ibaneis consta no documento ao qual a equipe da coluna teve acesso, e que teve a autenticidade reconhecida no 1º Ofício de Notas e Protesto de Brasília, conhecido como Cartório JK.Também constam como avalistas uma empresa do governador, a Ibaneis Agropecuária e Administradora de Bens Patrimoniais, e outros dois sócios dele no escritório na ocasião, Marlúcio Lustosa Bonfim e Johann Homonnai Júnior. No caso do contrato com o fundo da Reag revelado pelo Estadão, o escritório alegou que a assinatura do governador foi incluída “digitalmente” por um gerente. Dessa vez, a banca de advogados não negou a participação pessoal dele no fechamento do negócio, mas não esclareceu se ele intermediou o negócio com a Planner e o fundo. Questionado pela equipe do blog, o escritório afirmou que o contrato é um “negócio jurídico regular, lícito e reiteradamente praticado no mercado por escritórios de advocacia, credores da Fazenda Pública e instituições financeiras, como forma de abreviar, com deságio, o recebimento de valores decorrentes de ações judiciais contra entes públicos” (leia a íntegra ao final da reportagem).Em nota, a Planner declarou que a operação ocorreu “em conformidade com o disposto na regulamentação então vigente” e que “atuou apenas como representante legal” do BLP PCJ VII, “não tendo participado de qualquer tipo de intermediação entre as partes” (confira o inteiro teor no final do texto). Procurado por meio de sua defesa, o governador Ibaneis Rocha não se manifestou até o fechamento da reportagem. O espaço segue aberto. À época do negócio entre a corretora e Ibaneis, o Master ainda se chamava Máxima, e Vorcaro tinha acabado de comprar a instituição do enrolado banqueiro Saul Sabbá com autorização do Banco Central (BC). Nove meses depois, em setembro de 2020, o executivo se tornou sócio de Maurício Quadrado no banco.A parceria só foi desfeita em 2024, quando o Master já apresentava problemas de liquidez. Quadrado teve os bens bloqueados por ordem do Supremo Tribunal Federal (STF) na segunda fase da Compliance Zero, em janeiro. O ecossistema Master Enquanto os dois primeiros contratos do escritório de Ibaneis revelados pela imprensa estão relacionados à Reag, liquidada pelo Banco Central em janeiro passado, a negociação com o BLP PCJ VII envolve outros personagens da complexa

Lulinha admite ao STF que teve viagem a Portugal bancada pelo Careca do INSS: ‘Relação esporádica’

Lulinha admite ao STF que teve viagem a Portugal bancada pelo Careca do INSS: ‘Relação esporádica’

