Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro

Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Agência do ex-policial Marcello Lopes, o Marcelão, abocanhou mais de R$ 70 milhões com o governo Bolsonaro. Ele foi recebido na Secom em fevereiro de 2022, no mesmo dia em Flávio Bolsonaro se reuniu com a comunicação no Planalto. Por Plínio Teodoro | Fórum 19/05/2026 Flávio Bolsonaro e Marcello Lopes de Oliveira, o Marcelão (Lula Marques ABr / Arquivo pessoal) Desaparecido do cenário político após ter sido um dos infiltrados pelo grupo do doleiro Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira, no governo Agnello Queiroz, no Distrito Federal, nos idos de 2012, o ex-policial civil Marcello Lopes de Oliveira, o Marcelão, voltou a emergir no governo Jair Bolsonaro (PL), onde levou contratos milionários, e agora atua como publicitário e um dos principais homens da campanha Flávio Bolsonaro (PL-RJ). Marcelão se mantém como marqueteiro de Flávio Bolsonaro mesmo após a revelação de que recebeu R$ 650 mil do banqueiro Daniel Vorcaro em 13 de dezembro passado, para atuar no chamado “Projeto DV”, uma ofensiva orquestrada, técnica e difamatória de ataques contra o Banco Central (BC) e seus servidores de carreira. Segundo informações divulgadas por Malu Gaspar, n’O Globo, e confirmadas pela Fórum, a Agência Calix, fundada pelo ex-policial, faturou dois contratos na gestão Bolsonaro que somam R$ 70 milhões. Criada em 2003, a Cálix não tinha nenhum contrato com o governo federal até o governo Bolsonaro. O primeiro contrato, de R$ 55 milhões, foi firmado em dezembro de 2021 com o Ministério do Desenvolvimento Regional, comandado à época por Rogério Marinho (PL-RN), senador e atual coordenador da pré-campanha de Flávio Bolsonaro. Em maio de 2022, a Cálix venceu um contrato no Ministério da Infraestrutura no valor de R$ 14,9 milhões. Os dois contratos ainda estão em vigência. No entanto, no governo Lula, o valor do primeiro contrato foi baixado para R$ 14,9 milhões, segundo a jornalista. Mais de R$ 90 milhões Segundo apurado pela Fórum no Portal Transparência do governo federal, a Cálix, agência de Marcelão, faturou mais de R$ 90 milhões durante o governo Jair Bolsonaro. Amigo e frequentador da mesma igreja de Flávio Bolsonaro, o ex-policial tinha portas abertas na Secretária de Comunicação (Secom) do governo do ex-presidente. Em de fevereiro de 2022, Marcello Lopes foi recebido Anderson Vilela, Secretário Especial Adjunto da Secom, às 11h. Na agenda anterior da Secom, às 10h, conta o nome de Flávio Bolsonaro para encontro no “Palácio Planalto 2º andar sala 207”. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BCPL Partido LiberalPolícia CivilPresidente da RepúblicaSenador Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 19/05/2026 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas 17/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas Parlamentares de SP mandaram R$ 8 milhões em emendas a ONGs de filme ONG ligada a filme de Bolsonaro emitiu R$ 1,2 milhão em notas fiscais para ela mesma Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master

Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Enquanto o senador negociava financiamento para filme sobre Jair Bolsonaro com Daniel Vorcaro, Banco Master recebia mais de R$ 1,2 bilhão em investimentos do governo de Cláudio Castro (PL); Flávio nega relação entre os fatos. Por Octavio Guedes e Marcelo Gomes | g1 19/05/2026 Flávio Bolsonaro e Cláudio Castro em evento no Rio — Foto: Betinho Casas Novas/TV Globo O valor pedido pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) ao banqueiro Daniel Vorcaro para o filme de Jair Bolsonaro, R$ 134 milhões, corresponde a 11% do total investido no Master, através do Rioprevidência e do Companhia Estadual de Águas e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae), pelo então governo do PL do Rio de Janeiro, liderado por Cláudio Castro. Segundo Flávio contou em entrevista a Globonews, ele foi apresentado a Vorcaro em dezembro de 2024, quando começaram as negociações para o suposto financiamento do filme biográfico de Bolsonaro. O Rioprevidência, que administra dinheiro para pagar pensões e aposentadorias dos servidores públicos estaduais, já havia investido R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Master, em nove aplicações realizadas entre novembro de 2023 e julho de 2024. Por serem investimentos de médio e longo prazo sem possibilidade de resgate antecipado, e não terem cobertura do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), as Letras Financeiras são consideradas aplicações de alto risco por especialistas. Também em dezembro de 2024, a Cedae tinha R$ 231,6 milhões investidos em CDBs do banco de Daniel Vorcaro. Não há qualquer indício de que os investimentos do governo do Rio no Master tenham relação com o pedido de financiamento da cinebiografia ou que tenha sido uma contrapartida. O próprio Flávio Bolsonaro, em entrevista à Globonews, repudiou o que chamou de ilação entre os dois fatos. Mas a cronologia derruba a versão de Flávio de que a negociação entre ele e Vorcaro tratava-se apenas de dinheiro privado. Àquela altura, o banco Master ganhava sobrevida graças a recursos públicos. O governo Cláudio Castro (PL), aliado histórico de Flávio Bolsonaro, foi o maior investidor entre os entes públicos da federação. O banco de Vorcaro ainda teve recursos vindos de outros institutos públicos de previdência, como o do Amapá, que investiu R$ 400 milhões no Master, além do dinheiro publico envolvido nas transações com o Banco de Brasília. O ex-presidente do Rioprevidência Deivis Marcon Antunes disse, em depoimento à Polícia Federal (PF), que a proposta para o investimento de R$ 970 milhões em Letras Financeiras do Banco Master foi feita pelo então diretor de investimentos da autarquia, Euchério Lerner Rodrigues. Fontes do PL atributem a indicação de Deivis ao presidente do União Brasil, Antonio Rueda. Notícia anteriorPróxima notícia Banco de Brasília BRBBanco MasterCedaeGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaRioPrevidênciaSenadorUnião Brasil Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 19/05/2026 Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Líder do PDT assina contra fim imediato da escala 6×1 e racha partido Vorcaro volta para cela comum: hipótese mais provável é que delação não foi aceita Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Líder do PDT assina contra fim imediato da escala 6×1 e racha partido

