PGJ obtém decisão que suspende trechos do Código Ambiental de Mangaratiba por possível inconstitucionalidade

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha A Procuradoria-Geral de Justiça obteve, no dia 13 de maio, decisão cautelar do Órgão Especial do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) que suspende os efeitos de dispositivos do Código Ambiental do Município de Mangaratiba considerados incompatíveis com a Constituição Federal. Por MPRJ 18/05/2026 PGJ obtém decisão que suspende trechos do Código Ambiental de Mangaratiba por possível inconstitucionalidade A medida foi concedida no âmbito de Representação de Inconstitucionalidade ajuizada pela Subprocuradoria-Geral de Justiça de Atribuição Originária e da Assessoria de Atribuição Originária Cível e Institucional (SUBGAO/MPRJ), e suspende, até o julgamento definitivo da ação, a eficácia de diversos artigos da Lei Municipal nº 1.209/2019, alterada pela Lei nº 1.355/2021. Na ação, o MPRJ argumentou que os dispositivos questionados afrontam normas constitucionais ao flexibilizar regras de proteção ambiental e permitir a adoção de medidas compensatórias inadequadas, sem priorizar a reparação integral do dano ambiental no próprio local afetado. Segundo a SUBGAO/MPRJ, as alterações promovidas pela legislação municipal também invadem competência da União para editar normas gerais sobre meio ambiente, além de violarem princípios constitucionais como o direito ao meio ambiente ecologicamente equilibrado, a vedação ao retrocesso ambiental, a proporcionalidade, a impessoalidade e a moralidade administrativa. Ao analisar o pedido, o desembargador relator Luiz Zveiter reconheceu a plausibilidade jurídica dos argumentos apresentados e o risco de dano decorrente da demora na suspensão das normas. O magistrado destacou a possibilidade de celebração de novos acordos ambientais com medidas compensatórias consideradas insuficientes ou inadequadas, capazes de gerar prejuízos irreversíveis ou de difícil reparação ao meio ambiente. A decisão cautelar, inicialmente proferida de forma monocrática em razão da urgência do caso, foi posteriormente referendada por unanimidade pelo Órgão Especial do TJRJ. Processo nº 3001557-58.2026.8.19.0000 Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha PF apreende dinheiro dentro de livro falso Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Carbono Oculto 86: Deputado citado em áudios sobre emendas é sócio de Ciro Nogueira

Carbono Oculto 86: Deputado citado em áudios sobre emendas é sócio de Ciro Nogueira Júlio Arcoverde é mencionado em conversas sobre negociação de emendas parlamentares Por Alice Maciel | ICL Notícias 18/05/2026 Senador Ciro Nogueira (PP-PI) e o deputado federal Júlio Arcoverde (PP-PI) Além do senador Ciro Nogueira (PP-PI), o deputado federal Júlio Arcoverde (PP-PI) aparece em mensagens encontradas nos celulares de empresários investigados pela Polícia Civil do Piauí na Operação Carbono Oculto 86. Os diálogos sugerem negociações envolvendo emendas parlamentares. Arcoverde é sócio do senador na empresa JJE Agenciamento de Seguros e Serviços. Com sede em Teresina (PI), a empresa atua nos setores de reparo, manutenção e comercialização de peças automotivas, de acordo com registros da Receita Federal. A Operação Carbono Oculto 86 é um desdobramento da investigação homônima que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro ligado à facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC), com atuação no setor de postos de combustíveis. No Piauí, a operação recebeu o número 86, em referência ao DDD local. Ciro Nogueira e Arcoverde não são investigados, mas a Polícia Civil do Estado solicitou o envio do caso ao Supremo Tribunal Federal (STF), após a investigação identificar menções aos parlamentares com foro privilegiado nas mensagens apreendidas nos celulares dos empresários Haran Santhiago Girão Sampaio e Danillo Coelho de Sousa. Em abril, o ICL Notícias publicou os áudios obtidos pela Polícia Civil que indicam uma suposta proximidade entre Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como “Beto Louco”, e Ciro Nogueira. Em uma das gravações, Danillo afirma que Beto Louco – apontado como um dos líderes da máfia dos combustíveis – seria “muito amigo” do senador piauiense. Já o nome de Júlio Arcoverde surge em áudios em que empresários discutem recursos destinados ao município de Caxias, no Maranhão, com referência a emendas parlamentares. A existência dessas conversas foi revelada pela Revista Piauí. Em uma das mensagens, Danillo afirma: “O problema foi porque o prefeito cobrou os 130. Mesmo a gente já tendo pago para o Júlio, ele cobrou os 130 de novo. Aí a gente teve que dar para aquele ‘fela’ da puta, daquele prefeito. Aí o Júlio tinha que devolver os 130. Aí ele não devolveu”. Na sequência, o empresário continua: “Quando a gente for acertar com ele essa emenda de Caxias, nós vamos já dizer: ‘Opa, Júlio, eu já te dei os 130’. Na hora que o dinheiro de Caxias entrar, é a hora que nós vamos puxar os 130 de volta.” Em outro trecho da conversa, Danillo indica o rompimento de um suposto acordo envolvendo o deputado federal: “Esse negócio que a gente fez de compromisso com o Júlio aí acabou. Não tem mais. […] Pode ser uma emenda de R$ 1 trilhão. Não pago nada mais. Não faço mais nenhum compromisso daqui pra frente. Zero”. Caxias é administrada pelo prefeito José Gentil Rosa Neto. Ele se filiou ao PP em abril de 2024, durante evento que contou com a presença de lideranças da legenda, entre elas Ciro Nogueira, presidente nacional do partido. É em Caxias também onde está registrada a sede de uma das empresas do senador, a Ciro Nogueira Comércio de Motocicletas (CN Motos), citada na operação Compliance Zero, que investiga fraudes financeiras, lavagem de dinheiro e corrupção ligadas ao Banco Master. De acordo com investigação da PF, o senador recebia uma mesada do ex-dono do banco, Daniel Vorcaro. O ICL Notícias entrou em contato com Ciro Nogueira, com o deputado Júlio Arcoverde, com a prefeitura de Caxias e com os empresários Haran Sampaio e Danillo de Sousa, mas não obteve retorno. Em nota enviada à reportagem em abril, após o caso vir à tona, Arcoverde informou desconhecer “quaisquer menções relacionadas ao seu nome no contexto citado”. Ele acrescentou que não é investigado no âmbito da operação, “nem em qualquer outro inquérito”. Contrato milionário na saúde Os investigadores do Piauí suspeitam que o suposto esquema envolvendo emendas parlamentares em Caxias, citado no áudio de Danillo, possa ter relação com a Distribuidora Mercury Medicamentos. A empresa é controlada pela Pima Energia Participações Ltda., que é investigada no âmbito do esquema ligado à máfia dos combustíveis. A Mercury Medicamentos firmou, entre 2024 e 2025, três contratos com a prefeitura de Caxias para o fornecimento de medicamentos e material odontológico, que somam R$ 22,9 milhões. No contrato mais vultoso, assinado em maio do ano passado – com vigência de um ano e valor de R$ 22,5 milhões – o município aderiu a uma ata de registro de preços do Consórcio de Municípios Médio Paranaíba do Piauí (Comepa), por meio do mecanismo conhecido como “carona”, dispensando a realização de uma nova licitação. Em dezembro, no entanto, o Tribunal de Contas do Piauí identificou irregularidades no certame conduzido pelo Comepa e suspendeu os contratos envolvendo os municípios piauienses Picos e São Gonçalo do Piauí com a Mercury Medicamentos. O contrato de Caxias com a distribuidora de medicamentos foi pago com recursos do Fundo Municipal de Saúde, que recebeu R$ 43,3 milhões em emendas parlamentares entre 2025 e maio de 2026. Desse total, mais de 60% (R$ 27,9 milhões) foram destinados pela deputada federal Amanda Gentil, prima do prefeito José Gentil Rosa Neto. Ela presidiu o PP no Maranhão de outubro de 2025 a abril de 2026. Mesma empresa aparece no esquema dos combustíveis A Pima Energia, que controla a Distribuidora Mercury Medicamentos, foi a empresa usada na compra da rede de postos HD, de Haran Sampaio e Danillo de Sousa. A transação é tratada pelos investigadores como um dos indícios da expansão do esquema da máfia de combustíveis de São Paulo para o Piauí. Conforme relatório da Polícia Civil, a Pima Energia foi aberta na capital paulista apenas seis dias antes da compra da rede de postos HD, o que levantou suspeitas sobre a finalidade da empresa. Os investigadores também afirmam que, apesar da mudança societária, houve apenas uma “substituição de bandeira (de HD para Pima e Diamante) sem alteração operacional real”, o que reforçaria a hipótese de uma venda de fachada. Após a
