Operação que mira deputado apreende helicóptero e dinheiro

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Josimar Maranhãozinho (PL-MA) é suspeito de desvio de emendas Por Elijonas Maia e Gustavo Uribe | CNN Brasil 25/06/2026 Helicóptero apreendido pela PF (Polícia Federal) no âmbito da Operação Afluente • Polícia Federal Brasília – A operação da PF (Polícia Federal) que mirou o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) apreendeu um helicóptero e dinheiro em espécie nos endereços dos alvos da investigação sobre desvio de emendas parlamentares. As investigações apontam indícios da existência de uma estrutura integrada por agentes públicos e privados supostamente destinada ao desvio de recursos públicos. Segundo as apurações, os valores teriam sido operacionalizados por intermédio da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e, posteriormente, direcionados à contratação de empresas supostamente vinculadas, direta ou indiretamente, ao grupo investigado. Os agentes cumpriram mandado de busca e apreensão na casa de Maranhãozinho porque o deputado é sócio de uma das empresas investigadas. A decisão que autorizou as buscas é do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal). O deputado do PL foi condenado pelo STF em março deste ano por desvio de emendas. Ele negou irregularidades. Ao todo foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de Goiás e do Maranhão. Todas as apreensões serão periciadas e ficarão confiscadas durante o processo. A PF não detalhou, até o momento, o dono do helicóptero apreendido. O deputado ainda não se pronunciou sobre o caso. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Troca de presos na porta de delegacia: PMs vão responder por tentar facilitar fuga de miliciano

Troca de presos na porta de delegacia: PMs vão responder por tentar facilitar fuga de miliciano Policiais militares suspeitos de facilitar fuga pagaram fiança e vão responder em liberdade. Por Leslie Leitão, Erick Rianelli e Rafael Nascimento | TV Globo e g1 Rio 25/06/2026 Imagens das câmeras em frente à delegacia mostram comparsa trocando de camisa com homem que já estava preso — Foto: Reprodução/TV Globo Um miliciano preso tentou trocar de roupa com um comparsa para sair de dentro de uma viatura da PM e fugir em frente à 35ª DP (Campo Grande). Três policiais militares que estavam responsáveis pelo homem foram presos por facilitarem a fuga. Tudo começou quando policiais militares do 40º BPM (Campo Grande) viram um Hyundai HB20 realizando manobras perigosas na Estrada do Campinho. No local, Marcos Paulo Rodrigues Júnior, apelidado de Orelha e apontado como contador da milícia da Zona Oeste, foi preso com uma pistola calibre 9mm, cinco carregadores e 63 munições. Em seguida, ele foi encaminhado para a 35ª DP (Campo Grande). Na rua em frente à delegacia, uma aglomeração se formou em torno da viatura onde “Orelha” estava preso. Para a polícia, houve uma tentativa deliberada de confundir os PMs e possibilitar a fuga do criminoso detido. Imagens de câmeras de segurança mostram que Lorran Siaca do Vale troca de blusa com Marcos Paulo, que sai de dentro da viatura andando. Os dois tentaram fugir, mas acabaram presos, juntamente com Naizio Honorato Faria. Lorran e Naizio já tinham anotações criminais por integrar a milícia da região. Os PMs pagaram fiança e vão responder em liberdade. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Professores protestam durante votação do piso do magistério na Câmara de Campos 26/06/2026 Moradora afirma esperar há 5 anos por obra contra alagamentos em Itaperuna 26/06/2026 ‘Ordem da diretoria’: polícia investiga comunicado com regras de circulação impostas pelo tráfico na Zona Norte 26/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Diretoria informal, uso de laranjas e lavagem de dinheiro: entenda como o PCC atuava na viação Transunião, segundo investigação

Diretoria informal, uso de laranjas e lavagem de dinheiro: entenda como o PCC atuava na viação Transunião, segundo investigação Relatório da Polícia Civil aponta que empresa foi usada para ocultar patrimônio e movimentar recursos ligados ao crime organizado; gestão paralela tomava decisões fora da estrutura oficial. Por Bruno Tavares, Isabela Leite e Rodrigo Rodrigues | TV Globo, GloboNews e g1 SP 25/06/2026 O vereador Senival Moura, do PT, durante evento de campanha. — Foto: Divulgação/PT São Paulo – A investigação da Polícia Civil de São Paulo que deu origem à Operação Última Parada, realizada nesta quinta-feira (25), aponta que a empresa de transporte coletivo Transunião foi utilizada como instrumento de atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) por meio de um sistema paralelo de controle que envolvia diretoria informal, uso de “laranjas” e movimentação financeira típica de lavagem de dinheiro. Segundo o relatório a que a TV Globo teve acesso, a empresa não era comandada formalmente pela facção, mas operava sob influência direta de um núcleo externo à estrutura societária, responsável pelas principais decisões administrativas e financeiras. Essa influência, segundo os investigadores, era exercida através de uma estrutura híbrida de controle, que a Transunião combinava com diferentes formas de controle: Financeiro, com domínio sobre fluxos de dinheiro; Administrativo informal, fora da estrutura oficial; Patrimonial, com uso de “laranjas”; Coercitivo, com uso de violência. Para os investigadores, a empresa operava como uma estrutura parcialmente legal, utilizada para movimentar e ocultar recursos ligados ao crime organizado, conforme detalhamento abaixo. Diretoria informal controlava decisões estratégicas De acordo com a investigação, a Transunião funcionava com uma espécie de “dupla gestão”. Embora existisse uma diretoria formal registrada nos órgãos municipais e estaduais, a real tomada de decisões ocorria em um núcleo paralelo, vinculado a pessoas com ligação direta com o PCC. Mensagens analisadas pela polícia indicam que decisões sobre pagamentos, repasses e liberação de valores dependiam da autorização de uma instância externa à empresa. Entre os envolvidos, segundo a investigação, está o vereador Senival Pereira de Moura, do PT, apontado como figura central no comando financeiro informal da viação, com poder para autorizar movimentações de dinheiro mesmo sem cargo oficial na