Líder do PDT assina contra fim imediato da escala 6×1 e racha partido Parlamentar passou a ser cobrado nas redes por apoiar transição que empurra mudança para 2036 Por Raony Salvador | Fórum 18/05/2026 Mário Heringer (PDT-MG) | Foto: Wikimedia commons O líder do PDT na Câmara, Mário Heringer (MG), entrou no centro da crise em torno da PEC do fim da escala 6×1. O parlamentar assinou a emenda que pode adiar por dez anos a redução da jornada de trabalho e, desde então, passou a ser cobrado nas redes sociais por militantes e apoiadores do próprio campo trabalhista. A pressão abriu um racha na base do partido. De um lado, setores do PDT defendem a redução da jornada como uma pauta histórica ligada aos direitos dos trabalhadores. De outro, Heringer tem sustentado que a mudança precisa ser acompanhada de compensações para evitar impacto sobre pequenos e médios empresários. Antes da emenda, o deputado já havia criticado a pressa para votar o tema. Em entrevista à BandNews TV, ele afirmou ser favorável à redução da jornada sem corte salarial, mas classificou a pressão pela aprovação rápida como “eleitoreira” e disse que a mudança poderia “criar problemas” se não houvesse compensação. O votos polêmicos de Heringer não são novidade. O deputado já votou a favor da admissibilidade do impeachment de Dilma Rousseff e também apoiou a PEC do Teto de Gastos de Temer, além assinar a PEC do semipresidencialismo. O parlamentar, no entanto, não aparece entre os signatários confirmados da PEC 8/2025, de Erika Hilton, pelo fim da escala 6×1. Emenda pode jogar mudança para 2036 A emenda foi apresentada pelo deputado Tião Medeiros (PP-PR) à PEC 221/2019, que trata da redução da jornada de trabalho. O texto tem o apoio de 171 deputados e prevê que a mudança constitucional só entre em vigor dez anos após sua publicação. Na prática, se aprovada nesses termos, a redução da jornada ficaria para 2036. A proposta também abre brecha para manter jornadas de até 44 horas semanais em atividades consideradas essenciais, que ainda teriam de ser definidas por lei complementar. O texto altera o artigo 7º da Constituição para estabelecer jornada normal de até oito horas diárias e 40 horas semanais, mas cria exceções. Com isso, setores classificados como essenciais poderiam ficar fora da regra geral. A PEC 221/2019 foi apresentada por Reginaldo Lopes (PT-MG) e propõe reduzir a jornada para 36 horas semanais. A ela foi apensada a PEC 8/2025, de Erika Hilton (PSOL-SP), que trata da semana de quatro dias de trabalho. A comissão especial que analisa o tema é presidida por Alencar Santana (PT-SP) e tem Leo Prates (Republicanos-BA) como relator. A expectativa é que o relatório seja votado na comissão antes de seguir para o plenário da Câmara. O embate ocorre em torno de uma pauta com forte apelo popular. A proposta do fim da escala 6×1 ganhou força nas redes e entre movimentos trabalhistas por atingir diretamente a rotina de milhões de brasileiros submetidos a jornadas com apenas um dia de descanso semanal. Se a emenda assinada por Heringer e outros parlamentares avançar, a principal consequência será esvaziar o efeito imediato da proposta. A mudança continuaria no papel, mas só começaria a valer depois de uma década e ainda dependeria de nova regulamentação. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarPDT Partido Democrático TrabalhistaPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPP ProgressistasPSOLPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanos Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 19/05/2026 Líder do PDT assina contra fim imediato da escala 6×1 e racha partido 18/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Líder do PDT assina contra fim imediato da escala 6×1 e racha partido Vorcaro volta para cela comum: hipótese mais provável é que delação não foi aceita Deputados de PL e PT em SP destinaram mais de R$ 700 mil a entidades ligadas à produtora de filme sobre Bolsonaro Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Vorcaro volta para cela comum: hipótese mais provável é que delação não foi aceita

Vorcaro volta para cela comum: hipótese mais provável é que delação não foi aceita Ministro André Mendonça, do STF, deferiu pedido da Polícia Federal para mudança de cela do dono do Banco Master Por Marcelo Hailer | Fórum 18/05/2026 Vorcaro – Daniel Vorcaro (Foto: Secretaria da Administração Penitenciária-SP) O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendeu a um pedido da Polícia Federal (PF) e autorizou a transferência de Daniel Vorcaro para uma cela comum, onde o banqueiro ficará submetido às regras internas. Antes, Vorcaro estava custodiado na Superintendência da Polícia Federal de Brasília, na mesma cela em que ficou o ex-presidente Jair Bolsonaro, e isso lhe conferia algumas regalias, entre elas as visitas de advogados, que ocorriam diariamente entre as 9h e as 17h. Na cela comum, as visitas ficam limitadas a duas por dia, com duração de 30 minutos. O argumento da PF enviado ao ministro Mendonça é que as condições dele na prisão na Superintendência afetavam a rotina do local. Além disso, como a defesa de Vorcaro já entregou a proposta de colaboração, a Polícia Federal decidiu aplicar as regras usadas para os demais custodiados e colocá-lo em carceragem comum. Mas, para além da alegação burocrática da PF, a transferência de Vorcaro para cela comum pode conter outros significados, entre eles o de que a delação do banqueiro não tenha avançado como se esperava. Em casos de colaboração premiada considerada sensível, robusta ou em fase ativa de negociação, é comum que o preso receba algum tipo de tratamento cautelar diferenciado, seja por razões de segurança, preservação da investigação ou restrição de contato com outros detentos. Por isso, a ida para uma cela comum pode indicar que não houve homologação imediata da delação, que as negociações fracassaram ou que Vorcaro deixou de ter status de preso colaborador. Também não se pode descartar que a transferência tenha relação apenas com uma decisão administrativa do sistema prisional, sem vínculo direto com eventual delação. Ainda assim, o movimento chama atenção: se existisse uma colaboração premiada já aceita, relevante e considerada sensível pelas autoridades, o caminho esperado seria o de maior proteção e isolamento, e não o retorno à convivência comum. Nesse contexto, a mudança de cela abre uma nova camada de dúvidas sobre o real estágio das negociações de Vorcaro com as autoridades e sobre o alcance das informações que ele poderia entregar. Delação de Vorcaro esfria após escândalo com Flávio Bolsonaro A tentativa do proprietário do Banco Master, Daniel Vorcaro, de firmar um acordo de colaboração premiada com as autoridades encontra obstáculos crescentes. Investigadores da Polícia Federal e da Procuradoria-Geral da República avaliam que as informações apresentadas até agora pelo banqueiro são insuficientes para justificar benefícios processuais, segundo reportagem de O Globo. A primeira proposta formal encaminhada pela defesa de Vorcaro, protocolada em 5 de maio, foi recebida com ceticismo. O entendimento dos investigadores é que o conteúdo extraído de