Criminosos invadem unidade de saúde em Cabo Frio e deixam bilhetes após furto: ‘Pão velho’

Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL Mensagens ironizando alimentos da unidade foram encontradas após invasão ao ESF Samburá; atendimento ficou suspenso para realização da perícia policial. Por Ludmila Lopes | g1 15/05/2026 Mensagens ironizando alimentos da unidade foram encontradas após invasão ao ESF Samburá, em Cabo Frio — Foto: Polícia Civil Criminosos invadiram a unidade do Estratégia Saúde da Família (ESF) Samburá, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio, durante a madrugada desta quinta-feira (14), furtaram três tablets usados pelas equipes de saúde e deixaram bilhetes com mensagens de deboche. Em um dos recados, os invasores escreveram: “Olha não vai ter um ataque cardíaco KKKKK. O Danone está vencido. Olha no copinho”. Em outro, disseram: “Mano, que Danone ruim. Pão velho! E não tem manteiga d’ gato”. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, o caso foi descoberto nas primeiras horas da manhã, quando funcionários chegaram para iniciar os atendimentos e perceberam sinais da invasão. A Polícia Civil foi acionada e um boletim de ocorrência foi registrado. Durante a tarde, a unidade recebeu a perícia técnica para os levantamentos sobre o crime. Por causa dos procedimentos realizados no local, o atendimento no ESF Samburá ficou suspenso ao longo desta quinta-feira. Os tablets furtados eram utilizados pelas equipes da unidade para atendimentos e registros de pacientes. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre suspeitos identificados ou presos. Em nota, a Secretaria Municipal de Saúde lamentou o ocorrido e informou que acompanha o caso junto às autoridades competentes. A Polícia Civil investiga a autoria da invasão e do furto. Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoCGU Controladoria-Geral da UniãoDeputado Federalemenda parlamentarPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasSTF Supremo Tribunal Federal Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável
PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ

PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ Investigação aponta que Álvaro Barcha mantinha ligação com auditores e integrantes da Secretaria de Fazenda para interferir em processos e viabilizar pagamentos ilícitos. Ele foi preso em flagrante por posse ilegal de armas. Por Marco Antônio Martins | g1 Rio 15/05/2026 PF apreendeu R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira na Operação Sem Refino — Foto: Divulgação A Polícia Federal apreendeu R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo da marca Jaguar no apartamento de Álvaro Barcha Cardoso, de 66 anos, na Lagoa, Zona Sul do Rio, durante a Operação Sem Refino, na manhã desta sexta-feira (15). Ele é apontado como operador e intermediário no pagamento de propinas a servidores públicos para beneficiar empresários ligados à Refit. Durante as buscas, os policiais encontraram dois revólveres e uma pistola e acabou preso em flagrante por posse ilegal de armas. Segundo a investigação, Álvaro Barcha teria atuado como um articulador com forte trânsito dentro da Secretaria de Fazenda, mantendo relações próximas com auditores fiscais, subsecretários e até com o então secretário estadual. Os investigadores afirmam que ele teria atuado para influenciar processos administrativos, antecipar decisões internas e interferir em temas de interesse do grupo empresarial ligado ao empresário Ricardo Magro, controlador da Refit. No total, agentes saíram para cumprir 17 mandados de busca e apreensão na manhã desta sexta, entre eles um contra o ex-governador Cláudio Castro. Moraes ainda determinou 7 medidas de afastamento de função pública. Movimentações financeiras suspeitas Os investigadores também destacam possíveis indícios de corrupção e movimentação financeira suspeita. Em conversas analisadas pela PF, contatos de pessoas ligadas ao esquema apareciam salvos no celular de Álvaro Barcha acompanhados da palavra “Pix”, o que, segundo a representação, pode indicar transferências de dinheiro entre os envolvidos. Além disso, a investigação identificou trocas de mensagens entre Álvaro e o então secretário estadual Juliano Pasqual envolvendo números de processos SEI e empresas específicas, o que reforçaria a suspeita de acesso privilegiado a informações internas e possível atuação em favor de interesses privados. A representação também cita fotografias em que Álvaro Barcha aparece exibindo grandes quantias de dinheiro em espécie. O que dizem os citados O g1 está tentando contato com a defesa de Álvaro Barcha. Nota de Cláudio Castro “A defesa do ex-governador do Rio Cláudio Castro afirma que foi surpreendida com a operação de hoje [sexta] e que ainda não tomou conhecimento do objeto do pedido de busca e apreensão. No entanto, Castro está à disposição da Justiça para dar todas as explicações convicto de sua lisura. Todos os procedimentos praticados durante a sua gestão obedeceram aos critérios técnicos e legais previstos na legislação vigente, inclusive aqueles relacionados à política de incentivos fiscais do estado, que seguem normas próprias, análises técnicas e deliberação dos órgãos competentes. É de suma importância destacar que a gestão Cláudio Castro foi a única a conseguir que a Refinaria de Manguinhos pagasse dívidas com o estado, o que reforça a postura isenta e institucional do ex-governador. No total, gestão conseguiu garantir o pagamento de parcelas cujo montante se aproxima de R$ 1 bilhão. Atualmente, o parcelamento se encontra suspenso por força de decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em agravo de instrumento. Ao longo da gestão, a PGE (Procuradoria-Geral do Estado) ingressou com inúmeras ações contra a Refit, o que demonstra que a Procuradoria sempre atuou para que a empresa pagasse o que deve ao Estado. Cláudio colaborou com a busca, que ocorreu sem qualquer intercorrência, e nada de relevante foi apreendido.” Nota da Refit “A Refit esclarece que as questões tributárias envolvendo a companhia estão sendo discutidas no âmbito judicial e administrativo, como fazem diversas companhias do setor, incluindo a própria Petrobras, atualmente uma das maiores devedoras de tributos do Estado do Rio de Janeiro. Importante ressaltar que a atual gestão da Refit herdou passivos tributários acumulados por administrações anteriores e, desde então, vem adotando medidas para regularização dessas obrigações. Somente ao Estado do Rio, a empresa realizou pagamentos da ordem de R$ 1 bilhão no último exercício. As operações contra a Refit prejudicam a concorrência no setor de combustíveis e privilegiam a atuação de um cartel formado por três grandes empresas já condenadas pelo CADE por controlarem o preço do combustível nos postos, prejudicando a população e contribuindo para o aumento da inflação no país. A Refit jamais falsificou declarações fiscais para ter vantagens tributárias. Laudos científicos da carga apreendida nas últimas operações comprovam que o produto importado é óleo bruto de petróleo, conforme devidamente declarado no documento de importação. Causa estranheza a Receita Federal impedir a realização da perícia judicial que possa corroborar os laudos de profissionais já apresentados em juízo. A Refit nega veementemente ter fornecido combustíveis para o crime organizado. Ao contrário, sempre atuou como denunciante de postos ligados a facções criminosas, incluindo aqueles de bandeiras renomadas que integram o Instituto Combustível Legal (ICL) e foram alvos de operações policiais. Ressalta-se ainda que o fechamento da Copape, em meados de 2024, formuladora ligada ao PCC, também foi resultado de denúncias que partiram da Refit às autoridades e à ANP”. Notícia anterior ANP Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e BiocombustíveisGovernadorPetrobrasPL Partido LiberalPolícia Federal PFProcuradoria-Geral do Estado PGERegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ 15/05/2026 Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões 15/05/2026 Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$
‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF

‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF Decisão de Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, aponta que linhas clandestinas eram usadas por policiais federais Por Victória Cócolo | g1 15/05/2026 Ricardo Magro — Foto: Fantástico/ TV Globo São Paulo – A Polícia Federal afirma que investigados na Operação Sem Refino utilizavam “aparelhos bomba” e “bombinhas” registrados em nome de pessoas mortas para dificultar o rastreamento das comunicações e ocultar a identidade dos usuários reais. Segundo a decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), a investigação encontrou uma conta de WhatsApp ligada a um número de telefone com código do Rio de Janeiro identificada como “Márcio PF Bombinha”. A apuração concluiu que o aparelho era operado pelos escrivães da Polícia Federal Márcio Pereira Pinto e Márcio Cordeiro Gonçalves, que trabalhavam na delegacia de Nova Iguaçu (RJ). A corporação afirma que a linha telefônica estava cadastrada em nome de Anísio da Silva Antônio, morto em 2021 e sem vínculo com a Polícia Federal. A investigação também aponta que outra linha usada no esquema estava registrada em nome de Cosme Gomes da Silva, igualmente falecido. Para os investigadores, o uso de identidades falsas revela um “padrão de ocultação”. As informações constam na decisão que autorizou a Operação Sem Refino, deflagrada nesta sexta-feira (15) para investigar suspeitas de fraudes fiscais ligadas à Refit, antiga Refinaria de Manguinhos e um dos maiores grupos devedores de impostos do país. Entre os alvos estão Jonathas Assunção Salvador Nery de Castro, aliado do senador Ciro Nogueira (PP), o empresário Ricardo Magro, dono da companhia, e o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL). Ainda segundo a PF, o aparelho clandestino manteve contato frequente com o advogado Roberto Fernandes Dima, conhecido como Beto Dima, apontado como sócio de empresas ligadas ao conglomerado de Ricardo Magro. Os autos registram ligações e mensagens trocadas entre eles em outubro de 2025. A decisão cita também interações do aparelho com o delegado da Polícia Federal Ricardo de Carvalho, candidato a deputado estadual em 2022. Os investigadores identificaram que a conta participava de um grupo de WhatsApp chamado “15.000 voltou!”, em referência ao número de urna usado pelo delegado na eleição. Segundo a PF, uma conexão da conta investigada foi realizada por meio de um IP ligado à rede interna da própria Polícia Federal. Após análise técnica, os investigadores afirmam que o acesso estava associado ao login funcional de Márcio Cordeiro Gonçalves. A investigação também identificou que o intermediário Álvaro Barcha utilizava um segundo aparelho celular para fotografar telas e documentos exibidos em outro telefone, em tratativas consideradas “sensíveis” pela PF. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorNova Iguaçu RJPL Partido LiberalPolícia CivilPolícia Federal PFPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSenadorSTF Supremo Tribunal Federal PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ 15/05/2026 ‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF 15/05/2026 Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões 15/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ ‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
‘Cooptação integral do estado’: Castro atuou para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF

‘Cooptação integral do estado’: Castro atuou para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF Ambos foram alvos, nesta sexta-feira (15), da Operação Sem Refino, que investiga fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e corrupção no conglomerado do setor de combustíveis. PF afirma que ‘sob a batuta de Castro, o RJ direcionou todos os esforços de sua máquina pública, em um verdadeiro engajamento multiorgânico em prol do conglomerado de Magro’. Por Mahomed Saigg | TV Globo 15/05/2026 Investigadores afirmam que o Grupo Refit sonegava impostos em toda a cadeia dos combustíveis — Foto: Reprodução/TV Globo A Polícia Federal (PF) apontou, em relatório ao Supremo Tribunal Federal (STF), que o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro (PL) atuou de forma decisiva para proteger e favorecer os interesses do Grupo Refit, do empresário Ricardo Magro. Ambos foram alvos, nesta sexta-feira (15), da Operação Sem Refino, que investiga fraudes bilionárias, lavagem de dinheiro e corrupção no conglomerado do setor de combustíveis. Castro sofreu buscas, e Magro teve um mandado de prisão. A decisão do ministro Alexandre de Moraes, que expediu os mandados, destaca um “retrato da cooptação integral do Estado do Rio de Janeiro pela Refit”. Segundo a PF, a relação entre Castro e a Refit foi marcada por uma série de medidas políticas, administrativas e jurídicas que criaram um ambiente institucional favorável à continuidade do esquema criminoso atribuído ao grupo, que é considerado um dos maiores devedores de impostos do país. O documento detalha como o então governador teria promovido trocas estratégicas em cargos do alto escalão do estado, sancionado leis sob medida para beneficiar a empresa e orientado órgãos estaduais a atuar em prol da refinaria, mesmo diante de graves irregularidades e dívidas bilionárias. “Sob a batuta de Cláudio Castro e mediante suas diretrizes, o RJ direcionou todos os esforços de sua máquina pública, em um verdadeiro engajamento multiorgânico em prol do conglomerado capitaneado por Ricardo Magro”, afirma a PF. A defesa do ex-governador afirma que “foi surpreendida com a operação” e que Castro “está à disposição da Justiça para dar todas as explicações, convicto de sua lisura” (leia mais abaixo). Até a última atualização desta reportagem, Magro não tinha sido encontrado e era considerado foragido. O paradeiro dele, que mora há 10 anos nos Estados Unidos, é desconhecido. A defesa de Ricardo Magro não foi localizada. Troca de secretários e procuradores De acordo com a investigação, Cláudio Castro exonerou o então secretário de Fazenda, Leonardo Lobo, após este alertar para o esquema da Refit. No lugar, nomeou