Lulinha admite ao STF que teve viagem a Portugal bancada pelo Careca do INSS: ‘Relação esporádica’ Defesa do filho do presidente apresentou explicações ao ministro André Mendonça e disse que não firmou relação comercial com o empresário Antônio Antunes, preso por suspeita de desvios em aposentadorias Por Aguirre Talento e Luiz Vassallo | O Estado de S.Paulo 16/03/2026 Fábio Luis Lula da Silva, filho do ex-presidente Lula. Foto: Paulo Giandalia / AE BRASÍLIA – A defesa de Fábio Luís Lula da Silva, filho mais velho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, admitiu ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela primeira vez que ele teve uma viagem a Portugal bancada pelo empresário Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS, preso sob suspeita de liderar um esquema de desvios em aposentadorias. Ele negou, porém, ter firmado qualquer negócio ou recebido valores do empresário. A confissão de Lulinha havia sido antecipada pelo Estadão, mas é a primeira vez que sua defesa apresenta formalmente explicações ao ministro André Mendonça sobre sua relação com o empresário. A petição foi apresentada depois das notícias da quebra do sigilo bancário do empresário e diante do receio de que ele seja alvo de novas medidas da Polícia Federal. Lulinha diz que foi apresentado ao Careca do INSS por meio de sua amiga Roberta Luchsinger em 2024 “como um bem-sucedido empresário do mercado farmacêutico”. Lulinha afirma que não tinha conhecimento, na ocasião, da atuação dele junto ao INSS. “Era com esse ANTÔNIO CAMILO, suposto empresário de sucesso da área farmacêutica e parceiro comercial de sua amiga, que o peticionário teve relação esporádica e de natureza social. FÁBIO LUÍS jamais firmou qualquer tipo de relação comercial com ANTÔNIO CAMILO, tampouco tinha conhecimento sobre fraudes no INSS ou outras ilegalidades”, afirmou a defesa ao STF. Na petição, Lulinha diz que teve interesse quando o Careca do INSS lhe contou sobre um projeto comercial de produção de canabidiol medicinal, porque tem uma sobrinha que faz tratamento médico com a substância e enfrentou dificuldades com a qualidade e disponibilidade dos medicamentos. “Nessa mesma conversa, ANTÔNIO CAMILO contou que iria a Portugal para conhecer a produção dos medicamentos e convidou o peticionário a acompanhá-lo sem qualquer compromisso. O convite foi aceito e ANTÔNIO CAMILO levou FÁBIO à Portugal em novembro de 2024, arcando com os custos da viagem. FÁBIO LUÍS acompanhou a visita a possíveis fornecedores e propriedades e essa foi toda a extensão da relação do peticionário com o projeto. Ele não participou de negociações, não investiu trabalho ou valores e tampouco recebeu convite para associação, participação ou compra de cotas”, diz a petição. A defesa também afirma que, se tivesse firmado algum negócio sobre esse tema com o Careca do INSS, o fato não constituiria crime. “Entendia estar acompanhando um bem-sucedido empresário da área farmacêutica, em uma viagem para conhecer um projeto supostamente legítimo. Assim como todos à sua volta, FÁBIO entendia o projeto como lícito e conhecia apenas a figura do ‘empresário de sucesso ANTÔNIO CAMILO’. Essa imagem pública somente veio a se alterar muitos meses após a viagem a Portugal, com a deflagração da Operação Sem Desconto em 23/4/2025, quando foi amplamente publicizada a possível relação de ANTÔNIO CAMILO com as fraudes do INSS”, afirmou a defesa. Notícia anteriorPróxima notícia Fraudes no INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF pede segundo inquérito para apurar tráfico de influência de Lulinha e empresário na Dataprev 31/07/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Bastidores: PF tentou evitar distribuição automática para André Mendonça de nova investigação sobre Lulinha 31/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia 15/07/2026 Sumiço de acervo no Palácio das Mangabeiras vira mistério em Minas 15/07/2026 Obra do Hospital Estadual de Oncologia de Nova Friburgo acumula 14 anos de atraso e custo 27% maior, diz representação ao TCE 17/07/2026 Ricardo Couto começa a reduzir secretarias; confira as mudanças 14/07/2026 Governo pede ao TCU suspensão parcial de decisão sobre fragilidade na reestruturação dos Correios 06/07/2026

Eduardo Bolsonaro é citado pela PF e tem 15 dias para se defender de processo por abandono de cargo

Eduardo Bolsonaro é citado pela PF e tem 15 dias para se defender de processo por abandono de cargo

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Ex-deputado é alvo de processo administrativo na Polícia Federal. Processo pode levar à demissão do cargo de escrivão da corporação. Ele está afastado das funções desde fevereiro. Por Lígia Vieira | TV Globo 16/03/2026 Foto de Arquivo: o deputado Eduardo Bolsonaro conversa com a Reuters sobre seus esforços para pressionar o Brasil a suspender o julgamento de seu pai, o ex-presidente brasileiro de direita Jair Bolsonaro, em Washington, D.C., EUA, em 14 de agosto de 2025 — Foto: REUTERS/Jessica Koscielniak/File Photo Brasília – O ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) foi formalmente citado nesta segunda-feira (16) no processo administrativo aberto pela Polícia Federal que apura possível abandono do cargo de escrivão na delegacia da corporação em Angra dos Reis (RJ). Com a citação formal, passam a correr os prazos do processo administrativo, incluindo o período de 15 dias para que Eduardo apresente sua defesa à comissão responsável pela apuração. A citação foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira (16), salientando que Eduardo está em “lugar incerto e não sabido”. O ex-deputado é alvo de um Processo Administrativo Disciplinar (PAD), instaurado em 27 de janeiro deste ano, para apurar faltas injustificadas do ex-deputado, que está morando nos Estados Unidos desde fevereiro de 2025. O PAD pode levar à demissão do servidor. Eduardo está afastado do cargo desde fevereiro, em portaria assinada assinada pelo corregedor regional da PF no estado. Decisão também determinou que o escrivão entregasse a carteira funcional e a arma de fogo. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro deixou o Brasil alegando que está sendo perseguido pela Justiça. Eduardo Bolsonaro é réu por coação no curso do processo em razão de sua atuação nos EUA contra autoridades brasileiras. Eduardo está morando nos EUA Segundo a portaria da Corregedoria da PF no RJ, o processo administrativo vai apurar a responsabilidade de Eduardo por ter, supostamente, se ausentado ao serviço de forma intencional e sem justificativa por mais de 30 dias consecutivos após a perda do mandato de deputado em 18 de dezembro de 2025. Com o fim do mandato na Câmara, a Polícia Federal determinou o retorno de Eduardo Bolsonaro ao cargo na corporação, do qual estava afastado para ser deputado federal. A volta ao cargo não aconteceu e essa situação pode configurar o abandono do cargo pelo servidor público. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes

Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes

Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes Uma pessoa que autorizou a licitação, logo depois, se tornou funcionária da empresa. Deputado federal Marcelo Queiroz e subsecretária Camila Costa da Silva aparecem entre os investigados. Por Gabriel Barreira, Márcio Falcão e André Coelho Costa | RJ2 14/03/2026 Polícia e MP investigam contratos de R$ 200 milhões do governo do RJ com empresa criada três meses antes A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio investigam contratos firmados entre o governo do estado e a empresa Consuvet, que foi criada apenas três meses antes dos acordos milionários. A soma dos contratos chega a R$ 200 milhões. De acordo com a investigação, o serviço era de castração de animais, mas há indícios de irregularidades, como superfaturamento, corrupção, fraude à licitação, além de outros crimes. Durante o cumprimento de mandado de busca e apreensão contra a subsecretária de Proteção e Bem-estar Animal e responsável pelos contratos, aditivos e fiscalizações do programa RJPet, Camila Costa da Silva, a polícia encontrou o celular dela na casa da companheira do deputado federal Marcelo Queiroz, que na época dos contratos era secretário da Agricultura do estado. Marcelo Queiroz foi ainda candidato a prefeito do Rio. A investigação aponta que a empresa Consuvet recebeu R$ 35,5 milhões da pasta para esterilização de cães e gatos. As autoridades afirmam que o pagamento foi feito de forma descontrolada: sem identificar os animais e os tutores. Investigação A polícia aponta Antônio Emílio Santos como figura central da Consuvet. Antes da licitação, ele era diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Agricultura – a mesma que era liderada por Marcelo Queiroz. Foi Antônio quem autorizou a abertura da licitação que contratou a empresa. Pouco tempo depois, passou a ser sócio da Consuvet. Da empresa, Antônio recebeu R$ 888 mil em apenas 8 meses, de acordo com relatórios de inteligência. A movimentação financeira chamou atenção das autoridades: incluindo um saque de mais de R$ 700 mil, em dezembro de 2023. Os outros sócios da empresa, Luiz Mariano Rodrigues Jatobá e Rodrigo Figueiro Loureiro Teixeira, também movimentaram altas quantias e são investigados. As suspeitas recaem sob a empresa desde antes da abertura. O comprovante que a Consuvet apresentou de que era capaz de prestar o serviço tem a data de 17 meses antes da firma ser criada. E só depois da assinatura do contrato é que a empresa obteve o registro necessário do Conselho Regional de Medicina Veterinária. Reação de subsecretária levou até deputado federal A polícia chegou ao nome do deputado federal Marcelo Queiroz depois de cumprir um mandado de busca e apreensão na casa da subsecretária Camila, em dezembro de 2024. Camila teve o celular apreendido e foi questionada se possuía algum outro aparelho. Ela disse que, três dias antes da operação, um celular antigo tinha quebrado e que ela jogou o aparelho velho fora. A polícia acabou descobrindo que o telefone estava funcionando e havia sido usado no dia anterior. O aparelho estava na casa da companheira do deputado. Como o parlamentar tem foro privilegiado, a Polícia Civil e o Ministério Público solicitaram que o caso fosse para o Supremo Tribunal Federal. Essa semana a Justiça do Rio declinou a competência e remeteu o processo para o STF, onde será analisado. O que dizem os citados A Secretaria Estadual de Saúde, onde o programa RJPet está lotado, disse que a Consuvet não presta serviços desde abril de 2024. O deputado Marcelo Queiroz declarou que lamenta o vazamento de um procedimento sigiloso no qual seu nome é mencionado com base em ilações e conjecturas, sem nenhum respaldo em fatos e provas. Disse ainda que todos os contratos durante a gestão dele foram assinados a partir de pregões eletrônicos. A defesa da subsecretária Camila Costa disse que os pagamentos para a empresa foram suspensos até os esclarecimentos dos fatos e que Camila continua à disposição da Justiça para prestar todas as informações necessárias. A TV Globo não teve resposta da Consuvet nem dos outros citados na reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalMP-RJPolícia CivilSTF Supremo Tribunal Federal Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais 12/05/2026 Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE 11/05/2026 Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro 11/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Bolsonarismo: a celebração da imbecilidade Empresa de preso por elo com PCC tem contrato de R$ 141 milhões no governo de GO Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Vorcaro gastou R$ 10 milhões em viagem com iate de luxo no Mediterrâneo (VIDEO)