90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas

90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas Nessa modalidade de baixa transparência, parlamentares enviam bilhões de reais diretamente a governadores e prefeitos, sem necessidade de convênio ou projeto de obra; relatório será enviado ao STF Por Eduardo Barretto | O Estado de S.Paulo 17/05/2026 Plenário da Câmara dos Deputados Foto: Wilton Júnior/Estadão Uma auditoria feita por Tribunais de Contas de todo o País identificou 90% de irregularidades ou vulnerabilidades nas emendas Pix, incluindo indícios de superfaturamento. O levantamento, obtido pela Coluna do Estadão, analisou R$ 497 milhões por meio de 125 repasses de parlamentares a 42 cidades, localizadas em 22 unidades da federação. As transferências aconteceram de 2022 a 2024, durante os governos Bolsonaro e Lula. Nessa modalidade de baixa transparência, deputados e senadores enviam bilhões de reais em verba pública diretamente a governadores e prefeitos, sem necessidade de convênio ou projeto de obra. O relatório será encaminhado nos próximos dias ao ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal, relator de uma ação que monitora emendas parlamentares. O pente-fino foi coordenado pelo Tribunal de Contas da União (TCU), pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas (Atricon) e pelo Instituto Rui Barbosa (IRB), com participação de Cortes de Contas de todo o Brasil, por meio da Rede Integrar. A auditoria usou um índice de transparência criado pelo TCU, o Indicador de Transparência Ativa das Transferências Especiais, em 57 portais de transparência estaduais e municipais. Em uma escala de zero a 100, a nota média de integridade foi de apenas 26,7.As principais falhas identificadas nas emendas Pix foram as seguintes: Falta de planejamento na aplicação dos recursos; Dificuldade para rastrear origem e destino do dinheiro; Descumprimento de normas da Secretaria do Tesouro Nacional; Indícios de superfaturamento e sobrepreço em obras e compras; Uso de recursos em situações vedadas pela legislação. “É um levantamento importante por primar pela transparência e a aplicação dos escassos recursos públicos em favor da sociedade”, afirmou à Coluna o presidente da Atricon, Edilson Silva. Notícia anterior emenda parlamentarPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal FederalTCU Tribunal de Contas da União 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas 17/05/2026 PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ 15/05/2026 ‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF 15/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ ‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF ‘Cooptação integral do estado’: Castro atuou para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF Operação da PF que mira Castro e dono da Refit bloqueou R$ 52 bilhões Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Parlamentares de SP mandaram R$ 8 milhões em emendas a ONGs de filme

Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas Recursos públicos de emendas enviados a entidades ligadas à produtora de filme de Bolsonaro entraram na mira do ministro Flávio Dino, do STF Por Vinicius Passarelli | Metrópoles 17/05/2026 Cena do filme Dark Horse | Reprodução Deputados e vereadores de São Paulo enviaram ao menos R$ 7,7 milhões em emendas parlamentares para entidades ligadas à produtora cinematográfica Go Up Entertainment, responsável pelo filme Dark Horse, cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Os dados constam em denúncias feitas pelos deputados federais Tabata Amaral (PSB-SP) e pastor Henrique Vieira (PSol-RJ) e em dados de transparência do governo e da Prefeitura de São Paulo. Na última sexta-feira (15/5), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a abertura de uma apuração preliminar para investigar possíveis irregularidades na destinação de emendas para projetos ligados ao ecossistema de entidades comandadas por Karina Ferreira da Gama, sócia da produtora do filme. Além da Go Up, são citados o Instituto Conhecer Brasil (ICB), Academia Nacional de Cultura (ANC) e Conhecer Brasil Assessoria. A apuração busca informações sobre recursos enviados via emendas de parlamentares do PL, como os ex-deputados federais Alexandre Ramagem (RJ) e Carla Zambelli (SP) e os deputados federais Marcos Pollon (MS), Bia Kicis (DF) e Mario Frias (SP). Frias é produtor executivo e roteirista de Dark Horse e enviou, segundo a denúncia de Tabata, R$ 2 milhões em emendas para o Instituto Conhecer Brasil – R$ 1 milhão para um projeto de “letramento digital” e outro R$ 1 milhão para um projeto esportivo. Desde o mês passado, oficiais de Justiça tentam cumprir uma determinação de Dino e intimar o deputado a prestar esclarecimentos sobre as emendas a empresas da produtora artística responsável pelo filme. Além dos citados na apuração de Dino, levantamento feito pelo Metrópoles aponta que, no final de 2023, a deputada estadual Valéria Bolsonaro (PL) enviou emenda de R$ 100 mil para o Instituto Conhecer Brasil para aquisição de equipamentos. Outro deputado bolsonarista da Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), Lucas Bove (PL), indicou uma emenda de R$ 213 mil também para o Instituto Conhecer Brasil, voltado a projetos esportivos, mas o repasse foi impedido por razões técnicas. Já o deputado Gil Diniz (PL), um dos principais aliados de Eduardo Bolsonaro em São Paulo, destinou R$ 200 mil à Academia Nacional de Cultura para custear parte da produção da série documental Heróis Nacionais – filhos do Brasil que não se rende, o mesmo destino de uma emenda de R$ 1 milhão enviada por Zambelli. A denúncia de Tabata, que deu origem ao pedido de investigação de Flávio Dino, ainda cita duas emendas que somam quase R$ 3,6 milhões enviadas pelo ex-vereador da capital Atílio Francisco, com base em reportagem do The Intercept Brasil. O dinheiro seria utilizado para um evento literário gospel e outro evento de dança. Ao menos outros dois vereadores de São Paulo tiveram emendas de sua autoria liberadas para a Conhecer Brasil no ano passado. Indicada por Cris Monteiro (Novo), uma emenda de R$ 100 mil foi liberada para uma oficina de tecnológica voltada a jovens. Outra emenda, de R$ 750 mil e de autoria de André Santos (Republicanos), foi destinada à entidade para a realização de um congresso de inovação em educação. Mário Frias, por