dispositivos móveis do banqueiro, do cunhado Fabiano Zettel e do ex-operador Phillipi Mourão, alcunhado de Sicário, contém volume de informações superior ao que foi apresentado nas negociações. Entre os pontos ausentes da proposta inicial estaria o suposto pagamento mensal ao senador Ciro Nogueira (PP-PI), que teria chegado a R$ 500 mil. A PF descreve o parlamentar como “destinatário central” de benefícios financeiros atribuídos ao banqueiro, incluindo o uso de imóvel em São Paulo e o financiamento de viagens internacionais com hospedagens, refeições e voos em aeronaves privadas. A defesa de Vorcaro não se manifestou sobre o caso. A defesa de Ciro Nogueira declarou que “repudia qualquer ilação de ilicitude sobre suas condutas, especialmente em sua atuação parlamentar.” Também ausentes da proposta inicial seriam conversas entre Vorcaro e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) sobre o possível financiamento de um filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro, em projeto estimado em R$ 134 milhões, conforme revelação do Intercept Brasil. Flávio Bolsonaro confirmou os contatos com o banqueiro, mas negou qualquer irregularidade. A pressão sobre Vorcaro se intensificou com a prisão de seu pai, Henrique Vorcaro, apontado pela PF como operador financeiro de um grupo identificado como “Turma”, descrito como braço armado da organização criminosa investigada. Segundo os investigadores, uma conta bancária em nome do pai teria sido usada para ocultar R$ 2,2 bilhões de credores e vítimas de fraudes. A defesa de Henrique Vorcaro classificou a prisão de “grave” e “desnecessária.” Além disso, a PF solicitou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, o retorno de Daniel Vorcaro ao presídio federal de segurança máxima, revertendo transferência anterior para instalações da Superintendência da PF em Brasília. Enquanto isso, outros investigados avançam em negociações próprias. O ex-presidente do Banco de Brasília (BRB), Paulo Henrique Costa, preso sob suspeita de negociar propina de R$ 146 milhões em imóveis para favorecer operações com o Master, tenta assinar acordo de confidencialidade em breve, com previsão de entrega dos anexos da delação em junho. Investigadores esperam que Costa detalhe o fluxo financeiro das operações no Brasil e no exterior, além de identificar agentes públicos envolvidos. As apurações apontam para uma transação de R$ 12,2 bilhões entre o BRB e o Master realizada, segundo a PF, por “pura camaradagem” como forma de “abafar a fiscalização” do Banco Central. Notícia anteriorPróxima notícia Banco Central BCBanco de Brasília BRBBanco MasterPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 19/05/2026 Vorcaro volta para cela comum: hipótese mais provável é que delação não foi aceita 18/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Vorcaro volta para cela comum: hipótese mais provável é que delação
Quase 40 funcionários da Secretaria de Fazenda do RJ são exonerados após operação da PF por suspeita de fraude na Refit

Quase 40 funcionários da Secretaria de Fazenda do RJ são exonerados após operação da PF por suspeita de fraude na Refit Servidores investigados pela PF também serão alvo de processos administrativos. Polícia apura esquema para beneficiar grupo econômico ligado à refinaria de Manguinhos. Por Gabriel Barreira | g1 18/05/2026 Ricardo Magro — Foto: Fantástico/ TV Globo Quase 40 funcionários da Secretaria Estadual de Fazenda do Rio foram exonerados nesta segunda-feira (18). As mudanças acontecem dias depois da operação da Polícia Federal que investiga um suposto esquema de favorecimento ao grupo econômico ligado à Refit, a refinaria de Manguinhos. Os servidores estão na mira da PF desde a semana passada, quando foram alvo de mandados de busca e apreensão. Agora, também serão investigados pela própria Secretaria de Fazenda. Entre os investigados estão o ex-secretário estadual de Fazenda, Juliano Pasqual, o ex-subsecretário de Receita, Adilson Zegur, e o superintendente de Fiscalização e Inteligência Fiscal, José Eduardo Lopes Teixeira Filho. Segundo a Secretaria de Fazenda, eles vão responder a processos administrativos disciplinares. A determinação é do atual secretário da pasta, Guilherme Mercês. O secretário também determinou a abertura de uma correição extraordinária na Auditoria Fiscal Especializada de Petróleo e Combustíveis para apurar possíveis irregularidades na concessão de incentivos fiscais à Refit. A investigação da PF aponta a existência de uma organização criminosa estruturada para favorecer interesses do grupo econômico ligado à refinaria, com atuação coordenada de agentes públicos da secretaria. Segundo a polícia, empresas ligadas à Refit teriam recebido facilitação em processos administrativos e fiscais, enquanto concorrentes do setor de combustíveis enfrentariam obstáculos criados dentro da estrutura da pasta. A PF afirma ainda que Adilson Zegur e José Eduardo Lopes Teixeira Filho aparecem em conversas com Álvaro Barcha, identificado pelos investigadores como operador financeiro e intermediário de propinas do grupo. De acordo com a investigação, os contatos dos servidores no celular de Álvaro estavam salvos como “Adilson Pix” e “Lopes Pix”, o que, segundo a PF, pode indicar fluxo de dinheiro entre os envolvidos. O atual secretário da Fazenda determinou ainda o cancelamento de todos os acessos de Adilson Zegur e José Eduardo Lopes aos sistemas internos e bancos de dados da secretaria. Além disso, foram exonerados quase 40 funcionários que ocupavam cargos de comando em superintendências, auditorias fiscais especializadas e regionais. A Polícia Federal suspeita que Ricardo Magro tinha influência direta sobre a gestão da Secretaria de Fazenda, corrompendo agentes públicos para atuar em benefício da refinaria. Parte das denúncias sobre o esquema também chegou à Polícia Civil. Para a PF, isso indica que os vínculos da organização criminosa se estendiam a outras instituições públicas. Na semana passada, durante a operação, agentes encontraram cerca de R$ 500 mil em dinheiro vivo na casa do policial civil Maxwell Moraes Fernandes. O dinheiro estava guardado em caixas de sapato. Em uma delas, havia a mensagem: “O que é bom a gente guarda”. Segundo a PF, Maxwell havia sido designado para investigar uma denúncia sobre a atuação da Refit na Secretaria de Fazenda. O documento, de janeiro do ano passado, apontava que o esquema liderado por Ricardo Magro teria braços dentro da pasta, incluindo o então subsecretário Adilson Zegur. A denúncia afirmava que Zegur e outro servidor receberiam R$ 300 mil por mês para impedir a entrada de concorrentes da Refit no mercado de combustíveis. Ainda de acordo com a PF, apesar das suspeitas, Adilson Zegur foi ouvido apenas como testemunha por Maxwell. A corporação afirma que, diante da “precariedade” da apuração conduzida pelo policial e do possível vínculo dele com Álvaro Barcha, a investigação acabou arquivada. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Federal PF Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 Turp demite rodoviários durante greve que afeta 93 linhas em Petrópolis 19/05/2026 ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ Turp demite rodoviários durante greve que afeta 93 linhas em Petrópolis ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Deputados de PL e PT em SP destinaram mais de R$ 700 mil a entidades ligadas à produtora de filme sobre Bolsonaro