Vorcaro gastou R$ 10 milhões em viagem com iate de luxo no Mediterrâneo (VIDEO)

Vorcaro gastou R$ 10 milhões em viagem com iate de luxo no Mediterrâneo (VIDEO) Imagens registradas por promotor de eventos do banqueiro mostram embarcação e clube de alto padrão em Saint-Tropez, na França Procurada, assessoria de imprensa não respondeu até a publicação deste texto; documentos da investigação detalham gastos Por Alexa Salomão, Joana Cunha e Dani Braga | Folha de S.Paulo 08/03/2026 Cenas de viagem na região do Mediterrâneo, registradas em vídeo pelo promotor de eventos Diogo Batista; o então banqueiro Daniel Vorcaro, do Master, desembolsou R$ 11,5 milhões pelo passeio completo que passou pela França São Paulo – Superiates, DJs internacionais, praias paradisíacas na Europa, modelos estrangeiras e gente famosa, incluindo jogadores de futebol. É esse tipo de festa que o promotor de eventos Diogo Batista organiza. Conhecido como “concierge dos VIPs”, Batista cuida de viagens a destinos exclusivos e também prepara, sob medida, encontros reservados com atendimento sofisticado. Entre seus clientes estava Daniel Vorcaro, o controlador do Banco Master, preso pela segunda vez na quarta-feira (4) e investigado por fraudes financeiras e intimidação a pessoas. O ex-banqueiro, como mostrou a Folha, tinha nos luxuosos eventos um dos pilares de sua estratégia para estreitar relações com políticos e altas autoridades. Segundo duas pessoas próximas ao Master, Batista cuidou de várias dessas festas, regadas a bebidas e comidas caras, além da presença de mulheres jovens e bonitas. Um vídeo que circula na internet desde novembro do ano passado, quando o Banco Central decretou a liquidação do Master, mostra o tipo de serviço oferecido por Batista. O promotor de eventos se grava com a companheira de viagem, uma mulher que a Folha identificou como sendo uma modelo natural da Sérvia. As imagens retratam um roteiro de luxo, com passagens pelo superiate Mad Summer, e pelo suntuoso clube francês Verde Beach, em Saint-Tropez, na costa francesa do mar Mediterrâneo — e ilustram bem o padrão de vida e de gastos do ex-banqueiro. Vorcaro não aparece nas imagens, mas documentos de investigações da Polícia Federal sobre o Master, aos quais a Folha teve acesso, detalham que, para esta viagem à França, em agosto de 2022, ele pagou € 1,88 milhão — cerca de R$ 10,7 milhões com o câmbio do período. Apenas a locação do barco, entre os dias 21 e 25 daquele mês, custou cerca € 1,7 milhão — R$ 9,7 milhões. Para animar o cruzeiro, Vorcaro bancou uma infraestrutura de festas, incluindo equipamentos de iluminação e som, cachês e translado de artistas, ao custo de € 78 mil, quase R$ 480 mil. O grupo incluía o DJ e produtor musical francês Saint Lanvain, uma referência na cena internacional da música eletrônica. Um executivo que prefere não ter o nome citado repassou o vídeo da viagem à Folha. As imagens, segundo ele, estavam circulando nas redes sociais depois terem sido originalmente postadas no Market Live, serviço de assinatura de notícias e análises do mercado financeiro via WhatsApp, pelo sócio desse canal, Luiz Guilherme Atalla Camasmie. Procurado, esse empresário confirmou a postagem. “O vídeo é uma viagem de Vorcaro no verão europeu, e Batista está lá porque era o promoter oficial do Banco Master”, afirmou na entrevista