Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

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Deputado revela ajuda israelense em projeto que pode afetar muçulmanos

Deputado revela ajuda israelense em projeto que pode afetar muçulmanos

Deputado revela ajuda israelense em projeto que pode afetar muçulmanos Projeto de Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL) prevê diversas medidas contra muçulmanos e é alvo de denúncia na PGR Por Junio Silva | Metrópoles 27/07/2026 O deputado federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL-SP) | Michel Jesus/Câmara dos Deputados O deputado federal Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL-SP) revelou contar com a ajuda de israelenses, que o motivaram a apresentar um projeto na Câmara dos Deputados com o poder de afetar muçulmanos. “O que me deu urgência de ter protocolado o projeto foram observadores, que ajudam Israel, são israelenses que monitoram isso no mundo todo, e estão me dando informações”, disse Luiz Philippe em 21 de maio em palestra em Catanduva, no interior de São Paulo. Segundo o parlamentar, ele está em uma “missão religiosa” no Brasil durante o seu mandato na Câmara. A fala do parlamentar se referia ao PL 824/2026, apresentado em março, e pelo qual ele foi denunciado à Procuradoria-Geral da República (PGR). O projeto busca proibir a aplicação e promoção de um sistema de leis e condutas seguidas por muçulmanos, conhecido como Sharia. No entanto, o texto também afeta outras questões para a comunidade islâmica, como a expulsão de estrangeiros e o uso de forças de segurança pública para “prevenir e reprimir condutas”. Inicialmente, o herdeiro da Família Imperial Brasileira afirmou que o PL não foi criado baseado em motivações religiosas. Mas, no mesmo evento, Luiz Philippe de Orléans e Bragança citou o histórico de mais de “500 anos de combate ao islamismo” de sua família e falou sobre sua “missão religiosa”. O que é a lei da Sharia A sharia é um conjunto de códigos e condutas adotados por seguidores do Islã, que são baseadas no livro sagrado dos muçulmanos, o Alcorão. Eles reúne regras de conduta moral, religiosa, social e, em alguns países, também serve de base para o sistema jurídico. O termo sharia significa “o caminho claro para a água” e é adotado de formas distintas em países muçulmanos. O sistema pode ser comparado, em partes, com os Dez Mandamentos adotados por cristãos. A diferença é que na sharia, além de condutas religiosas, também estão previstas regras para outras áreas da vida, como familiar e social. No Afeganistão, por exemplo, a sharia tem sido distorcida e interpretada de forma radical pelo Talibã, que comanda o país desde 2021. O país enfrenta uma série de restrições sociais, que afetam principalmente os direitos de mulheres afegãs, e punições rígidas para quem desrespeitar a interpretação deturpada da lei islâmica local. A sharia não tem qualquer validade jurídica no Brasil, já que o país é um Estado laico, onde a religião não influencia a legislação local, diferente de países como Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Irã e outras nações muçulmanas. Isso não impede, contudo, que muçulmanos vivam suas vidas com base nas normas da sharia, já que o conjunto de regras islâmicas também faz parte do dia a dia religioso e social de seguidores do Islã. Ajuda israelense? Ao ser questionado pelo Metrópoles sobre a atuação de israelenses na criação do PL 824/2026, no entanto, o deputado negou qualquer participação de autoridades ou instituições ligadas ao governo de Israel no projeto. Segundo o parlamentar, as informações recebidas, que motivaram o projeto, partiram de “cidadãos de lá, que sabem e monitoram o que está acontecendo”. O deputado não deu mais detalhes sobre quem são essas pessoas. Fontes israelenses ligadas à diplomacia do país também foram consultadas sobre as alegações do parlamentar brasileiro e negaram qualquer tipo de participação no projeto e na “missão religiosa” de Luiz Philippe. “O Estado de Israel não tem conflito com o Islã nem com os muçulmanos”, disse uma fonte que pediu anonimato. “Um em cada cinco cidadãos israelenses é árabe — cerca de 2,1 milhões de pessoas em uma população de mais de 10 milhões. Muçulmanos, cristão e drusos vivem, votam e praticam sua fé livremente em Israel, e o Centro Mundial Bahá’j [religião monoteísta] em Haifa, patrimônio mundial da UNESCO, e o coração global da fé Bahá’j, está situado em Israel”. Na conversa por telefone, Luiz Philippe afirmou que o PL 824/2026 não possui cunho religioso ou busca atacar a fé de muçulmanos — apesar de ter falado em “missão religiosa” e “combate ao islamismo” no evento em São Paulo. Para explicar sua posição, o deputado federal recorreu a amizades que cultiva com seguidores do Islã. “O projeto não se trata de religião, mas sim contra a Sharia”, disse o parlamentar. “Eu até tenho amigos muçulmanos, e eles também não são a favor da lei da Sharia”. Mesmo com alegação, Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL) é alvo, desde o último mês, de uma denúncia na Procuradoria-Geral da República (PGR). A representação, protocolada pelo deputado estadual Maurici (PT), pede a abertura de uma investigação contra o deputado federal por racismo religioso e intolerância contra a comunidade islâmica no Brasil. Segundo a denúncia, o PL 842/2026, assim como publicações de Luiz Philippe de Orléans e Bragança nas redes sociais, busca construir uma narrativa para retratar o Islã e seus seguidores como uma “ameaça existencial às sociedades ocidentais”. “A mensagem transmitida ao público é a de que o Brasil estaria sob risco iminente de submissão à Sharia e que caberia ao referido projeto de lei e aos seus apoiadores defender a população brasileira dessa pretensa investida”, diz um trecho da representação enviada à PGR. O PL 824/2026 Protocolado na Câmara dos Deputados em março deste ano, o PL 824/2026 busca impedir que a Sharia seja aplicada ou promovida no Brasil — ainda que não haja qualquer movimento social ou político pedindo a substituição da Constituição Federal pelo sistema islâmico — com o objetivo de garantir a “proteção dos direitos fundamentais das mulheres, das crianças e das minorias”. Ao justificar a medida, Luiz Philippe de Orléans e Bragança (PL) afirmou que o projeto não restringe a liberdade religiosa no Brasil, mas sim blinda o país de uma possível substituição das leis brasileiras por “códigos religiosos estrangeiros”. No texto, o parlamentar

