PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão para aliada da “rainha do pó” em MG (VIDEO)

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Táxi aéreo contratado por PSD e PSDB é de mulher citada pelo MPF como gerente da quadrilha de Karine Campos, a “rainha do pó” Por Andre Shalders | Metrópoles 29/06/2026 PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão a empresa ligada à “rainha do pó” O PSDB Nacional e o PSD de Minas Gerais pagaram pelo menos R$ 1,1 milhão a uma empresa de táxi aéreo pertencente a uma mulher denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por integrar a quadrilha de Karine Campos, considerada a maior traficante de cocaína do Brasil. A empresa de táxi aéreo se chama CNM Aviação. A sigla vem do sobrenome da dona, Juliana Costa Nobre Magalhães. Ela é irmã do traficante Leonardo Costa Nobre e, em 2023, foi denunciada pelo Ministério Público Federal (MPF) por formação de quadrilha. Na denúncia, o MPF descreve Juliana como “gerente-executiva” da quadrilha. Do total gasto com voos, R$ 551,7 mil foram desembolsados pelo PSDB Nacional, e os R$ 555,4 mil restantes foram contratados pelo PSD de Minas Gerais. No caso do PSDB, os gastos ocorreram em abril e maio de 2022 — na época, a legenda era presidida pelo ex-deputado federal Bruno Araújo. Já as despesas do PSD de Minas se concentram entre maio e setembro de 2022, já no período eleitoral daquele ano. Houve também uma nota de R$ 22,2 mil em junho de 2023. Os gastos com a CNM Aviação estão registrados no repositório de dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Eles foram consultados pela coluna usando um script simples na linguagem de programação R. Juliana foi investigada na Operação Flight Level, da Polícia Federal, que apura o funcionamento de uma quadrilha que supostamente enviava cocaína para a Europa. Seu irmão, Leonardo Costa Nobre, é considerado um dos líderes do grupo pelos investigadores. Ambos trabalham, segundo os investigadores, para a traficante Karine Campos, considerada a maior exportadora de cocaína do país. A CNM Aviação foi aberta por Juliana em 2021, pouco depois da deflagração da Flight Level. A empresa ocupa o mesmo hangar que antes era usado por uma firma de Leonardo Costa Nobre, a BHZ Táxi Aéreo. Em 2020, na gestão da BHZ, o mesmo hangar hoje ocupado pela CNM foi a origem de 175 kg de cocaína apreendidos no Aeroporto Humberto Delgado, em Lisboa. Como mostrou a coluna, a CNM recebeu R$ 54 mil da campanha de Alexandre Kalil ao governo de Minas pelo PSD em 2022 — hoje, ele é do PDT. A empresa recebeu ainda R$ 14,7 mil da campanha do deputado federal Eros Biondini (PL) em 2022 e R$ 14,1 mil da filha dele, a deputada estadual e cantora gospel Chiara Biondini (PL). Mais recentemente, em abril deste ano, a empresa passou a arrendar uma aeronave pertencente ao deputado federal Fred Costa (PRD-MG). Ele disse desconhecer a investigação sobre a empresa. Procurado, o PSDB disse que a empresa “apresentou toda a documentação necessária”. “O PSDB contratou, em 2022, uma empresa de táxi aéreo com CNPJ ativo, regular e com autorização para operar, que apresentou toda a documentação exigida para a prestação do serviço, incluindo certificados, seguros e licenças dos órgãos competentes. Tudo ocorreu dentro dos procedimentos administrativos adotados em todas as contratações realizadas pelo partido”, disse a legenda, em nota. “Os serviços prestados foram devidamente comprovados com a apresentação da documentação exigida pela Justiça Eleitoral. O PSDB não tem qualquer vínculo com essa e nem com qualquer outra empresa prestadora de serviço contratada”, disse o partido. O PSD também disse desconhecer as investigações à época da contratação. “Nas eleições gerais de 2022, o partido, após análise rigorosa do CNPJ e demais dados, contratou a empresa para prestação de serviços de táxi aéreo, conforme previsto pela legislação. Não se verificou, à época, nenhuma irregularidade”, disse o PSD em nota. O envolvimento com a quadrilha da “rainha do pó” Na denúncia de 2023 contra a quadrilha, o MPF atribuiu a Juliana Costa Nobre, dona da CNM, o papel de “gerente-executiva” da organização criminosa de Karine Campos, apelidada pela polícia de “rainha do pó” e considerada uma das maiores traficantes do país. Atualmente, ela está foragida. Juliana foi presa preventivamente e posteriormente liberada, antes de ser denunciada, em 2023, pelo crime de formação de quadrilha. O caso tramita na Justiça Federal em Minas Gerais. Após a prisão de seu irmão Leonardo e de André Eleutério, que dividia a liderança do grupo com ele, Juliana “assumiu a gestão dos negócios ilícitos antes gerenciados por Leonardo, seu irmão, mediante o uso de documentos falsos e a criação de empresas fraudulentas”, disse o MPF. “Juliana constituiu e administrou, em nome de André e de Leonardo, a empresa CNM Aviação e Táxi Aéreo no mesmo endereço da empresa BHZ, permitindo a ambos que continuassem auferindo vantagens econômicas por meio de bens e ativos que constituem produto ou proveito econômico do tráfico internacional de drogas e da lavagem de dinheiro praticados pela organização criminosa”, diz o MPF. “Com plena consciência de que sua conduta favorecia os negócios ilícitos da organização criminosa gerenciada por André e por Leonardo, Juliana emprestou seu nome para a constituição de uma nova pessoa jurídica, a CNM Aviação, a fim de ‘reativar’ o hangar anteriormente utilizado pela empresa BHZ”, diz a denúncia do Ministério Público. Empresária usou “procuração” de homem morto desde 1992 Na denúncia, o MPF narra ainda a existência de uma procuração outorgando a Juliana o direito de gerir o contrato do hangar no Aeroporto da Pampulha, onde funciona a CNM Aviação. Só há um problema: o documento, datado de 2021, foi “assinado” por um homem falecido em 1992. A procuração foi encontrada na conta de Juliana em um serviço de armazenamento de dados da Apple. O documento é datado de 13 de setembro de 2021 e “assinado” por Carmelito Cerqueira Lima, que, no entanto, faleceu em 7 de dezembro de 1992, em Itambé (BA). Na nuvem, havia também uma identidade falsa de Carmelito, emitida em
Presidente da Câmara de Curitiba é alvo de operação contra “rachadinha”

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta segunda-feira (29) pelo Gaeco, que também apura um esquema de venda de cargos Por Gabriela Garcia | CNN Brasil 29/06/2026 O presidente da Câmara Municipal de Curitiba, Tico Kuzma (PSD) • Diretoria de Comunicação Social/CMC Porto Alegre – O presidente da Câmara Municipal de Curitiba (PR), vereador Tico Kuzma (PSD), foi alvo de uma operação, nesta segunda-feira (29), que apura um esquema de “rachadinha” e venda de cargos. Foram cumpridos 13 mandados de busca e apreensão domiciliar e pessoal no âmbito da Operação Prática Corrente, do Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), do Ministério Público. Conforme o MP, as ordens judiciais foram cumpridas em endereços ligados aos investigados, entre eles a Câmara Municipal de Curitiba. Os agentes apreenderam equipamentos eletrônicos e documentos que passarão por perícia. Uma quantia de dinheiro em espécie também foi apreendida, mas os valores não foram contabilizados até o momento. No início da sessão plenária desta segunda-feira, Kuzma se pronunciou sobre a operação. “Quem vive a vida pública sabe que, especialmente quando se aproxima um período eleitoral, infelizmente surgem pessoas de ma-fé, criando fatos e narrativas para atingir reputações e desgastar adversários por meio de redes sociais e também da imprensa”, afirmou. Além disso, o parlamentar disse que não foi formalmente comunicado sobre os fatos que motivaram a medida e que está buscando informações junto às autoridades competentes. Disse também que sua postura será de “absoluta tranquilidade, colaboração e compromisso com a verdade”. Kuzma também falou em nome da Câmara e afirmou que a Casa manterá uma postura de colaboração com as autoridades e que, assim que houver conhecimento oficial dos fatos, serão prestados esclarecimentos à população, à imprensa e aos vereadores. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Alcolumbre trava fim da escala 6×1, mas acelera PEC que impõe rombo de R$ 28 bilhões ao governo Lula

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Presidente do Senado usa controle da pauta para encurralar o Planalto: segura redução da jornada de trabalho enquanto avança com aposentadoria especial que agrava déficit previdenciário. Por Diego Feijó de Abreu | Fórum 29/06/2026 Davi Alcolumbre – Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil Em uma demonstração de poder que explicita o uso do tempo legislativo como ferramenta de chantagem política, o senador Davi Alcolumbre (União-AP) adotou uma estratégia de pauta dupla no Senado Federal para encurralar a equipe econômica e a articulação política do governo Lula. De um lado, o presidente da Casa pautou para esta terça-feira (30) a PEC 14/2021, uma “pauta-bomba” que cria aposentadoria especial para agentes de saúde com impacto atuarial estimado em R$ 28 bilhões. De outro, mantém paralisada há mais de um mês a PEC 221/2019, que prevê o fim da escala 6×1, uma das vitrines sociais e eleitorais do Palácio do Planalto para 2026. A bomba fiscal de R$ 28 bilhões no plenário A ofensiva com a PEC 14/2021 ocorre à revelia dos alertas fiscais. A proposta institui regras de aposentadoria diferenciada para agentes comunitários de saúde e de combate às endemias (idade mínima de 57 anos para mulheres e 60 para homens). Ao acelerar a tramitação, Alcolumbre faz um aceno a uma base de quase 400 mil trabalhadores do SUS, transferindo o custo político de barrar o texto para o Executivo. Uma nota técnica do Ministério da Previdência Social revela o grau de comprometimento das contas públicas: a aprovação da matéria geraria um déficit atuarial de R$ 28,11 bilhões. Na próxima década, a insuficiência financeira dos regimes previdenciários dispararia dos atuais R$ 59,46 bilhões para R$ 84,18 bilhões. A área técnica do governo estima que 63% desse rombo recairá sobre estados e municípios (RPPS) e 37% sobre a União (RGPS). O sequestro do fim da escala 6×1 Enquanto a “pauta-bomba” avança a passos largos, o combate à jornada exaustiva de trabalho segue na gaveta. Aprovada pela Câmara dos Deputados em 27 de maio, a PEC 221/2019 — que reduz a jornada máxima de 44 para 40 horas semanais e extingue a escala 6×1 sem corte salarial, completou um mês parada à espera de um simples despacho de Alcolumbre. Como já detalhado pela cobertura da Fórum, o Planalto trata a proposta como pauta prioritária. No entanto, o presidente do Senado resiste ao rito expresso (envio direto à Comissão de Constituição e Justiça e, depois, ao plenário) defendido pelo governo, argumentando que a Casa “não será carimbadora” e que o texto precisa passar por mais comissões temáticas, atendendo ao lobby de entidades empresariais. A assimetria no tratamento de projetos evidencia o jogo duro. Enquanto a PEC do fim da escala 6×1 amarga um mês de inércia, a PEC 12/2026, do senador bolsonarista Rogério Marinho (PL-RN), que cria um modelo de contratação por hora e flexibiliza a jornada, foi despachada para a CCJ no mesmo dia em que chegou ao Senado. Pressão nas ruas e o calendário eleitoral O estrangulamento da pauta forçou o Planalto a agir. A missão de destravar a PEC 221/2019 foi entregue à nova líder do governo no Senado, Teresa Leitão (PT-PE), que tenta garantir a votação antes do recesso parlamentar de 17 de julho. O Planalto corre contra o relógio para evitar que o tema contamine o segundo semestre, quando o calendário eleitoral esvazia os corredores do Congresso. Sob forte pressão do governo e das redes, Alcolumbre finalmente convocou para esta quarta-feira (1º) a primeira reunião formal sobre a escala 6×1. O encontro sentará à mesma mesa Teresa Leitão, os deputados Erika Hilton (Psol-SP) e Reginaldo Lopes (PT-MG), o senador Paulo Paim (PT-RS) e Rick Azevedo, líder do movimento Vida Além do Trabalho (VAT). A temperatura, contudo, deve subir antes da reunião. Movimentos sociais, incluindo a Frente Brasil Popular e o Povo sem Medo, convocaram um Dia Nacional de Mobilização para esta terça-feira (30), com atos espalhados por diversas capitais, exigindo que o Senado pare de barganhar com o tempo livre da classe trabalhadora enquanto aprova benesses de impacto bilionário. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Depois da casa arrombada, Tribunal de Contas decide ampliar fiscalização sobre investimentos públicos em instituições financeiras

Depois da casa arrombada, Tribunal de Contas decide ampliar fiscalização sobre investimentos públicos em instituições financeiras Sem maiores cuidados a Cedae e o Fundo Único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro (Rioprevidência), investiram cerca de R$ 3 bilhões em papeis sem garantia no Banco Master. Isto aconteceu sem grandes atenções dos órgãos de controle, que se deram orientação contrária não conseguiram impedir que os aportes fossem feitas. Por Elizeu Pires 29/06/2026 TCE-RJ | Foto: Reprodução Na última sexta-feira (26), o Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) anunciou ter ampliado sua atuação para fiscalização de investimentos em instituições financeiras feitos por órgãos do governo fluminense, citando ter consolidado “uma linha de controle que já produziu uma das mais relevantes investigações sobre a gestão de recursos públicos no país”. De acordo com o TCE-RJ, seu conselho deliberativo “decidiu por uma auditoria extraordinária que amplia o escopo das análises dos investimentos e aplicações” feitas pelo Rioprevidência. Segundo o órgão fiscalizador, “as novas apurações decorrem das análises técnicas realizadas pelo Tribunal durante o exame das contas de governo do estado referentes ao exercício de 2025, que identificaram inconsistências envolvendo mais de R$ 6,5 bilhões em aplicações financeiras e motivaram o aprofundamento das investigações”. Ainda segundo o divulgado TCE-RJ foi “o órgão responsável por identificar e levar ao escrutínio as aplicações bilionárias realizadas pelo Estado no Banco Master, trabalho de fiscalização que alcançou ampla repercussão nacional e internacional e reforçou o papel estratégico da Corte na proteção do patrimônio público”, e agora está ampliando “o alcance desse trabalho com a instauração da auditoria extraordinária para examinar investimentos realizados em outras instituições financeiras que também passaram a ser alvo de investigações, operações policiais ou questionamentos por órgãos de controle, entre elas o conglomerado Mirae Asset, o Banco Genial e o Banco Digimais”. Segundo o TCE-RJ, seu presidente, o conselheiro Márcio Pacheco, “determinou o levantamento de todos os processos fiscalizatórios em tramitação na Corte que tratam de instituições financeiras, como Banco Master, Banco Digimais e outras, bem como daqueles relacionados aos investimentos realizados pelos regimes próprios de previdência”, e “o objetivo é organizar e integrar as fiscalizações já em curso, permitindo uma atuação ainda mais eficiente e eficaz do Tribunal, com melhor coordenação das ações de controle, racionalização dos procedimentos e fortalecimento do acompanhamento técnico das matérias”. Ainda de acordo com o órgão, a atuação do não se limitariaa a um caso específico. “A fiscalização dos investimentos públicos não começou agora nem se limita a um caso específico. O TCE-RJ mantém uma atuação permanente para assegurar que os recursos da sociedade fluminense sejam administrados com segurança, responsabilidade e transparência. Os resultados que hoje ganham repercussão são fruto do trabalho técnico, criterioso e independente desenvolvido pela nossa Secretaria-Geral de Controle Externo e pelos auditores de controle externo, cuja atuação tem permitido identificar riscos, corrigir falhas e fortalecer a governança da administração pública”, destaca Márcio Pacheco. Resposta do Banco Genial “O Banco Genial possui mais de 15 anos de atuação no mercado financeiro, com trajetória de crescimento consistente, tendo alcançado mais de 3 milhões de clientes e mais de R$ 280 bilhões em ativos sob custódia, pautando sua atuação pelos mais elevados padrões de governança, controles internos e estrita observância das exigências regulatórias aplicáveis às instituições financeiras. O Banco Genial esclarece que não mantém recursos do Rioprevidência aplicados na instituição. A relação existente refere-se exclusivamente à custódia de títulos públicos federais pertencentes ao Rioprevidência, atividade isenta de taxa e exercida em conformidade com as normas aplicáveis ao mercado financeiro.” Notícia anteriorPróxima notícia Banco MasterCedaeRioPrevidênciaTCE-RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 MPRJ ajuíza ação por improbidade administrativa contra Jorge Felippe, Jorge Felippe Neto e dirigentes do Iterj 30/06/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Confrontos em Rio das Pedras chegam ao 10º dia; madrugada foi de tiroteio

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Atualmente, a região vive uma disputa entre traficantes e milicianos; entre a noite de domingo (28) e a madrugada desta segunda-feira (29), tiros puderam ser ouvidos até na Barra da Tijuca. Por Jefferson Monteiro | Bom Dia Rio 29/06/2026 Muzema e Rio das Pedras estão separados por menos de 2,5km — Foto: Reprodução/RJ2 Mais uma madrugada de violência deixou moradores assustados na Muzema e em Rio das Pedras, na Zona Sudoeste do Rio, entre a noite de domingo (28) e a madrugada desta segunda-feira (29). Pelo menos dois tiroteios foram registrados na região, que vive uma disputa por território entre traficantes e milicianos há mais de dez dias. Segundo moradores, o primeiro confronto aconteceu por volta da meia-noite, na Muzema. De acordo com relatos de moradores, houve intensa troca de tiros. Segundo fontes da Polícia Militar, policiais do 31º BPM (Recreio) foram atacados por criminosos ligados ao Comando Vermelho (CV) durante um patrulhamento, o que provocou o confronto. Já o segundo episódio foi registrado por volta das 3h40, em Rio das Pedras, na região conhecida como Areal. Vídeos gravados por moradores mostram o barulho intenso e contínuo de disparos durante a madrugada. Em um dos registros, é possível ouvir rajadas de tiros por vários segundos. A região do Areal, onde houve o confronto mais recente, fica próxima ao Itanhangá e tem ligação com a Muzema, área que atualmente é dominada pelo CV. De acordo com relatos de quem mora na região, criminosos tentam avançar sobre Rio das Pedras para expandir a atuação, o que tem provocado troca constante de tiros. Moradores afirmam que os episódios de violência têm se tornado frequentes. Um deles relatou que o tiroteio desta madrugada durou cerca de meia hora. “Esse tiroteio durou cerca de 30 minutos, mais ou menos. Foi uma coisa assustadora, coisa que antigamente não tinha e que, de uns tempos pra cá, tá sendo diário. Todos os dias tá tendo tiroteio na Muzema, Rio das Pedras, e dá pra escutar da Barra da Tijuca”, disse. Outra moradora contou que acordou assustada com o barulho dos disparos, mesmo morando na Barra: “Eu estava dormindo e acordei assustada com barulho de tiro muito alto, muito alto. Parecia que tava aqui na rua. Eu moro na Barra da Tijuca, bem perto da Avenida das Américas, e dava pra ouvir como se fosse aqui no quintal de casa.” Na madrugada de domingo, segundo relatos, já havia ocorrido confronto na mesma região, o que reforça o clima de tensão constante entre os moradores. Até a última atualização desta reportagem, a Polícia Militar ainda não havia informado como está o esquema de policiamento na área nem se houve operações ou prisões relacionadas aos tiroteios. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Câmara de Belford Roxo mantém diretor condenado a 17 anos de prisão

Câmara de Belford Roxo mantém diretor condenado a 17 anos de prisão O presidente da Câmara de Vereadores de Belford Roxo, Sidney Canella (União Brasil), até o final do expediente da última sexta-feira (26), não havia tomado nenhuma providência em relação ao diretor-geral da Casa, que, no dia 22 deste mês recebeu sentença da 2ª Vara Criminal da Comarca local, em processo no qual ele, João Paulo de Souza Costa e outros agentes púbicos e empresários foram denunciados por fraudes licitatórias que teriam ocorrido entre os anos de 2011 e 2015 na Prefeitura daquele município. Por Elizeu Pires 29/06/2026 João Paulo foi diretor da Casa nos períodos em Marquinho Gandra foi presidente e continua no cargo – Foto: Reprodução Há vários anos ocupando o mesmo cargo na Câmara, João Paulo foi condenado a penas de 3; 3,6; 4 e 7 anos, o que dá o total de 17 anos e seis meses de prisão. Ele e os outros sentenciados ainda podem recorrer a instâncias superiores, aguardando o julgamento dos recursos em liberdade. A aposta nos ambientes políticos locais era de que ele apresentasse pedido de exoneração por livre e espontânea vontade, assim como fez o agora ex-secretário de Governo, Carlos Eduardo Magalhães, que pediu para sair do cargo e foi atendido. Notícia anteriorPróxima notícia Belford Roxo RJRegião Metropolitana e Baixada FluminenseUnião BrasilVereador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 PF faz operação contra alvos ligados a ex-prefeito de Duque de Caxias 30/06/2026 PF reprime lavagem de dinheiro oriunda de desvio de recursos públicos 30/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Investigação aponta uso de ‘ônibus fantasmas’ para inflar patrimônio de empresa de transporte suspeita de lavar dinheiro para o PCC em SP

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Segundo a Polícia Civil e o Ministério Público, a Transunião aumentou artificialmente seu capital social ao registrar ônibus como novos aportes, embora parte dos veículos já pertencesse à empresa ou estivesse em nome de supostos laranjas. De acordo com a investigação, a manobra teria sido usada para criar uma capacidade financeira fictícia e ampliar as chances da empresa em licitações. Por João de Mari | g1 SP 29/06/2026 Ônibus da empresa Transunião. Foto de 2022. — Foto: WILLIAN MOREIRA/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO São Paulo – A investigação da Polícia Civil e do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) sobre um suposto esquema de lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público aponta o uso de “ônibus fantasmas” para inflar artificialmente o patrimônio da empresa Transunião e viabilizar sua participação em licitações públicas na capital paulista. A companhia é alvo da Operação Última Parada, deflagrada na quinta-feira (25). Ao todo, foram cumpridos cinco mandados de prisão temporária e 104 de busca e apreensão. Entre os presos estão o vereador da capital Senival Moura (PT), Jair Ramos de Freitas, conhecido como “Cachorrão” e apontado como diretor informal da empresa, e Devanil de Souza Nascimento, o “Sapo”, motorista e homem de confiança do parlamentar (leia mais abaixo). De acordo com os autos, os “ônibus fantasmas” não seriam veículos inexistentes, mas ônibus que figuravam nos registros societários e contábeis da empresa como novos aportes patrimoniais de acionistas para justificar um aumento de capital que, segundo os investigadores, não possuía lastro econômico real. Na prática, a investigação concluiu que parte desses veículos já integrava a própria frota operacional da Transunião ou estava formalmente vinculada a “laranjas”, como motoristas e cobradores, que, segundo a Polícia Civil e o MP-SP, não apresentavam capacidade financeira compatível com a aquisição de ônibus avaliados em centenas de milhares de reais. Segundo as apurações, essa engenharia societária permitiu que o capital social da Transunião saltasse de R$ 105 mil para R$ 50,2 milhões por meio de boletins de subscrição elaborados de forma padronizada e seriada, nos quais os veículos eram declarados como bens entregues pelos acionistas em troca de participação societária. O objetivo, de acordo com os investigadores, era atender às exigências previstas nos editais da Prefeitura de São Paulo, administrados pela SPTrans, que passaram a exigir das concessionárias a comprovação de capacidade econômico-financeira mínima e de patrimônio compatível com os lotes de transporte operados. Os documentos apontam que acionistas declaravam entregar micro-ônibus à empresa em troca de ações. Entretanto, as apurações indicam que, em diversos casos, essas pessoas jamais foram proprietárias dos veículos informados nos boletins de subscrição. Em outras situações, os ônibus apresentados como novos aportes patrimoniais já integravam a frota da própria Transunião. Na prática, segundo a investigação, a empresa “reaproveitava” contabilmente ativos que já lhe pertenciam para simular a entrada de novos bens e inflar de forma fictícia seu capital social. Para a Polícia Civil e o MP-SP, essa dinâmica permitiu a criação de um “capital meramente aparente, desprovido de lastro real”. Segundo as investigações, essa condição financeira artificial foi determinante para que a empresa conseguisse preencher os requisitos patrimoniais exigidos nos processos licitatórios do transporte público paulistano. Titularidade dissociada As investigações também identificaram indícios de uma separação deliberada entre os proprietários formais dos ônibus e os reais beneficiários da exploração econômica dos veículos. Segundo os investigadores, o mecanismo foi desvendado a partir de planilhas digitais apreendidas, intituladas “Contato” e “Contato 3”, que continham uma categorização interna específica para a frota da Transunião. Nos documentos, os veículos eram associados a duas figuras distintas: o “cooperado”, responsável pela titularidade formal do ônibus e que frequentemente atuava como interposta pessoa ou “laranja”, e o “cooperado oficial”, identificado como o efetivo detentor do domínio econômico do bem e o destinatário final dos lucros gerados pela sua operação. Segundo a Polícia Civil, essa estrutura evidencia que parte significativa da frota estava, na prática, vinculada a indivíduos que não integravam formalmente a estrutura societária da empresa, mas que, de acordo com as investigações, exerciam influência sobre a gestão operacional e financeira da concessionária. Entre eles o vereador Senival Moura, o atual presidente da Transunião, Lourival Monário, e o diretor informal Jair Ramos de Freitas, o “Cachorrão”. As apurações também apontam supostas irregularidades em notas fiscais emitidas pela Cooperunião em favor da Transunião para serviços de locação de veículos. Os investigadores afirmam ter identificado casos em que os ônibus utilizados para justificar o faturamento pertenciam à própria concessionária, sem que houvesse comprovação de que os serviços cobrados tenham sido efetivamente prestados. Em um dos episódios citados nos autos, diligências realizadas junto à Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana e Transportes (SMT) apontaram que, para a execução do Serviço Atende — modalidade gratuita de transporte porta a porta destinada a pessoas com deficiência física severa, autismo ou surdocegueira na cidade de São Paulo —, foram utilizados veículos que já integravam a frota da própria Transunião, o que, segundo os investigadores, esvaziaria a justificativa para as cobranças de aluguel realizadas pela cooperativa. A Polícia Civil e o MP-SP sustentam que essa complexa estrutura empresarial teria sido instrumentalizada para dificultar a rastreabilidade do dinheiro, ocultar a verdadeira titularidade de bens e conferir aparência de licitude a recursos de origem ilícita. A Operação Última Parada apura suspeitas de organização criminosa, lavagem de dinheiro e fraudes em licitações públicas envolvendo a empresa e seus dirigentes. Operação Última Parada A Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo (MP-SP) deflagraram na manhã de quinta-feira (25) a Operação Última Parada, contra um esquema de lavagem de dinheiro da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC) no transporte público. Os agentes cumpriram cinco mandados de prisão temporária e 104 de busca e apreensão. Até a última atualização desta reprotagem, apenas três investigados foram presos: são o vereador da capital Senival Moura, do PT, Jair Ramos de Freitas (“Cachorrão”), diretor informal da empresa, e Devanil de Souza Nascimento (“Sapo”), motorista e homem de confiança do vereador. Abaixo, veja quem são os demais
Rodoviários entram em greve no Rio; viações afirmam que 40 ônibus foram vandalizados em piquetes

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha À 0h, a categoria entrou em greve por tempo indeterminado, após decisão em assembleia neste domingo (28). A Justiça do Trabalho deferiu uma liminar em que determina circulação mínima de 50% da frota. Por g1 Rio 29/06/2026 Rioônibus afirma que coletivo foi vandalizado em piquete nesta segunda-feira (29) — Foto: Divulgação O Rio Ônibus, sindicato que representa as viações que operam no Município do Rio de Janeiro, afirmou que pelo menos 40 coletivos foram vandalizados em piquetes na madrugada desta segunda-feira (29), 1º dia da greve dos rodoviários. O Bom Dia Rio apurou que uma pessoa ficou ferida em uma das ações. Até a última atualização desta reportagem, não se sabia se era um passageiro ou um motorista, nem havia detalhes sobre o estado de saúde dela. À 0h, a categoria entrou em greve por tempo indeterminado, após decisão em assembleia neste domingo (28). O Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região (TRT-1) deferiu uma liminar em que determina circulação mínima de 50% da frota. Ainda de acordo com o Rio Ônibus, 870 coletivos saíram das garagens para atender a população, aquém dos 1.800 que deveriam estar nas ruas, seguindo a ordem da Justiça. Em caso de descumprimento, segundo a liminar, foi fixada multa diária de R$ 50 mil, aplicada de forma independente a cada uma das entidades sindicais — ao Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Transporte Rodoviário de Passageiros do Município do Rio de Janeiro (Sintrucad-Rio) e ao Sindicato das Empresas de Ônibus da Cidade do Rio de Janeiro (Rio Ônibus). A MOBI-Rio, empresa do município que gere o BRT, informou às 7h10 operar com 68% da frota planejada. “Na última hora, 278 veículos cobrem os 4 corredores do sistema, com todas as estações abertas”, detalhou. “O Centro de Operações e Resiliência (COR) reforça que metrô, trens e barcas estão em funcionamento regular e são alternativas para a população”, postou o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD). Trens, barcas e metrô operam normalmente. É ponto facultativo nas repartições por causa do jogo do Brasil pela 2ª fase da Copa do Mundo, contra o Japão. Passageiros reclamam Telespectadores do Bom Dia Rio relataram demora para viajar. Daniel Monteiro, morador de Realengo, afirmou que esperou 2 horas pela condução, mas que nenhuma linha passou. “A situação está muito difícil para quem depende do transporte público para trabalhar e estudar. Muitos moradores da região estão enfrentando o mesmo problema e sem qualquer previsão de normalização”, relatou. “Tive que chamar Uber pro trabalho. Não passa ônibus nenhum em Campo Grande”, disse Ester Santos. “Eu moro em Guaratiba, não tem ônibus. Dependo do 857 (Pingo D’água-Campo Grande, via Catruz e Cachamorra), e não passou. Meu esposo saiu às 4h15 e voltou às 6h20, não tem como ir”, escreveu Eliane Cardoso. “Rodoviária de Campo Grande não tem ônibus”, denunciou Aline Rosa. Sindicato reclama Sebastião José, presidente do Sindicato dos Rodoviários, culpou os patrões pelo número insuficiente de ônibus nas ruas. “Nós realmente estamos tendo um problema para cumprir a determinação judicial. Antes da assembleia, o sindicato encaminhou ofício ao Rio Ônibus solicitando a escala dos trabalhadores. Acabamos de olhar agora, não chegou a absolutamente nada”, declarou. “Nós tínhamos que colocar 50% da frota, mas não nos forneceram a escala. Então, quem está dificultando o cumprimento da decisão judicial é o sindicato patronal.” O que diz a prefeitura “Infelizmente, numa situação atípica como essa, no dia de hoje, é claro que a gente vai ter casos que acabam atrapalhando a vida da população”, declarou o prefeito. “Uma vez resolvida a questão dos sindicatos, que a gente possa voltar à normalidade na cidade”, emendou. “O time inteiro da prefeitura está mobilizado para minimizar os impactos. Viramos a madrugada no Centro de Operações e em diferentes pontos da cidade”, prosseguiu. “Garantimos, por parte da MOBI-Rio, 70% da frota dos BRTs circulando, daquilo que é o planejado para um dia de ponto facultativo”, destacou. O que dizem as viações “O Rio Ônibus informa que desde a 0h de hoje todas as garagens estão com as portas abertas e prontas para que os rodoviários coloquem a frota na rua. Nosso objetivo absoluto é atender à decisão judicial e, principalmente, garantir o transporte da população carioca. Vale ressaltar que, devido à partida de futebol agendada para hoje, já havia uma escala com redução de frota previamente definida pela prefeitura, o que naturalmente se adequaria aos parâmetros exigidos. Infelizmente, mais de 40 ônibus foram vandalizados por grevistas, uma ação que atenta contra a segurança e tenta impedir o cumprimento da determinação da Justiça, que exige a manutenção de, pelo menos, 50% da frota nas ruas. 860 ônibus já estão rodando pela cidade no início desta manhã.” Reivindicações da classe Segundo o sindicato, a categoria não abre mão da proposta do dissídio aprovada e encaminhada para o Rio Ônibus: mudança da data-base para 1º de março; salário de R$ 5 mil para motoristas que dirigem articulados e R$ 4 mil para os demais; fim do contrato temporário e contratação pela CLT para os profissionais do BRT; tíquete-alimentação de R$ 1 mil; jornada de trabalho 5×2; manutenção do passe livre para a categoria; indenização dos 30 minutos do intervalo de almoço; plano de saúde e odontológico. O sindicato afirma que a proposta apresentada aplicada sobre os valores atuais dos salários e auxílio alimentação da categoria, o motorista de ônibus convencional teria um reajuste de R$ 150,15, saindo de R$ 3.420,16 para R$ 3.570,31; o do articulado na categoria “E” teria um aumento de R$ 180,17, passando de R$ 4.104,18 para R$ 4.284,35. Já o auxílio alimentação seria reajustado em R$ 29,00 passando de R$ 660 para R$ 689. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha
Após prometer submissão a Trump, Flávio Bolsonaro diz que Brasil vai se “alinhar” a Israel

Após prometer submissão a Trump, Flávio Bolsonaro diz que Brasil vai se “alinhar” a Israel Em Buenos Aires, senador usou evento de grupos conservadores pró-Israel para atacar Lula e prometer alinhamento ao regime de Benjamin Netanyahu, responsável pelo assassinato de milhares de palestinos Por Ivan Longo | Fórum 29/06/2026 Flávio Bolsonaro em evento de conservadores na Argentina – Foto: Reprodução/X Flávio Bolsonaro O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) discursou neste domingo (28) na abertura da Conferência de Presidentes da América Latina, em Buenos Aires, evento promovido pela Fundação dos Aliados de Israel (IAF) e pela organização Amigos Americanos dos Acordos de Abraão (Afoia). No palco, chamou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “antissemita”, prometeu transferir a Embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém e anunciou adesão do país aos Acordos de Isaac, iniciativa diplomática de Javier Milei e Benjamin Netanyahu, caso seja eleito em outubro. Flávio Bolsonaro ataca Lula e promete mudança na política externa O discurso de Flávio Bolsonaro em Buenos Aires foi construído sobre dois eixos: o ataque direto ao presidente Lula e uma série de promessas de ruptura na política externa brasileira. Ao chamar Lula de “antissemita”, o senador mentiu que Lula nutre ódio pelo povo judeu, evocando a declaração que o presidente fez em 2024, quando comparou a ação militar genocida de Israel na Faixa de Gaza ao Holocausto nazista. A ofensiva israelense no enclave deixou mais de 70 mil palestinos mortos até então. A promessa mais concreta do discurso foi a transferência da Embaixada do Brasil em Israel de Tel Aviv para Jerusalém, caso Flávio vença as eleições de outubro. O pré-candidato foi além: afirmou que, já no primeiro dia de governo, receberia as credenciais de um novo embaixador de Israel em Brasília. A mudança de sede de embaixada para Jerusalém é uma questão diplomaticamente sensível: a maioria dos países mantém representações em Tel Aviv justamente para não antecipar posição sobre o status da cidade, disputada entre israelenses e palestinos em qualquer cenário de negociação de paz. “A partir de 2027, o Brasil voltará a ser mais irmão da Argentina mais do que nunca. E será também, com orgulho e sem o menor medo de dizer isso, irmão de Israel”, declarou Flávio Bolsonaro no evento. O senador elogiou a diplomacia israelense e prometeu que o Brasil aderirá aos Acordos de Isaac, iniciativa patrocinada pelo presidente argentino Javier Milei e pelo primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu com o objetivo de estreitar relações entre Israel e países da América Latina. Contexto das declarações e alinhamento internacional As relações diplomáticas entre Brasil e Israel estão tensas desde 2024, quando a ofensiva israelense em Gaza provocou críticas públicas do presidente Lula. A comparação que Lula fez entre a ação militar israelense e o Holocausto gerou reação imediata de Tel Aviv e culminou na retirada dos embaixadores de ambos os países de suas respectivas representações, um gesto diplomático que sinaliza rebaixamento formal das relações. Desde então, o Brasil opera com um encarregado de negócios na embaixada em Tel Aviv, e Israel designou Rasha Athamni para a mesma função em Brasília. Nesse cenário de ruptura, Flávio Bolsonaro escolheu Buenos Aires para se posicionar como o candidato do realinhamento. Em discurso proferido em espanhol, o senador também defendeu a classificação do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho (CV) como organizações terroristas, associando as facções ao Irã e ao Hezbollah. Para sustentar o argumento, citou que, segundo a Justiça argentina, o atentado à Embaixada de Israel em Buenos Aires em 1992 foi atribuído ao Hezbollah, financiado pelo Irã. Acrescentou ainda que investigações da Polícia Federal brasileira, com apoio da inteligência israelense e norte-americana, apontam para conexões entre redes do Hezbollah e facções criminosas brasileiras, envolvendo rotas de cocaína e contrabando de armas. Submissão aos EUA O discurso em Buenos Aires não é um episódio isolado. Semanas antes, no início de junho, Flávio Bolsonaro enviou carta ao secretário de Estado dos EUA, Marco Rubio, em papel timbrado do Senado Federal. No texto, além de pedir que Washington não impusesse novas tarifas sobre produtos brasileiros, o senador se comprometeu a colocar sua equipe de transição “à disposição” do governo norte-americano caso eleito, para acelerar um acordo comercial. Rubio respondeu agradecendo a “oferta generosa”, mas manteve integralmente a posição favorável às tarifas contra o Brasil. O governo Lula, parlamentares de esquerda e setores da diplomacia brasileira classificaram a proposta como incompatível com a tradição de autonomia da política externa brasileira. Para o deputado Lindbergh Farias (PT-RJ), a carta “escancara o tamanho da submissão” de Flávio aos EUA. Notícia anteriorPróxima notícia Deputado FederalPL Partido LiberalPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSenador Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram Alcolumbre trava fim da escala 6×1, mas acelera PEC que impõe rombo de R$ 28 bilhões ao governo Lula 29/06/2026 Após prometer submissão a Trump, Flávio Bolsonaro diz que Brasil vai se “alinhar” a Israel 29/06/2026 A esposa de Jair Bolsonaro acusa enteado de ‘apunhalar pelas costas’ em disputa eleitoral 26/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list
Motoristas voltam na contramão com medo de criminosos na rodovia dos Imigrantes, SP

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Imagens mostram veículos retornando pela pista após uma ocorrência policial. Motorista relatou que os condutores fugiam de um arrastão. Por g1 Santos 28/06/2026 Motoristas retornaram na contrarão na Rodovia dos Imigrantes. — Foto: Jeferson Santana Motoristas retornaram na contramão da Rodovia dos Imigrantes (SP-160), em Cubatão (SP), após uma ocorrência policial na tarde de sábado (27). Ao g1, Jeferson Santana, de 36 anos, que passava pelo local, contou que os motoristas fugiam de um arrastão. O caso aconteceu na altura do km 59 da pista sul. Imagens obtidas pelo g1 mostram o momento em que os veículos fazem o retorno e passam a trafegar na contramão. Jeferson relatou que seguia em direção a Santos quando viu diversos veículos retornando na pista. “Estava vindo de São Paulo, eu e minha esposa, sentido Santos. Não fiquei nem um minuto parado quando apareceram uns caras lá na frente fazendo arrastão. Aí a gente voltou na contramão, ficou um caos ali”, disse. De acordo com Jeferson, diversos motoristas fizeram o mesmo para escapar dos criminosos. Ele também afirmou ter visto policiais da cavalaria no local. Em nota, a Ecovias Imigrantes informou que identificou a ocorrência por meio das câmeras de monitoramento e acionou imediatamente a Polícia Militar (PM), que foi deslocada para atender a ocorrência. O g1 procurou a Secretaria da Segurança Pública do Estado de São Paulo (SSP-SP) e a Polícia Militar Rodoviária (PMRv), mas não obteve resposta até a publicação desta reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Dois homens ficam feridos após troca de tiros em estacionamento de shopping em Caxias

PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha Segundo a PM, eles se desentenderam e, durante a discussão, efetuaram disparos. Eles foram encaminhados ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes. Por TV Globo 28/06/2026 Marcas de sangue no chão de estacionamento de shopping em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense — Foto: Reprodução/ Redes sociais Dois homens, entre eles um policial militar de folga, ficaram feridos após uma troca de tiros no estacionamento de um shopping center em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, na noite de sábado (27). De acordo com a Polícia Militar, os dois se desentenderam e, durante a discussão, efetuaram disparos. Ambos foram socorridos e encaminhados ao Hospital Municipalizado Adão Pereira Nunes, também em Duque de Caxias. Até a última atualização desta reportagem, não havia informações sobre o estado de saúde dos envolvidos. Imagens que circulam nas redes sociais mostram marcas de sangue no chão do estacionamento após o confronto. Vídeos gravados por frequentadores do shopping também registraram momentos de tensão e correria provocados pelos disparos, além do atendimento a um dos feridos no local. O caso foi encaminhado para a 60ªDP (Duque de Caxias). Notícia anteriorPróxima notícia INSSPolícia Federal PFPresidente da RepúblicaPT Partido dos TrabalhadoresSTF Supremo Tribunal Federal Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PGR autoriza investigação sobre possível intervenção federal na Alerj 01/07/2026 Em reação a Flávio, deputado petista quer criminalizar traição à pátria 01/07/2026 PF cita falta de servidores e pede a Mendonça mais prazo para concluir análise de material apreendido em investigação que menciona Lulinha 01/07/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana
Polícia investiga agressões e humilhação a menor internado no Degase após caso de estupro coletivo

Polícia investiga agressões e humilhação a menor internado no Degase após caso de estupro coletivo Em abril, juíza da Vara da Infância e Juventude determinou que adolescente, que responde por outro episódio de estupro coletivo, fosse internado em uma unidade socioeducativa. Por Henrique Coelho | g1 Rio 28/06/2026 Unidade onde menor envolvido em estupro coletivo está internado é o Cense Dom Bosco, na Ilha do Governador — Foto: Reprodução A Polícia Civil investiga se o menor de idade apreendido pelo estupro coletivo de uma adolescente em Copacabana sofreu agressões e foi humilhado por um professor de uma escola do Departamento Geral de Ações Socioeducativas (Degase). Em março, ele alegou que um professor, durante uma aula, expôs detalhes do caso de estupro pelo qual ele foi apreendido em março. Em abril, uma decisão da Vara da Infância e Juventude determinou sua internação no sistema socioeducativo fluminense. A direção do Centro de Socioeducação Aeroporto Dom Bosco(Cense Dom Bosco), na Ilha do Govenrador, procurou outros colegas do menor, que confirmaram a informação. Devido ao episódio, houve um reforço na vigilância e no acompanhamento do adolescente dentro da unidade. Dois meses depois, o adolescente alega foi agredido por outro interno durante uma discussão na tarde do dia 29 de maio. A 37ª DP (Ilha do Governador) relatou o inquérito, apontando que o menor foi agredido com socos no rosto. O inquérito foi encaminhado à Vara da Infância e Juventude. Caso na Dcav O mesmo adolescente também está envolvido em um caso que chegou ao Ministério Público e foi encaminhado à Delegacia da Criança e Adolescente Vítima (DCAV). Uma menor de idade diz ter feito sexo com ele, de forma consentida e com a presença de outros jovens no apartamento. No entanto, segundo a Polícia Civil, um colega dele teria printado fotos da relação sexual que estavam no celular dele e espalhado as imagens para outros amigos. Neste caso, a Dcav investiga a divulgação de cena de sexo explícito envolvendo criança ou adolescente. Outras investigações Segundo a sentença de abril deste ano, da juíza Vanessa Cavalieri, o adolescente teria planejado uma emboscada contra a vítima, com quem mantinha um relacionamento afetivo. Ele foi submetido à medida de internação, sem possibilidade de sair para atividades externas por um período inicial de seis meses. A decisão foi assinada pela juíza Vanessa Cavalieri, que destacou a gravidade da conduta e a necessidade de uma medida mais rígida, tanto para a responsabilização quanto para a tentativa de recuperação do jovem. Quatro adultos seguem presos e respondem na Justiça pelo mesmo crime: Mattheus, João Gabriel Xavier Bertho, Vitor Hugo Simonin e Bruno Felipe dos Santos Allegretti foram indiciados e denunciados por estupro coletivo qualificado (cometido em concurso de pessoas) e cárcere privado. No dia 15 de junho, a Polícia Civil concluiu que o mesmo menor, juntamente com Mattheus Veríssimo Zoel Martins, que tinha 17 anos na ocasião, e Gabriel Oliveira Palmieri, de 24 anos, estupraram uma outra menina, na época com 14 anos. Procurada, a defesa do menor de idade afirmou que não pode se manifestar, pelo sigilo envolvido nos casos citados na reportagem. Notícia anteriorPróxima notícia DEGASE Departamento Geral de Ações SocioeducativasPolícia CivilRegião Metropolitana e Baixada FluminenseRio de Janeiro RJ Facebook Twitter WhatsApp Linkedin Pinterest Blogger Telegram PSDB e PSD pagaram R$ 1,1 milhão para aliada da “rainha do pó” em MG (VIDEO) 29/06/2026 Alcolumbre trava fim da escala 6×1, mas acelera PEC que impõe rombo de R$ 28 bilhões ao governo Lula 29/06/2026 Investigação aponta uso de ‘ônibus fantasmas’ para inflar patrimônio de empresa de transporte suspeita de lavar dinheiro para o PCC em SP 29/06/2026 Deixe seu comentário Nome E-mail Comentário Enviar Whatsapp X-twitter Facebook More than 2 results are available in the PRO version (This notice is only visible to admin users) Mais lidas na semana skip render: ucaddon_post_list