à Folha. Camasmie disse ainda que extraiu o vídeo da página de Batista, no Instagram, e o divulgou no canal quando ocorreu a liquidação do Master, em novembro do ano passado, para mostrar como eram os eventos do banco. Na Quarta-feira de Cinzas, 18 de fevereiro, republicou o vídeo. Depois, a pedidos de amigos de Batista, retirou. Camasmie e Master são opositores declarados. O empresário apresentou notícia-crime pedindo investigação de um ataque hacker que seu canal de notícias sofreu após publicar várias críticas ao banco de Vorcaro, como indício de gestão temerária. “Faz um ano que eu já falava que o banco era a maior fraude, e fui atacado via hacker. Destruíam o grupo. Derrubaram um monte de coisas”, diz ele. O Master, por sua vez, fez notícia-crime de difamação contra Camasmie por causa dessas divulgações. Com o avanço das investigações contra o banco, o empresário pediu o arquivamento desse inquérito. Na terceira fase da Operação Compliance Zero, na quarta (4), surgiu a indicação de que Vorcaro mantinha uma estrutura para hackear e derrubar atividades digitais. Vorcaro costumava passear pela Europa no verão. Em 2024 e 2025, trajetos de jatinho do banqueiro apontam passagens por Riviera Francesa, Sardenha, na Itália, e Ilhas Baleares Ibiza e Maiorca, na Espanha, todas regiões conhecidas pelas praias paradisíacas e a vida noturna badalada. Em julho do ano passado, ele foi flagrado em outro clube praiano de Saint-Tropez, o Casa Amor. Trechos do vídeo circularam pelos celulares de executivos do setor financeiro. A pergunta que todos se faziam era como Vorcaro mantinha aquele padrão de vida enquanto o banco vivia uma crise. Àquela altura, ativos do Master estavam à venda, e o FGC (Fundo Garantidor de Créditos) injetava recursos na instituição para prover liquidez. De maio a outubro de 2025, a assistência financeira ao Master somou R$ 4,3 bilhões. A Folha identificou que o vídeo de Batista não foi produzido por inteligência artificial. Procurou a sua publicação na rede social de Batista, que é aberta, mas não o localizou. No entanto, encontrou fotos em que Batista e a modelo loira aparecem juntos nas páginas das redes sociais de ambos, postadas em diferentes datas, no mesmo verão europeu de 2022. Procurada, a assessoria de imprensa de Vorcaro não se manifestou até a publicação desta reportagem. CELULAR NA AGENDA DE VORCARO Batista é sócio da Tdx Marketing Entertainment. Além de organizar vários eventos de Vorcaro, cuidou também do contato com modelos e influencers para as festas do Master até 2024, quando teve um desentendimento com Vorcaro e foi colocado em segundo plano. Pessoas próximas ao banco contam que parte de suas funções, então, foi assumida por uma “sugar baby”, termo para mulher que prefere relacionamento com homem mais velho provedor. Segundo pessoas próximas ao banco, seria Karolina Trainotti — a mesma que recebeu um apartamento de quase R$ 4,4 milhões em São Paulo. O imóvel foi doado a ela, em 2024, pela Super Empreendimentos, empresa investigada pela PF (Polícia Federal) por possível ocultação de bens e lavagem de dinheiro ligados a Vorcaro. A reportagem apurou que os números de telefone de

CMN autoriza garantia da União a novo empréstimo de até R$ 8 bi dos Correios em 2026

CMN autoriza garantia da União a novo empréstimo de até R$ 8 bi dos Correios em 2026