companhia. Ele foi preso pela operação nesta quinta. Por meio de nota, a defesa do vereador Senival Moura disse que ele é inocente e recebeu com “profunda indignação” a decretação de sua prisão temporária. O advogado Márcio Sayeg diz que está tomando providências para prestar à Justiça os esclarecimentos necessários (leia íntegra abaixo). Sistema de cooperados ocultava donos reais A investigação também identificou um mecanismo usado para esconder os verdadeiros beneficiários da empresa. Planilhas encontradas mostram que cada ônibus da frota estava vinculado a duas figuras: o “cooperado”, dono formal do veículo, e o “cooperado oficial”, que recebia os lucros. Para a polícia, essa estrutura demonstra uma “dissociação deliberada entre a titularidade formal dos veículos e o domínio econômico”, típica de esquemas de ocultação patrimonial. Na prática, o sistema permitia esconder quem realmente lucrava com a operação da frota e dificultar o rastreamento do dinheiro. Dinheiro circulava fora da contabilidade Conversas obtidas nos celulares de investigados mostram que a empresa era usada para repasses financeiros paralelos. Determinações de depósito, cobrança e envio de valores eram feitas diretamente por integrantes do grupo. A polícia afirma que parte relevante das receitas era direcionada a pessoas sem vínculo formal com a empresa, incluindo familiares de operadores e outros beneficiários externos ao negócio. Esse fluxo, segundo o relatório, funcionava fora da contabilidade oficial e indicava a existência de um sistema paralelo de pagamentos. Recursos abasteciam integrantes do PCC Entre os destinatários dos valores aparecem pessoas com histórico criminal e apontadas como integrantes do PCC. Um dos exemplos citados é Anderson de Cássia Pereira, identificado em registros penitenciários como membro da organização criminosa. Para os investigadores, a movimentação financeira indica que a empresa servia como fonte de financiamento para integrantes da facção. O relatório descreve a Transunião como parte de um esquema maior de lavagem de capitais. A empresa teria sido utilizada para misturar receitas lícitas do transporte público com dinheiro de origem ilícita e redistribuir os valores por meio de empresas de fachada e contas interpostas. A investigação também relaciona a dinâmica financeira ao assassinato de Adauto Soares Jorge, então presidente da empresa. De acordo com o relatório, o crime teria sido motivado por disputas internas envolvendo o controle do dinheiro e funcionaria como mecanismo de reafirmação de poder dentro da estrutura criminosa. O que diz o vereador Senival Moura O Vereador Senival Pereira de Moura recebeu com profunda indignação a notícia da decretação de sua prisão temporária no âmbito de investigação em curso. A medida causa enorme surpresa, sobretudo porque foi determinada em um momento extremamente sensível, às vésperas do período eleitoral, circunstância que inevitavelmente desperta questionamentos e exige que todos os fatos sejam rigorosamente esclarecidos pelas autoridades competentes. O Vereador reafirma que confia na Justiça e tem absoluta convicção de que, ao longo da investigação, ficará demonstrada a inexistência de qualquer conduta ilícita de sua parte. Desde o primeiro momento, sua defesa técnica está adotando todas as providências jurídicas cabíveis para ter acesso integral aos autos, compreender os fundamentos da decisão e apresentar os esclarecimentos necessários, exercendo plenamente o direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa. Senival Pereira de Moura sempre pautou sua trajetória pública pelo compromisso com a população, pela transparência e pelo respeito às instituições democráticas. Por isso, recebe a investigação com serenidade, certo de que a verdade prevalecerá. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPT Partido dos TrabalhadoresSão Paulo SPVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Distribuidora investigada por ligação com PCC tem contrato de R$ 168,8 milhões para abastecer frota da PM do RJ 26/06/2026 Operação que mira deputado apreende helicóptero e dinheiro 25/06/2026 Diretoria informal, uso de laranjas e lavagem de dinheiro: entenda como o PCC atuava na viação Transunião, segundo investigação 25/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas
Digimais: de Miami, nos EUA, Edir Macedo usa Bíblia para mandar recado após operação da PF

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Direto de um apartamento avaliado em $ 13 milhões, fundador da Universal cita “grande ira” divina um dia após a Polícia Federal bloquear R$ 670 milhões de seu banco por suspeita de fraude contábil. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 25/06/2026 Edir Macedo usa Bíblia para reagir a ação da PF contra o Digimais (Reprodução / Youtube) A quilômetros de distância do epicentro de um escândalo financeiro que sacudiu o mercado brasileiro, o bispo Edir Macedo recorreu ao que sabe fazer de melhor: usar a retórica religiosa para responder a crises terrenas. De Miami, nos Estados Unidos, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e controlador do Banco Digimais publicou uma passagem bíblica enigmática nesta quarta-feira (24), menos de 24 horas após a Polícia Federal deflagrar a Operação Miragem. Em seu blog oficial e em seus perfis nas redes sociais, como o X (antigo Twitter), Macedo publicou um texto sobre Ezequias, rei de Judá. O trecho reproduzido de II Crônicas destaca que o monarca “não correspondeu ao benefício que lhe fora feito” e que, por ter o “coração exaltado”, atraiu sobre si uma “grande ira”. Sem citar a corporação policial, o bloqueio de centenas de milhões de reais ou as graves acusações de maquiagem contábil contra o Digimais, o líder religioso deixou no ar um recado que, nos bastidores da política, soou como uma advertência cifrada em meio ao avanço das investigações sobre os operadores da instituição financeira. Refúgio de $ 13 milhões e elevador para carros O contraste entre a pregação sobre a “ira divina” e a realidade material do bispo é o retrato de um império sem fronteiras. Edir Macedo não foi alvo direto de mandados de busca e apreensão na terça-feira (23) por um motivo simples e geográfico: ele reside nos Estados Unidos, blindado pelo superluxo da costa leste americana. O aviso bíblico foi disparado de um dos endereços