Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores

Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores

Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores Decisão liminar do Órgão Especial do Tribunal de Justiça aponta possível violação ao princípio da legalidade e risco de aumento de despesas públicas sem previsão em lei. Por Guilherme Peixoto e Rafael Nascimento | TV Globo e g1 Rio 12/05/2026 O ex-governador Cláudio Castro (PL) — Foto: Agência Brasil O Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro suspendeu trechos do decreto do ex-governador Cláudio Castro (PL) que ampliavam benefícios de segurança institucional para ex-governadores do estado. A decisão liminar foi assinada pelo desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto em ação apresentada pela deputada estadual Renata Souza (Psol). A medida suspende os artigos 3º e 4º do decreto publicado em fevereiro deste ano para regulamentar a lei que trata da segurança institucional de ex-governadores após o fim do mandato. Na decisão, o magistrado entendeu que o decreto extrapolou os limites previstos na própria legislação estadual ao permitir a ampliação do benefício para cônjuges e filhos de ex-governadores e ao prever possibilidade de extensão do prazo da segurança institucional. Segundo o relator, “não há previsão legal” para que a segurança institucional seja estendida “a cônjuges e filhos do ex-Governador”, o que torna “evidente a violação ao princípio da legalidade”. O desembargador também apontou preocupação com o impacto financeiro da medida. “O periculum in mora se apresenta pela possibilidade de criação de despesas para o combalido erário, sem a previsão legal”, escreveu o magistrado. A ação questiona ainda o trecho do decreto que autorizava a manutenção potencialmente indefinida da segurança institucional, condicionada apenas a avaliação administrativa de risco. Para a autora da ação, o decreto violaria princípios constitucionais como legalidade, moralidade, impessoalidade e interesse coletivo. Apesar da suspensão parcial, a Justiça manteve válido o dispositivo que permite ao ex-governador indicar servidores responsáveis pela segurança institucional. Segundo a decisão, nesse ponto o decreto segue modelo semelhante ao da legislação federal. A liminar vale até o julgamento definitivo da ação direta de inconstitucionalidade. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJDeputada EstadualGovernadorPL Partido LiberalPSOLTJ-RJ PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda 13/05/2026 Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel 12/05/2026 Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores 12/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Marqueteiro de Flávio foi citado em plano de Vorcaro contra BC e recebeu R$ 650 mil de dono de agência

Marqueteiro de Flávio foi citado em plano de Vorcaro contra BC e recebeu R$ 650 mil de dono de agência

Marqueteiro de Flávio foi citado em plano de Vorcaro contra BC e recebeu R$ 650 mil de dono de agência OUTRO LADO: Publicitário nega ter participado do trabalho, afirma que seu nome foi incluído sem ele saber e que pagamento se refere a dívidas antigas Marcello Lopes recebeu em dezembro Pix do coordenador do chamado plano DV, que contratou influenciadores contra executivos do Banco Central Por Constança Rezende | Folha de S.Paulo 12/05/2026 O publicitário Marcello Lopes, da Cálix Propaganda, conhecido como Marcelão, que vai coordenar a comunicação da campanha presidencial do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – Arquivo pessoal Brasília – O publicitário Marcello Lopes, escolhido para coordenar a comunicação da campanha à Presidência do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), consta como um dos estrategistas do plano de ataques coordenados contra o BC (Banco Central) e servidores, contratado por Daniel Vorcaro, do Banco Master. A informação está no documento chamado “Projeto DV”, ao qual a Folha teve acesso. O nome e a foto de Marcelão, como é conhecido em Brasília, aparecem na página em que são apresentados os três membros da “equipe de estrategistas” do plano. Ele negou envolvimento na campanha contra o Banco Central e justificou o repasse de dinheiro como pagamento de serviços anteriores. Ele é listado ao lado de Thiago Miranda, dono da agência Mithi e responsável pelo projeto, e do publicitário Anderson Nunes, da Unltd Network, empresa que foi subcontratada para o plano. Miranda presta depoimento nesta terça-feira (12) à PF na investigação que apura os ataques.  A reportagem também obteve o comprovante de um pagamento via Pix feito por Miranda a Marcelão, no valor de R$ 650 mil em 13 de dezembro, momento em que o projeto DV estava em elaboração. A Unltd Network também recebeu repasse de Miranda dois dias depois, de R$ 400 mil. O uso de influenciadores no plano para atacar executivos do BC veio à tona em janeiro, mas foi interrompido após a PF começar a investigar os posts coordenados. Procurados, Miranda e Marcelão afirmam que não houve participação efetiva do marqueteiro de Flávio Bolsonaro no projeto, mas divergiram nas explicações do caso. Marcelão disse que recebeu a informação da inclusão de seu nome “com surpresa e indignação” e que não foi consultado sobre isso. Também disse que desconhece qualquer suposta campanha de ataques ao Banco Central ou a servidores mencionados na investigação da Polícia Federal. “O que me recordo é que o Thiago [Miranda] comentou comigo sobre a possibilidade de eu entrar em um projeto grande que ele estaria fechando. Na ocasião, informei que não teria como participar porque eu viajaria para os EUA no dia 24 de dezembro e retornaria apenas no início de fevereiro. Agradeci a indicação e, sinceramente, do que eu me lembro, foi só isso”, disse. Sobre o repasse de R$ 650 mil para a sua conta em 13 de dezembro, Marcelão afirmou que se tratava de pagamentos em atraso por serviços e consultorias profissionais anteriores realizados, “em outros trabalhos privados ao longo do tempo, sem qualquer relação com o projeto [DV]”. “Era uma dívida de alguns clientes que ele estava com dificuldade de pagamento”, disse. Questionado sobre quais teriam sido esses trabalhos prestados anteriormente, ele afirmou que seria para a “produção de campanha publicitária no ambiente on e off e produção de vídeo”, mas que não poderia dar detalhes. “Isso revelaria o cliente que tem cláusulas de confidencialidade que não me permitem divulgar essa informação”. Também afirmou não poder fornecer o contrato, por ser confidencial. Já Miranda afirmou que incluiu o nome de Marcelão porque ele o ajudaria a “dar peso para o trabalho”, pois teria “um nome muito forte”. “A gente usa muito disso no marketing, de concorrer numa licitação, de apresentar um projeto e colocar outros nomes, agências parceiras, para poder ganhar o projeto, concorrer, deixar mais robusto, então foi isso”, afirmou. Miranda disse que Marcelão deixou o projeto três semanas após uma reunião em que soube que o plano era para o Banco Master. Segundo ele, o marqueteiro de Flávio alegou conflito de interesses, pois “atende muitas contas importantes”. Sobre o pagamento de R$ 650 mil, Miranda disse que o fez para “poder assegurar que Marcelão realmente ajudasse no projeto”, mas disse que ele lhe estornou o dinheiro após deixar o plano. Questionado sobre quando foi feita a devolução, ele disse que não poderia fornecer a informação porque seu setor financeiro não está trabalhando nesta semana e que a responsável está de férias. Ao ser confrontado sobre a declaração de Miranda de que ele teria devolvido o Pix e demais informações desencontradas pelos dois, Marcelão afirmou que o dono da Mithi “está confuso e passando por um momento difícil, por ser acusado de algo que ele não fez”. Já Miranda respondeu que estaria desorientado, ao ser confrontado sobre as divergências do motivo do pagamento e da devolução. A Unltd admitiu ter atuado como fornecedora terceirizada da Mithi, de Thiago Miranda, para o projeto de gestão de crise, em dezembro de 2025 e janeiro deste ano. A empresa afirmou não ter nenhum vínculo ou relação comercial com o Banco Master ou com Daniel Vorcaro. A defesa do ex-banqueiro foi procurada nesta segunda-feira (11) e informou, por meio de sua assessoria de imprensa, que não iria se manifestar. Como mostrou a Folha, os ataques coordenados contra o BC (Banco Central) e o ex-diretor de Organização do Sistema Financeiro e de Resolução da autarquia, Renato Gomes, seguiram uma cartilha com instruções e direcionamentos elaborados pelo projeto DV, contratado por Vorcaro. Os extratos obtidos agora pela Folha mostram que as contratações somaram R$ 8 milhões, operadas pela Mithi. O Banco Central virou alvo após rejeitar a compra do Master pelo BRB (Banco de Brasília) e decidir liquidar o Banco Master. A PF identificou cerca de 40 perfis que teriam sido contratados por Vorcaro para integrar o projeto. Marcelão é amigo de Flávio e um dos principais conselheiros de sua pré-candidatura à Presidência. Ele é dono da Cálix Propaganda e ex-policial civil do Distrito Federal. O publicitário prepara a saída da empresa para assumir oficialmente a função na campanha até o começo de junho. Como mostrou a Folha, ele recebeu carta branca de Flávio para coordenar a estratégia de comunicação da campanha, desde a parte digital até as inserções em rádio e TV, passando pela assessoria de

Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF

Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF

Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu Ex-secretário do Rio foi alvo de operação da PF nesta terça-feira (12) mirando fraudes em licitações da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, comandada por Queiroz à época. Por Márcio Falcão, Marco Antônio Martins e Ana Flávia Castro | TV Globo e g1 12/05/2026 Deputado Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) — Foto: Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados A Polícia Federal afirmou ao Supremo Tribunal Federal (STF) ter reunido indícios de que o deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) se associou a causa animal para se beneficiar de um suposto esquema de fraude em licitações. Queiroz foi alvo da Operação Castratio, deflagrada no Rio de Janeiro nesta terça-feira (12), acusado de integrar um esquema de fraudes, peculato e lavagem de dinheiro relacionado à contratação de uma empresa de castração de animais via governo estadual. Segundo a PF, as irregularidades comecaram no período em que Queiroz chefiou a secretaria. “É importante frisar, desde já, que ao longo desses últimos anos, o engajamento do político com a causa animal foi decorrente, principalmente, desses contratos fraudados, gerando votos e prestígio”, diz a corporação. Em nota, a defesa do deputado Marcelo Queiroz afirma que “a tentativa de vincular a imagem do deputado a problemas do Governo do Estado se originou com alegações infundadas no período eleitoral da sua candidatura a prefeito em 2024, quando não aceitou apoiar o candidato do ex- governador do estado do Rio de Janeiro” Contratos chegam a R$ 200 milhões Na decisão que autorizou a ação, o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pontua que as fraudes estão ligadas à empresa Consuvet—Soluções em Saúde Animal (entenda mais abaixo). A decisão destaca que Queiroz ocupava o cargo de secretário na pasta “justamente no período no qual se iniciaram as fraudes licitatórias em favor da empresa”. Os investigadores também apontam relação de assessores do então secretário com o esquema de fraudes. De acordo com a PF, a Consuvet não tinha “sequer estrutura compatível com a dimensão dos primeiros contratos firmados”. Mas, entre 2021 e 2023, fechou acordos para prestação de serviços de quase R$ 200 milhões, dos quais R$ 35 milhões já haviam sido pagos. “Constituída em julho de 2021, com capital social de apenas R$ 20 mil e sem filiais, firmou, nos quatro meses seguintes, acordos com a SEAPPA que somam mais de R$ 8,3 milhões. Se contados os contratos celebrados até 2023, o montante ultrapassa os R$ 193 milhões”, destaca a decisão. A investigação também aponta que foram autorizados aditivos contratuais que aumentaram de forma significativa os valores pagos à Consuvet, sem justificativa técnica. Além disso, o patrimônio de Queiroz teria crescido cerca de 665% no período, com base em declarações apresentadas à Justiça Eleitoral. Mesmo após deixar a secretaria para assumir o mandato como deputado federal, o parlamentar ainda mantinha vínculos com integrantes do grupo investigado. Firma privada Segundo mostrou o RJ2, a Consuvet, empresa privada que venceu a licitação, foi criada apenas 3 meses antes dos acordos milionários. A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro já haviam identificado indícios de superfaturamento e direcionamento. À época, a Polícia Civil apontou Antônio Emílio Santos como figura central da Consuvet. Antes da licitação, ele era diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Agricultura. Foi Antônio quem autorizou a abertura da licitação que contratou a empresa. Pouco tempo depois, passou a ser sócio da Consuvet. Da empresa, Antônio recebeu R$ 888 mil em apenas 8 meses, de acordo com relatórios de inteligência. A movimentação financeira chamou atenção das autoridades, incluindo um saque de mais de R$ 700 mil, em dezembro de 2023. As suspeitas recaem sob a empresa desde antes da abertura. O comprovante que a Consuvet apresentou de que era capaz de prestar o serviço foi emitido 17 meses antes da firma ser criada, e só depois da assinatura do contrato é que a empresa obteve o registro necessário do Conselho Regional de Medicina Veterinária. Papel do deputado A Polícia afirma que é preciso esclarecer se Queiroz atua como um líder do grupo ou como um beneficiário dos contratos fraudados, seja se enriquecendo ilicitamente ou a partir de engajamento político. Por isso, foi realizada a operação para o cumprimento dos mandados de busca e apreensão nesta terça. Os investigadores também argumentam que a companheira de Queiroz teria escondido o celular de Camila Costa da Silva, Subsecretária de Proteção e Bem-Estar Animal. Ao ser alvo de uma busca e apreensão anterior, Camila afirmou que o celular dela estava quebrado. Depois, foi analisado que o telefone foi usado um dia antes da ação na casa de Anna Caroline dos Santos, companheira de Queiroz. E Anna Caroline resistiu a entregar o aparelho. Operação da PF Agentes saíram para cumprir 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O g1 apurou que Queiroz foi abordado pela PF no Aeroporto Santos Dumont, quando se preparava para embarcar para Brasília. O celular dele foi apreendido. Nesta terça, policiais federais foram para endereços no Rio de Janeiro (Itaocara, Macaé, Niterói e a capital fluminense — e em São Paulo (São Roque e Mairinque). Na sede da secretaria, em Niterói, agentes apreenderam dinheiro em espécie. Cédulas também foram encontradas em São Roque. A investigação está sob responsabilidade da Polícia Federal e tramita no STF por envolver uma autoridade com foro privilegiado. Marcelo Queiroz iniciou a trajetória política em 2012 na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Também ocupou o cargo de secretário municipal de Administração. Em 2018, foi eleito deputado estadual e, depois, assumiu as secretarias estaduais de Meio Ambiente e de Agricultura do Rio. Em 2022, foi eleito deputado federal. O que dizem os citados Ao RJ2, ano passado, o governo disse que a Consuvet não prestava serviços desde abril de 2024. O deputado Marcelo Queiroz mandou a seguinte nota na íntegra: “A tentativa de vincular a imagem do deputado federal Marcelo Queiroz a problemas do Governo do Estado se originou com alegações infundadas no período eleitoral da sua candidatura a prefeito em 2024, quando não aceitou apoiar o candidato do ex-

Contrato de R$ 237 milhões da gestão Zema é suspenso após caso PCC explodir em Minas

Contrato de R$ 237 milhões da gestão Zema é suspenso após caso PCC explodir em Minas

Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado Acordo com a Renapsi foi firmado ainda sob Romeu Zema e barrado após prisão de fundador da entidade em investigação sobre lavagem de dinheiro ligada ao PCC Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 12/05/2026 Romeu Zema entrevista roda viva; contrato de R$ 237 milhões firmado em sua gestão foi suspenso após caso PCC. – Reprodução de vídeo Um contrato de R$ 237,6 milhões firmado pela gestão Romeu Zema com a Renapsi foi suspenso pelo governo de Minas Gerais após a prisão de Adair Antônio de Freitas Meira, apontado como fundador da entidade, em uma investigação sobre lavagem de dinheiro ligada ao Primeiro Comando da Capital, o PCC. O acordo, assinado em 17 de março de 2026, previa a execução do Programa Evolução Jovem, voltado à socioaprendizagem e à inclusão produtiva de estudantes da rede pública estadual. A suspensão foi noticiada após a repercussão da Operação Contaminatio, conduzida pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação mira o uso de empresas e entidades ligadas a Meira para movimentar recursos ilícitos associados a operadores financeiros da facção criminosa. A defesa do empresário nega de forma veemente qualquer irregularidade ou ligação com o PCC. O caso amplia o desgaste político sobre contratos públicos ligados a Adair Meira. Nesta segunda-feira (11), a Fórum mostrou que a Fundação Pró-Cerrado, entidade ligada ao empresário, mantém contratos ativos que somam R$ 141.509.831,63 com o governo de Goiás, em acordos firmados entre 2021 e 2025. Contrato da gestão Zema previa R$ 237,6 milhões à Renapsi O Termo de Parceria 59/2026 foi celebrado entre o Estado de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, e a Rede Nacional de Aprendizagem, Promoção Social e Integração, a Renapsi, com interveniência da Secretaria de Estado de Educação. O documento oficial informa que o objeto da parceria era apoiar uma política pública de socioaprendizagem e inclusão produtiva para estudantes da rede pública estadual de Minas Gerais no âmbito do Programa Evolução Jovem. A cláusula quinta do termo estima o valor de R$ 237.600.000,00, a serem repassados conforme cronograma de desembolsos. A vigência prevista era de dois anos, contados a partir da publicação no Diário Oficial. O contrato foi assinado em Belo Horizonte em 17 de março de 2026. A data coloca o acordo dentro da gestão Zema, embora o documento tenha sido firmado formalmente por representantes da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social, da Secretaria de Estado de Educação e da Renapsi. Zema entra no centro político do caso em Minas A conexão de Romeu Zema com o caso está no contrato mineiro. Não há, nos documentos consultados, apontamento de participação direta do então governador nos fatos apurados pela Operação Contaminatio. O desgaste político decorre do fato de que o acordo milionário com a Renapsi foi firmado durante sua gestão e só foi suspenso após a prisão de Adair Meira ganhar repercussão nacional. A Renapsi foi contratada para operacionalizar uma política pública de alto valor em uma área sensível: a inclusão produtiva de estudantes da rede estadual. A suspensão do contrato coloca sob pressão o discurso de eficiência administrativa associado por Zema à sua trajetória política. O caso também reforça a discussão sobre filtros de conformidade em contratos públicos com entidades privadas e organizações sociais. A Fórum já mostrou como o avanço do crime organizado sobre estruturas econômicas e políticas virou tema central no debate eleitoral. Caso PCC já havia atingido contratos em Goiás Em Goiás, o foco não é a Renapsi, mas a Fundação Pró-Cerrado. Segundo a reportagem publicada pela Fórum, com base em dados oficiais e no UOL, a entidade ligada a Adair Meira mantém contratos ativos de R$ 141,5 milhões com o governo goiano. Os acordos envolvem serviços terceirizados como apoio técnico especializado, motoristas, auxiliares administrativos e operadores de call center. A teia contratual inclui documentos firmados entre 2021 e 2025, além de aditivos que prorrogam serviços até 2026. O caso mais emblemático citado na reportagem é o Contrato 039/2025, no valor de R$ 28.094.459,04, para fornecimento de mão de obra exclusiva de apoio técnico especializado de nível superior. A assinatura eletrônica ocorreu em 14 de novembro de 2025. Quem é Adair Meira Adair Antônio de Freitas Meira é empresário de Goiás, ligado à Fundação Pró-Cerrado e ao Sistema Sagres de Comunicação. Ele foi preso durante a Operação Contaminatio, deflagrada pela Polícia Civil de São Paulo. A investigação apura suspeitas de lavagem de dinheiro associadas a operadores financeiros do PCC. Um dos eixos da apuração envolve a fintech 4TBank, apontada nas investigações como instrumento para