Deputados de PL e PT em SP destinaram mais de R$ 700 mil a entidades ligadas à produtora de filme sobre Bolsonaro Indicações de emendas parlamentares aconteceram entre 2023 e 2026 por deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp). O filme ‘Dark Horse’ é uma cinebiografia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Por GloboNews e g1 SP 18/05/2026 Detalhe do cartaz de Dark Horse, filme sobre Jair Bolsonaro com o ator Jim Caviezel. — Foto: Divulgação via BBC São Paulo – Deputados da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp) destinaram R$ 703 mil em emendas parlamentares para empresas e entidades ligadas à produtora do filme “Dark Horse”, sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro. Ao menos quatro deputados estaduais, sendo três do PL e um do PT, indicaram recursos para projetos ligados à cultura e ao esporte que beneficiaram um instituto e uma empresa relacionados à empresária Carina Gama, sócia da produtora Go Up, responsável pelo filme. A deputada estadual Valeria Bolsonaro (PL), que não é parente de Bolsonaro, destinou R$ 100 mil em dezembro de 2023. O valor foi pago a um instituto presidido por Carina Gama; O deputado Gil Diniz (PL) destinou R$ 200 mil em 2025 para uma empresa ligada à empresária; Já o deputado Lucas Bove (PL) indicou uma emenda de R$ 213 mil neste ano, mas o recurso não foi liberado devido a problemas burocráticos no processo de destinação; O quarto parlamentar citado é Luiz Fernando (PT); ele destinou R$ 190 mil em emenda parlamentar neste ano; um grupo de teatro indicou o instituto presidido por Carina Gama para receber os recursos, mas como a emenda é de 2026, o valor ainda não foi empenhado. Polêmicas em torno do filme O banqueiro Daniel Vorcaro ajudou a financiar um filme sobre Jair Bolsonaro, e as negociações envolveram contatos diretos com o filho mais velho do ex-presidente, o senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que pediu dinheiro e pressionava pelos pagamentos. O banqueiro chegou a pagar R$ 61 milhões. 🔎 Vorcaro, dono do Banco Master, está preso em Brasília, acusado de chefiar um esquema bilionário de fraudes financeiras que podem chegar a R$ 12 bilhões, segundo a PF. As informações foram reveladas em 13 de maio pelo portal Intercept Brasil, que teve acesso a mensagens trocadas entre os dois e a um áudio enviado por Flávio ao banqueiro em setembro do ano passado (ouça o áudio no vídeo acima). A TV Globo confirmou com investigadores e pessoas com acesso às informações o conteúdo da reportagem e a existência do áudio. Nos dias seguintes à publicação da reportagem, o contexto foi de inconsistências e contradições nas declarações de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), do deputado cassado Eduardo Bolsonaro (PL-RJ) e do produtor executivo do filme biográfico do ex-presidente, Mário Frias. As contradições dos filhos de Bolsonaro e de Mário Frias envolvem principalmente a relação com o banqueiro e a gestão financeira do filme. Flávio Bolsonaro vinha tentando associar o escândalo do Banco Master ao governo Lula e ao PT e chegou a dizer que nunca teve contato com Vorcaro. Depois que as mensagens foram divulgadas, ele confessou que mentiu sobre a relação com o banqueiro e alegou a existência de uma cláusula de confidencialidade no contrato do financiamento. Eduardo Bolsonaro também alternou versões sobre sua participação no projeto. Primeiro, afirmou apenas ter apresentado um advogado responsável pela estrutura financeira do filme. Na sexta-feira (15), porém, o Intercept revelou um contrato em que ele aparece formalmente como produtor-executivo encarregado também da captação de recursos. O deputado, então, admitiu que assinou o contrato. Já Mário Frias, primeiro contradisse Flávio Bolsonaro e afirmou que não havia “um único centavo” de Daniel Vorcaro no filme, mas ele recuou no dia seguinte e afirmou que o relacionamento jurídico do projeto era com a Entre Investimentos e Participações, que atuava em parceria com empresas de Vorcaro, e não diretamente com o banqueiro. Notícia anteriorPróxima notícia ALESPBanco MasterDeputada EstadualDeputado EstadualDeputado Federalemenda parlamentarPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 19/05/2026 Deputados de PL e PT em SP destinaram mais de R$ 700 mil a entidades ligadas à produtora de filme sobre Bolsonaro 18/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Deputados de PL e PT em SP destinaram mais de R$ 700 mil a entidades ligadas à produtora de filme sobre Bolsonaro 90% das emendas Pix têm irregularidades, apontam Tribunais de Contas Parlamentares de SP mandaram R$ 8 milhões em emendas a ONGs de filme Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
Justiça de SP dá 5 dias para Câmara explicar conclusão de CPI que investiga fraudes em imóveis sociais; oposição fala em processo atropelado

Justiça de SP dá 5 dias para Câmara explicar conclusão de CPI que investiga fraudes em imóveis sociais; oposição fala em processo atropelado Vereador Nabil Bonduki (PT), vice-presidente da CPI da HIS, entrou na Justiça para tentar suspender votação do relatório final, prevista para esta terça-feira (19). Parlamentar afirma que recebeu documento de 1,7 mil páginas somente nesta segunda (18). Por João de Mari, Laura Cassano e Paulo Gomes | g1 SP e TV Globo 18/05/2026 Prédio em SP. — Foto: Reprodução/TV Globo A Justiça de São Paulo deu prazo de cinco dias para que a Câmara Municipal e o presidente da CPI da Habitação de Interesse Social (HIS), vereador Rubinho Nunes (União), expliquem o encerramento das investigações da comissão e a tramitação do relatório final, previsto para ser votado nesta terça-feira (19). 