Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal”

Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal”

Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” Declaração ocorre após PF apontar suposta estrutura informal de controle de emendas pelo presidente do partido Por Raony Salvador | Fórum 11/07/2026 O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto | Reprodução/CNN O presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto, revelou um dos bastidores da relação entre a direção do partido e as emendas parlamentares de deputados. Em entrevista à CNN Brasil, ele afirmou que o deputados como Tiririca deixavam parte dos recursos para que ele, mesmo sem mandato, definisse onde seriam aplicados. A declaração ocorre após a Polícia Federal investigar uma suposta estrutura informal de direcionamento de recursos públicos dentro da Câmara dos Deputados.  Na sexta-feira (10), apuração levou o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), a determinar bloqueio de bens de Valdemar e suspender a execução de emendas que, segundo a investigação, chegariam a R$ 119 milhões. Na explicação dada na entrevista, Valdemar disse que combinou com o deputado que suas emendas seriam usadas para atender municípios indicados pela direção partidária. “O Tiririca não tem contato com o prefeito. Então acertei com o Tiririca quando ele foi eleito: você deixa essas emendas para a gente atender os municípios nossos. E ele fazia isso direitinho”, declarou. Segundo o presidente do PL, o deputado seguia a orientação e dividia os recursos conforme as demandas apresentadas pelo partido. “Eu usava as emendas dele e sugeria que ele desse para tal lugar, tal lugar, e você faz isso”, disse Valdemar ao relatar o acordo. A declaração foi dada em meio às investigações sobre a atuação do dirigente no direcionamento de emendas parlamentares. Valdemar negou irregularidades e afirmou que esse tipo de articulação faz parte da rotina política dos partidos. “Isso é normal em todo partido político”, disse. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarPL Partido LiberalPolícia Federal PFPSD Partido Social DemocráticoSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” 11/07/2026 Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo 11/07/2026 Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano 12/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões de Bolsonaro e Tarcísio Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos Investigações do Master minam candidaturas ao Senado no RJ e DF

Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo

Valdemar Costa Neto e as emendas: entenda tudo sobre a investigação da PF contra o líder do bolsonarismo

Presidente de câmara é preso com simulacro de arma na Grande BH Polícia apura mais de R$ 119 milhões em emendas com destinação suspeita Por Yuri Ferreira | Fórum 11/07/2026 Valdemar da Costa Neto (PL) – EVARISTO SA / AFP A Polícia Federal (PF) investiga se deputados federais tinham conhecimento, participaram ou foram omissos diante do uso de seus nomes em emendas parlamentares que somam R$ 119 milhões e que teriam sido direcionadas pelo presidente nacional do Partido Liberal (PL), Valdemar Costa Neto. A apuração levou o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), a determinar o bloqueio de bens de Valdemar. Segundo a PF, a “participação, ciência, adesão ou inconsciência” dos deputados citados nos documentos será apurada. A corporação afirma que já existem elementos mais consistentes sobre o possível envolvimento de determinados parlamentares, mas diz que a responsabilidade de cada um só poderá ser definida com o avanço das investigações. A investigação é um desdobramento da Operação Transparência, deflagrada para apurar possíveis irregularidades na distribuição de emendas de comissão da Câmara dos Deputados. Como funcionava o esquema de emendas de Valdemar Costa Neto De acordo com a Polícia Federal, Valdemar Costa Neto comandava a definição de emendas parlamentares utilizando uma rede de assessores ligados às lideranças partidárias na Câmara dos Deputados. Embora a Constituição reserve exclusivamente a deputados e senadores a prerrogativa de apresentar emendas ao Orçamento, os investigadores afirmam que o presidente do PL exercia, na prática, essa atribuição. A investigação aponta que três servidores da Câmara atuavam como operadores do esquema: Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, ex-assessora do ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL); Garigham Amarante, servidor da liderança do PL; e Nara Brum, assessora da liderança do PL. Na decisão, Flávio Dino afirma que os três atuavam como “longa manus” de Valdemar Costa Neto, isto é, executavam ordens do dirigente partidário. A partir da análise de mensagens e planilhas encontradas no celular de Mariângela Fialek, a PF identificou o que chama de “arranjo decisório paralelo” para a destinação das verbas. De acordo com os investigadores, Valdemar, mesmo sem exercer mandato, teria poder para definir valores, áreas e municípios beneficiados por emendas. Nesse esquema, servidores da Câmara seriam responsáveis por organizar as indicações. Para dar aparência de legalidade ao procedimento, deputados federais teriam sido registrados como solicitantes das verbas, embora as indicações partissem, segundo a PF, do presidente do PL. A corporação afirma que o suposto mecanismo pode ter contado com o “apoio e a liberalidade política, ainda que através de omissão, de outros parlamentares”. Diálogos obtidos pela PF revelam o protagonismo de Valdemar nas decisões. Em um dos diálogos, um servidor pergunta: “Fechou o valor do Pres Valdemar?”. Em outra conversa, a resposta é: “Pode colocar o máximo que der. Ele tá querendo Turismos”.Os investigadores também localizaram referências frequentes a “emendas do Valdemar” e à sigla “VCN”. “Marquei com o Valdemar amanhã 10:30”, escreve um assessor em uma das mensagens. “Acho que ele vai jogar no turismo os 24. Pode ser?” Os “24” são R$ 24 milhões em emendas parlamentares, segundo a PF. Como isso pode afetar a campanha de Flávio Bolsonaro O escândalo das emendas atribuídas a Valdemar Costa Neto pode ter impacto direto na campanha de Flávio Bolsonaro (PL-RJ), que disputa a reeleição ao Senado. Valdemar é o presidente nacional do PL e um dos principais aliados do bolsonarismo. A investigação atinge o núcleo duro da legenda, que tem no senador Flávio Bolsonaro seu candidato à presidência. Segundo a PF, mais de R$ 80 milhões das emendas atribuídas a Valdemar beneficiaram cidades chefiadas por filiados da sigla. Entre elas estão Suzano (SP), com R$ 26,8 milhões; Porto Seguro (BA), com R$ 25 milhões; Santa Fé do Sul (SP), com R$ 9,5 milhões; Bebedouro (SP), com R$ 9 milhões; e Ubatuba (SP), com R$ 7 milhões. Flávio confirmou que Valdemar operava um esquema de emendas. Para defender o presidente do PL,  Bolsonaro confirmou que ele participava das decisões em torno do destino das emendas de parlamentares do Partido Liberal e classificou tal relação como “natural”. “Sobre a decisão de hoje do ministro Flávio Dino (STF) contra o presidente do meu partido, Valdemar Costa Neto (PL): 1. Tenho certeza de que o presidente Valdemar saberá dar todas as respostas aos pontos levantados. 2. Como presidente do maior partido do Brasil, é natural que ele atue politicamente junto a deputados federais, em especial os do próprio PL.” Quem é Valdemar da Costa Neto Valdemar Costa Neto, presidente nacional do Partido Liberal (PL) desde 2020, foi deputado federal por seis mandatos consecutivos, de 1990 a 2022. Nascido em São Paulo em 11 de agosto de 1949, começou sua trajetória política na ARENA, partido de sustentação da ditadura militar, e ingressou no PL ainda nos anos 1980. Herdeiro de uma das famílias mais tradicionais da política de Mogi das Cruzes (SP), onde seu pai foi quatro vezes prefeito, tornou-se uma das principais lideranças do chamado “centrão” no Congresso Nacional. Em 2002, participou da construção da aliança entre o PL e o PT que elegeu Lula e José Alencar. Sob sua direção, o PL tornou-se a maior bancada da Câmara em 2022. Quais são os próximos passos da investigação Além do bloqueio de bens de Valdemar Costa Neto, o ministro Flávio Dino determinou a suspensão imediata de todos os pagamentos das emendas sob suspeita. São pelo menos 21 emendas, empenhadas ou pagas, num total de R$ 119.216.703,15 — o valor que a PF calcula ter sido desviado. Desse total, cerca de R$ 104 milhões chegaram a ser pagos antes da suspensão. A Câmara dos Deputados tem 10 dias para entregar documentos sobre a tramitação dos recursos. A PF deverá aprofundar as investigações para determinar a responsabilidade de cada um dos deputados envolvidos. A linha de investigação sobre a “participação, ciência, adesão ou inconsciência” dos parlamentares deverá ser detalhada com a análise de novos documentos e oitivas. A corporação também investiga se os deputados autorizaram o uso de suas cotas e nomes, se concordaram com as indicações feitas por Valdemar ou se

Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO)

Meu patrimônio não chega "nem perto" de R$ 119 milhões, diz Valdemar

Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) À CNN, líder do Partido Liberal nega que tenha em sua posse o valor das emendas bloqueado por decisão do Supremo Por Gustavo Uribe, Manoela Carlucci, Rafael Sotero e Filipe Pereira | CNN Brasil 11/07/2026 O Presidente Nacional do Partido Liberal, Valdemar Costa Neto • Beto Barata/PL Brasília e São Paulo – O presidente do PL (Partido Liberal), Valdemar Costa Neto, disse em entrevista à CNN neste sábado (11) que seu patrimônio não chega “nem perto” dos R$ 119 milhões que o ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal), mandou bloquear de suas contas após uma investigação da PF (Polícia Federal) sobre emendas parlamentares. “Nem perto. Eu gostaria de ter, mas nem que eu acertasse duas vezes na Mega-Sena eu teria esse dinheiro. Mas eles fizeram [o cálculo] do valor total das emendas e o bloqueio saiu desse tamanho. Então, o cidadão que vê isso, pensa que eu tenho esse dinheiro para pagar”, afirmou. Na declaração de bens ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) no ano de 2010, última eleição em que participou, o patrimônio do presidente do PL chegava à cifra de R$ 2,5 milhões, distribuído em diferentes recursos. Valdemar também questionou o teor da decisão de Dino, mencionando os pareceres contrários de outros entes, como a PGR (Procuradoria-Geral da República) e o Ministério Público. Segundo ele, os apontamentos justificaram ações mais brandas, sem a necessidade de buscas e apreensões, algo visto em outras investigações com políticos, como o presidente do Progressistas, Ciro Nogueira, e o senador Jaques Wagner (PT-BA). “Nós tivemos a PGR a nosso favor, ela foi contra a decisão, e o Ministério Público. Eles deram contra essas ações que iam fazer contra mim, eles não concordaram, por isso eu não tive Polícia Federal, não tive essas coisas de pegar meu celular, porque o ministro viu que era demais isso contra mim. Então agora nós vamos fazer a nossa defesa, vamos mostrar, as emendas são todas sérias, estão sendo executadas e aí vamos chegar no entendimento pra tocar a vida pra frente”, completou. A investigação Segundo investigação da PF, Valdemar teria indicado ao menos 21 emendas parlamentares que totalizariam R$ 119 milhões — valor bloqueado pela decisão. Para isso, por não ser parlamentar, o presidente do PL teria utilizado servidores da Câmara dos Deputados para direcionar verbas públicas de forma oculta, por meio de registros fraudulentos. Tais registros se baseavam na manipulação de documentos e sistemas orçamentários, colocando nomes de deputados reais. Dessa forma, as solicitações de emendas eram repassadas aos ministérios com um aspecto lícito. A investigação teve origem na Operação Transparência, deflagrada em dezembro de 2025 para apurar possíveis fraudes na destinação de emendas e o descumprimento das regras de transparência e rastreabilidade fixadas pelo STF. “O encaminhamento direcionava essas emendas alocando, falsamente, deputados federais como ‘solicitantes’ das indicações, a fim de conferir ares de legalidade às indicações formalizadas conforme diretrizes de um não parlamentar”, menciona a decisão. Dino determinou que o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB), apresente em até dez dias documentos sobre as emendas parlamentares que seriam ligadas a Valdemar Costa Neto. Outro lado A defesa de Valdemar emitiu uma nota em que diz receber com surpresa a decisão de Dino e afirma que a “decisão parte de premissas frágeis, inferências subjetivas e de uma indevida criminalização da atividade político-partidária”. O posicionamento ainda afirma ser natural e legítimo, no sistema democrático, que o presidente de partido político dialogue com parlamentares e defenda prioridades programáticas, além de articular por interesses nacionais e regionais e “influencie politicamente sua bancada”. Confira a íntegra da nota da defesa “NOTA À IMPRENSA A defesa de Valdemar Costa Neto recebe com surpresa a decisão do Ministro Flávio Dino que decretou medidas cautelares em seu desfavor. Com o devido respeito, a decisão parte de premissas frágeis, inferências subjetivas e de uma indevida criminalização da atividade político-partidária. Valdemar Costa Neto nega categoricamente a prática de qualquer crime. Não há qualquer prova, ou mesmo indício, de que tenha aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso. É natural e legítimo, no sistema democrático, que um presidente partidário dialogue com parlamentares, defenda prioridades programáticas, articule interesses nacionais e regionais e influencie politicamente sua bancada. Nada há de criminoso nisso. A atuação político-partidária somente poderia ter relevância penal se acompanhada de indícios concretos de fraude, desvio funcional, ocultação deliberada ou apropriação indevida da execução da despesa pública. Esses elementos não estão minimamente demonstrados. A defesa também destaca o fato de que a Procuradoria-Geral da República foi contrária à decretação das medidas cautelares. Ainda assim, foram impostas restrições graves com base em suposições sem qualquer demonstração individualizada de dolo, fraude, desvio de finalidade ou participação consciente em qualquer crime, além de estar claro na decisão de que não houve, com o devido respeito, qualquer vantagem pessoal para Valdemar Costa Neto. É especialmente preocupante a premissa de que a indisponibilidade deve recair sobre o patrimônio integral do investigado “até que o inquérito aporte elementos mais seguros”. A reconhecida incerteza investigativa não autoriza constrição patrimonial ampla, tampouco qualquer presunção de culpa. A defesa lamenta a exposição pública prematura de investigação ainda em fase preliminar, especialmente quando desacompanhada de elementos indiciários idôneos e em período de especial sensibilidade institucional e eleitoral. A defesa reafirma a inocência de Valdemar Costa Neto e adotará todas as medidas judiciais cabíveis para demonstrar a improcedência das imputações, restabelecer a legalidade e preservar suas garantias fundamentais. Marcelo Luiz Ávila de BessaThiago Lôbo Fleury” https://youtu.be/HZS0EfQ3kck?si=9DXL_hMMoBYSObKM Notícia anteriorPróxima notícia Deputado Federalemenda parlamentarPGR Procuradoria Geral da RepúblicaPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSenadorSTF Supremo Tribunal FederalTSE Tribunal Superior Eleitoral Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) 11/07/2026 Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável 10/07/2026 TRE-DF bloqueia contas de ex-esposa de Bolsonaro 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Criticado por relação com Joesley Batista, coordenador de campanha de Flávio ocupou cargos nas gestões

Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana

Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana

Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana Sentença da Justiça envolve processo administrativo que levou ao afastamento da então presidente da Câmara, em 2022. Decisão é de primeira instância e cabe recurso. Por Diego Varsi | g1 11/07/2026 Câmara Municipal Bom Jesus do Itabapoana — Foto: Reprodução Inter TV Bom Jesus do Itabapoana – Cinco agentes políticos de Bom Jesus do Itabapoana, no Noroeste Fluminense foram condenados pela Justiça do Rio de Janeiro pelos crimes de falsidade ideológica e uso de documento falso. A decisão foi proferida pela 2ª Vara da Comarca de Bom Jesus do Itabapoana e tem relação com um processo administrativo que resultou no afastamento da então presidente da Câmara Municipal, Luciara Amil Nunes Azevedo, em 2022. Os condenados são os atuais vereadores José Luiz Rezende do Carmo, Samuel Júnior Soares de Aguiar e Sérgio Ney Borges Crizóstomo, além dos ex-vereadores Cleber Reis do Nascimento e Eduardo Alves Paiva. De acordo com a sentença, os réus inseriram informações falsas no relatório final do Processo Administrativo nº 50/2022, documento utilizado para justificar a destituição de Luciara da presidência da Câmara e seu afastamento do mandato por 30 dias. A Justiça também reconheceu o uso de documento falso relacionado a um orçamento apresentado durante a tramitação do processo. Segundo a decisão, as provas produzidas durante a instrução processual não confirmaram as informações apresentadas no relatório. A magistrada destacou ainda que testemunhas técnicas afastaram a existência do suposto prejuízo aos cofres públicos que fundamentou o processo administrativo. A sentença também menciona que o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) aprovou as contas da Câmara Municipal referentes ao exercício de 2021, sem apontar irregularidades. Cada um dos condenados recebeu pena de 2 anos, 8 meses e 15 dias de reclusão, em regime inicialmente aberto. No entanto, por serem réus primários e pelos crimes não terem sido cometidos com violência ou grave ameaça, a pena privativa de liberdade foi substituída por duas medidas restritivas de direitos: o pagamento de R$ 2 mil e a limitação de fim de semana, com permanência em casa por cinco horas aos sábados e domingos. A Justiça também fixou indenização mínima de R$ 10 mil, por danos morais, em favor de Luciara Amil Nunes Azevedo. O valor deverá ser pago de forma solidária pelos condenados. Os réus foram absolvidos das acusações de violência política de gênero, abuso de autoridade e de uma das imputações relacionadas ao uso de documento falso. Elma Soares Cardoso Abreu de Oliveira, que também respondia ao processo, foi absolvida da acusação de falsidade ideológica. A decisão é de primeira instância e ainda cabe recurso. Notícia anteriorPróxima notícia Bom Jesus do Itabapoana RJNorte e Noroeste FluminensePL Partido LiberalPP ProgressistasPSD Partido Social DemocráticoTCE-RJVereadorVereadora Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana 11/07/2026 Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida 14/07/2026 MPRJ ingressa com pedido de tutela de urgência para que Município de Petrópolis suspenda pagamentos à empresa com contrato vencido 14/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Antes de aliado ser preso com fuzil, Flávio Bolsonaro prometeu ‘abater bandido’ que porta a arma Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 Mudança de rumo Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio Deputado Binho Galinha é condenado a mais de 30 anos de prisão na Bahia

Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis

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Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis Amanhã completa um mês que o projeto de lei 1482/2019 dorme na gaveta de Flávio Bolsonaro, presidente na Comissão de Segurança Pública do Senado. Por Lauro Jardim | O Globo 11/07/2026 Agentes cumprem mandados em sete estados na Operação Carbono Oculto — Foto: Reprodução/TV Globo O projeto, que endurece penas para o furto, roubo e receptação de combustíveis, foi avocado pelo presidente do colegiado no primeiro dia em que chegou, em 12 de junho, sem avanços desde então. Aproposta é chave para asfixiar a lavagem de dinheiro de milícias e facções criminosas que lucram com o mercado ilegal. Dados de um relatório que circula no Senado indicam o tamanho do problema: as ocorrências em dutos saltaram de 25 em 2024 para 31 em 2025, com um prejuízo estimado de R$ 33,4 milhões apenas em oleodutos da Transpetro. Notícia anteriorPróxima notícia Flávio BolsonaroPL Partido LiberalPL Projeto de LeiSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Flávio Bolsonaro segura há um mês PL que asfixia lavagem de dinheiro no setor de combustíveis 11/07/2026 Moraes põe na mira PMs que faziam segurança de Canella e de casal investigado 12/07/2026 Financiadora de Dark Horse foi maior pagadora de empresa ligada a PCC 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Justiça mantém prisão de Márcio Canella após audiência de custódia; ele será levado para Bangu 8 Caminhoneiros fazem greve em defesa da MP do Frete: ‘Quem causou foi Alcolumbre’ (VIDEO) Do ouro ao pó: Unha e Carne expõe elos de Flávio Bolsonaro com milícias e Comando Vermelho Unha e Carne: ex-prefeito de Belford Roxo e ex-secretário da Polícia Civil são alvo da PF; grupo movimentou R$ 7,6 bilhões, aponta relatório do Coaf (VIDEO) Deputado ironiza ofício do Itamaraty sobre ação militar: “Tá com medinho?”

Dinheiro parece não ser problema na Saúde de Belford Roxo, gestão sim

Dinheiro parece não ser problema na Saúde de Belford Roxo, gestão sim

Dinheiro parece não ser problema na Saúde de Belford Roxo, gestão sim Setor já recebeu este ano mais de R$ 320 milhões Por Elizeu Pires 11/07/2026 Prefeitura de Belford Roxo | Foto: Reprodução Entre todas os órgãos da Prefeitura de Belford Roxo, comandada, pelo menos no papel, pela prefeita Mariana Malta, a Secretaria de Saúde seria o único com gestão independente, tendo como gestor e ordenador de despesa um ex-vereador de Duque de Caxias, o advogado Eduardo Macedo Feitall, que, há um ano e meio no cargo, ainda não conseguiu garantir à população o atendimento esperado, e não se pode dizer que é por falta de dinheiro, pois só no primeiro semestre deste ano, o município já recebeu do Fundo Nacional de Saúde transferências que somam R$ 208,7 milhões. Com uma previsão de R$ 488.400 milhões em receita para este ano, a Secretaria Municipal de Saúde já recebeu R$ 324,5 milhões, mas sem por isso as unidades sob administração direta estão funcionando melhor. Usuários dos postos instalados nos bairros da periferia reclamam que a coisa está muito ruim por lá, que em situação melhor estarias as unidades de maior porte, que estão sob gestão terceirizada, mas também não se sabe até quando, pois as empresas estariam com dificuldades para receber pelos serviços prestados, já que as faturas tem sido quitadas com atraso. Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJDuque de Caxias RJPrefeitaRegião Metropolitana e Baixada FluminenseUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Dinheiro parece não ser problema na Saúde de Belford Roxo, gestão sim 11/07/2026 Falta de transparência impede que se saiba quanto empresa sem contrato vinha recebendo por cada trabalhador terceirizado lotado na Educação de Petrópolis 17/07/2026 Memória curta em Rio das Ostras: Oposição parece ter esquecido que MP denunciou ex-prefeito por superfaturamento de mais de R$ 3 milhões 17/07/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana MPRJ denuncia deputado estadual Rafael Nobre por organização criminosa e fraude em licitações; parlamentar é alvo de buscas MPRJ ajuíza ação para que Município do Rio implemente o Fundo Municipal de Proteção Animal Bacellar foi transferido para presídio federal após STF apontar uso de celular na cadeia Reuniões de madrugada, codinomes de heróis, dinheiro vivo: as provas que levaram a PF a indiciar 48 pessoas por fraude no INSS Polícia faz buscas na Alerj e deputado estadual é denunciado por desvios

MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo

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MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo A 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Volta Redonda recomendou o afastamento imediato do vereador Paulo Sandro Soares da presidência da Câmara Municipal de Barra Mansa no mandato referente a 2026. Por MPRJ 10/07/2026 MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo A apuração do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) demonstrou que Paulo Sandro ocupa a presidência de forma consecutiva desde 2023, sendo eleito antecipadamente, em março de 2025, para permanecer no cargo em 2026. O Supremo Tribunal Federal (STF), no julgamento da ADI 6.524/DF, da ADI 6.688/DF e da ADPF 959/DF, fixou tese jurídica vinculante no sentido de que é permitida apenas uma única recondução sucessiva para o mesmo cargo na Mesa Diretora das Casas Legislativas, independentemente de os mandatos ocorrerem em legislaturas distintas. Para a Promotoria, a permanência por quatro anos seguidos contraria o entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o limite de reconduções sucessivas ao mesmo cargo.  “A manutenção de um mesmo agente político na chefia do Poder Legislativo por quatro anos consecutivos afronta os princípios republicano e democrático, a temporariedade dos mandatos e a alternância de poder, configurando continuidade material vedada pela ordem constitucional vigente”, diz trecho da Recomendação. Além do afastamento de Paulo Sandro, o MPRJ requer que a Câmara anule a eleição realizada em março de 2025 e que seja convocada uma nova eleição. A Câmara Municipal de Barra Mansa tem prazo de 30 dias para informar se as medidas serão cumpridas. Notícia anteriorPróxima notícia Barra Mansa RJMP-RJSolidariedadeSTF Supremo Tribunal FederalSul Fluminense Costa Verde Médio ParaíbaVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram MPRJ recomenda afastamento do presidente da Câmara Municipal de Barra Mansa por permanência consecutiva no cargo 10/07/2026 MPRJ obtém decisão que determina suspensão de atos do concurso para professores de Magé e apuração de possível descumprimento de ordem judicial 13/07/2026 Rio tem R$ 71,8 bilhões em contratos e recursos públicos sob investigação por corrupção 13/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Nunes Marques nutre esperança de Costa Neto de tornar Bolsonaro presidenciável Meu patrimônio não chega “nem perto” de R$ 119 milhões, diz Valdemar (VIDEO) Câmara indicou R$ 1,3 bilhão em emendas de comissão sem identificar autor, diz Transparência Brasil Unha e Carne: Coaf rastreou suspeitas bilionárias de lavagem de dinheiro a partir de postos de combustíveis (VIDEO) Aliados aconselham Flávio a adiar escolha de candidato ao Senado no Rio após operações da PF impactarem a chapa