mais caros e exclusivos do planeta. Macedo mora em um apartamento na suntuosa Porsche Design Tower, localizada em Sunny Isles Beach, na região metropolitana de Miami. O imóvel de altíssimo padrão, avaliado em cerca de R$ 17 milhões, ostenta um requinte peculiar de engenharia: o “Dezervator”, um elevador automotivo privativo que permite ao morador estacionar seus veículos de luxo diretamente dentro da própria sala de estar, a dezenas de andares de altura. Enquanto a PF brasileira apura crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, incluindo gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em balanços para esconder rombos e operações de crédito vedadas , Macedo observa o derretimento reputacional de seu banco do conforto de uma fortaleza de vidro voltada para o Oceano Atlântico. O cerco da PF e as revelações da Fórum A Operação Miragem, que mobilizou mais de 50 policiais federais em São Paulo para cumprir nove mandados de busca e apreensão, atingiu o coração financeiro do projeto de poder da Universal. A Justiça Federal determinou o bloqueio de até R$ 670,3 milhões em bens e valores, além de autorizar o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, medida que, como mostrada pela Fórum, também teve o próprio Edir Macedo como alvo de pedidos de quebra de sigilo pela PF. Segundo a investigação, iniciada a partir de relatórios do Banco Central, a cúpula do banco manipulava registros para aparentar solvência diante dos órgãos de controle, viabilizando operações irregulares no mercado. A crise do Digimais não é um raio em céu azul. Como a Fórum vem detalhando em suas reportagens , as ramificações do banco evidenciam forte influência nos bastidores de Brasília e dos estados. A transformação do antigo Banco Renner no atual Digimais foi chancelada pelo Banco Central sob a presidência de Roberto Campos Neto. Mais recentemente, o banco garantiu um filão lucrativo no estado de São Paulo ao ser credenciado no governo de Tarcísio de Freitas, nome umbilicalmente ligado ao partido da Universal, o Republicanos, para operar empréstimos consignados a policiais militares. Em nota, o Banco Digimais afirmou que permanece à disposição das autoridades e reafirmou seu “compromisso com a transparência”. A quebra dos sigilos, no entanto, promete puxar o fio de uma teia complexa. Até lá, o bispo segue em sua torre blindada na Flórida, empunhando as escrituras sagradas como escudo de relações públicas e palanque político. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Maranhãozinho é alvo de buscas da PF em operação sobre suspeita de desvio de emendas

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Deputado do PL já tinha sido condenado pelo STF em março por desvio de emendas. Nesta quinta (25) é alvo de nova operação. A reportagem tenta contato com a defesa do deputado. Por Camila Bomfim, Túlio Amâncio e Reynaldo Turollo Jr | g1 e GloboNews 25/06/2026 Deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) — Foto: Divulgação Brasília – O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) foi alvo de buscas da Polícia Federal (PF), na manhã desta quinta-feira (25), em uma operação que investiga a suspeita de desvio de emendas do chamado “orçamento secreto”. A reportagem procurou a defesa do deputado, mas até a última atualização desta reportagem não recebeu retorno. Batizada como “Operação Afluente”, a ação do investigadores apura os crimes de corrupção, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro ligados a uma organização criminosa. Segundo a PF, 18 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Distrito Federal, Goiás e Maranhão. Ainda de acordo com a PF, os valores teriam sido operacionalizados por intermédio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Posteriormente, esses mesmos valores teriam sido direcionados à contratação de empresas supostamente vinculadas, direta ou indiretamente, ao grupo investigado. Segundo interlocutores da polícia, um dos endereços alvo da operação seria ligado ao próprio deputado, já que Josimar Maranhãozinho aparece como sócio de uma dessas empresas. Se confirmada a participação dos investigados e os fatos forem confirmados, eles poderão responder, segundo a PF, pelos crimes de corrupção passiva, peculato, corrupção ativa, lavagem de capitais e organização criminosa. A ação desta quinta foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Condenação anterior O deputado do PL já tinha sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março por desvio de emendas. Ele está licenciado do mandato na Câmara dos Deputados. Nesse processo em que foi condenado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que Maranhãozinho coordenava a destinação das emendas. A PGR citou também que o deputado monitorava a liberação dos recursos e controlava planilhas de pagamento, além de realizar cobranças de propina quando necessário. Orçamento secreto O “orçamento secreto” foi o nome dado às emendas de relator (RP9), mecanismo do Orçamento da União em que a distribuição de recursos era feita a partir de indicações de parlamentares, mas sem transparência sobre quem solicitava os repasses nem critérios claros para a divisão das verbas. Os sistemas oficiais registravam apenas o nome do relator do Orçamento, sem identificar os autores das indicações, o que gerou questionamentos sobre o uso político desses recursos. O modelo ganhou força a partir de 2019 e movimentou bilhões de reais, até ser considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2022, por falta de transparência e rastreabilidade, e acabar extinto — embora valores indicados em anos anteriores continuem sendo pagos como “restos a pagar”. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Brasil condenado injustamente