meio de sua assessoria, negou qualquer irregularidade. Em nota, Cris Monteiro disse que a emenda teve como único critério o mérito do projeto apresentado. “A destinação da emenda seguiu análise técnica do projeto, que foi integralmente executado. A vereadora desconhece qualquer vínculo entre o Instituto Conhecer Brasil e a produtora mencionada na reportagem”, afirmou. Já Lucas Bove disse que recebeu um “projeto que parecia interessante”, porém redirecionou o recurso por “questões documentais do proponente”. A reportagem busca contato com os outros citados. O espaço seque aberto. Master x Dark Horse A decisão de Dino também ocorre em meio à revelação de que o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pediu dinheiro para Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, para a viabilização da obra cinematográfica. Informações preliminares apontam que o banqueiro teria prometido ao parlamentar R$ 134 milhões para ajudar no filme. Até o momento, entretanto, os comprovantes apontam o repasse de R$ 62 milhões. Notícia anteriorPróxima notícia Arthur LiraCEF Caixa Econômica FederalCODEVASF Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do ParnaíbaDeputado FederalEduardo Cunhaemenda parlamentarFNDE Fundo Nacional de Desenvolvimento da EducaçãoHugo MottaMDB Movimento Democrático BrasileiroPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSTF Supremo Tribunal FederalUnião BrasilValdemar Costa Neto MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Veja momento em que sargento da PM é executado no RJ (VIDEO) Quem é Mariângela Fialek, a Tuca, apontada por Dino como ‘braço executor’ de Valdemar e Cunha em desvios de emendas Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro

Havengate: o fundo na mira da PF que conecta Vorcaro, Flávio e Eduardo Bolsonaro Um fundo offshore com sede no Estado americano do Texas está no centro de uma nova linha de investigação da Polícia Federal (PF). Por Thais Carrança | BBC News Brasil 16/05/2026 Fundo com sede no Texas recebeu pelo menos US$ 2 milhões em recursos de empresa ligada a Vorcaro | Agência Senado/Wikimedia Commons/Getty Images São Paulo – Os investigadores apuram se recursos repassados pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro, do Banco Master, a pedido do senador e pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), teriam sido usados para custear o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL) nos Estados Unidos. Na quarta-feira (14/5), em entrevista à GloboNews, Flávio negou que o dinheiro tenha sido direcionado a Eduardo, reafirmando que o recurso teria sido integralmente destinado à produção do filme Dark Horse, cinebiografia sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). “Não foi para o Eduardo Bolsonaro. Todos os recursos que foram aportados neste fundo, que é específico para a produção do filme, foram usados integralmente para fazer o filme”, disse Flávio. Na sexta-feira, o senador voltou a negar que parte do dinheiro tenha sido usado para bancar despesas do irmão, acrescentando que Eduardo sobrevive de uma doação feita pelo pai e de reservas próprias. Eduardo vive nos EUA desde fevereiro de 2025. Na última segunda-feira (11/5), a Procuradoria-Geral da República (PGR) pediu a condenação do deputado federal cassado por coação no curso de processo, por ter articulado, a partir daquele país, sanções contra o Brasil e autoridades brasileiras, numa tentativa de influenciar o resultado do julgamento de Jair Bolsonaro por golpe de Estado. Em 2025, Jair Bolsonaro enviou R$ 2 milhões a Eduardo nos Estados Unidos, no que foi considerado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) à época como um indício concreto da articulação entre pai e filho com o objetivo de interferir na atuação do Judiciário brasileiro. Eduardo também negou ter recebido recursos de Vorcaro. “A história de que recebi dinheiro do fundo de investimento não se sustenta e é tosca. Não exerci qualquer posição de gestão ou emprego no fundo, apenas cedi meus direitos de imagem”, escreveu, nas redes sociais. Após a declaração de Eduardo, no entanto, o site Intercept Brasil publicou uma nova reportagem, afirmando que o ex-deputado teria atuado como produtor-executivo de Dark Horse, segundo um contrato assinado por ele e diálogos obtidos com exclusividade pelo veículo de imprensa. O contrato de produção ao qual o Intercept teve acesso, datado de novembro de 2023 e assinado digitalmente por Eduardo Bolsonaro em 30 de janeiro de 2024, traz a empresa GoUp Entertainment, sediada nos EUA, como produtora, e Eduardo Bolsonaro e o deputado federal Mario Frias (PL-SP) à frente da produção-executiva da cinebiografia. “Os registros contradizem afirmações feitas por Eduardo Bolsonaro (…) sobre sua relação com o filme e colocam o deputado federal cassado como uma peça-chave com poder na tomada de decisões, inclusive financeiras, sobre o filme que conta a história do seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro”, afirma a reportagem. “Também mostram que Eduardo omitiu sua conexão com a busca de dinheiro para financiar o filme ao dizer, em post feito no Instagram, que apenas cedeu seus direitos de imagem e não exerceu qualquer cargo de gestão em Dark Horse.” Ao Intercept, a defesa de Mario Frias afirmou que “Eduardo Bolsonaro não é e nunca foi produtor-executivo da produção do filme Dark Horse” e “nunca recebeu qualquer quantia do fundo de investimento cujo produto privado final é o filme”. Já Eduardo afirmou que investiu R$ 350 mil em recursos próprios no início da produção do longa, mas que depois foi reembolsado após a entrada de investidores na produção. Ele disse que, naquele momento, atuava como diretor executivo do projeto. “Quando a estrutura passou a ser uma estrutura de fundo de investimento, começou a ter outra estrutura, eu saí dessa posição de diretor executivo, que era o contrato antigo com a produtora. Passei então a ser somente uma pessoa que assinou a sua seção de direitos autorais para que um ator pudesse me representar no filme”, disse, em vídeo publicado nas redes sociais. O fundo suspeito O fundo que levantou suspeitas de um possível favorecimento de Eduardo nas transações financeiras milionárias entre Flávio e Vorcaro é o Havengate Development Fund LP. O site The Intercept Brasil, que primeiro noticiou o caso, teve acesso a um comprovante de uma ordem de pagamento de US$ 2 milhões e uma tabela com previsão de valores a serem pagos, que indicam que pelo menos parte dos US$ 10,6 milhões (R$ 61 milhões) pagos por Vorcaro a Flávio entre fevereiro e maio de 2025, em seis operações, foi transferida pela empresa Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas de Vorcaro, para o fundo Havengate. O grupo Entre é liderado por Antônio Carlos Freixo Júnior, conhecido como “Mineiro”, e que foi alvo da segunda fase da operação Compliance Zero, que apura um suposto esquema de fraudes financeiras e lavagem de dinheiro envolvendo o Banco Master e Vorcaro. Após a deflagração da operação, o Banco Central decretou em março deste ano a liquidação extrajudicial da Entrepay Instituição de Pagamento e, por extensão, da Acqio Adquirência e da Octa Sociedade de Crédito Direto, instituições integrantes do Conglomerado Entrepay, controlado pela Entre Investimentos. As autoridades passaram a investigar então se Vorcaro seria um “dono oculto” da empresa, embora a Entre negue qualquer vínculo societário, de controle ou governança. Segundo o Intercept, com base nos documentos aos quais o veículo teve acesso, a opção de Vorcaro por remeter recursos à família Bolsonaro no exterior por meio da Entre Investimentos ao fundo Havengate aconteceu após dificuldades operacionais para a remessa internacional dos recursos. Em fevereiro de 2025, Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro apontado pela PF como principal operador financeiro do banqueiro, relatou sucessivas recusas do setor de câmbio do Banco Master de realizar a operação, conforme o Intercept. Vorcaro, então, teria orientado que o pagamento fosse realizado “via entre”, o que seria uma referência à empresa Entre Investimentos e Participações. Se os recursos deixaram o Brasil
