Politicaria é um termo pejorativo que define a prática da política voltada para interesses particulares, mesquinhos ou clientelistas. É o famoso “toma lá, dá cá” ou a troca de favores em benefício próprio.

As consequências do 

seu voto

Pré-candidato do PL ao governo do Rio defende bombardeio dos EUA a embarcações suspeitas de tráfico: ‘Tem meu total apoio’

Pré-candidato do PL ao governo do Rio defende bombardeio dos EUA a embarcações suspeitas de tráfico: ‘Tem meu total apoio’

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Douglas Ruas também afirmou apoiar decisão americana de designar as facções CV e PCC como organizações terroristas Por Yago Godoy | O Globo 27/05/2026 Primeira sessão da ALERJ presidida pelo Deputado Douglas Ruas. — Foto: Marcelo Theobald / Agência O Globo O presidente da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj), Douglas Ruas (PL), pré-candidato ao governo do estado, afirmou ser a favor de ações militares dos Estados Unidos na costa brasileira. Ao ser questionado sobre o tema, o deputado estadual defendeu o bombardeio de traficantes “no mar aberto”, antes que drogas e armas contrabandeadas cheguem às cidades. A declaração ocorre após os americanos classificarem as facções Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, o que, segundo a avaliação de especialistas, pode abrir caminho para operações dos EUA no território nacional. No ano passado, o nome do PL à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), sugeriu que os americanos atacassem “organizações terroristas” na Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro. O posicionamento ocorreu nas redes sociais, após os Estados Unidos anunciarem um ataque a um barco que supostamente transportava drogas no Oceano Pacífico. Em entrevista à BBC News, divulgada nesta sexta-feira, Ruas foi perguntando sobre a declaração do correligionário: “Defendo medidas efetivas para impedir que essas armas e essas drogas cheguem ao nosso território. E, se for necessário bombardear esses traficantes de drogas, traficantes de armas no mar aberto, antes dessas armas chegarem aqui no nosso território, nas nossas cidades, têm o meu total apoio”, afirmou o pré-candidato. O presidente da Alerj citou a apreensão de fuzis de origem estrangeira no estado, além de alegar que drogas vendidas no Rio, como a cocaína, são produzidas em outros países. Ele defendeu a “cooperação internacional” para o “enfrentamento do crime organizado”, o que já ocorre entre as forças de segurança de ambos os países. “Eu tenho defendido que nós possamos classificar as facções criminosas como terrorista, porque o que eles praticam é impor o terror à população de bem do nosso Estado. As pessoas estão com as suas liberdades cerceadas por essas pessoas”, completou Ruas, que também aproveitou para criticar a postura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) nesse âmbito. “Lamentavelmente, o atual presidente entende que eles não são terroristas e ainda os chamou de ‘nossos criminosos’. Nós não temos compromisso com criminosos”. Pesquisa Datafolha divulgada na última terça-feira apontou que 59% dos brasileiros apoiam rotular as facções CV e PCC como terroristas. Mesmo assim, o levantamento também mostrou que 74% da população rejeita a possibilidade de os EUA atuarem contra integrantes dessas facções em território brasileiro sem autorização do governo do Brasil. Segurança Ainda em relação à segurança, Ruas afirmou que o maior problema do Rio de Janeiro é o domínio territorial pelas facções. Ele elogiou a megaoperação nos complexos do Alemão e da Penha, em outubro do ano passado, que culminou em 122 mortes, mas ressaltou que “se não tiver uma continuidade da presença do Estado, (a ação) não nos dá uma efetividade duradoura”. “O que aconteceu no Complexo da Penha e do Alemão é uma legítima ação do Estado”, disse Ruas, alegando que o Rio se tornou um “resort para criminosos” devido à chamada “ADPF das Favelas”, determinada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para impor restrições a operações policiais em comunidades. Na mesma entrevista, Ruas também foi questionado sobre a coerência em ter um forte discurso de combate à criminalidade mesmo sendo aliado de Flávio, que chegou a empregar em seu gabinete — entre 2016 e 2018 — a mãe do miliciano Adriano da Nóbrega, ex-capitão do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope) e líder do Escritório do Crime: “Eu não estava aqui na Assembleia Legislativa no passado. Esse foi o meu primeiro mandato. Não acompanhei de perto”, afirmou. “Pra minha pré-candidatura, não é problema algum. As pessoas podem pesquisar minha trajetória de vida, minha trajetória de trabalho”, completou. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

‘Ordem da diretoria’: polícia investiga comunicado com regras de circulação impostas pelo tráfico na Zona Norte

‘Ordem da diretoria’: polícia investiga comunicado com regras de circulação impostas pelo tráfico na Zona Norte