Juliano Pasqual, considerado alinhado aos interesses do grupo. O mesmo padrão se repetiu na Procuradoria-Geral do Estado: Bruno Teixeira Dubeux foi substituído por Renan Miguel Saad, que teria atuado para viabilizar um refinanciamento de dívidas da Refit em condições extremamente vantajosas para a empresa. No fim de abril, Lobo e Dubeux foram reconduzidos aos cargos pelo governador em exercício, Ricardo Couto. ‘Lei Ricardo Magro’ A PF destaca ainda a aprovação da Lei Complementar 225/2025, apelidada de Lei Ricardo Magro, que instituiu um programa de parcelamento de débitos tributários sob medida para empresas em recuperação judicial — especialmente a Refit. A lei permitiu descontos de até 95% em multas e juros para empresas como a refinaria, que deviam bilhões ao RJ. Licenças ambientais e atuação do Inea O relatório também cita a atuação do Instituto Estadual do Meio Ambiente (Inea), que renovou licenças para a Refit mesmo diante de questionamentos técnicos e ambientais. Outro item foi a iniciativa da Procuradoria-Geral do Estado para tentar reabrir a refinaria após sua interdição pela ANP e Receita Federal, alegando que a paralisação prejudicaria a arrecadação do Estado. Proximidade pessoal e eventos no exterior A PF cita que Cláudio Castro participou de eventos em Nova York patrocinados pela Refit, sentando-se à mesa com Ricardo Magro e outros integrantes do grupo. Segundo reportagem da revista Piauí, o governador teria sido “mais fiel ao empresário do que um mero acompanhante em eventos no exterior”. Ambiente institucional favorável O relatório afirma que a leniência e a criação de um ambiente propício para a propagação da atividade ilícita da Refit retratam a união do crime organizado com agentes públicos influentes na política fluminense, “a começar pelo então Chefe do Poder Executivo”. O passivo tributário do grupo Refit supera R$ 52 bilhões, segundo a PF, afetando diretamente os cofres públicos e a prestação de serviços essenciais no Rio de Janeiro e em outros estados. Notícia anteriorPróxima notícia ANP Agência Nacional do Petróleo Gás Natural e BiocombustíveisGovernadorINEA Instituto Estadual do Meio AmbientePL Partido LiberalPolícia Federal PFProcuradoria-Geral do Estado PGEReceita FederalSTF Supremo Tribunal Federal PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ 15/05/2026 ‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF 15/05/2026 ‘Cooptação integral do estado’: Castro atuou para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF 15/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ ‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF ‘Cooptação integral do estado’: Castro atuou para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões

Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões Deflagrada nesta manhã, “Sem Refino” investiga esquema no setor de combustíveis Por Rafael Sotero, Elijonas Maia, Caio Junqueira e Gabriela Piva | CNN Brasil 15/05/2026 Cláudio Castro (PL-RJ) | CNN São Paulo e Brasília – A Polícia Federal cumpre mandados de busca na manhã desta sexta-feira (14) contra o ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro e contra o dono da Refit, Ricardo Magro. A operação Sem Refino determinou o bloqueio de aproximadamente R$ 52 bilhões em ativos financeiros e a suspensão das atividades econômicas A ordem foi dada pelo ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal). De acordo com a PF, a operação investiga a atuação de um conglomerado econômico do ramo de combustíveis, suspeito de utilizar estrutura societária e financeira para ocultação patrimonial, dissimulação de bens e evasão de recursos ao exterior. Segundo a investigação, foram cumpridos 17 mandados de busca e apreensão e sete medidas de afastamento de função pública nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo e Distrito Federal, por determinação do Supremo Tribunal Federal. Também foi determinada a inclusão de investigado na Difusão Vermelha da INTERPOL. Dono do grupo Refit, que controla a refinaria de Manguinhos (RJ) e é acusado pela Polícia Federal de liderar fraudes bilionárias no mercado de combustíveis, Magro vive em Miami desde a década passada. Segundo fontes da Polícia Federal, a busca se deve dentro das apurações do caso Refit, que revelou um dos maiores esquemas de sonegação de impostos do Brasil. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia pedido ajuda do mandatário norte-americano, Donald Trump, em prisão do empresário brasileiro, conforme adiantou a CNN Brasil. À reportagem, a defesa do ex-governador disse ter sido “surpreendida com a operação”. “Castro está à disposição da Justiça para dar todas as explicações, convicto de sua lisura”, completou. “Todos os procedimentos praticados durante a sua gestão obedeceram aos critérios técnicos e legais previstos na legislação vigente, inclusive aqueles relacionados à política de incentivos fiscais do Estado, que seguem normas próprias, análises técnicas e deliberação dos órgãos competentes.” Nota de Castro “A defesa do ex-governador do Rio Claudio Castro afirma que foi surpreendida com a operação de hoje e que ainda não tomou conhecimento do objeto do pedido de busca e apreensão. No entanto, Castro está à disposição da Justiça para dar todas as explicações convicto de sua lisura. Todos os procedimentos praticados durante a sua gestão obedeceram aos critérios técnicos e legais previstos na legislação vigente, inclusive aqueles relacionados à política de incentivos fiscais do Estado, que seguem normas próprias, análises técnicas e deliberação dos órgãos competentes. É de suma importância destacar que a gestão Cláudio Castro foi a única a conseguir que a Refinaria de Manguinhos pagasse dívidas com o estado, o que reforça a postura isenta e institucional do ex-governador. No total, gestão conseguiu garantir o pagamento de parcelas cujo montante se aproxima de R$ 1 bilhão. Atualmente, o parcelamento se encontra suspenso por força de decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro em agravo de instrumento. Ao longo da gestão, a PGE (Procuradoria Geral do Estado) ingressou com inúmeras ações contra a Refit, o que demonstra que a Procuradoria sempre atuou para que a empresa pagasse o que deve ao Estado.” Nota da Refit “A Refit esclarece que as questões tributárias envolvendo a companhia estão sendo discutidas no âmbito judicial e administrativo, como fazem diversas companhias do setor, incluindo a própria Petrobras, atualmente uma das maiores devedoras de tributos do Estado do Rio de Janeiro. Importante ressaltar que a atual gestão da Refit herdou passivos tributários acumulados por administrações anteriores e, desde então, vem adotando medidas para regularização dessas obrigações. Somente ao Estado do Rio, a empresa realizou pagamentos da ordem de R$ 1 bilhão no último exercício. As operações contra a Refit prejudicam a concorrência no setor de combustíveis e privilegiam a atuação de um cartel formado por três grandes empresas já condenadas pelo CADE por controlarem o preço do combustível nos postos, prejudicando a população e contribuindo para o aumento da inflação no país. A Refit jamais falsificou declarações fiscais para ter vantagens tributárias. Laudos científicos da carga apreendida nas últimas operações comprovam que o produto importado é óleo bruto de petróleo, conforme devidamente declarado no documento de importação. Causa estranheza a Receita Federal impedir a realização da perícia judicial que possa corroborar os laudos de profissionais já apresentados em juízo. A Refit nega veementemente ter fornecido combustíveis para o crime organizado. Ao contrário, sempre atuou como denunciante de postos ligados a facções criminosas, incluindo aqueles de bandeiras renomadas que integram o Instituto Combustível Legal (ICL) e foram alvos de operações policiais. Ressalta-se ainda que o fechamento da Copape, em meados de 2024, formuladora ligada ao PCC, também foi resultado de denúncias que partiram da Refit às autoridades e à ANP.” Notícia anterior GovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal Federal Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões 15/05/2026 Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro

Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro Segundo Thiago Miranda, dono do Master aportou R$ 62 milhões de reais, mas suspendeu repasses com crise na instituição Por Malu Gaspar | O Globo 13/05/2026 O banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o empresário Thiago Miranda, dono da Agência Mithi — Foto: Ana Paula Paiva/Valor e Reprodução O publicitário Thiago Miranda, dono da agência que contratou influenciadores para uma operação de “marketing de guerrilha” nas redes sociais em favor do Banco Master e contra a liquidação movida pelo Banco Central (BC), confirmou à equipe da coluna que também intermediou a negociação que levou Daniel Vorcaro a aportar R$ 62 milhões no filme sobre a vida de Jair Bolsonaro. De acordo com ele, o valor previsto seria maior, mas os repasses foram suspensos com a crise na instituição financeira. Miranda afirmou ainda que a ligação de Vorcaro com o filme não apareceria publicamente. Miranda, da agência Mithi, é citado na reportagem do Intercept Brasil que revelou o caso nesta quarta-feira (13). A matéria reproduz mensagens entre o senador e atual pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Vorcaro, em que marcam reuniões. Numa delas, Flávio manda um vídeo do local da gravação do filme. Em 16 de novembro, na véspera da primeira prisão do banqueiro, o filho 01 de Bolsonaro cobra Vorcaro por aúdio por repasses atrasados: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”. Em nota, Flávio confirmou os contatos com Vorcaro, mas disse que o conheceu depois do final do governo Bolsonaro, em dezembro de 2024, e alegou que se trata de um financiamento privado (leia a íntegra abaixo). Segundo Thiago Miranda, o projeto do filme foi apresentado a ele pelo deputado federal Mario Frias (PL-SP), que pediu ajuda por estar com dificuldade de financiamento. “Eu tive uma reunião com o Mario Frias, que me apresentou o projeto. Conversei com vários empresários e mostrei pro Daniel [Vorcaro]. O Daniel falou: ‘Cara, eu tenho interesse, sim, em patrocinar’. Na verdade, não é patrocinar, é ser investidor”, afirmou o dono da agência Mithi. “Levei pro Mario Frias, falei: ‘Olha, o Daniel vai entrar’. O contrato foi assinado”. Miranda afirma que nesse primeiro momento nem Mario Frias nem Flávio Bolsonaro se encontraram com Vorcaro. Depois, em outra ocasião, ele teria se encontrado com Flávio para falar do filme. “O Flávio nunca ficou na frente do filme, né? Sempre foi o Mario Frias. Então acho que foi um encontro, eu não lembro, é um, em algum lugar, não sei onde foi, que o Flávio perguntou: ‘Tá andando?’, ‘Tá andando.’, ‘Tá tudo certo?’, ‘Tá tudo certo.’ E, e só, assim, a gente não falou muito, o Flávio não se intrometia muito nessa parte do filme”. Miranda disse ainda que não se tratava de um contrato de patrocínio e sim de investimento, já que segundo ele haveria um retorno financeiro com o lançamento do longa-metragem “Dark Horse”, previsto para entrar em cartaz nos cinemas em 11 de setembro deste ano, a menos de um mês do primeiro turno das eleições presidenciais. De acordo com Miranda, Vorcaro era o único investidor do filme, até a Operação Compliance Zero. “Ele conseguiu botar R$ 62 milhões. E aí logo acontece tudo, ele vai preso e não consegue honrar o resto”. “É uma coisa astronômica, com produtores de fora, Hollywood, Los Angeles. Eu fui acompanhar um dia as gravações, eu fiquei chocado. O filme foi gravado e ninguém soube que estava sendo gravado”, recorda o publicitário. Depois disso, segundo ele, Mario Frias teria conseguido novos investidores para completar os aportes que faltavam e concluir o filme, que estreia em setembro. Ele, porém, afirma não saber quem são esses investidores que chegaram depois. Leia abaixo a nota do senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro: “Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ.” Notícia anterior Banco Central BCBanco MasterDeputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenador Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Justiça do RJ suspende parte de decreto de Castro que ampliava benefícios para ex-governadores Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro

Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro O Banco Master pagou diretamente à Entre Investimentos R$ 2,329 milhões de reais em 2025, empresa que teria sido utilizada para repasses de dinheiro entre Daniel Vorcaro e a produção de um filme sobre a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro, o “Dark Horse”. Por Rafael Moraes Moura e Johanns Eller | O Globo 13/05/2026 O pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e o banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master — Foto: Fotos de Brenno Carvalho/O Globo e Ana Paula Paiva/Valor Brasília e Rio – A informação está nas declarações de Imposto de Renda do banco. Reportagem do The Intercept Brasil desta quarta-feira (13) descreve um acerto de R$ 134 milhões entre o pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro (PL) e Vorcaro para o financiamento da obra, usando a Entre Investimentos como veículo. A equipe da coluna confirmou com fontes da investigação a existência dos diálogos. Os dados sobre pagamentos à Entre constam no material entregue pela Receita Federal à CPI do Crime Organizado e obtido pela equipe da coluna. O pagamento para a Entre pelo Master demonstra a relação entre a empresa e o banco. A articulação teria envolvido o deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL), o deputado federal Mario Frias (PL-SP), creditado como um dos roteiristas do filme, e o dono da agência Mithi, Thiago Miranda, sócio e fundador do Portal Léo Dias. Miranda confirmou à equipe da coluna que participou da negociação e que Vorcaro aportou R$ 62 milhões no filme de Bolsonaro. De acordo com o publicitário, o valor previsto seria maior, mas os repasses foram suspensos com a crise no Master. Miranda afirmou ainda que a ligação do banqueiro com o filme não apareceria publicamente. Segundo a reportagem, o dono do Master deixou claro em mensagens que os repasses eram prioridade absoluta. O