ONG ligada a filme de Bolsonaro emitiu R$ 1,2 milhão em notas fiscais para ela mesma

ONG ligada a filme de Bolsonaro emitiu R$ 1,2 milhão em notas fiscais para ela mesma Instituto Conhecer Brasil, que é da mesma dona da Go Up Entertainment, é detentora de contrato multimilionário suspeito com a gestão Ricardo Nunes, em SP, que pode ter direcionado dinheiro para “Dark Horse” Por Henrique Rodrigues | Fórum 16/05/2026 Cartaz de divulgação do filme Dark Horse O imbróglio financeiro que mistura dinheiro público da Prefeitura de São Paulo com a obra cinematográfica do ex-presidente Jair Bolsonaro ganhou um capítulo que beira o inacreditável. O Instituto Conhecer Brasil (ICB), organização não governamental comandada pela empresária Karina Ferreira da Gama, emitiu mais de R$ 1,2 milhão em notas fiscais para ela mesma a fim de justificar gastos de um polêmico convênio de internet com a gestão do prefeito Ricardo Nunes (MDB). A denúncia foi trazida a público pelo vereador paulistano Nabil Bonduki (PT) em seu perfil na rede social X (antigo Twitter). O parlamentar expôs os documentos fiscais emitidos pelo ICB que revelam o nível do descalabro: são duas notas fiscais emitidas pela ONG direcionadas ao seu próprio CNPJ, nos valores exatos de R$ 702.800,00 e R$ 568.572,97. “A ONG da produtora do filme sobre Bolsonaro emitiu NOTA PARA SI PRÓPRIA para justificar gastos no contrato com a Prefeitura de São Paulo! Esse é o nível do descalabro: milhões de reais para uma instituição dizer que está prestando serviços para ela mesma. Uma das coisas mais absurdas que já vi. E olha que a gestão Nunes já está cheia de irregularidades absurdas”, disparou Bonduki na postagem. A primeira das notas fiscais do ICB O elo entre o wi-fi de SP e o cinema bolsonarista Para compreender o tamanho do escândalo, é preciso olhar para a teia corporativa operada por Karina Ferreira da Gama, personagem que se tornou o ponto de inflexão das investigações do Ministério Público de São Paulo (MPSP) e do Supremo Tribunal Federal (STF). Karina preside o Instituto Conhecer Brasil (ICB), uma associação privada que, apesar de não possuir qualquer histórico consolidado ou corpo técnico no mercado de telecomunicações, faturou um contrato emergencial de R$ 108 milhões na Secretaria Municipal de Inovação e Tecnologia (SMIT) da gestão Ricardo Nunes — prefeito amplamente alinhado ao bolsonarismo e ao governador Tarcísio de Freitas. O objetivo era instalar 5 mil pontos de wi-fi gratuito na capital. O Tribunal de Contas do Município (TCM) chegou a apontar 20 graves irregularidades no edital, que ignorou a ampla concorrência. Mesmo entregando menos roteadores do que o previsto, a ONG recebeu aditivos suspeitos que inflaram os repasses da prefeitura para R$ 69 milhões. O que conecta o asfalto paulistano a Hollywood é que Karina Ferreira da Gama também é dona da produtora Go Up Entertainment. No Brasil, a Go Up funciona no mesmíssimo endereço físico do ICB, em um prédio de alto padrão na Avenida Paulista. Nos EUA, a filial Go Up Entertainment LLC é a produtora oficial responsável por rodar “Dark Horse”, a cinebiografia multimilionária de Jair Bolsonaro. A suspeita contundente dos investigadores é de que a estrutura pública de conectividade digital da maior metrópole da América Latina funcionou como uma espécie de base operacional e fluxo de caixa indireto para a produção do filme. O escândalo dos R$ 61 milhões e o cerco aos filhos de Bolsonaro A maquiagem contábil das notas fiscais emitidas para si própria surge no momento em que a engrenagem internacional de “Dark Horse” está sob forte bombardeio. O filme acabou se tornando o epicentro de um escândalo transnacional quando o site The Intercept Brasil revelou que o banqueiro Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master (atualmente preso sob a acusação de capitanear uma fraude bilionária de R$ 12 bilhões), injetou R$ 61 milhões na produção a pedido do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). A farsa de que a família Bolsonaro mantinha apenas um vínculo de “imagem” com o projeto ruiu de vez com a descoberta de contratos assinados digitalmente que apontam o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o deputado Mario Frias (PL-SP) como produtores-executivos e gestores financeiros diretos do orçamento da produção. Eduardo, inclusive, foi flagrado em mensagens interceptadas discutindo métodos complexos para enviar divisas para os EUA de forma fragmentada para evitar o radar das autoridades. Para fechar o triângulo do escândalo, Mario Frias ainda destinou R$ 2 milhões em emendas parlamentares federais justamente para o Instituto Conhecer Brasil de Karina, o que gerou a abertura de uma frente de investigação no STF sob a relatoria do ministro Flávio Dino por suposta triangulação ilícita de capitais. Com o cerco judicial se fechando e com as novas provas de autofaturamento apresentadas no front municipal por Nabil Bonduki, a tese de “prestação de serviços sociais” da ONG da Avenida Paulista desmorona a olhos vistos, deixando a gestão de Ricardo Nunes e o clã Bolsonaro sem respostas plausíveis para o labirinto de notas fiscais e milhões cruzados. Outro lado A reportagem da Fórum entrou em contato com a responsável pelo ICB, Karina Ferreira da Gama, para que ela explicasse o motivo das notas fiscais terem sido emitadas para o próprio CPF da ONG. Até o momento da publicação da matéria, Karina não havia retornado. O espaço segue aberto para que ela se manifeste. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalMDB Movimento Democrático BrasileiroMP-SPPL Partido LiberalPrefeitoPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTCM Tribunal de Contas do MunicípioVereador 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas 17/05/2026 Parlamentares de SP mandaram R$ 8 milhões em emendas a ONGs de filme 17/05/2026 ONG ligada a filme de Bolsonaro emitiu R$ 1,2 milhão em notas fiscais para ela mesma 16/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas Parlamentares de SP mandaram R$ 8 milhões em emendas a ONGs de filme ONG ligada a filme de Bolsonaro emitiu R$ 1,2 milhão em notas fiscais para ela mesma Empresa de administrador do fundo utilizado para captar recursos para filme sobre Bolsonaro comprou imóvel nos EUA CPMI
Defensoria pede multa ao Estado por atraso na implantação da DEAM em Petrópolis