🔎 Instalada em setembro de 2025, a CPI da HIS investiga possíveis fraudes na produção e comercialização de moradias populares em São Paulo, incluindo compra por investidores, aluguel irregular e uso de apartamentos em plataformas como Airbnb. A decisão, assinada nesta segunda-feira (18) pelo juiz Evandro Carlos de Oliveira, da 7ª Vara da Fazenda Pública, foi tomada após o vereador Nabil Bonduki (PT), vice-presidente da CPI, acionar a Justiça alegando que a tramitação ocorreu de forma “atropelada”. O parlamentar pede a suspensão da votação do relatório e dos atos posteriores ao encerramento da fase de investigação da comissão. A oposição na CPI da HIS defende um endurecimento das investigações sobre fraudes envolvendo moradia popular e quer incluir no relatório final pedidos mais amplos de apuração (leia mais abaixo). Na decisão, o magistrado não concedeu nem negou a liminar solicitada pela oposição. O juiz determinou apenas que as autoridades apontadas no processo se manifestem antes de analisar o pedido de urgência. Segundo Bonduki, ele recebeu o relatório final, com 1.739 páginas, apenas às 11h desta segunda, ou seja, 24 horas antes do horário previsto para o documento ser votado. “Vamos votar um relatório sem ler?”, questionou o parlamentar. Bonduki disse que apresentou propostas ao relator da CPI, vereador Dr. Murillo Lima (PP), e quer que novas medidas sejam incorporadas ao texto antes da votação. O vereador afirmou ainda que PT e PSOL devem votar contra o parecer caso as sugestões da oposição não sejam contempladas. Entre os pontos defendidos por Bonduki está a inclusão de uma lista de pessoas e empresas que deveriam ser investigadas por suspeitas de fraudes relacionadas à política de moradia popular. Ele também afirmou considerar importante ouvir a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (SMUL), responsável pelo licenciamento e emissão do habite-se dos empreendimentos. Segundo o parlamentar, a oposição defende que já conste no licenciamento a identificação de quais unidades são enquadradas como HIS e HMP, para facilitar fiscalização e controle. O que diz o relatório O relatório final da CPI, obtido pelo g1 nesta segunda, propõe medidas como proibição do uso de apartamentos populares em plataformas de aluguel de curta temporada, como Airbnb, limitação da compra de unidades HIS e HMP a um imóvel por CPF e criação de mecanismos mais rígidos de fiscalização sobre empreendimentos incentivados. O texto também sugere multas, suspensão da comercialização e cassação de alvarás de empresas que descumprirem regras da política habitacional da cidade. Entre os principais encaminhamentos apresentados no relatório estão: proibição de aluguel de curta temporada em unidades HIS e HMP; limitação da compra de apartamentos populares a uma unidade por CPF; criação de mecanismos de priorização para famílias já cadastradas na fila da habitação popular; criação de mecanismos de autodenúncia e reforço da fiscalização; criação de uma ouvidoria na Secretaria Municipal de Habitação para denúncias de irregularidades; aplicação de multas e cassação de alvarás de empresas que descumprirem regras da política habitacional; disponibilização pública e didática do relatório da CPI em plataforma online. O relatório também recomenda o envio das conclusões ao Ministério Público Estadual e Federal, à Polícia Federal e à Polícia Civil para eventual investigação de responsabilidades civis, penais e administrativas relacionadas ao uso irregular de benefícios concedidos à habitação social. Airbnb inicia ‘pente-fino’ Donos de apartamentos em São Paulo anunciados no Airbnb, plataforma de aluguel de curta temporada, começaram a receber notificações sobre possíveis irregularidades e risco de exclusão dos anúncios no site. Desde maio de 2025, um decreto da prefeitura de São Paulo proíbe que unidades de Habitação de Interesse Social (HIS) sejam destinadas ao aluguel de curta temporada. A regra foi estabelecida depois da descoberta de um esquema de fraudes das construtoras. Em um comunicado via e-mail enviado ao dono de um imóvel cadastrado na plataforma, o Airbnb disse que “iniciou análises sobre eventuais irregularidades em acomodações anunciadas na plataforma na cidade de São Paulo, com base na listagem oficial fornecida nesta data pela Prefeitura de São Paulo”. “Nos próximos dias, os anfitriões que tenham anúncios irregulares receberão uma notificação da plataforma com detalhes sobre a remoção dos seus anúncios”, diz o comunicado ao qual o g1 teve acesso. No final de março, a prefeitura enviou à Câmara Municipal uma lista de empreendimentos imobiliários aprovados com incentivos municipais para a produção de moradia para a população de baixa renda. Essa lista está sendo usada pela plataforma para identificar imóveis que estejam em desconformidade com a legislação. Em nota, a empresa disse que tem atuado de forma contínua e colaborativa com a Câmara Municipal e com a Prefeitura de São Paulo, que iniciou a análise dos imóveis em 27 de abril e que, na última segunda (4), enviou o comunicado sobre anúncios irregulares aos anfitriões da cidade de São Paulo. Notícia anteriorPróxima notícia CPI Comissão Parlamentar de InquéritoPP ProgressistasPSOLPT Partido dos TrabalhadoresSão Paulo SPTJ-SPUnião BrasilVereador Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 19/05/2026 Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are
MPRJ requer que município de Búzios cumpra compromissos na área de mobilidade urbana e meio ambiente

Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, por meio da 1ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Cabo Frio, ajuizou ações civis públicas em face do Município de Armação dos Búzios para exigir o cumprimento de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs) firmados com a municipalidade, relativos à revisão do Plano Diretor e à atualização do Plano Municipal de Mobilidade Urbana. Por MPRJ 18/05/2026 MPRJ requer que município de Búzios cumpra compromissos na área de mobilidade urbana e meio ambiente A atuação decorre do descumprimento de obrigações assumidas pelo município em matéria de planejamento urbano, mobilidade, participação social e transparência administrativa. Os compromissos firmados previam a estruturação de procedimento licitatório para contratação de consultoria especializada, a submissão dos termos de referência à consulta pública, a conclusão da fase interna da licitação em 2024, o início da fase externa em janeiro de 2025, e o posterior encaminhamento dos respectivos projetos de lei à Câmara Municipal. No entanto, o município não comprovou a publicação do edital, a efetiva abertura da licitação, a contratação da consultoria, o início dos estudos técnicos, a realização das etapas participativas nem a consolidação dos produtos finais. Aponta o MPRJ que a revisão desses instrumentos é indispensável ao ordenamento urbano de Búzios, especialmente diante da intensa pressão turística, imobiliária, viária, ambiental e territorial existente na cidade. O Plano Diretor orienta o uso e a ocupação do solo, a expansão urbana e a função social da cidade e da propriedade, enquanto o Plano Municipal de Mobilidade Urbana disciplina transporte público, circulação viária, acessibilidade, integração modal, estacionamentos, ciclovias, deslocamentos a pé e demais componentes da mobilidade urbana. Nas ações, o MPRJ requer, em caráter de