Intercept exibiu ainda um áudio e mensagens trocadas por Flávio Bolsonaro e Daniel Vorcaro sobre o filme. Nas mensagens, o senador e agora pré-candidato ao Planalto pelo PL marca reuniões com Vorcaro e chega a enviar um vídeo do local da gravação do filme. Por fim, em 16 de novembro, na véspera da primeira prisão do banqueiro, Flávio envia um áudio em que cobra Vorcaro por repasses atrasados: “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”. A Entre Investimentos tem como sócio-administrador Antonio Carlos Freixo Júnior. Ambos são os controladores da revista IstoÉ, que, segundo Thiago Miranda afirmou à equipe da coluna, foi adquirida indiretamente por Vorcaro ao lado de outros veículos de comunicação com o objetivo de formar um conglomerado midiático. Ainda de acordo o site, o pagamento dos R$ 134 milhões se daria através de 14 parcelas. Em nota, Flávio confirmou os contatos com Vorcaro, mas disse que o conheceu depois do final do governo Jair Bolsonaro e alegou que se trata de um financiamento privado (leia a íntegra ao final da matéria). A reportagem do Intercept reproduz mensagens trocadas em janeiro de 2025 entre Vorcaro e seu cunhado, Fabiano Zettel, tido pelos investigadores como seu operador financeiro, na qual o CEO do Master reclama de atrasos no pagamento das parcelas para o filme de Bolsonaro. Zettel, então, relata entraves para concluir os repasses, que seriam feitos em dólar por meio de remessas internacionais. O banqueiro, então, orienta o cunhado a realizar o pagamento por meio da Entre Investimentos. Dias depois, Zettel pergunta se poderia “pedir pro Minas” – referência a Freixo Júnior, cujo contato foi salvo no celular de Vorcaro como “Mineiro”. De acordo com o site, Fabiano Zettel pouco tempo depois um comprovante do repasse de US$ 2 milhões para um fundo ligado à produção do filme pela Entre Investimentos. Procurada, a assessoria de Vorcaro ainda não se manifestou. O banqueiro e Zettel estão presos desde a segunda fase da Operação Compliance Zero em março. Produção reúne estrelas de Hollywood O filme “Dark Horse” tem estreia prevista para 11 de setembro e deverá servir de munição da tropa de choque bolsonarista na guerra de narrativas da disputa eleitoral, ao recontar a trajetória do ex-presidente, com destaque para o episódio do atentado à faca na campanha de 2018. O longa-metragem é estrelado pelo ator americano Jim Caviezel, que interpreta Bolsonaro e se tornou célebre no papel de Jesus Cristo no filme “A paixão de Cristo”, de Mel Gibson. Caviezel passou cerca de três meses no Brasil gravando cenas da produção, que conta com outros nomes hollywoodianos, como Esai Morales, que interpretou o vilão de “Missão: Impossível – O acerto final”. Segundo a ficha técnica do filme no site IMDb, o ator brasileiro Marcus Ornellas interpretará Flávio. A produção também escalou outros artistas para viver Eduardo e Carlos Bolsonaro, além da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro. Leia abaixo a nota do senador e pré-candidato à presidência Flávio Bolsonaro: Mais do que nunca é fundamental a instalação da CPI do Banco Master. É preciso separar os inocentes, dos bandidos. No nosso caso, o que aconteceu foi um filho, procurando patrocínio PRIVADO para um filme PRIVADO sobre a história do próprio pai. Zero de dinheiro público. Zero de lei Rouanet. Conheci Daniel Vorcaro em dezembro de 2024, quando o governo Bolsonaro já havia acabado, e quando não existiam acusações nem suspeitas públicas sobre o banqueiro. O contato é retomado quando há atraso no pagamento das parcelas de patrocínio necessárias para a conclusão do filme. Não ofereci vantagens em troca. Não promovi encontros privados fora da agenda. Não intermediei negócios com o governo. Não recebi dinheiro ou qualquer vantagem. Isso é muito diferente das relações espúrias do governo Lula e seus representantes com Vorcaro. Por isso, reitero, CPI do MASTER JÁ. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCPI Comissão Parlamentar de InquéritoDeputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaReceita FederalSenador Publicitário confirma ter intermediado repasses de Vorcaro para filme de Bolsonaro 13/05/2026 Master pagou R$ 2,3 milhões a empresa usada para financiar filme de Bolsonaro 13/05/2026 ‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO) 13/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results
‘Estou e estarei contigo sempre’ (AUDIO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair Por Paulo Motoryn, Eduardo Goulart, Laís Martins, Andrew Fishman, Cecília Olliveira, Leandro Becker e Mauricio Moraes | Intercept Brasil 13/05/2026 ÁUDIO: Flávio Bolsonaro negociou com Daniel Vorcaro R$ 134 milhões para bancar filme sobre Jair “Irmão, estou e estarei contigo sempre, não tem meia conversa entre a gente. Só preciso que me dê uma luz! Abs!”, escreveu o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, ao dono do Banco Master, Daniel Vorcaro, em uma mensagem enviada pelo WhatsApp em 16 de novembro de 2025. Um dia após a mensagem de Flávio, Vorcaro foi preso enquanto tentava fugir do país por operar um esquema de fraude que gerou um rombo de R$ 47 bilhões ao Fundo Garantidor de Crédito, o FGC. No dia seguinte, 18 de novembro, seu banco foi liquidado pelo Banco Central. A frase escrita pelo hoje pré-candidato à Presidência da República é parte de uma série de registros que indicam a existência de uma negociação em que Vorcaro se comprometeu a repassar um total de 24 milhões de dólares (na época equivalentes a cerca de R$ 134 milhões) para financiar a produção de “Dark Horse”, o filme biográfico sobre Jair Bolsonaro. Documentos e mensagens obtidos com exclusividade pelo Intercept Brasil indicam que pelo menos 10,6 milhões de dólares — cerca de R$ 61 milhões, considerando a cotação do dólar nos períodos das transferências — haviam sido pagos entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações, para financiar o projeto cinematográfico ligado à família Bolsonaro. Os registros incluem um cronograma de desembolso, um comprovante bancário e cobranças relacionadas às parcelas previstas para a produção. Não há evidências nas mensagens de que Vorcaro tenha feito os outros oito pagamentos previstos para o projeto. O envolvimento de Vorcaro foi negociado diretamente por Flávio Bolsonaro, mas teve outros intermediários, como o irmão e deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, e o deputado federal Mario Frias, também do PL paulista, que foi secretário da Cultura no governo Bolsonaro. As conversas privadas e os documentos de Vorcaro revelam os profundos laços financeiros e a estreita relação entre o clã Bolsonaro e o banqueiro que se tornou o homem mais radioativo de Brasília. Flávio já havia negado tais conexões, da sua família e da extrema direita, chegando a dizer que isso era uma “narrativa falsa que o Lula tem criado”. Quando foi noticiado, em março deste ano, que o cunhado de Vorcaro – o pastor Fabiano Zettel – havia feito uma doação de R$ 3 milhões para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro, Flávio disse à CNN que isso aconteceu “sem nenhuma vinculação, sem nenhuma