Defensoria pede multa ao Estado por atraso na implantação da DEAM em Petrópolis Órgão afirma que governo descumpriu decisão judicial que determinava apresentação de plano para instalação da delegacia especializada em até 30 dias. Por Prisicila Torquato | g1 16/05/2026 Defensoria Pública da cidade de Petrópolis — Foto: Divulgação Petrópolis – A Defensoria Pública do Estado do Rio de Janeiro pediu à Justiça a aplicação de multa contra o Estado por descumprimento de uma decisão judicial que determinava a apresentação de um plano para implantação da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM) em Petrópolis. O pedido foi protocolado nesta quinta-feira (14). Segundo a Defensoria, o Estado foi intimado da decisão em 5 de março de 2026 e tinha um prazo considerado “improrrogável” de 30 dias para apresentar um cronograma detalhado da instalação da unidade, incluindo definição do imóvel, obras, equipe e equipamentos necessários. No documento, os defensores afirmam que, passados 70 dias da notificação, o governo estadual ainda não apresentou o plano exigido pela Justiça. A Defensoria sustenta que houve “omissão administrativa” e pede o reconhecimento formal do descumprimento da ordem judicial. O órgão também solicita a execução imediata da multa já prevista na decisão, no valor de R$ 30 mil, além da aplicação de uma nova multa diária de R$ 10 mil até que o plano seja apresentado. Na ação, a Defensoria cita que Petrópolis ocupa a nona posição no ranking estadual de violência doméstica e argumenta que a ausência de uma delegacia especializada representa uma “deficiência grave” na proteção às mulheres vítimas de violência. O documento também menciona que o Estado pediu mais 90 dias para elaborar o plano, alegando dificuldades administrativas e operacionais. A Defensoria, no entanto, afirma que a criação da DEAM já estava autorizada desde 2022 por lei estadual e que o governo teve tempo suficiente para se organizar. Além das multas, a Defensoria pediu a realização de uma audiência especial com representantes do Governo do Estado e da Prefeitura de Petrópolis para discutir medidas práticas que viabilizem a implantação da delegacia até agosto de 2026, prazo definido pela Justiça para o funcionamento da unidade 24 horas por dia. A Polícia Civil informou sua posição em nota (veja abaixo). Nota Polícia Civil A 105ª DP (Petrópolis) conta com um Núcleo Integrado de Atendimento à Mulher (Niam). A unidade está reforçada com policiais civis capacitados para o atendimento especializado às vítimas, além de instalações próprias para isso. Essa iniciativa supre a demanda no município, como também ocorre em outras cidades do estado onde há Niams. Além disso, neste mês, foi inaugurada a Deam Digital, décima sexta delegacia da mulher no estado. A unidade, que tem atendimento remoto, abrange todos os municípios do Rio de Janeiro, incluindo Petrópolis. Notícia anteriorPróxima notícia Petrópolis RJPolícia CivilRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) 19/05/2026 Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Empresa de administrador do fundo utilizado para captar recursos para filme sobre Bolsonaro comprou imóvel nos EUA

Empresa de administrador do fundo utilizado para captar recursos para filme sobre Bolsonaro comprou imóvel nos EUA Escritório de advocacia de Calixto nos EUA também consta como agente registrado de fundo que recebeu US$ 2 milhões do banqueiro Daniel Vorcaro para financiar filme sobre Jair Bolsonaro Por Luísa Marzullo e Sarah Teófilo | O Globo 16/05/2026 Imóvel adquirido no Texas — Foto: Google Brasília – Um fundo ligado ao advogado Paulo Calixto, aliado do ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro, comprou em fevereiro uma casa em Arlington, no Texas, região onde vive o parlamentar cassado. A operação foi feita pela Mercury Legacy Trust, fundo que detém a propriedade do imóvel anunciado à época por US$ 753.500 (R$ 3,8 milhões). O escritório de advocacia de Calixto nos EUA também consta como agente registrado do fundo Havengate Development Fund LP, que recebeu US$ 2 milhões (R$ 11,3 milhões) do banqueiro Daniel Vorcaro com o objetivo de financiar o filme Dark Horse (“O Azarão”), uma cinebiografia do ex-presidente Jair Bolsonaro. A informação sobre a compra do imóvel foi divulgada pela Folha de S. Paulo e confirmada pelo GLOBO. Tanto o Mercury quanto o Havengate ficam no mesmo endereço, em Dallas, onde também está sediado o escritório utilizado por Calixto e cedido a Eduardo Bolsonaro para realizar reuniões políticas. Os documentos da empresa e do fundo não mostram se há relação financeira da empresa com o fundo Havengate Development Fund LP. A operação de compra da casa foi assinada por André Porciúncula, que foi secretário de Fomento à Cultura no governo Bolsonaro. Ele atuou como representante da Mercury, estrutura jurídica usada nos Estados Unidos para administração patrimonial. A escritura do imóvel mostra que a compra da casa foi efetivada em 27 de fevereiro. O documento aponta que a residência fica localizada em Arlington, município da região metropolitana de Dallas que se tornou base de Eduardo Bolsonaro nos Estados Unidos. Procurados, Paulo Calixto, Eduardo e André Porciúncula não responderam até a publicação desta reportagem. As transações realizadas por Calixto devem entrar na mira da Polícia Federal, que vai investigar se o banqueiro Daniel Vorcaro, a pedido de Flávio Bolsonaro, destinou recursos para financiar a investida de Eduardo Bolsonaro contra o Supremo Tribunal Federal nos Estados Unidos. Eduardo e Flávio Bolsonaro enfrentam uma crise depois que foi revelado pelo site Intercept Brasil áudios nos quais o senador pede dinheiro a Vorcaro, dono do Banco Master preso por suspeita de uma fraude financeira bilionária, para a produção do filme. Documentos obtidos pelo GLOBO mostram que Calixto manteve por décadas residência em Arlington. Ele e a esposa, Ana Calixto, compraram uma casa na cidade ainda em 1998, por meio de financiamento imobiliário. Em 2016, o casal registrou formalmente o imóvel como residência principal perante o condado de Tarrant. A propriedade foi posteriormente usada como garantia em uma operação financeira em que um imóvel é usado como garantia para obter crédito junto à Quicken Loans. Em agosto de 2025, o financiamento vinculado ao imóvel foi quitado e, dias depois, Calixto vendeu a casa para a empresa Keyheart LLC. Os documentos obtidos não mostram vínculo societário formal entre a Mercury Legacy Trust e o Havengate Development Fund LP. Nas redes sociais, Eduardo Bolsonaro negou ter sido beneficiado por recursos. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas 17/05/2026 Empresa de administrador do fundo utilizado para captar recursos para filme sobre Bolsonaro comprou imóvel nos EUA 16/05/2026 PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ 15/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas Empresa de administrador do fundo utilizado para captar recursos para filme sobre Bolsonaro comprou imóvel nos EUA PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ ‘Aparelho bomba’ e ‘bombinha’: alvos de operação usavam celular em nome de mortos para dificultar rastreio, diz PF ‘Cooptação integral do estado’: Castro atuou para ‘blindar’ Refit e favorecer esquemas de Magro, diz PF Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
CPMI do Dark Horse é protocolada para investigar esquema de Vorcaro com Bolsonaro