urgência, que o município apresente a íntegra dos procedimentos administrativos de contratação, conclua as análises internas pendentes, sane eventuais inconsistências dos termos de referência, submeta os documentos à consulta pública, publique o edital, conclua a licitação e contrate a consultoria especializada. O órgão também pede a apresentação de relatórios mensais de cumprimento, a incidência da multa convencional de R$ 20 mil por mês de atraso e a fixação de multa diária judicial. Medidas também na área ambiental Recentemente, foi requerida a busca e apreensão de documentos, com pedido de tutela de urgência, para obter informações da Secretaria de Estado da Casa Civil sobre a tramitação de procedimento administrativo relacionado à compensação ambiental do empreendimento Aretê Búzios, em Armação dos Búzios. A medida decorre da ausência de resposta a sucessivas requisições ministeriais expedidas no âmbito de inquérito civil que acompanha o cumprimento de obrigações ambientais vinculadas à Licença de Instalação nº IN049616. A investigação apura a efetiva implementação de compensação ambiental decorrente da supressão de vegetação autorizada pelo INEA. Parte dessa compensação foi formalizada no Termo de Compromisso Ambiental nº 001/2022, que prevê a doação ao INEA de imóvel com área de 211 hectares, situado no Parque Estadual dos Três Picos. A conclusão da medida depende da edição de decreto autorizativo pelo Governo do Estado e da posterior lavratura da escritura pública de doação. Segundo informações prestadas pelo INEA, as providências de sua responsabilidade já teriam sido concluídas, com encaminhamento do processo administrativo à Casa Civil para análise e tramitação da minuta do decreto autorizativo. A partir daí, a Promotoria requisitou informações diretamente à Casa Civil, mas não obteve resposta, mesmo após diversas reiterações por e-mail, correspondência registrada, envio de ofício e advertências quanto às consequências legais da omissão. Com a ação judicial, o MPRJ busca garantir o acesso a documentos físicos e digitais relacionados ao processo SEI-070002/010570/2022, à minuta do decreto, ao termo de compromisso ambiental, ao imóvel objeto da doação e aos atos administrativos correspondentes. A finalidade da medida é assegurar transparência, preservar a prova documental, instruir adequadamente o inquérito civil e permitir a adoção das providências cabíveis para a efetiva tutela do meio ambiente e da legalidade administrativa. Balanço das atuações mais recentes Nos últimos meses, o Ministério Público intensificou sua atuação em Armação dos Búzios em diversas frentes relacionadas à proteção do meio ambiente, da ordem urbanística, da mobilidade urbana, da fauna, dos direitos dos animais e da transparência administrativa. A atuação incluiu o ajuizamento de ações civis públicas, medidas cautelares, pedidos de busca e apreensão de documentos e execuções de TACs, especialmente diante de reiteradas omissões administrativas, respostas incompletas, pedidos sucessivos de dilação de prazo e descumprimento de requisições ministeriais. O MPRJ adotou medidas envolvendo a APA Águas de Tucuns, a Ponta da Sapata/Enseada do Gancho, a Ponta do Pai Vitório, a APA do Pau Brasil, procedimentos de regularização fundiária urbana, políticas de proteção animal e manejo de animais silvestres, além de ação cautelar relacionada à compensação ambiental do empreendimento Aretê Búzios. Segundo o MPRJ, as medidas buscam assegurar o cumprimento de deveres legais, o acesso a documentos públicos indispensáveis à fiscalização institucional e a adoção de providências efetivas para proteção dos direitos difusos da coletividade. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalOperação Lava JatoPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de
Câmeras flagram execução de homem em situação de rua em Cabo Frio

Aluguel de software pode ser excelente negócio se a contratante for a Secretaria de Governo de Nova Iguaçu Crime aconteceu na Rua do Céu, no bairro Buraco do Boi, na noite deste domingo (17). Por Ludmila Lopes | g1 18/05/2026 Execução de homem em Cabo Frio — Foto: RLagos Cabo Frio – Câmeras de segurança registraram o momento em que um homem em situação de rua foi morto a tiros na noite deste domingo (17), no bairro Buraco do Boi, em Cabo Frio, na Região dos Lagos do Rio. O crime aconteceu na Rua do Céu, por volta das 20h55. Segundo a Polícia Militar, equipes foram acionadas após denúncias de disparos de arma de fogo e de um homem baleado na via. Ao chegarem ao local, os policiais encontraram a vítima caída no chão, já sem vida. A vítima foi identificada como “Dudu capeta”, segundo a polícia. De acordo com informações repassadas por moradores à PM, a vítima seria um homem em situação de rua e, pouco antes do crime, estaria arremessando pedras na direção de pessoas da comunidade. Em seguida, homens ainda não identificados teriam se aproximado e efetuado os disparos. Imagens de câmeras de segurança da região flagraram a ação criminosa e devem auxiliar nas investigações sobre a autoria do homicídio. A área foi isolada para o trabalho da perícia e remoção do corpo. O caso será investigado pela Polícia Civil. A Polícia Militar informou que intensificou o policiamento no bairro e segue realizando buscas nesta segunda-feira (18) pelos envolvidos no crime. Notícia anteriorPróxima notícia Nova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada Fluminense Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável
Em áudios, deputado Thiago Rangel dá ordens na Educação e negocia cargos para traficante, diz PF

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Mensagens extraídas de celulares apreendidos ligam deputado preso a suposto esquema de fraudes em obras de escolas estaduais, loteamento de cargos públicos e articulação com aliados investigados por tráfico. Ouça os áudios que o RJ1 teve acesso. Por Guilherme Peixoto, Márcia Brasil e Raoni Alves | RJ1 18/05/2026 O deputado Thiago Rangel foi preso pela PF — Foto: Divulgação Áudios e mensagens obtidos pela Polícia Federal na Operação Unha e Carne mostram o deputado estadual Thiago Rangel (Avante) atuando diretamente sobre cargos estratégicos da Secretaria Estadual de Educação e negociando vagas na área para pessoas ligadas ao traficante Arídio Machado da Silva Júnior, o “Júnior do Beco”, segundo a investigação. (Ouça acima os áudios que o RJ1 teve acesso). Rangel está preso há 13 dias, acusado de chefiar um esquema criminoso de fraudes e desvios de recursos da educação. Os diálogos fazem parte do inquérito que levou à prisão preventiva do parlamentar, decretada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), no fim de abril. A PF suspeita que Thiago Rangel chefiava um esquema de fraudes em contratos de obras e serviços da rede estadual de ensino, além de