Brasil condenado injustamente Os negociadores brasileiros não têm muitas esperanças de reverter a decisão do governo americano de impor novas tarifas Por Míriam Leitão | O Globo 25/06/2026 Lula e Trump se reúnem na Casa Branca — Foto: Ricardo Stuckert / PR Os negociadores brasileiros não têm muitas esperanças de reverter a decisão do governo americano de impor novas tarifas. A decisão final será no mês que vem e o país prepara as suas considerações finais. Um experimentado negociador me disse que este tem sido o mais difícil processo do qual já participou. Outro funcionário do governo brasileiro me explicou o seguinte: “É muito difícil evitar as tarifas porque há um claro desinteresse dos Estados Unidos em chegar a um acordo”. O presidente Donald Trump quer condenar o Brasil e não por motivos comerciais. O que me explicaram é que no processo contra 59 países e a União Europeia, em que alegaram que essas nações não têm legislação eficiente contra importação de países que usem trabalho forçado, a decisão americana será cobrar as taxas. É muito difícil para os países se defenderem, e os Estados Unidos querem arrecadar. —Eles não vão reverter para ninguém, porque querem substituir as tarifas de base, que foram derrubadas. Na cabeça de Donald Trump, é preciso arrecadar alguma coisa. Ele gosta do dinheiro entrando. E é curioso porque em países ricos o imposto de importação não deveria ter caráter arrecadatório. Trump mudou toda a lógica. Há também pouca expectativa de que não seja aplicada a tarifa de 25%, da seção 301 da lei de comércio. O Brasil foi “investigado” com base neste item da lei por supostos erros no comércio com os Estados Unidos. Esse foi um processo específico contra nós. — No caso da 301, temos perguntado a eles o que querem em certas áreas investigadas. Por exemplo, no desmatamento, querem mais dinheiro para o Ibama? Mais dinheiro do BNDES para o arco do reflorestamento? Eles não dizem, nem pedem nada. É como dizem, nem se o Brasil oferecer o céu, eles mudariam a atitude punitiva — me disse um dos negociadores brasileiros. Outro integrante do governo diz que é difícil contrapor qualquer coisa. Contou que o lado americano pergunta o que o Brasil vai oferecer e não pede nada específico. Um dos itens das acusações trata dos acordos que temos com o México e a Índia. – Eles dizem, ‘esses acordos estão atrapalhando as exportações dos Estados Unidos’. Falam como se eles mesmos não tivessem acordos com vários países. Por mais que o Brasil explique que o desmatamento tem caído, que há leis contra pirataria, que as vendas para a Índia e México são pequenas, e que o Pix não compete com serviços americanos, eles continuam nas suas posições. Essa onda de tarifas altas começou porque os Estados Unidos acusavam os países de lucrar com superávits permanentes no comércio bilateral. Mostramos que não é o nosso caso porque temos déficit. Mas isso não melhorou a situação para o país. É como se fingissem não entender essa diferença. Em janeiro, contudo, o representante comercial da Casa Branca, Jamieson Greer, se vangloriou em rede social de ter superávit com o Brasil. Apesar do ceticismo com que os integrantes das equipes negociadoras do Brasil avaliam a realidade, a decisão política é a de continuar tentando um acordo. Agora têm acontecido as audiências públicas, os hearings. O governo não participa. São ouvidos apenas os integrantes do setor privado. Os negociadores preparam essas alegações finais reapresentando todos os nossos pontos e argumentos. Durante a negociação, por exemplo, foi perguntado quais produtos e linhas os Estados Unidos querem que as tarifas sejam reduzidas. Exceto do etanol, os americanos nada pediram. – Falam de um modo geral, em setores industriais, o automotivo, o médico, mas eles sabem que, se abrirmos, os grandes vencedores serão os países asiáticos que são mais competitivos. Perguntamos isso desde o ano passado. Reiteramos nos últimos meses e semanas. Eles sempre respondem de forma genérica — explicou um integrante da missão negociadora brasileira. A guerra tarifária de Donald Trump é para arrecadar mais e tentar impor sua vontade aos países parceiros. No caso do Brasil, o bombardeio tem sido uma tentativa de interferir no processo que condenou Jair Bolsonaro. Foi um pedido dos bolsonaristas, primeiro de Eduardo e depois de Flávio Bolsonaro. Agora eles tentam mudar a história, com pedidos para serem ouvidos nas audiências, nas quais, dizem, defenderão que não haja taxação. O Brasil será tributado com taxas punitivas, as empresas terão prejuízo, porque os Bolsonaro fizeram lobby contra o Brasil. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPixPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Professores protestam durante votação do piso do magistério na Câmara de Campos 26/06/2026 Moradora afirma esperar há 5 anos por obra contra alagamentos em Itaperuna 26/06/2026 ‘Ordem da diretoria’: polícia investiga comunicado com regras de circulação impostas pelo tráfico na Zona Norte 26/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Operação mira cúpula de empresa de ônibus e vereador de SP por lavagem de dinheiro para o PCC

Operação mira cúpula de empresa de ônibus e vereador de SP por lavagem de dinheiro para o PCC Operação cumpre mandados de prisão e busca contra o vereador da capital Senival Moura, do PT, controlador da Transunião, e dirigentes da empresa. Por Bruno Tavares e Leonardo Zvarick | TV Globo e g1 SP 25/06/2026 O vereador Senival Moura, do PT, durante sessão de CPI na Câmara Municipal de São Paulo. — Foto: Divulgação/Rede Câmara São Paulo – A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deflagraram na manhã desta quinta-feira (25) a Operação Última Parada, contra um esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público. Os agentes cumprem cinco mandados de prisão temporária e 104 de busca e apreensão. Os três presos são o vereador da capital Senival Moura, do PT, Jair Ramos de Freitas (“Cachorrão”), diretor informal da empresa, e Devanil de Souza Nascimento (“Sapo”), motorista e homem de confiança do vereador. Abaixo, veja quem são os demais alvos dos mandados de prisão: Lourival Monário (“Orelha”): atual presidente da Transunião, acusado de ser nomeado pelo PCC para garantir o escoamento de recursos ilícitos; Leonel Moreira Martins (“Cabeça Branca”): supervisor operacional que atuava como o interlocutor direto do PCC dentro da empresa, transmitindo ordens da facção. Números da operação: Bloqueio de 117 veículos e 3 embarcações; Sequestro de 21 imóveis; Bloqueio de R$ 194.457.851,90 em contas dos alvos. Os investigados são acusados de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações públicas. Com a operação, a diretoria da Transunião foi afastada e a Prefeitura de São Paulo, comunicada para que sejam tomadas as medidas administrativas cabíveis. Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transporte (SMT) e a SPTrans informam que “a operação dos ônibus da empresa Transunião segue funcionando, com a frota atendendo normalmente as linhas sob sua responsabilidade e sem prejuízo ao atendimento da população. A Administração Municipal aguarda a notificação oficial da decisão judicial para avaliar seus termos e definir as providências necessárias a partir de agora”. O prefeito Ricardo Nunes (MDB) informou estar acompanhando os desdobramentos da operação “ao mesmo tempo em que temos toda a atenção para que o serviço funcione plenamente, o que tem ocorrido normalmente desde as primeiras horas da manhã”. A intenção de Nunes é fazer a intervenção na Transunião. O prefeito ponderou, no entanto, que precisa saber dos detalhes da decisão do juiz que ordenou a operação desta quinta: “Quero fazer a intervenção, só preciso tomar conhecimento do despacho do juiz”. “Gostaria de lembrar que assinei dois decretos em 2024 para romper contratos com uma empresa de ônibus que teria relação com o crime organizado. Nossa gestão mantém o compromisso de oferecer o melhor serviço para os 7 milhões de passageiros diariamente na cidade. As medidas cabíveis em relacao à empresa Transunião serão tomadas assim que a administração for notificada pelos órgãos competentes”, completou. Segundo os investigadores, Lourival está em Roma, na Itália. As autoridades vão pedir que o nome dele seja incluído na Difusão Vermelha, a lista de procurados da Interpol. Por meio de nota, a defesa do vereador Senival Moura disse que ele é inocente e recebeu com “profunda indignação” a decretação de sua prisão temporária. O advogado Márcio Sayeg diz que está tomando providências para prestar à Justiça os esclarecimentos necessários (leia íntegra abaixo). A defesa da Transunião informou que não teve acesso às informações da operação e enfatizou que o aumento do capital social da empresa se deve à incorporação de patrimônios como terrenos e imóveis, negando a entrada de dinheiro. Anderson Minichillo, advogado de Jair Ramos de Freitas afirmou que ainda não teve acesso aos autos, mas que deve tomar as medidas cabíveis para reverter a situação. Em nota, o PT informou que “acompanhará atentamente o desenrolar das investigações” e “a direção partidária determinou o encaminhamento do caso à Comissão de Ética, nos termos do Estatuto do PT. O procedimento poderá resultar nas medidas disciplinares cabíveis, inclusive no afastamento cautelar e na eventual expulsão do filiado, assegurados o amplo direito de defesa, o contraditório e o devido processo legal”. “O Diretório Municipal do PT de São Paulo não compactua com qualquer prática ilícita e reafirma que todos os fatos devem ser rigorosamente apurados pelas autoridades competentes, com respeito à lei e às garantias constitucionais”, finaliza o comunicado. O g1 entrou em contato com assessores de Senival, mas não recebeu resposta até a última atualização desta reportagem. Os mandados estão sendo cumpridos em endereços da cidade de São Paulo, da região metropolitana e do município de Extrema (MG). A ação é conduzida pelo Departamento Estadual de Investigações Criminais (Deic) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MP. De acordo com a SPTrans, a Transunião opera 50 linhas municipais que, juntas, transportam 262 mil passageiros por dia útil, atuando principalmente na Zona Leste da capital paulista. Para cortar a influência dos investigados, a Justiça determinou o afastamento imediato de todos os atuais diretores e administradores da Transunião. Como o transporte de passageiros é um serviço essencial e não pode parar, a SPTrans foi notificada. Agora, o município precisa garantir que a frota continue rodando, seja decretando uma intervenção direta na empresa ou repassando as linhas da Transunião para outras viações da cidade. Morte de ex-presidente e o início da investigação O inquérito que desencadeou a ação desta quinta começou a partir da investigação do assassinato de Adauto Soares Jorge, antigo presidente da Transunião, executado em 2020. Documentos manuscritos conhecidos como “salves” do PCC revelaram que Adauto e o vereador Senival de Moura – apontado como o verdadeiro controlador da empresa – haviam sido condenados à morte por supostos desvios de valores da organização criminosa. “A facção teria descoberto, então, que Adauto desviava dinheiro da empresa para subsidiar uma espécie de ‘caixa dois’ para as eleições de 2020, privilegiando diretamente Senival em sua campanha à reeleição como vereador de São Paulo”, diz trecho da manifestação do MP. As investigações apontam que Senival concordou com a execução
Governo Zema deu isenção de R$ 2 milhões à Eletrozema

Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 Cadeia de varejo pertence à família do ex-governador; dado foi divulgado por ordem judicial Por Bernardo Mello Franco | O Globo 24/06/2026 Romeu Zema, governador de Minas Gerais — Foto: Cristiano Mariz / Agência O Globo O governo de Minas Gerais finalmente divulgou, por ordem judicial, a lista das empresas que receberam incentivos fiscais na gestão de Romeu Zema. Uma linha da planilha chamou a atenção da oposição mineira: a Eletrozema recebeu R$ 2.282.543,68 de desconto no ICMS a partir de 2024. Como o nome indica, a cadeia de lojas de eletrodomésticos pertence ao Grupo Zema, cujo principal acionista é… o ex-governador Zema. A coluna procurou o pré-candidato ao Planalto pelo Novo, mas ele ainda não se manifestou. Em março, antes de renunciar ao governo de Minas, Zema defendeu que a lista das empresas beneficiadas por isenções continuasse em sigilo. — Essa questão é como se fosse um segredo industrial. Nós não vamos dar publicidade a isso porque seria extremamente pernicioso para o estado de Minas — disse. [Atualização das 17h40: Em nota enviada à coluna, Zema disse não ver “nada de errado” com as isenções fiscais que seu governo concedeu à Eletrozema. “A empresa de que sou sócio tem regime especial de tributação desde 2008, quando eu ainda nem pensava em atuar na política”, escreveu. “Não há nada de errado nisso. O debate correto é: o regime é transparente? Estão disponíveis para todas a empresas do setor sem privilégio? Cumpre a lei? Gera atividade econômica, emprego, renda e arrecadação? Se a resposta for sim, atacar o instrumento é apenas transformar uma política tributária regular em manchete sensacionalista”.] Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasDeputado EstadualItaboraí RJNiterói RJPL Partido LiberalPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPP ProgressistasPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseResende RJRio de Janeiro RJSão Gonçalo RJSenadorSTF Supremo Tribunal FederalSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 PP, União Brasil e PL lideram ranking de emendas “sem digital” na Câmara 13/07/2026 Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Prefeitura inicia reparo em rua de Teresópolis após protesto criativo