CPMI do Dark Horse é protocolada para investigar esquema de Vorcaro com Bolsonaro Deputado Rogério Correia (PT-MG) apresentou requerimento para criação de comissão mista que apurará financiamento de filme Por Yuri Ferreira | Fórum 16/05/2026 Senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) – Foto: Carlos Moura/Agência Senado O deputado federal Rogério Correia (PT-MG) protocolou nesta semana, no Congresso Nacional, o requerimento para criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) com o objetivo de investigar o financiamento e a produção do filme “Dark Horse“, voltado à narrativa biográfica do ex-presidente Jair Bolsonaro. A proposta conta com o apoio de outros parlamentares e está à disposição para assinaturas. A investigação proposta abrange a apuração de eventual utilização de recursos de origem ilícita atribuída ao empresário Daniel Vorcaro, controlador do Banco Master, bem como o possível emprego de recursos públicos, incluindo emendas parlamentares. O requerimento cita a reportagem do The Intercept Brasil que revelou áudios de Flávio Bolsonaro cobrando recursos do dono do Banco Master, que enviou mais de R$ 61 milhões para a produção do filme. A gravidade do caso, aponta o texto, amplia-se diante da contradição pública entre as declarações do senador — que reconhece as negociações e aportes — e a versão da produtora GOUP Entertainment, que teria negado o recebimento dos valores divulgados. A CPMI proposta será composta por 15 deputados federais e 15 senadores, com igual número de suplentes, respeitando a proporcionalidade partidária. O prazo para os trabalhos é de 180 dias, com despesas orçadas em R$ 200 mil. O requerimento menciona ainda que a produção já teria sido alvo de investigações no Supremo Tribunal Federal por supostos repasses irregulares de emendas parlamentares. Em declaração, o deputado Rogério Correia afirmou: “Está protocolada a CPMI, Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, para investigar o filme da vida de Jair Bolsonaro. Está na mesa do Congresso Nacional. Eu quero ver se Flávio Bolsonaro vai assinar. Ele que disse que foi tudo normal, que não há nenhum rolo, nenhum problema. Assine a CPMI e vamos investigar. Porque, realmente, debaixo desse angu, tem muito queijo”, disse. “A gente quer saber o valor real desse filme. 134 milhões de reais? Ninguém acredita. O irmão dele teve ou não teve acesso a esse dinheiro? Deputados e deputadas fizeram ou não fizeram emenda parlamentar para este fundo que finge ser um filme? O que foi lavagem de dinheiro? Como Vorcaro e Zettel, com dinheiro de aposentados, foram sustentar esse fundo bolsonarista? Tudo são perguntas que precisam ser respondidas”, completou Correia. “A CPMI ora proposta não possui qualquer finalidade de censura artística, controle ideológico ou limitação da liberdade de expressão”, ressalta o requerimento. O objeto da investigação, segundo o documento, é apurar a origem dos recursos, verificar a regularidade dos aportes financeiros, identificar eventuais beneficiários ocultos, examinar possível financiamento político irregular e investigar eventual utilização de produto cultural como mecanismo de abuso de poder econômico e propaganda eleitoral dissimulada. “Quero ver Flávio Bolsonaro, que não tem coragem de abrir o seu sigilo, ter a coragem de assinar a CPMI do filme de Jair Bolsonaro”, afirma. O que falta para implementar a CPMI Conforme o Regimento Comum do Congresso Nacional, após esse primeiro passo, o colegiado só é instalado após o cumprimento de quatro etapas principais. 1. Recolhimento de assinaturas O primeiro passo é o recolhimento de assinaturas de parlamentares para apoiar o requerimento de criação. Para uma CPMI, é necessário o apoio de pelo menos um terço dos membros da Câmara dos Deputados e um terço dos membros do Senado. Como a Câmara tem 513 deputados e o Senado 81 senadores, são necessárias, no mínimo, 171 assinaturas de deputados e 27 de senadores. 2. Protocolo e leitura em Plenário Após atingido o número mínimo de assinaturas, o requerimento é protocolado na Mesa do Congresso Nacional. Em seguida, o presidente do Congresso Nacional (que é o presidente do Senado) faz a leitura da proposta em sessão conjunta do Congresso, oficializando o pedido. 3. Definição da composição A Mesa do Congresso Nacional calcula a proporcionalidade partidária para definir quantas vagas titulares e suplentes cada partido ou bloco parlamentar terá direito. Como a CPMI proposta é composta por 15 deputados e 15 senadores titulares, com igual número de suplentes, esses números são usados como base para o cálculo. 4. Indicação dos membros e instalação Após a definição das vagas, os líderes partidários indicam os nomes dos parlamentares que irão compor a CPMI. Com as indicações formalizadas, o presidente do Congresso Nacional convoca a primeira reunião da comissão, momento em que ela é oficialmente instalada. Nessa reunião, os membros elegem o presidente e o relator (um deputado e um senador, cargos que são divididos entre as duas Casas), e a CPMI tem até 180 dias para concluir os trabalhos. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCPMI Comissão Parlamentar Mista de InquéritoDeputado FederalPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas 17/05/2026 Empresa de administrador do fundo utilizado para captar recursos para filme sobre Bolsonaro comprou imóvel nos EUA 16/05/2026 CPMI do Dark Horse é protocolada para investigar esquema de Vorcaro com Bolsonaro 16/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas Empresa de administrador do fundo utilizado para captar recursos para filme sobre Bolsonaro comprou imóvel nos EUA CPMI do Dark Horse é protocolada para investigar esquema de Vorcaro com Bolsonaro Fundo de aliado de Eduardo que administrou dinheiro de filme comprou casa no estado em que deputado vive (ÁUDIO) PF apreende R$ 1,1 milhão em moeda estrangeira e 2 carros de luxo na casa de suspeito de operar propinas no RJ Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Sem registro na Ancine

Sem registro na Ancine ‘Dark Horse’: ‘produção hollywoodiana’ foi filmada no Brasil de modo irregular Por Cecília Olliveira | Intercept Brasil 16/05/2026 ‘Dark Horse’: ‘produção hollywoodiana’ foi filmada no Brasil de modo irregular O filme sobre a vida do ex-presidente Jair Bolsonaro, “Dark Horse”, foi rodado no Brasil pela produtora Go Up Entertainment Ltda. sem que nenhuma das obrigações legais exigidas pela Agência Nacional do Cinema, a Ancine, tenha sido cumprida. A empresa responsável pelo longa-metragem operou sem registro da produção, sem contratos apresentados, sem comprovação de vistos de trabalho para seu elenco majoritariamente estrangeiro e sem o pagamento de direitos trabalhistas devidos a parte da equipe brasileira. Reportagem exclusiva do Intercept Brasil revelou que o deputado federal cassado Eduardo Bolsonaro, do PL de São Paulo, assinou um contrato como produtor-executivo do filme e tinha poder sobre o dinheiro usado no projeto. Já o senador Flávio Bolsonaro, do PL do Rio de Janeiro, negociou repasses equivalentes a R$ 134 milhões para custear a produção do longa-metragem com o banqueiro Daniel Vorcaro – valor superior ao de muitos filmes ganhadores do Oscar. No entanto, funcionários contratados no Brasil reclamaram de condições degradantes no set, de terem sido enganados quanto à verdadeira natureza do filme e até de agressão física, como relatou Revista Fórum em dezembro de 2025. Em documento obtido pelo Intercept, a Ancine confirmou, em dezembro de 2025, que a Go Up jamais protocolou qualquer documentação em seus sistemas. Pela instrução normativa nº 79, de 2008, da agência reguladora, toda obra audiovisual estrangeira filmada no Brasil — com exceção daquelas de natureza jornalística — deve ser realizada sob responsabilidade de uma produtora brasileira registrada na agência. A produtora não é mera intermediária. Antes de qualquer câmera ser ligada no território brasileiro, ela precisa comunicar previamente a produção à Ancine, enviando quatro documentos obrigatórios: o contrato firmado com a empresa estrangeira