lavagem de dinheiro envolvendo empresas e uma rede de postos de combustíveis. Em um dos áudios atribuídos ao deputado, enviado à então diretora regional de Educação do Noroeste Fluminense, Júcia Gomes de Souza Figueiredo, Thiago ordena o que deve ser feito na estrutura da educação. “Júcia, continua aí do jeito que você tem que estar. Tudo que acontecer dentro da regional eu quero saber. Eu não tenho que dar satisfação a ninguém. O deputado sou eu. A indicação é minha e quem manda sou eu”. Segundo a Polícia Federal, a mensagem foi enviada em agosto de 2024 e extraída do celular de Júcia, que também foi presa na operação. Na época, ela comandava a Regional Noroeste da Seeduc, responsável por 57 escolas estaduais distribuídas em 13 cidades do Norte e Noroeste Fluminense, com mais de 3.200 servidores. PF vê controle político De acordo com a investigação, a conversa foi encontrada no trecho do inquérito que apura possíveis fraudes em contratos de obras em escolas estaduais. Para os investigadores, o áudio demonstra que Júcia teria sido indicada diretamente por Thiago Rangel e mantinha relação de subordinação política ao deputado dentro da estrutura da Secretaria de Educação. A PF descreve Júcia como uma espécie de “longa manus” do parlamentar — expressão usada para indicar alguém que atuaria como extensão operacional do deputado dentro do órgão público. Os investigadores afirmam ainda que ela exercia função “vital” para o funcionamento do esquema criminoso, justamente por coordenar administrativamente dezenas de escolas estaduais. Na decisão que autorizou a prisão preventiva do deputado, Alexandre de Moraes reproduz os argumentos da Polícia Federal e afirma que os elementos apontam para a “instrumentalização” da Secretaria Estadual de Educação em benefício do grupo investigado. Transferência suspeita Outro diálogo destacado pela PF ocorreu em outubro de 2024. Segundo o relatório, Júcia encaminhou a Thiago Rangel um comprovante de transferência de R$ 100 mil da empresa VAR Construtora para a empresa E. H. Almeida de Souza Casas de Festas. Logo depois, ela reenviou mensagens afirmando: “Já mandei 100”; “amanhã vai o resto”. Para a Polícia Federal, a movimentação reforça suspeitas de lavagem de dinheiro e circulação de recursos desviados de contratos públicos. A investigação aponta que a VAR Construtora aparece ligada a obras em escolas estaduais e não possuía funcionários registrados na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS), o que, segundo a PF, eleva o risco de fraude. Os investigadores afirmam ainda que a empresa destinatária dos valores seria usada para movimentação financeira do grupo investigado. Áudio liga deputado a criminoso Outro conjunto de mensagens analisado pela PF tenta demonstrar a relação de Thiago Rangel com Arídio Machado da Silva Júnior, o “Júnior do Beco”, apontado pela própria corporação como traficante de “alta periculosidade”, com antecedentes por homicídios e tráfico de drogas. As conversas foram extraídas do celular de Fábio Pourbaix Azevedo, apontado como braço direito de Thiago Rangel e também preso na operação. Segundo a investigação, Thiago teria reservado vagas de “auxiliar de serviços gerais” na área da Educação para indicações feitas por “Júnior do Beco”. A PF afirma que Fábio Pourbaix pediu a Thiago o contato do traficante para saber quem seriam os indicados para os cargos. Em seguida, o deputado envia um telefone salvo como “Junior Beco”. De acordo com os investigadores, Thiago afirma que possuía oito vagas disponíveis na Educação e que uma delas deveria ser destinada a um indicado do traficante. Em um dos áudios divulgados pela PF, uma mulher identificada como Gleice Maria Batista da Silva cobra a nomeação prometida: “Thiago Rangel, aqui é Gleice, irmã de Juninho do Beco. Eu fui fazer uma entrevista em agosto ou setembro e até hoje não me deram uma posição. Meu irmão pediu para eu te ligar para ver o que estava acontecendo.” A PF afirma que posteriormente cruzou dados e identificou Gleice como irmã de “Júnior do Beco”. Distribuição de cargos As mensagens analisadas pela investigação também mostram orientações sobre a organização dos nomes indicados para os cargos. Em outro áudio, atribuído a Thiago Rangel, o deputado orienta: “Você faz dois bloquinhos, prende um papelzinho escrito Junior do Beco e bota um clip juntando os dois.” Segundo a Polícia Federal, os diálogos indicam: distribuição política de cargos públicos; uso da estrutura da Educação para atender interesses pessoais e alianças criminosas; proximidade entre o parlamentar e pessoas ligadas ao tráfico. Os investigadores afirmam ainda que as conversas foram incluídas no capítulo “Observações Finais” da Operação Postos de Midas justamente para demonstrar possíveis conexões entre o deputado e crimes violentos. Na decisão do STF, Alexandre de Moraes utiliza esses diálogos para reforçar o argumento de risco à ordem pública e de continuidade das atividades criminosas. Influência em órgãos públicos A investigação também revelou uma planilha encontrada no computador de Rui Bulhões, ex-chefe de gabinete do então presidente da Alerj Rodrigo Bacellar. O documento listava deputados estaduais, os órgãos
Ricardo Magro criou o imposto quântico

Ricardo Magro criou o imposto quântico “Os grandes alquimistas fiscais operam em outra atmosfera regulatória, quase metafísica. Seus patrimônios tornam-se fluidos. Suas estruturas societárias adquirem propriedades cubistas. Seus passivos desaparecem com elegância coreográfica” Por Paulo Henrique Arantes | Fórum 18/05/2026 O empresário Ricardo Magro, alvo de investigação da PF – Foto: Reprodução Sempre que a Polícia Federal abre uma operação envolvendo refinarias, distribuidoras, empresas “estrategicamente” quebradas, holdings exóticas e cifras bilionárias, já se sabe mais ou menos o roteiro: desaparecem impostos, aparecem offshores, evaporam-se patrimônios e, por coincidência cósmica, políticos influentes orbitam o cenário. É o caso do empresário Ricardo Magro e do ex-governador do Rio de Janeiro Cláudio Castro. Segundo o que foi noticiado até agora, o grupo empresarial ligado a Magro teria desenvolvido uma espécie de inovação tecnológica: o imposto quântico sobre combustível. O combustível é vendido normalmente, o consumidor paga o imposto normalmente, o dinheiro circula normalmente — mas o tributo, misteriosamente, entra em estado gasoso antes de chegar aos cofres públicos. Trata-se de um gigantesco esquema de sonegação: empresas faturam bilhões enquanto o Fisco tentaria descobrir, inutilmente, quem deve, onde está o dinheiro e qual companhia ainda existe além da placa enferrujada num escritório vazio na Barra da Tijuca ou na Faria Lima. Nada a ver com a vetusta figura do comerciante que “esqueceu” uma nota fiscal. Está-se diante de algo um tanto mais ambicioso, operado