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Placa ao lado de buraco na Fazendinha viraliza nas redes sociais. Por Juliana Guzzo | g1 24/06/2026 Placa foi o objeto de protesto em Teresópolis — Foto: Redes Sociais Teresópolis – Após um protesto criativo de um morador, a prefeitura de Teresópolis, na Região Serrana do Rio, iniciou reparos em uma rua no bairro Fazendinha. Uma placa instalada ao lado de um buraco, que chamou atenção nas redes sociais, cobrava providências para o problema. Um problema de infraestrutura urbana na cidade ganhou repercussão nas redes sociais. Cansado de esperar pelo conserto de um buraco no início da Rua Jequié, no bairro Fazendinha, ele instalou uma placa no local contabilizando o tempo de existência do problema e convidando a prefeitura a agir. O cartaz trazia a mensagem “Dois meses, se quiser consertar”, em referência a um meme popular nas redes sociais. A autoria da placa não foi identificada, mas a manifestação teve resultado. Nesta quarta-feira (24), uma equipe da Secretaria Municipal de Obras e Serviços Públicos iniciou os reparos na galeria pluvial que provocou o afundamento da via. O caso chamou a atenção de moradores e internautas, que compartilharam imagens da ação bem-humorada como forma de cobrar uma solução para o problema. Recentemente, a prefeitura entregou um muro de contenção no bairro Fazendinha. Segundo a Secretaria de Obras, há um cronograma de operação tapa-buracos em diferentes pontos da cidade para melhorar as condições das vias. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Edir Macedo: R$ 10,4 bi na Forbes, banco na mira da PF e histórico de jatos e luxo em Miami

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Enquanto instituição financeira ligada à Universal sofre bloqueio de R$ 670 milhões por suspeitas de fraudes, fundador desponta no ranking global de bilionários com rastro patrimonial que inclui venda milionária de ex-apartamento com elevador para carros. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 24/06/2026 Entrada do prédio onde Edir Macedo vendeu apartamento em Miami (Reprodução / Alan Santos PR) Edir Macedo consolidou sua presença na lista de bilionários da Forbes de 2026 com uma fortuna estimada em US$ 2 bilhões, cifra que no câmbio atual ultrapassa os R$ 10,4 bilhões. O recorde financeiro do fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) ganha os holofotes no exato momento em que o Banco Digimais, instituição controlada por seu grupo econômico, torna se o alvo central de uma operação da Polícia Federal que investiga fraudes no Sistema Financeiro Nacional. O montante atualizado coloca o líder religioso na 2.052ª posição do ranking global da Forbes. O salto em relação às estimativas anteriores, que rondavam a casa dos R$ 9 bilhões, dá a exata dimensão de um império que transcendeu o púlpito. O ecossistema macedista cruza dízimos, concessões públicas de radiodifusão, um banco chancelado pelo Estado e um histórico de patrimônio internacional de altíssimo padrão, frequentemente blindado por engenharias corporativas e isenções tributárias. O cerco da PF e as suspeitas sobre o Digimais A frente mais crítica do império atualmente é a financeira. A Fórum mostrou que a Operação Miragem da Polícia Federal investiga o Banco Digimais por suspeitas de gestão fraudulenta, falsificação de dados em demonstrativos contábeis e operações de crédito vedadas. Com base em relatórios do Banco Central, a Justiça Federal de São Paulo autorizou o bloqueio de até R$ 670 milhões em bens e valores vinculados à instituição. A Fórum também revelou que a PF solicitou a quebra dos sigilos bancário e fiscal do próprio Edir Macedo no caso Digimais. O bispo só não foi alvo de mandados diretos de busca e apreensão no Brasil porque os registros da investigação apontam que ele reside atualmente no exterior. O avanço do Digimais não ocorreu à margem das engrenagens do poder público. A Fórum já havia detalhado que o banco obteve aval para operar com sua nova marca durante a gestão de Roberto Campos Neto no Banco Central. No âmbito estadual, a gestão de Tarcísio de Freitas (Republicanos) credenciou a instituição para oferecer empréstimos consignados aos policiais militares de São Paulo, atrelando o negócio diretamente à fonte segura da folha de pagamento do Estado. O ex apartamento em Miami e a venda milionária O histórico imobiliário de Edir Macedo nos Estados Unidos ilustra o abismo entre o discurso de desapego material e a prática corporativa. O símbolo máximo dessa extravagância foi a unidade 4005 no Porsche Design Tower, um edifício futurista em Sunny Isles Beach, na Flórida. O prédio é conhecido internacionalmente pelo elevador automotivo que permite aos moradores estacionarem seus carros de luxo dentro da própria sala de estar. O empreendimento é voltado à superelite global, abrigando apartamentos cujos valores chegam a ultrapassar impressionantes R$ 177 milhões. Documentos imobiliários levantados pela organização norte americana Trinity Foundation, entidade dedicada a investigar a opacidade patrimonial de lideranças religiosas, revelam que o imóvel não pertence mais ao bispo. Adquirido inicialmente por US$ 9,65 milhões, o apartamento foi vendido em setembro de 2025 por expressivos US$ 13 milhões, valor próximo a R$ 67 milhões na cotação brasileira. Reportagem do portal The Roys Report acrescenta um detalhe que evidencia a simbiose entre as empresas do líder religioso: a venda do imóvel em Miami foi concretizada mediante uma procuração durável assinada por Wilon Cardoso, executivo apontado como CEO da Record Enterprise Television Inc., braço da emissora nos Estados Unidos. A Trinity Foundation localizou ainda um segundo condomínio de luxo em Sunny Isles Beach, avaliado em US$ 10,7 milhões. A propriedade está