O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades

O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades

O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades A delegação dos EUA planejava visitar a capital brasileira e lançar dúvidas sobre a integridade do sistema de votação antes de uma eleição presidencial neste outono, disseram autoridades. Por Marina Dias, Terrence McCoy e Samantha Schmidt | The Washington Post 26/07/2026 Um funcionário do Tribunal Eleitoral Regional da Amazonas organiza caixas contendo urnas eletrônicas durante preparativos para testes em Manaus, Brasil, no dia 8 de julho. (Michael Dantas/AFP/Getty Images) BRASÍLIA — O Brasil negou vistos a dois altos funcionários do Departamento de Estado que o governo Trump planejava enviar em uma missão para lançar dúvidas sobre a justiça e integridade do sistema eleitoral do país antes que milhões de brasileiros votem em uma eleição presidencial em 4 de outubro, informou o Ministério das Relações Exteriores no sábado. Uma delegação do Departamento de Estado dos EUA, incluindo os indicados políticos de Trump Riley M. Barnes, secretário assistente, e Samuel Samson, secretário assistente adjunto, planejava partir para Brasília, a capital, nos próximos dias, segundo um alto funcionário do Departamento de Estado e três funcionários brasileiros, que falaram sob condição de anonimato para discutir diplomacia sensível. Mas autoridades brasileiras, informadas dos planos, negaram permissão para viajar aos americanos, disse o Ministério das Relações Exteriores. Os funcionários dos EUA solicitaram vistos pelo consulado brasileiro em Washington, dizendo que planejam realizar “reuniões com autoridades envolvidas no processo eleitoral”, disseram autoridades brasileiras. Samson viajou da África para a Europa, promovendo a política conservadora do presidente Donald Trump e cultivando laços com grupos de direita, às vezes alienando políticos do establishment. Não estava claro com quem os diplomatas americanos planejavam se encontrar ou como iriam contestar um sistema há muito visto como um porta-estandarte eleitoral na América do Sul, retornando resultados poucas horas após os brasileiros votarem. Dois altos funcionários brasileiros disseram ao The Washington Post na quinta-feira que haviam descoberto recentemente o que descreveram como a “manobra” americana e prometeram bloquear a entrada dos oficiais americanos no país. “É uma manobra completamente incompatível com a democracia brasileira”, disse um dos funcionários, que falou sob condição de anonimato porque não estava autorizado a falar com a mídia. Esse funcionário disse que o governo brasileiro tomaria medidas para “proteger nosso sistema de votação.” As autoridades brasileiras disseram suspeitar que o objetivo dos americanos era se reunir com céticos eleitorais e produzir um relatório que pudesse ser usado para deslegitimar o sistema de votação eletrônica do país. Samson, no passado, produziu relatórios departamentais que, segundo críticos, trouxeram uma visão partidária às questões de direitos humanos. Em um depoimento ao The Post, o Departamento de Estado confirmou que Barnes e Samson planejavam viajar para Brasília na próxima semana, mas não respondeu a perguntas sobre o propósito da viagem ou se a administração Trump estava preocupada com a integridade eleitoral no Brasil. Nem Barnes nem Samson responderam às mensagens solicitando comentários. A tentativa de missão pelos oficiais de Trump marcou uma escalada em uma longa disputa entre Estados Unidos e Brasil sobre os limites da liberdade de expressão e o caso criminal contra o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está em prisão domiciliar após ser condenado por tentativa de liderar um golpe armado e outras acusações. Nesta semana, Trump impôs tarifas significativas sobre uma variedade de produtos brasileiros. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva respondeu chamando isso de uma jogada política para ajudar seu oponente eleitoral, Flávio Bolsonaro, filho do ex-presidente e aliado de Trump. O esforço dos EUA também ressalta a reformulação cultural mais ampla do corpo diplomático americano, que na administração Trump tem sido cada vez mais utilizado para promover objetivos políticos em vez de promover princípios antigos que antes superavam o partidarismo. “Para aqueles de nós que perderam amigos ao trazer a democracia para outros países, é extremamente nocivo ver esse secretário usando o poder americano para minar eleições críveis em outros países por fins ideológicos”, disse o alto funcionário do Departamento de Estado dos EUA com conhecimento do empreendimento, falando sob condição de anonimato porque não estava autorizado a falar publicamente. “Costumávamos usar poder em situações perigosas para a democracia”, disse o alto funcionário do Departamento de Estado. “Agora enviamos indicados políticos para desacreditar o sistema eleitoral de outro país.” O alto funcionário fez uma distinção entre essa missão diplomática e os esforços do governo dos EUA em 2022 para fortalecer a democracia brasileira e evitar uma tomada militar. Na preparação para essa eleição, Jair Bolsonaro tentou repetidamente semear dúvidas sobre o sistema eleitoral brasileiro, que ele alegou estar repleto de fraudes. Bolsonaro, ex-oficial militar, simultaneamente trabalhou para politizar o exército brasileiro e alertou sobre uma “ruptura” democrática caso seu poder fosse ameaçado. Dois dias depois de Bolsonaro proclamar que “o exército está do nosso lado”, o secretário de Defesa Lloyd Austin se manifestou em apoio à democracia em Brasília e à necessidade de controle civil sobre as forças armadas. O alto funcionário disse ter visto avaliações de inteligência dos EUA na época que concluíam que “não há credibilidade nessas acusações contra a credibilidade do sistema eleitoral brasileiro.” “Trazemos um fluxo constante de militares para deixar claro aos seus colegas que eles se colocariam em risco com sanções e outras coisas do tipo se quebrassem as normas constitucionais”, disse o oficial. Após a eleição, Bolsonaro tentou reverter os resultados que mostravam que havia perdido para Lula e iniciar uma tomada militar, mas a maioria dos generais do país recuou com o plano. No ano passado, ele foi condenado por tentar derrubar o Estado brasileiro e sentenciado a 27 anos de prisão, pena que cumpre em prisão domiciliar. Um indicado de Trump para o Departamento de Estado, Darren Beattie, tentou visitar Bolsonaro após sua condenação, mas seu visto foi revogado pelo Ministério das Relações Exteriores do Brasil. Flávio Bolsonaro, que está atrás nas pesquisas, pareceu ecoar as alegações de seu pai esta semana em uma reunião com diplomatas. Ele afirmou que as urnas eleitorais do Brasil foram fabricadas pela empresa venezuelana Smartmatic e são vulneráveis a fraudes — alegações refutadas pelo Tribunal Superior Eleitoral do Brasil. Observadores internacionais afirmaram repetidamente que o sistema eleitoral brasileiro é sólido. Todas as “missões de observação ao Brasil desde 2018, quando começaram, incluindo

Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master

Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master

Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master Decisão prevê auditoria independente, bloqueio de bens de gestora e impede ações que possam atrasar resgate de recursos investidos em fundo Por Marco Antônio Martins | g1 Rio 25/07/2026 Viatura da Polícia Federal em frente à sede do Rioprevidência — Foto: Milton Oliveira/Globonews Em mais um desdobramento envolvendo a Master Corretora, a Justiça deu nova vitória judicial ao Governo do Estado do Rio e ao Rioprevidência. A 10ª Vara da Fazenda Pública da Capital determinou medidas para garantir o resgate de R$ 481,5 milhões investidos no Fundo Revolution, além de estabelecer auditoria independente e bloqueio de bens de envolvidos. A decisão impede que a administradora do fundo adote medidas para dificultar ou atrasar o resgate solicitado pelo Rioprevidência, previsto para agosto de 2026, e também determina a apresentação de auditoria independente sobre a situação patrimonial da carteira. Além disso, a Justiça determinou o bloqueio de bens da Acura Gestora de Recursos e de seus diretores, até o limite do valor aplicado, como forma de preservar patrimônio para eventual ressarcimento aos cofres previdenciários. Esta é a segunda decisão favorável obtida pelo Estado e pelo Rioprevidência em poucos dias na disputa envolvendo o caso Master. Na quinta-feira (23/07), a Justiça já havia determinado o bloqueio de bens para garantir a recuperação de até R$ 135,1 milhões relacionados aos prejuízos do Fundo Texas I FIA. A Polícia Federal estima que a Rioprevidência fez investimentos de R$ 3,7 bilhões em produtos financeiros ligados ao Banco Master durante o governo de Cláudio Castro (PL). Segundo a PGE, o Rioprevidência investiu R$ 481,4 milhões no fundo Revolution, administrado pela Master Corretora. O patrimônio atual está estimado em R$ 567,8 milhões. Notícia anterior Banco MasterGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFProcuradoria-Geral do Estado PGERioPrevidência Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master 25/07/2026 Ex-aliado de Bolsonaro, Luciano Bivar entra na chapa do PT em Pernambuco 21/07/2026 Mensagens e áudios indicam lista de propina do PCC para delegacias de SP (ÁUDIO) 22/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça Tal pai (Jair Bolsonaro), tal filho (Flávio), ambos golpistas Couto exonera cúpula do Instituto Rio Metrópole após MPRJ prender 6 Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista

MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor

MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor

MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Três Rios, obteve decisão liminar determinando que o Município de Comendador Levy Gasparian apresente um plano de ação para a elaboração do Plano Diretor e da Carta Geotécnica de Aptidão à Urbanização. Por MPRJ 24/07/2026 MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor A medida busca assegurar o adequado planejamento urbano e fortalecer as ações de prevenção de desastres. A Justiça estabeleceu prazo de 60 dias para a apresentação do plano de ação e determinou, ainda, que o Município apresente relatórios mensais sobre o andamento das medidas. A ação civil pública ajuizada pelo MPRJ ressalta que o Estatuto da Cidade estabelece como obrigatória a existência de Plano Diretor para cidades “incluídas no cadastro nacional de Municípios com áreas suscetíveis à ocorrência de deslizamentos de grande impacto, inundações bruscas ou processos geológicos ou hidrológicos correlatos”. Ainda segundo a ação, Levy Gasparian foi incluída em 2023 na lista nacional de municípios com alta suscetibilidade a desastres. A promotoria também lembra que a cidade já registrou ao menos dez comunicados de ocorrência de desastres ao governo federal, que incluem alagamentos, inundações, deslizamentos, enxurradas e colapso de edificações. Antes de ajuizar a ação, a Promotoria buscou solução extrajudicial, por meio de reuniões, solicitação de informações e Recomendação formal. No entanto, segundo a ação, o Município deixou de responder reiteradamente aos ofícios encaminhados pelo Ministério Público. “Com efeito, tratando-se de município crítico à ocorrência de desastres, a inércia do gestor em dar cumprimento à obrigação legal voltada ao mapeamento de áreas de risco e ao planejamento adequado da cidade configura severa violação a direitos fundamentais da população”, afirma a ação. Notícia anteriorPróxima notícia Comendador Levy Gasparian RJMP-RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor 24/07/2026 MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu 24/07/2026 GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Violência avança em Maranguape (CE), que segue como cidade mais violenta do Brasil Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa” Mendonça autoriza inquérito no STF para investigar financiamento de Vorcaro a Dark Horse, filme sobre Bolsonaro

MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu

MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu

MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Macaé expediu, na segunda-feira (20/07), Recomendação para que a Secretaria de Estado de Educação (SEEDUC) adote medidas para solucionar problemas estruturais no Colégio Estadual Professor Souza, em Casimiro de Abreu. Por MPRJ 24/07/2026 MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu Entre os pedidos estão a climatização de todas as salas de aula, biblioteca e sala dos professores no prazo máximo de 90 dias. O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) pede ainda que sejam designados professores mediadores ou profissionais de apoio escolar para o atendimento dos alunos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) matriculados na unidade.   Durante uma vistoria técnica realizada pela equipe técnica do CRAAI Macaé, foi constatado que a escola possui 12 aparelhos de ar-condicionado instalados, mas eles não funcionam simultaneamente devido à insuficiência da rede elétrica, obrigando os responsáveis a fazerem um sistema de rodízio. A biblioteca e a sala dos professores também permanecem sem climatização. Segundo a Recomendação, uma empresa chegou a ser contratada para executar a readequação elétrica da unidade em junho de 2025, mas as obras ainda não começaram. A SEEDUC deve apresentar, no prazo de 15 dias, relatório detalhado com o cronograma definitivo das obras e a comprovação da regularização do atendimento aos alunos que necessitam de mediação escolar. Notícia anteriorPróxima notícia Casimiro de Abreu RJMP-RJRegião dos Lagos Baixada Litorânea Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ recomenda obras de climatização e contratação de mediadores para escola estadual em Casimiro de Abreu 24/07/2026 GAECO/MPRJ cumpre ordem de sequestro de bens e valores em investigação sobre fraudes em contratos públicos de Casimiro de Abreu 23/07/2026 MPRJ recomenda maior transparência e controle no uso de veículos oficiais da Câmara de Casimiro de Abreu 22/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS A nova ofensiva do MP do Rio contra núcleo do antigo gabinete de Carlos Bolsonaro Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master

Sem saída: Por que André Mendonça foi obrigado a liberar inquérito da PF sobre Flávio Bolsonaro? (VIDEO)

Sem saída: Por que André Mendonça foi obrigado a liberar inquérito da PF sobre Flávio Bolsonaro? (VIDEO)

Sem saída: Por que André Mendonça foi obrigado a liberar inquérito da PF sobre Flávio Bolsonaro? (VIDEO) Sem margem para recusar solicitações da Polícia Federal e da PGR, o ministro do STF André Mendonça autorizou a abertura de inquérito sobre movimentações financeiras do senador Flávio Bolsonaro para o filme Dark Horse Por Antonio Mello | Fórum 24/07/2026 André Mendonça e Jair Bolsonaro – Jair Bolsonaro e André Mendonça (Allan Santos/Presidência da República) E pur si muove” (E contudo ela se move) teria dito entredentes Galileu Galilei, em 1633, após ser forçado pela Inquisição a negar que a Terra gira em torno do Sol. O mesmo aconteceu agora ao ministro do STF terrivelmente evangélico André Mendonça, que estava imóvel como a Terra para os medievalistas católicos sobre o envolvimento do senador Flávio Bolsonaro com o pedido a Daniel Vorcaro de “financiamento” supostamente para um filme biográfico do ex-presidente Jair Bolsonaro. Parado estava, parado ficaria, como ficou à época em que, ministro da Justiça de Bolsonaro, não moveu uma palha para o avanço das investigações sobre as rachadinhas do pimpolho 01 do ex-presidente. Acontece que a Polícia Federal solicitou abertura de inquérito para poder investigar Flávio Bolsonaro e as movimentações dos RS 61 milhões de Daniel Vorcaro para o tal “filme”. A PF suspeita que o dinheiro possa ter sido utilizado em parte para financiar Eduardo Bolsonaro nos EUA e talvez até a mansão em que comprou naquele país. A PGR viu sentido no pedido da Polícia Federal, deu sinal verde para a investigação e André Mendonça foi obrigado a se mover e autorizar a abertura do inquérito sobre o filme Dark Horse e toda a movimentação criminosa do dinheiro desviado do Banco Master. Tudo isso é tema do Fórum Mídias do dia 24 de julho. O Fórum Mídias vai ao ar de segunda a sexta, às 8h30, dentro do Fórum Café, na TV Fórum, e depois como um corte na playlist do Fórum Mídias. https://www.youtube.com/watch?v=lLrWwGJWBTE&t=1s Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterDeputado FederalPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaSenadorSTF Supremo Tribunal FederalVIDEO AUDIO Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Sem saída: Por que André Mendonça foi obrigado a liberar inquérito da PF sobre Flávio Bolsonaro? (VIDEO) 24/07/2026 Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos 24/07/2026 Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure 24/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) Vorcaro falou com Sicário sobre ‘tomar medida urgente’ contra gestor que denunciou Master Ex-ministro de Lula demitido após fraudes no INSS declara apoio ao petista Desesperado, Flávio Bolsonaro implora por apoio de Michelle: “Desculpa” PL vê desgaste de Flávio em convenção após inquérito aprovado por Mendonça

Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado

Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado

Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado Senador emitiu notas, depois canceladas, para empresa registrada em prédio em São Caetano do Sul; sala é ocupada pela Contábil Corrêa, da qual o pré-candidato a presidente recebeu R$ 500 mil; procurada por e-mail, consultoria não respondeu Por Juliano Galisi | O Estado de S.Paulo 24/07/2026 O centro comercial em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo, em que estão sediadas as empresas Contábil Corrêa e Copenhagen, para as quais o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu R$ 1,5 milhão em notas fiscais Foto: Juliano Galisi/Estadão SÃO CAETANO DO SUL – A empresa de consultoria Copenhagen, para a qual o escritório de advocacia do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) emitiu R$ 1 milhão em notas fiscais canceladas, não funciona no endereço informado à Receita Federal, um centro comercial em São Caetano do Sul, na Grande São Paulo. O Estadão esteve no local na manhã desta sexta-feira, 24, e constatou que, embora registrada no espaço, a Copenhagen só existe no papel (veja no vídeo acima). A consultoria está sediada na sala 47 do edifício, mas quem funciona de fato no lugar é outra firma, a Contábil Corrêa, que pertence ao mesmo dono da Copenhagen, o empresário Rogério Lourenço Novo. O sócio-administrador da Copenhagen não estava no local. O funcionário que atendeu a reportagem informou que ele “estava de férias”.  A Copenhagen é investigada pela Polícia Federal por suspeita de ocultação de patrimônio no caso Master. A empresa foi procurada por e-mail para se manifestar, mas não respondeu. As notas emitidas pelo escritório de Flávio Bolsonaro à Copenhagen, que totalizam R$ 1 milhão, foram canceladas. A empresa do pré-candidato também emitiu notas para a Contábil Corrêa. Documentos obtidos pelo portal Metrópoles — e confirmados pela reportagem do Estadão — apontam para uma fatura de R$ 500 mil em favor do senador por serviços de “assessoria jurídica”. Em um vídeo que gravou sobre o assunto, o senador afirmou que prestou “serviços advocatícios” à Contábil Corrêa de forma legal, lícita e privada, mas não detalhou a natureza das tarefas prestadas. Além disso, não esclareceu como conheceu Rogério Novo nem por quais razões cancelou as notas no valor de R$ 1 milhão. À Receita Federal, a Contábil Corrêa informou funcionar no conjunto 47 do centro comercial, na “sala A”, enquanto a Copenhagen disse operar no mesmo conjunto, mas na “sala B”. Porém, no local, não havia divisórias identificadas dessa forma. O nome da Contábil Corrêa aparece no painel na recepção em que estão relacionadas as empresas que funcionam no prédio. O nome da Copenhagen não figura no espaço. Além disso, a porta da sala 47 exibe apenas o nome e o logo da Contábil Corrêa. Ao bater à porta do escritório, a reportagem perguntou por Rogério Novo. Um funcionário da empresa informou que o dono da firma “estava de férias”. Questionado se a Copenhagen funcionava ali, o funcionário respondeu se tratar da sede da Contábil Corrêa. A Copenhagen é investigada pela PF por suspeitas de ocultação de patrimônio no caso Master. Segundo o portal Metrópoles, a empresa recebeu R$ 58 milhões da instituição financeira de Daniel Vorcaro, sendo que, do montante, R$ 11,2 milhões foram transferidos poucos dias após a sua abertura, em novembro de 2024. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPolícia Federal PFReceita FederalSão Caetano do Sul SPSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado 24/07/2026 Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS 23/07/2026 O Brasil nega vistos a delegação dos EUA com o objetivo de contestar o sistema eleitoral, dizem autoridades 26/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF cumpre mandados de busca e apreensão contra Careca do INSS Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master Caso das notas fiscais reacende temor no PL de novos capítulos da relação entre Flávio e Vorcaro Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo

Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos

Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos

Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos Estado foi um dos dois únicos do Brasil, ao lado do Acre, a registrar alta nesse tipo de crime em 2025; só no primeiro semestre deste ano, já foram 1.156 ocorrências, sendo 714 na capital Por Anna Bustamante | O Globo 24/07/2026 Bares da Rua Dias Ferreira no Leblon — Foto: Domingos Peixoto / Agência O Globo Rio de Janeiro – Enquanto a média nacional registrou queda de 18,3% nos roubos a estabelecimentos comerciais, o Rio de Janeiro seguiu na direção oposta. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na quinta-feira pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (Fbsp), mostram que o estado foi um dos dois únicos do país — ao lado do Acre — a apresentar aumento nesse tipo de crime em 2025. Foram 1.868 registros, contra 1.551 no ano anterior, uma alta de 20,4%. Em uma conta simples, isso representa uma média de cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia ao longo do ano passado. Para se ter uma ideia da concentração desse tipo de crime, a cidade do Rio respondeu por quase 60% de todos os roubos a estabelecimentos comerciais registrados no estado em 2025. Foram 1.113 ocorrências na capital, de um total de 1.868 casos. Os números mais recentes do Instituto de Segurança Pública (ISP) indicam que a tendência permanece em 2026. De janeiro a junho, o estado já contabilizou 1.156 roubos a estabelecimentos comerciais. Desse total, 714 ocorreram na capital fluminense, que sozinha concentra cerca de seis em cada dez registros no estado. Nova Iguaçu aparece na sequência, com 64 ocorrências no mesmo período. Cidades com maiores taxas por 100 mil habitantes de roubos a estabelecimentos comerciais em 2025:  1.Acre – 24,1 2.Ceará – 23,3 3.Pernambuco – 22,2 4.Pará – 21,4 5.Rondônia – 20,9 6.Piauí – 20,8 7.Amapá – 20,3 8.Amazonas – 18,4 9.Rio Grande do Norte – 13,9 10.Paraná – 13,4 11.Bahia – 12,0 12.Roraima – 11,6 13.Rio de Janeiro – 10,8 14.Paraíba – 10,6 15.Maranhão – 10,4 16.Espírito Santo – 9,1 17.Rio Grande do Sul – 9,0 18.Mato Grosso – 8,1 19.Distrito Federal – 7,8 20.Tocantins – 7,4 21.Minas Gerais – 7,3 22.Sergipe – 6,7 23.São Paulo – 5,9 24.Santa Catarina – 5,6 25.Alagoas – 4,7 26.Mato Grosso do Sul – 4,6 27.Goiás – 4,3 Rio na contramão em roubos de celulares Além dos roubos a estabelecimentos comerciais, o Anuário Brasileiro de Segurança Pública mostra que o Rio apresentou piora em outros indicadores de criminalidade, contrariando a tendência nacional. O estado foi um dos dois únicos do país, ao lado da Paraíba, a registrar aumento nos casos de furto e roubo de celulares. Foram 72.187 ocorrências em 2025, ante 58.813 no ano anterior, alta de 22,7%, enquanto a média nacional registrou queda de 9%. Já os roubos a transeuntes caíram no estado, mas em ritmo inferior ao observado no restante do Brasil. O estado registrou redução de 10,7%, com os casos passando de 30.870 para 27.583. Apesar da queda, foi a menor registrada entre todas as unidades da federação. No país, a redução média foi de 23,4%. Em São Paulo, por exemplo, os registros caíram 21,4%, de 29.936 para 23.578 casos. Notícia anteriorPróxima notícia ISP Instituto de Segurança PúblicaNova Iguaçu RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Rio registra, em média, cinco roubos a estabelecimentos comerciais por dia em, 2025; capital concentrou quase 60% dos casos 24/07/2026 Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure 24/07/2026 Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking 24/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana TSE desmente Flávio Bolsonaro sobre urnas com mesmo texto que contestou o pai em 2022 Justiça determina medidas para auxiliar na recuperação de valores do Rioprevidência pelo RJ em caso envolvendo a Master ‘Senador prestador de serviços: o consultor Flávio Bolsonaro na rede de Vorcaro’ (VIDEO) Apesar da proibição de atividade política, Bolsonaro decidirá vice de Flávio, diz Valdemar Ex-aliado de Bolsonaro, Luciano Bivar entra na chapa do PT em Pernambuco

Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking

Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking

Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking Estado foi um dos dois únicos do Brasil a registrar aumento desse tipo de crime em 2025, enquanto a média nacional caiu 7,7% Por Anna Bustamante | O Globo 24/07/2026 Tentativa de roubo de celular no centro do Rio — Foto: Fotos de Domingos Peixoto Rio de Janeiro – Enquanto o Brasil registrou queda nos casos de furto e roubo de celulares em 2025, o Rio de Janeiro seguiu na direção oposta. Dados do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado na quinta-feira pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública (Fbsp), mostram que o estado foi um dos dois únicos do país — ao lado da Paraíba — a registrar aumento desse tipo de crime. Foram 72.187 ocorrências no estado em 2025, contra 58.813 no ano anterior, uma alta de 22,7%, na contramão da redução de 7,7%, entre 2024 e 2025, observada no país. Numa leitura simples, a conta mostra que, em média, 198 celulares foram roubados ou furtados por dia no estado no ano passado. Já a capital fluminense aparece na 20ª posição entre os municípios brasileiros com as maiores taxas de furtos e roubos de celulares, com 793,7 ocorrências por 100 mil habitantes. No Brasil, foram registrados 792.284 furtos e roubos de celulares em 2025, ante 855.113 em 2024. Segundo o anuário, o número de ocorrências segue uma trajetória de queda desde o pico da série histórica, registrado em 2019, quando o país contabilizou mais de um milhão de casos. Além do Rio, apenas a Paraíba apresentou crescimento nos registros de subtração de celulares em 2025, com alta de 21,1%. As maiores reduções ocorreram no Rio Grande do Norte (-22,1%), Mato Grosso (-20,6%), Goiás (-19,6%), Amazonas (-19,2%) e Espírito Santo (-18,2%). O levantamento também aponta que os furtos e roubos de celulares permanecem concentrados nos grandes centros urbanos, principalmente em capitais e regiões metropolitanas. Entre os 20 municípios com as maiores taxas desse tipo de crime no país, 14 são capitais estaduais. O ranking é liderado por São Luís (MA), seguida por Belém (PA), São Paulo (SP), Salvador (BA) e Lauro de Freitas (BA). A cidade do Rio de Janeiro ocupa a 20ª colocação. Veja abaixo:  1.São Luís (MA) – 1517,0 2.Belém (PA) – 1487,0 3.São Paulo (SP) – 1390,5 4.Salvador (BA) – 1195,0 5.Lauro de Freitas (BA) – 1144,5 6.Porto Velho (RO) – 1123,2 7.Manaus (AM) – 1107,1 8.Olinda (PE) – 1060,3 9.Ananindeua (PA) – 979,5 10.Teresina (PI) – 975,3 11.Recife (PE) – 965,3 12.Cariacica (ES) – 932,2 13.Vitória (ES) – 930,8 14.Marituba (PA) – 863,2 15.Macapá (AP) – 831,6 16.Belo Horizonte (MG) – 831,3 17.Natal (RN) – 806,8 18.Itapecerica da Serra (SP) – 801,2 19.Fortaleza (CE) – 796,0 20.Rio de Janeiro (RJ) – 793,7  Já os roubos a transeuntes caíram no estado, mas em ritmo inferior ao observado no restante do Brasil. O Rio registrou redução de 10,7%, com os casos passando de 30.870 para 27.583. Apesar da queda, foi a menor registrada entre todas as unidades da federação. No país, a redução média foi de 23,4%. Em São Paulo, por exemplo, os registros caíram 21,4%, de 29.936 para 23.578 casos. Roubos e furtos de celular no carnaval No aumento registrado no estado também se refletiu na capital, especialmente durante grandes eventos. Como mostrou levantamento do Mapa do Crime com base em dados do Instituto de Segurança Pública (ISP), durante os seis dias oficiais do carnaval de 2025 foram registrados 2.248 roubos e furtos de celulares na cidade do Rio, alta de cerca de 14% em relação aos 1.973 casos contabilizados na folia de 2024. O Centro do Rio concentrou a maior parte das ocorrências. A região registrou 750 roubos e furtos de celulares, um crescimento de 46% em relação ao carnaval anterior, quando houve 515 registros. Com isso, um em cada três celulares roubados ou furtados na capital durante os dias oficiais de folia foi levado no Centro, onde passaram alguns dos principais blocos da cidade. Ao longo dos seis dias oficiais de carnaval, foram registrados, em média, 375 roubos e furtos de celulares por dia apenas no Centro, índice 2,5 vezes superior à média diária observada na cidade ao longo do restante do ano. Segundo o levantamento, bairros com intensa concentração de blocos, como Ipanema, Flamengo, Botafogo, Glória e Santa Teresa, também figuraram entre os locais com maior número de ocorrências. Notícia anteriorPróxima notícia Belém PAISP Instituto de Segurança PúblicaLauro de Freitas BARegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSalvador BASão Luís MASão Paulo SP Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Rio vai na contramão do país e registra alta nos roubos e furtos de celulares; capital está entre as 20 piores do ranking 24/07/2026 Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado 24/07/2026 Escritório de Flávio usa mesma contabilidade do Careca do INSS 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja” Smartmatic: o que é a empresa venezuelana citada em discurso de Flávio Bolsonaro e qual a relação dela com o Brasil Jaques tentou vender terreno de R$ 15 milhões um dia após ser alvo da PF Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1,5 milhão em notas para empresas usadas em esquema de Vorcaro

Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou

Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou

Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou Senador do PL fez muito pouco para explicar a transações financeiras Por Francisco Leali | O Estado de S.Paulo 24/07/2026 Nota fiscal do escritório de advocacia de Flávio Bolsonaro referente a serviços prestados a uma empresa de Rogério Lourenço Novo Foto: Reprodução O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) está, de novo, às voltas com o Banco Master. Dessa vez, não é áudio, vídeo ou conversa com o banqueiro Daniel Vorcaro. São notas fiscais. Quem emitiu? O próprio senador. A história começa há cinco anos. Eleito em 2018 para oito anos de mandato no Senado, o filho mais velho de Jair Bolsonaro entendeu que era possível ter atuação parlamentar e, ao mesmo tempo, abrir um escritório de advocacia. Fez isso em abril de 2021. O endereço da empresa individual tem quatro consoantes: SMDB. Em Brasília é a sigla para o Setor de Mansões Dom Bosco, localidade onde está a casa de Flávio Bolsonaro. Ou seja, o senador teoricamente tem um home office. A existência do tal escritório veio a público quando o próprio político disse que essa era uma das suas fontes de renda. Fazia parte da explicação da origem de recursos para quitar a mansão comprada com financiamento do Banco Regional de Brasília. Agora, sabe-se que a Flávio Bolsonaro Sociedade Individual de Advocacia emitiu, entre 2021 e 2025 pelo menos 41 notas fiscais. Três delas vieram a público. Uma, no valor de R$ 500 mil, seria fruto de uma consultoria jurídica. Outras duas, de mesmo valor, foram emitidas, mas canceladas na sequência. O que tem de relevante nisso? As notas foram emitidas para empresas que estão vinculadas ao caso Master. Até aqui o senador fez muito pouco para explicar a transação. Uma nota oficial, um vídeo e uma live em rede social. Neles pragueja contra quem quer criminalizar sua atividade como advogado, fala em perseguição para afastar a família Bolsonaro da presidência. Mas o que realmente interessa Flávio não conta. O senador prestou consultoria a empresas e recebeu por isso durante o governo de Jair Bolsonaro? Os serviços tinham relação com a gestão do pai? Quem são os clientes para quem o senador emitiu notas fiscais? Que tipo de serviço prestou? Deu consultoria de verdade ou apenas aconselhamentos de boca por R$ 500 mil? Onde estão as provas de que o serviço existiu e foi prestado? Até agora só se conhecem três notas fiscais. E as outras 38? Há novas notas neste ano de campanha eleitoral? A lista de perguntas é longa. As respostas ainda não apareceram. Se voltasse no tempo, nos idos de 2011, Flávio Bolsonaro iria se deparar com um político que se comportou como ele faz agora. Naquele ano, o então ministro da Casa Civil do governo Dilma, Antonio Palocci, tinha uma empresa, a Projeto. E quando seu negócio veio a público alegou sigilos e confidencialidades para não dar detalhes das consultorias que fez. Palocci virou ex-ministro e mais tarde caiu na Lava Jato. Flávio Bolsonaro também se esconde na sombra do segredo da atividade de advogado. Mas quem quer ser presidente da República precisa ter tudo aberto e passível de escrutínio do eleitor. Do contrário, a dúvida vira suspeita e o voto pode não vir. Notícia anterior Banco de Brasília BRBBanco MasterBrasília DFOperação Lava JatoPL Partido LiberalPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro emitiu 41 notas fiscais e quer ser candidato sem dizer quanto recebeu e quem pagou 24/07/2026 Justiça bloqueia bens de empresa de amigo de Flávio que sumiu com R$ 20 milhões do RJ 23/07/2026 Mansão em ilha de Angra: Flávio Bolsonaro tem pedido de censura negado pela Justiça 23/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Primeira delegacia construída no Brasil enfrenta infiltrações, mofo e estrutura precária PF encerra processo e decide demitir Eduardo Bolsonaro por abandono de cargo Reestruturação na Agerio reduz cargos comissionados e deve economizar mais de R$ 5 milhões Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União Justiça dá 72 horas para Prefeitura de SP responder ação popular que questiona terceirizar três escolas

Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União

Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União

Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União O Tribunal de Contas da União (TCU), constatou, em auditoria, que o município de Guapimirim, fez uso indevido de recursos no total de R$ 1.413.889,42, recebido do governo federal via emenda parlamentar. Por Elizeu Pires 24/07/2026 Fachada da Prefeitura de Guapimirim | Reprodução Foi apurado que deputado Juninho do Pneu (PSDB-RJ) apresentou emenda no valor de R$ 3.019.682,00, e cerca da metade desse total teria sido usada de forma indevida pela administração municipal, que deveria ter aplicado o dinheiro exclusivamente no Centro de Diagnóstico por Imagem e Laboratório e no Banco de Sangue da Cidade da Saúde. Pelo que foi apurado pelo TCU, os recursos foram sacados via TED em favor da Apec Soluções e Serviços, que havia sido contratada pela Prefeitura para obras no Posto de Saúde que atende os moradores do bairro de Parada Ideal. A Prefeitura tem prazo de 60 dias corridos para comprovar que o valor foi devolvido e o saldo, recomposto aos cofres da União. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarGuapimirim RJPSDBRegião Metropolitana e Baixada FluminenseTCU Tribunal de Contas da União Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Guapimirim: Prefeitura fez uso indevido de dinheiro repassado via ‘emenda Pix’ para a Saúde, aponta o Tribunal de Contas da União 24/07/2026 Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa de votar contas do governo que recebeu parecer contrário do TCE 28/07/2026 Investigação do MP estaria causando insônia em Casimiro de Abreu 29/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado Mais que ataque pessoal, gesto de Milei revela disputa internacional pela eleição brasileira PL lança Luciano Zucco ao governo do RS, ex-presidente da CPI do MST que recebeu doação de condenado por trabalho escravo A nova ofensiva do MP do Rio contra núcleo do antigo gabinete de Carlos Bolsonaro Escritório de Flávio Bolsonaro teve apenas dois clientes, disse administradora: “um é uma igreja”

Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure

Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure

Master fez ao menos R$ 1,1 bilhão em operações bate-volta com Tanure Banco emprestava milhões a empresas de Tanure e, no mesmo dia, dívida era assumida por fundos “caixa preta” Por Demétrio Vecchioli | Metrópoles 24/07/2026 Daniel Vorcaro e Nelson Tanure | Arte Metrópoles O Banco Master realizou ao menos R$ 1,112 bilhão em operações em que emprestava dinheiro a empresas ligadas ao investidor Nelson Tanure e, em até uma semana – na maior parte dos casos, no mesmo dia – repassava o crédito para fundos “caixa preta”, quase todos criados exclusivamente para concentrar dívidas do empresário. Os beneficiários finais desses fundos (para quem Tanure passava a dever) não são conhecidos. Também não é possível saber se os empréstimos foram quitados. Em ao menos um dos casos, a dívida rapidamente se transformou em ativo do Master. Em outro, o dinheiro foi parar em CDB do banco. A coluna também localizou situações em que os fundos passaram a registrar calotes já no mês seguinte à operação. Auditorias independentes se abstiveram de emitir opiniões porque não encontraram lastros para as transações. As operações funcionavam assim: Primeiro, o Master registrava ter emprestado dezenas de milhões de reais para uma empresa de Tanure. No mesmo dia, em alguns casos até cinco dias depois, recebia igual valor de um fundo e, diante do Banco Central, dava a dívida como quitada. O empresário então passava a dever para esse fundo, em relação que passa à margem do sistema bancário e dos órgãos de controle.   A Polícia Federal aponta que esse tipo de transação era utilizada por Daniel Vorcaro para drenar recursos do Banco Master para seu grupo – suspeita-se que Tanure fosse sócio oculto do banco, o que ele sempre negou. Tanto que os créditos concedidos a Tanure e logo revendidos constam em planilha juntada pelo liquidante do banco em processo judicial em que acusa o banqueiro de usar exatamente esse expediente para tirar dinheiro do Master e repassá-lo a seu pai, Henrique Vorcaro. A coluna procurou as assessorias de imprensa de Vorcaro e Tanure, que não responderam. Bate-volta de mais de R$ 1 bilhão em três anos A planilha mostra que as operações bate-volta com empresas ligadas a Tanure vêm desde 2022, pelo menos. Em 6 de maio daquele ano, o Master emprestou R$ 15,2 milhões à Gafisa e, no mesmo dia, cedeu o crédito para a Lermont Participações, veículo de investimentos de Tanure. No final de junho, emprestou R$ 86 milhões para a própria Lermont e vendeu os créditos, logo em seguida, para um fundo que concentra exclusivamente dívidas de Tanure, o Mingard. No total, só em 2022 o Master registrou ter vendido R$ 159 milhões em carteiras relativas a empréstimos tomados até uma semana antes (a maioria no mesmo dia) por três empresas ligadas a Tanure: Gafisa SA, Milos Participações e Lormont. A prática se expandiu em 2024, com o Master registrando R$ 774 milhões em operações bate-volta só com a Lormont. Boa parte disso – R$ 463 milhões – foi comprada no mesmo dia pelo fundo Genicart, um fundo FIDC administrado pela Reag e criado especificamente para comprar aquelas dívidas da Lormont. O fundo tinha um único cotista e informou, já no seu primeiro relatório trimestral, uma alienação de R$ 62 milhões porque o crédito “possui uma baixa perspectiva de recuperação” – logo, que não havia esperança de que Tanure pagasse pelo empréstimo tomado dois meses antes. Reportando valores crescentes de inadimplência, o fundo foi liquidado em dezembro de 2025. Operação semelhante envolveu outro fundo administrado pela Reag, o Yvrac, que em maio de 2025 comprou R$ 115 milhões em dívidas de três empresas de Tannure com o Master, entre elas o Lormont. Quatro meses depois, o fundo foi repassado pelo Master ao BRB como compensação pelas carteiras podres vendidas antes pelo banco de Daniel Vorcaro. Análise da área jurídica do BRB, obtida pela coluna, mostra que o fundo, naquele momento, era 100% composto por ações da Alliança Saúde, empresa na qual Tanure investia via Lormont. Ou seja: o empréstimo do Master à Lormont, seguido de compra da divida pelo fundo Yvrac, serviu, na prática, para o Master comprar ações de Tanure na Alliança Saúde, sem que aparecesse como beneficiário final delas. Hoje, 10,9% das ações da companhia estão com o Yvrac. Operações passaram a dar prejuízo para o Master Até 2024, as operações envolvendo o Master eram sempre “elas por elas”. O banco registrava ter emprestado determinado valor a empresas de Tanure e, no mesmo dia, marcava ter recebido esse mesmo montante de um fundo. No auge da crise financeira do Master, porém, isso mudou, para operações economicamente injustificáveis, que davam enorme prejuízo ao banco. Dois exemplos: no mesmo dia que emprestou R$ 64,8 milhões à construtora Gafisa, o banco deu a dívida quitada após receber R$ 43,7 milhões do fundo Yvrac. Em outra operação, três dias depois, emprestou R$ 66,2 milhões à Sercomtel, operadora de telefonia do Paraná, e, ato contínuo, cedeu o crédito por R$ 47,1 milhões. No total, entre 5 e 25 de setembro de 2025, o banco emprestou R$ 179 milhões a empresas de Tanure, a partir de dez operações, vendendo o crédito sempre no mesmo dia ao Yvrac, com deságio. Em um mês, o Master perdeu R$ 41 milhões com essas transações, em momento em que o banco necessitava desesperadamente de capital e liquidez. Comprados pelo Yvrac em setembro, os créditos relativos a dívidas da Gafisa e da Sercomtel, principalmente, já não estavam na carteira do fundo no mês seguinte, quando o Yvrac foi oferecido pelo Master ao BRB. Outra movimentação incomum envolveu o Bouliac, que era um fundo multimercado e virou FIDC para comprar R$ 304 milhões em dívidas da Ligga Telecomunicações e da Lormont com o Master, em junho de 2025. Dois meses depois, reportando R$ 237,1 milhões em créditos inadimplentes, o único acionista decidiu transformar o FIDC em um FIP Multimercado, o que permitia ao fundo passar a ser acionista das empresas devedoras, todas de Tanure. Auditores não encontram lastros das transações Comprador de R$ 98 milhões em dívidas da Lormont com o Master, o fundo

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