com responsabilidades, remuneração e prazo; a tradução do contrato quando em outro idioma; o plano provisório de filmagem com datas e locais; e as cópias das folhas de identificação do passaporte de cada profissional estrangeiro envolvido. Só depois disso a Ancine emite o ofício que permite à representação diplomática conceder os vistos de trabalho adequados. Nada disso aconteceu com “Dark Horse”. Como não houve protocolo, análise ou tramitação de documentos por parte da produtora, não havia documentação a ser disponibilizada pela agência. Questionada, a Ancine afirmou, em nota enviada ao Intercept, que “as filmagens estrangeiras – obras e produções estrangeiras de produtoras estrangeiras – devem ser comunicadas” à agência. “Não existe tal obrigação na hipótese de obras brasileiras, ou mesmo estrangeiras, filmadas por produtoras brasileiras. No caso do filme em questão não houve qualquer comunicação ou autorização pela Ancine”, explica. A agência reguladora disse ainda que não houve pedido de registro para o lançamento comercial no Brasil e que, por isso, “não dispõe atualmente de informações sobre a produção, o financiamento ou os detalhes técnicos” de “Dark Horse”. A Ancine não sabe sequer se o filme pode ser classificado como obra brasileira ou estrangeira. O Intercept obteve com exclusividade o contrato de produção do longa, que é estrangeiro. A pergunta e a resposta que expõem tudo Em 9 de dezembro de 2025, foi protocolado na Ancine um pedido de acesso à informação questionando pontos específicos da legislação audiovisual sobre o filme “Dark Horse”. A solicitação pedia a íntegra da documentação enviada pela Go Up Entertainment para a autorização das filmagens. Citou a norma correta e descreveu com exatidão os documentos que deveriam existir. O Serviço de Informação ao Cidadão, ou SIC, encaminhou o pedido à Coordenação de Programas Internacionais de Cooperação e Intercâmbio — a unidade técnica responsável por fiscalizar exatamente esse tipo de produção. Dois dias depois, a unidade técnica respondeu: “Após consulta aos registros internos e aos sistemas administrativos desta Coordenação, verificou-se que não consta qualquer comunicação de filmagem estrangeira apresentada pela empresa GO UP ENTERTAINMENT LTDA referente ao projeto ‘THE DARK HORSE’”. A conclusão foi assinada pelo coordenador Daniel Toledo Piza Tonacci. Não houve protocolo, tampouco análise ou tramitação de qualquer documento. Em 12 de dezembro do ano passado, o SIC emitiu a resposta oficial. A decisão recebeu uma classificação técnica de “informação inexistente”, pois não havia documentos para apresentar porque a produção, do ponto de vista regulatório, nunca existiu. O prazo para recorrer abriu e fechou sem que ninguém se manifestasse. Em 29 de dezembro de 2025, o processo foi arquivado definitivamente. Calote aos trabalhadores Em 14 de janeiro deste ano, munido da confirmação oficial da Ancine, o Sindicato dos Trabalhadores na Indústria Cinematográfica e do Audiovisual dos Estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás, Tocantins e Distrito Federal, o Sindcine, protocolou denúncia formal, um pedido de informações e um requerimento de providências. De acordo com o sindicato, houve “notícia consistente de contratações sem formalização adequada e pagamentos sem os parâmetros mínimos de regularidade”. A Go Up Entertainment não havia cumprido as obrigações contratuais assumidas com técnicos cinematográficos brasileiros. A Ancine disse que “os processos de apuração estão em curso, observando os prazos e ritos normativos” e que notificou a Go Up. Notícia publicada pelo jornal O Globo em 14 de maio referenda as preocupações do sindicato. Ao menos 14 figurantes que trabalharam nas gravações de “Dark Horse” articulam ações judiciais contra a produção. Eles afirmam ter enfrentado condições degradantes no set, incluindo episódios de agressão, restrições ao uso de celular e banheiro e falta de informação prévia sobre o conteúdo político da obra. Os figurantes disseram ainda que só descobriram o tema do longa durante as filmagens. O mesmo não aconteceu com profissionais em cargos mais altos. De acordo com fontes ouvidas pelo Intercept, ao saberem o teor do filme, muitos profissionais declinaram a proposta e isso inflacionou a produção. Para conseguir contratar esses profissionais, precisaram pagar bem mais que o valor de mercado. Com vergonha de participar, muitos não quiseram se identificar. Eles assinam a obra com nomes fictícios. As denúncias coincidem com relatos recebidos pelo Sindicato dos Artistas e Técnicos em Espetáculos de Diversões do Estado de São Paulo, o
Fundo de aliado de Eduardo que administrou dinheiro de filme comprou casa no estado em que deputado vive (ÁUDIO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha OUTRO LADO: Ex-parlamentar e advogado não respondem; André Porciúncula diz que imóvel não tem ‘nenhuma relação’ com ele PF suspeita que recursos de Daniel Vorcaro para o longa sustentaram estadia de filho de Jair Bolsonaro no Texas (EUA) Por Mônica Bergamo e Isabella Menon | Folha de S.Paulo 16/05/2026 O ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP), em evento conservador nos EUA – Callaghan O’Hare – 27.mar.26/Reuters São Paulo e Washington – Um fundo ligado a Paulo Calixto, advogado de Eduardo Bolsonaro nos EUA, comprou em fevereiro uma casa em Arlington, no Texas, estado americano onde vive o ex-deputado federal. O Mercury Legacy Trust, que adquiriu o imóvel por R$ 3,6 milhões, é um fundo privado de gestão de patrimônio, instrumento comum nos Estados Unidos para deter bens em nome de terceiros. Calixto também é o administrador do Havengate Development Fund, que recebeu uma parte dos R$ 61 milhões do ex-banqueiro Daniel Vorcaro em 2025 a pedido de Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O senador dizia que os recursos seriam investidos no filme “Dark Horse”, sobre a vida de seu pai, Jair Bolsonaro. A Polícia Federal investiga o destino dos recursos repassados ao Havengate pelo dono do Banco Master por suspeitar que parte deles foi transferida, na verdade, para custear a estadia de Eduardo Bolsonaro nos EUA. A PF investiga se a estrutura financeira no Texas serviu para burlar bloqueios judiciais impostos pelo STF (Supremo Tribunal Federal) às contas de Eduardo Bolsonaro no Brasil. Além do Mercury Legacy Trust, André Porciuncula aparece nos documentos como um dos responsáveis pela entidade que comprou a casa do Texas. Porciuncula é apontado por aliados de Eduardo como uma espécie de representante operacional do ex-deputado nos Estados Unidos. Ex-PM, ele atuou no governo Bolsonaro como braço direito de Mario Frias, então secretário da Cultura e idealizador do filme sobre o ex-presidente. Nesta semana, Flávio Bolsonaro admitiu que pediu dinheiro a Vorcaro, mas negou que os valores sustentaram o irmão nos EUA. Uma reportagem publicada pelo site Intercept Brasil revelou que o pré-candidato à Presidência da República solicitou os recursos ao dono do Master dizendo que ele seria investido integralmente no filme. Os depósitos foram transferidos de fevereiro a maio de 2025. Parcelas atrasaram, e Flávio voltou a cobrá-lo em novembro, um dia antes de Vorcaro ser preso. A empresa usada pelo dono do Master para fazer as transferências foi a Entre Investimentos e Participações. Procurados, Eduardo Bolsonaro e Paulo Calixto não retornaram as chamadas da Folha. Ao atender a ligação, uma secretária afirmou que Calixto não vai falar com a imprensa e também não forneceu