‘Ordem da diretoria’: polícia investiga comunicado com regras de circulação impostas pelo tráfico na Zona Norte Relatos apontam imposição de regras por suspeitos em ruas comerciais do bairro Jardim América; polícias Civil e Militar dizem que atuam na região. Por Klara Faria | TV Globo 26/06/2026 Segundo moradores, ‘regras de convivência’ foram impostas pelo tráfico — Foto: Reprodução/TV Globo Moradores do bairro Jardim América, na Zona Norte do Rio, denunciam que por conta da expansão da atuação de criminosos em ruas da região, criminosos passaram a impor regras de circulação para motoristas e pedestres, com as orientações de circulação divulgadas em grupos de mensagens da região. As normas valem especialmente na Marechal Antônio de Souza e na Teixeira e Souza, conhecidas pelo comércio e pela circulação de pessoas durante o dia. “Estamos ficando sem o direito de ir e vir. Estão nos obrigando a andar com medo dentro do nosso próprio bairro”, afirmou um morador, que não quis se identificar. As duas vias ficam a cerca de duas quadras da comunidade Furquim Mendes. Entre as determinações relatadas estão: a obrigatoriedade de trafegar com vidros abertos e pisca-alerta ligado ao entrar na área, além da exigência de reposicionar barricadas ao entrar e sair das ruas, e restrições à circulação de motociclistas com capacete, incluindo moradores e trabalhadores de aplicativos.   De acordo com moradores, pessoas que descumprem as regras estariam sujeitas a ameaças. Há ainda relatos de abordagens a motoristas de aplicativo, mototaxistas e moradores nas vias citadas. Mensagens compartilhadas em grupos de moradores indicam preocupação com a situação e pedidos de ajuda. Em alguns casos, há relatos de orientações para não divulgar informações sobre os episódios. “Precisamos de ajuda urgente. Bandidos estão expandindo o tráfico para ruas comerciais. Estamos ficando sem o direito de ir e vir e andando com medo dentro do nosso próprio bairro”, relatou um morador, que pediu anonimato. O que dizem as polícias Em nota, a Polícia Civil informou que mantém investigações e ações permanentes contra organizações criminosas que atuam na região. “A Polícia Civil, por meio das delegacias especializadas e distritais, mantém atuação permanente, com foco na identificação e prisão de lideranças, bem como na desarticulação das estruturas desses grupos”, diz o comunicado. A corporação afirmou ainda que atua em conjunto com a Polícia Militar, responsável pelo policiamento ostensivo. Já a Polícia Militar informou que o 16º BPM (Olaria) realiza policiamento intensivo na região, com ações voltadas à prevenção da expansão territorial de grupos criminosos. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPolícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Professores protestam durante votação do piso do magistério na Câmara de Campos 26/06/2026 Moradora afirma esperar há 5 anos por obra contra alagamentos em Itaperuna 26/06/2026 ‘Ordem da diretoria’: polícia investiga comunicado com regras de circulação impostas pelo tráfico na Zona Norte 26/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Distribuidora investigada por ligação com PCC tem contrato de R$ 168,8 milhões para abastecer frota da PM do RJ

Distribuidora investigada por ligação com PCC tem contrato de R$ 168,8 milhões para abastecer frota da PM do RJ

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Acordo firmado em março de 2025 com a a Rede Sol previa fornecimento de mais de 36 milhões de litros de gasolina e diesel até abril de 2027; contrato poderia ser prorrogado por até 10 anos. Agora, quase 1 ano depois de operação policial contra empresa, PM prepara uma nova licitação. Por Rafael Nascimento | g1 Rio 26/06/2026 O ex-governador Cláudio Castro e o ex-secretário da PM, Marcelo Menezes — Foto: Divulgação A Rede Sol Fuel Distribuidora, empresa alvo de buscas na Operação Carbono Oculto, que investiga a estrutura financeira do Primeiro Comando da Capital (PCC), mantém um contrato milionário com o governo do Rio de Janeiro para abastecimento da frota da Polícia Militar. Quase 1 ano após a operação que movimentou o mercado financeiro de São Paulo, na Avenida Faria Lima, e depois de o g1 questionar a PM sobre o motivo de a corporação ainda manter contrato com uma empresa investigada por ligação com o crime organizado, a corporação disse que o contrato é legal, mas que vai fazer uma nova licitação para o abastecimento das viaturas. (Confira nota na íntegra no final da reportagem). O Palácio Guanabara não quis comentar os questionamentos da reportagem. O contrato de R$ 168 milhões com a distribuidora foi assinado em março de 2025, na gestão do então secretário Marcelo de Menezes Nogueira, e vale até 2027. No começo deste ano, Menezes deixou o posto para se candidatar a deputado estadual. Pelo contrato, a empresa deve fornecer 32 milhões de litros de gasolina e mais de 4 milhões de litros de diesel S10, totalizando quase 37 milhões de litros de combustíveis para os postos internos da corporação. A gasolina representa R$ 147,8 milhões, enquanto o diesel responde por R$ 20,9 milhões. O contrato não especifica quantos veículos ou viaturas serão abastecidos. Atualmente, a corporação possui cerca de 5 mil veículos. Segundo o edital, o objeto prevê o fornecimento de combustíveis para toda a frota atendida pelos 70 postos internos da PM, nos batalhões, com sistema de gerenciamento e controle de abastecimento sem intervenção humana. Origem do dinheiro Desde que foi assinado, ainda na gestão do ex-governador Cláudio Castro (PL), o acordo passou por pelo menos 3 alterações para incluir novas fontes de recursos orçamentários — ou seja, de onde viria o dinheiro para o contrato. Em julho de 2025, foram acrescentados R$ 456 mil provenientes de um convênio entre a PM e a Prefeitura de Barra do Piraí. Em outubro de 2025, outra alteração incluiu R$ 8,49 milhões de taxas destinadas ao Fundo Especial da PM. Já em novembro de 2025, uma 3ªalteração acrescentou R$ 1,77 milhão em recursos do próprio Fundo Especial da PM. Além dos apostilamentos financeiros, a Secretaria de Polícia Militar firmou um termo aditivo com a Rede Sol para prorrogar o prazo de instalação de equipamentos fornecidos em comodato e remanejar dois tanques de combustível entre batalhões. O contrato também prevê a possibilidade de prorrogação sucessiva, podendo alcançar até 10 anos de duração. De acordo com o Ministério Público de São Paulo, a Rede Sol é uma das empresas cujas notas comerciais foram adquiridas pelo Mabruk II Fundo de Investimento, no valor de R$ 30 milhões. O fundo é um dos 40 investigados pela Receita Federal como financiadores das aquisições do PCC no mercado de combustíveis. A operação foi apontada pelo MP como “instrumentalização da lavagem de capitais”. Gasolina batizada Meses antes, em maio do ano passado, o 38º BPM (Três Rios) identificou irregularidades no combustível fornecido pela Rede Sol. O caso resultou na abertura de um processo judicial. Na ocasião, um policial militar flagrou e apreendeu um caminhão da distribuidora que transportava gasolina com 37% de etanol anidro — índice 10 pontos percentuais acima do limite legal de 27% estabelecido pela Agência Nacional do Petróleo (ANP). A irregularidade foi confirmada por laudo do Instituto de Criminalística Carlos Éboli (ICCE), da Polícia Civil, encaminhado à 108ª DP (Três Rios). O processo tramita sob sigilo na 2ª Vara da Comarca de Três Rios, que abrange também Areal e Levy Gasparian. Segundo o ex-secretário da Polícia Militar, a empresa foi notificada e multada em mais de R$ 1 milhão. Além disso, de acordo com Menezes, a Rede Sol foi proibida de participar de licitações no município de Três Rios pelo período de um ano. Contrato rescindido com prefeitura No começo do ano, a Prefeitura do Rio decidiu suspender a contratação da empresa Rede Sol, uma das vencedoras da licitação para fornecimento de diesel aos mais de 700 ônibus articulados da estatal Mobi-Rio, até a conclusão das investigações da Operação Carbono Oculto. A empresa Vibra Energia foi declarada vencedora, mas a Rede Sol poderia ser acionada como fornecedora em caso de problemas da primeira colocada para prestar o serviço. O resultado do pregão eletrônico habilitou a Rede Sol na condição de “empresa redundante”, capacitada para fornecer o equivalente a R$ 68,2 milhões em combustível. Mas pela lei das licitações, a Rede Sol só atenderia à Mobi-Rio caso ocorresse alguma falha no abastecimento de combustível pela Vibra Energia ou um aumento imprevisto de demanda. O que dizem os citados Procurado pela reportagem, o ex-governador Cláudio Castro afirmou que a responsabilidade pelo pregão cabe ao então secretário da Polícia Militar, coronel Marcelo Menezes. Castro disse ainda que não irá comentar o caso. Por sua vez, o ex-secretário da Polícia Militar afirmou que o contrato foi firmado por meio de pregão eletrônico, o que permitiu a participação de outras empresas. Ele ressaltou que a Rede Sol tinha a documentação em dia, “não houve direcionamento” nem interferência para favorecer a vencedora da licitação. Ainda segundo Menezes, mesmo após a Operação Carbono Oculto, “não havia fundamento para romper um contrato essencial para o funcionamento” da instituição. O ex-secretário acrescentou que a empresa Rede Sol fornece combustível para diversos órgãos públicos, como a Presidência da República, o Exército e a Marinha, e declarou que está “tranquilo”, destacando que “não poderia estabelecer uma pré-condenação”. O ex-secretário também enviou uma nota. Veja na íntegra no final da reportagem. A PM afirmou que a contratação é legal e informou que a empresa cumpriu todas as exigências previstas no

Rubio responde carta de Flávio Bolsonaro e reafirma posição dos EUA sobre tarifaço

Rubio responde carta de Flávio Bolsonaro e reafirma posição dos EUA sobre tarifaço

Rubio responde carta de Flávio Bolsonaro e reafirma posição dos EUA sobre tarifaço Secretário de Trump agradece apoio à classificação de facções como grupos terroristas, mas diz que investigação sobre Pix não cabe a ele e que brasileiros podem recorrer a audiência pública Por Johanns Eller | O Globo 26/06/2026 Carta do secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em resposta a telegrama enviado por Flávio Bolsonaro no início de junho pedindo para que o governo Donald Trump não aplicasse novas tarifas contra o Brasil — Foto: Reprodução O secretário de Estado americano, Marco Rubio, reforçou em uma carta enviada a Flávio Bolsonaro a posição do governo Donald Trump de defender a imposição de tarifas ao Brasil. A carta enviada pelo homem-forte de Trump na última terça-feira (23), obtida com exclusividade pela equipe da coluna, é uma resposta à correspondência do início de junho em que o presidenciável do PL fez um apelo para os Estados Unidos não adotarem um novo tarifaço contra o país. Na mensagem, Flávio alegou que a imposição de novas sanções à economia brasileira pelo governo Trump traria “sérios danos” à população e disse estar confiante na sua vitória na eleição presidencial de outubro, o que poderia redefinir as relações entre Brasília e Washington. A campanha do bolsonarista divulgou o texto horas após o USTR anunciar a conclusão de uma investigação aberta sob a chamada Seção 301, que apura eventuais práticas comerciais de outros países que prejudiquem os EUA. A iniciativa foi uma tentativa de gerenciamento de crise, já que a ofensiva do governo Trump reverteu os benefícios que a visita de Flávio ao presidente americano vinha rendendo, por ter acontecido dias antes do anúncio da classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas. O estrago provocado na campanha do bolsonarista pelo anúncio de que o governo dos EUA queria mais tarifas sobre os produtos brasileiros foi ainda maior porque, no mesmo dia em que divulgou a medida, Donald Trump postou em suas redes sociais uma foto ao lado de Flávio Bolsonaro no Salão Oval, o que reforçou a tese de interferência eleitoral da Casa Branca e associou Flávio às ameaças de novas sanções. Na resposta ao brasileiro, Rubio ainda agradeceu o apoio à classificação do CV e o PCC como terroristas pelos EUA e chamou de “generosa” a proposta de Flávio de criar uma equipe de transição junto ao governo Trump caso seja eleito presidente. A ideia estava na mensagem enviada ao americano no início do mês. No entanto, não cedeu um milímetro na questão das tarifas e nem comenta as preocupações listadas pelo filho de Jair Bolsonaro em sua carta. Audiência No telegrama, Rubio reafirmou a posição dos EUA sobre políticas que supostamente prejudicariam a economia americana, entre elas o Pix, mas afirmou que as investigações comerciais que propuseram um novo tarifaço não são lideradas por ele e sim por Jamieson Greer, chefe do Escritório do Representante de Comércio dos Estados Unidos (USTR na sigla em inglês). “O Embaixador Greer deixou claro que nós permanecemos com diferenças substanciais em relação à solução das irregularidades apontadas nesta investigação. São questões relacionadas ao comércio digital, sistemas de pagamento eletrônico, tarifas preferenciais injustas, combate à corrupção, proteção à propriedade intelectual, acesso ao mercado de etanol e o desmatamento ilegal”, escreveu o secretário de Estado dos EUA. Sem convidá-lo diretamente, o americano frisou que os trâmites da investigação comercial incluem uma consulta e uma audiência públicas coordenadas pelo USTR, oportunidades nas quais o caso do Brasil poderia ser debatido junto ao governo americano. “Qualquer parte interessada no Brasil pode participar do período de consulta pública e da audiência aberta que o Escritório do Representante de Comércio dos EUA organizará em 6 de julho. A consulta ficará aberta até 1º de julho. Solicitações para participar da reunião deverão ser feitas até 22 de junho”, afirmou Rubio. Na última terça-feira, Flávio anunciou que se inscreveu para falar na audiência do USTR e viajará aos EUA para participar do encontro. Nas redes, o pré-candidato retratar a iniciativa como um esforço para sensibilizar a administração Trump e evitar novas sanções ao Brasil, possivelmente indicando a possibilidade de derrota de Lula nas urnas. A perspectiva de alternância de poder em Brasília é um dos pilares da pressão econômica e diplomática de Trump sobre o país, mas Rubio optou por uma postura mais comedida na carta para Flávio. Disse que os EUA estão atentos ao “otimismo” eleitoral de Flávio e agradeceu a ideia de criar uma ponte direta entre Brasília e Washington durante a transição de governos, mas enfatizou que o governo americano está disposto a “trabalhar cooperativamente com os líderes escolhidos pelo povo brasileiro” para resolver as diferenças comerciais entre os dois países. Em outras palavras, mesmo a linha dura do trumpismo admite que os EUA não terão outra opção a não ser conviver e dialogar com o presidente eleito em outubro. Rubio e Flávio se encontraram durante o périplo do filho 01 de Jair Bolsonaro por Washington no fim de maio. O presidenciável publicou uma foto com o secretário de Estado nas redes e exaltou o encontro antes da conclusão da investigação comercial americana. “Seguimos fortalecendo relações internacionais, defendendo a liberdade, a democracia e os valores que unem milhões de brasileiros e americanos”, escreveu Flávio Bolsonaro. Relembre a ameaça tarifária No início de junho, o governo dos EUA concluiu duas investigações comerciais que propuseram, separadamente, a imposição de um novo tarifaço à economia brasileira. A primeira delas é a citada na carta de Marco Rubio a Flávio Bolsonaro. Aberta em julho de 2025, mira o Pix e supostas defasagens nas medidas de combate à corrupção e à pirataria, entre outros pontos, e propôs a taxação de 25% sobre produtos brasileiros. Na ocasião, o governo Lula divulgou uma nota na qual classificou a proposta de novas tarifas como “injustificáveis” e falou em “sabotagem” por parte dos Bolsonaro. A segunda investigação do USTR, concluída na sequência, propôs a alocação de tarifas de 12,5% sobre a economia brasileira e de outros países. Os EUA sustentam que o Brasil, e a União Europeia e a cidade autônoma de Hong Kong,

MPRJ ajuíza ação para suspender e anular licença das obras de empreendimento imobiliário na Gávea

MPRJ ajuíza ação para suspender e anular licença das obras de empreendimento imobiliário na Gávea

PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias A 3ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Meio Ambiente e do Patrimônio Cultural da Capital ajuizou, nesta quinta-feira (25/06), uma ação civil pública para suspender e anular a licença para as obras do empreendimento imobiliário conhecido como “Gavi Gávea”, situado na Rua Marquês de São Vicente, nº 208, na Gávea, zona Sul do Rio. Por MPRJ 25/06/2026 MPRJ ajuíza ação para suspender e anular licença das obras de empreendimento imobiliário na Gávea A ação, ajuizada contra a empresa Marquês de São Vicente Empreendimentos Imobiliários, o Município do Rio e a Fundação Rio Águas, ressalta que a licença para a construção foi concedida de maneira irregular pela prefeitura, por não respeitar a legislação ambiental. A ACP destaca que a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano e Licenciamento autorizou o empreendimento com base no decreto estadual 42.356/2010, em prejuízo de norma jurídica de hierarquia superior, a lei federal 12.651/2012 (Código Florestal), que considera, como Área de Preservação Permanente, faixas marginais de cursos d’água naturais com largura mínima de 30 metros. Segundo o projeto aprovado, o empreendimento imobiliário é composto por 189 unidades habitacionais que serão construídas às margens de afluente do Rio Rainha, cujo curso d’água natural se encontra aberto e parcialmente canalizado a menos de 50 metros do empreendimento, com incidência de faixa não edificante (FNA). O fato demandaria análise técnica pela Rio Águas, que foi realizada, sem observância de critérios claros e objetivos para definir os parâmetros da faixa. A ação destaca que a licença concedida pela prefeitura estabeleceu um recuo de FNA de 1,5 metro de distância da margem do curso d’água que corta o terreno, fazendo incidir, sem embasamento técnico, o limite mínimo do decreto estadual de 2010, deixando de lado a regra mais restritiva que se deveria seguir, o artigo 4º do Código Florestal. Além disso, a ACP ressalta que a Lei nº 14.285/2021, que modificou trechos do Código Florestal, prevê a necessidade de regramento complementar municipal ou distrital para disciplinar de forma diferente (sempre de maneira mais rigorosa com a proteção do meio ambiente) sobre recuos do curso d’água em área urbana, não existindo, no Rio de Janeiro, legislação municipal regulamentando o tema. “Inequívoca e admitida, diante da existência de FNA como área de proteção ambiental, a necessidade de se estabelecer uma área de entorno livre que não pode ser construída, nem sequer usada como objeto de manobra de veículos, no intuito de salvaguardar a ambiência hídrica consolidada e existente no local. Trata-se, portanto, de empreendimento prejudicial e danoso para o meio ambiente, cuja implantação vem sendo conduzida sem a devida definição técnica dos parâmetros de proteção ambiental aplicáveis”, destaca a ação. Notícia anteriorPróxima notícia Duque de Caxias RJMDB Movimento Democrático BrasileiroNiterói RJPolícia Federal PFPrefeitoRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJSTF Supremo Tribunal FederalTribunal Regional Federal TRF Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Cidade que aportou milhões no Master também liberou consignado no Digimais

Cidade que aportou milhões no Master também liberou consignado no Digimais

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha São Roque (SP) investiu R$ 98 milhões de aposentados no Master e depois autorizou empréstimos de servidores em banco de Edir Macedo Por Ramiro Brites | Metrópoles 24/06/2026 Bispo Edir Macedo | Arte/Metrópoles Um ano após aportar R$ 98 milhões da previdência municipal no Banco Master, o município de São Roque, no interior de São Paulo, autorizou os servidores, inclusive os aposentados, a fazer empréstimos consignados com o Banco Digimais, alvo de operação da Polícia Federal (PF) nessa terça-feira (23/6). Policiais cumpriram nove mandados de busca e apreensão em endereços ligados ao banco do bispo Edir Macedo, fundador da Igreja Universal do Reino de Deus. O líder evangélico não foi alvo porque não mora no Brasil, mas teve a quebra de seu sigilo bancário e o bloqueio de seus bens decretados pela Justiça. A suspeita é a de que o Digimais manipulou balanços, fraudou registros regulatórios e inflou artificialmente valores de ativos para ocultar a real situação financeira da instituição, o que seria crime contra o sistema financeiro. Em outubro de 2025, quando São Roque autorizou os empréstimos consignados dos funcionários públicos do município, os problemas financeiros do banco de Edir Macedo já eram públicos. O contrato tem validade de um ano. Como o valor da prestação é descontado direto na folha de pagamento, o crédito consignado costuma ter juros menores do que os de mercado e ajuda a garantir mais liquidez aos bancos em momentos de crise. Meses antes, o Banco Central havia rejeitado a venda do Digimais para o BlueBank, banco de Maurício Quadrado, ex-sócio do Master e investigado pela PF pelos crimes que teriam sido cometidos pelo ex-banqueiro Daniel Vorcaro e seus parceiros. O deputado estadual Paulo Fiorilo (PT-SP), que levantou uma série de municípios que autorizaram empréstimos consignados do Digimais em municípios paulistas, acredita que os casos estão conectados. “Esses movimentos demonstram que as operações de crédito e as aplicações de recursos públicos não são eventos desconexos. Trata-se de um ecossistema complexo onde o endividamento do servidor e a alocação de milhões do erário municipal convergem sob a gestão de instituições financeiras interligadas”, afirma o deputado. O parlamentar também apontou contratos feitos em 2025 para consignados do Digimais em São José do Rio Preto e Tambaú, no interior paulista, e São Sebastião, no litoral norte de São Paulo. Em nota enviada ao Metrópoles, a Prefeitura de São José do Rio Preto afirmou que não existem consignados junto ao Banco Digimais. “A instituição está habilitada junto à Administração com base em análise documental e até o pedido estava regular, porém não existem empréstimos ou cartões do banco em nome dos servidores.” Consignado a policiais paulistas A Polícia Militar (PM) de São Paulo também foi liberada para operar consignados do Banco Digimais, um mês antes de São Roque autorizar o mesmo tipo de empréstimo. O crédito consignado aos PMs paulistas abriu uma clientela considerável já que a corporação conta com mais de 80 mil policiais militares. A crise do Digimais ficou evidente desde a pandemia de Covid-19, quando o banco passou por problemas de inadimplência. Relatórios técnicos de 2024 e 2025 mostram que o patrimônio da instituição foi corroído e precisou de aportes recorrentes do próprio bispo Edir Macedo para não quebrar. O que diz a prefeitura Por meio de nota, a Prefeitura de São Roque afirmou que o banco “nunca realizou qualquer operação de empréstimo consignado junto aos servidores municipais por meio da Administração Municipal”. Acrescenta que “embora a instituição financeira tenha sido credenciada pela Prefeitura, assim como outras empresas que participaram do chamamento público e apresentaram a documentação exigida, o banco não chegou a concluir todas as etapas necessárias para sua habilitação junto à empresa responsável pela gestão dos empréstimos consignados”. “Dessa forma, como o cadastro junto à plataforma operacional responsável pelos empréstimos não foi finalizado, nenhum servidor municipal teve acesso a operações de crédito consignado realizadas por esta instituição por intermédio da Prefeitura de São Roque”. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Operação da PF apura desvio de verba do transporte escolar em Rio das Ostras

Operação da PF apura desvio de verba do transporte escolar em Rio das Ostras

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Ação cumpriu mandados de busca e apreensão e investiga esquema que teria direcionado contratos com uso de recursos federais; policiais militar e bombeiro estão entre os suspeitos. Por g1 25/06/2026 PF apura desvio de verba do transporte escolar em Rio das Ostras — Foto: Polícia Federal Rio das Ostras – A Polícia Federal deflagrou, na manhã desta quinta-feira (25), a Operação Rocha Leão, para apurar suspeitas de desvios de recursos públicos destinados ao transporte escolar no município de Rio das Ostras, na Baixada Litorânea do Rio. A ação é conduzida por policiais federais da Delegacia da PF em Macaé, com apoio da Corregedoria da Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) e do Corpo de Bombeiros Militar. Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão em endereços ligados a investigados. De acordo com as investigações, um dos alvos teria atuado para burlar a legislação e fraudar licitações, com o objetivo de direcionar a contratação do transporte escolar para pessoas próximas. Os recursos envolvidos são de origem federal. Ainda segundo a PF, outras duas pessoas também são apontadas como participantes do esquema, entre elas um policial militar e um bombeiro militar do estado do Rio de Janeiro. Durante o cumprimento dos mandados, foram apreendidos equipamentos eletrônicos, mídias e documentos, que serão analisados pelos investigadores. Os suspeitos poderão responder por crimes como frustração do caráter competitivo de licitação e peculato. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Operação que mira deputado apreende helicóptero e dinheiro

Operação que mira deputado apreende helicóptero e dinheiro

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Josimar Maranhãozinho (PL-MA) é suspeito de desvio de emendas Por Elijonas Maia e Gustavo Uribe | CNN Brasil 25/06/2026 Helicóptero apreendido pela PF (Polícia Federal) no âmbito da Operação Afluente • Polícia Federal Brasília – A operação da PF (Polícia Federal) que mirou o deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) apreendeu um helicóptero e dinheiro em espécie nos endereços dos alvos da investigação sobre desvio de emendas parlamentares. As investigações apontam indícios da existência de uma estrutura integrada por agentes públicos e privados supostamente destinada ao desvio de recursos públicos. Segundo as apurações, os valores teriam sido operacionalizados por intermédio da Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) e, posteriormente, direcionados à contratação de empresas supostamente vinculadas, direta ou indiretamente, ao grupo investigado. Os agentes cumpriram mandado de busca e apreensão na casa de Maranhãozinho porque o deputado é sócio de uma das empresas investigadas. A decisão que autorizou as buscas é do ministro Flávio Dino, do STF (Supremo Tribunal Federal). O deputado do PL foi condenado pelo STF em março deste ano por desvio de emendas. Ele negou irregularidades. Ao todo foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão no Distrito Federal e nos estados de Goiás e do Maranhão. Todas as apreensões serão periciadas e ficarão confiscadas durante o processo. A PF não detalhou, até o momento, o dono do helicóptero apreendido. O deputado ainda não se pronunciou sobre o caso. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Troca de presos na porta de delegacia: PMs vão responder por tentar facilitar fuga de miliciano

Troca de presos na porta de delegacia: PMs vão responder por tentar facilitar fuga de miliciano

Troca de presos na porta de delegacia: PMs vão responder por tentar facilitar fuga de miliciano Policiais militares suspeitos de facilitar fuga pagaram fiança e vão responder em liberdade. Por Leslie Leitão, Erick Rianelli e Rafael Nascimento | TV Globo e g1 Rio 25/06/2026 Imagens das câmeras em frente à delegacia mostram comparsa trocando de camisa com homem que já estava preso — Foto: Reprodução/TV Globo Um miliciano preso tentou trocar de roupa com um comparsa para sair de dentro de uma viatura da PM e fugir em frente à 35ª DP (Campo Grande). Três policiais militares que estavam responsáveis pelo homem foram presos por facilitarem a fuga. Tudo começou quando policiais militares do 40º BPM (Campo Grande) viram um Hyundai HB20 realizando manobras perigosas na Estrada do Campinho. No local, Marcos Paulo Rodrigues Júnior, apelidado de Orelha e apontado como contador da milícia da Zona Oeste, foi preso com uma pistola calibre 9mm, cinco carregadores e 63 munições. Em seguida, ele foi encaminhado para a 35ª DP (Campo Grande). Na rua em frente à delegacia, uma aglomeração se formou em torno da viatura onde “Orelha” estava preso. Para a polícia, houve uma tentativa deliberada de confundir os PMs e possibilitar a fuga do criminoso detido. Imagens de câmeras de segurança mostram que Lorran Siaca do Vale troca de blusa com Marcos Paulo, que sai de dentro da viatura andando. Os dois tentaram fugir, mas acabaram presos, juntamente com Naizio Honorato Faria. Lorran e Naizio já tinham anotações criminais por integrar a milícia da região. Os PMs pagaram fiança e vão responder em liberdade. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia Militar PMRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Professores protestam durante votação do piso do magistério na Câmara de Campos 26/06/2026 Moradora afirma esperar há 5 anos por obra contra alagamentos em Itaperuna 26/06/2026 ‘Ordem da diretoria’: polícia investiga comunicado com regras de circulação impostas pelo tráfico na Zona Norte 26/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list

Diretoria informal, uso de laranjas e lavagem de dinheiro: entenda como o PCC atuava na viação Transunião, segundo investigação

Diretoria informal, uso de laranjas e lavagem de dinheiro: entenda como o PCC atuava na viação Transunião, segundo investigação

Diretoria informal, uso de laranjas e lavagem de dinheiro: entenda como o PCC atuava na viação Transunião, segundo investigação Relatório da Polícia Civil aponta que empresa foi usada para ocultar patrimônio e movimentar recursos ligados ao crime organizado; gestão paralela tomava decisões fora da estrutura oficial. Por Bruno Tavares, Isabela Leite e Rodrigo Rodrigues | TV Globo, GloboNews e g1 SP 25/06/2026 O vereador Senival Moura, do PT, durante evento de campanha. — Foto: Divulgação/PT São Paulo – A investigação da Polícia Civil de São Paulo que deu origem à Operação Última Parada, realizada nesta quinta-feira (25), aponta que a empresa de transporte coletivo Transunião foi utilizada como instrumento de atuação do Primeiro Comando da Capital (PCC) por meio de um sistema paralelo de controle que envolvia diretoria informal, uso de “laranjas” e movimentação financeira típica de lavagem de dinheiro. Segundo o relatório a que a TV Globo teve acesso, a empresa não era comandada formalmente pela facção, mas operava sob influência direta de um núcleo externo à estrutura societária, responsável pelas principais decisões administrativas e financeiras. Essa influência, segundo os investigadores, era exercida através de uma estrutura híbrida de controle, que a Transunião combinava com diferentes formas de controle: Financeiro, com domínio sobre fluxos de dinheiro; Administrativo informal, fora da estrutura oficial; Patrimonial, com uso de “laranjas”; Coercitivo, com uso de violência.   Para os investigadores, a empresa operava como uma estrutura parcialmente legal, utilizada para movimentar e ocultar recursos ligados ao crime organizado, conforme detalhamento abaixo. Diretoria informal controlava decisões estratégicas De acordo com a investigação, a Transunião funcionava com uma espécie de “dupla gestão”. Embora existisse uma diretoria formal registrada nos órgãos municipais e estaduais, a real tomada de decisões ocorria em um núcleo paralelo, vinculado a pessoas com ligação direta com o PCC. Mensagens analisadas pela polícia indicam que decisões sobre pagamentos, repasses e liberação de valores dependiam da autorização de uma instância externa à empresa. Entre os envolvidos, segundo a investigação, está o vereador Senival Pereira de Moura, do PT, apontado como figura central no comando financeiro informal da viação, com poder para autorizar movimentações de dinheiro mesmo sem cargo oficial na companhia. Ele foi preso pela operação nesta quinta. Por meio de nota, a defesa do vereador Senival Moura disse que ele é inocente e recebeu com “profunda indignação” a decretação de sua prisão temporária. O advogado Márcio Sayeg diz que está tomando providências para prestar à Justiça os esclarecimentos necessários (leia íntegra abaixo). Sistema de cooperados ocultava donos reais A investigação também identificou um mecanismo usado para esconder os verdadeiros beneficiários da empresa. Planilhas encontradas mostram que cada ônibus da frota estava vinculado a duas figuras: o “cooperado”, dono formal do veículo, e o “cooperado oficial”, que recebia os lucros. Para a polícia, essa estrutura demonstra uma “dissociação deliberada entre a titularidade formal dos veículos e o domínio econômico”, típica de esquemas de ocultação patrimonial. Na prática, o sistema permitia esconder quem realmente lucrava com a operação da frota e dificultar o rastreamento do dinheiro. Dinheiro circulava fora da contabilidade Conversas obtidas nos celulares de investigados mostram que a empresa era usada para repasses financeiros paralelos. Determinações de depósito, cobrança e envio de valores eram feitas diretamente por integrantes do grupo. A polícia afirma que parte relevante das receitas era direcionada a pessoas sem vínculo formal com a empresa, incluindo familiares de operadores e outros beneficiários externos ao negócio. Esse fluxo, segundo o relatório, funcionava fora da contabilidade oficial e indicava a existência de um sistema paralelo de pagamentos. Recursos abasteciam integrantes do PCC Entre os destinatários dos valores aparecem pessoas com histórico criminal e apontadas como integrantes do PCC. Um dos exemplos citados é Anderson de Cássia Pereira, identificado em registros penitenciários como membro da organização criminosa. Para os investigadores, a movimentação financeira indica que a empresa servia como fonte de financiamento para integrantes da facção. O relatório descreve a Transunião como parte de um esquema maior de lavagem de capitais. A empresa teria sido utilizada para misturar receitas lícitas do transporte público com dinheiro de origem ilícita e redistribuir os valores por meio de empresas de fachada e contas interpostas. A investigação também relaciona a dinâmica financeira ao assassinato de Adauto Soares Jorge, então presidente da empresa. De acordo com o relatório, o crime teria sido motivado por disputas internas envolvendo o controle do dinheiro e funcionaria como mecanismo de reafirmação de poder dentro da estrutura criminosa. O que diz o vereador Senival Moura O Vereador Senival Pereira de Moura recebeu com profunda indignação a notícia da decretação de sua prisão temporária no âmbito de investigação em curso. A medida causa enorme surpresa, sobretudo porque foi determinada em um momento extremamente sensível, às vésperas do período eleitoral, circunstância que inevitavelmente desperta questionamentos e exige que todos os fatos sejam rigorosamente esclarecidos pelas autoridades competentes. O Vereador reafirma que confia na Justiça e tem absoluta convicção de que, ao longo da investigação, ficará demonstrada a inexistência de qualquer conduta ilícita de sua parte. Desde o primeiro momento, sua defesa técnica está adotando todas as providências jurídicas cabíveis para ter acesso integral aos autos, compreender os fundamentos da decisão e apresentar os esclarecimentos necessários, exercendo plenamente o direito constitucional ao contraditório e à ampla defesa. Senival Pereira de Moura sempre pautou sua trajetória pública pelo compromisso com a população, pela transparência e pelo respeito às instituições democráticas. Por isso, recebe a investigação com serenidade, certo de que a verdade prevalecerá. Notícia anteriorPróxima notícia Polícia CivilPT Partido dos TrabalhadoresSão Paulo SPVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Distribuidora investigada por ligação com PCC tem contrato de R$ 168,8 milhões para abastecer frota da PM do RJ 26/06/2026 Operação que mira deputado apreende helicóptero e dinheiro 25/06/2026 Diretoria informal, uso de laranjas e lavagem de dinheiro: entenda como o PCC atuava na viação Transunião, segundo investigação 25/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas

Digimais: de Miami, nos EUA, Edir Macedo usa Bíblia para mandar recado após operação da PF

Digimais: de Miami, nos EUA, Edir Macedo usa Bíblia para mandar recado após operação da PF

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Direto de um apartamento avaliado em $ 13 milhões, fundador da Universal cita “grande ira” divina um dia após a Polícia Federal bloquear R$ 670 milhões de seu banco por suspeita de fraude contábil. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 25/06/2026 Edir Macedo usa Bíblia para reagir a ação da PF contra o Digimais (Reprodução / Youtube) A quilômetros de distância do epicentro de um escândalo financeiro que sacudiu o mercado brasileiro, o bispo Edir Macedo recorreu ao que sabe fazer de melhor: usar a retórica religiosa para responder a crises terrenas. De Miami, nos Estados Unidos, o fundador da Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) e controlador do Banco Digimais publicou uma passagem bíblica enigmática nesta quarta-feira (24), menos de 24 horas após a Polícia Federal deflagrar a Operação Miragem. Em seu blog oficial e em seus perfis nas redes sociais, como o X (antigo Twitter), Macedo publicou um texto sobre Ezequias, rei de Judá. O trecho reproduzido de II Crônicas destaca que o monarca “não correspondeu ao benefício que lhe fora feito” e que, por ter o “coração exaltado”, atraiu sobre si uma “grande ira”. Sem citar a corporação policial, o bloqueio de centenas de milhões de reais ou as graves acusações de maquiagem contábil contra o Digimais, o líder religioso deixou no ar um recado que, nos bastidores da política, soou como uma advertência cifrada em meio ao avanço das investigações sobre os operadores da instituição financeira. Refúgio de $ 13 milhões e elevador para carros O contraste entre a pregação sobre a “ira divina” e a realidade material do bispo é o retrato de um império sem fronteiras. Edir Macedo não foi alvo direto de mandados de busca e apreensão na terça-feira (23) por um motivo simples e geográfico: ele reside nos Estados Unidos, blindado pelo superluxo da costa leste americana. O aviso bíblico foi disparado de um dos endereços mais caros e exclusivos do planeta. Macedo mora em um apartamento na suntuosa Porsche Design Tower, localizada em Sunny Isles Beach, na região metropolitana de Miami. O imóvel de altíssimo padrão, avaliado em cerca de R$ 17 milhões, ostenta um requinte peculiar de engenharia: o “Dezervator”, um elevador automotivo privativo que permite ao morador estacionar seus veículos de luxo diretamente dentro da própria sala de estar, a dezenas de andares de altura. Enquanto a PF brasileira apura crimes contra o Sistema Financeiro Nacional, incluindo gestão fraudulenta, inserção de dados falsos em balanços para esconder rombos e operações de crédito vedadas , Macedo observa o derretimento reputacional de seu banco do conforto de uma fortaleza de vidro voltada para o Oceano Atlântico. O cerco da PF e as revelações da Fórum A Operação Miragem, que mobilizou mais de 50 policiais federais em São Paulo para cumprir nove mandados de busca e apreensão, atingiu o coração financeiro do projeto de poder da Universal. A Justiça Federal determinou o bloqueio de até R$ 670,3 milhões em bens e valores, além de autorizar o afastamento dos sigilos bancário e fiscal dos investigados, medida que, como mostrada pela Fórum, também teve o próprio Edir Macedo como alvo de pedidos de quebra de sigilo pela PF. Segundo a investigação, iniciada a partir de relatórios do Banco Central, a cúpula do banco manipulava registros para aparentar solvência diante dos órgãos de controle, viabilizando operações irregulares no mercado. A crise do Digimais não é um raio em céu azul. Como a Fórum vem detalhando em suas reportagens , as ramificações do banco evidenciam forte influência nos bastidores de Brasília e dos estados. A transformação do antigo Banco Renner no atual Digimais foi chancelada pelo Banco Central sob a presidência de Roberto Campos Neto. Mais recentemente, o banco garantiu um filão lucrativo no estado de São Paulo ao ser credenciado no governo de Tarcísio de Freitas, nome umbilicalmente ligado ao partido da Universal, o Republicanos, para operar empréstimos consignados a policiais militares. Em nota, o Banco Digimais afirmou que permanece à disposição das autoridades e reafirmou seu “compromisso com a transparência”. A quebra dos sigilos, no entanto, promete puxar o fio de uma teia complexa. Até lá, o bispo segue em sua torre blindada na Flórida, empunhando as escrituras sagradas como escudo de relações públicas e palanque político. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

Maranhãozinho é alvo de buscas da PF em operação sobre suspeita de desvio de emendas

Maranhãozinho é alvo de buscas da PF em operação sobre suspeita de desvio de emendas

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Deputado do PL já tinha sido condenado pelo STF em março por desvio de emendas. Nesta quinta (25) é alvo de nova operação. A reportagem tenta contato com a defesa do deputado. Por Camila Bomfim, Túlio Amâncio e Reynaldo Turollo Jr | g1 e GloboNews 25/06/2026 Deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL) — Foto: Divulgação Brasília – O deputado federal Josimar Maranhãozinho (PL-MA) foi alvo de buscas da Polícia Federal (PF), na manhã desta quinta-feira (25), em uma operação que investiga a suspeita de desvio de emendas do chamado “orçamento secreto”. A reportagem procurou a defesa do deputado, mas até a última atualização desta reportagem não recebeu retorno. Batizada como “Operação Afluente”, a ação do investigadores apura os crimes de corrupção, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro ligados a uma organização criminosa. Segundo a PF, 18 mandados de busca e apreensão foram cumpridos no Distrito Federal, Goiás e Maranhão. Ainda de acordo com a PF, os valores teriam sido operacionalizados por intermédio da Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba (Codevasf). Posteriormente, esses mesmos valores teriam sido direcionados à contratação de empresas supostamente vinculadas, direta ou indiretamente, ao grupo investigado. Segundo interlocutores da polícia, um dos endereços alvo da operação seria ligado ao próprio deputado, já que Josimar Maranhãozinho aparece como sócio de uma dessas empresas. Se confirmada a participação dos investigados e os fatos forem confirmados, eles poderão responder, segundo a PF, pelos crimes de corrupção passiva, peculato, corrupção ativa, lavagem de capitais e organização criminosa. A ação desta quinta foi autorizada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino. Condenação anterior O deputado do PL já tinha sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em março por desvio de emendas. Ele está licenciado do mandato na Câmara dos Deputados. Nesse processo em que foi condenado, a Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que Maranhãozinho coordenava a destinação das emendas. A PGR citou também que o deputado monitorava a liberação dos recursos e controlava planilhas de pagamento, além de realizar cobranças de propina quando necessário. Orçamento secreto O “orçamento secreto” foi o nome dado às emendas de relator (RP9), mecanismo do Orçamento da União em que a distribuição de recursos era feita a partir de indicações de parlamentares, mas sem transparência sobre quem solicitava os repasses nem critérios claros para a divisão das verbas. Os sistemas oficiais registravam apenas o nome do relator do Orçamento, sem identificar os autores das indicações, o que gerou questionamentos sobre o uso político desses recursos. O modelo ganhou força a partir de 2019 e movimentou bilhões de reais, até ser considerado inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em dezembro de 2022, por falta de transparência e rastreabilidade, e acabar extinto — embora valores indicados em anos anteriores continuem sendo pagos como “restos a pagar”. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana

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