por um verdadeiro congresso de tributaristas criativos. Empresas surgem. Empresas desaparecem. Patrimônios evaporam. Recursos viajam. Holdings aparecem em cascata. O dinheiro faz turismo internacional e o Estado corre atrás do próprio rabo. Naturalmente, o enredo não estaria completo sem a presença do poder político. É aí que entra Cláudio Castro. Segundo a Polícia Federal, há prováveis favorecimentos estatais, por influência dele, ao grupo empresarial de Magro. Incentivos fiscais, decisões administrativas providenciais e relações políticas suspeitas integram o cardápio da operação, num exemplo perfeito de que a fronteira entre interesse público e lobby privado é tênue, ou inexistente. A dinâmica é conhecida: empresários afirmam defender “segurança jurídica”; políticos defendem “desenvolvimento econômico”; o Estado concede benefícios; depois descobre-se que o desenvolvimento mais vigoroso alcançou exclusivamente o patrimônio dos envolvidos endinheirados. Paralelamente, o contribuinte comum continua vivendo na dimensão paralela em que recebe cobrança automática quando atrasa o recolhimento do MEI. Os grandes alquimistas fiscais operam em outra atmosfera regulatória, quase metafísica. Seus patrimônios tornam-se fluidos. Suas estruturas societárias adquirem propriedades cubistas. Seus passivos desaparecem com elegância coreográfica. A palavra “lavagem”, aliás, tornou-se insuficiente – não se trata mais de lavar dinheiro: certos esquemas parecem submeter recursos financeiros a um verdadeiro tratamento estético completo, com peeling, harmonização facial, transplante capilar e cidadania internacional. Em síntese, prevalece uma velha máxima capitalista: privatizam-se os lucros, socializam-se os rombos e terceiriza-se a conta para a população que abastece o carro pagando imposto até pela na fumaça do escapamento. *Este artigo não reflete, necessariamente, a opinião da Fórum Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PF Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro 19/05/2026 Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Líder do PDT assina contra fim imediato da escala 6×1 e racha partido Vorcaro volta para cela comum: hipótese mais provável é que delação não foi aceita Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.
MPRJ ajuíza ação civil pública para que Petrópolis retome serviço de monitoramento urbano por câmeras

MPRJ ajuíza ação civil pública para que Petrópolis retome serviço de monitoramento urbano por câmeras Justiça atende ao pedido e dá três dias para a Prefeitura do município se posicionar. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 18/05/2026 Monitoramento de Câmeras em Petrópolis — Foto: Divulgação Petrópolis – O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Petrópolis, na Região Serrana do Rio, ajuizou, na sexta-feira (15), uma ação civil pública, com pedido de tutela de urgência, em face do município. O objetivo é obter, junto ao Juízo da 4ª Vara Cível da Comarca de Petrópolis, uma decisão para que a prefeitura conclua o procedimento licitatório destinado à contratação de sistema de monitoramento urbano por câmeras, observando-se todas as etapas previstas na Lei nº 14.133/2021, com a efetiva celebração do contrato administrativo e implantação do serviço. O MP solicita ainda que a Justiça condene o município a executar a manutenção contínua, adequada e ininterrupta do sistema de câmeras, em quantitativo e cobertura compatíveis com as necessidades da segurança pública, mobilidade e proteção e defesa civil da cidade. A ação tem origem no Inquérito Civil n° 2481, instaurado para apurar a desativação do sistema municipal de monitoramento urbano. Segundo o MPRJ desde o ano de 2017, Petrópolis mantinha contrato com a empresa Emive – Patrulha 24 Horas Ltda. para a locação de sistema de câmeras, que não foi renovado em fevereiro deste ano. A ação ressalta que as câmeras de monitoramento foram instaladas em pontos estratégicos da cidade, auxiliando no controle do trânsito e na prevenção e repressão de delitos. O controle era feito a partir do Centro Integrado de Monitoramento e Operações de Petrópolis (CIMOP), instalado nas dependências da Secretaria Municipal de Defesa Civil. O MP afirma ainda na ação que o monitoramento é vital, pois permite também a verificação, em tempo real, das inundações, comuns na cidade serrana. Cumprindo um importantíssimo papel na prevenção de danos materiais e à vida e integridade das pessoas, já que possibilitam a emissão de alertas mais precisos à população e auxiliam na tomada de decisão pelos gestores quanto à interdição de vias e outras medidas preventivas necessárias. E recentemente, o município vinha adotando, inclusive, a medida de disponibilizar à população o acesso às imagens das câmeras quando havia a ameaça ou ocorrência de chuvas fortes. Em fevereiro deste ano a prefeitura de Petrópolis informou que as câmeras de segurança necessitavam de modernização, e por isso foram desligadas. Mas, segundo o MP, foram na verdade retiradas pelo fornecedor, devido à não renovação do contrato, que já havia passado por termo aditivo. O desligamento ocorreu em período de chuvas intensas e com elevação dos acumulados pluviométricos. Foi realizada uma reunião da Promotoria com a Secretaria de Segurança e Ordem Pública (SSOP), a CPTrans e a Defesa Civil, onde foi informado pelo município que existiam dois procedimentos em curso: um para a contratação emergencial e outro para a licitação do sistema de monitoramento por câmeras. Após cerca de três meses do desligamento, o serviço não foi retomado. Com isso, a justiça, através da 4ª Vara Civil de Petrópolis, atendeu a ação do MPRJ, e estabeleceu, na sexta-feira (15), um prazo de três dias para a prefeitura se posicionar sobre os processos licitatórios. Procurada pelo g1, em nota a prefeitura informou que os procedimentos para a licitação já estão em andamento e todas as providências estão sendo agilizadas para a retomada do serviço de monitoramento o mais rápido possível. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ 19/05/2026 ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) 19/05/2026 Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias 19/05/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Vídeo gravado por moradora mostra ratos, barata e sujeira dentro de UPA em Cabo Frio: ‘aqui tá sujo de sangue’ ‘Deus te abençoe meu brother’ (AUDIO) Eduardo Bolsonaro esconde viagem ao Bahrein e só aparece em vídeo de Mário Frias Marqueteiro de Flávio, que recebeu R$ 650 mil de Vorcaro, assinou contratos milionários com o governo Bolsonaro Valor pedido por Flávio Bolsonaro a Vorcaro equivale a 11% do total investido pelo governo do Rio no Banco Master Boletim Fique bem informado Receba notícias em seu e-mail Assine gratuitamente Enviado com sucesso Por favor, tente novamente.