um contato dele. A reportagem conseguiu contato com André Porciuncula. Por meio de mensagens, ele afirmou que a residência adquirida pelo fundo Mercury não tem “nenhuma relação com Eduardo Bolsonaro” e nem com o banco Master”. “A casa não tem relação com nenhum dos dois”, afirmou. A reportagem questionou para quem a residência foi adquirida, e Porciuncula afirmou que “esta informação não é de interesse público”. Nas redes sociais, Eduardo negou que tenha sido beneficiado com o dinheiro de Vorcaro e disse que a suspeita da PF é “tola”. Disse que seu status migratório nos Estados Unidos não permitiria o recebimento de dinheiro de fundos de investimento e que, se isso tivesse ocorrido, as próprias autoridades americanas o teriam punido. Afirmou também que explicou a origem de todos os seus recursos às autoridades dos Estados Unidos no processo de imigração, sem nenhum problema. Sobre o advogado Paulo Calixto, Eduardo disse que ele não é um simples escritório de migração: tem mais de 40 anos de experiência, mestrado e doutorado, e atua há mais de uma década na gestão de patrimônio e fundos de investimento. A migração, segundo Eduardo, seria apenas um departamento do escritório, criado para atender clientes que precisam transferir capital e residência para onde investem. Em relação ao filme, afirmou que nem ele nem sua família são donos da produção — os donos seriam mais de uma dezena de investidores. Disse que apenas apresentou Calixto a Mário Frias, que procurava investidores, por conhecer a competência do advogado. Sobre o investimento ter sido feito nos Estados Unidos e não no Brasil, Eduardo argumentou que a produção foi americana, com elenco americano, e que nenhum investidor arriscaria apoiar no Brasil um filme sobre Jair Bolsonaro, pois seria “perseguido pelo regime e atrelado como financiador de golpe”. Por fim, questionou qual vantagem sua família poderia oferecer a qualquer investidor no período em que as negociações teriam ocorrido: com o pai preso, ele mesmo no exílio e o irmão ainda sem planos de candidatura, concluiu que as acusações não passam de “assassinato de reputação”. Paulo Calixto é advogado com mais de 20 anos de atuação nos Estados Unidos, especializado em ajudar clientes a estruturar patrimônio e a obter vistos e autorizações de imigração. É descrito como próximo a Eduardo Bolsonaro e participa diretamente dos processos de imigração ligados ao ex-deputado. Documentos societários mostram que ele controla uma série de empresas no Texas e na Flórida. Uma delas é a própria Havengate, que foi aberta em 2020, de acordo com documentos da Secretaria do Estado do Texas.https://www.youtube.com/watch?v=TNT1pQw60jU Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha PF apreende dinheiro dentro de livro falso Mendonça concede liminar, e Crivella fica apto a disputar eleição para o Senado no Rio Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
MPRJ ajuíza ação civil pública para que Petrópolis retome serviço de monitoramento urbano por câmeras

MPRJ ajuíza ação civil pública para que Petrópolis retome serviço de monitoramento urbano por câmeras O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis, ajuizou, nesta sexta-feira (15/05), ação civil pública, com pedido de tutela de urgência, em face do município de Petrópolis. Por MPRJ 15/05/2026 MPRJ ajuíza ação civil pública para que Petrópolis retome serviço de monitoramento urbano por câmeras O objetivo é obter, junto ao Juízo da 4ª Vara Cível da Comarca de Petrópolis, decisão determinando que a prefeitura conclua o procedimento licitatório destinado à contratação de sistema de monitoramento urbano por câmeras, observando-se todas as etapas previstas na Lei nº 14.133/2021, com a efetiva celebração do contrato administrativo e implantação do serviço. Requer ainda que a Justiça condene o réu a executar a manutenção contínua, adequada e ininterrupta do sistema de câmeras, em quantitativo e cobertura compatíveis com as necessidades da segurança pública, mobilidade e proteção e defesa civil da cidade. A ACP tem origem no Inquérito Civil n° 2481, instaurado para apurar a desativação do sistema municipal de monitoramento urbano. Aponta o MPRJ que, desde o ano de 2017, Petrópolis mantinha contrato com a empresa Emive – Patrulha 24 Horas Ltda. para a locação de sistema de câmeras. A ação ressalta que as câmeras de monitoramento foram instaladas em pontos estratégicos da cidade, auxiliando no controle do trânsito e na prevenção e repressão de delitos. O controle era feito a partir do Centro Integrado de Monitoramento e Operações de Petrópolis (CIMOP), instalado nas dependências da Secretaria Municipal de Defesa Civil. O monitoramento é vital pois permite também a verificação, em tempo real, das inundações, comuns na cidade serrana, cumprindo, assim, um importantíssimo papel na prevenção de danos materiais e à vida e integridade das pessoas, já que possibilitam a emissão de alertas mais precisos à população e auxiliam na tomada de decisão pelos gestores quanto à interdição de vias e outras medidas preventivas necessárias. Mais recentemente, o município vinha adotando, inclusive, a salutar medida de disponibilizar à população o acesso às imagens das câmeras quando há ameaça ou ocorrência de chuvas fortes, permitindo aos cidadãos maior garantia de autocuidado e autoproteção. No entanto, a cidade foi surpreendida, em fevereiro deste ano, com a notícia de que as câmeras de segurança que, na verdade, necessitavam de modernização, foram desligadas e retiradas pelo fornecedor, devido à não renovação do contrato, que já havia passado por termo aditivo. Para agravar a situação. o desligamento ocorreu em período crítico de chuvas intensas, com elevação perigosa dos acumulados pluviométricos. Em resposta, e já com atraso fruto da falta de planejamento, a administração municipal lançou mão de um processo de contratação de nova empresa, em suposto caráter emergencial, sem a realização de licitação. Em virtude das informações fornecidas ela prefeitura, foi realizada reunião da Promotoria com a Secretaria de Segurança e Ordem Pública (SSOP), a CPTrans e a Defesa Civil, ocasião em que foi esclarecido pelo secretário responsável pela primeira pasta que o termo de referência para subsidiar a contratação estava em elaboração e que existiam dois procedimentos em curso: um para a contratação emergencial e outro para a licitação do sistema de monitoramento por câmeras. Mas, na prática, apesar de a SSOP afirme reiteradamente que a contratação é sua prioridade absoluta, fato é que os procedimentos para tal medida caminham a passos lentos e sem efetividade, deixando, até os dias atuais, a população local desassistida do relevante serviço – fator que resultou no ajuizamento da ação judicial. Processo nº: 3003131-87.2026.8.19.0042 Notícia anteriorPróxima notícia Defesa CivilMP-RJPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan 28/05/2026 ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos 28/05/2026 Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo 27/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Liquidação do BRB geraria rombo de R$ 17 bilhões no FGC, diz Durigan ‘Experiência incrível’, disse Castro a Vorcaro após jantar de R$ 60 mil em NY; veja diálogos Cobertura onde Cláudio Castro mora pertence a empresa ligada a ex-secretário do governo MPE obtém cassação de prefeito e vice-prefeita de Seropédica por abuso de poder Morador de cobertura de R$ 5,6 milhões, Castro declarou não ter bens ao entrar na política