contrapartida, sem nenhum contato pessoal, inclusive”. “Essa conta do Banco Master está longe de chegar perto da direita”, afirmou o senador. Em evento da pré-campanha em João Pessoa, na Paraíba, dois dias antes, ele classificou o caso como um “grande esquema de roubalheira que está dando nojo a todo o país”. Na manhã desta quarta-feira, 13, Flávio Bolsonaro foi questionado presencialmente pelo Intercept sobre o financiamento de Vorcaro ao filme e respondeu: “De onde você tirou essa informação? É mentira”. Em seguida, deu uma gargalhada e se retirou de onde concedia entrevista à imprensa, próximo ao Supremo Tribunal Federal, o STF – antes, o senador havia se reunido com o ministro Edson Fachin, presidente da corte. Flávio já havia sido contatado sobre o assunto – por telefone, WhatsApp e e-mail, mas não retornou até a publicação da reportagem. A defesa de Daniel Vorcaro foi acionada, mas não houve resposta. Eduardo Bolsonaro também não respondeu aos questionamentos enviados pelo Intercept. O espaço segue aberto e, caso haja resposta, o texto será atualizado. Em nota enviada ao Intercept após a publicação da reportagem, a defesa do deputado federal Mario Frias confirmou os contatos entre o parlamentar e Vorcaro, mas disse que as mensagens “refletem apenas uma relação legítima entre idealizador do projeto e um potencial apoiador privado da iniciativa”. Também destacou que Frias não exerceu papel de articulador político ou financeiro em nome de Vorcaro. Ainda negou qualquer uso do mandato parlamentar para “promoção de lobby privado ou favorecimento empresarial”. O advogado do deputado informou, ainda, que, na época da troca de mensagens, Vorcaro era conhecido como um empresário do mercado financeiro e “não havia qualquer informação pública que indicasse eventual irregularidade financeira” atribuída ao banqueiro. “Conversas privadas envolvendo exibição de conteúdo audiovisual ou encontros sociais entre pessoas públicas e empresários não configuram irregularidade”, destacou a defesa do parlamentar. Sobre o filme, a defesa pontuou que Frias participou do desenvolvimento criativo e institucional do projeto audiovisual e que “o entusiasmo manifestado nas mensagens privadas decorre da dimensão artística e cultural do projeto, considerado por sua equipe como uma produção inédita dentro do cinema nacional independente”. Vorcaro bancou filme do clã Bolsonaro Os diálogos, um comprovante de uma ordem de pagamento de 2 milhões de dólares e uma tabela com previsão de valores a serem pagos analisados pelo Intercept indicam que pelo menos parte do dinheiro foi transferida pela Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas de Vorcaro, para o fundo Havengate Development Fund LP, sediado no Texas, nos Estados Unidos, e controlado por aliados de Eduardo Bolsonaro. Os registros ainda sinalizam a participação direta nas operações de outros dois intermediários: o empresário Thiago Miranda – fundador e sócio do Portal Leo Dias –, e Fabiano Zettel, apontado pela Polícia Federal como o principal operador financeiro de Vorcaro. As mensagens obtidas pelo Intercept abrangem o período de dezembro de 2024 a novembro de 2025 e incluem diálogos do banqueiro com diversos interlocutores. O conteúdo do vazamento foi verificado por meio de cruzamento de informações contidas nos diálogos com dados públicos e sigilosos. Entre os elementos que confirmaram a autenticidade do material estão dados bancários e telefônicos, inquéritos policiais, registros do Congresso Nacional e de redes sociais. De acordo com as conversas a que tivemos acesso, o relacionamento entre Flávio Bolsonaro e Daniel
PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda

PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Segundo a investigação, recursos foram direcionados para investimentos de altíssimo risco entre agosto de 2023 e março de 2024. O prefeito da época era Danilo Joan, atual vice-presidente estadual do PP em SP. Por g1 SP 13/05/2026 O ex-prefeito de Cajamar Danilo Joan atualmente é vice-presidente estadual do PP em São Paulo e pré-candidato a deputado estadual — Foto: Reprodução/Redes Sociais A Polícia Federal realizou nesta quarta-feira (13) a Operação Off-Balance para investigar supostas irregularidades na aplicação de recursos do Instituto de Previdência Social dos Servidores da cidade de Cajamar (IPSSC), na Grande São Paulo, em fundos podres de alto risco. Segundo a investigação, cerca de R$ 107 milhões do patrimônio do fundo previdenciário municipal foram direcionados para investimentos considerados de altíssimo risco entre agosto de 2023 e março de 2024. Desse total, aproximadamente R$ 87 milhões foram aplicados em Letras Financeiras ligadas ao Banco Master, enquanto cerca de R$ 20 milhões foram destinados ao Banco Daycoval. À época, o prefeito de Cajamar era Danilo Joan, atualmente vice-presidente estadual do PP em São Paulo e pré-candidato a deputado estadual. Ele é ligado ao presidente nacional do partido, Ciro Nogueira, também investigado por favorecer o banco de Daniel Vorcaro. Apesar disso, o ex-prefeito não é alvo da operação da PF. A principal suspeita da PF é de gestão temerária dos recursos previdenciários, com possíveis falhas de governança, ausência de análise técnica adequada, deficiência na avaliação de riscos e eventual direcionamento das aplicações financeiras, especialmente em favor do Banco Master. O que é investigado? A investigação apura possíveis irregularidades na gestão de recursos do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) de Cajamar, responsável pela aposentadoria dos servidores municipais. Segundo a PF, aproximadamente R$ 107 milhões foram aplicados em quatro Letras Financeiras emitidas por dois bancos privados. Os investigadores suspeitam que as operações tenham ocorrido sem critérios técnicos adequados e com exposição excessiva do patrimônio previdenciário a investimentos de risco. Quando os investimentos foram feitos? As aplicações no Banco Master ocorreram em três etapas: outubro de 2023; dezembro de 2023; março de 2024. O prefeito da época era Danilo Joan (PP). O político é aliado de primeira ordem do senador Ciro Nogueira, presidente nacional do PP, que participou do evento de filiação de Danilo Joan ao partido em março deste ano. Segundo fontes da investigação, as apurações neste momento se concentram nos gestores do instituto previdenciário. O que a PF fez? A Operação Off-Balance cumpriu: seis mandados de busca e apreensão; medidas cautelares de afastamento de função pública; indisponibilidade de bens. As ordens foram expedidas pela 9ª Vara Criminal Federal de São Paulo. As ações também ocorrem nos municípios de Cajamar, Boituva e São Paulo. Todos os alvos foram afastados das funções por decisão judicial. Quem são os alvos? Entre os investigados estão integrantes da direção e do comitê de investimentos do IPSSC. Luiz Henrique Miranda Teixeira, ex-diretor executivo do IPSSC Nomeado em julho de 2023 durante a gestão de Danilo Joan e exonerado a pedido em dezembro de 2025. Milton Marques Dias, advogado Diretor administrativo e financeiro do IPSSC desde dezembro de 2022 e integrante do Comitê de Investimentos. Marcelo