movimentações financeiras de interesse da facção criminosa. No caso goiano, a própria Fundação Pró-Cerrado exibe Meira em seu site institucional como diretor-secretário-geral e instituidor da organização nos anos 1990. Em Minas, a relação em apuração envolve a Renapsi, entidade que assinou o contrato de R$ 237,6 milhões com o governo estadual. Renapsi e defesa negam irregularidades A Renapsi afirma que não é alvo da investigação e que Adair Meira não ocupa cargos de gestão nem mantém vínculo administrativo com a organização. A defesa de Meira nega qualquer ligação do empresário com o PCC. Os advogados sustentam que as acusações serão esclarecidas no processo e rejeitam a existência de irregularidades nas atividades atribuídas ao empresário. A suspensão do contrato em Minas, porém, paralisa uma parceria de R$ 237,6 milhões firmada na gestão Zema e expõe a dimensão nacional da crise. Depois de alcançar contratos da Fundação Pró-Cerrado com o governo de Goiás, o caso agora atinge um acordo milionário da Renapsi com o governo mineiro. Contrato milionário fica sob auditoria Com a suspensão, o Programa Evolução Jovem fica travado até que o governo mineiro conclua a análise sobre a continuidade da parceria com a Renapsi. O ponto central da crise é o uso de dinheiro público. Em Minas, são R$ 237,6 milhões previstos em contrato assinado sob Zema. Em Goiás, são R$ 141,5 milhões em contratos ativos da Fundação Pró-Cerrado, entidade ligada a Adair Meira, segundo a apuração publicada pela

MPRJ denuncia 11 policiais militares suspeitos de receber propina; cabo foi preso

MPRJ denuncia 11 policiais militares suspeitos de receber propina; cabo foi preso

Magé: Câmara de Vereadores contratou abastecimento de frota de tamanho desconhecido sem licitação Acusados foram afastados das atividades e tiveram porte de arma suspenso Por O Globo 12/05/2026 Fachada do prédio do Ministério Público do Rio de Janeiro — Foto: MPRJ/Divulgação O Grupo de Atuação Especializada em Segurança Pública (Gaesp) do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) denunciou à Justiça 11 policiais militares pelo crime de corrupção em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. Um mandado de prisão foi cumprido nesta terça-feira, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI) e da Corregedoria da Polícia Militar, contra o cabo Michel Maia Rodrigues. Por determinação da Auditoria da Militar, os acusados foram afastados das atividades e tiveram o porte de arma suspenso. De acordo com o Gaesp, os agentes estruturaram um esquema de corrupção no 39º BPM (Belford Roxo), no qual recebiam propinas semanais para prestar segurança a comércios durante o expediente de trabalho no batalhão. As investigações, segundo o MP, identificaram que Rodrigues atuava como articulador e intermediário do esquema, além de manter ligação com uma milícia local. A denúncia descreve que o pagamento das propinas era realizado todas as sextas-feiras a Rodrigues, que repassava os valores ao policial escalado para o serviço naquela semana. Mensagens trocadas entre o cabo e uma comerciante evidenciam a finalidade dos pagamentos, que era assegurar um policiamento diferenciado, no qual os agentes permaneciam à disposição, afirma o Ministério Público. Em uma ocasião, a interlocutora chegou a reclamar da ausência de uma viatura da PM no local. “Você conversa com os teus meninos aí”, cobrou a responsável pelo comércio. A partir da quebra de sigilo bancário dos investigados, a Divisão de Laboratório de Combate à Lavagem de Dinheiro e à Corrupção da CSI elaborou Relatório de Análise Bancária e Fiscal, que identificou dezenas de transações realizadas por Rodrigues aos demais denunciados, com valores e datas compatíveis com o modus operandi do esquema criminoso. A denúncia é mais um desdobramento da Operação Patrinus que, em sua fase anterior, em agosto de 2025, resultou na prisão de dez policiais que extorquiam dinheiro de comerciantes em Belford Roxo. Na ocasião, o Gaesp chamou atenção para o fato de o esquema criminoso configurar uma verdadeira subversão da lógica da segurança pública: policiais militares, que deveriam proteger a população sem cobrar qualquer valor, solicitavam pagamentos justamente para prestar o serviço de segurança, no exercício de suas funções e utilizando viatura, uniforme e armamento da corporação. Em nota, a Polícia Militar informou que equipes de sua Corregedoria Geral participou da ação que prendeu Rodrigues no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio. A corporação afirma que “segue colaborando integralmente com as investigações relativas ao caso”. Notícia anteriorPróxima notícia Guapimirim RJMagé RJPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseVereador Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável

Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais

Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais

Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível PF mira irregularidades na licitação de um contrato da Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, comandada por Queiroz à época. Por Marco Antônio Martins e Márcio Falcão | g1 Rio 12/05/2026 Marcelo Queiroz durante votação na última eleição para prefeito. No colo, a cachorrinha Rufina. — Foto: Reprodução/ TV Globo O deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB) é alvo, nesta terça-feira (12), da Operação Castratio, deflagrada pela Polícia Federal (PF) para investigar suspeitas de fraude em licitações no governo do estado. O RJ2 mostrou o caso em março do ano passado. A PF apura irregularidades em contratos de R$ 200 milhões, firmados pela Secretaria Estadual de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, para castração e esterilização de animais. Queiroz era o titular da pasta à época. Agentes saíram para cumprir 12 mandados de busca e apreensão, expedidos pelo ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF). O g1 apurou que Queiroz foi abordado pela PF no Aeroporto Santos Dumont, quando se preparava para embarcar para Brasília. O celular dele foi apreendido. Em nota, a defesa de Queiroz afirmou que as alegações são infundadas (leia abaixo) e que o parlamentar está à disposição para prestar todos os esclarecimentos. Firma privada Segundo mostrou o RJ2, a Consuvet, empresa privada que venceu a licitação, foi criada apenas 3 meses antes dos acordos milionários. A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro haviam identificado indícios de superfaturamento e direcionamento. A Polícia Civil tinha apontado Antônio Emílio Santos como figura central da Consuvet. Antes da licitação, ele era diretor administrativo e financeiro da Secretaria de Agricultura. Foi Antônio quem autorizou a abertura da licitação que contratou a empresa. Pouco tempo depois, passou a ser sócio da Consuvet. Da empresa, Antônio recebeu R$ 888 mil em apenas 8 meses, de acordo com relatórios de inteligência. A movimentação financeira chamou atenção das autoridades, incluindo um saque de mais de R$ 700 mil, em dezembro de 2023. As suspeitas recaem sob a empresa desde antes da abertura. O comprovante que a Consuvet apresentou de que era capaz de prestar o serviço foi emitido 17 meses antes da firma ser criada, e só depois da assinatura do contrato é que a empresa obteve o registro necessário do Conselho Regional de Medicina Veterinária. Mandados Nesta terça, policiais federais foram para endereços no Rio de Janeiro (Itaocara, Macaé, Niterói e a capital fluminense — e em São Paulo (São Roque e Mairinque). Na sede da secretaria, em Niterói, agentes apreenderam dinheiro em espécie. Cédulas também foram encontradas em São Roque. A investigação está sob responsabilidade da Polícia Federal e tramita no STF por envolver uma autoridade com foro privilegiado. Marcelo Queiroz iniciou a trajetória política em 2012 na Câmara Municipal do Rio de Janeiro. Também ocupou o cargo de secretário municipal de Administração. Em 2018, foi eleito deputado estadual e, depois, assumiu as secretarias estaduais de Meio Ambiente e de Agricultura do Rio. Em 2022, foi eleito deputado federal. O que disseram os citados Defesa do deputado Marcelo Queiroz “A tentativa de vincular a imagem do deputado federal Marcelo Queiroz a problemas do Governo do Estado se originou com alegações infundadas no período eleitoral da sua candidatura a prefeito em 2024, quando não aceitou apoiar o candidato do ex- governador do estado do Rio de Janeiro. A defesa do deputado federal Marcelo Queiroz (PSDB-RJ) reitera o total respeito às instituições e ao processo legal, e ressalta que está à disposição para prestar todos os esclarecimentos”. Nota da Consuvet “Cumpre esclarecer que, diferentemente do afirmado, a Consuvet – Soluções em Saúde Animal, ao longo dos quatro anos de execução dos serviços, por meio de seus 52 pontos de atendimento e mais de 100 prestadores de serviço, não realizava marcações ou agendamentos diretos de atendimentos. As agendas eram disponibilizadas exclusivamente através do Programa RJPET, vinculado ao Estado do Rio de Janeiro, sendo os registros e agendamentos realizados de forma pessoal pelos próprios usuários interessados nos atendimentos. Esclarecemos ainda que todos os registros contendo os nomes dos Médicos Veterinários, profissionais vinculados à operação dos serviços, bem como os dados pessoais dos usuários atendidos, já foram devidamente encaminhados à Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro, em observância às solicitações apresentadas e aos procedimentos legais aplicáveis. Da mesma forma, esclarece-se que o montante de R$ 200.000.000,00 (duzentos milhões de reais) mencionado não corresponde aos contratos efetivamente assinados pela empresa, razão pela qual eventual divulgação neste sentido não reflete a realidade contratual existente. Por fim, a Consuvet – Soluções em Saúde Animal reafirma sua total transparência e se coloca à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais junto aos órgãos competentes, sempre colaborando com as autoridades e atendendo às solicitações formalmente apresentadas.” Notícia anterior Fortaleza CEPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível 29/07/2026 Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada 29/07/2026 Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) 29/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Moraes deixa Jair e Flávio Bolsonaro sem saída: ou pai volta para cadeia ou filho fica inelegível Vídeo criado por IA: advogado de Bolsonaro culpa campanha de Flávio, que pode ter candidatura cassada Consulado dos EUA convoca influenciadores anti-Lula em nova interferência de Trump pró Flávio Bolsonaro nas eleições (VIDEO) Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu Idoso fica ferido após cair em cratera em Campos Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