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha No ano passado, Tesouro já havia dado garantia a empréstimo de R$ 12 bi tomado pela estatal com um consórcio de bancos Por Cícero Cotrim (Broadcast) | O Estado de S.Paulo 26/02/2026 20:09 No ano passado, Tesouro já havia dado garantia a empréstimo de R$ 12 bi tomado pela estatal com um consórcio de bancos Foto: Hélvio Romero/Estadão BRASÍLIA – O Conselho Monetário Nacional (CMN) autorizou o governo federal a garantir operações de crédito de até R$ 8 bilhões para os Correios este ano. A medida passou a constar no limite global de novas operações garantidas, a partir de uma resolução publicada pelo colegiado nesta quinta-feira, 26.Na prática, a resolução 5.282 acrescentou os R$ 8 bilhões destinados aos Correios ao limite global de 2026. O volume total autorizado para operações do setor público este ano, com e sem garantia da União, passou de R$ 15,625 bilhões para R$ 23,625 bilhões – uma diferença de exatamente R$ 8 bilhões.No ano passado, o Tesouro Nacional já havia dado garantia a um empréstimo de R$ 12 bilhões tomado pelos Correios com um consórcio de bancos.A estatal precisava de R$ 20 bilhões no total, mas acabou fazendo uma operação menor. O montante autorizado para 2026 completa o volume total de recursos que era considerado necessário.Segundo projeção do Ministério da Fazenda, os Correios devem fechar 2026 com um déficit primário de R$ 9,1 bilhões. No ano passado, até setembro, a empresa tinha um prejuízo de mais de R$ 6 bilhões. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Nome E-mail Comentário Enviar Facebook X-twitter Youtube More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Prefeito de Nilópolis é alvo da PF em operação contra crimes eleitorais

Prefeito de Nilópolis é alvo da PF em operação contra crimes eleitorais

Prefeito de Nilópolis é alvo da PF em operação contra crimes eleitorais A investigação foi iniciada em outubro de 2024, quando 24 pessoas foram presas em flagrante por compra de votos. Por Márcia Brasil e Rafael Nascimento | TV Globo e g1 Rio 13/02/2026 Abraão David Neto, o Abraãozinho (PL), é investigado por um esquema de compra de votos, fraude à cota de gênero, apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral e lavagem de dinheiro — Foto: Divulgação O prefeito de Nilópolis, Abraão Davi Neto (PL), o Abraãozinho, foi alvo nesta quinta-feira (13) da Operação Astreia, contra crimes eleitorais. Agentes cumpriram 2 mandados de busca e apreensão. A PF apreendeu R$ 172 mil em espécie na casa de Abraãozinho. Também foram apreendidos celulares, mídias e documentos. Abraãozinho é investigado por um esquema de compra de votos, fraude à cota de gênero, apropriação de recursos destinados ao financiamento eleitoral e lavagem de dinheiro. O político é filho de Miguel Abraão David e sobrinho do bicheiro Aniz Abraão David, mais conhecido como Anísio, presidente de honra da escola de samba Beija-Flor de Nilópolis. Em nota, Abraãozinho negou as acusações e disse estar à disposição para auxiliar a Justiça. A Prefeitura de Nilópolis disse que não vai se manifestar a respeito, pois o assunto não a envolve. Outro alvo da ação foi o procurador-geral da Câmara Municipal de Nilópolis, Bruno Cabral Pereira. Na casa dele, os agentes apreenderam um carro de colecionador. O g1 tenta contato com a defesa dele. Flagrante A investigação foi iniciada em outubro de 2024, quando 24 pessoas foram presas em flagrante, em Nilópolis, na posse de valores que supostamente seriam destinados à compra de votos. Cerca de R$ 65 mil em espécie foram retidos. “Com o aprofundamento das diligências, foi possível identificar um complexo esquema de corrupção eleitoral, o qual envolvia o uso de candidaturas laranjas e uma rede de apoio que se estendia a servidores públicos e políticos locais”, afirmou a PF. Notícia anteriorPróxima notícia Nilópolis RJPL Partido LiberalPolícia Federal PFRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Deputado federal Ricardo Abrão é alvo da PF em operação contra compra de votos 03/09/2026 Nikolas pode perder mandato após pedido de cassação por áudios com Vorcaro 04/09/2026 Augusto Cury omitiu negócios nos EUA da Justiça Eleitoral 05/09/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Grupo armado abre buraco em muro, rende vigilante e acessa cofre de supermercado em Campos 02/09/2026 PM encontra carros-bomba e barricadas com explosivos no Complexo de Israel; Av. Brasil chegou a ser fechada (VIDEO) 21/08/2026 Vorcaro transferiu cotas de jato Legacy 650 para Viviane Barci de Moraes 01/09/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 Mapas, manuais de explosivos e cálculo de custos: como grupo planejava ataques em Brasília 10/08/2026

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