Ribas de Oliveira, advogado; Diretor do Departamento de Benefícios do instituto e presidente do Comitê de Investimentos. Rafael Petrozziello, advogado Subsecretário municipal de Governo em Cajamar e integrante do Comitê de Investimentos do IPSSC. A defesa deles não foi localizada pela reportagem. A operação tem relação com outra investigação? Segundo a PF, a Operação Off-Balance não é um desdobramento da operação realizada anteriormente em Santo Antônio de Posse. Embora as investigações tenham características semelhantes e envolvam as mesmas instituições bancárias, os procedimentos tramitaram em paralelo, segundo os investigadores. O que diz a Prefeitura de Cajamar? A Prefeitura de Cajamar esclarece à população, que o Instituto de Previdência Social dos Servidores de Cajamar (IPSSC) possui personalidade jurídica própria, sendo uma autarquia municipal com autonomia administrativa, financeira e patrimonial, responsável pela gestão do Regime Próprio de Previdência Social (RPPS) dos servidores públicos municipais. Os investimentos financeiros realizados pelo Instituto seguem regras específicas da legislação aplicável aos regimes próprios de previdência, bem como a Política Anual de Investimentos e as normas do Conselho Monetário Nacional (CMN), não cabendo à Prefeitura de Cajamar participação direta, autorização ou execução das aplicações financeiras realizadas pela autarquia. Ressalta-se ainda que as aplicações realizadas ocorreram, à época, dentro das normas e parâmetros legais vigentes, considerando que a instituição financeira mencionada possuía autorização de funcionamento pelo Banco Central do Brasil e atendia aos critérios técnicos exigidos para este tipo de operação. Até o presente momento, não há confirmação de prejuízo efetivo aos pagamentos de aposentadorias e pensões dos servidores públicos municipais, que seguem garantidos normalmente. A atual administração municipal reforça que acompanha os desdobramentos do caso com transparência e responsabilidade, colaborando integralmente com as autoridades competentes sempre que solicitado. A Prefeitura de Cajamar reafirma seu compromisso com a legalidade, responsabilidade na gestão pública e respeito às instituições. Prefeitura Municipal de Cajamar Notícia anterior Banco Central BCBanco MasterCajamar SPConselho Monetário Nacional CMNPolícia Federal PFPP ProgressistasPrefeitoPrevidência Social PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda 13/05/2026 Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel 12/05/2026 Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF 12/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF mira aplicação de R$ 107 milhões da previdência dos servidores de Cajamar no Banco Master; entenda Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel Deputado Marcelo Queiroz se associou à causa animal para se beneficiar de esquema de fraudes de quase R$ 200 milhões, diz PF Deputado Marcelo Queiroz é alvo da PF em operação contra suposta fraude em programa de castração de animais Kassio convida Bolsonaro e
Alerj exonera 40 assessores e chefe de gabinete de Thiago Rangel

Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro Publicação no Diário Oficial ocorreu após a casa informar que cumprimira determinação do STF de afastar o parlamentar. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu semana passada manter o deputado estadual preso sem que a assembleia possa votar sua soltura. Por André Coelho Costa | TV Globo 12/05/2026 O deputado Thiago Rangel foi preso pela PF — Foto: Divulgação A Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) publicou, na noite desta terça-feira (12), em edição extra do Diário Oficial, a exoneração de 40 assessores parlamentares e da chefe de gabinete do deputado Thiago Rangel (Avante). Considerando só os assessores, soma dos salários brutos da equipe de Rangel custava R$ 222.706,22, sem eventuais benefícios como auxílio educação e auxílio alimentação. Com o salário do deputado somado, a assembleia gastava R$ 257.481,39 por mês. A Alerj informou mais cedo que está cumprindo as determinações do Supremo Tribunal Federal (STF) e afastou o deputado estadual Thiago Rangel, preso durante a quarta fase da Operação Unha e Carne da Polícia Federal, que investiga fraudes na compra de materiais e contratação de serviços pela Secretaria Estadual de Educação do Rio de Janeiro. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu semana passada manter o deputado estadual preso sem que a Assembleia Legislativa do Estado do Rio (Alerj) possa votar sua soltura. O plenário da corte deliberou sobre o caso depois que o relator, o ministro Alexandre de Moraes, tinha determinado a manutenção da prisão preventiva do deputado. Segundo a Alerj, o parlamentar já está afastado e seu gabinete será destituído: “A Mesa Diretora vai cumprir na íntegra as determinações do STF. O parlamentar está afastado de suas funções e seu gabinete será destituído. O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Alerj abrirá um processo disciplinar para apurar o caso”. O suplente que ocupará a vaga é Wellington José, que já foi deputado entre 2021 e 2022. Ele recebeu 22.817 votos em 2022 quando concorreu pelo Podemos. Hoje está no União Brasil, e nas redes sociais publica fotos ao lado de Douglas Ruas (PL), presidente da Alerj e pré-candidato a governador. Em 2025 fez diversas postagens em apoio ao ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. Em dezembro do ano passado, a Alerj chegou a derrubar em votação a prisão do ex-presidente da Casa, Rodrigo Bacellar (PL). Na época, ele foi preso na quarta fase da Operação Unha e Carne, suspeito de vazar dados sobre a operação que investigava o também deputado estadual Tiego Raimundo dos Santos Silva, o TH Joias. Bacellar foi preso novamente em março, depois que o TSE cassou seu mandato, por envolvimento com o chamado escândalo do Ceperj. Notícia anteriorPróxima notícia AGU Advocacia-Geral da UniãoPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalUnião Brasil Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino 12/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano ‘Não aguento mais esses mineiros enrolados’, escreveu Cunha, pré-candidato a deputado por Minas, em diálogo citado por Dino Dino cita indicação de emendas por Eduardo Cunha mesmo sem mandato e manda bloquear R$ 6 milhões Master: PF vê troca de celular e fim da empresa em risco de fuga de Miranda E agora, Valdemar? Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Justiça determina que Prefeitura de Nova Friburgo regularize abrigo após denúncias