Sóstenes e outros dois deputados do PL são ‘laranjas’ de Valdemar em emendas com suspeita de desvio

Sóstenes e outros dois deputados do PL são ‘laranjas’ de Valdemar em emendas com suspeita de desvio

Lavagem de dinheiro bilionária com combustíveis é alvo da PF no Rio Deputados do PL assumiram autoria de R$ 119 milhões em emendas de comissão que, segundo a Polícia Federal, eram comandadas pelo presidente do partido; parlamentares dizem que emendas foram regulares; Sóstenes não comenta Por Daniel Weterman | O Estado de S.Paulo 10/07/2026 O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e os deputados Luiz Carlos Motta (PL-SP) e Capitão Alden (PL-BA) foram “laranjas” do presidente do partido, Valdemar da Costa Neto, na indicação de R$ 119 milhões em emendas parlamentares com suspeita de desvio pela Polícia Federal Foto: Wilton Junior/Estadão BRASÍLIA — O líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (RJ), e os deputados Luiz Carlos Motta (PL-SP) e Capitão Alden (PL-BA) aparecem como autores de emendas parlamentares que, segundo a Polícia Federal, foram apadrinhadas pelo presidente do partido, Valdemar da Costa Neto, em um esquema suspeito de desviar R$ 119 milhões. Luiz Carlos Motta afirmou que seu nome aparece porque ele foi relator do Orçamento em 2024. Capitão Alden alegou que a indicação foi regular e foi resultado do “procedimento institucional adotado”. Sóstenes não comentou.  Em nota divulgada pela defesa e compartilhada por Valdemar Costa Neto nas redes sociais, os advogados do dirigente partidário criticaram a decisão e citaram o que chamaram de “indevida criminalização da atividade político-partidária.” Os deputados foram procurados pela reportagem, e o espaço segue aberto (leia mais abaixo). O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino determinou o bloqueio de até R$ 119 milhões de bens de Valdemar. A suspeita é que o presidente do PL tenha desviado a destinação de 21 emendas mesmo sem exercer mandato parlamentar. Os recursos foram liberados pelo governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em 2024 e 2025. Os três parlamentares do PL aparecem como solicitantes formais das emendas, conforme levantamento do Estadão com base em dados do governo federal, da Câmara dos Deputados e da Polícia Federal. A PF aponta que o esquema envolvia a indicação falsa de deputados federais como “solicitantes” das emendas para dar ares de legalidade às indicações apropriadas por Valdemar. Segundo investigação da Polícia Federal, o dirigente do PL teria utilizado servidores da Câmara para direcionar recursos das emendas de comissão, herdeiras do orçamento secreto, esquema revelado pelo Estadão, para si próprio. Emendas de comissão são recursos indicados pelas comissões da Câmara e do Senado no Orçamento da União. Após o fim do orçamento secreto, elas cresceram e herdaram o esquema. O governo libera o dinheiro, mas o nome do parlamentar que indicou a verba não aparece. O STF exigiu transparência e obrigou o Congresso e o Executivo a divulgarem a identidade dos padrinhos. Líderes partidários, porém, colocaram seus próprios nomes, escondendo os verdadeiros donos das indicações, prática condenada pelo Supremo. Como o  Estadão mostrou, líderes partidários da Câmara aprovaram, em 2025, cerca de R$ 596 milhões em emendas de comissão sem identificar seus verdadeiros autores. Sóstenes Cavalcante, líder da bancada do PL na Câmara, colocou seu nome em R$ 94 milhões de emendas que, segundo a Polícia Federal, eram de Valdemar Costa Neto. Mesmo sendo um parlamentar do Rio, ele aparece como solicitante de emendas para municípios de São Paulo, Paraná, Bahia e Pará, além do próprio Rio. A maior emenda foi de R$ 25 milhões para Porto Seguro (BA). Luiz Carlos Motta assumiu a indicação de duas emendas no valor de R$ 22,8 milhões para Suzano e Ubatuba (SP). Capitão Alden, por sua vez, colocou o nome em uma emenda de R$ 2,4 milhões para Itaguaçu da Bahia (BA). Todas elas são das comissões de Saúde e de Turismo da Câmara. Nos registros públicos, são os nomes dos parlamentares que aparecem. Mas, em documentos apreendidos pela Polícia Federal com Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, ex-assessora do deputado federal e ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL), os investigadores constataram que o verdadeiro padrinho das emendas era Valdemar Costa Neto. Na decisão, Dino chamou a atenção sobre o prejuízo aos cofres públicos, em razão de não haver legitimidade de Valdemar para indicar emendas. “Não restam dúvidas de que as ações ora investigadas causaram prejuízo ao erário, no ponto em que emendas representativas de mais de R$ 119 milhões foram forjadamente encaminhadas e desviadas. O fato de que um terceiro não atuante no parlamento brasileiro tinha o poder e a ingerência sobre o direcionamento do orçamento público é gravíssimo e materializa o que de mais nefasto há em termos de desvios envolvendo o tema do orçamento secreto”, anotou o ministro na decisão de 34 páginas. “Se tomarmos o mais condescendente dos quadros, e considerarmos os desvios ‘apenas’ das emendas já pagas, temos uma consolidação de um desvio de R$ 104 milhões”, diz trecho do relatório da PF enviado a Dino. Os investigadores suspeitam que o presidente do PL – condenado pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro no Mensalão – foi “beneficiário” direto dos R$ 104 milhões desviados. Defesa de Valdemar cita premissas frágeis Em nota divulgada pela defesa e compartilhada por Valdemar Costa Neto nas redes sociais, os advogados do presidente do PL criticaram a decisão e citaram o que chamaram de “indevida criminalização da atividade político-partidária. Veja a íntegra da manifestação:   “A defesa de Valdemar Costa Neto recebe com surpresa a decisão do ministro Flávio Dino, que decretou medidas cautelares em seu desfavor. Com o devido respeito, a decisão parte de premissas frágeis, inferências subjetivas e de uma indevida criminalização da atividade político-partidária.   Valdemar Costa Neto nega categoricamente a prática de qualquer crime. Não há qualquer prova, ou mesmo indício, de que tenha aderido conscientemente a um suposto esquema criminoso.   É natural e legítimo, no sistema democrático, que um presidente partidário dialogue com parlamentares, defenda prioridades programáticas, articule interesses nacionais e regionais e influencie politicamente sua bancada. Nada há de criminoso nisso.   A atuação político-partidária somente poderia ter relevância penal se acompanhada de indícios concretos de fraude, desvio funcional, ocultação deliberada ou apropriação indevida da execução da despesa pública. Esses elementos não estão minimamente demonstrados.   A defesa também destaca o fato de que a Procuradoria-Geral da República foi contrária à decretação das medidas cautelares. Ainda assim, foram

Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis

Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis

Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis Decisão foi tomada durante audiência na 4ª Vara Cível, onde era debatido também a qualidade da alimentação ofertada. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 10/07/2026 Hospital Alcides Carneiro — Foto: Divulgação / Prefeitura de Petrópolis – Hospital Alcides Carneiro Petrópolis – A Justiça determinou que o Serviço Social Autônomo Hospital Alcides Carneiro (Sehac) suspenda quaisquer atos administrativos destinados à terceirização dos serviços de cozinha e transporte de alimentos. A decisão foi tomada pelo juiz Jorge Luiz Martins durante uma audiência realizada nesta quinta-feira (10) na 4ª Vara Cível de Petrópolis, cidade da Região Serrana do Rio. A audiência foi motivada por uma denúncia encaminhada à Justiça, que apontava que o município tinha a intenção de terceirizar parte dos serviços de alimentação do Sehac. Atualmente, a cozinha do Hospital Alcides Carneiro é responsável pela produção e distribuição de mais de mil refeições por dia para outras unidades de saúde, como as Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) do Centro e do Cascatinha, o Pronto-Socorro do Alto da Serra, a Unidade Pronto Hospitalar (UPH) da Posse, além de outros órgãos públicos, como a COMDEP e a Defesa Civil. Durante a audiência, a secretária municipal de Saúde, Clarissa Rippel, e o presidente do Sehac, Luiz Cruzick, informaram que a terceirização seria necessária para atender às exigências feitas pela Vigilância Sanitária Nacional, que realizou uma visita técnica à unidade no ano passado e determinou a implementação de melhorias no transporte das refeições. “A medida capaz e com expertise para o transporte de alimentação seria licitar /contratar alguma empresa do gênero. Já foi feito estudo preliminar com a parte jurídica e técnica da nutrição, encontrando-se os quantitativos ideais”, a firmou a Secretária de Saúde. Mas após as denúncias, a Prefeitura divulgou uma nota oficial informando que não havia qualquer decisão sobre a terceirização do serviço. No entanto, durante a audiência, a administração da unidade informou que já havia um procedimento administrativo aberto para a realização da licitação. “Quanto a terceirização, informo que em reuniões com a secretária, e com o setor financeiro do SEHAC, o objetivo é estreitamente em qualificar o serviço de alimentação e entrega. Como também não aumentar o custo. Para isso, realizamos os estudos de viabilidade para que possamos resolver e solucionar a determinação inclusive da Vigilância Sanitária Nacional”, disse o presidente do SEHAC Luís Cruzick. Apesar do que havia sido informado pela prefeitura anteriormente, nutricionista da unidade Vanessa Wendling, afirmou que recebeu na cozinha do hospital três visitas de representantes de duas empresas diferentes interessadas em prestar o serviço de terceirização. Após a apresentação dos dados financeiros durante a audiência, onde o SEHAC detalhou que há R$58 milhões em dívidas só com fornecedores, o juiz Jorge Luiz Martins acatou uma recomendação do Ministério Público e determinou a suspensão de quaisquer atos administrativos destinados à terceirização dos serviços de cozinha e transporte de alimentos do SEHAC. “Não parecem que as medidas anunciadas estejam em harmonia com a situação financeira do SEHAC ou do próprio município”, disse o juiz. A prefeitura de Petrópolis publicou na última semana um decreto de Calamidade Financeiro e estabeleceu medidas que serão tomadas pelos próximos seis meses para recuperar o equilíbrio econômico-financeiro do município. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPetrópolis RJRegião Serrana e Centro Sul Fluminense Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis 10/07/2026 Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana 11/07/2026 Decisão do Conselho de Política Energética abre caminho para Angra 3 tentar suspensão de dívida 14/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Comissão da Alerj que levantava gastos do Judiciário entra na mira do TJ Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis Sóstenes e outros dois deputados do PL são ‘laranjas’ de Valdemar em emendas com suspeita de desvio Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ Bloqueio de R$ 6 milhões: Eduardo Cunha já foi preso, cassado e pretende disputar eleição este ano

Audiência na Justiça discute alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis

Audiência na Justiça discute alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis

Audiência na Justiça discute alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis Durante a sessão, representantes da unidade informaram que o ovo foi a única proteína servida por cinco dias devido a uma dívida da Prefeitura com o fornecedor. Por Anna Beatriz Thomaz | g1 10/07/2026 Audiência na Justiça sobre alimentação oferecida em Hospital de Petrópolis — Foto: Anna Beatriz Thomás Petrópolis – A alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro (HAC), em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, foi tema de uma audiência realizada nesta quinta-feira (10) na 4ª Vara Cível. Durante a sessão, representantes da unidade confirmaram que o ovo foi a única proteína servida aos pacientes e profissionais por cinco dias devido a uma dívida da Prefeitura com a empresa responsável pelo fornecimento de proteínas. A audiência foi realizada após uma denúncia encaminhada à Justiça, que apontava que o ovo era a única proteína oferecida no hospital. Durante a sessão, a nutricionista da unidade, Vanessa Wendling, afirmou que a situação ocorreu entre a quarta-feira (01) da semana passada e o domingo (05). “A questão do cardápio servir como proteína principal apenas ovo alguns dias, sinalizo que foram apenas os últimos 5 dias que anteciparam aquela data. Porquê realmente, estavam sem outra opção de proteína no estoque. Como carne bovina, frango e peixes”, disse a nutricionista Vanessa durante a audiência. Segundo a nutricionista, informação que foi confirmada pelo diretor do Serviço Autônomo do Hospital Alcides Carneiro, Luiz Cruzick, e pela Secretária Municipal de Saúde, Clarissa Rippel, a empresa responsável pelo fornecimento das proteínas interrompeu as entregas porque a Prefeitura estava em débito com o fornecedor. O diretor do Sehac informou que o repasse foi feito na sexta-feira (3) da semana passada, mas que os insumos chegaram ao hospital apenas na segunda-feira (6). “Com relação ao fornecimento de ovo para o hospital e unidades, corroboro com a fala da Vanessa, foram servidos por 5 dias. E já na sexta fizemos os repasses para a empresa, para que ela pudesse logisticamente fazer a entrega das proteínas faltantes”, disse o presidente do SEHAC durante a audiência. Na audiência a administração financeira do SEHAC afirmou que há atualmente um débito de R$437 milhões, onde R$58 milhões são apenas com fornecedores. Também foi discutida a denúncia sobre alimentos estragados encontrados na unidade pelo vereador Léo França (PT), que encaminhou o caso à Justiça. A direção do hospital afirmou que uma equipe técnica fiscaliza diariamente os mais de 50 quilos de alimentos hortifrúti armazenados na unidade. Segundo a administração, os produtos encontrados ainda não haviam passado por essa fiscalização e, por isso, não seriam oferecidos aos pacientes. “No dia da vistoria, ao passar pela área da salada, onde constavam as caixas de tomate, foi verificado, conforme o registro, um tomate com sinal de bolor. Porém, antes de qualquer preparo é realizado a seleção do hortifrúti, para assim ser consumido”, esclareceu a nutricionista da unidade. O juiz da 4ª Vara Civil, Jorge Luiz Martins, classificou a situação como “gravíssima” e afirmou que o caso viola os direitos subjetivos do cidadão. Na audiência o Ministério Público recomendou que o hospital registre diariamente, por meio de fotografias, os alimentos oferecidos aos pacientes e colaboradores. E essas imagens deverão ser anexadas aos arquivos da unidade, juntamente com os cardápios, para comprovar quais alimentos são servidos. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJPetrópolis RJPT Partido dos TrabalhadoresRegião Serrana e Centro Sul FluminenseVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Audiência na Justiça discute alimentação oferecida no Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis 10/07/2026 Justiça determina suspensão de atos para terceirização da cozinha e do transporte de alimentos do Sehac, em Petrópolis 10/07/2026 Cinco agentes políticos são condenados por uso de documento falso e falsidade ideológica em Bom Jesus do Itabapoana 11/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mulher arruma enguiço com 20, diz Valdemar sobre extinção de cargo que foi de Michelle no PL Valdemar admite usar emendas de deputados como Tiririca: “Isso é normal” Sóstenes e outros dois deputados do PL são ‘laranjas’ de Valdemar em emendas com suspeita de desvio Produtora de filme sobre Bolsonaro funcionava em casa de sócio em subúrbio dos Estados Unidos Presidente de autarquia do Governo do Estado é preso em operação sobre desvio de R$ 86 milhões

Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’

Caiado diz que vai 'alforriar' favelas do Rio se for eleito presidente: 'Vão ser libertadas'

Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ Pré-candidato do PSD participou de reunião fechada com empresários fluminenses em Ipanema para discutir empreendedorismo. Por André Coelho | GloboNews 10/07/2026 Ronaldo Caiado, pré-candidato à Presidência pelo PSD, no Rio de Janeiro — Foto: Reprodução/ GloboNews O pré-candidato do PSD à Presidência da República, Ronaldo Caiado, afirmou nesta sexta-feira (10), durante agenda no Rio de Janeiro, que pretende usar a experiência como governador de Goiás para reforçar o combate à violência e ao avanço do crime organizado nos estados. “Essas comunidades vão ser libertadas. Eu vou alforriá-las, pode ter certeza. Eu vou colocar na grade esses bandidos e vou libertar todas essas comunidades que, hoje, estão sequestradas pelo narcotráfico. Isso eu fiz, tenho experiência, e vou fazer”, declarou. Caiado participou de uma reunião fechada com empresários fluminenses para discutir empreendedorismo e falou com a imprensa antes do evento. Segundo ele, suas propostas têm sido bem recebidas no Rio de Janeiro. “Sem dúvida nenhuma é esse clamor, aqui no Rio de Janeiro, para ser libertado desses bloqueios todos nas favelas”, disse, citando uma pergunta de uma médica que participou de encontro em Teresópolis: ‘Que dia vão chegar as forças da União, do Estado, do Município para nos dar liberdade?”. Questionado sobre a possibilidade de conversar com o deputado federal Aécio Neves (PSDB-MG) em busca de apoio para sua candidatura, Caiado afirmou que “todos os espaços estão abertos”. Na quinta-feira (9), o PSDB confirmou que Aécio não disputará as eleições deste ano. “Todos os espaços estão abertos neste momento. Nossa convenção será realizada no dia 26. Até lá, todo o tempo será aproveitado”, disse. Caiado também declarou que apoiará a candidatura de Eduardo Paes (PSD) ao governo do estado do Rio de Janeiro. Na quinta-feira (9), o pré-candidato participou do Congresso da Confederação de Irmãs Beneficentes Evangélicas Mundial (Cibem), realizado no Riocentro, na Zona Oeste da cidade, onde exaltou o papel das mulheres na família. Notícia anterior Deputado FederalGovernadorPSD Partido Social DemocráticoPSDB Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caiado diz que vai ‘alforriar’ favelas do Rio se for eleito presidente: ‘Vão ser libertadas’ 10/07/2026 PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL

PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto

PF aponta servidora Mariângela Fialek, a 'Tuca', como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto

PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto Segundo investigação enviada ao STF, Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, organizava o fluxo das indicações e manipulava documentos para ocultar a participação do ex-deputado. Por g1 10/07/2026 Mariângela Fialek, ex-assessora do deputado federal e ex-presidente da Câmara Arthur Lira (PP-AL) — Foto: Reprodução/Linkedin São Paulo – A investigação da Polícia Federal que resultou no bloqueio de R$ 119,2 milhões atribuídos ao ex-deputado Valdemar Costa Neto aponta que a servidora da Câmara dos Deputados Mariângela Fialek, conhecida como “Tuca”, ocupava posição central em um esquema de manipulação de emendas parlamentares. Segundo o relatório enviado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Tuca era a “personagem principal” de um “arranjo funcional informal” criado para operacionalizar indicações de emendas em nome de Valdemar Costa Neto, que, por não exercer mandato parlamentar, não poderia indicar recursos do orçamento. De acordo com a Polícia Federal, a servidora centralizava e organizava o fluxo das emendas e atuava seguindo orientações atribuídas ao ex-deputado. A PF afirma também que a extração de dados do telefone celular de Mariângela Fialek foi um dos principais elementos da investigação. Segundo o relatório, o conteúdo do aparelho revelou a existência de um “arranjo decisório paralelo” para a destinação de verbas públicas e reforçou o que os investigadores classificam como falta de rastreabilidade e transparência na distribuição das emendas parlamentares. Conexão com Valdemar Costa Neto Segundo a investigação, mensagens extraídas do telefone celular de Tuca mostram que ela era acionada por pessoas ligadas a Valdemar Costa Neto. De acordo com a PF, o conteúdo do aparelho indica que o ex-deputado aparecia como o responsável pela definição das emendas, embora não exercesse mandato parlamentar. Entre elas está o advogado Garigham Amarante, apontado pela PF como pessoa de confiança do ex-deputado. Em uma das conversas analisadas, Garigham informa à servidora que Valdemar pretendia destinar cerca de R$ 24 milhões para a área do Turismo. Em seguida, segundo a investigação, Mariângela passa a organizar a alocação desses recursos. A Polícia Federal afirma que o papel da servidora era ocultar a participação de Valdemar nas indicações. Para isso, segundo o relatório, listas encaminhadas aos ministérios eram alteradas para fazer constar deputados federais com mandato como solicitantes das emendas. De acordo com os investigadores, o objetivo era impedir que o nome de Valdemar aparecesse nos documentos oficiais, já que ele não poderia indicar recursos orçamentários. Planilhas e mensagens A investigação afirma que a ligação entre Mariângela e Valdemar também aparece em planilhas apreendidas no celular e na sala de trabalho da servidora. Segundo a PF, os documentos identificavam recursos como “do Valdemar” ou “do VCN”, referência às iniciais de Valdemar Costa Neto. O celular de Tuca também registrou conversas sobre a destinação de recursos. Em uma troca de mensagens de agosto de 2025, interlocutores ligados a Valdemar pedem que Mariângela destine “o máximo que der” para a área do Turismo. Segundo a investigação, ela passa então a organizar a alocação de aproximadamente R$ 24 milhões. O relatório também cita mensagens de outra servidora, Nara Brum, informando a Mariângela dificuldades técnicas para alterar o destino de recursos e afirmando que “o Valdemar não aceitaria mudanças”, segundo a investigação. Quem é Tuca Mariângela Fialek é ex-assessora do deputado federal e ex-presidente da Câmara dos Deputados Arthur Lira (PP-AL). Conhecida como Tuca, Mariângela trabalhou no gabinete de Lira entre março de 2021 e meados de 2025, quando passou a atuar na liderança do Progressistas (PP) na Casa, o partido de Lira. Em dezembro de 2025, ela tinha remuneração bruta de R$ 23,7 mil em um cargo de natureza especial no partido. A funcionária da Câmara foi alvo da Operação Transparência, deflagrada pela Polícia Federal, em dezembro, para apurar irregularidades na destinação de verbas públicas de emendas parlamentares. A representação da PF que apresentou esses fatos é um desdobramento dessa operação. Segundo investigações da PF, ela exercia controle de “indicações desviadas de emendas decorrentes do orçamento secreto em benefício de provável organização criminosa voltada para a prática de desvios funcionais e crimes contra a administração pública e o sistema financeiro nacional”. Decisão do STF Com base nos elementos apresentados pela Polícia Federal, o STF determinou o bloqueio de R$ 119,2 milhões e suspendeu o pagamento das 21 emendas sob investigação. Mariângela Fialek e outros servidores são investigados pelos crimes de peculato-desvio e associação criminosa. Procurado pela TV Globo, Valdemar negou que tenha feito indicações de emendas e afirmou que, em determinados casos, essa é uma atribuição do líder do partido na Câmara. Notícia anterior Deputado Federalemenda parlamentarPL Partido LiberalPolícia Federal PFPP ProgressistasSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF aponta servidora Mariângela Fialek, a ‘Tuca’, como operadora do esquema de emendas atribuído a Valdemar Costa Neto 10/07/2026 Dino cita indicação de emendas por Valdemar mesmo sem mandato e manda bloquear até R$ 119 milhões do presidente do PL 10/07/2026 Policial militar é baleado durante assalto na RJ-106 enquanto voltava do serviço 09/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Hugo Motta oficializa perda de mandato dos deputados Paulão e Dayany Bittencourt Nunes Marques dá cargo a mulher de advogado de Claudio Castro no TSE Fim da escala 6×1: Alcolumbre quer PEC após as eleições para cumprir acordo com Flávio Bolsonaro Vistoria aponta alimentação ‘grave e desumana’ em hospital de Petrópolis Carioca eleito em SP, Tarcísio critica Tebet e Marina Silva por se candidatarem no estado

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