No Rio Comprido, a criminalidade invadiu mais um prédio abandonado na região

No Rio Comprido, a criminalidade invadiu mais um prédio abandonado na região

No Rio Comprido, a criminalidade invadiu mais um prédio abandonado na região Há tempos, o antigo prédio do Inmetro vem sendo invadido por usuários de drogas Por Nelson Lima Neto | O Globo 12/05/2026 Antigo prédio do Inmetro e seu vizinho não possuem qualquer defesa contra invasores — Foto: Foto do Leitor Os moradores da Rua Santa Alexandrina, no Rio Comprido, clamam por ajuda. Há tempos, o antigo prédio do Inmetro, abandonado desde 2021 e de posse do governo federal, vem sendo invadido por usuários de drogas em busca de metais e fios, revendidos em ferros-velhos clandestinos na região. Agora, o novo alvo é o casarão histórico ao lado, no número 386. O imóvel teve o portão de ferro roubado e está completamente desprotegido, tornando-se mais um alvo de depredação. Essa semana, a Light estava trabalhando no local. É que invadiram uma subestação de energia no prédio, que deixou parte da rua sem luz. Notícia anteriorPróxima notícia INMETRO Instituto Nacional de Metrologia Qualidade e TecnologiaRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda 13/05/2026 Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel 12/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Além de triplex, Ciro Nogueira comprou R$ 7 milhões em imóveis em SP após se aliar ao Master (VIDEO)

Além de triplex, Ciro Nogueira comprou R$ 7 milhões em imóveis em SP após se aliar ao Master (VIDEO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Após apresentar a “emenda Master”, Ciro Nogueira comprou loja na Oscar Freire, apartamento no Itaim Bibi e casa de R$ 5 milhões no Morumbi Por Renan Porto | Metrópoles 12/05/2026 Senador Ciro Nogueira (PP-PI) | BRENO ESAKI/METRÓPOLESSenador Ciro Nogueira (PP-PI) | BRENO ESAKI/METRÓPOLES Além de comprar um triplex em um dos prédios mais luxuosos de São Paulo por R$ 22 milhões, o senador Ciro Nogueira (PP-PI) adquiriu outros três imóveis na capital paulista, que somam R$ 7 milhões, após se tornar sócio de empresa ligada ao banqueiro Daniel Vorcaro e passar a defender os interesses do Banco Master no Congresso, entre 2024 e 2025. Assim como o triplex, que foi trocado por uma mansão nos Jardins, bairro de altíssimo padrão em São Paulo — os dois imóveis estão em fase final de construção —, as três propriedades adquiridas por Ciro após a aliança com Vorcaro foram colocadas no CNPJ de sua holding patrimonial, a CNLF Empreendimentos Imobiliários. A empresa está registrada no nome de Raimundo Nogueira Lima, irmão de Ciro, que foi alvo da 5ª fase da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal (PF) na última quinta-feira (7/5), junto com o senador e presidente nacional do PP. Segundo a PF, o parlamentar recebia mesada de R$ 300 mil a R$ 500 mil de Vorcaro para atuar “em favor do banqueiro”. Ciro nega as acusações. Outros imóveis de Ciro Nogueira em SP Em 30 de agosto de 2024, a CNLF comprou por R$ 650 mil apartamento de 78 metros quadrados na rua Urussuí, no Itaim Bibi, bairro nobre da zona oeste de São Paulo. Pouco mais de um ano depois, em 24 de outubro de 2025, o mesmo imóvel foi transferido pelo dobro do valor — R$ 1,3 milhão — para uma outra empresa do senador, a Ciro Nogueira Agropecuária e Imóveis. Em 27 de setembro de 2024, a CNLF adquiriu por R$ 660 mil apartamento de 97 metros quadrados, com uma vaga de garagem, na rua Oscar Freire, a poucos metros de onde o triplex de R$ 22 milhões está sendo construído. Em 25 de novembro de 2025, a holding patrimonial comprou, em parceria com uma filha e um cunhado de Ciro Nogueira, uma casa de 587 metros quadrados por R$ 5 milhões em um condomínio na rua Muribeca, no Morumbi, outro bairro nobre da capital. A CNLF ficou com 50% da propriedade. Eliane Portela Nogueira e seu marido com os outros 50%.   Ao Metrópoles Ciro Nogueira disse que os imóveis foram comprados para sua família. Segundo ele, o apartamento no Itaim Bibi seria utilizado por sua mãe. O apartamento na rua Oscar Freire, por sua ex-mulher Iracema Portella, e a casa no condomínio do Morumbi, por sua filha Eliane. “Em nenhum imóvel foi utilizado recurso desta Green Investimentos”, afirmou o senador ao ser questionado sobre a sociedade da CNLF com a empresa ligada a Daniel Vorcaro. O negócio foi considerado suspeito pela PF porque a empresa do senador teria pagado R$ 1 milhão por 30% das ações da Green que valeriam R$ 13 milhões. Triplex e “emenda Master” Como revelado pelo Metrópoles no domingo (10/5), a compra do triplex ocorreu em julho de 2024, 26 dias antes de Ciro Nogueira apresentar emenda a uma PEC que beneficiaria o Banco Master. O imóvel de 514 metros quadrados fica no topo do empreendimento Oscar 900, na badalada rua Oscar Freire, conhecida por lojas de grife e restaurantes da alta gastronomia. Em março deste ano, Ciro trocou o apartamento por uma mansão de 878 metros quadrados no Jardim Europa, com o amigo Antonio Rocha Neto, conhecido como Rochinha. Segundo o senador, os dois imóveis, que estão em fase final de construção, devem valer em torno de R$ 30 milhões quando ficarem prontos. De acordo com as investigações da Polícia Federal, a emenda apresentada por Ciro Nogueira em agosto de 2024, logo após comprar o triplex, tinha como objetivo proteger as operações fraudulentas do Banco Master. O texto, que teria sido redigido pela assessoria do próprio banco, previa quadriplicar o valor de cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), de R$ 250 mil para R$ 1 milhão. A emenda não avançou. O Master foi liquidado pelo Banco Central (BC) em novembro de 2025, com a primeira fase da Operação Compliance Zero, que prendeu Daniel Vorcaro pela primeira vez, por suspeita de fraude bilionária contra o sistema financeiro. Ao todo, o FGC pagará R$ 40 bilhões para 800 mil pessoas que tinham até R$ 250 mil investidos no Master. Ao representar pelos mandados contra Ciro Nogueira, deferidos pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), a PF cita mensagens de Vorcaro dizendo que a emenda havia saído “exatamente como mandei” e diálogos do banqueiro com o primo Felipe Vorcaro que indicam pagamentos mensais de propina ao senador do PP. Pagamentos do Master por 2 anos Em entrevista ao Acorda Metrópoles, na manhã dessa segunda-feira (11/5), o advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, disse que Ciro Nogueira tem 1% da CNLF e que a empresa recebeu pagamentos mensais de aproximadamente R$ 300 mil de uma “empresa do grupo Master”, do banqueiro Daniel Vorcaro, por cerca de dois anos. O valor de R$ 300 mil é o mesmo citado nas mensagens trocadas entre Vorcaro e um primo dele, Felipe Vorcaro, que a Polícia Federal (PF) suspeita que tenha sido propina do dono do Banco Master ao senador Ciro Nogueira. Kakay participou do programa como advogado de Ciro. No entanto, minutos após o término da entrevista, ele comunicou à imprensa que estava deixando a defesa do senador do PP, em comum acordo com o parlamentar. Segundo a PF, a CNLF comprou 30% em ativos da Green, em abril de 2024, por R$ 1 milhão, embora as ações valessem R$ 13 milhões. Para os investigadores, Ciro levou “vantagem negocial” de R$ 12 milhões em empreendimento ligado à família Vorcaro enquanto defendia os interesses do Master no Congresso. https://www.youtube.com/watch?v=xgCJyCMbCWs&t=149s Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação

O apadrinhado de Ciro Nogueira e o rombo de R$ 87 milhões em Cajamar

O apadrinhado de Ciro Nogueira e o rombo de R$ 87 milhões em Cajamar

O apadrinhado de Ciro Nogueira e o rombo de R$ 87 milhões em Cajamar Investimentos do Instituto de Previdência dos Servidores foram durante gestão de vice-presidente do PP, filiado em evento com Ciro Nogueira Por Andre Shalders | Metrópoles 12/05/2026 Instagram / reprodução Um político apadrinhado pelo senador Ciro Nogueira (PP-PI) era o prefeito de Cajamar (SP) quando o Instituto de Previdência dos Servidores do município aplicou R$ 87 milhões em letras de crédito do Banco Master. Na semana passada, Nogueira foi alvo de uma nova fase da operação Compliance Zero, autorizada pelo ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal. Na representação, a Polícia Federal (PF) afirma que Nogueira recebia uma mesada do dono do Master, o empresário mineiro Daniel Vorcaro. Os valores variavam entre R$ 300 mil e R$ 500 mil, segundo a PF — Ciro Nogueira nega ter recebido os valores. Os investimentos do Instituto no Master foram feitos em três rodadas, nos meses de outubro e dezembro de 2023 e março de 2024. À época, o prefeito de Cajamar era o atual vice-presidente do PP estadual em São Paulo, Danilo Joan. Ciro Nogueira participou pessoalmente do evento de filiação dele, em 30 de março deste ano. Hoje, Danilo Joan é pré-candidato a deputado estadual pelo PP. Como prefeito, cabia a Danilo Joan indicar os dirigentes do Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar. Os investimentos no Master são assinados pelos então diretores do instituto: Luiz Henrique Miranda Teixeira (diretor-executivo), Milton Marques Dias (administrativo e financeiro) e Marcelo Ribas de Oliveira (benefícios). Com a liquidação do Master, o Instituto perdeu o valor investido. A coluna entrou em contato com Milton Marques Dias. “Sobre o tema investimentos, já foram prestadas todas as informações solicitadas pelo portal Metrópoles”, disse ele. A coluna não conseguiu contato com os outros dois dirigentes do Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar. Em nota, o Instituto afirmou que “todos os investimentos foram realizados com a observância de rigorosas cautelas legais e análises técnicas, em um momento em que a instituição era considerada sólida e segura pelos órgãos reguladores”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCajamar SPPolícia Federal PFPP ProgressistasPrefeitoPrevidência SocialSTF Supremo Tribunal Federal Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro 13/05/2026 ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação

PGR pede condenação de Eduardo Bolsonaro por coação O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado pela PGR de atrapalhar o processo sobre a tentativa de golpe de Estado, em que o pai dele foi depois condenado. Por Márcio Falcão e Marcela Cunha | TV Globo e g1 11/05/2026 O deputado Eduardo Bolsonaro, que está nos EUA — Foto: Wilton Junior/Estadão Conteúdo Brasília – A Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu nesta segunda-feira (11) a condenação do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro por coação no curso do processo. O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro é acusado pela PGR de atrapalhar o processo sobre a tentativa de golpe de Estado, em que o pai dele, o ex-presidente Jair Bolsonaro, foi depois condenado pelo STF a 27 anos e 3 meses de prisão. “O inconformismo do réu materializou-se em atos concretos de hostilidade e promessas (efetivadas) de retaliação internacional, com o objetivo claro de paralisar as persecuções penais em curso, o que preenche integralmente os requisitos do tipo penal imputado”, disse a PGR. Para a PGR, Eduardo buscou junto ao governo Donald Trump, dos Estados Unidos, levantar sanções e tarifas ao Brasil e a autoridades do Judiciário como represália ao julgamento. “Os elementos reunidos nos autos comprovam, portanto, que Eduardo Nantes Bolsonar praticou, de forma continuada, o crime que lhe é imputado na denúncia”. No mês passado, o ex-deputado faltou ao interrogatório no Supremo Tribunal Federal (STF) no âmbito da ação penal na qual é réu por coação no curso do processo. Eduardo não indicou advogado e é representado no processo pela Defensoria Pública da União (DPU). Como mora nos Estados Unidos desde fevereiro do ano passado, e não retornou ao Brasil desde então, o depoimento seria por videoconferência. Agora, a Procuradoria apresentou a chamada alegações finais e defendeu a condenação. Após a manifestação da PGR, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, deu prazo de 15 dias para que a defesa, a cargo da DPU, entregue sua última manifestação no processo. Ameaças a ministros Segundo a PGR, a estratégia de Eduardo e de Paulo Figueiredo, produtor de conteúdo, aliado da família Bolsonaro e também acusado na mesma ação, consistia em ameaçar os ministros do STF com a obtenção de sanções estrangeiras, tanto para os magistrados quanto para o próprio Brasil. Para isso, eles exploraram suas conexões nos Estados Unidos, incluindo contatos com integrantes do alto escalão do governo norte-americano. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalDPU Defensoria Pública da UniãoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro 13/05/2026 ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE

Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE

Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE Cerimonial convidou todos os ex-presidentes; ida de Bolsonaro depende de permissão do Supremo Por Gustavo Uribe e Matheus Teixeira | CNN Brasil 11/05/2026 Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE | CNN O ministro Kassio Nunes Marques convidou os ex-presidentes Jair Bolsonaro (PL) e Fernando Collor de Mello para a cerimônia de posse como chefe do TSE (Tribunal Superior Eleitoral). Ambos cumprem pena por condenação do STF (Supremo Tribunal Federal) e dependem de autorização da corte para comparecerem à solenidade. O magistrado convidou todos os ex-chefes do Executivo federal. Também foram convidados Michel Temer (MDB), Dilma Rousseff (PT), Fernando Henrique Cardoso (PSDB) e José Sarney (MDB) também foram convidados. Kassio assumirá o posto atualmente ocupado pela ministra Carmen Lúcia e estará à frente do tribunal eleitoral durante o pleito deste ano. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi às duas últimas posses na presidência do TSE, dos ministros Alexandre de Moraes e Carmen Lúcia, e há a expectativa de que também compareça na solenidade marcada para esta terça-feira (12). Notícia anterior MDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSDBPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE 11/05/2026 Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro 11/05/2026 Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores 11/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Kassio convida Bolsonaro e Collor para posse na presidência do TSE Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP 41% dos brasileiros afirmam conviver com o crime organizado no bairro onde moram Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro

Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de Janeiro

Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Bolsonaro seria um dos beneficiados pelo texto apresentado pelo líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante Por Levy Teles | O Estado de S.Paulo 11/05/2026 Sóstenes Cavalcante é o coordenador pelo protocolo da PEC. Foto: Wilton Junior/Estadão BRASÍLIA – O líder do PL na Câmara dos Deputados, Sóstenes Cavalcante (RJ), iniciou, nesta segunda-feira, 11, a coleta de assinaturas para protocolar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) para anistiar os presos do 8 de janeiro, entre eles o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Neste momento, a PEC tem 35 assinaturas das 171 necessárias – a oposição trabalha para já conseguir o número mínimo em no máximo duas semanas. Trata-se de uma reação à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu aplicação da Lei da Dosimetria até STF analisar medida que beneficia Bolsonaro. “Diante da decisão do ministro Alexandre de Moraes de suspender a aplicação da Lei da Dosimetria, ficou ainda mais evidente para o Brasil que parte do sistema não aceita qualquer medida que represente justiça, equilíbrio e proporcionalidade para os condenados do 8 de janeiro. A resposta a esse novo abuso será dada dentro da Constituição”, disse Sóstenes. O texto anistia todos aqueles que “participaram, direta ou indiretamente, de fatos ocorridos em Brasília no dia 8 de janeiro de 2023” e tenham sido condenados pelos crimes de dano qualificado, deterioração de patrimônio público, associação criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito e golpe de Estado. Bolsonaro foi condenado pleos crimes de organização criminosa armada, abolição violenta do estado democrático de direito, golpe de Estado, dano qualificado e deterioração de patrimônio tombado. “A decisão do Ministro Alexandre de Moraes suspendendo a lei representa uma afronta à soberania do Congresso Nacional e o Supremo Tribunal Federal está impedindo a aplicação de uma norma aprovada pela ampla maioria dos congressista”, disse Sóstenes. A lei aprovada pelo Congresso Nacional reduz as penas de pessoas condenadas pelos atos antidemocráticos do 8 de Janeiro e também beneficiaria Bolsonaro, condenado a 27 anos por tentativa de golpe de Estado. O texto aprovado prevê redução de penas e facilita progressão de regime para crimes contra o estado democrático de direito. A reação por uma PEC, porém, levaria tempo até surtir efeito. A votação de propostas de emenda à Constituição costumam levar mais tempo – em alguns casos, nesta legislatura, o governo conseguiu trabalhar para que PECs incômodas não avançassem. Foi o caso da PEC das Drogas, que queria qualificar como ato criminoso a prática de portar entorpecentes “independentemente da quantidade”. A tramitação dessa proposta foi interrompida na Câmara, após aprovação no Senado. O governo conseguiu trabalhar para impedir que partidos indicassem membros para a formação de comissão especial para discutir esse projeto. Notícia anterior Brasília DFConstituição FederalDeputado FederalPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPL Projeto de LeiPresidente da RepúblicaSTF Supremo Tribunal Federal Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro 11/05/2026 Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores 11/05/2026 Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP 11/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Oposição começa a coletar assinaturas de PEC para anistiar presos do 8 de janeiro Como nasce o medo: CV instala célula do tráfico em área da milícia em Jacarepaguá e aterroriza moradores Citada na Carbono Oculto, Genial administra fundos do Governo de SP 41% dos brasileiros afirmam conviver com o crime organizado no bairro onde moram Hugo Motta também propôs lei para favorecer interesses de Vorcaro e do Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.

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