Justiça determina que Prefeitura de Nova Friburgo regularize abrigo após denúncias Decisão determina obras emergenciais, reforço na equipe técnica e medidas contra superlotação na Casa de Acolhimento Vila Sorriso. Por Nathalia Rebello | g1 12/05/2026 Justiça determina que Prefeitura de Nova Friburgo regularize abrigo — Foto: Nathalia Rebello/g1 Nova Friburgo – A Justiça determinou que a Prefeitura de Nova Friburgo, na Região Serrana do Rio, regularize o funcionamento da Casa de Acolhimento Institucional Vila Sorriso, unidade responsável pelo acolhimento de crianças e adolescentes no município. A decisão liminar foi obtida pela Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude e expedida pela 1ª Vara de Família, da Infância, da Juventude e do Idoso. Entre as determinações, o município terá prazo de 90 dias para obter o Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e o Certificado de Fiscalização da Vigilância Sanitária. A decisão também obriga a prefeitura a realizar obras emergenciais imediatas para garantir condições mínimas de higiene e segurança na unidade. Entre as medidas previstas estão reparos nos banheiros utilizados pelos acolhidos, correção de infiltrações e vazamentos, além da retirada ou substituição de móveis que ofereçam risco. Além disso, o município deverá reforçar a equipe técnica da instituição em até 60 dias, com a contratação de dois psicólogos e dois assistentes sociais, e apresentar um plano emergencial para adequação da estrutura física e redução da superlotação. Segundo o Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), os problemas na Casa Vila Sorriso são acompanhados há pelo menos dez anos. Em inspeções realizadas desde 2016, o órgão já apontava falhas relacionadas ao número insuficiente de cuidadores e à escala de trabalho dos funcionários. Em 2024, a Justiça já havia determinado o aumento do número de profissionais na unidade após o Ministério Público identificar deficiência no atendimento, problemas estruturais e ausência de projeto pedagógico adequado. A nova ação civil pública foi motivada por uma inspeção realizada em setembro de 2025. De acordo com o MPRJ, a vistoria constatou superlotação e diversas irregularidades no abrigo. A capacidade oficial da unidade é de 20 vagas, mas havia 26 acolhidos no local durante a fiscalização. Em março deste ano, segundo o órgão, o número teria subido para 31 crianças e adolescentes. O Ministério Público informou ainda que, antes da ação judicial, expediu recomendações administrativas à prefeitura para correção das irregularidades. Como as medidas não teriam sido cumpridas, o órgão pediu tutela de urgência à Justiça. Em caso de descumprimento da decisão, foi fixada multa diária de R$ 500, limitada inicialmente a R$ 20 mil. O que diz a Prefeitura Em nota, a Prefeitura de Nova Friburgo informou que recebeu a decisão judicial “com serenidade e respeito às instituições” e afirmou que já vem adotando medidas para regularizar e aprimorar o funcionamento da unidade. Segundo o município, providências administrativas e estruturais estão em andamento para obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros e do certificado da Vigilância Sanitária, além da realização gradual de melhorias no abrigo. A prefeitura afirmou ainda que solicitou acesso integral ao procedimento administrativo que embasou os apontamentos do Ministério Público, mas não teria recebido resposta. Segundo o município, a questão deverá ser discutida judicialmente com base no direito ao contraditório e à ampla defesa. Sobre a equipe técnica, a administração municipal informou que a unidade chegou a contar com quadro completo em 2025, mas parte dos profissionais deixou os cargos após aprovação em concursos públicos em outros municípios. A prefeitura disse que já adota medidas para recompor a equipe. O município declarou também que não teve acesso ao relatório técnico da inspeção realizada em setembro de 2025, o que teria dificultado a adoção imediata de medidas específicas, embora sustente que melhorias estruturais e operacionais já tenham sido implementadas nos últimos meses. Por fim, a Prefeitura reafirmou o compromisso com a proteção integral de crianças e adolescentes e informou que seguirá trabalhando no fortalecimento da rede de acolhimento institucional e na melhoria contínua dos serviços prestados. Notícia anteriorPróxima notícia Corpo de BombeirosMP-RJNova Friburgo RJRegião Serrana e Centro Sul FluminenseTJ-RJ Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) 19/05/2026 Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Justiça suspende licitação de R$ 84 milhões da Prefeitura de Petrópolis

Justiça suspende licitação de R$ 84 milhões da Prefeitura de Petrópolis Decisão aponta indícios de substituição de concursados por terceirizados; prefeitura afirma que vai recorrer e diz que mais de mil servidores já tomaram posse desde 2025. Por Priscila Torquato | g1 12/05/2026 Justiça suspende licitação de R$84 milhões da Prefeitura de Petrópolis — Foto: Priscila Torquato/g1 Petrópolis – A Justiça suspendeu o Pregão Eletrônico nº 31/2026 da Prefeitura de Petrópolis, que previa a contratação de uma empresa terceirizada para atuar na rede municipal de ensino. A decisão liminar foi proferida nesta segunda-feira (11) pela 4ª Vara Cível do município, após uma Ação Civil Pública movida pelo Sindicato Estadual dos Profissionais da Educação do Rio de Janeiro (Sepe-RJ). A licitação previa a contratação de serviços administrativos, operacionais e de apoio para a Secretaria Municipal de Educação, em um contrato estimado em R$ 84,6 milhões. Na ação, o sindicato alegou que a terceirização estaria sendo utilizada para ocupar cargos permanentes da rede municipal de ensino, em substituição à realização de concurso público, o que, segundo a entidade, viola o artigo 37, inciso II, da Constituição Federal. O Ministério Público também se manifestou favoravelmente à suspensão do pregão. O órgão apontou possível ilegalidade na terceirização de funções consideradas essenciais e permanentes dentro da estrutura da Educação municipal. Ao conceder a liminar, a juíza responsável pelo caso afirmou haver indícios de “burla à exigência de concurso público” e destacou que a terceirização poderia ferir princípios constitucionais como legalidade, moralidade e eficiência administrativa. A magistrada também considerou o risco de prejuízo aos cofres públicos e a possibilidade de consolidação de uma situação considerada de difícil reversão. Com a decisão, ficam suspensos imediatamente todos os atos relacionados ao Pregão Eletrônico nº 31/2026, incluindo qualquer medida de continuidade da licitação. A Justiça determinou ainda multa de R$ 100 mil em caso de descumprimento da decisão, além de multa diária de R$ 1 mil. O Município de Petrópolis e o secretário de Administração foram intimados com urgência e terão prazo de 30 dias para apresentar contestação. O que diz a Prefeitura Em nota, a Prefeitura de Petrópolis informou, por meio da Secretaria de Educação, que o município passa por um período de transição, com a substituição gradual de profissionais terceirizados por servidores concursados. Segundo a pasta, mais de mil novos servidores já tomaram posse desde 2025. A secretaria afirmou ainda que a licitação previa redução de quase 50% no número de terceirizados em relação ao contrato atual e tinha como objetivo suprir funções não contempladas no último concurso, como apoio, manutenção e serviços gerais. O município informou também que novos chamamentos de concursados estão previstos e que irá recorrer da decisão judicial. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) 19/05/2026 Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.