registrada sob uma empresa do tipo LLC, sem gestores identificados publicamente no registro oficial de Miami Dade, o que dificulta a vinculação direta, mas reforça suspeitas sobre uma complexa engenharia de blindagem do patrimônio familiar. Histórico de luxo: Mansão de 18 suítes e cobertura no Templo de Salomão O rastro de propriedades suntuosas associadas à liderança da Universal possui capítulos conhecidos também no território brasileiro. Em 2009, reportagens revelaram que a cúpula da igreja desfrutava de uma mansão cinematográfica em Campos do Jordão, no interior de São Paulo. A propriedade contava com quatro andares, 18 suítes, cinema, piscina coberta e elevador panorâmico, registrada em nome da própria instituição religiosa. Anos depois, em 2014, registros da imprensa paulista apontaram a mudança do bispo e sua esposa para a cobertura do suntuoso Templo de Salomão, no Brás. O espaço blindado de aproximadamente mil metros quadrados foi descrito com requintes corporativos como jardim de inverno, acesso estritamente controlado por biometria e cartões magnéticos. Frota de jatos e imunidade tributária A circulação global da cúpula da Universal exige uma logística à altura dos bilhões listados na Forbes. O monitoramento patrimonial promovido pela Trinity Foundation vai muito além do mercado imobiliário. Por meio do projeto Pastor Planes, a entidade aponta a existência de aeronaves privadas de grande porte ligadas à igreja. A frota rastreada inclui modelos altíssimo custo da aviação executiva, como um Bombardier Global Express, um Dassault Falcon 2000EX, um Embraer EMB 505 e um Gulfstream G280. Essas aeronaves realizam rotas frequentes que conectam o Brasil a destinos na América do Norte, Europa e Oriente Médio. A exuberância patrimonial ganha contornos ainda mais superlativos quando se analisa o custo de mercado e a manutenção dessa frota internacional. O projeto Pastor Planes identificou aeronaves que figuram entre as mais caras e exclusivas da aviação executiva global. O jato Bombardier Global Express, por exemplo, possui versões cujos valores variam de 11 milhões a 15 milhões de dólares no mercado de seminovos, o que representa algo em torno de 57 milhões a 78 milhões de reais na cotação atual. Modelos mais antigos dessa mesma linha não saem por menos de 6,5
Justiça quebra sigilo do bispo Edir Macedo, da Universal e do Digimais

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Bispo evangélico é alvo de operação da Polícia Federal contra um esquema para manipular demonstrativos e fraudar o sistema financeiro Por Rodrigo Tammaro e Renan Porto | Metrópoles 24/06/2026 Edir Macedo | Facebook/ Reprodução A Polícia Federal (PF) deflagrou, nesta terça-feira (23/6), a Operação Miragem, contra um esquema de fraudes financeiras relacionadas ao Banco Digimais, do bispo evangélico Edir Macedo. O fundador da Igreja Universal do Reino de Deus foi alvo de quebra de sigilo bancário e fiscal. Além do religioso, também foi autorizada a quebra dos sigilos de outros 17 alvos da operação e o cumprimento de mandados de busca e apreensão contra nove alvos em São Paulo. De acordo com a corporação, Edir Macedo não é alvo dos mandados por residir no exterior. Segundo a investigação, os alvos teriam manipulado demonstrativos contábeis e registros regulatórios para ocultar sua real situação financeira do Banco Digimais. O objetivo seria criar uma aparência de solvência para burlar a fiscalização dos órgãos de controle e viabilizar operações supostamente irregulares. A decisão judicial também autorizou a PF a sequestrar e bloquear bens do bispo e dos outros nove alvos de busca e apreensão. O montante é de mais de R$ 670 milhões e, segundo a corporação, corresponde ao ganho patrimonial com a suposta fraude. Quem são os alvos da operação Mandados de busca e apreensão Marcelo de Lima Brasil João Alves de Campos Rodrigo Ruggero João Luiz Urbaneja Thiago Rodrigues Urbaneja José Roberto Giancoli Filho Rodrigo Balassiano Banco Digimais S.A. ID Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. Quebra de sigilo fiscal B.A. Empreeendimentos e Participações S/A Banco Digimais S.A. Bless Capital Gestora de Recursos Digimais Securitizadora de Créditos Financeiros S.A. Edir Macedo Bezerra EXP 1 FIDC-NP Guidare FIM CP Hermon Fundo de Investimento em Direitos Creditórios Não Padronizados (FIDC-NP) RL ID 112 FIDC-NP ID Corretora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. João Alves de Campos João Luiz Urbaneja José Roberto Giancoli Filho Marcelo de Lima Brasil Rocha Silva Consultoria e Estruturação (Marcos Serviços de Consultoria Ltda) Rodrigo Balassiano Rodrigo Ruggero Thiago Rodrigues Urbaneja Segundo a corporação, os investigados poderão responder pelos crimes de gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em demonstrativos contábeis e realização de operações de crédito vedada. O que dizem os envolvidos Em nota, a Bless Capital afirmou que não foi alvo da operação e não foi objeto de qualquer medida judicial relacionada ao caso. A gestora também afirmou que não possui vínculo societário com a ID e não integra o mesmo grupo econômico da companhia. “Trata-se de empresas independentes, com estruturas societárias, governança e administrações próprias, que atuam em funções distintas dentro do ecossistema do mercado de capitais.” A Bless Capital ainda reforçou que todas as operações são conduzidas em estrita observância à regulamentação vigente, aos normativos dos órgãos reguladores e às melhores práticas de governança do mercado. “Não procede qualquer alegação de utilização de fundos geridos pela companhia para fins de maquiagem contábil ou qualquer outra prática irregular. A Bless Capital permanece à disposição das autoridades para prestar quaisquer esclarecimentos que venham a ser solicitados e segue acompanhando o tema com total transparência e responsabilidade”, concluiu. A Rocha Silva Consultoria e Estruturação informou que recebeu com surpresa a notícia sobre a operação. “Prestei serviços de estruturação e intermediação da venda do direito de crédito de clientes e jamais prestei qualquer serviço ao banco Digimais”, afirmou o proprietário da empresa, Marco Antônio Rocha da Silva. “Me coloco a disposição das autoridades para quaisquer esclarecimentos, posto que a venda do ativo foi lícita e não tenho ciência, e tão pouco responsabilidade, sobre eventual sobrevalorização do mesmo pela instituição investigada, conforme citado em reportagem. A venda do direito creditório, que é um ativo financeiro, foi legal. Não tive nenhuma participação posterior nos fatos que estão sendo apurados. Na época nem sabia que esse ativo iria para o banco Digimais, a operação foi com um fundo”, afirmou. O Metrópoles aguarda a manifestação dos outros citados. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Piloto filmou sacola com suposto dinheiro destinado a Ciro Nogueira, diz relatório da PF (VIDEO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Relatório da PF aponta que mensagem entre Vorcaro e Zettel sobre repasse ocorreu um ano após a viagem Em táxi aéreo, empresário Beto Louco teria perguntado se ‘senador Ciro já estava aguardando’; parlamentar ainda não se pronunciou Por Gabriela Cecchin | Folha de S.Paulo 24/06/2026 Ciro Nogueira (à esq) e Daniel Vorcaro (à dir) próximos ao Aeroporto Internacional de Fort Lauderdale-Hollywood, EUA – Reprodução São Paulo – A Polícia Federal investiga se uma sacola que o piloto Mauro Caputti Mattosinho afirma ter transportado em um voo para Brasília, em 6 de agosto de 2024, seria destinada ao senador Ciro Nogueira (PP-PI). A informação foi publicada inicialmente pelo portal ICL Notícias e obtida pela Folha por meio dos documentos da investigação e de entrevista com o piloto. Mattosinho trabalhou na TAP (Táxi Aéreo Piracicaba) e afirma ter transportado regularmente o empresário Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, alvo de operação por fraudes no setor de combustíveis. A investigação da PF apontou que Daniel Vorcaro, ex-dono do Banco Master, enviou ao operador financeiro Fabiano Zettel a mensagem: “Resolve Ciro e galerias hoje / Manda agora la”. Em resposta, Zettel encaminhou uma lista de pagamentos pendentes, na qual aparece a anotação “Espécie Ciro 350k”. De início, a polícia acreditou que as mensagens teriam sido enviadas na mesma data da viagem; no entanto, após reavaliação detalhada do material, constatou-se que a conversa se deu no dia 6 de agosto de 2025, exatamente um ano depois. Ainda assim, a PF afirma que mantém suas suspeitas de dinheiro em espécie enviado ao parlamentar, com base tanto no relato do piloto quanto nas mensagens trocadas no ano seguinte. Procurado por WhatsApp desde a manhã de sexta-feira (19), Ciro Nogueira ainda não se posicionou. A defesa de Daniel Vorcaro disse que não irá comentar. Advogados de Roberto Leme afirmaram à reportagem que nega qualquer transporte de recursos, bem como qualquer vínculo com Vorcaro, e diz que o empresário “nunca sequer deu um ‘bom dia’ ao ex-banqueiro ou pessoas ligadas a ele. Já a empresa TAP afirma que desconhece os fatos noticiados e que sua operação está “de acordo com a legislação pertiente, seguindo rigorosas regras de compliance”. Em declaração encaminhada à PF, Mattosinho relata que, em 6 de agosto de 2024, fazia o trajeto São Paulo-Brasília na aeronave PR-SMG quando recebeu do gestor uma sacola de papel que deveria receber “cuidado especial” porque continha “grana”. Segundo o piloto, o peso e o formato da embalagem o fizeram concluir que havia dinheiro em espécie no interior. “Eu fiz aquele vídeo no intuito de demarcar que eu não estava maluco”, disse posteriormente à PF. Ao pousar em Brasília, Mattosinho afirma que permaneceu na cabine enquanto os passageiros desembarcavam. Foi nesse momento, segundo ele, que ouviu Beto Louco perguntar a um funcionário se “estava tudo certo com o Ciro” e se “o senador Ciro já estava aguardando a gente”. O piloto afirma ter entendido que a referência era a Ciro Nogueira. Beto Louco levou a sacola para fora da aeronave, segundo o piloto, e não voltou com ela para São Paulo. SOB AMEAÇA, PILOTO VIVE SEM RESIDÊNCIA FIXA DESDE DEPOIMENTO Mattosinho afirma que passou a receber ameaças após começar a reunir documentos e procurar a Polícia Federal. Segundo ele, uma pessoa telefonou descrevendo o endereço de uma familiar e ameaçando cometer violência sexual contra ela. Em outro episódio, relata que uma mulher de sua família percebeu, por três sábados seguidos, um homem fotografando a frente de sua casa. Ele também diz que pessoas que se apresentaram como policiais o procuraram em um endereço antigo, sem deixar qualquer documento ou intimação. O piloto afirma ter contratado um especialista particular em proteção de testemunhas e adotado protocolos de segurança. Segundo ele, o advogado chegou a apresentar a possibilidade de solicitar sua inclusão no Programa de Proteção a Vítimas e Testemunhas Ameaçadas, previsto em lei para pessoas que correm risco em razão da colaboração com investigações e processos judiciais, mas Mattosinho considerou que os impactos em sua vida pessoal e profissional seriam excessivos. O advogado especialista em direito penal Leonardo Tajaribe explica que a testemunha que está em situação de risco não é obrigada a entrar no programa, que pode impor limitações de contato, mudanças de rotina e, em alguns casos, alteração de endereço, afastamento do círculo social e medidas de sigilo. “Se incluída no programa, a testemunha não pode transformar a proteção em um cardápio de preferências. O programa funciona com regras próprias de segurança, apesar de algumas medidas serem negociadas dentro do possível”, afirma. Já o advogado criminalista Lucas Monteiro, sócio da Monteiro Porto & Perassoli Sociedade de Advogados, explica que serviços privados de segurança podem oferecer maior flexibilidade na gestão da rotina e permitir que a pessoa mantenha maior controle sobre suas decisões de deslocamento e contatos. Há dez meses, o piloto vive mudando de endereço a cada duas semanas e não consegue exercer a carreira na aviação executiva, setor em que trabalhou por 17 anos. “Meu trabalho dos sonhos. Meu pai era piloto, sempre quis ser piloto. Não está dando mais, infelizmente”, afirmou durante a entrevista. “Eu denunciei um crime e minha vida está absolutamente em frangalhos, profissionalmente.” Ele diz acreditar que será difícil conseguir voltar a trabalhar no setor. “Todo mundo que é usuário desse sistema de aviação executiva se conhece. Então eu me tornei meio que uma ‘persona non grata’, pelo menos por um tempo”, disse.https://www.dailymotion.com/video/xah8x2m Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana