Caiado entra na cobrança e pergunta a Flávio onde está o dinheiro de Vorcaro

Caiado entra na cobrança e pergunta a Flávio onde está o dinheiro de Vorcaro Candidato do PSD questionou se os números fecham e ironizou a demora para esclarecer a destinação dos recursos Por Raony Salvador | Fórum 20/08/2026 Foto: Andressa Anholete/Agência Senado, Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados. Ronaldo Caiado (PSD) subiu o tom contra Flávio Bolsonaro (PL) nesta quinta-feira (20) e cobrou a prestação de contas do dinheiro obtido junto ao ex-banqueiro Daniel Vorcaro para o filme Dark Horse, sobre Jair Bolsonaro. Em publicação no X, o candidato à Presidência ironizou a demora do adversário em explicar a destinação dos recursos. “O Brasil continua esperando a prestação de contas que o Flávio prometeu entregar depois de admitir o que negava… que pediu e recebeu uma dinheirama do Vorcaro”, escreveu. Caiado continuou a provocação afirmando que, pela demora, parecia que as contas estavam sendo feitas “no papel de pão ou contando nos dedos”. “Alguém aí acredita que essa conta fecha?”, questionou. A cobrança coloca novamente o caso Dark Horse no centro da disputa entre candidatos da direita. Em maio, depois da revelação de mensagens e de um áudio em que negociava recursos com Vorcaro, Flávio confirmou que havia solicitado dinheiro para viabilizar a produção. Reportagens apontam que o ex-banqueiro repassou cerca de R$ 61 milhões para o projeto. Na ocasião, Flávio disse ter pedido à produtora uma prestação detalhada das despesas em até 30 dias. Em julho, terminado o prazo anunciado pelo próprio senador, o material ainda não havia sido apresentado publicamente. Flávio diz que caso está encerrado A provocação de Caiado ocorreu justamente no dia em que Flávio voltou a ser questionado sobre o episódio durante agenda de campanha em São Paulo. O candidato do PL afirmou nesta quinta-feira que já prestou contas e considera o caso uma “página virada”. A declaração ocorre 93 dias depois que ele prometeu apresentar o contrato e a prestação de contas do filme. Reportagem da Folha, no entanto, aponta que a documentação conhecida sobre o filme informa despesas de R$ 75 milhões, mas não discrimina os financiadores nem apresenta notas fiscais dos fornecedores. O caso continua sob investigação da Polícia Federal. A ofensiva de Caiado também expõe a crescente disputa interna da direita. Nos últimos dias, Flávio acusou o adversário de favorecer Lula, enquanto a campanha de Caiado passou a marcar com mais força suas diferenças em relação ao candidato do PL. Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPSD Partido Social DemocráticoSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caiado entra na cobrança e pergunta a Flávio onde está o dinheiro de Vorcaro 20/08/2026 Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC 20/08/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Couto manda auditar contratos dos Bombeiros após convênio de R$ 25 milhões com instituto investigado 21/07/2026 PF: Jaques acompanhou avanço da emenda Master e seria “aliado” do banco 30/07/2026 Primeira Turma do STF torna réu o deputado Gilvan da Federal por fala em que deseja morte de Lula 18/08/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Ex-governador de Mato Grosso é alvo de operação sobre lavagem de dinheiro 06/08/2026
Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO)

Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO) Confronto na Faculdade de Comunicação da UFBA levanta debate sobre autonomia universitária e limites da fiscalização política Por Glauco Faria | Fórum 20/08/2026 Imagem do campus da UFBA – (Divulgação UFBA) O deputado estadual Diego Castro (PL) protagonizou um tumulto na Faculdade de Comunicação (Facom) da Universidade Federal da Bahia (UFBA) na manhã desta quinta-feira (20). O parlamentar e sua equipe foram até o campus para supostamente retirar materiais de campanha em apoio ao governador Jerônimo Rodrigues (PT). Ao site Bahia Notícias (BN), estudantes contaram que não conseguiam descer pelas escadas devido à multidão de pessoas que gravava, tentava separar as partes ou que estava envolvida no confronto verbal. Em nota, a UFBA manifestou “seu mais veemente repúdio aos atos de violência, intimidação e desrespeito ocorridos nesta quinta-feira, 20 de agosto, nas dependências da Faculdade de Comunicação (FACOM), no campus de Ondina, envolvendo o deputado estadual Diego Castro (PL) e integrantes de sua equipe”. “A movimentação do parlamentar e de sua equipe perturbou, de forma truculenta, a rotina acadêmica da Universidade, tendo resultado na interrupção do ato de recepção aos calouros do semestre letivo, a partir de uma atitude de confronto, verbal e físico, direcionada a estudantes, técnicos administrativos e professores, bem como aos profissionais terceirizados responsáveis pela segurança”, aponta o texto. Ainda na nota, a universidade menciona o fato de a intervenção do deputado e da equipe no espaço ter sido gravada. “Tais atos foram registrados por câmeras da instituição e por celulares de membros da nossa comunidade. O estudante Tobias Muniz, presidente do Centro Acadêmico da Facom, foi empurrado por um integrante da segurança do parlamentar e ficou ferido. As ameaças à comunidade também atingiram o dirigente da Faculdade, professor Washington Souza Filho, que foi desrespeitado e ameaçado ao exercer seu dever de zelar pela segurança e funcionamento da unidade acadêmica”, pontua a UFBA. A universidade afirma ainda que registrou boletim de ocorrência e foi realizado exame de corpo de delito no estudante agredido. “Além disso, uma vez que nossa universidade é uma instância federal, a reitoria da UFBA está se dirigindo à Superintendência da Polícia Federal, visando a um protocolo de cooperação mais intenso — em particular, neste período eleitoral, de modo que medidas efetivas e preventivas sejam adotadas.” Deputado afirma que foi “averiguar denúncia” A assessoria de imprensa de Castro informou ao jornal A Tarde que a ida do parlamentar à Facom teve como objetivo “averiguar uma denúncia apresentada por um estudante sobre a presença de adesivos de propaganda eleitoral em favor do governador Jerônimo Rodrigues (PT) e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nas dependências do prédio.” “Universidade pública não é comitê eleitoral de Lula, de Jerônimo ou de partido nenhum. Se querem fazer campanha, que façam nas ruas, nos comitês e dentro das regras eleitorais. O que não pode é transformar um espaço mantido com dinheiro público em extensão de campanha política”, defendeu o deputado bolsonarista. O parlamentar também registrou boletim de ocorrência e buscou justificar o tumulto ao portal Bahia.ba. “Se houve uma agressão física, vai haver uma reação para resguardar a nossa integridade. Eles tentaram nos acuar, mas não vamos aceitar intimidação”, disse. Para o diretor da Facom, Washington Souza Filho, o episódio foi um ato de intimidação e um desrespeito à autonomia universitária. “Nesse momento é de susto. Imaginar que é possível, nesse ano, na situação que a gente vive, no reconhecimento que a universidade tem como instituição pública, o deputado Diego Castro invadir o campus, invadir uma unidade acadêmica da UFBA acompanhado de pelo menos ‘jagunços’ que são pagos com dinheiro público”, apontou. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado EstadualGovernadorPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresUFBA Universidade Federal da BahiaVIDEO AUDIO Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO) 20/08/2026 Caiado entra na cobrança e pergunta a Flávio onde está o dinheiro de Vorcaro 20/08/2026 Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Mensagens e áudios indicam lista de propina do PCC para delegacias de SP (ÁUDIO) 22/07/2026 PF diz que lobista ‘aparentemente tinha autorização’ para agir em nome de Lulinha: ‘Eu sou o Fábio’ 18/08/2026 MPRJ obtém decisão para que Levy Gasparian inicie elaboração do Plano Diretor 24/07/2026 Moradores de Cambuci relatam falta d’água há quase duas semanas 28/07/2026 Jair Renan Bolsonaro declara patrimônio quatro vezes maior que em 2024 07/08/2026
Caso Lulinha: os detalhes do inquérito sigiloso da PF que investiga tráfico de influência no governo

Caso Lulinha: os detalhes do inquérito sigiloso da PF que investiga tráfico de influência no governo Apuração da Polícia Federal a que VEJA teve acesso aponta o filho do presidente como parte da engrenagem de esquema no Ministério da Saúde Por Ricardo Chapola e Laryssa Borges | Veja 20/08/2026 SUSPEITA - Lulinha, Roberta e Bittar: segundo investigação da PF, o trio está envolvido na defesa de negócios privados milionários junto ao governo federal em diversas áreas, incluindo o Ministério da Saúde (Juca Varella/Estadão Conteúdo; Instagram @roberta.luchsinger/.) Em abril do ano passado, a Polícia Federal realizou a primeira fase da Operação Sem Desconto, investigação que desmantelou uma quadrilha formada por empresários, servidores públicos e lobistas que se juntaram para aplicar um golpe contra a Previdência. O caso ganhou rapidamente o selo de escândalo pela crueldade (idosos tiveram suas aposentadorias roubadas), pela ousadia (o esquema operava movido por subornos pagos a funcionários do governo) e pelos números superlativos (foram desviados 6 bilhões de reais de 4 milhões de aposentados). O cheiro de envolvimento de políticos levou o Congresso a criar uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito, que produziu marolas em direção a figuras importantes como Fábio Luís da Silva, o Lulinha, filho mais velho do presidente Lula. Na época, uma testemunha revelou que o primogênito estaria a serviço de Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, líder da quadrilha, e atuaria em parceria com Roberta Luchsinger, uma lobista conhecida pelas relações de amizade com petistas de alto escalão, para impulsionar negócios milionários junto ao governo do pai. Embora contundente, o depoimento não veio acompanhado de provas. Sem avanços, a CPMI foi encerrada, mas as investigações prosseguiram. No início do ano, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal, autorizou a quebra do sigilo telemático de Roberta Luchsinger. A Polícia Federal teve acesso então a mensagens e documentos da lobista armazenados em nuvem. Surgiram novas suspeitas, com a participação do Careca do INSS, mas não relacionadas ao caso do roubo dos aposentados. Na análise do material, os investigadores chegaram à seguinte conclusão: Lulinha teria atuado como uma espécie de agenciador oculto de empresários que tinham interesse em fechar negócios vultosos em Brasília. Além do Careca do INSS e da lobista, o grupo seria integrado também por Fernando Bittar, amigo e antigo sócio do primogênito, conhecido também na época da Lava-Jato por ser um dos proprietários do célebre sítio de Atibaia (a força-tarefa de Curitiba defendia que o verdadeiro dono da propriedade era Lula). O grupo também teria contado com a ajuda de Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, na época em que ele era chefe de gabinete do presidente Lula. Seriam nítidos, de acordo com os investigadores, os indícios de corrupção e tráfico de influência. VEJA teve acesso à integra do inquérito que, a exemplo do que aconteceu há duas décadas, coloca de novo o filho do presidente no topo de um rumoroso escândalo. De acordo com o relatório da investigação da PF, não há dúvida de que Roberta mantinha uma sociedade oculta com Lulinha e Bittar para intermediar negócios. “Os elementos probatórios obtidos no curso da investigação revelam a existência de um núcleo de atuação permanente e coordenada composto por Roberta Moreira Luchsinger, Fabio Luis Lula da Silva e Fernando Bittar, voltado à interlocução de interesses privados perante agentes e órgãos da Administração Pública Federal”, concluíram os delegados. Nas mensagens, a lobista jactava-se de uma suposta proximidade com o presidente Lula. Segundo ela, o petista já teria, inclusive, lhe oferecido um cargo no governo. Roberta conta que não aceitou. Em conversa com um empresário em 2024, explicou que preferiu se dedicar à “sociedade” com o filho do presidente. “Fui das poucas pessoas q o Lula chamou e perguntou: escolhe onde vc quer ficar. (…) Eu disse: aonde eu tô. Na minha sociedade com Fábio e Fernando.” E explicou o porquê: “Tô em cargo nenhum e ando onde quero”. A lobista deixava bem claro a seus interlocutores o nível da relação que mantinha com o filho do presidente. “Fefe (Fernando Bittar), Fábio e eu somos uma coisa só. Se um fala vai, tds (todos) vão. A gente é mesmo irmão”, escreveu ela em um dos diálogos anexados ao inquérito. Roberta esclareceu como seria a participação de Lulinha no esquema: “Fábio não faz nada. Ele só entra em campo qdo (quando) precisa. Tem q se preservar”. Não era blefe. O nível de intimidade fica claro também em um grupo de WhatsApp, intitulado “Musaranhos”, que a trinca mantinha para discutir os negócios junto ao governo. Musaranho é um mamífero que parece um rato. Lulinha e Bittar eram os “Musos”, Roberta era a “Musa”. “Convém indicar que Fabio Luis Lula da Silva aparece reiteradamente no material analisado como figura de elevada relevância mesmo que adote postura de menor exposição nas tratativas. As comunicações indicam que Fabio é mencionado por Roberta Luchsinger como referência decisória nos projetos discutidos”, diz o relatório policial. O inquérito destrincha o esforço de Roberta e Lulinha para convencer o governo a regulamentar o uso de canabidiol no país. Egresso do ramo farmacêutico, o hoje notório Careca do INSS, além de golpear os aposentados, antes de cair em desgraça articulava a realização de um negócio bilionário junto ao Ministério da Saúde. Para o plano dar certo, era preciso destravar resistências políticas e mudar certas regras. Roberta explica o caminho que ela trilhava para driblar os problemas: “Eu trabalho a política via Palácio. Eu sou boa de costura política”. Contratada como consultora do Careca do INSS, a lobista acionou Lulinha para acelerar a regulamentação para a produção e venda de medicamentos à base de canabidiol. Resolvido esse problema, a segunda etapa do projeto era “convencer” o Ministério da Saúde a contratar uma empresa de Camilo Antunes para fornecer os remédios — um negócio superior a 1 bilhão de reais. “Ontem eu disse para Fábio: Antonio tá pressionando e acho bom vc se mexer”, escreveu a lobista em 23 de janeiro de 2025. De acordo com a PF, Lulinha já estava se mexendo nos bastidores havia algum
Caiado troca discurso liberal por pose populista no Brás ao criticar maior parceiro comercial do Brasil

Caiado troca discurso liberal por pose populista no Brás ao criticar maior parceiro comercial do Brasil Candidato do PSD pediu ajuda estatal ao varejo brasileiro apesar de construir sua trajetória política em defesa da liberdade econômica e da austeridade Por Raony Salvador | Fórum 20/08/2026 Ronaldo Caiado (PSD) | Foto: Reprodução/Redes sociais Ronaldo Caiado (PSD) vestiu um figurino protecionista nesta quinta-feira (20) durante uma visita ao Brás, em São Paulo. Diante de comerciantes, o candidato à Presidência atacou a concorrência chinesa e defendeu subsídios e benefícios do Estado para empresários brasileiros. “Eu não vou fazer crescer o PIB da China, vou crescer o PIB do Brasil”, afirmou. Caiado criticou a chamada taxa das blusinhas e disse não fazer sentido, em sua avaliação, beneficiar comerciantes chineses sem oferecer tratamento semelhante aos brasileiros. Também sustentou que o Estado tem responsabilidade de proteger setores que geram emprego e renda. O discurso de intervenção estatal feito diante dos lojistas entra em tensão com a trajetória econômica liberal que o próprio Caiado reivindica. Sua campanha o apresenta como defensor da liberdade econômica, da austeridade fiscal, da propriedade privada e de reformas favoráveis à iniciativa privada. Na véspera da visita ao Brás, o candidato havia defendido inclusive uma trava constitucional para limitar o crescimento das despesas públicas, uma de suas principais bandeiras na área fiscal. O apelo à proteção estatal também contrasta com a origem política do presidenciável. Caiado foi fundador e presidente nacional da União Democrática Ruralista, a UDR, organização que ganhou força durante a Constituinte na reação de grandes proprietários rurais às propostas de reforma agrária. No Brás, porém, o candidato buscou se apresentar como porta-voz de comerciantes pressionados pela concorrência externa, pelos juros e pela inadimplência. Caiado também atacou as bets, que classificou como uma “derrocada moral”. Segundo ele, trabalhadores estão perdendo dinheiro nas plataformas de apostas. O presidenciável afirmou ainda que as bets promovem uma transferência de renda dos pobres para os ricos. Durante a caminhada, nem todos reconheceram o candidato. Uma costureira afirmou que ela e colegas não conheciam Caiado e disse que a visita não alteraria seu voto. O presidenciável também criticou Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) por evitarem debates e negou que a saída de seu diretor de marketing, Paulo Vasconcelos, provoque mudança na estratégia da campanha. Notícia anteriorPróxima notícia GovernadorPIB Produto Interno BrutoPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPSD Partido Social DemocráticoPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Caiado troca discurso liberal por pose populista no Brás ao criticar maior parceiro comercial do Brasil 20/08/2026 ‘Se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode?’, diz Tarcísio em sabatina 20/08/2026 Tarcísio rebate Flávio Bolsonaro e defende urnas eletrônicas 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC 21/07/2026 Prefeito ameaça demitir servidores que não votarem em Flávio Bolsonaro (ÁUDIO) 07/08/2026 Master não era elegível em aporte de R$ 80 milhões do Iprev de Maceió, diz PF 10/08/2026 Alunos se protegem de tiros durante confronto entre PM e criminosos em Nova Iguaçu 04/08/2026 Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF 17/08/2026
‘Não faz sentido termos R$ 60 bilhões para emendas parlamentares no Orçamento’, diz Tadini, da Abdib

‘Não faz sentido termos R$ 60 bilhões para emendas parlamentares no Orçamento’, diz Tadini, da Abdib Presidente executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base defende uma renegociação do orçamento, com foco em setores que são, de fato, prioritários, como infraestrutura Por Jenne Andrade | O Estado de S.Paulo 20/08/2026 Venilton Tadini participou do painel Infraestrutura, Saneamento e Energia, no evento Brasil Adiante Foto: Felipe Rau/Estadão Um cálculo tem incomodado Venilton Tadini, presidente executivo da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB). Ele, que já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), não encontra sentido econômico no atual desenho do orçamento público. No orçamento de 2026, há R$ 60 bilhões em emendas parlamentares, recursos cujos destinos estão nas mãos de deputados e senadores. Já para infraestrutura, que reúne tudo que é importante para um país funcionar, essa faixa orçamentária é três vezes menor, aponta Tadini. “Não faz sentido termos no orçamento da União cerca de R$ 20 bilhões de investimentos para infraestrutura e, no mesmo orçamento, R$ 60 bilhões em emendas parlamentares que não estão ligadas a programas de investimentos prioritários e de desenvolvimento”, afirmou ao Estadão, em entrevista concedida durante o evento Brasil Adiante, realizado no dia 19 de agosto, em São Paulo. Hoje, o déficit de investimentos em infraestrutura é de cerca de R$ 200 bilhões ao ano, calcula o presidente da ABDIB. Sem realinhar para onde vai o dinheiro, a conta continuará não fechando — e esse será o principal desafio de um próximo governo que queira sanar as carências de infraestrutura do País. “Temos dinheiro, sim”, aponta. “Mas esses R$ 60 bilhões em emendas estão aí, dá para negociar, e é preciso realmente uma ação política para que você consiga fazer esse rearranjo orçamentário.” Como um próximo governo poderá fechar o déficit de investimentos em infraestrutura? É importante ressaltar que estamos nesse momento vivendo um ciclo virtuoso de crescimento desses investimentos (em infraestrutura). Nós temos hoje projetos melhor estruturados, funding mais adequado, de médio e longo prazo, melhor mitigação de riscos e temos uma grande estrutura de projetos que está em andamento. Para se ter ideia da evolução desses investimentos, entre 2015 e 2020, nós ficamos com uma média de investimento entre R$ 160 bilhões e R$ 170 bilhões por ano, chegamos ao ano passado com R$ 280 bilhões e esse ano devemos atingir 300 bilhões. É um crescimento fantástico e isso foi uma curva de aprendizado para que nós chegássemos ao ponto que chegamos, mas o fato de termos R$ 300 bilhões de investimentos esse ano não significa dizer que nós temos efetivamente atingido um nível adequado para acabarmos com as deficiências nesse segmento. Particularmente, nós precisamos chegar ao nível de investimento próximo de R$ 500 bilhões ao ano, por 10 anos, para que esse hiato de investimento seja suprido. O fundamental nós conseguimos fazer, que é a retomada do investimento, e ele está em crescimento acelerado. E, para atingirmos o nível suficiente para acabarmos com o hiato, é necessária a continuidade disso. A meu juízo, o que falta é realmente entrar o investimento público, já que 80% (desses R$ 300 bilhões) é investimento privado. Nós estamos chegando a determinados níveis de projeto em que é preciso a contrapartida do setor público, como a parte dos projetos estruturantes de ferrovias, mobilidade urbana com o metrô, os trens metropolitanos e assim por diante. O setor privado não dará conta sozinho. O grande crescimento que teve o setor privado (de investimentos em infraestrutura), infelizmente, por questões de natureza fiscal, não foi acompanhado dos investimentos do setor público. Não faz sentido termos no orçamento da União cerca de R$ 20 bilhões de investimentos para infraestrutura e, no mesmo orçamento, R$ 60 bilhões para emendas parlamentares que não estão ligadas a programas de investimentos prioritários e de desenvolvimento. Na prática, como redesenhar esse orçamento público para ampliar recursos para infraestrutura, em um cenário de fiscal apertado e gastos se elevando? Sinceramente, é muito complexo do ponto de vista político porque é uma questão de economia política. Você está tratando do orçamento e ele tem de refletir as prioridades de governo. O nosso não reflete. E por que não reflete? Além das questões referentes ao déficit da previdência, dos penduricalhos, nós temos uma questão que é relativamente recente, de cinco ou seis anos para cá, que são as emendas parlamentares. É uma questão que deixa o Executivo sem grau de liberdade, porque o nosso orçamento é mais de 90% vinculado às despesas, e nós temos R$ 60 bilhões de emendas parlamentares. Nós temos para o orçamento da União, para a infraestrutura, cerca de R$ 20 bilhões. Não faz sentido ter R$ 60 bilhões de emendas parlamentares sem destinação clara e específica, muitas delas sem transparência. Então, temos dinheiro, sim. Esses R$ 60 bilhões em emendas estão aí, dá para negociar, e é preciso realmente uma ação política para que você consiga fazer esse rearranjo orçamentário. Em relação à atração do capital privado, o sr. acha que já existem incentivos suficientes? Olha, como eu havia dito, nós temos hoje uma estrutura de projetos que estão em andamento e serão licitados para a iniciativa privada. São cerca de 480 projetos para serem transferidos às áreas de concessões de rodovias, à parte de saneamento e assim por diante para a iniciativa privada. O que temos em relação ao passado é uma sinalização de médio e longo prazo, seja pelo governo federal, seja pelos Estados e alguns municípios, do programa que existe. Então, você tem, primeiro, visibilidade e planejamento. Você tem uma perspectiva de médio e longo prazo de projetos bem feitos. O segundo ponto é que, efetivamente, o setor privado já entrou com recursos e você tem grandes fundos de investimentos do mundo aqui dentro. Os fundos estão entrando e fazem captações no exterior. E o que nós temos visto é que não faltaram recursos nem concorrentes em nenhum leilão. Hoje a gente tem, efetivamente, uma articulação de gestão do setor público, seja o regulador, seja a fiscalização e controle, e seja a do executivo, que dá essa segurança. É super fantástico,
‘Se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode?’, diz Tarcísio em sabatina

‘Se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode?’, diz Tarcísio em sabatina Candidato à reeleição, o governador de São Paulo disse que o tema deve ser analisado sob a ótica dos mecanismos previstos na Constituição. Por Redação g1 SP 20/08/2026 O candidato do Republicanos ao governo de SP, Tarcísio de Freitas, em sabatina na rádio CBN. — Foto: Maria Isabel Oliveira / O Globo / Divulgação O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), defendeu nesta quinta-feira (20) a possibilidade de ministros da Corte responderem a processos de impeachment. Candidato à reeleição, ele é conhecido por atuar como interlocutor entre o bolsonarismo e o Supremo Tribunal Federal (STF) em momentos de maior tensão institucional. Em sabatina promovida pelos jornais O Globo e Valor Econômico e pela rádio CBN, o governador afirmou que o mecanismo está previsto na legislação e deve ser tratado como um instrumento institucional, sem personalização do debate. Ao ser questionado sobre pedidos de impeachment contra integrantes do STF, Tarcísio disse que o tema deve ser analisado sob a ótica dos mecanismos previstos na Constituição. “O instrumento é válido? É válido. Ele existe, está regulamentado? Existe”, declarou. Depois, ele fez uma comparação com o afastamento de presidentes da República. “Olha, o presidente da República não pode sofrer impeachment? Pode. Nós tivemos dois que sofreram. Ora, se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode? Pode, desde que também o devido processo aconteça”, disse. A queda de braço entre os Poderes começou durante o governo de Jair Bolsonaro e voltou ao centro do debate após a prisão do ex-presidente. Candidato à Presidência, Flávio Bolsonaro transformou o tema em uma das bandeiras de sua campanha. “Um dos principais fatores que tem que ser levado em consideração na hora de escolher seu senador é: você é a favor ou contra o impeachment de ministros do Supremo? Não tenho dúvida de que o Senado, que vai ter dois terços renovados, será majoritariamente a favor dessa pauta”, disse ele em abril, durante evento no Rio Grande do Sul. O filho do ex-presidente também fez outras críticas mais amplas ao tribunal e chegou a defender uma reforma no Judiciário. Centrão No insabatina, Tarcísio afirmou que a prioridade dos partidos do Centrão é “fazer bancada”. A declaração ocorre em meio à estratégia de partidos do Centrão de priorizar alianças regionais e não necessariamente fechar uma posição única para a eleição presidencial. Segundo Tarcísio, os partidos têm privilegiado a formação de suas bancadas de acordo com as realidades políticas de cada região do país. Ele citou diferenças entre as alianças no Norte e Nordeste e no Sul e Sudeste. “Temos vários parlamentares que preferem estar mais próximos ao PT e ao presidente Lula no Nordeste. Tem parlamentares que preferem estar juntos do Flávio Bolsonaro no Sudeste”, afirmou. Para o governador, os partidos optaram por deixar os parlamentares “à vontade” para se posicionar de acordo com as alianças locais, em uma estratégia para obter o maior número possível de cadeiras no Legislativo. “A gente perdeu a capacidade de estabelecer consensos no Brasil. Houve o tempo em que os partidos organizavam a política e a gente perdeu esse tempo. Então hoje a política se desorganizou e, quando a política se desorganiza, as instituições se desorganizam juntas”, disse Tarcísio. Fim da reeleição Durante a sabatina, o governador afirmou acreditar que o candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL) cumprirá a promessa de acabar com a reeleição caso seja eleito. Apesar de ser candidato à reeleição, Tarcísio defendeu a medida como um instrumento para ampliar a alternância de poder e reduzir a influência dos cálculos eleitorais “Acredito que o Flávio sendo eleito, ele vai honrar porque ele inclusive é signatário da PEC”, disse. Em março, Flávio Bolsonaro protocolou uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que prevê o fim da reeleição para presidente da República. Ao comentar o tema, Tarcísio argumentou que a possibilidade de disputar um novo mandato pode levar governantes a evitar decisões impopulares. “Alguma coisa deixa de ser feita porque aquele incumbente começa a pensar: ‘Puxa, eu tenho que me reeleger. Eu não posso fazer isso. Isso é impopular’ e a gente precisa de pessoas que tomem o desgaste, que façam aquilo que precisa ser feito”, disse. Questionado sobre a relação da proposta com uma eventual disputa presidencial em 2030, Tarcísio negou que a iniciativa tenha ligação com seu futuro político e afirmou que o gesto de Flávio favorece a renovação no sistema político. Notícia anteriorPróxima notícia Constituição FederalGovernadorPEC Proposta de Emenda à ConstituiçãoPL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresRepublicanosSenadorSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram ‘Se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode?’, diz Tarcísio em sabatina 20/08/2026 Tarcísio rebate Flávio Bolsonaro e defende urnas eletrônicas 20/08/2026 Deputado bolsonarista causa tumulto na UFBA; universidade repudia “atos de violência, intimidação e desrespeito” (VIDEO) 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado 24/07/2026 Ex-prefeita de Magé Núbia Cozzolino é condenada a mais de 80 anos por falsificação de documentos judiciais 05/08/2026 PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master 10/08/2026 Paulo Figueiredo comprou mansão de R$ 6,1 milhões nos EUA, mas deve R$ 4,9 milhões à União 21/07/2026 ‘Aniversário general’: coronel da PM de SP estava em grupo de WhatsApp com preso em operação contra o PCC 21/07/2026
Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas

Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas O grupo especializado do MPRJ realizou revistas em três celas que abrigam algumas das principais lideranças entre os detentos. Por MPRJ 20/08/2026 Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas Uma fiscalização de rotina realizada pelo Grupo Executivo de Fiscalização de Unidades Policiais e Prisionais do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (GE-Fiscalização/MPRJ) apreendeu, nesta quarta-feira (19/08), roteadores de Wi-Fi em celas do Complexo Penitenciário de Guaxindiba, em São Gonçalo, grande quantidade de drogas, celulares, mais de R$ 12 mil em espécie. A ação contou com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ), da Secretaria de Estado de Polícia Penal (SEPPEN) e da direção da unidade. O grupo especializado do MPRJ realizou revistas em três celas que abrigam algumas das principais lideranças entre os detentos. As apreensões na cela F09 da Cadeia Pública Patrícia Acioli chamam a atenção: foram encontrados R$ 12 mil em espécie, uma barra com cerca de 500 gramas de cocaína bruta, 340 papelotes de maconha, 530 papelotes de cocaína, 61 papelotes de haxixe e dois telefones celulares. A cela abriga 42 detentos. As revistas no presídio ISAP Tiago Teles de Castro Domingues, também localizado no complexo penitenciário, resultaram na apreensão de mais 12 aparelhos de telefone celular, três roteadores portáteis de sinal Wi-Fi e 80 papelotes de entorpecentes. O material apreendido foi encaminhado à 74ª DP. O dinheiro ficou sob a guarda da direção da unidade e deverá ser posteriormente transferido para o Fundo Penitenciário. Notícia anteriorPróxima notícia MP-RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseSão Gonçalo RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Fiscalização do MPRJ em complexo penitenciário apreende roteadores de internet, celulares, dinheiro e drogas 20/08/2026 GAECO/MPRJ obtém aumento das penas pelo assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes e pela tentativa de homicídio de Fernanda Chaves 06/08/2026 Exclusivo: Eleição no Rio tem bancada dos cargos secretos com 114 candidatos 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Pablo Marçal se descontrola ao vivo após uma única pergunta (VIDEO) 18/08/2026 Prefeito ameaça demitir servidores que não votarem em Flávio Bolsonaro (ÁUDIO) 07/08/2026 Tarcísio rebate Flávio Bolsonaro e defende urnas eletrônicas 20/08/2026 PF faz buscas no Iprev de Maceió por aporte de R$ 97 milhões no Master 10/08/2026 Amiga de Lulinha comprou solitários e colar de diamantes para braço direito de Lula, diz PF 17/08/2026
Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada

Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada Quantos veículos os vereadores de Magé têm à disposição e quanto custa cada um deles aos contribuintes, os verdadeiros pagadores das contas da Câmara Municipal? Por Elizeu Pires 20/08/2026 Só este ano o aluguel de carros pela Câmara de Vereadores custou mais de R$ 2,2 milhões aos cofres do município Pergunta semelhante foi feita na matéria Câmara de Magé gasta mais de R$ 2 milhões com aluguel de carros, mas contrato não revela a quantidade locada, veiculada em 4 de julho, sem que o presidente da Casa, Valdeck Ferreira de Matos Silva se dignasse a responder. Porém, se alguém achou elevado o custo dos veículos, vai se assustar com os números atuais, pois a conta é muito mais salgada: entre junho de 2023 e agosto deste ano o aluguel de veículos custou aos cofres públicos cerca de R$ 7,6 milhões. De acordo com documentos oficiais, a empresa Conecta Car Locadora de Automóveis – responsável desde abril de 2023 pela locação de carros para atender aos nobres representantes da população de Magé – recebeu, naquele ano, transferências que somam R$ 843.320,00, referentes ao contrato 002/23, que tinha valor o inicial de R$ 1.085.880,00, que três meses depois passou para R$ 1.300.800,00, foi a R$ 1.742.998,80 em 2024, e chegou a R$ 2.002.307,04 no ano seguinte, sem que fosse disponibilizado sequer um documento revelando a quantidade de veículos e o preço unitário deles. Os documentos oficiais revelam, ainda, que a Conecta Car recebeu a soma de R$ 1.674.239,10 em 2024 e R$ 2.856.284,19 em 2025. Pelo que está nos documentos, entre 9 de fevereiro e 18 de agosto de 2026 os valores pagos à empresa somam R$ 2.216.678,17, e o total pago a ela desde o primeiro ano do contrato é de exatamente R$ 7.590.521,46. Documentos relacionados: Pagamentos, Conecta Car 2023 Pagamentos, Conecta Car 2024 Pagamentos, Conecta Car 2025 Pagamentos, Conecta Car 2026 Notícia anteriorPróxima notícia Magé RJPP ProgressistasRegião Metropolitana e Baixada FluminenseVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Câmara de Magé já pagou cerca de R$ 7,6 milhões pela locação de carros, mas continua omitindo o tamanho da frota alugada 20/08/2026 Eleição suplementar de Itaguaí tem três candidatos 22/08/2026 MPRJ obtém cumprimento definitivo de condenação que suspende direitos políticos de Garotinho por oito anos 11/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana PF diz que lobista ‘aparentemente tinha autorização’ para agir em nome de Lulinha: ‘Eu sou o Fábio’ 18/08/2026 Lobista diz que Lulinha marcou reunião de governador do MA no Planalto e que Lula ia liberar obra 22/08/2026 Câmara de Aperibé aprova auxílio-alimentação de R$ 1 mil para vereadores 05/08/2026 Encontro fortuito: Inquérito contra Lulinha tem origem em fraude do INSS 31/07/2026 Caiado entra na cobrança e pergunta a Flávio onde está o dinheiro de Vorcaro 20/08/2026
Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC

Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC Emerson Rocha, conhecido como Felipinho (Podemos), foi preso; mulher dele, que está no exterior, também é alvo de mandado de prisão. Câmara Municipal de Cotia está entre os locais das buscas. Por Bruno Tavares | TV Globo 20/08/2026 O candidato a deputado estadual Emerson Rocha, conhecido como Felipinho (Podemos), que está preso. — Foto: Reprodução/Rede Sociais São Paulo – O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) realiza na manhã desta quinta-feira (20) uma operação contra suspeitos de ligação com a facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) em Cotia, na Grande São Paulo. No total, estão sendo cumpridos 11 mandados de busca e apreensão e dois mandados de prisão em cinco municípios da Região Metropolitana e do estado de Santa Catarina. Entre os principais alvos da Operação Cátaros está o candidato a deputado estadual Emerson Rocha, conhecido como Felipinho (Podemos). Rocha já havia sido preso anteriormente e voltou a ser detido durante a Operação Cátaros. A mulher dele, que está no exterior, também era alvo de mandado de prisão, segundo a polícia, mas não foi localizada. Ele é apontado pelos promotores como responsável por um esquema de lavagem de dinheiro do crime organizado, que envolve os demais alvos investigados da operação. Além o candidato, três vereadores de Cotia são alvos de mandados de busca e apreensão. A Câmara Municipal também está entre os locais onde são realizadas buscas. Os vereadores investigados são: Eduardo Nascimento (PSB); Sergio Luiz de Freitas, conhecido como Serginho Luiz (PSB); Yago Bezerra Neres (União Brasil). Segundo as informações da investigação, os três vereadores teriam algum tipo de ligação com Emerson Rocha. O g1 tenta contato com a defesa deles, mas ainda não teve sucesso. Os três vereadores de Cotia, na Grande SP, alvos da operação do MP-SP: Eduardo Nascimento (PSB), Sérgio Luiz (PSB) e Yago Bezerra (União Brasil). — Foto: Montagem/g1/Câmara Municipal de Cotia A Operação Cátaros também cumpre mandados de apreensão de veículos e outros bens em 21 endereços diferentes. O MP tem o apoio da Polícia Militar e da Polícia Civil, com a participação de 96 policiais militares do 5º BAEP e 80 policiais civis responsáveis pelo cumprimento das medidas cautelares. Os 21 locais alvo da operação estão situados nos municípios de Cotia, São Paulo, Jandira e São Lourenço da Serra, além de Balneário Camboriú, em Santa Catarina. Mulher de candidato é alvo de mandado de prisão A Justiça também expediu um mandado de prisão contra a mulher de Emerson Rocha. Ela está no exterior. O MP-SP investiga a possível ligação dos alvos com integrantes do PCC. As circunstâncias e o papel de cada investigado na suposta relação com a facção ainda são apurados. A investigação está em andamento. Notícia anteriorPróxima notícia Balneário Camboriú SCCotia SPJandira SPMP-SPPodemosPolícia CivilPolícia Militar PMPSB Partido Socialista BrasileiroSão Lourenço da Serra SPUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Candidato a deputado estadual e três vereadores de Cotia são alvo de operação do MP-SP por suspeitas de ligação com o PCC 20/08/2026 PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 Nunes Marques desempata julgamento que libera candidatura de Crivella ao Senado 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha 31/07/2026 “Se eu tomasse uma facada ganhava a eleição”: Joice Hasselmann revela o que Bolsonaro disse em 2018 (VIDEO) 23/07/2026 Vorcaro prepara terceira proposta de delação premiada 10/08/2026 Eduardo Bolsonaro esteve em Washington dias antes de EUA revogar visto de embaixadora brasileira 05/08/2026 Empresa para a qual Flávio Bolsonaro emitiu R$ 1 milhão em notas não existe no endereço informado 24/07/2026
PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas

PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas A investigação identificou movimentações financeiras atípicas superiores a R$ 350 milhões, com base em relatórios do Coaf. Por Mahomed Saigg, Marco Antônio Martins e Márcia Brasil | g1 20/08/2026 Vagner Mateus dos Santos, o Vaguinho Neguinho — Foto: Reprodução A Polícia Federal (PF) e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) iniciaram nesta quinta-feira (20) a Operação Fora de Ordem, contra a milícia de Juninho Varão, que age na Baixada Fluminense e impõe, com violência, o monopólio de internet e de botijões de gás. A investigação identificou movimentações financeiras atípicas superiores a R$ 350 milhões, com base em relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). Agentes saíram para cumprir 23 mandados de busca e apreensão, expedidos pela 2ª Vara Especializada em Organização Criminosa do TJRJ, na capital e em Nova Iguaçu. Um dos alvos é o vereador de Vagner Mateus dos Santos, o Vaguinho Neguinho (PRD), candidato a deputado estadual. A TV Globo tenta contato com a defesa dele. Além das buscas, a Justiça determinou o bloqueio de ativos financeiros, o sequestro e a indisponibilidade de bens. Um dos endereços era um condomínio de luxo no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Sudoeste do Rio de Janeiro. Segundo a PF, o objetivo da ação desta quinta-feira é “desarticular uma organização criminosa armada com influência territorial e econômica na Baixada Fluminense” e “desmantelar estruturas supostamente utilizadas para a ocultação de recursos provenientes das atividades ilícitas investigadas”. De acordo com a investigação, o grupo de Varão age desde 2013 em bairros de Nova Iguaçu e municípios vizinhos, “valendo-se de domínio territorial, poder intimidatório e violência” para explorar atividades econômicas, como o monopólio de internet e da comercialização de gás. “A investigação aponta, ainda, para uma estrutura compartimentada, com divisão de tarefas entre núcleos de comando, financeiro, operacional, territorial e político, além de indícios de vínculos com agentes públicos e de possível infiltração da organização criminosa no aparato estatal.” Os investigados poderão responder pelos crimes de organização criminosa armada, extorsão e lavagem de capitais. PM morto era alvo Outro alvo na investigação era o policial militar reformado Marcos Antônio Cortinas Lopez, morto a tiros na Barra da Tijuca em fevereiro de 2025. Esse crime passou a ser investigado pela PF. Lopez estava em uma BMW X6 nas imediações do Vogue Square, quando, segundo testemunhas, bandidos bateram na traseira do carro da vítima. Quando o ex-PM desceu do carro para ver o que tinha acontecido, foi atacado por homens de moto. Os assassinos fugiram, e a vítima morreu na hora. Em 2002, quando estava lotado no 14º BPM (Bangu) e era soldado, Lopez foi homenageado com uma moção de congratulações e aplausos na Assembleia Legislativa (Alerj) por ter participado de uma apreensão de armas e drogas na comunidade Santo André, em Bangu, Zona Oeste. Anos depois, o PM reformado se tornaria sócio majoritário de uma empresa de telefonia registrada pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Em 2020, Lopez chegou a ser preso em flagrante pelo crime de receptação qualificada. O ex-PM foi detido em uma operação organizada pela Delegacia de Repressão às Ações Criminosas (Draco). Ele estava em liberdade quando foi morto. Na sede da Vip Rio Telecomunicações LTDA, em Senador Camará, Zona Oeste, os agentes apreenderam R$ 500 mil em equipamentos de distribuição de serviços de telefonia desviados de empresas de grande porte do setor. Com faturamento mensal avaliado em R$ 200 mil, a empresa fornece serviços de distribuição de sinal de internet, telefonia e TV a cabo para mais de 3 mil clientes na Zona Oeste do Rio, reduto da maior milícia do estado. Quem é Juninho Varão? Juninho Varão é o apelido de Gilson Ingrácio de Souza Junior. Segundo investigações da Polícia Civil, do MPRJ e da Polícia Federal, ele lidera uma organização criminosa com atuação principalmente em Nova Iguaçu, com influência também em áreas de Queimados e municípios vizinhos da Baixada Fluminense. Ele é apontado como chefe do grupo conhecido como Bonde do Varão, investigado por crimes como constituição de milícia privada, extorsão e lavagem de dinheiro. Gilson Ingrácio de Souza Junior, o Juninho Varão — Foto: Reprodução Varão foi integrante da milícia de Ecko (Wellington da Silva Braga), um dos maiores chefes paramilitares do RJ. Após a morte de Ecko, em 2021, e a posterior fragmentação da estrutura comandada por Danilo Tandera, Varão ganhou espaço e assumiu o controle de áreas da Baixada. As investigações atribuem à organização de Juninho Varão o controle territorial de comunidades por meio de intimidação e violência, além da exploração de atividades econômicas em áreas dominadas. Entre os negócios investigados aparecem: cobrança de taxas de moradores e comerciantes; exploração do serviço de internet; comercialização de gás; extorsões e outras cobranças ilegais. Uma investigação do Gaeco/MPRJ divulgada em 2024 apontou que o Bonde do Varão teria movimentado cerca de R$ 10 milhões entre 2022 e 2023. Juninho Varão é tratado pelas autoridades como foragido e alvo de mandados judiciais. Diversas operações recentes tiveram como objetivo atingir sua estrutura financeira e operacional, além de prender integrantes apontados como seus homens de confiança. Notícia anteriorPróxima notícia ALERJAnatelCOAF Conselho de Controle de Atividades FinanceirasMP-RJNova Iguaçu RJPolícia CivilPolícia Federal PFPolícia Militar PMPRD Partido Renovação DemocráticaRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJTJ-RJVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PF e MPRJ cumprem mandados contra a milícia de Juninho Varão; vereador de Nova Iguaçu é alvo de buscas 20/08/2026 Nunes Marques desempata julgamento que libera candidatura de Crivella ao Senado 20/08/2026 Pablo Marçal se descontrola ao vivo após uma única pergunta (VIDEO) 18/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Presidente da CPI do INSS aumenta patrimônio de R$ 3,5 milhões para R$ 13,6 milhões em apenas 2 anos 11/08/2026 Fábio Faria em mensagem a Vorcaro sobre festa com Alcolumbre: “está louco perguntando se as suíças vão vir” 06/08/2026 Vereadores de Seropédica parecem não ter pressa
Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates

Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates Órgão aponta que empresário está inelegível por condenação do TRE-SP e que não provou filiação ao PRTB no prazo Procuradoria pede que Marçal seja impedido de acessar fundos públicos de campanha e de participar da propaganda Por Renata Galf | Folha de S.Paulo 19/08/2026 Pablo Marçal, durante campanha à Prefeitura de São Paulo em 2024 – Bruno Santos – 14.ago.24/Folhapress São Paulo – O Ministério Público Eleitoral pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta quarta-feira (19) que a candidatura do empresário e influenciador Pablo Marçal (PRTB) à Presidência da República seja indeferida. Em peça assinada pelo vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, o órgão afirma que a inelegibilidade de Marçal é manifesta, apontando que ele foi condenado pelo TRE-SP (Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo) no fim do ano passado e que ele não teria demonstrado com provas suficientemente estar filiado ao PRTB no prazo exigido pela legislação. Com base nisso, o Ministério Público pede inclusive que seja dada uma decisão liminar (de caráter urgente) para que Marçal seja impedido de ter acesso aos fundos públicos de campanha, à propaganda eleitoral gratuita e mesmo de participar de debates. “O perigo de dano pode ser aferido pela natureza imediata do prejuízo ocasionado com o dispêndio da verba pública específico com o candidato impugnado, a poucos dias do pleito”, consta no documento, que afirma haver jurisprudência do TSE de 2022 neste sentido. “A verba não somente deixaria de ser revertida a bom tempo, como é inequívoco o detrimento que os gastos incabíveis trariam para candidaturas com viabilidade jurídica mínima. Igual premissa é invocável para vetar o acesso do candidato ao espaço do horário eleitoral gratuito, bem como da participação nos demais atos de campanha – inclusive debates.” Apesar de estar inelegível, Marçal foi registrado como candidato à Presidência do PRTB no último sábado (15), data limite para envio dos nomes pelas siglas. Marçal obteve na ocasião uma liminar da Justiça Eleitoral em Santana de Parnaíba (SP) para se filiar à sigla fora do prazo, que havia vencido em 4 de abril. Ele argumentou que houve uma demora alheia à sua vontade no fornecimento de uma senha para o sistema de filiação partidária. A partir da publicação oficial dos pedidos de registro de candidatura, abre-se um prazo de cinco dias para que qualquer pedido seja impugnado. Como o registro de candidatura de Marçal foi para a Presidência da República, o tribunal competente para analisar o pedido é, já de início, o TSE. Foi sorteada como relatora do registro de Marçal a ministra Estela Aranha. Conforme mostrou a Folha, o registro do influenciador tende a ser rejeitado pelos ministros da corte, que veem no pedido do influenciador uma tentativa de tumultuar o processo eleitoral. Marçal foi condenado no final de 2025 pelo TRE-SP em uma ação relacionada à campanha municipal de 2024, que tratava de uso indevido de meios de comunicação por um “campeonato de cortes” de vídeos promovido pelo empresário entre seus seguidores. Naquele ano, Marçal disputou a Prefeitura de São Paulo e ficou em terceiro lugar, a apenas 57 mil votos de ir ao segundo turno, tendo obtido 28,1% dos votos válidos. No último dia 5, por votação unânime, os magistrados do TRE-SP rejeitaram os embargos de declaração de Marçal. O Ministério Público aponta que, conforme a lei, são inelegíveis, para qualquer cargo, os condenados em decisão proferida por órgão judicial colegiado ou transitada em julgado, e que isso inclui não apenas condenação de abuso de poder como também de uso indevido de meios de comunicação. Acrescentando que o empresário está inelegível até 6 de outubro de 2032. Além disso, o órgão sustenta ainda que Marçal não preenche sequer o requisito de estar filiado ao partido pelo qual quer concorrer no prazo mínimo de 6 meses, que seria o dia 4 de abril. Na peça são apontados vídeo em redes sociais, entrevista e reportagens jornalísticas de movimentações sobre articulações políticas posteriores a esta data em que Marçal se identificava como estando filiado ao União Brasil. “Essa condição jurídica, aliás, encontra amparo em situações fáticas bem delineadas, a indicar que, ainda após o prazo legal de filiação partidária para o pleito (4 de abril de 2026), o impugnado Pablo Marçal identificava-se publicamente como filiado ao partido União Brasil.” A defesa de Marçal alegou no processo que a filiação dele ao PRTB no prazo legal para se candidatar não havia sido realizada em virtude de demora da Justiça Eleitoral no fornecimento de senha para o sistema de filiação partidária. Notícia anteriorPróxima notícia MPE Ministério Público EleitoralPRTBSantana de Parnaíba SPTRE-SPTSE Tribunal Superior EleitoralUnião Brasil Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026 Perito de Dark Horse desmente Flávio Bolsonaro: dinheiro do filme ainda não foi explicado 21/08/2026 Candidata do PL que critica Bolsa Família e Gás do Povo recebe benefícios dos dois programas 19/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana ‘Não faz sentido termos R$ 60 bilhões para emendas parlamentares no Orçamento’, diz Tadini, da Abdib 20/08/2026 Entidades citam ‘ameaça à liberdade de imprensa’ após busca autorizada por Moraes contra fonte de jornalista no Maranhão 11/08/2026 Caixa coloca apartamento de Eduardo Bolsonaro em leilão 07/08/2026 Lobista diz que Lulinha marcou reunião de governador do MA no Planalto e que Lula ia liberar obra 22/08/2026 Ministério Público pede ao TSE que barre candidatura de Pablo Marçal e o impeça de participar de debates 19/08/2026
Candidata do PL que critica Bolsa Família e Gás do Povo recebe benefícios dos dois programas

Candidata do PL que critica Bolsa Família e Gás do Povo recebe benefícios dos dois programas Conhecida nas redes sociais como “Trans de Direita”, Sophia Barclay passou a criticar programas de assistência do governo federal depois de se aproximar do campo político de direita Por Lívia Nani | O Globo 19/08/2026 Candidata do PL Sophia Barclay — Foto: Reprodução/Instagram Rio de Janeiro – A candidata a deputada federal por São Paulo Sophia Barclay (PL), conhecida nas redes sociais como “Trans de Direita”, usa seus perfis para criticar programas de assistência do governo federal, entre eles o Bolsa Família e o Gás do Povo. Dados do Portal da Transparência, porém, mostram que ela própria é beneficiária do Bolsa Família desde 2018. No Gás do Povo, programa que amplia o acesso ao gás de cozinha a famílias de baixa renda, há registro de benefício em seu nome desde março deste ano. Segundo os dados públicos, Barclay começou a receber o Bolsa Família em maio de 2018, quando ainda tinha 18 anos e morava no Rio de Janeiro. Os valores estão vinculados ao Cadastro Único (CadÚnico), sistema usado pelo governo federal para reunir informações de famílias de baixa renda. Com exceção de 2024, a candidata recebeu pagamentos dos programas ao longo dos últimos oito anos. Em 2025, foram R$ 6 mil em benefícios do Novo Bolsa Família, o maior valor registrado no período. Os dados também mostram que ela recebeu, em março deste ano, o benefício relacionado ao programa Gás do Povo. Seu cadastro no benefício tem vigência de três meses, sendo válido de 10 de julho até 9 de outubro. Ao todo, os pagamentos somam mais de R$ 23 mil no período, segundo os registros consultados. Críticas As críticas aos programas passaram a aparecer nas redes sociais de Barclay principalmente a partir de 2025, quando ela começou a produzir conteúdo político alinhado à direita. Em uma publicação no X, antigo Twitter, em 11 de setembro de 2025, a candidata comentou sobre a condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e criticou os beneficiários do Bolsa Família, os chamando de “porcos”. “Vocês que estão comemorando essa injustiça só mostram que gostam de viver na extrema miséria, porque é nisso que vocês vivem. […] Vá por mim: tem gente que merece mesmo viver apenas de Bolsa Família e se contentar com pouco. Bando de porco”, escreveu. Em 1º de outubro do mesmo ano, a candidata também criticou o auxílio Gás do Povo, que amplia o acesso ao gás de cozinha para famílias de baixa renda. Na publicação, afirmou que o governo Lula tem o objetivo de “manter o povo na miséria”. “Já é o 5º mandato do PT e o pobre ainda precisa de auxílio para comprar gás?”, questionou. Em julho deste ano, Barclay também publicou um vídeo no Instagram questionando a política de distribuição de gás de cozinha. O que diz a candidata Procurada pelo GLOBO, a candidata a deputada federal afirmou que teve acesso aos programas de assistência social “em um período extremamente difícil” de sua vida. Segundo ela, foi expulsa de casa aos 16 anos e precisou da ajuda de terceiros para se manter. O benefício recebido, diz, era utilizado para custear necessidades básicas. “Não tenho vergonha alguma dessa parte da minha história. Pelo contrário: ela faz parte da pessoa que me tornei e também ajuda a explicar por que tenho posições tão firmes sobre políticas públicas e sobre a necessidade de o Estado oferecer oportunidades reais para que as pessoas possam superar situações de vulnerabilidade”, diz a nota. Além disso, afirmou ser necessário diferenciar a defesa da existência de políticas de assistência para quem precisa da concordância com todos os modelos adotados. “Minha crítica política a determinados benefícios ou à maneira como determinadas políticas são conduzidas não apaga o fato de que, em determinado momento da minha vida, eu precisei desse tipo de auxílio”, observa. Ela também afirma que hoje não vive mais em situação de vulnerabilidade. Seu cadastro, no entanto, ainda consta como vigente no Gás do Povo até outubro deste ano. “Não escondo meu passado e não considero que ter precisado de assistência social seja motivo de vergonha. O que considero importante é que isso não seja utilizado de maneira descontextualizada para tentar criar uma contradição que não existe”, conclui. Notícia anteriorPróxima notícia PL Partido LiberalPresidente da RepúblicaPT Partido dos Trabalhadores Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Candidata do PL que critica Bolsa Família e Gás do Povo recebe benefícios dos dois programas 19/08/2026 Custo da dívida brasileira só se compara a países em guerra, diz economista (VIDEO) 22/08/2026 Caso Lulinha: os detalhes do inquérito sigiloso da PF que investiga tráfico de influência no governo 20/08/2026 Deixe seu comentário Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana Um macaco já foi candidato à Prefeitura do Rio – e recebeu mais de 400 mil votos 09/08/2026 Ministros do STF monitoram atuação de André Mendonça na nova investigação contra Lulinha 31/07/2026 André Mendonça apura se diretor-geral da PF obstruiu justiça em caso do INSS 31/07/2026 Justiça determina que Garotinho cumpra sentença que suspende direitos políticos por 8 anos 11/08/2026 ‘Se o presidente da República pode sofrer impeachment, o ministro do Supremo também não pode?’, diz Tarcísio em sabatina 20/08/2026